Título: Del 2000 al 2025: 25 años de sexismo publicitario Autor: Pablo Vidal Vanaclocha Editorial: Diputación Foral de Bizkaia Páginas: 182 Fecha de publicación: 2026 Depósito legal: LG BI1082-2026
Información editorial
Inspirado en la exposición Sexismo en la publicidad, presentada en 2023 por el Departamento de Empleo, Cohesión Social e Igualdad de la Diputación Foral de Bizkaia, el presente libro se plantea como una prolongación de la misma que, con mayor profundidad, pretende evidenciar cómo esta problemática que preocupa a la sociedad es una realidad omnipresente en la mayoría de los mensajes publicitarios que recibimos. Visitar la muestra y analizar su clasificación de anuncios sexistas, ha facilitado que muchas personas tomen conciencia de la injusticia que genera esta publicidad.
Descargable de manera gratuita en formato pdf aquí.
Anunciada há pouco pela fabricante do iPhone, ela abre mão de cores sólidas para apostar em efeitos visuais inspirados por ondas sonoras — e que lembram bastante a linguagem de design Liquid Glass.
Apresentando uma nova identidade para o Apple Music, fisicamente moldada por uma composição original de @fredagainagain1 e NEST Acoustics.
Por enquanto, a Apple divulgou apenas o novo logotipo do seu serviço de streaming, criado pela NEST Acoustics.
Para chegar ao resultado acima, eles colocaram o logo do Apple Music no fundo de um tanque preenchido com óleo mineral e o cobriram depois com uma placa transparente no formato de um ícone de app. O efeito de ondas sonoras, por sua vez, foi gerado por uma composição (criada pelo DJ e produtor musical Fred Again…), cuja frequência se moveu pelo tanque.
Foram criadas duas versões do logo: uma apenas com a nota dupla e outra com a wordmark. É possível que as vejamos em uso pelo Apple Music no início de vídeos promocionais e em produções como gravações de shows.
Como tem sido o costume, a Apple publicou um vídeo de bastidores que mostra como se deu o processo de criação desses logos:
A nova identidade visual do Apple Music deverá pintar para todos nas versões 27.2 dos sistemas da Maçã, cujo lançamento é esperado para a semana que vem.
O Apple Music conta com um catálogo de mais de 100 milhões de músicas e 30 mil playlists — muitas delas com suporte a Áudio Espacial (Dolby Atmos) e em altíssima definição, com áudio Lossless. Para quem ama música clássica, há um app dedicado com mais de 5 milhões de faixas, tudo em uma interface simplificada! No Brasil, são três tipos de assinatura: Universitária (R$12,90/mês), Individual (R$23,90/mês) e Familiar (R$40,90/mês). Caso você não seja um assinante, pode testar o serviço de forma gratuita por um mês. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.
NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada a mais pelos produtos/serviços ao usar os nossos links de afiliado.
The stock has steadily fallen from the euphoric post-IPO high, showing that markets may be sobering up to the promises CEO Elon Musk made before and after SpaceX went public.
A businessman with ties to Chinese military contractors was among the overseas investors who acquired stakes in SpaceX while it was still a private company. An entity linked to the Qatari royal family also took a stake.
The new details come from a private investor list obtained by ProPublica that sheds light on a particularly delicate issue for Elon Musk’s rocket company: which people in countries like China bought into the company, and how. SpaceX built its business off sensitive US government work like making spy satellites for the Pentagon. While there is no ban on Chinese investment in US military contractors, such investment is heavily regulated.
In a sign of its sensitivity to the concerns, SpaceX barred investors from China and Hong Kong from buying shares in its initial public offering last week due to “regulatory and compliance risks,” Bloomberg reported. The US government alleges that China has a strategy of using investments in sensitive industries for espionage and to get access to cutting-edge technology.
A businessman with ties to Chinese military contractors was among the overseas investors who acquired stakes in SpaceX while it was still a private company. An entity linked to the Qatari royal family also took a stake.
The new details come from a private investor list obtained by ProPublica that sheds light on a particularly delicate issue for Elon Musk’s rocket company: which people in countries like China bought into the company, and how. SpaceX built its business off sensitive US government work like making spy satellites for the Pentagon. While there is no ban on Chinese investment in US military contractors, such investment is heavily regulated.
In a sign of its sensitivity to the concerns, SpaceX barred investors from China and Hong Kong from buying shares in its initial public offering last week due to “regulatory and compliance risks,” Bloomberg reported. The US government alleges that China has a strategy of using investments in sensitive industries for espionage and to get access to cutting-edge technology.
Tokenmaxxing was the hottest trend in Silicon Valley earlier this year, with CEOs encouraging employees to push AI usage as far as it would go. Then the bill came due. Uber reportedly blew through its annual AI budget in a few months, some companies cut Claude licenses for parts of their org, and Meta killed its internal leaderboard. This tension between […]
A SpaceX confirmou a aquisição da Anysphere, criadora do popular editor de código com IA Cursor, num negócio realizado totalmente em ações. É a concretização de uma opção firmada em abril e que chega quando as ações da empresa dispararam mais de 48% desde o preço de entrada em bolsa.
The IPO market is back, and it’s not the same companies leading the charge. FAANG had a good run, but a new acronym is taking over: MANGOS — Meta (or Microsoft, depending on who you ask), Anthropic, Nvidia, Google, OpenAI, and SpaceX. Half of that bunch is heading to public markets in the same window, and it’s a stress test for investors, for valuations, and for […]
TechCrunch has followed SpaceX's start, struggles, and successes from the early days. And we're here for what happens next too. This package of SpaceX IPO coverage includes who stands to win (and maybe some who won't), pre-IPO deals, and what's tucked inside its S-1 registration document.
A empresa espacial de Elon Musk fixou o preço a 135 dólares por ação, numa avaliação de 1,77 biliões de dólares que "pulveriza" todos os recordes anteriores. As ações da SPCX estreiam-se hoje às 14:30 (hora de Portugal continental) no Nasdaq.
Numa semana histórica para o setor da inteligência artificial, a OpenAI submeteu o seu prospeto confidencial à SEC dias depois da Anthropic ter feito o mesmo. A SpaceX prepara-se para começar a negociar na bolsa ainda esta semana. E a Perplexity, imperturbável, mantém o seu plano para 2028.