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Googlebook review: Google’s new laptops are woefully underbaked

Great hardware let down by software flaws on these pricey machines that combine ChromeOS with Android

Google’s attempt to create a new type of laptop to compete with Windows and macOS machines is finally here, combining the best of ChromeOS and Android into the new Googlebook. With advanced links to Android phones and the best of Google built in, can these Googlebooks really compete with a MacBook Air or Surface Laptop? I took two for a spin to find out.

For years, Chromebooks have been the boss of budget laptops, but Googlebooks take a different, far more premium approach. Made by a range of traditional PC makers, including Acer, Asus, Dell, HP and Lenovo, they start at £999 (€1,099/$899/A$2,299) – a far cry from the £160 Chromebooks.

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© Photograph: Samuel Gibbs/The Guardian

© Photograph: Samuel Gibbs/The Guardian

© Photograph: Samuel Gibbs/The Guardian

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Xbow spent $40K on AI and cracked Google Chrome wide open

A chain of vulnerabilities in Google’s Chrome browser could have enabled researchers to take control of one billion Windows machines worldwide — and it cost them just $40,000 in AI compute time to discover it.

Researchers at Xbow USA worked for six days on developing the exploit, which earned them a $250,000 bug bounty from Google, the first under the new 2026 rules.

They chose OpenAI’s GPT-5.6 Sol for the task to demonstrate what’s possible with a publicly available model rather than a specialist security implementation. They used it to search Chrome’s source code, test ideas, and build proofs of concept, while they set the strategy, chose where to look, and checked its work.

They successfully chained together a vulnerability to escape first from the sandbox containing the V8 JavaScript engine and then from Chrome’s operating-system process sandbox, launching a Windows app from within a malicious web page.

Xbow presented its findings to Google, which fixed the flaws. The researchers set out all the details as to how the exploit was developed in a blog.

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Chrome Supports JPEG XL

Toni Sagrista Selles (Hacker News):

In a dramatic turn of events, the Chromium team has reversed its Obsolete tag, and has decided to support the format in Blink (the engine behind Chrome/Chromium/Edge). Given Chrome’s position in the browser market share, I predict the format will become a de factor standard for images in the near future.

[…]

I’ve been following JPEG XL since its experimental support in Blink. What started as a promising feature was quickly axed by the team in a bizarre and ridiculous manner. First, they asked the community for feedback on the format. Then, the community responded very positively. And I don’t only mean a couple of guys in their basement. Meta, Intel, Cloudinary, Adobe, ffmpeg, libvips, Krita, and many more. After that came the infamous comment[…]

[…]

To top it off, a couple of weeks ago, the PDF Association announced their intent to adopt JPEG XL as a preferred image format in their PDF specification.

Michael Larabel (Slashdot):

JPEG-XL image support is back in the very latest Google Chrome/Chromium codebase. Back in December they merged jxl-rs as a pure Rust-based JPEG-XL image decoder from the official libjxl organization. At the end of December they did more JPEG-XL plumbing with the enums and build flags for the support.

Luca Versari et al. (via Jarek Duda):

We’re excited to announce that Chrome is shipping decoding support for the JPEG XL (.jxl) image format starting from Chrome 155. JPEG XL is a next-generation image format designed to meet the needs of modern web developers and photographers. It offers 30-50% better compression than JPEG, lossless compression, built-in HDR support, lossless JPEG transcoding, and more.

In general, we recommend trying both AVIF and JPEG XL to get the best results. We expect that JPEG XL is most helpful for high-fidelity or lossless compression, especially of photographic images or in cases in which fine-grained progressive decoding is preferred.

Previously:

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MacVoices #26267: Cloud Storage Isn’t Backup and Evaluating Googlebooks

The panel looks at macOS 27 ending Time Capsule backup support, then debates Google’s new Android-based laptops and its attempt to build a tighter ecosystem. Other topics include Chrome’s retro-style bookmark launchpad and GM’s geolocation privacy settlement before a deep dive into cloud storage, AWS data loss, redundancy, service agreements, and why cloud storage is […]

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Apple, Mozilla e Google bloqueiam certificados vulneráveis em seus navegadores

A Apple bloqueou recentemente oito certificados vulneráveis que eram utilizados pelo Safari para determinar se uma página da web era legítima ou não — recurso que existe para proteger usuários de cópias baratas de sites feitas para golpes.

De acordo com informações do BleepingComputer, essas chaves privadas foram revogadas pela autoridade certificadora indiana eMudhra após pesquisadores descobrirem que eram tão fracas que qualquer pessoa poderia utilizá-las para forjar um certificado de uma página legítima.

Além do Safari, navegadores populares como o Mozilla Firefox e o Google Chrome também se baseavam nesses certificados para proteger usuários. Em um relatório, inclusive, a Mozilla explicou que todos os oito certificados utilizavam chaves privadas P-384 (geradas em abril de 2025), as quais tinham valores menores que 256 — o que permitia a qualquer pessoa recuperá-las testando apenas 256 possibilidades.

Descoberta primeiro por um pesquisador identificado apenas como Wayne, em 17 de outubro, a vulnerabilidade foi demonstrada no GitHub por outro pesquisador chamado Flüpke, o qual mostrou que uma chave privada para o certificado “EM OV TLS CA – G3C” da eMudhra contava com um valor de apenas 4.

Em uma resposta à Mozilla, desenvolvedora do Firefox, a eMudhra disse que identificou um erro em um script usado para gerar certificados que fazia com que um segundo conjunto de chaves mais fracas fosse gerado — as quais eram, então, selecionadas erroneamente como as chaves definitivas por terem rótulos parecidos com os das chaves corretas.

A autoridade também colocou panos quentes na situação ao afirmar que a maioria dos certificados nunca foi usada em produção e que não encontrou evidências de que o problema tenha afetado usuários finais.

Além do Safari, o Firefox e o Chrome também já revogaram esses certificados.

Macs ainda podem estar vulneráveis

Ainda de acordo com o veículo, Dennis Jackson, engenheiro de criptografia da Mozilla, alertou que o utilitário embutido /usr/bin/curl do macOS poderá continuar confiando nesses certificados vulneráveis, pois o seu bundle de certificados não verifica se os certificados foram revogados.

Isso quer dizer que, caso o Mac já tenha aceitado algum desses certificados, ele continuará confiando nele até que haja uma correção — algo que só poderá ser feito em uma futura atualização de segurança.

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Chrome: Google aprimora avisos de segurança e reforça proteção contra ataques ClickFix

O Google anunciou uma série de novidades envolvendo cibersegurança para o Chrome, incluindo uma nova página de aviso para sites perigosos, proteção contra ataques do tipo ClickFix e uma expansão da detecção de golpes com o Gemini.

Agora, avisos sobre sites maliciosos se dividem entre “sites suspeitos” (quando há uma avaliação com menor grau de confiança, indicando um possível risco de danos ao usuário) e “sites perigosos” (quando há uma avaliação com alto grau de confiança, indicando um risco elevado de danos ao usuário).

Para sites suspeitos, os usuários são apenas notificados, enquanto para sites perigosos o aviso é exibido em um formato de tela inteira com fundo vermelho:

Essa avaliação, feita pelo recurso de Proteção Reforçada, também ganhou novidades, já que o Google migrou a ferramenta para um novo modelo do Gemini, capaz de avaliar o conteúdo das páginas (como a marca representada ou a intenção delas) e, se necessário, enviá-lo à nuvem.

O Google destacou, porém, que o Chrome minimiza a quantidade de dados compartilhados com os servidores, analisando o texto das páginas somente quando um site apresenta indicadores de golpe com alto grau de confiança. Sempre que algo é processado fora do dispositivo, o Google afirma que não registra logs, não armazena essas informações nem treina os modelos de IA da empresa com esses dados.

Além disso, o mesmo recurso passa a oferecer proteção contra golpes do tipo ClickFix (ataques que simulam verificações CAPTCHA para induzir usuários a copiar e colar comandos maliciosos no Terminal do macOS ou no prompt de comando do Windows), detectando automaticamente quando o usuário é induzido a copiar comandos suspeitos, que são “higienizados” antes de serem enviados para a área de transferência da máquina, com a remoção de informações de identificação pessoal (PII), e encaminhados à Navegação Segura para análise adicional. Se o comando for nocivo, um alerta é exibido.

via Tecnoblog

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