Por meio da Central de Controle (Control Center) do Mac, você pode acionar diversas funções do sistema — como capturar a tela, ativar o Bluetooth e escolher um modo de Foco.
Por padrão, a Apple pode mostrar sugestões de controles sempre que você abrir a galeria da Central de Controle. Porém, você pode facilmente desabilitar isso. Veja como! 👨💻
Após 22 anos de exibição (e um longo hiato), Bleach finalmente chegará ao fim. O anime, produzido atualmente pela Pierrot Films — de Chainsaw Man: O Filme - Arco da Reze — mostrará a conclusão da batalha entre os ceifadores de alma, Arrankars e demais aliados contra as forças de Yhwach.
Dividida em quatro arcos, a saga Thousand-Year Blood War adapta o encerramento da narrativa e apresenta as maiores ameaças que Ichigo e seus amigos enfrentaram. Os Quincies e seu líder buscam reescrever as leis naturais do mundo e isso envolve destruir tudo e recomeçar do zero.
Após a invasão da Sociedade das Almas, o conflito dentro do Palácio do Rei das Almas e uma verdadeira guerra que envolveu todos os personagens da obra, o grande vilão está a um passo de conquistar seus objetivos. Porém, enquanto houver forças, o protagonista lutará para “reverter o destino”.
Não daremos spoilers do que ocorreu no episódio 49: A Lâmina, transmitido na última segunda-feira (19), mas vale notar que muita coisa mudou da versão original e a garantia é que a grande conclusão trará aspectos diferentes dos vistos no mangá. Logo, há muita expectativa pelo capítulo final.
Para te ajudar a não perder nem um instante do fim da trama, hoje o Canaltech conta que horas vai passar o último episódio de Bleach e como você pode assistir no Brasil.
Quando será transmitido o fim de Bleach?
Embora o anime tenha integrado a grade de produções exibidas durante a última temporada, o fim do combate contra Yhwach teve um adiamento pela Pierrot Films. Se antes o público veria o encerramento ainda em setembro, agora temos os capítulos decisivos na metade final de outubro.
Enquanto o episódio 49 foi apresentado nesta semana, o 50º e último da animação vai passar na segunda-feira (26). Você poderá acompanhar a parte final da história de Ichigo Kurosaki a partir das 12h30, no horário de Brasília, e o capítulo estará disponível no Disney+.
Apesar de já ter sido estabelecido, vale lembrar que há reincidência de atrasos e problemas de transmissão. Na prática, apenas na quarta parte de Bleach: Thousand-Year Blood War já foram vistos erros na legenda, atraso para a estreia dos episódios e outras anormalidades que geraram críticas e reclamações.
O objetivo é assistir ao fim do anime no horário estabelecido, mas pelo histórico não será recomendável contar com uma transmissão “comum”. Os fãs estarão lá no primeiro instante em que a obra será liberada, mas o ideal é deixar passar um tempo e ver com calma posteriormente — para evitar estresse e problemas.
Quanto tempo terá o último episódio de Bleach?
Ainda que todos os capítulos de Bleach tenham cerca de 20 a 25 minutos, não foi revelada a duração do episódio final. Neste aspecto, podemos esperar pelo básico ou algo um pouco mais extenso — como o anterior, que teve 27 minutos.
Alguns animes reservam um tempo maior para o “grand finale”, como a exibição dupla para mostrar mais elementos extras. Isso já ocorreu com Demon Slayer - Kimetsu no Yaiba e Jujutsu Kaisen. A terceira parte de Thousand-Year Blood War também fez isso.
Contudo, foi declarado anteriormente pelo serviço que seriam dois episódios mostrados em sequência — e não apenas um mais longo. Dito isso, é possível que seja uma experiência mais contida e feche as pontas soltas sobre o destino dos personagens.
Transmissão pelo Disney+
É importante ter em mente que, oficialmente, o Disney+ é a única companhia que possui os direitos de lançar Bleach no Brasil. É na plataforma de streaming do Mickey Mouse que você verá a história acabar — assim como todo o arco de guerra contra os Quincies.
Não há qualquer previsão para Thousand-Year Blood War chegar em outros serviços, principalmente a tempo do episódio final. É possível que, um tempo depois, a VIZ Media (que detém os direitos no Ocidente) abra parcerias com outras, porém isso pode demorar a acontecer.
O fim de Bleach
O episódio 50 mostrará os eventos apresentados no mangá Bleach #74, com o encerramento do embate contra Yhwach e como isso define o futuro de cada um dos heróis e vilões. A obra original foi concluída em 2016 — o que mostra que se passaram 10 anos desde que a trama de Tite Kubo foi encerrada.
A publicação da Weekly Shonen Jump terminou, mas o artista nunca escondeu que deseja voltar a esse universo. Em 2021, o autor escreveu um One-Shot (história de um capítulo só) chamada de “No Breathes from Hell” e indica uma futura sequência para a história.
Não apenas isso, um spin-off chamado Burn the Witch foi lançado em 2018 e mostra como eventos paranormais são controlados no Reino Unido. Este já foi adaptado para anime em 2020 e manteve a chama da Sociedade das Almas acesa para muitos fãs, mas não há sinais de como ele prosseguirá.
A esperança do público é ver um episódio especial — assim como MY HERO ACADEMIA teve — para No Breathes from Hell. Contudo, nem Tite Kubo nem a Pierrot Films anunciaram algum projeto que traga seus eventos para a animação.
O aplicativo Relógio (Clock) foi expandido há algum tempo para Macs, permitindo que usuários confiram os relógios de várias localidades ao redor do mundo, configurem alarmes, cronômetros e também timers.
No caso dos temporizadores, o app para computadores permite iniciar um usado recentemente sem precisar fazer isso manualmente nem pedir à Siri, bastando usar a barra de menus.
With so many smartphone apps in the modern age locked (or partially locked) behind paywalls, it’s important to grab the free ones when they become available—and on rare occasions, it’s the biggest software companies on the planet offering apps free of charge. Adobe Premiere for iOS launched back in September 2025, and a year later, we got Adobe Premiere for Android too. You don’t need an Adobe account or a subscription to use these apps (unlike the desktop equivalents)—the only paid components are credits for AI image and video generation, if you want to use those tools.
With these apps available, there’s really no excuse for sharing sub-standard video. You get a wealth of editing features right on your mobile screen, all optimized to suit the smaller display and the more limited capabilities of a phone versus a full computer.
We’re going to concentrate on the Android app here, as it’s the one most recently launched, but the features are the same on the iPhone too. You can even use Premiere across multiple Android and iOS devices.
The video editing timeline
A wealth of edits and filters can be applied from the timeline. David Nield
It’s easy enough to get started with Premiere: From the main screen, tap the + (plus) button to choose a saved video clip or image to use as the starting point for a new project, or select New blank project. Either will take you to the timeline view, and you can then use the + (plus) button on the timeline to load in more content.
The layout is going to be familiar if you’ve used a video editor before. Photos and videos make up the main timeline, and if you select them, you get handles around them—use these handles to shorten or lengthen the clips. Select a video on the timeline, then tap Split to cut it in two at the current playhead position (that’s wherever the long vertical white line is in the timeline).
Your video project is previewed above the timeline, and you can use the playback controls to go backward and forward through it. The other options you’ll see on the toolbar include Audio (for dropping in a voiceover or some stock music), Text (for titles and overlays), and Generate (for producing generative AI content). You can also select Files to load local files (such as audio snippets) from your phone.
Select anything on the timeline to get more options for it. For a video clip, these will include Retime (for changing the speed of a clip or freezing it), Filters (for adjusting the look of a clip), Effects (tweaks like glows or shakes), and tools to mirror, flip, or duplicate whatever you’ve got selected. To change transitions, tap on the borders between scenes.
Then there are the generative AI tools, which you can get to by tapping on the Generate button underneath the timeline. This part of the app requires an Adobe account—the account itself is free, but you’ll be restricted in terms of your AI usage before you have to start paying for credits.
Working with templates
Templates and export options are easy to access. David Nield
If you want a quicker, easier way to make content, there are plenty of ready-made templates to use. You’ll see these on the front screen, under headings like Lifestyle and Beauty. Tap on a template to view it, then choose Use this template to start making it your own.
Making it your own means picking images and videos from your phone’s library to add to the template you just viewed. As you make your selections, you’ll see the template slots fill up underneath (you don’t have to use all of them)—when you’re done, choose Next to see the finished product.
This will have the same transitions, timings, titles, and audio as your template, and if you’re happy with that, then tap Export to send the video somewhere else. There are some basic editing tools here as well: Select one of the images or videos you’ve dropped in, and you can trim them or replace them with the buttons at the bottom.
To customize the clip even more, choose Full editor to return to the fully featured interface we looked at above, complete with filters, effects, and everything else. Note that once you’ve converted your template-based video to work with the full timeline interface, you can’t go back into template mode with the same project.
It’s an app that works well for quick video creations and more detailed projects you want to do on your phone, and you’ll also get numerous settings (resolution, frame rate, quality) when it’s time to export your work. If you do sign up for an Adobe account and pay for the Creative Cloud suite, you can easily sync your projects with Premiere on the desktop.
Instacart shares jumped 10% in the final minutes of regular stock market trading Friday following The Information’s report that the delivery app company is in talks to sell itself.
Shares in the company closed at $56.44.
Instacart has been working with an investment bank to weigh its options and ...
Instacart is in talks to sell itself in a transaction that would cap the grocery delivery app’s 14-year run as a standalone company.
Currently valued at $12 billion, Instacart has been working with an investment bank to weigh its options and held at least preliminary conversations with DoorDash and Uber, according to people familiar with the matter, though talks with Uber are not ongoing, according to a person close to Uber. The potential buyer would acquire one of Silicon Valley’s best known consumer companies, which became a lifeline for many Americans during the Covid-19 lockdown.
Lembra da sonda Voyager 1, da NASA? Segundo cálculos da agência, em 18 de novembro, esta viajante espacial deve atingir a marca simbólica de um dia-luz de distância da Terra, tornando-se o primeiro objeto de origem humana a conseguir o feito — o que é surpreendente, afinal, a física atual desconhece algo mais rápido que a velocidade da luz.
Em outras palavras, a Voyager 1 está tão longe que os sinais de rádio emitidos por ela — que, vale lembrar, foi lançada há quase 50 anos para explorar o Sistema Solar — vão levar mais de 24 horas consecutivas para percorrer o meio interestelar e alcançar os receptores em nosso planeta. Para completar, há quem considere que é mais importante quando a Voyager 1 estiver a um dia-luz do Sol. Confuso?
É que, no momento, a Terra está no ponto da sua órbita em que fica mais longe, em média, da Voyager; portanto, por mais curioso que pareça, a espaçonave está mais de 80 milhões de quilômetros mais perto do Sol do que de nós, ou seja, seus sinais chegam primeiro na estrela. Por outro lado, ainda iria demorar mais dois meses para ficar a um dia-luz do Sol.
Também é interessante considerar que a marca de um dia-luz ilustra, e muito bem, como é a dimensão das distâncias cósmicas: não é fácil imaginar de forma concreta que a estrela mais próxima do Sol está a 4,3 anos-luz de nós. Por outro lado, fica mais simples se considerarmos que a espaçonave mais rápida criada pela humanidade levou quase meio século para percorrer uma fração desta distância.
Voyager 1
Lançada no final da década de 1970, a missão Voyager revolucionou a astronomia — inclusive, alguns consideram que as Voyager 1 e 2 foram mais importantes para a ciência do que os pousos tripulados na Lua do programa Apollo. Ao longo de suas jornadas, elas revelaram a atividade vulcânica de Io, o oceano oculto na lua Europa e as complexidades das luas de Saturno.
E eis que, em 2012, a Voyager 1 passou a desbravar a região fora do Sistema Solar, tornando-se a primeira espaçonave interestelar. Mas, antes, ela recordou suas origens (literalmente!), já que “olhou” para trás e tirou fotos que fizeram história. Uma delas mostra a Terra como um “pálido ponto azul” no espaço, e a outra é um retrato de família do nosso sistema.
Hoje, as Voyager seguem coletando dados do espaço interestelar e medindo suas características, como densidade, e enviando as informações para a Terra com os instrumentos que ainda estão ativos. Claro, houve alguma discussão sobre encerrar as operações delas em solo, mas ambas continuam enviando dados científicos interessantes — e devem seguir na ativa por mais algum tempo.
O YouTube reformulou a página inicial no app para celulares e agora deixa cada pessoa montar o próprio feed com frases simples. Além de listar categorias tradicionais, como músicas e filmes, a ferramenta tem um espaço para descrever quais sugestões você quer receber.
O novo visual concentra as categorias no topo da tela e coloca a aba de canais inscritos entre as primeiras opções. Para personalizar o feed, basta selecionar o ícone de “+” e enviar um comando em linguagem natural, como “podcasts para um deslocamento de 30 minutos”.
A empresa reforça que é possível fixar mais de uma lista de sugestões na tela inicial, então o aplicativo fica ainda mais personalizável para atender aos interesses de cada pessoa. Os feeds são sincronizados entre dispositivos para carregar o progresso entre PC e celular — a versão para computadores, inclusive, foi lançada no mês passado.
Por enquanto, o feed personalizável está disponível apenas nos Estados Unidos para pessoas com mais de 13 anos, histórico de visualizações habilitado e que usam o app em inglês.
Mais IA no YouTube
O recurso do feed é mais um item para o conjunto de ferramentas com IA generativa no YouTube. A plataforma também possui o recurso Ask para proporcionar uma busca mais inteligente: além de retornar com vídeos sobre o tema original, o app mostra fragmentos de textos e destaca trechos específicos em clipes com respostas ao prompt.
As redes sociais ficaram repletas de memes nas últimas semanas em que figuras famosas são inseridas em vídeos populares. A tendência usa IA para trocar os personagens e ainda manter a alta qualidade de imagem.
Alguns dos exemplos mais famosos são a comemoração do jogador de futebol Enzo Fernandez durante a Copa do Mundo e uma apresentação do grupo de hip-hop Migos. A proximidade do segundo turno das eleições também rendeu clipes com políticos brasileiros.
A seguir, o Canaltech explica o procedimento por trás dos vídeos virais:
Como os vídeos funcionam?
Os clipes usam uma tecnologia chamada Motion Swap ("troca de movimento", em tradução livre), no qual a IA identifica o personagem principal e substitui o movimento por outra pessoa. O recurso também pode ser usado para trocar cenários ou a roupa dos elementos envolvidos, por exemplo.
Após enviar uma foto da pessoa que será inserida no vídeo, a ferramenta gera várias imagens estáticas do mesmo modelo e depois cria um vídeo com o novo personagem em 3D. É comum que os apps também ofereçam uma galeria de templates prontos para evitar o trabalho de redigir prompts extensos.
Quais ferramentas são usadas?
Algumas das plataformas mais populares para a tarefa sãoAusar.ai, Creathoon e a brasileira Real Oficial. As ferramentas não usam um único modelo específico: na verdade, recorrem a modelos de vídeo e imagem de diferentes empresas e escolhem a melhor opção para cada tarefa.
O Ausar.ai, por exemplo, menciona modelos da Seedance, Kling, OpenAI e outras empresas do mercado de IA.
É gratuito?
Não. As plataformas mencionadas criam vídeos e imagens com base no consumo de créditos obtidos por planos pagos. Como esse tipo de criação exige muito poder computacional e consumo de tokens de IA, os vídeos ficam restritos a planos pagos.
Cuidado com os deepfakes
Os vídeos chamam a atenção por preservar os detalhes das fotos enviadas, mas também há um alerta para o uso em deepfakes — tentativas de golpes ou de constranger uma pessoa com conteúdos criados por IA.
Os clipes em questão funcionam como memes, mas é importante ter cuidado ao gerar e publicar conteúdos do tipo nas redes sociais.
O fim de semana chegou e os jogos grátis podem ser a oportunidade para trazer diversão nos próximos dias — principalmente se você já gastou todas as economias na pré-venda de The Legend of Zelda: Ocarina of Time ou de GTA 6.
Um dos maiores destaques disponíveis gratuitamente entre esta sexta-feira (23) e o domingo (25) é Dying Light 2: Stay Human - Reloaded Edition. São mortos-vivos, mapa aberto e muitos locais para explorar e garantir a sua sobrevivência neste mundo apocalíptico.
Esta é a versão completa da obra da Techland, que inclui todo o pacote Reloaded e também o DLC Bloody Ties. Ainda será possível curtir a aventura com os seus amigos, já que o multiplayer continua ativo e permite reunir até 4 jogadores.
Dying Light 2: Stay Human - Reloaded Edition foi liberado gratuitamente no Dias para Jogar de Graça do XBOX, mas a Microsoft exige que o usuário tenha a assinatura do Game Pass para acessá-la. Além disso, ele está com um desconto de 80% na plataforma — caso queira comprá-lo para continuar a sua jornada depois.
O jogo grátis deste fim de semana se passa 15 anos após o apocalipse zumbi. Cidades caíram e você terá de buscar sobreviventes e grupos para ajudar e ser ajudado. Porém, há diversas ameaças que os jogadores encontrarão em Dying Light 2 - Reloaded Edition.
Vale notar que, apesar de Dying Light: The Beast ter seu desenvolvimento finalizado recentemente, DL2 continua em atividade e receberá novas atualizações. O primeiro recebe conteúdo até os dias atuais, 11 anos após seu lançamento, então é esperada uma vida longa para o título de 2022.
Confira mais jogos grátis do fim de semana, com opções para o XBOX,Nintendo Switch/Switch 2 e PCs.
5. Riders Republic
Se você busca esportes radicais, competições e muito estilo, Riders Republic é o jogo grátis que procurava neste fim de semana. A experiência da Ubisoft traz ciclismo, skate, motocross e ski de forma inovadora, com manobras sinistras e a presença de um vasto lobby online.
Disponível no XBOX, não é necessário ser assinante do Game Pass para aproveitar a adrenalina. Inclusive, vale notar que o título completa 5 anos de aniversário — o que garante aos jogadores diversos brindes e um show in-game do DJ Henri PFR.
4. Mole Mania
Um clássico cult do Game Boy, Mole Mania foi desenvolvido por Shigeru Miyamoto (pai de Super Mario Bros e The Legend of Zelda) e apresenta o personagem Muddy Mole — um dos mais subestimados de toda a história da Big N.
Na experiência, você terá de resolver diversos quebra-cabeças complexos que envolvem a superfície e os túneis subterrâneos. Vale notar que ele está disponível para todos os assinantes do Nintendo Switch Online.
3. Deadpoly
Já que estamos próximos ao fim do mês, não é de se estranhar que sejam impulsionados games de terror. Em Deadpoly, você verá um verdadeiro teste de sobrevivência arcade contra hordas de zumbis que tentam devorar tudo que encontram pelo caminho.
Para isso, terá de coletar recursos, construir bases e ir atrás de alimentos enquanto evita os mortos-vivos. Com um design “low-poly”, o título pode ser jogado sem custos adicionais até segunda-feira (26) no Steam.
2. Cartomancy Anthology
Ainda que desconhecido para uma boa parcela do público, Cartomancy Anthology é uma coletânea que traz 22 jogos feitos por estúdios independentes com um tema em comum: o tarô. São várias experiências, de vários gêneros e conceitos distintos que vão te entreter entre os jogos grátis do fim de semana.
Por que ele se destaca? Simplesmente por estar gratuito de forma vitalícia para todos que o resgatarem no Steam. Na prática, pode adicionar na sua biblioteca imediatamente e curtir, ou baixar depois para ver as pérolas escondidas dentro do seu vasto repertório.
Um dos grandes RPGs da Capcom atualmente, a linha Monster Hunter Stories permite capturar os principais monstros da franquia para enfrentar outras ameaças. No maior estilo “Pokémon”, você tem de caçar e expandir suas opções para encarar criaturas maiores e mais perigosas.
Os dois primeiros jogos são grátis para os donos de um XBOX e não é necessário ser assinante do Game Pass para aproveitá-los. A história dos dois é interconectada, mas é possível pular diretamente para o segundo — caso queira testar a opção mais “moderna” (já que o original foi lançado inicialmente para portáteis).
Uma tonelada de jogos grátis
É importante ressaltar que a lista não para por aí. A Epic Games Store, por exemplo, disponibilizou Home - A Unique Horror Adventure e Sker Ritual para quem desejar. Uma vez resgatados, eles seguirão de forma permanente em sua conta.
Já os assinantes do XBOX Game Pass podem aproveitar também Let 's Build a Zoo e Tropico 6 entre os jogos grátis deste fim de semana. Isso sem contar o que chegou ao catálogo — que envolve Final Fantasy VII Remake e muitos outros sucessos.
Além de Mole Mania, o Nintendo Switch Online também traz aos fãs os títulos Avenging Spirit e Pinball: Revenge of the Gator. Todos eles podem ser encontrados diretamente no catálogo do Game Boy, basta estar com o aplicativo e o console atualizados.
Se você é assinante da Amazon Prime, também pode conferir no Luna Gaming o jogo Ad Infinitum. Preso entre a sua casa e a Primeira Guerra Mundial, você vai encarar memórias aterrorizantes e um grande trauma nos PCs.
Quando falamos sobre vida fora da Terra, é difícil não pensar em figuras como seres esverdeados e de olhos grandes no Planeta Vermelho. Mas, afinal, de onde surgiu a ideia de que poderia haver vida em Marte? Tudo começou em 1877, quando o astrônomo italiano Giovanni Schiaparelli começou a mapear a superfície deste nosso vizinho e identificou algo curioso.
Em suas observações, ele percebeu que o Planeta Vermelho era coberto por contornos geométricos, com linhas longas, retas e misteriosas; claro que, na época, ele não sabia exatamente o que tinha visto, mas as chamou de “canali”, termo em italiano que, em inglês, foi equivocadamente traduzido para channels, ou canais. E eis que, 15 anos depois, o norte-americano Percival Lowell chegou a uma conclusão parecida.
Embora fosse um amador, ele entrou em contato com dois astrônomos de Harvard e adquiriu instrumentos adequados para observar Marte. Em 1895, ele concluiu que as linhas na superfície de Marte pertenciam a um sistema de irrigação para lá de sofisticado, e mais: o sistema que serviria inclusive para abastecer oásis, os quais seriam responsáveis por regar as plantações dos habitantes do planeta.
Vida em Marte?
As observações de Schiaparelli não foram exatamente convincentes no que diz respeito à presença de vida inteligente em Marte, mas, de fato, houve sim algum ruído na imprensa. O episódio foi resgatado em um livro do jornalista David Baron, que recordou que, na época, a palavra “marcianos” nem era de uso comum. Com o tempo, Marte e os “marcianos” se tornaram ícones de publicidade e, claro, na cultura pop — afinal, quem não se lembra de “Guerra dos Mundos”, que retrata uma fictícia invasão marciana na Terra?
O mais curioso é que, mesmo neste ponto, a ideia de vida em Marte ainda não tinha conseguido muito apoio. Com o tempo, Lowell e seus colegas encontraram novas “evidências” dos supostos canais de irrigação, e aí tudo começou a ficar mais sério — tanto que até o tradicional jornal New York Times publicou um perfil do autor sob o título “Há vida no planeta Marte”.
Seria injusto torcer o nariz para as colocações de Lowell, já que ele realmente acreditava em suas alegações e, com o tempo, as dele e as de Schiaparelli se mostraram infundadas. Hoje, o cenário é outro — tanto que a ciência já conta com a astrobiologia, a área dedicada ao estudo da origem, da evolução e da distribuição da vida pelo universo.
Por isso, cientistas da NASA e de outras agências espaciais seguem, sim, investigando a possibilidade de vida em Marte, mas não esperam encontrar ser vivo nenhum lá atualmente. Na verdade, a ideia é buscar por pistas de possíveis seres que podem ter existido lá no passado, quando o planeta era mais quente e ainda tinha água.
Quer renovar a garagem? Se sim, vale a pena ficar de olho na nova campanha de descontos da Hyundai, que passou a oferecer seu hatch i20 com reduções de até R$ 5 mil em todas as configurações. Com a oferta, o compacto fica mais em conta que o Volkswagen Polo Track 1.0 na versão MPI, que custa a partir de R$ 97.990.
Com os descontos para consolidar o hatch em relação aos concorrentes, a tabela de preços do modelo varia entre R$ 94.990 e R$ 134.990; a maior redução ficou por conta da versão Limited com câmbio manual, que agora sai por R$ 99.740.
As ofertas estão disponíveis na loja da sul-coreana no Mercado Livre e, para aproveitá-las, é preciso ter um usado para a troca. Além disso, dá para financiar as unidades escolhidas em até 12 vezes com taxa zero.
Como é o Hyundai i20
Com 4,13 metros de comprimento, o hatch traz dimensões superiores às do HB20 e porta-malas com capacidade para 346 litros. Além disso, o catálogo do i20 dispõe de duas opções de motorização com três cilindros.
As configurações de entrada trazem o motor 1.0 aspirado de até 80 cv acoplado ao câmbio manual de cinco marchas, enquanto as topo de linha adotam o motor 1.0 TGDi turbo flex de 115 cv e 17,5 kgfm de torque, combinado à transmissão automática de seis velocidades. Segundo dados do Inmetro, o conjunto turbo registra médias de até 14,3 km/l de gasolina em rodovias.
Desde a versão de entrada Comfort MPI, o hatch traz de série seis airbags, painel de instrumentos digital, central multimídia de 10,25” com espelhamento sem fio, acionamento automático dos faróis de LED e chave presencial. As variantes mais equipadas, como a Ultimate, adicionam rodas de 17”, assistentes de condução semiautônoma com recursos como o controle de cruzeiro adaptativo, alerta de ponto cego e frenagem autônoma de emergência.
Uma mudança simples no aplicativo Samsung Members alimentou esperanças sobre a possível chegada do Beta da One UI 9.5. O app, usado para entrar no programa de testes da empresa, mudou um banner para convidar pessoas a uma nova versão experimental da interface.
O ajuste é pequeno, não muda o texto e foca na parte visual, mas pode ser um sinal de novo Beta a caminho. A empresa já distribui a versão estável da One UI 9.0 para diversos celulares e tablets desde setembro, então faz sentido pensar nos próximos passos.
Os primeiros testes internos da One UI 9.5 começaram em agosto, de acordo com vazamentos, mas não há indícios de lançamento de versões ao público. Vale reforçar que a variante “.5” não muda a versão do Android usada como base, mas traz uma série de novos recursos para acompanhar a chegada da nova linha Galaxy S.
Para efeito de comparação, a One UI 8.5 ganhou Beta público em dezembro de 2025 e foi lançada em fevereiro de 2026.
A atualização também pode trazer um novo recurso para criar widgets personalizados com a ajuda de IA. Atualmente, apenas a linha Google Pixel tem a função.
A Apple adicionou abertura física variável e controles manuais de captura no aplicativo nativo de câmera do iPhone 18 Pro e do iPhone 18 Pro Max, permitindo ajustes técnicos avançados sem softwares de terceiros. Equipados com o processador A20 Pro de 2 nanômetros e sensor principal de 48 MP, os aparelhos receberam ferramentas integradas diretamente à interface do sistema. Em vídeo no canal Canaltech, o apresentador Ivo Meneghel Jr. utilizou uma unidade do iPhone 18 Pro Max para demonstrar o funcionamento dos novos recursos.
Diferente da interface adotada no ecossistema Android, em que os comandos manuais costumam ficar concentrados em uma aba exclusiva de foto ou vídeo, a Apple distribuiu as opções técnicas dentro dos modos nativos de captura. Meneghel destacou a aplicação em recursos como retrato e lapso de tempo:
"Ele tem o modo Pro dividido. No Android você não consegue colocar o modo Pro no retrato, não consegue colocar modo Pro no timelapse. Aqui você consegue ter essas configurações a mais dentro de cada modo".
Abertura variável e tempo de exposição
O conjunto óptico da câmera principal de 48 MP traz um mecanismo de abertura física com quatro estágios: f/1.48, f/1.8, f/2.8 e f/4. O ajuste em f/4 eleva a profundidade de campo para manter múltiplos elementos nítidos em um mesmo enquadramento, enquanto aberturas maiores controlam a entrada de luz física e o desfoque óptico. Ao alterar os estágios da lente, o software compensa automaticamente a exposição por meio dos demais parâmetros para preservar a fotometria.
No controle do obturador, os aparelhos operam com velocidades entre 1/16.000 de segundo e 1 segundo. Meneghel apontou que o intervalo mínimo impõe restrições para capturas noturnas específicas:
"Um segundo é pouco. O cara que vai comprar o iPhone 18 não pode de repente querer fazer foto de estrela, não pode querer fazer foto com rastro de carro. Tem celular que faz 30".
Foco manual, balanço e histograma
A interface inclui foco manual assistido por focus peaking, elemento visual que destaca as áreas em foco no enquadramento, além de seleção de lentes e fatores de recorte. Para a calibração de cor, o sistema oferece predefinições de balanço de branco para compensar diferentes fontes de iluminação, como luz de tungstênio e luz solar direta.
Para monitoramento técnico, a linha Pro incorpora um histograma em tempo real com leitura de luminosidade e canais RGB. O aplicativo também traz estilos de imagem com ajustes de textura e granulação configuráveis antes do disparo.
Baterias externas de íon de lítio demandam estabilidade física e química contínua para operar com segurança e evitar falhas como o fenômeno de fuga térmica. Em vídeo no canal Canaltech, a apresentadora Amanda Abreu detalhou os princípios de funcionamento desses componentes, os critérios técnicos para seleção no mercado e os sinais que indicam o momento exato para o descarte do acessório.
A integridade do dispositivo é diretamente afetada por impactos mecânicos causados por quedas, exposição a fontes intensas de calor — como o interior de veículos fechados — ou defeitos de fabricação em produtos sem procedência, que eliminam circuitos de proteção para reduzir custos. Segundo a apresentadora, qualquer alteração estrutural compromete o funcionamento seguro das células.
"Uma bateria ela precisa ter dois pontos que sempre precisam estar em equilíbrio: ela precisa estar quimicamente estável e fisicamente estável", pontuou Amanda.
Com o rompimento dessas condições, os elementos químicos internos entram em degradação e liberam gases, provocando o inchaço visível da estrutura externa. Esse acúmulo contínuo de calor e pressão gera uma reação em cadeia que pode culminar em combustão caso o uso seja mantido.
"Quando o seu powerbank começar a apresentar este tipo de sinal, que é o sinal mais clássico, por favor, esse já é o momento de você descartar", enfatizou a comunicadora, que alertou para a obrigatoriedade de direcionar o material a pontos de coleta de lixo eletrônico para evitar contaminação ambiental.
Eficiência de recarga, protocolos e transporte
A análise técnica também esclarece por que a capacidade nominal informada pelo fabricante não corresponde de forma idêntica à recarga entregue ao smartphone. Como as células internas operam em uma faixa de 3,7 volts e a transferência exige elevação para 5 volts ou patamares superiores, a conversão resulta em perda de energia na forma de dissipação térmica. Esse fator limita o aproveitamento útil a uma média estimada em 80% do total de miliamperes-hora (mAh) do produto.
A eficiência do carregamento depende ainda de protocolos como o Power Delivery e o padrão sem fio Qi2, que gerenciam a comunicação entre os circuitos para mitigar o aquecimento. Por fim, a potência acumulada dita regras de conformidade em viagens aéreas: baterias de até 99 watts-hora (Wh) — limite compatível com a maioria das unidades de 20.000 mAh — têm embarque autorizado na bagagem de mão, enquanto modelos a partir de 100 Wh exigem autorização expressa da companhia aérea.
Doom is much more than a classic, bloodsoaked first-person shooter known for its chaotic action, over-the-top weapons, and challenging boss fights. For some odd (but very enjoyable) reason, it’s served as a benchmark for testing basic computing capabilities for well over 30 years. Name a device——calculators, ATMs, digitally enabled tractors, and even biochips built with E. coli bacteria—and someone has likely coded it to run Doom.
The latest entry in the ever-growing list of Doom compatible contraptions is a double-dose of DIY ingenuity, however. The Linux software engineer known as Miss Molerat recently began tinkering with a pocket-sized medical gadget made specifically to keep track of her menstrual cycle. But unlike many similar commercial products, “Clotty” keeps all personal data strictly on the device itself. It never connects to an external cloud or offloads sensitive information to a company’s servers, thereby preventing any unwanted data harvesting. And it does all this on a custom, uterus-shaped minicomputer running on a Raspberry Pi microcontroller.
Clotty includes a Tamagotchi-like sprite players must maintain and keep happy. Credit: Miss Molerat
“I have one thing that has been bothering me for as long as I’ve been menstruating: despite my cycle being very regular, I somehow manage to get surprised by PMS each and every month anew,” Clotty’s inventor wrote on her website’s blog.
Clotty “does the boring stuff” for her by tracking her period via a Tamagotchi-like digital pet that requires attention and maintenance throughout each month. The pixelated creature’s mood shifts depending on the cycle phase, but it also can go on little quests and offer various minigames in the meantime.
“[It’s] basically some sort of adorably shaped mirror version of my own moods that serves as a reminder that I, too, am just some sort of creature that tries to stay alive and happy,” explained Clotty’s creator.
But why stop there? Clotty is powerful enough to run Doom on its itty-bitty LCD screen, which is thematically perfect given the project’s overarching, bloody motif. This means that, when not keeping up with personal health, a user can also blast through wave after wave of space demons using small onboard sensors.
The inventor admitted that Clotty is still in its “fetal stage,” but she plans to add more features like a menstrual cycle history archive, more games, and even some reproductive health trivia. It’s also a completely open-source project, so anyone can follow her online tutorials and download files for Clotty (and Doom).
Um dos maiores “choques culturais” que as pessoas têm ao trocar o Windows pelo macOS está sem dúvidas relacionado ao atalho de teclado ⌘ commandtab, usado para alternar entre apps no Mac.
No sistema da Microsoft, o comando equivalente é o alttab — que, além de apenas trocar o software ativo no desktop, como é o caso do macOS, também permite que você alterne entre as janelas dos apps abertos e restaure janelas minimizadas.
Embora essas duas funções “extras” do Windows costumem fazer falta para usuários recém-convertidos, essa segunda possibilidade (a de restaurar janelas minimizadas) pode ser especialmente irritante — e é aí que entra a nossa dica de app de hoje, o Command Reopen, entra.
De código aberto, ele faz exatamente o que você espera dele: faz com que as janelas minimizadas do app selecionado sejam restauradas sempre que você usa o comando ⌘tab, e o melhor: sem pedir qualquer permissão ou demandar configurar de um novo atalho de teclado.
Caso o app selecionado não conte com nenhuma janela minimizada, o Command Reopen abre uma nova janela daquele app automaticamente, lhe poupando de alguns bons cliques.
Por se tratar de um app de código aberto, o Command Reopen pode ser baixado gratuitamente via GitHub. Essa edição do utilitário, no entanto, está sempre uma versão atrás da buildpresente na Mac App Store, que sai por uma compra única de R$60 e, ao contrário da versão gratuita, conta com atualizações automáticas. Ambas, no entanto, vem com todas as funcionalidades do utilitário desbloqueadas.
Em vídeo no canal Canaltech, o apresentador Gabriel Rimi analisou a usabilidade e as especificações técnicas do iPhone Air após um período de uso contínuo, estabelecendo comparações diretas com modelos de faixas superiores, como o iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max. O levantamento aborda o equilíbrio entre a redução de massa do chassi e as concessões de hardware exigidas pelo formato compacto.
A diferença de massa corporal configura o principal elemento de distinção entre os dispositivos analisados. Enquanto o iPhone Air registra 165 gramas, o iPhone 18 Pro marca 211 gramas — uma variação de 27,88% — e o iPhone 18 Pro Max chega a 249 gramas, o que representa um acréscimo de 50,91% de peso em relação à versão Air. Rimi destacou o impacto ergonômico decorrente dessas especificações durante o manuseio prolongado:
"O iPhone 18 Pro Max é 50,91% mais pesado que o iPhone Air. Quando você segura um iPhone Pro Max, você está segurando um Air e meio", pontuou o apresentador, ressaltando que o modelo Pro apresenta tela menor que a do Air, mas mantém peso superior.
Autonomia energética e desempenho térmico
As dimensões reduzidas do iPhone Air impõem restrições à capacidade nominal da bateria interna e à condutividade térmica. De acordo com o relato de Rimi, a autonomia do dispositivo atende a rotinas em ambiente de escritório, mas exige recargas complementares ou fontes portáteis durante coberturas operacionais externas e captação contínua de vídeo. O uso combinado com baterias externas magnéticas eleva a massa do conjunto para 280 gramas.
"Ele é quase um celular modular: quando eu preciso de um power bank eu coloco, quando eu não preciso eu uso um celular mais leve", explicou.
No processamento, o aparelho integra o chip A19 Pro, mas registra limitações na sustentação de desempenho sob carga contínua em razão da dissipação térmica restrita, comportamento observado na execução do sistema operacional iOS 27. O projeto do modelo também exclui recursos presentes em linhas tradicionais, como saídas de som estéreo na base e sensor óptico de ângulo aberto (ultra-wide), limitando a captação traseira a uma única lente. Rimi apontou ainda que, em termos de mercado, a aproximação de preço em relação a modelos convencionais como o iPhone 17 torna o fator ergonômico o principal critério de escolha.
A Nintendo realizou uma sessão de demonstração de duas horas de The Legend of Zelda: Ocarina of Time Remake para o Nintendo Switch 2, na Cidade do México. Em vídeo no canal CTup, o apresentador Gabriel Rimi detalhou as impressões sobre o desempenho técnico do hardware, a reconstrução gráfica dos cenários e as mudanças introduzidas na jogabilidade em comparação com a obra original lançada para o Nintendo 64.
A reimaginação do título traz texturas em alta resolução, sistema remodelado de iluminação e estabilidade na taxa de quadros ao longo da exploração do reino de Hyrule. Na análise técnica de objetos e cenários, foram incorporados efeitos de transparência e sinais de desgaste físico em moedas, armas e equipamentos. De acordo com Rimi, a proposta não segue uma cópia direta da estrutura antiga:
"Não é um remake um para um. Ocarina of Time vai ser um jogo que pega o original e amplia ele", afirmou o apresentador, destacando alterações no ritmo dos confrontos e na profundidade da física.
Modificações na jogabilidade e navegação de masmorras
Entre as principais atualizações mecânicas está a inclusão de um comando específico de pulo para o protagonista Link, o que altera a transição entre plataformas e os combates com mira travada. A interface de itens também foi reformulada para o controle do novo console: a alocação anterior por botões direcionais e frontais do controle de 1998 deu lugar aos botões de ombro do aparelho.
"Foi muito fácil selecionar os itens que eu precisei", relatou Rimi ao descrever a dinâmica de manuseio de ferramentas como o arco e flecha.
A navegação na campanha recebeu o suporte de um sistema de tapeçaria, interface visual que registra em ilustrações os eventos superados e exibe os passos seguintes a cumprir. Durante a exploração do Templo da Floresta, focado no combate contra o chefe Fantasma de Ganon, o teste exibiu modificações arquitetônicas pensadas para a usabilidade, como a adição de uma plataforma elevatória que facilita o retorno a salas anteriores caso itens fiquem para trás.
A versão também confirmou a dublagem e os textos localizados em português do Brasil. O recurso de áudio localizado coexiste com a opção de alterar a linguagem para o inglês por meio do menu de configurações. Conforme avaliou Rimi, o trabalho de tradução dos diálogos e da dublagem nacional oferece suporte para a compreensão da história, servindo de porta de entrada a novos públicos sem impedir o acesso à faixa original aos jogadores tradicionais.