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The Next Ice Age Began Under the Roman Empire, Researchers Say, Until Global Warming Stopped It

About 2,000 years ago, while Augustus ruled Rome, a leftover patch of ice in the Canadian Arctic stopped shrinking and began to grow. A team from the Lamont-Doherty Earth Observatory, part of Columbia University, argues that this turning point marked the beginning of the next glaciation, what most people would call the next ice age. […]

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La próxima edad de hielo empezó hace 2.000 años en tiempos del Imperio Romano y el calentamiento global la frenó hacia 1960

Hace unos 2.000 años, cuando Augusto gobernaba Roma, un resto de hielo en el Ártico canadiense dejó de encogerse y empezó a crecer. Según un equipo del Observatorio de la Tierra Lamont-Doherty, de la Universidad de Columbia, aquel cambio marcó el comienzo de la próxima glaciación, lo que solemos llamar la siguiente edad de hielo. […]

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Recurso de diretora é rejeitado e Apple TV escapa de acusação de plágio envolvendo “Servant”

Um tribunal de apelações dos Estados Unidos deu ganho de causa à Apple no processo de plágio movido por Francesca Gregorini contra a série “Servant”, dirigida e produzida por M. Night Shyamalan.

Aberta em 2020, a ação argumentava que o Apple TV havia copiado o enredo do filme “A Grande Ilusão” (“The Truth About Emanuel”), lançado em 2013 e dirigido por Gregorini. De acordo com ela, a produção “usa a mesma linguagem cinematográfica” que sua obra, tornando-as “substancialmente semelhantes”.

Depois de ser rejeitado pela Justiça estadunidense no mesmo ano, o processo foi retomado em 2022 pela Corte do Nono Circuito. No início do ano passado, Gregorini voltou a sofrer uma derrota, com um tribunal federal decidindo por unanimidade que Shyamalan é inocente em relação às acusações de violação de direitos autorais.

Agora, de acordo com a Reuters, o Tribunal de Apelações do Nono Circuito rejeitou o recurso apresentado por Gregorini após essa decisão sob o argumento de que Shyamalan não poderia ter copiado o filme dela.

Em seu recurso, a diretora disse que o júri deveria ter recebido instruções mais detalhadas sobre o alcance do seu filme, o que ajudaria a esclarecer se os criadores de “Servant” poderiam ou não tê-lo visto antes de a série começar a ser produzida. Ela também contestou o fato de a juíza responsável pelo caso ter aceitado o veredito sem antes responder a uma pergunta dos jurados sobre o termo “disseminação generalizada”.

Ainda segundo as informações, o tribunal disse que as instruções fornecidas ao júri refletiam com precisão a lei aplicável e que a magistrada não era obrigada a fornecer uma definição mais detalhada sobre o termo citado. A corte também rejeitou o argumento de que a juíza abusou de seu poder discricionário ao aceitar o veredito unânime do júri sem antes responder à pergunta dos jurados.

O filme de Gregorini apresenta uma mãe delirante e uma babá que criam uma boneca como se ela fosse uma criança de verdade. A autora viu semelhanças desse enredo com o de “Servant”, que traz uma babá sendo contratada por um casal para ajudar a criar um boneco em substituição ao seu filho falecido.

Tendo recebido quatro temporadas, “Servant” está disponível na íntegra no Apple TV. O filme de Gregorini, por sua vez, é distribuído no Brasil pelo Amazon Prime Video.


O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$34,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada a mais pelos produtos/serviços ao usar os nossos links de afiliado.

via 9to5Mac

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Apple expõe versões gigantes do iPhone Duo em suas lojas para marcar lançamento

Como dito na ocasião de seu anúncio, começaram hoje as vendas oficiais do iPhone Duo — e a Apple preparou uma estrutura grandiosa de marketing para o lançamento, com direito a versões gigantes do aparelho expostas na fachada de algumas Apple Stores.

O CEO 1Chief executive officer, ou diretor executivo. da empresa, John Ternus, mostrou, em seu perfil recém-criado na rede social chinesa Weibo, a novidade instalada na Apple Jing’an (em Xangai, China) , mas ela também pode ser vista na Apple Fifth Avenue (Nova York, Estados Unidos), na Apple Covent Garden (Londres, Reino Unido) e na Apple BKC (Mumbai, Índia).

Com bordas iluminadas, essas réplicas gigantes do iPhone Duo obviamente não são funcionais como um smartphone, mas servem para mostrar toda a versatilidade do aparelho, cujo formato permite usá-lo em diferentes posições.

Nas redes sociais, alguns usuários compartilharam imagens da novidade em outras Apple Stores, inclusive de antes da sua revelação oficial.

Eis algumas delas, publicadas pelo usuário do X Lexus C [@LChenlz]:

Eis também alguns vídeos:

whoa looks like they’re glowing mirrors! that’s gonna look wild from the sidewalk and from the street with how they’re flanking the cube https://t.co/YQqG57O7GX

— Parker Ortolani (@ParkerOrtolani) October 22, 2026

duo pic.twitter.com/AT7SYZgLa8

— smushedgrass (@smushedgrass) October 22, 2026

Fotos do lançamento

Como sempre, a Apple também publicou em seu site oficial para a imprensa fotos de alguns dos primeiros compradores do aparelho em lojas físicas — dessa vez, também na Apple Jing’an, em Xangai:


Alguém por aí já com o Duo em mãos? 😜

iPhone Duo

iPhone Duo

Cores: branco-estrela ou céu noturno
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
R$ 21.999,00

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via MacRumors

Notas de rodapé

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    Chief executive officer, ou diretor executivo.

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Vídeo: contato inicial com o iPhone Duo — hands-on e primeiras impressões!

Como muita gente, mesmo acordando bem cedo na sexta-feira passada, nós do MacMagazine só conseguimos comprar os nossos iPhones Duo com previsão de entrega para o fim de novembro. Isso significava que, hoje (23/10), dia de início das vendas, não teríamos os aparelhos em mãos para fazer o nosso tradicional vídeo de unboxing e hands-on.

A solução foi atípica: fomos à GMS-Store, no Centro Comercial Colombo (em Lisboa), para gravar o vídeo com a unidade de demonstração da loja. A GMS é uma Apple Premium Partner e, sem dúvida, a maior especialista na marca em Portugal. Agradecemos à GMS pela oportunidade e por abrir as portas da loja para a gente!

Aqui está, portanto, o nosso contato inicial completo com o iPhone Duo — um hands-on detalhado e as nossas primeiras impressões:

Na loja havia apenas o modelo branco-estrela (branco estelar, em Portugal), então desta vez não deu para mostrar o céu noturno. Em compensação, conseguimos apresentar brevemente também as duas capas oficiais disponíveis para o iPhone Duo.

Ainda pretendemos trazer mais conteúdo sobre o aparelho para o canal assim que possível. Fiquem ligados! 😊

iPhone Duo

iPhone Duo

Cores: branco-estrela ou céu noturno
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
R$ 21.999,00

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O primeiro iPod completa 25 anos de idade hoje!

Há exatos 25 anos (ou 1/4 de século, para efeito dramático), o primeiríssimo iPod era revelado ao mundo por Steve Jobs, o então CEO 1Chief executive officer, ou diretor executivo. da Apple.

Equipado com uma tela LCD 2Liquid crystal display, ou display de cristal líquido. monocromática, um espaçoso (para a época) disco rígido de 5GB e um design para lá de icônico, ele mexeu com as estruturas da indústria fonográfica, além de ter servido como o primeiro “protótipo” de produtos como o iPhone e o iPad.

Com uma porta FireWire, o iPod original era capaz de transferir discografias inteiras em uma fração do tempo levado por reprodutores USB tradicionais, além de poder ser usado como uma espécie de HDD 3Hard disk drive, ou disco rígido. externo — possibilidade de uso que foi ativamente explorada pela Apple para justificar os US$400 cobrados pelo aparelho em 2001 (cerca de US$760 em valores atuais).

Mão segurando um iPod original
Foto de Cartoons Plural na Unsplash

Embora tenha motivado algumas críticas, o preço relativamente alto não chegou nem perto de ameaçar o sucesso do primeiro iPod, que podia armazenar até 1.000 músicas em seu HDD da Toshiba — capacidade que era constantemente lembrada pelo material de divulgação da Maçã.

Ele vinha com um CD de instalação do iTunes 2 — software que, junto com o iPod, mudou a forma como as pessoas consomem músicas — e era compatível apenas com Macs, o que também fez muita gente torcer o nariz na época.

iPod em exposição
Foto: Fortune

Medindo cerca de 6cm de largura, 10cm de altura e pouco menos de 2cm de espessura, o iPod original está longe de ser o produto mais compacto do mundo para os padrões de 2026, mas na época ele com certeza chamava atenção, sendo comparável a um baralho de cartas — nas palavras do próprio Jobs.

A famosa scroll wheel também marcou época, oferecendo uma forma prática e intuitiva de interagir com o software, embora não tenha durado muito tempo (pelo menos não daquela forma) por questões de confiabilidade — como salientado por Tony Fadell (considerado o “pai do iPod”) há alguns anos em uma entrevista.

Depois do choque inicial, o iPod recebeu, é claro, novas versões, cada uma com as suas próprias peculiaridades. O modelo de segunda geração, por exemplo, passou a ser compatível com PCs com Windows, enquanto os modelos de terceira e quarta gerações adotaram o clássico conector de 30 pinos, que acabou dando as caras também nos primeiros iPhones e iPads anos depois.

iPod de segunda geração, compatível com Windows (2002)
Foto: RR Auction

O primeiro iPod com uma tela colorida veio na forma do iPod photo, que logo passou a fazer parte da quarta geração do reprodutor — tempo depois, ele foi renomeado para iPod with color display. Também com uma tela colorida, a quinta geração adicionou suporte ao codec H.264 e a capacidade de reproduzir vídeos (até então, rechaçada pela Apple devido à tela pequena do dispositivo).

Em 2007, tivemos o lançamento da sexta geração do iPod, que foi a primeira a receber o sufixo “classic”, atribuído também aos modelos anteriores retroativamente. Esse modelo chegou a receber uma revisão em 2009 que acabou se tornando a última “geração” do modelo clássico do iPod, equipada com 120GB de armazenamento e um corpo mais fino.

iPod classic prata sobre uma mesa
Foto: Vdovichenko Denis / Shutterstock.com

Como sabemos, o iPod classic foi descontinuado pela Apple em setembro de 2014, mas o fim da linha como um todo ainda estava a alguns anos de distância, com a descontinuação do iPod touch em 2022. Antes disso, no entanto, várias outras versões do reprodutor de mídia da Apple ficaram pelo caminho: o iPod mini (introduzido em 2004), o iPod shuffle (2005) e o iPod nano (2005).

iPods
Da esquerda para a direita: iPod classic, iPod nano e iPod shuffle

Antes um dos gadgets mais populares do mercado, o iPod classic se tornou hoje um item de colecionador cultuado por uma legião de usuários nostálgicos, que apontam as vantagens do aparelho em um mundo ultraconectado e fazem de tudo para manter suas unidades funcionando a todo vapor.

E você, tem ou teve um iPod original? Ou quem sabe um modelo mais recente? Comente abaixo!

Notas de rodapé

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    Chief executive officer, ou diretor executivo.
  • 2
    Liquid crystal display, ou display de cristal líquido.
  • 3
    Hard disk drive, ou disco rígido.

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Ramp Investors Went Nuclear Against Airwallex After Doomed Deal

In April 2025, Eric Glyman, co-founder and co-CEO of Ramp, received some bad news: A deal was falling apart.

Glyman had been hoping Ramp, a highly valued startup that sells corporate credit cards and expense management software, could strike a partnership with Airwallex—a fast-growing fintech founded in Melbourne, Australia—that would improve Ramp’s ability to handle international payments. But now Airwallex CEO Jack Zhang was pulling the plug on the proposed deal—partly because of pressure from investors who wanted his company to compete with Ramp, according to employees of both companies.

Glyman made an attempt to salvage the partnership, according to people familiar with discussions between the two companies. Zhang demurred. Soon after, Glyman warned Zhang that the relationship between their companies might not be so friendly in the future, according to people familiar with the situation.

In the wake of the canceled deal, some of Ramp’s high-profile, politically connected investors have launched a public and private campaign to urge the U.S. government to saddle Airwallex with a government investigation that probes any links the company may have with the Chinese government. Those investors have alleged that the Chinese government could access customer data passing through Airwallex subsidiaries in China.

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L'iPhone Duo acheté dans un Apple Store américain connaît votre prénom

L'iPhone Duo est capable d'accueillir son nouveau propriétaire en l'appelant par son prénom dès le premier démarrage de l'appareil lorsque ce dernier a été acheté en Apple Store. C'est une nouveauté qui est uniquement disponible aux États-Unis, et qui avait été repérée dans la version...

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Anthropic’s Elevator Problem: Persuading Investors to Share Its AI Dream

One quotation has rattled around in my head for a while, which I first heard from early Anthropic investor Jaan Tallinn: “The future of the world will be decided by a group of people who fit in an elevator.” The enigmatic billionaire said on a podcast earlier this year that a friend had used the illustration to describe the concentration of power at the leading AI companies.

I’ve been reflecting on it as Anthropic prepares for its Wall Street debut because the company’s small group of powerful insiders, who are set to realize incredible wealth at unprecedented speed, face their biggest test in explaining themselves to the world outside their elevator. To raise the money Anthropic leaders need, and to keep raising it again and again, big fund managers need to fully buy in.

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At Scotland’s ancient Cladh Hallan, homes were full of human bones

In 2001, archaeologists were painstakingly excavating a dwelling at the Bronze-Age site of Cladh Hallan in  the Outer Hebrides islands off of Scotland’s northwestern coast. The house had been oval in shape, with a low door leading to an interior hearth. Other conveniences included sunken storage areas and stone-lined water storage tanks. Under the floors of these houses, though, and under the feet of the occupants, was a fascinating feature that evokes the opening scenes of a classic horror film. 

As the archaeologists slowly dug through the floor of the structure, they came unexpectedly upon a human skeleton, legs tucked up in the fetal position. Another skeleton, similarly arranged, was found beneath a different roundhouse’s floor. These people had clearly been laid to rest with care, with stones laid out around them. 

When archaeologists began to study the remains, though, they were staggered to learn that each body’s parts had not all come from the same person. These were composite mummies, assembled with the remains of at least six people who had died over the span of two hundred years. But this wasn’t a jumbled-together macabre collection or evidence of a Bronze-Age serial killer. These bodies had been treated carefully and buried in stone-lined graves. So what were the people of Cladh Hallan doing with the dug-up remains of their ancestors? 

What was Cladh Hallan? And what mummies were found there?

More than four thousand years ago, early farmers began to work the soil on the Outer Hebrides islands off of Scotland’s northwestern coast. At the time, the Roman Empire and even ancient Greece were specks on the chronological horizon. Along the Aegean coast, Minoans and Mycenaeans were building palaces and cities. Farther north, Germanic tribes were exporting amber and expertly forging bronze and gold artifacts. 

At Cladh Hallan, early farmers grew barley, herded sheep, and foraged the abundant resources on the island’s beaches. Their descendants continued to thrive on the island for centuries, the population grew, and so did the need for land.

Green field with stone outlines of oval structures.
Ancient farmers at Cladh Hallan built circular dwellings today known as roundhouses. Image: Anne Burgess / CC BY-SA 2.0

Nearly a thousand years into Cladh Hallan’s occupation, with living space on the small island becoming harder to find, people started building over the burial grounds of their ancestors. But the islanders were definitely aware of the graves beneath their feet—in fact, they went out of their way to acknowledge the people buried in them. 

Residents of Cladh Hallan dug down into these older burials containing both cremated and unburnt remains, removing some parts and leaving the rest undisturbed. Then they assembled the exhumed remains into the requisite anatomical combinations that modern archaeologists have found centuries later. Once this was done, the composite bodies were once again laid to rest under the foundations of the roundhouses. 

The best mummy finds at Cladh Hallan

The two best-known adult skeletons from Cladh Hallan are the most unusual. Each was found under a roundhouse. One skeleton was identified as male, the other female, based on their pelvic bones. The bodies date to between 1300 and 1500 BCE…mostly. 

The skeleton originally identified as a woman had a man’s skull where her own head used to be. Two of the teeth were missing from the skull, and those had been placed in each of the woman’s hands. By radiocarbon dating the bones, researchers found that the skull actually belonged to a man who had died at least a century earlier, perhaps a relative from an older generation. 

The body originally identified as male was put together from three different people—all confirmed as male through DNA testing. The burial was made up of a man’s torso, a second man’s skull, and a third man’s jawbone. Each of these men had died at different times over the span of about 150 years. Again, ancestry and family identity seem to play a big part in these re-burials. 

It isn’t terribly uncommon for cultures to include their deceased loved ones in celebratory, ritual, or even daily activities. Every few years, families in the Toraja region of Sulawesi, Indonesia exhume the remains of loved ones, clean them, dress them in fresh garments, and honor them with festivals. 

South Korean “death beads” are made from the cremated remains of family members and displayed in the home. 

Pre-colonial Inca religious tradition included regular ceremonial processions featuring the remains of people “buried” in natural alcoves in the Andes mountains and mummified by the dry, cold mountain air. The Cladh Hallan skeletons had once been mummified as well, though this was not mummification as it was practiced in ancient Egypt, nor like the mountainside Inca tradition. 

View of a mummified Inca woman at the "Mummies - The Dream of Everlasting Life" exhibition at the Reiss-Engelhorn Museum in Mannheim 27 September 2007. With more than 70 mummies gathered from the four corners of the world, the Museum is presenting the world's largest mummy-exhibition to date. The exhibition highlights the process of mummification as practiced not only in ancient Egypt, but on almost every continent, and over the centuries. The exhibition opens from 30 September 2007 to 24 March 2008. AFP PHOTO MICHAEL LATZ GERMANY OUT (Photo credit should read MICHAEL LATZ/DDP/AFP via Getty Images)
Ancient Egyptians were far from the only society to mummify their dead. For instance, many Inca mummies have been found in the mountains, such as this female Inca mummy. Image: Getty Images / Staff / MICHAEL LATZ

First, the bodies were tightly wrapped in fabric, which kept the bones and soft tissue flexed into the fetal position. This is why the limbs remained so tightly curled towards the torso, and why the bodies were so well-preserved. Archaeologists were able to identify this type of preservation based on microscopic changes to the surfaces of the bones from the acidic environment of the peat bogs in which the bodies were submerged after wrapping.

Why peat is so good at preserving bodies

Peat is a dense, wet accumulation of centuries of decaying plant matter, and is a feature of lots of landscapes, particularly in the northern latitudes. People have used dried peat as fuel for thousands of years, since it burns well and slowly, and is plentiful in areas where there aren’t a lot of trees for firewood. Peat from the Scottish isles, notably, is responsible for the smoky, earthy taste characteristic of Scotch whiskey. 

Peat bogs are so packed with plant material that there is almost no oxygen present, which is great for preservation, as is the typically cool temperature beneath the peat’s surface. The lack of oxygen keeps microbes and other critters from consuming the body’s soft tissues, and the tannic acid from all the decaying plants in the bog turns skin dark and leathery. 

By first burying the bodies of family members under layers of peat, the people at Cladh Hallan ensured that the remains would be as intact as possible when later generations exhumed them. This not only means that the Bronze Age inhabitants of the island were well aware of peat’s preservative properties, but that the entire process was a deliberate sequence of events. 

Related 'That Time When' Stories

But why did people in Cladh Hallan make these many-part mummies?

Archaeologists interpret the pieced-together reburials as a part of a social or religious tradition that emphasized family lines and reverence for ancestors. Stones clearly marked the graves under the roundhouses, so the homes’ placement was definitely on purpose. 

The initial bog burials were deliberately used as a source of family remains, and the parts that composed the buried skeletons seem to have been deliberately chosen, though we may never know why or how. It seems as though ancestor-recycling may have been a regular process at Cladh Hallan in the later part of the Bronze Age, as older generations gave way to new. 

Archaeologists also surmise that the exhumed mummified remains were initially kept above ground, maybe in a special place in the house, and included as a part of daily life. These multi-ancestor figures might have been consulted when important decisions were made, or they may have been seen as household protectors. 

Archaeology can never really uncover the full story of what people thought and believed thousands of years ago. Thoughts do not fossilize, and decay and weathering affect even the best-preserved archaeological sites. 

We will probably never know exactly what it was like to live at Cladh Hallan when it was a busy, thriving settlement. We may never understand how the people that lived there conceived of their world, or how they thought about spirituality. Thanks to the burials at Cladh Hallan, though, we have a tantalizing glimpse of how people may have seen death in their universe as a continuous, pieced-together chain of lives lived over generations. 

In That Time When, Popular Science tells the weirdest, most surprising, and little-known stories that shaped science, engineering, and innovation.

The post At Scotland’s ancient Cladh Hallan, homes were full of human bones appeared first on Popular Science.

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Como exportar informações do app Anotações para o Notas do Mac

O aplicativo Anotações (Stickies) está disponível nos Macs há vários anos. Com ele, você pode adicionar textos, imagens e listas que ficam disponíveis para consulta a qualquer momento.

Caso o utilize com certa frequência, você pode exportar todo o conteúdo do app Anotações para o Notas (Notes) — que traz mais ferramentas de edição e está disponível também no iPhone, iPad e Apple Watch.

Veja como fazer isso! 👨‍💻

  1. Abra o app Anotações no seu Mac;
  2. Na barra de menus, clique em “Arquivo” e selecione “Exportar Tudo para o app Notas…”;
  3. Confirme clicando em “Exportar Tudo”.

A Apple informa que as anotações são exportadas para o Notas, organizadas em pastas separadas para cada cor de nota. Mesmo assim, essas notas seguirão disponíveis no app Anotações.

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Como importar um texto para o app Anotações do Mac

Além de permitir exportar notas do app Anotações (Stickies) dos Macs, a Apple também possibilita importá-las de um jeito supersimples, para que você possa consultá-las quando quiser no computador.

Segundo a empresa, é possível importar arquivos nos formatos de texto simples, RTF e RTFD (incluindo imagens).

Veja como é fácil fazer isso! 🗒️

  1. Abra o app Anotações no seu computador;
  2. Na barra de menus, clique em “Arquivo” e vá até “Importar Texto…”;
  3. Use a janela do Finder para escolher o arquivo que deseja importar.

Simples, não é mesmo?! 👨‍💻

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Hallan en Bulgaria un templo pagano que habría desafiado la prohibición del emperador Teodosio, con tres ninfas y la diosa Cibeles en un mismo relieve

En noviembre del año 392, el emperador Teodosio I firmó una ley que prohibía todo rito pagano, incluidos los que se celebraban en privado. Con esa fecha en la cabeza resulta chocante lo que sostiene ahora el equipo del Museo Nacional de Historia de Bulgaria: que hasta mediados del siglo V se siguió venerando a […]

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La langue des signes en approche sur Apple TV

Apple devrait bientôt déployer la langue des signes sur son service de streaming Apple TV. Comme l'a remarqué Sigmund Judge, une nouvelle option a fait son apparition dans les réglages de la version 27.2 des différents systèmes d'Apple, qui sera disponible la semaine prochaine. Pour le moment,...

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Rome Banned Pagan Worship in 392, but a Thracian Temple May Have Kept It Going for Decades

In November 392, the Roman emperor Theodosius I signed a law banning every pagan rite, including those performed in private. Against that date, the claim now coming from Bulgaria’s National Museum of History sounds startling: that people went on honoring the old gods until around the middle of the fifth century, in a temple built […]

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Apple célèbre les 25 ans de l'iPod... sur une page d'erreur 404

C'est le 23 octobre 2001 que Steve Jobs a dévoilé l'iPod, le baladeur qui avec iTunes a révolutionné la musique numérique et a permis l'entame de la diversification d'Apple, six ans avant le premier iPhone. Disparu sous sa forme classique avec molette en 2014 puis sous sa version tactile en...

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Testei o Redmi Headphones Neo e descobri por que o ANC faz tanta diferença

Passei cerca de duas semanas usando o Redmi Headphones Neo e percebi uma diferença significativa na experiência musical dependendo de uma configuração: o cancelamento ativo de ruído (ANC). Com a função desligada, o som deixa a desejar, enquanto o ANC ligado melhora consideravelmente a percepção dos detalhes das músicas.

O headphone da Xiaomi também oferece boa bateria, conexão Bluetooth estável e uma construção que agrada. O conforto é satisfatório para longas sessões de uso e o cancelamento de ruído cumpre sua função, embora longe de impressionar.

O Neo é um fone de entrada que entrega o básico sem grandes problemas, mas existem alternativas que entregam mais qualidade sonora, bateria ou cancelamento de ruído.

Prós e contras

Prós

Contras

Boa construção e design discreto

Áudio perde qualidade perceptível sem ANC

ANC satisfatório para a categoria

Cancelamento de ruído inferior ao de concorrentes

Bateria com boa duração

Equalização faz pouca diferença

Conexão multiponto rápida e estável

Não acompanha cabo USB-C

Controles físicos bem posicionados

Bateria dura menos por conta do ANC ligado quase que 100% do tempo

Notas do produto

Categoria

Nota

Bateria

4/5

Conectividade

4,5/5

Conforto

3,5/5

Construção

4/5

Áudio

3/5

Cancelamento de ruído

3,5/5

Recursos

3,5/5

Geral

3,7/5

8-REDMI_NEO

Para quem é o Redmi Headphones Neo?

O Redmi Headphones Neo é indicado principalmente para quem encontrou o modelo com um bom desconto e precisa de um fone simples para ouvir músicas, trabalhar ou assistir a vídeos.

Ele oferece os recursos básicos esperados de um headphone Bluetooth, além de ANC e conexão com dois dispositivos simultaneamente.

Durante meus testes, consegui utilizá-lo por várias horas sem grandes problemas de conforto ou conectividade. A bateria também não foi uma preocupação constante, mesmo utilizando o cancelamento de ruído na maior parte do tempo.

Por outro lado, quem espera algo a mais na qualidade musical, na autonomia ou no cancelamento de ruído deve considerar outras opções.

O JBL Tune 730BT, por exemplo, apresentou uma reprodução musical mais clara e se destacou pela bateria durante meus testes. Já o QCY H3 oferece um cancelamento de ruído mais eficiente e também levou vantagem na experiência sonora.

Quanto vale a pena pagar no Redmi Headphones Neo?

O Redmi Headphones Neo chegou oficialmente ao Brasil por R$ 799,99, mas já pode ser encontrado por valores consideravelmente menores. Na consulta realizada para este review, havia anúncios na faixa de R$ 310 a R$ 370, enquanto a loja oficial da Xiaomi ainda apresentava preços próximos dos R$ 800.

Para mim, o preço ideal seria entre R$ 200 e R$ 240, especialmente em uma boa promoção. Acima disso, começaria a considerar outras opções.

O QCY H3, por exemplo, era oferecido por aproximadamente R$ 300 na loja oficial da fabricante durante a consulta. Já o JBL Tune 730BT aparecia por R$ 309 no site da JBL, com desconto adicional no Pix.

Considerando essas alternativas, fica difícil justificar a compra do Neo por valores muito superiores aos R$ 200. O headphone funciona bem para necessidades básicas, mas não entrega uma experiência que justifique pagar mais do que o necessário.

7-REDMI_NEO

O Redmi Headphones Neo tem um bom som?

Depende do modo utilizado. O Redmi Headphones Neo oferece uma experiência musical satisfatória com o ANC ligado, mas perde bastante quando o cancelamento é desativado.

Durante os testes, percebi que, sem o ANC, alguns elementos menos evidentes das músicas ficam mais difíceis de identificar. Os graves também perdem impacto, algo que incomoda especialmente em faixas de rap e hip-hop, nas quais as frequências mais baixas têm bastante importância.

Com o cancelamento ativado, a experiência melhora consideravelmente. Os diferentes elementos das músicas ficam mais perceptíveis e os graves ganham destaque.

A diferença foi suficiente para eu atribuir nota 5/10 à reprodução com ANC desligado e 7/10 com a função ligada. E claro, já levando em consideração que com o ANC ativado a experiência ficaria melhor pelo som mais limpo em qualquer fone. Neste caso, sinto que o ANC se torna necessário e não um “a mais” para melhorar o som.

O Neo utiliza drivers dinâmicos de 40 mm com revestimento de titânio, segundo a Xiaomi. O modelo também possui certificação Hi-Res Audio, mas esse recurso está disponível apenas na reprodução com fio por USB-C, que não foi o foco dos meus testes.

Mesmo com o ANC, a qualidade sonora não chega a surpreender. Em comparação, o JBL Tune 730BT, que sequer possui cancelamento ativo de ruído, conseguiu entregar mais clareza na reprodução musical.

O cancelamento de ruído do Redmi Headphones Neo é bom?

Sim, mas existem opções melhores na mesma faixa de preço.

A Xiaomi promete cancelamento de até 42 decibéis (dB), com três níveis de intensidade e um modo adaptativo, que ajusta automaticamente o ANC conforme os ruídos do ambiente.

Nos testes, o cancelamento funcionou bem para reduzir sons externos, mas minha preferência foi manter a intensidade sempre no máximo. Nos níveis mais baixos, o isolamento perde parte da eficiência, especialmente considerando a diferença que o ANC também faz na experiência musical.

O QCY H3, que já testei anteriormente, conseguiu apresentar um desempenho superior nesse quesito.

O Neo também possui um modo Transparência, que permite ouvir sons externos sem retirar o fone. O recurso funcionou bem e considero uma alternativa mais interessante para situações em que preciso prestar atenção ao ambiente ou conversar com alguém.

Por isso, acabei encontrando pouca utilidade nos níveis intermediários de ANC. No uso cotidiano, preferi manter o cancelamento máximo e recorrer à Transparência quando necessário.

15-REDMI_NEO

Quanto dura a bateria do Redmi Headphones Neo?

A Xiaomi promete até 72 horas de reprodução musical com uma carga completa, mas esse número considera o ANC desligado, volume em 50% e conexão utilizando o codec AAC.

Durante as duas semanas de testes, a bateria apresentou uma duração satisfatória. Entretanto, como utilizei o cancelamento de ruído na maior parte do tempo, o consumo foi maior do que nas condições anunciadas pela fabricante.

O carregamento também agradou. Em um teste, conectei o headphone à tomada às 9h15, quando estava com 15% de bateria. Às 10h56, o nível já havia chegado a 100%, totalizando 1 hora e 41 minutos para recuperar 85 pontos percentuais.

A fabricante também promete até cinco horas de reprodução com apenas dez minutos de carregamento, em condições específicas de teste e com ANC desligado.

O Redmi Headphones Neo é confortável?

Sim. O Redmi Headphones Neo não se destaca pelo conforto, mas também não apresentou problemas relevantes durante os testes.

Utilizei o headphone por longas sessões, inclusive no escritório, sem sentir dores nas orelhas. Depois de algumas horas, é possível perceber algum desconforto, mas nada que obrigue a interromper o uso.

As almofadas são revestidas em couro sintético, conhecido como courino, e podem esquentar um pouco quando você está em movimento. No escritório, esse aquecimento não chegou a incomodar.

A construção também agradou. Testei a versão preta, que tem um design discreto e tradicional, com estrutura leve e aparência resistente. Segundo a Xiaomi, o produto pesa aproximadamente 263 gramas.

O fone pode ser ajustado e articulado para facilitar o transporte, embora não fique especialmente compacto. Os botões físicos são bem posicionados e fáceis de identificar durante o uso.

Um ponto negativo está nos acessórios. A caixa inclui apenas o headphone e o manual, sem cabo USB-C para carregamento ou qualquer bolsa de proteção.

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Como funciona a conexão do Redmi Headphones Neo?

A conectividade foi um dos pontos que mais gostei no Redmi Headphones Neo.

O modelo utiliza Bluetooth 5.4 e permite conectar dois dispositivos simultaneamente. Durante os testes, consegui manter o computador e o celular pareados sem problemas, com alternância rápida e conexão estável.

O alcance também agradou, permitindo utilizar o fone a uma boa distância do dispositivo conectado.

Para configurações adicionais, a Xiaomi oferece o aplicativo Xiaomi Earbuds, que permite ajustar o cancelamento de ruído e modificar a equalização do som.

A interface é simples de utilizar, mas os ajustes de equalização não fizeram uma diferença significativa na minha experiência. Mesmo experimentando diferentes configurações, não senti necessidade de abandonar o perfil padrão durante o uso cotidiano.

Ficha técnica do Redmi Headphones Neo

Especificação

Redmi Headphones Neo

Marca

Xiaomi (Redmi)

Modelo

M2546E1

Tipo

Headphone over-ear

Drivers

Dinâmicos de 40 mm, com revestimento de titânio

Cancelamento de ruído

ANC adaptativo de até 42 dB

Modos de ANC

Adaptativo e três níveis manuais

Modo Transparência

Sim

Microfones

3, com redução de ruído por IA

Bluetooth

5.4

Conexão multiponto

Sim, até dois dispositivos simultaneamente

Resposta de frequência

20 Hz a 20 kHz (Bluetooth)

Resposta de frequência via USB

20 Hz a 40 kHz

Impedância

32 Ω

Certificação de áudio

Hi-Res Audio (via USB-C)

Bateria

600 mAh

Autonomia prometida

Até 72 horas, com ANC desligado

Carregamento rápido

Até 5 horas de reprodução com 10 minutos de carga

Entrada

USB-C (carregamento e áudio)

Aplicativo

Xiaomi Earbuds

Peso

263 g (±10 g)

Dimensões

202 × 183 × 47 mm

Cores

Preto e branco

Conteúdo da caixa

Headphone e manual do usuário

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