Um dos maiores “choques culturais” que as pessoas têm ao trocar o Windows pelo macOS está sem dúvidas relacionado ao atalho de teclado ⌘ commandtab, usado para alternar entre apps no Mac.
No sistema da Microsoft, o comando equivalente é o alttab — que, além de apenas trocar o software ativo no desktop, como é o caso do macOS, também permite que você alterne entre as janelas dos apps abertos e restaure janelas minimizadas.
Embora essas duas funções “extras” do Windows costumem fazer falta para usuários recém-convertidos, essa segunda possibilidade (a de restaurar janelas minimizadas) pode ser especialmente irritante — e é aí que entra a nossa dica de app de hoje, o Command Reopen, entra.
De código aberto, ele faz exatamente o que você espera dele: faz com que as janelas minimizadas do app selecionado sejam restauradas sempre que você usa o comando ⌘tab, e o melhor: sem pedir qualquer permissão ou demandar configurar de um novo atalho de teclado.
Caso o app selecionado não conte com nenhuma janela minimizada, o Command Reopen abre uma nova janela daquele app automaticamente, lhe poupando de alguns bons cliques.
Por se tratar de um app de código aberto, o Command Reopen pode ser baixado gratuitamente via GitHub. Essa edição do utilitário, no entanto, está sempre uma versão atrás da buildpresente na Mac App Store, que sai por uma compra única de R$60 e, ao contrário da versão gratuita, conta com atualizações automáticas. Ambas, no entanto, vem com todas as funcionalidades do utilitário desbloqueadas.
Como comentamos mais cedo, o dia de hoje marca o 25º aniversário do iPod original — e, para comemorar essa data tão especial, a Apple incluiu nada menos que um emulador surpreendentemente completo do seu clássico reprodutor de mídia na página de erro 404 do Apple Music.
Ornado com uma moldura do primeiro iPod, uma tela monocromática e uma scroll wheel funcional, ele traz uma série de músicas que marcaram a vida do saudoso dispositivo da Maçã.
No menu “Playlists”, por exemplo, há listas de reprodução voltadas aos mais diversos gêneros, com destaque especial para 2001 — o ano de lançamento do primeiro iPod. As abas “Artistas” e “Músicas” também estão populadas com dezenas de artistas e canções, servindo como uma verdadeira cápsula do tempo.
É possível até mesmo jogar o clássico game Breakout, que pode ser acessado em Ajuste » Sobre e segurando o botão central por alguns segundos.
Captura de tela/Apple Music
Se as informações da tela “Sobre” estiverem corretas, esse iPod virtual está rodando a versão 2644.1.0 do seu sistema operacional e está carregado com 1.029 músicas. Nenhuma dessas canções, no entanto, é uma versão completa: todas têm apenas cerca de um minuto e meio.
Para conferir a novidade, basta acessar essa página. Não está claro por quanto tempo esse emulador ficará de pé, então aproveite para dar aquela brincada enquanto pode!
Muito bacana, não? 😃
O Apple Music conta com um catálogo de mais de 100 milhões de músicas e 30 mil playlists — muitas delas com suporte a Áudio Espacial (Dolby Atmos) e em altíssima definição, com áudio Lossless. Para quem ama música clássica, há um app dedicado com mais de 5 milhões de faixas, tudo em uma interface simplificada! No Brasil, são três tipos de assinatura: Universitária (R$12,90/mês), Individual (R$23,90/mês) e Familiar (R$40,90/mês). Caso você não seja um assinante, pode testar o serviço de forma gratuita por um mês. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.
NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada a mais pelos produtos/serviços ao usar os nossos links de afiliado.
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Apple Music is officially changing its look, and the company took a very creative approach to get there. After weeks of hints inside software testing, the streaming service showed off its new logo and overall design. Instead of just drawing something on a computer screen, the design team built the fresh visual identity using physical […]
Como dito na ocasião de seu anúncio, começaram hoje as vendas oficiais do iPhone Duo. E a Apple preparou uma estrutura grandiosa de marketing para o lançamento, com direito a versões gigantes do aparelho expostas na fachada de algumas Apple Stores.
Com bordas iluminadas, essas réplicas gigantes do iPhone Duo obviamente não são funcionais como um smartphone, mas servem para mostrar toda a versatilidade do aparelho, cujo formato permite usá-lo em diferentes posições.
Nas redes sociais, alguns usuários compartilharam imagens da novidade em outras Apple Stores, inclusive de antes da sua revelação oficial.
Eis algumas delas, publicadas pelo usuário do X Lexus C [@LChenlz]:
Eis também alguns vídeos:
whoa looks like they’re glowing mirrors! that’s gonna look wild from the sidewalk and from the street with how they’re flanking the cube https://t.co/YQqG57O7GX
Como sempre, a Apple também compartilhou fotos de alguns dos primeiros compradores do aparelho em lojas físicas — dessa vez, também na Apple Jing’an, em Xangai:
Alguém por aí já com o Duo em mãos? 😜
iPhone Duo
Cores: branco-estrela ou céu noturno Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
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Há exatos 25 anos (ou 1/4 de século, para efeito dramático), o primeiríssimo iPod era revelado ao mundo por Steve Jobs, o então CEO 1Chief executive officer, ou diretor executivo. da Apple.
Equipado com uma tela LCD 2Liquid crystal display, ou display de cristal líquido. monocromática, um espaçoso (para a época) disco rígido de 5GB e um design para lá de icônico, ele mexeu com as estruturas da indústria fonográfica, além de ter servido como o primeiro “protótipo” de produtos como o iPhone e o iPad.
Com uma porta FireWire, o iPod original era capaz de transferir discografias inteiras em uma fração do tempo levado por reprodutores USB tradicionais, além de poder ser usado como uma espécie de HDD 3Hard disk drive, ou disco rígido. externo — possibilidade de uso que foi ativamente explorada pela Apple para justificar os US$400 cobrados pelo aparelho em 2001 (cerca de US$760 em valores atuais).
Embora tenha motivado algumas críticas, o preço relativamente alto não chegou nem perto de ameaçar o sucesso do primeiro iPod, que podia armazenar até 1.000 músicas em seu HDD da Toshiba — capacidade que era constantemente lembrada pelo material de divulgação da Maçã.
Ele vinha com um CD de instalação do iTunes 2 — software que, junto com o iPod, mudou a forma como as pessoas consomem músicas — e era compatível apenas com Macs, o que também fez muita gente torcer o nariz na época.
Medindo cerca de 6cm de largura, 10cm de altura e pouco menos de 2cm de espessura, o iPod original está longe de ser o produto mais compacto do mundo para os padrões de 2026, mas na época ele com certeza chamava atenção, sendo comparável a um baralho de cartas — nas palavras do próprio Jobs.
A famosa scroll wheel também marcou época, oferecendo uma forma prática e intuitiva de interagir com o software, embora não tenha durado muito tempo (pelo menos não daquela forma) por questões de confiabilidade — como salientado por Tony Fadell (considerado o “pai do iPod”) há alguns anos em uma entrevista.
Depois do choque inicial, o iPod recebeu, é claro, novas versões, cada uma com as suas próprias peculiaridades. O modelo de segunda geração, por exemplo, passou a ser compatível com PCs com Windows, enquanto os modelos de terceira e quarta gerações adotaram o clássico conector de 30 pinos, que acabou dando as caras também nos primeiros iPhones e iPads anos depois.
O primeiro iPod com uma tela colorida veio na forma do iPod photo, que logo passou a fazer parte da quarta geração do reprodutor — tempo depois, ele foi renomeado para iPod with color display. Também com uma tela colorida, a quinta geração adicionou suporte ao codec H.264 e a capacidade de reproduzir vídeos (até então, rechaçada pela Apple devido à tela pequena do dispositivo).
Em 2007, tivemos o lançamento da sexta geração do iPod, que foi a primeira a receber o sufixo “classic”, atribuído também aos modelos anteriores retroativamente. Esse modelo chegou a receber uma revisão em 2009 que acabou se tornando a última “geração” do modelo clássico do iPod, equipada com 120GB de armazenamento e um corpo mais fino.
Da esquerda para a direita: iPod classic, iPod nano e iPod shuffle
Antes um dos gadgets mais populares do mercado, o iPod classic se tornou hoje um item de colecionador cultuado por uma legião de usuários nostálgicos, que apontam as vantagens do aparelho em um mundo ultraconectado e fazem de tudo para manter suas unidades funcionando a todo vapor.
O aplicativo Anotações (Stickies) está disponível nos Macs há vários anos. Com ele, você pode adicionar textos, imagens e listas que ficam disponíveis para consulta a qualquer momento.
Caso o utilize com certa frequência, você pode exportar todo o conteúdo do app Anotações para o Notas (Notes) — que traz mais ferramentas de edição e está disponível também no iPhone, iPad e Apple Watch.
Na barra de menus, clique em “Arquivo” e selecione “Exportar Tudo para o app Notas…”;
Confirme clicando em “Exportar Tudo”.
A Apple informa que as anotações são exportadas para o Notas, organizadas em pastas separadas para cada cor de nota. Mesmo assim, essas notas seguirão disponíveis no app Anotações.
Além de permitir exportar notas do app Anotações (Stickies) dos Macs, a Apple também possibilita importá-las de um jeito supersimples, para que você possa consultá-las quando quiser no computador.
Segundo a empresa, é possível importar arquivos nos formatos de texto simples, RTF e RTFD (incluindo imagens).
O Code Drawer é um utilitário para códigos QR desenvolvido pela Megabits — e nosso destaque do dia.
Organize, armazene e exiba códigos QR e links em um único lugar, otimizando o acesso rápido a informações usadas com frequência. A proposta é simples e eficiente: centralizar os códigos de redes sociais, pagamentos, redes Wi-Fi e outros conteúdos, que normalmente exigem várias etapas para serem localizados, em um só lugar.
Crie códigos QR a partir de textos, links e conteúdos copiados para a área de transferência. Escaneie códigos com a câmera do dispositivo ou a partir de imagens já salvas. Outro destaque é a integração com o ecossistema da Apple: uma única compra pode ser utilizada no iPhone, iPad, Apple Watch e Mac, com sincronização automática via iCloud.
Suporte a widgets, Atividades ao Vivo (Live Activities) e atalhos fecha o pacote de recursos. Aproveite a oferta e baixe agora!
Abaixo outros jogos/apps que, juntos, somam mais de R$220 em descontos:
Jogos
Jogo de estratégia.
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Aplicativos
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Aproveite as ofertas e até amanhã! Lembrando que elas são sempre por tempo limitado, então é bom correr. 🤩
Nosso compromisso com a comunidade é seguir em frente, com presença, diálogo e desenvolvimento contínuo. Teremos atualizações todos os meses e trabalharemos na evolução do aplicativo rumo ao NotchNook 2.0. Queremos construir essa nova fase com quem usa o app: vamos ouvir suas sugestões, aprimorar os recursos e compartilhar os próximos passos do projeto.
Já tinha uma licença do NotchNook? Veja como voltar!
Quem comprou uma licença na loja anterior e não recebeu reembolso pode recuperar o acesso. Escreva para support@getnotchnook.com, informando o email usado na compra e o comprovante do pedido anterior. O suporte conferirá a sua compra e emitirá uma licença conforme a modalidade e as condições da compra original: vitalícia (lifetime) ou por assinatura (subscription). As chaves antigas não são ativadas automaticamente na versão atual.
Quem já recebeu reembolso pode voltar com uma nova compra, aproveitando a oferta abaixo!
O que o NotchNook faz no seu Mac
A proposta continua a mesma: aproveitar o topo da tela do Mac para deixar as ferramentas do dia a dia ao alcance do cursor. Em vez de abrir outra janela para uma ação rápida, você pode acessar o painel do NotchNook:
Música: controle a reprodução e escolha a fonte de áudio sem sair da janela atual.
Controle a música pelo NotchNook, no topo da tela do Mac
Calendário, notas e tarefas: consulte compromissos, registre ideias e mantenha suas prioridades por perto.
Temporizador: organize períodos de foco e acompanhe a contagem no topo da tela.
Bandeja de arquivos: arraste itens para a Tray, mantenha-os à mão e compartilhe pelo AirDrop.
Espelho de câmera: confira a imagem antes da próxima chamada.
Calendário, notas e timer do NotchNook reunidos no topo da tela do Mac.
Atualizações da versão 1.6
As atualizações desta nova fase trouxeram melhorias em pontos que fazem diferença no dia a dia:
Timer com visual inspirado no Liquid Glass: defina períodos de foco e acompanhe a contagem no notch, com uma interface leve e agradável.
Ativação mais simples: telas de compra, teste e ativação reorganizadas, com indicação do tempo restante para experimentar o app.
Mais cuidado com suas notas: armazenamento próprio do NotchNook, com preservação dos dados nas atualizações.
Arquivos sempre à mão: melhorias ao arrastar arquivos para a Tray e alternar entre a bandeja e os widgets.
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Novas versões pelo próprio app: você pode buscar e instalar atualizações sem precisar voltar ao site para baixar outro instalador.
O app funciona em Macs com Intel ou Apple Silicon, a partir do macOS 14.6 — inclusive em telas sem notch. Uma licença permite o uso em dois Macs.
Arraste arquivos para a Tray do NotchNook e compartilhe pelo AirDrop
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Para quem quer voltar — ou conhecer o aplicativo pela primeira vez —, a lo.cafe preparou uma condição especial para os leitores do MacMagazine: