❌

Reading view

★ HAYLOU Velo combina estilo para o dia a dia, carregamento sem fio e uma grande tela AMOLED

A HAYLOU anunciou nesta semana o HAYLOU Velo, um novo smartwatch que combina design contemporâneo com recursos práticos para o dia a dia. Com uma estrutura de liga de zinco, carregamento sem fio e duas pulseiras intercambiáveis incluídas na caixa, o Velo oferece uma alternativa versátil para quem deseja um smartwatch que combine com seu estilo pessoal e sua rotina diária.

Uma tela brilhante e um design diferenciado

O Velo conta com uma tela AMOLED de 1,96 polegada, resolução de 410×502 pixels e brilho máximo de até 1.500 nits, trazendo cores vibrantes e detalhes nítidos no pulso, mesmo em condições externos com muita luz.

HAYLOU Velo
Divulgação/HAYLOU

Uma estrutura central de liga de zinco, vidro 2.5D e botões de liga de alumínio conferem ao relógio uma aparência limpa e contemporânea. Disponível nas cores preta e branca, o Velo foi desenhado para combinar com uma série de estilos do dia a dia.

Duas pulseiras, mais maneiras de usar

O Velo vem com duas pulseiras intercambiáveis: uma pulseira texturizada com padrão ondulado (para um visual diferenciado) e uma pulseira de silicone macio (para treinos e dias mais ativos). A troca entre elas permite aos usuários adaptar o relógio a diferentes roupas e ocasiões.

HAYLOU Velo
Divulgação/HAYLOU

A personalização continua na tela, com mais de 200 mostradores disponíveis online, suporte a mostradores personalizados, quatro layouts para o menu principal e cinco estilos visuais.

Recursos inteligentes para a conveniência diária

O Velo mantém os usuários conectados com chamadas via Bluetooth e notificações inteligentes, além de ferramentas úteis, como controles de música e câmera, assistente de voz e localização do celular. Os usuários de Android também podem responder a mensagens do WhatsApp diretamente pelo pulso.

HAYLOU Velo
Divulgação/HAYLOU

Com mais de 100 modos esportivos e monitoramento diário de atividades, o Velo foi construído para acompanhar os movimentos ao longo do dia, desde as atividades da rotina até os treinos.

Carregamento sem fio, menos complicações

O carregamento sem fio torna a recarga do Velo simples e conveniente. Sua bateria de 300mAh oferece até sete dias de uso, dependendo das configurações e do uso.

HAYLOU Velo
Divulgação/HAYLOU

Com classificação de resistência à água de 1ATM, o Velo foi projetado para lidar com respingos cotidianos e chuva leve, mas não é indicado para natação ou banho.

Preço e disponibilidade

O HAYLOU Velo estará disponível nas cores preta e branca por meio dos canais oficiais de venda da HAYLOU e de parceiros varejistas selecionados em todo o mundo. O preço de varejo estimado é de aproximadamente US$45, com o preço final variando de acordo com o mercado, o varejista e o período promocional.

Para mais informações, acesse o site oficial.

Sobre a HAYLOU

A HAYLOU é uma marca global de tecnologia de dispositivos vestíveis inteligentes e áudio, comprometida em tornar a tecnologia cotidiana acessível. Por meio de produtos de áudio inteligente, dispositivos vestíveis e tecnologias práticas de saúde, a HAYLOU cria experiências confiáveis e agradáveis que ajudam as pessoas a levar vidas mais saudáveis, ativas e conectadas.

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada a mais pelos produtos/serviços ao usar os nossos links de afiliado.

  •  

Converter um PDF online: quando um gesto simples pode expor informação confidencial

Há ferramentas online que ajudam a resolver problemas de forma rápida, como os conversores de PDF, mas é preciso considerar os riscos que a sua utilização pode trazer, alerta Samuel Cruz.

The post Converter um PDF online: quando um gesto simples pode expor informação confidencial appeared first on Tek Notícias.

  •  

PHP: Vulnerabilidades críticas colocam sites e servidores em risco. O que está em causa e quem pode ser afetado?

A linguagem de programação PHP é amplamente utilizada na Internet e está por trás de uma variedade de websites e serviços. Agora, a descoberta de duas vulnerabilidades críticas está agora a levantar sérias preocupações de segurança, podendo colocar sites e aplicações online em risco. As correções já estão disponíveis.

The post PHP: Vulnerabilidades críticas colocam sites e servidores em risco. O que está em causa e quem pode ser afetado? appeared first on Tek Notícias.

  •  

Apple, Mozilla e Google bloqueiam certificados vulneráveis em seus navegadores

A Apple bloqueou recentemente oito certificados vulneráveis que eram utilizados pelo Safari para determinar se uma página da web era legítima ou não — recurso que existe para proteger usuários de cópias baratas de sites feitas para golpes.

De acordo com informações do BleepingComputer, essas chaves privadas foram revogadas pela autoridade certificadora indiana eMudhra após pesquisadores descobrirem que eram tão fracas que qualquer pessoa poderia utilizá-las para forjar um certificado de uma página legítima.

Além do Safari, navegadores populares como o Mozilla Firefox e o Google Chrome também se baseavam nesses certificados para proteger usuários. Em um relatório, inclusive, a Mozilla explicou que todos os oito certificados utilizavam chaves privadas P-384 (geradas em abril de 2025), as quais tinham valores menores que 256 — o que permitia a qualquer pessoa recuperá-las testando apenas 256 possibilidades.

Descoberta primeiro por um pesquisador identificado apenas como Wayne, em 17 de outubro, a vulnerabilidade foi demonstrada no GitHub por outro pesquisador chamado Flüpke, o qual mostrou que uma chave privada para o certificado “EM OV TLS CA – G3C” da eMudhra contava com um valor de apenas 4.

Em uma resposta à Mozilla, desenvolvedora do Firefox, a eMudhra disse que identificou um erro em um script usado para gerar certificados que fazia com que um segundo conjunto de chaves mais fracas fosse gerado — as quais eram, então, selecionadas erroneamente como as chaves definitivas por terem rótulos parecidos com os das chaves corretas.

A autoridade também colocou panos quentes na situação ao afirmar que a maioria dos certificados nunca foi usada em produção e que não encontrou evidências de que o problema tenha afetado usuários finais.

Além do Safari, o Firefox e o Chrome também já revogaram esses certificados.

Macs ainda podem estar vulneráveis

Ainda de acordo com o veículo, Dennis Jackson, engenheiro de criptografia da Mozilla, alertou que o utilitário embutido /usr/bin/curl do macOS poderá continuar confiando nesses certificados vulneráveis, pois o seu bundle de certificados não verifica se os certificados foram revogados.

Isso quer dizer que, caso o Mac já tenha aceitado algum desses certificados, ele continuará confiando nele até que haja uma correção — algo que só poderá ser feito em uma futura atualização de segurança.

  •  

Chrome: Google aprimora avisos de segurança e reforça proteção contra ataques ClickFix

O Google anunciou uma série de novidades envolvendo cibersegurança para o Chrome, incluindo uma nova página de aviso para sites perigosos, proteção contra ataques do tipo ClickFix e uma expansão da detecção de golpes com o Gemini.

Agora, avisos sobre sites maliciosos se dividem entre “sites suspeitos” (quando há uma avaliação com menor grau de confiança, indicando um possível risco de danos ao usuário) e “sites perigosos” (quando há uma avaliação com alto grau de confiança, indicando um risco elevado de danos ao usuário).

Para sites suspeitos, os usuários são apenas notificados, enquanto para sites perigosos o aviso é exibido em um formato de tela inteira com fundo vermelho:

Essa avaliação, feita pelo recurso de Proteção Reforçada, também ganhou novidades, já que o Google migrou a ferramenta para um novo modelo do Gemini, capaz de avaliar o conteúdo das páginas (como a marca representada ou a intenção delas) e, se necessário, enviá-lo à nuvem.

O Google destacou, porém, que o Chrome minimiza a quantidade de dados compartilhados com os servidores, analisando o texto das páginas somente quando um site apresenta indicadores de golpe com alto grau de confiança. Sempre que algo é processado fora do dispositivo, o Google afirma que não registra logs, não armazena essas informações nem treina os modelos de IA da empresa com esses dados.

Além disso, o mesmo recurso passa a oferecer proteção contra golpes do tipo ClickFix (ataques que simulam verificações CAPTCHA para induzir usuários a copiar e colar comandos maliciosos no Terminal do macOS ou no prompt de comando do Windows), detectando automaticamente quando o usuário é induzido a copiar comandos suspeitos, que são “higienizados” antes de serem enviados para a área de transferência da máquina, com a remoção de informações de identificação pessoal (PII), e encaminhados à Navegação Segura para análise adicional. Se o comando for nocivo, um alerta é exibido.

via Tecnoblog

  •  
❌