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Sonda Voyager 1 da NASA vai ficar a 1 dia-luz da Terra; entenda

Lembra da sonda Voyager 1, da NASA? Segundo cálculos da agência, em 18 de novembro, esta viajante espacial deve atingir a marca simbólica de um dia-luz de distância da Terra, tornando-se o primeiro objeto de origem humana a conseguir o feito — o que é surpreendente, afinal, a física atual desconhece algo mais rápido que a velocidade da luz.

Em outras palavras, a Voyager 1 está tão longe que os sinais de rádio emitidos por ela — que, vale lembrar, foi lançada há quase 50 anos para explorar o Sistema Solar — vão levar mais de 24 horas consecutivas para percorrer o meio interestelar e alcançar os receptores em nosso planeta. Para completar, há quem considere que é mais importante quando a Voyager 1 estiver a um dia-luz do Sol. Confuso?

terra pela voyager 1

É que, no momento, a Terra está no ponto da sua órbita em que fica mais longe, em média, da Voyager; portanto, por mais curioso que pareça, a espaçonave está mais de 80 milhões de quilômetros mais perto do Sol do que de nós, ou seja, seus sinais chegam primeiro na estrela. Por outro lado, ainda iria demorar mais dois meses para ficar a um dia-luz do Sol.

Também é interessante considerar que a marca de um dia-luz ilustra, e muito bem, como é a dimensão das distâncias cósmicas: não é fácil imaginar de forma concreta que a estrela mais próxima do Sol está a 4,3 anos-luz de nós. Por outro lado, fica mais simples se considerarmos que a espaçonave mais rápida criada pela humanidade levou quase meio século para percorrer uma fração desta distância.

Voyager 1

Lançada no final da década de 1970, a missão Voyager revolucionou a astronomia — inclusive, alguns consideram que as Voyager 1 e 2 foram mais importantes para a ciência do que os pousos tripulados na Lua do programa Apollo. Ao longo de suas jornadas, elas revelaram a atividade vulcânica de Io, o oceano oculto na lua Europa e as complexidades das luas de Saturno.

E eis que, em 2012, a Voyager 1 passou a desbravar a região fora do Sistema Solar, tornando-se a primeira espaçonave interestelar. Mas, antes, ela recordou suas origens (literalmente!), já que “olhou” para trás e tirou fotos que fizeram história. Uma delas mostra a Terra como um “pálido ponto azul” no espaço, e a outra é um retrato de família do nosso sistema.

Hoje, as Voyager seguem coletando dados do espaço interestelar e medindo suas características, como densidade, e enviando as informações para a Terra com os instrumentos que ainda estão ativos. Claro, houve alguma discussão sobre encerrar as operações delas em solo, mas ambas continuam enviando dados científicos interessantes — e devem seguir na ativa por mais algum tempo.

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Grande mudança no app do YouTube libera feeds personalizados por comando

O YouTube reformulou a página inicial no app para celulares e agora deixa cada pessoa montar o próprio feed com frases simples. Além de listar categorias tradicionais, como músicas e filmes, a ferramenta tem um espaço para descrever quais sugestões você quer receber.

O novo visual concentra as categorias no topo da tela e coloca a aba de canais inscritos entre as primeiras opções. Para personalizar o feed, basta selecionar o ícone de “+” e enviar um comando em linguagem natural, como “podcasts para um deslocamento de 30 minutos”.

A empresa reforça que é possível fixar mais de uma lista de sugestões na tela inicial, então o aplicativo fica ainda mais personalizável para atender aos interesses de cada pessoa. Os feeds são sincronizados entre dispositivos para carregar o progresso entre PC e celular — a versão para computadores, inclusive, foi lançada no mês passado. 

Por enquanto, o feed personalizável está disponível apenas nos Estados Unidos para pessoas com mais de 13 anos, histórico de visualizações habilitado e que usam o app em inglês.

YouTube feeds personalizados

Mais IA no YouTube

O recurso do feed é mais um item para o conjunto de ferramentas com IA generativa no YouTube. A plataforma também possui o recurso Ask para proporcionar uma busca mais inteligente: além de retornar com vídeos sobre o tema original, o app mostra fragmentos de textos e destaca trechos específicos em clipes com respostas ao prompt.

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Como são feitos os vídeos de IA que trocam pessoas?

As redes sociais ficaram repletas de memes nas últimas semanas em que figuras famosas são inseridas em vídeos populares. A tendência usa IA para trocar os personagens e ainda manter a alta qualidade de imagem.

Alguns dos exemplos mais famosos são a comemoração do jogador de futebol Enzo Fernandez durante a Copa do Mundo e uma apresentação do grupo de hip-hop Migos. A proximidade do segundo turno das eleições também rendeu clipes com políticos brasileiros.

A seguir, o Canaltech explica o procedimento por trás dos vídeos virais:

Como os vídeos funcionam?

Os clipes usam uma tecnologia chamada Motion Swap ("troca de movimento", em tradução livre), no qual a IA identifica o personagem principal e substitui o movimento por outra pessoa. O recurso também pode ser usado para trocar cenários ou a roupa dos elementos envolvidos, por exemplo.

Após enviar uma foto da pessoa que será inserida no vídeo, a ferramenta gera várias imagens estáticas do mesmo modelo e depois cria um vídeo com o novo personagem em 3D. É comum que os apps também ofereçam uma galeria de templates prontos para evitar o trabalho de redigir prompts extensos.

Quais ferramentas são usadas?

Algumas das plataformas mais populares para a tarefa são Ausar.ai, Creathoon e a brasileira Real Oficial. As ferramentas não usam um único modelo específico: na verdade, recorrem a modelos de vídeo e imagem de diferentes empresas e escolhem a melhor opção para cada tarefa.

O Ausar.ai, por exemplo, menciona modelos da Seedance, Kling, OpenAI e outras empresas do mercado de IA.

Real Oficial mudança estilo IA

É gratuito?

Não. As plataformas mencionadas criam vídeos e imagens com base no consumo de créditos obtidos por planos pagos. Como esse tipo de criação exige muito poder computacional e consumo de tokens de IA, os vídeos ficam restritos a planos pagos.

Cuidado com os deepfakes

Os vídeos chamam a atenção por preservar os detalhes das fotos enviadas, mas também há um alerta para o uso em deepfakes — tentativas de golpes ou de constranger uma pessoa com conteúdos criados por IA.

Os clipes em questão funcionam como memes, mas é importante ter cuidado ao gerar e publicar conteúdos do tipo nas redes sociais.

Veja algumas dicas para descobrir se um vídeo foi criado com IA.

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Dying Light 2, Monster Hunter Stories e mais jogos grátis deste fim de semana

O fim de semana chegou e os jogos grátis podem ser a oportunidade para trazer diversão nos próximos dias — principalmente se você já gastou todas as economias na pré-venda de The Legend of Zelda: Ocarina of Time ou de GTA 6. 

Um dos maiores destaques disponíveis gratuitamente entre esta sexta-feira (23) e o domingo (25) é Dying Light 2: Stay Human - Reloaded Edition. São mortos-vivos, mapa aberto e muitos locais para explorar e garantir a sua sobrevivência neste mundo apocalíptico. 

Esta é a versão completa da obra da Techland, que inclui todo o pacote Reloaded e também o DLC Bloody Ties. Ainda será possível curtir a aventura com os seus amigos, já que o multiplayer continua ativo e permite reunir até 4 jogadores.

Dying Light 2: Stay Human - Reloaded Edition foi liberado gratuitamente no Dias para Jogar de Graça do XBOX, mas a Microsoft exige que o usuário tenha a assinatura do Game Pass para acessá-la. Além disso, ele está com um desconto de 80% na plataforma — caso queira comprá-lo para continuar a sua jornada depois.

O jogo grátis deste fim de semana se passa 15 anos após o apocalipse zumbi. Cidades caíram e você terá de buscar sobreviventes e grupos para ajudar e ser ajudado. Porém, há diversas ameaças que os jogadores encontrarão em Dying Light 2 - Reloaded Edition.

Vale notar que, apesar de Dying Light: The Beast ter seu desenvolvimento finalizado recentemente, DL2 continua em atividade e receberá novas atualizações. O primeiro recebe conteúdo até os dias atuais, 11 anos após seu lançamento, então é esperada uma vida longa para o título de 2022.

Confira mais jogos grátis do fim de semana, com opções para o XBOX, Nintendo Switch/Switch 2 e PCs.

5. Riders Republic

Se você busca esportes radicais, competições e muito estilo, Riders Republic é o jogo grátis que procurava neste fim de semana. A experiência da Ubisoft traz ciclismo, skate, motocross e ski de forma inovadora, com manobras sinistras e a presença de um vasto lobby online. 

Disponível no XBOX, não é necessário ser assinante do Game Pass para aproveitar a adrenalina. Inclusive, vale notar que o título completa 5 anos de aniversário — o que garante aos jogadores diversos brindes e um show in-game do DJ Henri PFR. 

4. Mole Mania

Um clássico cult do Game Boy, Mole Mania foi desenvolvido por Shigeru Miyamoto (pai de Super Mario Bros e The Legend of Zelda) e apresenta o personagem Muddy Mole — um dos mais subestimados de toda a história da Big N.

Na experiência, você terá de resolver diversos quebra-cabeças complexos que envolvem a superfície e os túneis subterrâneos. Vale notar que ele está disponível para todos os assinantes do Nintendo Switch Online. 

3. Deadpoly

Já que estamos próximos ao fim do mês, não é de se estranhar que sejam impulsionados games de terror. Em Deadpoly, você verá um verdadeiro teste de sobrevivência arcade contra hordas de zumbis que tentam devorar tudo que encontram pelo caminho.

Para isso, terá de coletar recursos, construir bases e ir atrás de alimentos enquanto evita os mortos-vivos. Com um design “low-poly”, o título pode ser jogado sem custos adicionais até segunda-feira (26) no Steam. 

2. Cartomancy Anthology

Ainda que desconhecido para uma boa parcela do público, Cartomancy Anthology é uma coletânea que traz 22 jogos feitos por estúdios independentes com um tema em comum: o tarô. São várias experiências, de vários gêneros e conceitos distintos que vão te entreter entre os jogos grátis do fim de semana.

Por que ele se destaca? Simplesmente por estar gratuito de forma vitalícia para todos que o resgatarem no Steam. Na prática, pode adicionar na sua biblioteca imediatamente e curtir, ou baixar depois para ver as pérolas escondidas dentro do seu vasto repertório. 

1. Monster Hunter Stories & Monster Hunter Stories 2: Wings of Ruin

Um dos grandes RPGs da Capcom atualmente, a linha Monster Hunter Stories permite capturar os principais monstros da franquia para enfrentar outras ameaças. No maior estilo “Pokémon”, você tem de caçar e expandir suas opções para encarar criaturas maiores e mais perigosas.

Os dois primeiros jogos são grátis para os donos de um XBOX e não é necessário ser assinante do Game Pass para aproveitá-los. A história dos dois é interconectada, mas é possível pular diretamente para o segundo — caso queira testar a opção mais “moderna” (já que o original foi lançado inicialmente para portáteis). 

Uma tonelada de jogos grátis

É importante ressaltar que a lista não para por aí. A Epic Games Store, por exemplo, disponibilizou Home - A Unique Horror Adventure e Sker Ritual para quem desejar. Uma vez resgatados, eles seguirão de forma permanente em sua conta.

Já os assinantes do XBOX Game Pass podem aproveitar também Let 's Build a Zoo e Tropico 6 entre os jogos grátis deste fim de semana. Isso sem contar o que chegou ao catálogo — que envolve Final Fantasy VII Remake e muitos outros sucessos.

Além de Mole Mania, o Nintendo Switch Online também traz aos fãs os títulos Avenging Spirit e Pinball: Revenge of the Gator. Todos eles podem ser encontrados diretamente no catálogo do Game Boy, basta estar com o aplicativo e o console atualizados.

Se você é assinante da Amazon Prime, também pode conferir no Luna Gaming o jogo Ad Infinitum. Preso entre a sua casa e a Primeira Guerra Mundial, você vai encarar memórias aterrorizantes e um grande trauma nos PCs. 

Quais deles você jogará neste fim de semana? Ou aproveitará que o Nintendo Switch 2 foi desbloqueado? Também é notável que o primeiro emulador de PlayStation 5 para Android começa a rodar jogos. Compartilhe e nos conte o que aproveitará no seu console ou no computador. 

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Canais de irrigação? Como um erro astronômico do século 19 criou mito dos "marcianos"

Quando falamos sobre vida fora da Terra, é difícil não pensar em figuras como seres esverdeados e de olhos grandes no Planeta Vermelho. Mas, afinal, de onde surgiu a ideia de que poderia haver vida em Marte? Tudo começou em 1877, quando o astrônomo italiano Giovanni Schiaparelli começou a mapear a superfície deste nosso vizinho e identificou algo curioso.

Em suas observações, ele percebeu que o Planeta Vermelho era coberto por contornos geométricos, com linhas longas, retas e misteriosas; claro que, na época, ele não sabia exatamente o que tinha visto, mas as chamou de “canali”, termo em italiano que, em inglês, foi equivocadamente traduzido para channels, ou canais. E eis que, 15 anos depois, o norte-americano Percival Lowell chegou a uma conclusão parecida.

mapa de marte

Embora fosse um amador, ele entrou em contato com dois astrônomos de Harvard e adquiriu instrumentos adequados para observar Marte. Em 1895, ele concluiu que as linhas na superfície de Marte pertenciam a um sistema de irrigação para lá de sofisticado, e mais: o sistema que serviria inclusive para abastecer oásis, os quais seriam responsáveis por regar as plantações dos habitantes do planeta.

Vida em Marte?

As observações de Schiaparelli não foram exatamente convincentes no que diz respeito à presença de vida inteligente em Marte, mas, de fato, houve sim algum ruído na imprensa. O episódio foi resgatado em um livro do jornalista David Baron, que recordou que, na época, a palavra “marcianos” nem era de uso comum. Com o tempo, Marte e os “marcianos” se tornaram ícones de publicidade e, claro, na cultura pop — afinal, quem não se lembra de “Guerra dos Mundos”, que retrata uma fictícia invasão marciana na Terra?

rover Perseverance

O mais curioso é que, mesmo neste ponto, a ideia de vida em Marte ainda não tinha conseguido muito apoio. Com o tempo, Lowell e seus colegas encontraram novas “evidências” dos supostos canais de irrigação, e aí tudo começou a ficar mais sério — tanto que até o tradicional jornal New York Times publicou um perfil do autor sob o título “Há vida no planeta Marte”.

Seria injusto torcer o nariz para as colocações de Lowell, já que ele realmente acreditava em suas alegações e, com o tempo, as dele e as de Schiaparelli se mostraram infundadas. Hoje, o cenário é outro — tanto que a ciência já conta com a astrobiologia, a área dedicada ao estudo da origem, da evolução e da distribuição da vida pelo universo.

Por isso, cientistas da NASA e de outras agências espaciais seguem, sim, investigando a possibilidade de vida em Marte, mas não esperam encontrar ser vivo nenhum lá atualmente. Na verdade, a ideia é buscar por pistas de possíveis seres que podem ter existido lá no passado, quando o planeta era mais quente e ainda tinha água.

Já se perguntou o que os cientistas diriam se descobrirem vida extraterrestre?

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Hyundai derruba preços do i20 e hatch sai mais em conta que VW Polo

Quer renovar a garagem? Se sim, vale a pena ficar de olho na nova campanha de descontos da Hyundai, que passou a oferecer seu hatch i20 com reduções de até R$ 5 mil em todas as configurações. Com a oferta, o compacto fica mais em conta que o Volkswagen Polo Track 1.0 na versão MPI, que custa a partir de R$ 97.990.

Com os descontos para consolidar o hatch em relação aos concorrentes, a tabela de preços do modelo varia entre R$ 94.990 e R$ 134.990; a maior redução ficou por conta da versão Limited com câmbio manual, que agora sai por R$ 99.740.

hyundai i20

As ofertas estão disponíveis na loja da sul-coreana no Mercado Livre e, para aproveitá-las, é preciso ter um usado para a troca. Além disso, dá para financiar as unidades escolhidas em até 12 vezes com taxa zero.

Como é o Hyundai i20

Com 4,13 metros de comprimento, o hatch traz dimensões superiores às do HB20 e porta-malas com capacidade para 346 litros. Além disso, o catálogo do i20 dispõe de duas opções de motorização com três cilindros.

As configurações de entrada trazem o motor 1.0 aspirado de até 80 cv acoplado ao câmbio manual de cinco marchas, enquanto as topo de linha adotam o motor 1.0 TGDi turbo flex de 115 cv e 17,5 kgfm de torque, combinado à transmissão automática de seis velocidades. Segundo dados do Inmetro, o conjunto turbo registra médias de até 14,3 km/l de gasolina em rodovias.

Desde a versão de entrada Comfort MPI, o hatch traz de série seis airbags, painel de instrumentos digital, central multimídia de 10,25” com espelhamento sem fio, acionamento automático dos faróis de LED e chave presencial. As variantes mais equipadas, como a Ultimate, adicionam rodas de 17”, assistentes de condução semiautônoma com recursos como o controle de cruzeiro adaptativo, alerta de ponto cego e frenagem autônoma de emergência.

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Samsung prepara Beta da One UI 9.5 para antes do que você imagina

Uma mudança simples no aplicativo Samsung Members alimentou esperanças sobre a possível chegada do Beta da One UI 9.5. O app, usado para entrar no programa de testes da empresa, mudou um banner para convidar pessoas a uma nova versão experimental da interface.

O ajuste é pequeno, não muda o texto e foca na parte visual, mas pode ser um sinal de novo Beta a caminho. A empresa já distribui a versão estável da One UI 9.0 para diversos celulares e tablets desde setembro, então faz sentido pensar nos próximos passos.

Os primeiros testes internos da One UI 9.5 começaram em agosto, de acordo com vazamentos, mas não há indícios de lançamento de versões ao público. Vale reforçar que a variante “.5” não muda a versão do Android usada como base, mas traz uma série de novos recursos para acompanhar a chegada da nova linha Galaxy S.

Para efeito de comparação, a One UI 8.5 ganhou Beta público em dezembro de 2025 e foi lançada em fevereiro de 2026.

Samsung Members Beta

O que esperar da One UI 9.5?

A atualização deve contar com um pacote robusto de novidades na interface da Samsung. Uma delas é a possibilidade de controlar a tela do celular em notebooks com Windows, similar ao espelhamento da Apple.

A atualização também pode trazer um novo recurso para criar widgets personalizados com a ajuda de IA. Atualmente, apenas a linha Google Pixel tem a função.

Confira quais celulares devem ser atualizados para a eventual One UI 9.5.

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Linha iPhone 18 Pro ganha controles manuais no aplicativo de câmera

A Apple adicionou abertura física variável e controles manuais de captura no aplicativo nativo de câmera do iPhone 18 Pro e do iPhone 18 Pro Max, permitindo ajustes técnicos avançados sem softwares de terceiros. Equipados com o processador A20 Pro de 2 nanômetros e sensor principal de 48 MP, os aparelhos receberam ferramentas integradas diretamente à interface do sistema. Em vídeo no canal Canaltech, o apresentador Ivo Meneghel Jr. utilizou uma unidade do iPhone 18 Pro Max para demonstrar o funcionamento dos novos recursos.

Diferente da interface adotada no ecossistema Android, em que os comandos manuais costumam ficar concentrados em uma aba exclusiva de foto ou vídeo, a Apple distribuiu as opções técnicas dentro dos modos nativos de captura. Meneghel destacou a aplicação em recursos como retrato e lapso de tempo:

"Ele tem o modo Pro dividido. No Android você não consegue colocar o modo Pro no retrato, não consegue colocar modo Pro no timelapse. Aqui você consegue ter essas configurações a mais dentro de cada modo".

Abertura variável e tempo de exposição

O conjunto óptico da câmera principal de 48 MP traz um mecanismo de abertura física com quatro estágios: f/1.48, f/1.8, f/2.8 e f/4. O ajuste em f/4 eleva a profundidade de campo para manter múltiplos elementos nítidos em um mesmo enquadramento, enquanto aberturas maiores controlam a entrada de luz física e o desfoque óptico. Ao alterar os estágios da lente, o software compensa automaticamente a exposição por meio dos demais parâmetros para preservar a fotometria.

No controle do obturador, os aparelhos operam com velocidades entre 1/16.000 de segundo e 1 segundo. Meneghel apontou que o intervalo mínimo impõe restrições para capturas noturnas específicas:

"Um segundo é pouco. O cara que vai comprar o iPhone 18 não pode de repente querer fazer foto de estrela, não pode querer fazer foto com rastro de carro. Tem celular que faz 30".

Foco manual, balanço e histograma

A interface inclui foco manual assistido por focus peaking, elemento visual que destaca as áreas em foco no enquadramento, além de seleção de lentes e fatores de recorte. Para a calibração de cor, o sistema oferece predefinições de balanço de branco para compensar diferentes fontes de iluminação, como luz de tungstênio e luz solar direta.

Para monitoramento técnico, a linha Pro incorpora um histograma em tempo real com leitura de luminosidade e canais RGB. O aplicativo também traz estilos de imagem com ajustes de textura e granulação configuráveis antes do disparo.

Saiba mais detalhes: iPhone 18 ganha recursos de câmera que antes eram coisa de câmera profissional

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Uso seguro de powerbanks exige atenção a calor e danos estruturais

Baterias externas de íon de lítio demandam estabilidade física e química contínua para operar com segurança e evitar falhas como o fenômeno de fuga térmica. Em vídeo no canal Canaltech, a apresentadora Amanda Abreu detalhou os princípios de funcionamento desses componentes, os critérios técnicos para seleção no mercado e os sinais que indicam o momento exato para o descarte do acessório.

A integridade do dispositivo é diretamente afetada por impactos mecânicos causados por quedas, exposição a fontes intensas de calor — como o interior de veículos fechados — ou defeitos de fabricação em produtos sem procedência, que eliminam circuitos de proteção para reduzir custos. Segundo a apresentadora, qualquer alteração estrutural compromete o funcionamento seguro das células.

"Uma bateria ela precisa ter dois pontos que sempre precisam estar em equilíbrio: ela precisa estar quimicamente estável e fisicamente estável", pontuou Amanda.

Com o rompimento dessas condições, os elementos químicos internos entram em degradação e liberam gases, provocando o inchaço visível da estrutura externa. Esse acúmulo contínuo de calor e pressão gera uma reação em cadeia que pode culminar em combustão caso o uso seja mantido.

"Quando o seu powerbank começar a apresentar este tipo de sinal, que é o sinal mais clássico, por favor, esse já é o momento de você descartar", enfatizou a comunicadora, que alertou para a obrigatoriedade de direcionar o material a pontos de coleta de lixo eletrônico para evitar contaminação ambiental.

Eficiência de recarga, protocolos e transporte

A análise técnica também esclarece por que a capacidade nominal informada pelo fabricante não corresponde de forma idêntica à recarga entregue ao smartphone. Como as células internas operam em uma faixa de 3,7 volts e a transferência exige elevação para 5 volts ou patamares superiores, a conversão resulta em perda de energia na forma de dissipação térmica. Esse fator limita o aproveitamento útil a uma média estimada em 80% do total de miliamperes-hora (mAh) do produto.

Leia também: Vale a pena comprar PowerBank para notebook? Como escolher o modelo ideal?

A eficiência do carregamento depende ainda de protocolos como o Power Delivery e o padrão sem fio Qi2, que gerenciam a comunicação entre os circuitos para mitigar o aquecimento. Por fim, a potência acumulada dita regras de conformidade em viagens aéreas: baterias de até 99 watts-hora (Wh) — limite compatível com a maioria das unidades de 20.000 mAh — têm embarque autorizado na bagagem de mão, enquanto modelos a partir de 100 Wh exigem autorização expressa da companhia aérea.

Saiba também se power bank pode ir na mala despachada? Veja o que é permitido

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Play ‘Doom’ on this tiny, uterus-shaped period tracker

Doom is much more than a classic, bloodsoaked first-person shooter known for its chaotic action, over-the-top weapons, and challenging boss fights. For some odd (but very enjoyable) reason, it’s served as a benchmark for testing basic computing capabilities for well over 30 years. Name a device——calculators, ATMs, digitally enabled tractors, and even biochips built with E. coli bacteria—and someone has likely coded it to run Doom.

The latest entry in the ever-growing list of Doom compatible contraptions is a double-dose of DIY ingenuity, however. The Linux software engineer known as Miss Molerat recently began tinkering with a pocket-sized medical gadget made specifically to keep track of her menstrual cycle. But unlike many similar commercial products, “Clotty” keeps all personal data strictly on the device itself. It never connects to an external cloud or offloads sensitive information to a company’s servers, thereby preventing any unwanted data harvesting. And it does all this on a custom, uterus-shaped minicomputer running on a Raspberry Pi microcontroller.

Uterus shaped computer device showing tiny sprite character on screen
Clotty includes a Tamagotchi-like sprite players must maintain and keep happy. Credit: Miss Molerat

“I have one thing that has been bothering me for as long as I’ve been menstruating: despite my cycle being very regular, I somehow manage to get surprised by PMS each and every month anew,” Clotty’s inventor wrote on her website’s blog.

Clotty “does the boring stuff” for her by tracking her period via a Tamagotchi-like digital pet that requires attention and maintenance throughout each month. The pixelated creature’s mood shifts depending on the cycle phase, but it also can go on little quests and offer various minigames in the meantime.

“[It’s] basically some sort of adorably shaped mirror version of my own moods that serves as a reminder that I, too, am just some sort of creature that tries to stay alive and happy,” explained Clotty’s creator.

But why stop there? Clotty is powerful enough to run Doom on its itty-bitty LCD screen, which is thematically perfect given the project’s overarching, bloody motif. This means that, when not keeping up with personal health, a user can also blast through wave after wave of space demons using small onboard sensors.

The inventor admitted that Clotty is still in its “fetal stage,” but she plans to add more features like a menstrual cycle history archive, more games, and even some reproductive health trivia. It’s also a completely open-source project, so anyone can follow her online tutorials and download files for Clotty (and Doom).

The post Play ‘Doom’ on this tiny, uterus-shaped period tracker appeared first on Popular Science.

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Restaure janelas minimizadas ao alternar entre apps no macOS com o Command Reopen

Um dos maiores “choques culturais” que as pessoas têm ao trocar o Windows pelo macOS está sem dúvidas relacionado ao atalho de teclado ⌘ command tab, usado para alternar entre apps no Mac.

No sistema da Microsoft, o comando equivalente é o alt tab — que, além de apenas trocar o software ativo no desktop, como é o caso do macOS, também permite que você alterne entre as janelas dos apps abertos e restaure janelas minimizadas.

Embora essas duas funções “extras” do Windows costumem fazer falta para usuários recém-convertidos, essa segunda possibilidade (a de restaurar janelas minimizadas) pode ser especialmente irritante — e é aí que entra a nossa dica de app de hoje, o Command Reopen, entra.

De código aberto, ele faz exatamente o que você espera dele: faz com que as janelas minimizadas do app selecionado sejam restauradas sempre que você usa o comando ⌘ tab, e o melhor: sem pedir qualquer permissão ou demandar configurar de um novo atalho de teclado.

Caso o app selecionado não conte com nenhuma janela minimizada, o Command Reopen abre uma nova janela daquele app automaticamente, lhe poupando de alguns bons cliques.

Por se tratar de um app de código aberto, o Command Reopen pode ser baixado gratuitamente via GitHub. Essa edição do utilitário, no entanto, está sempre uma versão atrás da build presente na Mac App Store, que sai por uma compra única de R$60 e, ao contrário da versão gratuita, conta com atualizações automáticas. Ambas, no entanto, vem com todas as funcionalidades do utilitário desbloqueadas.

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iPhone Air: teste compara peso, bateria e ergonomia com a linha Pro

Em vídeo no canal Canaltech, o apresentador Gabriel Rimi analisou a usabilidade e as especificações técnicas do iPhone Air após um período de uso contínuo, estabelecendo comparações diretas com modelos de faixas superiores, como o iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max. O levantamento aborda o equilíbrio entre a redução de massa do chassi e as concessões de hardware exigidas pelo formato compacto.

A diferença de massa corporal configura o principal elemento de distinção entre os dispositivos analisados. Enquanto o iPhone Air registra 165 gramas, o iPhone 18 Pro marca 211 gramas — uma variação de 27,88% — e o iPhone 18 Pro Max chega a 249 gramas, o que representa um acréscimo de 50,91% de peso em relação à versão Air. Rimi destacou o impacto ergonômico decorrente dessas especificações durante o manuseio prolongado:

"O iPhone 18 Pro Max é 50,91% mais pesado que o iPhone Air. Quando você segura um iPhone Pro Max, você está segurando um Air e meio", pontuou o apresentador, ressaltando que o modelo Pro apresenta tela menor que a do Air, mas mantém peso superior.

Autonomia energética e desempenho térmico

As dimensões reduzidas do iPhone Air impõem restrições à capacidade nominal da bateria interna e à condutividade térmica. De acordo com o relato de Rimi, a autonomia do dispositivo atende a rotinas em ambiente de escritório, mas exige recargas complementares ou fontes portáteis durante coberturas operacionais externas e captação contínua de vídeo. O uso combinado com baterias externas magnéticas eleva a massa do conjunto para 280 gramas.

"Ele é quase um celular modular: quando eu preciso de um power bank eu coloco, quando eu não preciso eu uso um celular mais leve", explicou.

Leia também: Testamos o iPhone Air: um erro óbvio e uma grande surpresa positiva

No processamento, o aparelho integra o chip A19 Pro, mas registra limitações na sustentação de desempenho sob carga contínua em razão da dissipação térmica restrita, comportamento observado na execução do sistema operacional iOS 27. O projeto do modelo também exclui recursos presentes em linhas tradicionais, como saídas de som estéreo na base e sensor óptico de ângulo aberto (ultra-wide), limitando a captação traseira a uma única lente. Rimi apontou ainda que, em termos de mercado, a aproximação de preço em relação a modelos convencionais como o iPhone 17 torna o fator ergonômico o principal critério de escolha.

Saiba também quanto vale a pena pagar no iPhone Air em 2026!

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Ocarina of Time Remake para Switch 2 tem mecânicas e dublagem testadas

A Nintendo realizou uma sessão de demonstração de duas horas de The Legend of Zelda: Ocarina of Time Remake para o Nintendo Switch 2, na Cidade do México. Em vídeo no canal CTup, o apresentador Gabriel Rimi detalhou as impressões sobre o desempenho técnico do hardware, a reconstrução gráfica dos cenários e as mudanças introduzidas na jogabilidade em comparação com a obra original lançada para o Nintendo 64.

A reimaginação do título traz texturas em alta resolução, sistema remodelado de iluminação e estabilidade na taxa de quadros ao longo da exploração do reino de Hyrule. Na análise técnica de objetos e cenários, foram incorporados efeitos de transparência e sinais de desgaste físico em moedas, armas e equipamentos. De acordo com Rimi, a proposta não segue uma cópia direta da estrutura antiga:

"Não é um remake um para um. Ocarina of Time vai ser um jogo que pega o original e amplia ele", afirmou o apresentador, destacando alterações no ritmo dos confrontos e na profundidade da física.

Modificações na jogabilidade e navegação de masmorras

Entre as principais atualizações mecânicas está a inclusão de um comando específico de pulo para o protagonista Link, o que altera a transição entre plataformas e os combates com mira travada. A interface de itens também foi reformulada para o controle do novo console: a alocação anterior por botões direcionais e frontais do controle de 1998 deu lugar aos botões de ombro do aparelho.

"Foi muito fácil selecionar os itens que eu precisei", relatou Rimi ao descrever a dinâmica de manuseio de ferramentas como o arco e flecha.

A navegação na campanha recebeu o suporte de um sistema de tapeçaria, interface visual que registra em ilustrações os eventos superados e exibe os passos seguintes a cumprir. Durante a exploração do Templo da Floresta, focado no combate contra o chefe Fantasma de Ganon, o teste exibiu modificações arquitetônicas pensadas para a usabilidade, como a adição de uma plataforma elevatória que facilita o retorno a salas anteriores caso itens fiquem para trás.

A versão também confirmou a dublagem e os textos localizados em português do Brasil. O recurso de áudio localizado coexiste com a opção de alterar a linguagem para o inglês por meio do menu de configurações. Conforme avaliou Rimi, o trabalho de tradução dos diálogos e da dublagem nacional oferece suporte para a compreensão da história, servindo de porta de entrada a novos públicos sem impedir o acesso à faixa original aos jogadores tradicionais.

Para seguir nesse universo, confira também quais são os 6 jogos da franquia The Legend of Zelda que revolucionaram os games

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Omoda X é apresentado na China e antecipa futuro SUV com visão noturna e karaokê

O Omoda X chegou. O SUV conceitual foi apresentado na Cúpula Internacional de Usuários Omoda e Jaecoo, realizada na China, e mostrou na prática como a marca evoluiu sua linguagem de design para integrar agora a estética robótica e tecnologias de auxílio ao condutor.

O protótipo evolui a linguagem estilística "Cyber Mecha", que estreou no Omoda 4 no Salão de Paris: a carroceria foi construída com superfícies angulosas e luzes diurnas em formato de flecha, junto de lanternas traseiras no estilo raio que lembram o Omoda 5 e Omoda 7.

Omoda X

Por enquanto, a marca não revelou os detalhes sobre a motorização do SUV nem confirmou a data para o lançamento da versão final de produção. Mesmo assim, a expectativa do setor automotivo é de que o modelo chegue ao mercado em breve.

Como é o Omoda X

Internamente, o painel do SUV tem desenho de asa dupla e console central flutuante em formato de X, integrando um quadro de instrumentos digital de 10,25” e uma central multimídia de 13,2”. A marca manteve botões físicos para comandos de uso frequente, como o controle de temperatura do ar-condicionado e os seletores de modos de condução.

Entre as inovações tecnológicas, o destaque fica por conta do sistema de visão noturna por imagem térmica infravermelha, capaz de detectar o calor de pedestres e animais a até 90 metros de distância. O modelo traz ainda assistente de voz com processamento de linguagem natural, sistema de karaokê integrado com captação de som por quatro zonas independentes e o modo ajustável X-MODE.

O Omoda X foi projetado com 20 cm de altura livre do solo, capacidade de suporte de carga no teto de até 75 kg e limite de reboque de 1.800 kg. Para ampliação do espaço interno de armazenamento, a cabine traz 39 compartimentos porta-objetos distribuídos pela cabine.

Aproveite para conhecer o Omoda 4, chinês que será "pesadelo" para Tera e Creta!

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5 recursos do YouTube Music que o Spotify não tem

O YouTube Music é um forte concorrente do Spotify no mercado de streamings de áudio e tem alguns recursos que não existem no rival. A plataforma tem a vantagem de ser integrada ao catálogo do YouTube para trazer mais versões de músicas e recursos de redes sociais.

Há também uma diferença no modelo de assinaturas: a versão Premium remove anúncios no streaming musical e na plataforma de vídeos, então o YouTube pode ser uma alternativa ao Spotify Premium pela versatilidade.

O Canaltech traz alguns aspectos favoráveis ao streaming do Google:

5 coisas que o YouTube Music tem e o Spotify não

Confira:

  1. Sincronização com o YouTube

  2. Músicas e álbuns que não existem em outros streamings

  3. Pesquisa ao cantar e assoviar

  4. Integração com Google Fotos

  5. Comunidades de fãs

1. Sincronização com o YouTube

A mesma conta do YouTube é usada para o Music, então a ferramenta consegue analisar o gosto musical dos vídeos para criar recomendações personalizadas. O app também pode sugerir vídeos e apresentações ao vivo para aumentar o leque de sugestões.

2. Músicas e álbuns que não existem em outros streamings

A integração com o YouTube também permite acessar o imenso catálogo de músicas na plataforma, incluindo faixas que não estão no Spotify e outros serviços. É uma oportunidade para ouvir álbuns raros ou versões ao vivo diferentes dos acervos convencionais. 

3. Pesquisa ao cantar e assoviar

Você está com uma música na cabeça, mas não lembra o nome? Basta abrir a pesquisa do YouTube Music, cantarolar ou assoviar a melodia e receber o resultado correspondente.

O Spotify não tem função parecida, mas permite encontrar faixas a partir de trechos da letra.

Cantarolar música YouTube Music

4. Integração com Google Fotos

O YouTube Music tem uma retrospectiva anual com as faixas mais ouvidas e conta com um detalhe interessante: é possível vincular a conta do Google Fotos para ter imagens da própria galeria nos resultados da experiência. 

5. Comunidades de fãs

As comunidades de artistas do YouTube Music são um recurso de rede social para conectar fãs. Similar aos fóruns do Reddit, é possível receber novidades e compartilhar discussões sobre bandas favoritas.

Comunidade YouTube Music

E o oposto? Confira recursos que o Spotify tem e não existem no rival YouTube Music.



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Fechaduras digitais operam com baterias e permitem gestão de acesso

A substituição de chaves físicas por sistemas eletrônicos de travamento altera a rotina de controle de entrada em residências e estabelecimentos comerciais. Em vídeo no canal Canaltech Eletro, a apresentadora Amanda Abreu detalhou os aspectos técnicos, funcionais e de segurança desses dispositivos, que operam por meio de biometria, teclados numéricos, cartões de aproximação e aplicativos para smartphones.

Métodos de segurança e controle de permissões

Diferente das fechaduras mecânicas tradicionais, os modelos digitais dispensam cilindros externos vulneráveis a ferramentas de abertura forçada, como michas. Os equipamentos também contam com protocolos de criptografia na transmissão de dados para impedir manipulações eletrônicas nos circuitos de validação.

No aspecto operacional, o gerenciamento de permissões permite configurar acessos individualizados para diferentes usuários. O sistema possibilita cadastrar senhas temporárias com restrições de dias da semana e faixas de horário específicas para prestadores de serviços ou visitantes.

Amanda Abreu destacou a precisão desse controle no dia a dia: "você vai conseguir criar uma senha específica para aquela pessoa que funciona em dias específicos e em alguns casos até em horários específicos". Caso o código seja inserido fora da janela programada, o mecanismo não executa o destravamento. O registro individual também serve para monitoramento, permitindo identificar o responsável pela abertura: "eu tenho uma senha específica justamente para isso, então quando eles colocam a senha, eu sei quem entrou", explicou.

Autonomia energética e redundância operacional

A alimentação dos dispositivos é independente da rede elétrica predial, ocorrendo por meio de pilhas alcalinas ou baterias recarregáveis instaladas internamente. O sistema de monitoramento emite alertas sonoros e notificações pelo aplicativo com semanas de antecedência quando a carga atinge níveis residuais próximos a 30%, permitindo a substituição preventiva dos componentes.

Caso o esgotamento ocorra antes da troca, as fechaduras contam com terminais externos de emergência, no padrão USB ou USB-C. Esse conector recebe corrente temporária vinda de um carregador portátil (power bank) ou smartphone compatível, fornecendo a energia necessária para a digitação da senha ou leitura biométrica.

Em relação aos métodos de liberação, o mercado disponibiliza opções apenas numéricas ou integradas a sensores de impressão digital. Conforme Amanda Abreu, "se você puder optar pelos modelos que têm digital mesmo, o desbloqueio é mais direto", embora os modelos por digitação de código garantam a mesma independência de chaves metálicas.

Confira também 5 melhores fechaduras inteligentes com instalação fácil para comprar em 2026  e saiba se vale a pena comprar fechadura digital barata na internet ou é perigoso?

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Motorola Signature 27 conta com Snapdragon 8 Elite e 7 anos de suporte

Em vídeo no YouTube, os apresentadores Adriano Ponte e Amanda Abreu comentam o lançamento do Motorola Signature 27 e analisam a proposta técnica do modelo. O dispositivo integra o portfólio de aparelhos de alto desempenho da fabricante, operando com o processador Snapdragon 8 Elite Extreme Gen 6, construído em litografia de 2 nanômetros, e suporte oficial ao sistema operacional GrapheneOS.

A estrutura do chassi adota alumínio, módulo de câmeras traseiro em cerâmica e acabamentos desenvolvidos em parceria com a Pantone, além de proteções certificadas pelas normas IP68 e IP69 contra poeira e jatos de água em alta pressão.

Engenharia das câmeras e gerenciamento térmico

A configuração externa das lentes atende aos requisitos mecânicos de acomodação do conjunto fotográfico, composto por um sensor principal de 50 MP, uma lente ultra-angular de 50 MP e uma teleobjetiva periscópica de 200 MP voltada para aproximação ótica apoiada por algoritmos de inteligência artificial.

Ao analisar a estrutura interna necessária para o componente, Adriano Ponte explica a relação entre o chassi e as peças: "Independente do design, tem um componente ali que ocupa esse espaço. A câmera vai para o lado, ocupa espaço dentro do aparelho". A reprodução de áudio é equipada com alto-falantes estéreo calibrados pela marca dinamarquesa Bang & Olufsen.

Para controlar as temperaturas do processador durante cargas de trabalho prolongadas, o projeto conta com um sistema de resfriamento redimensionado com materiais condutores de calor. Em relação à autonomia energética, informações técnicas indicam o emprego de uma bateria de silício-carbono com capacidade de 7.000 mAh, composição química que amplia a densidade de carga sem elevar a espessura física do aparelho.

Sobre o impacto da bateria frente ao segmento de dispositivos móveis, Amanda Abreu avalia:

"Se tiver esses 7.000 mAh, a Motorola pode pegar uma pá e enterrar com carinho todos os outros rivais do mercado".

Ciclo de atualizações e longevidade

A política de suporte estipula um ciclo de sete anos de transições do sistema operacional e envios regulares de pacotes de segurança. Ao debater a durabilidade do equipamento e a substituição da bateria como peça consumível ao longo do tempo, Adriano Ponte aponta a extensão do ciclo de vida: "Você está com um telefone com uma garantia de quase uma década de software. O aparelho vai funcionar por mais sete anos". O cronograma de distribuição internacional e a confirmação de venda do produto no mercado brasileiro não foram informados pela fabricante.

Leia também: Motorola Signature 27 ganha suporte a sistema Android ultrasseguro

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Por que o Google está cortando acesso dos assinantes básicos aos seus modelos de IA?

O Google mudou drasticamente os planos de IA da empresa: o acesso à versão Pro dos modelos do Gemini ficou restrito aos níveis AI Pro e AI Ultra. Dessa forma, contas gratuitas e assinantes do plano AI Plus (o mais barato da empresa) não conseguem acessar a tecnologia mais avançada da Big Tech.

A mudança frustrou assinantes porque o plano básico era frequentemente oferecido com testes gratuitos. Mesmo com limites de uso bem menores do que os níveis superiores, ainda era possível usar a variante Pro do Gemini para tarefas mais complexas.

O Google não comenta oficialmente a decisão, apenas informa que os modelos Flash-Lite e Flash serão disponibilizados “para oferecer velocidade e inteligência”.

Por que o Google limitou o acesso às IAs mais poderosas?

A principal hipótese por trás da mudança é uma forma de limitar os gastos computacionais: um modelo como o Gemini 4 Argon, por exemplo, é capaz de executar tarefas muito complexas, mas isso vem acompanhado de um consumo excessivo de hardware e infraestrutura dos data centers.

Reduzir a quantidade de pessoas com acesso a essa tecnologia é uma forma de poupar o consumo. Além disso, a versão Pro fica restrita a planos mais caros para equilibrar as despesas: o AI Pro custa a partir de R$ 96,99 por mês e o AI Ultra a partir de R$ 779,90 por mês.

Vale lembrar que o Google já mudou o funcionamento dos limites de uso em 2026. Antes, a empresa tinha uma quantidade fixa de comandos, mas adotou um sistema que cobra os limites pelo uso computacional. Ao atingir o limite do plano, é necessário aguardar cinco horas até as franquias serem restauradas.

O ajuste se tornou um padrão no mercado de IA para se adequar aos prompts com agentes autônomos, visto que podem desempenhar tarefas longas a partir de um simples comando. 

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Mudança é esperada no mercado

A estratégia do Google também pode ser interpretada como um reposicionamento no mercado após atrair usuários aos planos pagos de IA. Em entrevista ao Canaltech, o diretor acadêmico da FIAP, John Paul Lima, explica que a postura é similar à de outras empresas do segmento e até de streaming para angariar clientes e depois reajustar benefícios:

“Primeiro tenta popularizar a ferramenta, então coloca valores mais baixos de investimento do usuário. Depois de um tempo, disponibiliza novos modelos, faz downgrade de alguns mais simples e incentiva o usuário que realmente usa a ferramenta a pagar mais caro por outros modelos”.

Lima também reforça que os clientes ficam sujeitos a mudanças inesperadas porque assinam os termos de serviço na aquisição. “A gente assina um contrato e o contrato diz que eles podem fazer essas movimentações. Isso acaba, de certa maneira, prejudicando um pouco a experiência do usuário”, completa.

Cada plano dá acesso a quais modelos?

A variante Pro dos modelos fica disponível apenas para assinantes dos níveis Google AI Pro e Google AI Ultra (mas pode usar as variantes Flash-Lite e Flash quando necessário). O plano AI Plus consegue usar apenas as versões Flash-Lite e Flash.

Curiosamente, a Google informa que contas gratuitas podem usar a variante Pro em alguns casos. “Prompts que exigem raciocínio aprofundado podem usar o Flash ou o Pro”, revela a página de suporte.

Os novos termos começaram a valer no dia 09 de outubro para novos assinantes e mudam a partir de 13 de novembro para assinaturas mais antigas. 

Saiba as diferenças entre os planos de IA do Google.

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BWM oferece fortuna para colaboradores pedirem demissão; saiba mais

A BMW iniciou um plano global de demissão voluntária, que oferece indenizações de até 650 mil euros (cerca de R$ 3,6 milhões) para funcionários que concordarem em deixar a empresa. A medida vem para eliminar 8 mil postos de trabalho até o fim do ano que vem como parte de uma reestruturação financeira para reduzir custos operacionais na Alemanha e nas operações globais.

Os valores das indenizações variam conforme a idade, o tempo de serviço e a remuneração de cada profissional — segundo o site Carscoops, alguns funcionários receberam propostas de pagamento cujos valores chegaram aos seis dígitos.

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A montadora também criou o incentivo "Turbo Bonus", um extra para incentivar que os funcionários formalizem a saída até 31 de março de 2027. Os desligados podem optar por receber o montante integral à vista, em parcelas ou revertido para previdência e apólices de seguro.

Demissão na BMW

A iniciativa vem em resposta à necessidade de cortar custos sob a gestão do CEO Milan Nedeljkovic, que busca economizar 1 bilhão de euros anuais a partir de 2028. O movimento ocorre após a fabricante registrar queda de 6,3% nas entregas globais no terceiro trimestre, impulsionada por uma retração de 24,8% nas vendas no mercado chinês.

O plano de corte busca elevar a margem operacional da BMW de 3% para 5% até 2028, projetando atingir até 10% na década de 2030. Paralelamente à redução do quadro de pessoal, a montadora alemã mantém o cronograma de lançar 40 modelos novos ou renovados até o final de 2027, incluindo o inédito i3 e a nova geração do sedan Série 3.

Aproveite para conferir nossa matéria que explica por que a BMW não quer carro que "dirige sozinho"!

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Psychologist found the first corporate psychopath—a 17th century Dutch mutineer

The concept of a corporate psychopath is eerily recognizable, depending on your work history. It’s also notoriously misunderstood. The archetype of the manipulative, self-serving manager has regularly resurfaced in popular culture for decades, but concrete evidence supporting the wider concept is debatable. For example, a research study went viral in 2016 after estimating upwards of 1-in-5 business employees fit the “psychopath” bill, only to be retracted two years later. Additionally, psychiatrists widely agree that only about 1 percent of the general population truly can be considered clinically psychopathic.

That said, many of the people determined to claw their way to the top of the company ladder display at least some of the trademark psychopathic behaviors. Many theorists have convincingly argued this has a lot to do with corporate capitalism’s foundational principles, which leave it easily exploited by the most ruthless and manipulative among us.

Clive Boddy, one of the world’s foremost investigators of corporate psychopathy, recently took this idea to its logical historical conclusion. In a study recently published in the Asian Journal of Business Ethics, Boddy reviewed one of toxic corporate leadership’s earliest documented examples—and he makes today’s nightmare coworkers sound tame in comparison.

Who was Jeronimus Cornelisz?

Meet Jeronimus Cornelisz, an all-time contender for World’s Worst Boss. According to archival accounts, the 17th century Dutchman Cornelisz embodied every core corporate psychopath characteristic over 400 years ago while working for the conglomerate that started it all: the Dutch East India Company.

Established in Amsterdam in 1602, the Dutch East India Company is arguably the world’s first multinational, shareholder-owned company. It quickly amassed enough funds and power to rival most sovereign countries through the import and export of spices, tea, luxury items, coffee, wine, and enslaved populations. The Dutch East India Company eventually exerted enough influence to wage its own wars, mint its own currency, form colonies, as well as arrest and execute convicts.

All of this was made possible through a vast fleet of ships,but even the best outfitted vessels sometimes fell afoul of nature. In June 1629, a Dutch East India Company’s flagship called Batavia collided with a reef off the Western Australian coast. Nearly 300 survivors made it to the nearby island shores, but their remote location ensured they wouldn’t survive without help. The ship’s senior officers soon set off in an open longboat on a 1,900-mile journey to present-day Jakarta, then the Dutch East Indies’ capital. Before leaving, they appointed under-merchant Jeronimus Cornelisz to the top corporate position in their absence.

An illustration from 1647 depicting survivors being transferred from the wrecked Batavia to nearby islands in the ship's boats. Credit: Wikimedia Commons
An illustration from 1647 depicting survivors being transferred from the wrecked Batavia to nearby islands in the ship’s boats. Credit: Wikimedia Commons

Mutiny, murder, and malignant narcissism

Unbeknownst to Batavia’s departing senior crew, Cornelisz had already spent weeks scheming on ways to incite a mutiny. The plan was to take control of the vessel then steer its copious stores of gold and silver to a new life. Cornelisz apparently viewed getting marooned as an inconvenient detour, and quickly got to work on his hostile takeover.

According to firsthand accounts, Cornelisz immediately consolidated power by swapping fellow council members with loyalists and requiring them to pledge an oath of allegiance to him. Next, he tricked suspected opponents under the direction of a soldier named Wiebbe Hayes to search a nearby island for supplies, then left them to die.

Although his revised plan required any impending rescue ship, Cornelisz’s ultimate goal remained the same—get as far away as possible, then start his own kingdom using riches plundered from Batavia. Over the ensuing months, Cornelisz directed his gang to kill more than 100 of the shipwrecked men, women, and children. Cornelisz often justified the murders under the pretense of conserving food and water, when in actuality he was continuing to eliminate perceived threats. Meanwhile, some of the surviving women were subjected to sexual abuse.

However, Cornelisz underestimated his abandoned compatriots. As the operatically psychopathic Cornelisz terrorized his group of survivors and scrounged for supplies, Hayes’ team reportedly discovered freshwater wells and hunted local wallabies, seals, and fish. The two sides subsequently squared off on multiple occasions after learning of each others’ continued existence until a rescue ship finally arrived in October 1629. After nearly three months, only about a third of Batavia’s original passengers and crew were left.

The stern section of the Batavia hull and reconstructed gateway, both housed in the Shipwreck Galleries in Fremantle, Western Australia. Credit: Wikimedia Commons
The stern section of the Batavia hull and reconstructed gateway, both housed in the Shipwreck Galleries in Fremantle, Western Australia. Credit: Wikimedia Commons

Cornelisz receives his company review

Management ultimately decided Cornelisz wasn’t internal promotion material, even by Dutch East India Company standards. Nearly everyone involved in his reign of terror was executed. As for Cornelisz and his closest loyalists, authorities eventually hanged them, but not before cutting off their hands.

The tragedy of the Batavia is an admittedly extreme case study, but Boddy argued that it illustrates how corporate structures have facilitated and encouraged psychopathic behaviors since the invention of the corporation itself.

“The same playbook we see in toxic workplaces today appears in this case from 1629,” he said. “He removed opponents, rewarded loyalists, created fear, manipulated followers and pursued power at any cost.”

A corporate (psychopath) case study

In recent years, some historians have expressed doubts about details in the Batavia saga after reviewing available evidence and recontextualizing cultural dynamics. Instead of focusing on the machinations of a single ruthless corporate psychopath, they contend Batavia is more accurately a case study in group desperation. But even when viewed under this lens, the chilling event is still a cautionary tale about corporate capitalism’s darker underpinnings.

“Perhaps the most striking finding is that another leader facing the same circumstances achieved completely different outcomes,” Boddy said. “This was effectively a natural experiment in leadership. One group prospered while the other descended into murder and abuse.”

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