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★ iPhone reiniciando sozinho? 6 maneiras de resolver o problema sem perder dados

23 October 2026 at 17:57

Pergunta:

Bom, meu celular começou a reiniciar toda hora, a cada 2 minutos. Achei que fosse a memória, apaguei tudo e não funcionou. Por fim, achei que fossem muitas telas abertas ao mesmo tempo, mas também não era… Não sei o que faço. Comprei esse celular em outubro de 2021.

Relato de um usuário na Comunidade da Apple.

Seu iPhone está reiniciando sozinho, sem aviso? Sem dúvida, é frustrante quando ele reinicia a cada poucos minutos, reinicia durante o uso de um aplicativo ou fica exibindo o logo da Apple repetidamente. Uma reinicialização inesperada pode interromper o uso do aparelho e até impedir que você o utilize normalmente. Esse problema pode ter diversas causas.

Neste artigo, apresentamos seis maneiras de resolver o problema de um iPhone que reinicia sozinho, desde soluções básicas até o reparo profissional do sistema iOS.

Por que o iPhone reinicia sozinho?

Entender as possíveis causas desse problema ajuda a escolher a solução mais adequada. Confira os principais motivos:

  • Falhas no iOS: erros no sistema ou arquivos corrompidos podem provocar reinicializações inesperadas.
  • Falhas nas atualizações de software: uma atualização do iOS interrompida ou malsucedida pode deixar o sistema instável.
  • Pouco espaço de armazenamento: a falta de espaço livre pode prejudicar as atualizações e o funcionamento normal do sistema.
  • Problemas com aplicativos: um aplicativo desatualizado ou incompatível pode causar falhas, especialmente se as reinicializações ocorrerem durante o uso dele.
  • Superaquecimento: o calor excessivo pode afetar o desempenho do aparelho e acionar mecanismos de proteção.
  • Problemas de hardware: uma bateria danificada, exposição a líquidos, uma queda recente ou defeitos em outros componentes internos podem provocar desligamentos e reinicializações repetidas.

Como resolver o problema de o iPhone reiniciar sozinho

Testamos e reunimos algumas soluções práticas a seguir. Recomendamos começar pelas opções mais simples. Se possível, faça um backup dos seus dados importantes antes de tentar procedimentos mais complexos.

Force a reinicialização do iPhone

Forçar a reinicialização pode ajudar quando o iPhone deixa de responder ou apresenta um travamento temporário do sistema. O procedimento não apaga seus dados pessoais e é uma boa primeira tentativa quando o aparelho entra em um ciclo de reinicializações.

Os passos variam de acordo com o modelo do iPhone.

iPhone 8 ou posterior, incluindo iPhone SE (2ª geração ou posterior)

Pressione e solte rapidamente o botão de aumentar o volume. Em seguida, pressione e solte rapidamente o botão de diminuir o volume. Por fim, mantenha pressionado o botão lateral até o logo da Apple aparecer na tela. Então, solte o botão.

iPhone 7 e iPhone 7 Plus

Mantenha pressionados simultaneamente o botão lateral e o botão de diminuir o volume. Continue pressionando ambos até o logo da Apple aparecer na tela.

iPhone 6s, iPhone SE (1ª geração) ou modelos anteriores

Mantenha pressionados simultaneamente o botão de Início e o botão lateral ou superior. Solte ambos quando o logo da Apple aparecer na tela.

Recarregue o iPhone e verifique se ele está superaquecendo

Uma bateria com carga extremamente baixa ou o calor excessivo podem fazer com que o aparelho reinicie inesperadamente. Por isso, verifique se o iPhone tem carga suficiente e está operando em uma temperatura normal.

Deixe o aparelho recarregando por pelo menos 30 minutos. Se estiver quente, coloque-o em um local bem ventilado e aguarde até que esfrie naturalmente antes de voltar a utilizá-lo.

Atualize o iOS e os aplicativos

Aplicativos desatualizados e falhas no iOS podem provocar travamentos e instabilidade no sistema. Se o iPhone continua reiniciando sozinho, verifique se há atualizações disponíveis.

Atualize o iOS

Abra Ajustes e acesse Geral » Atualização de Software. Se houver uma atualização disponível, confira os detalhes e toque em “Atualizar Agora” ou “Baixar e Instalar”, conforme as opções exibidas.

Mantenha o iPhone conectado à energia e a uma rede Wi-Fi confiável até que a atualização seja concluída.

Atualize os aplicativos

Abra a App Store no iPhone e toque na sua foto de perfil, no canto superior direito. Confira as atualizações disponíveis e toque em “Atualizar Tudo” ou atualize individualmente os aplicativos que possam estar relacionados ao problema.

Libere espaço de armazenamento no iPhone

Quando o armazenamento do iPhone está quase cheio, determinadas tarefas e atualizações de software podem falhar ou se tornar difíceis de concluir. Liberar espaço é uma medida útil para solucionar o problema, desde que ainda seja possível acessar o aparelho normalmente.

Para verificar o armazenamento, acesse Ajustes » Geral » Armazenamento do iPhone. Nessa tela, você poderá conferir quanto espaço está sendo utilizado e identificar aplicativos e conteúdos que podem ser removidos.

Resolva o problema de reinicializações do iPhone com o TunesKit iOS System Recovery

Se você já tentou as soluções básicas, mas o iPhone continua reiniciando sozinho, pode haver um problema mais complexo no sistema iOS que exija um reparo mais abrangente.

O TunesKit iOS System Recovery é um software para computadores desenvolvido pela TunesKit para corrigir problemas de software em iPhones e iPads. Entre os problemas que a ferramenta se propõe a resolver estão falhas na inicialização, dificuldades para entrar ou sair do modo de recuperação, erros durante atualizações, telas congeladas e outras falhas do sistema iOS.

O modo Standard Repair (Reparo Padrão) foi desenvolvido para solucionar problemas comuns do sistema sem apagar os dados do usuário.

TunesKit iOS System Recovery
  1. Baixe, instale e abra o TunesKit iOS System Recovery no computador. Conecte o iPhone ao computador, selecione “iOS System Repair” e clique em “Start”.
  2. Escolha “Standard Repair” entre os modos de reparo disponíveis. Esse é o modo recomendado para corrigir problemas relacionados ao software sem perda de dados.
TunesKit iOS System Recovery
  1. Siga as instruções exibidas na tela para colocar o iPhone no Modo de Recuperação (Recovery Mode) ou no modo DFU (Device Firmware Update). Em seguida, baixe o pacote de firmware correspondente ao seu iPhone.
  2. Clique em “Repair” para iniciar o reparo do problema de reinicializações. Mantenha o iPhone conectado ao computador até que o processo seja concluído. Depois, verifique se o aparelho inicia normalmente e se as reinicializações inesperadas pararam.

Verifique se há problemas de hardware

Se o iPhone continua reiniciando, a causa pode estar relacionada ao hardware, e não ao software do iOS. Uma bateria danificada, defeitos nos componentes de alimentação, exposição a líquidos ou danos internos podem provocar desligamentos inesperados.

Se suspeitar de um problema desse tipo, interrompa o uso do aparelho e procure assistência técnica especializada. Você pode entrar em contato com o Suporte da Apple ou procurar um Centro de Serviço Autorizado Apple para obter um diagnóstico mais preciso.

Conclusão

As reinicializações inesperadas do iPhone podem ter diversas causas, desde uma falha temporária de software até um problema mais sério de hardware. Comece pelas soluções básicas apresentadas neste artigo. Se o problema estiver relacionado ao software, o TunesKit iOS System Recovery pode ser uma alternativa para tentar corrigi-lo. Caso as reinicializações persistam, pode ser necessário procurar assistência técnica para realizar um diagnóstico do hardware.

Apple Music adiciona emulador do iPod original ao seu site em homenagem aos 25 anos do dispositivo

23 October 2026 at 15:59

Como comentamos mais cedo, o dia de hoje marca o 25º aniversário do iPod original — e, para comemorar essa data tão especial, a Apple incluiu nada menos que um emulador surpreendentemente completo do seu clássico reprodutor de mídia na página de erro 404 do Apple Music.

Ornado com uma moldura do primeiro iPod, uma tela monocromática e uma scroll wheel funcional, ele traz uma série de músicas que marcaram a vida do saudoso dispositivo da Maçã.

Apple really put a fully functional iPod emulator on its 404 page to celebrate the iPod’s 25th anniversary 👀https://t.co/IBvKxOhU6D pic.twitter.com/CFSHbPPXFj

— apple files (@applefiles_) October 23, 2026

No menu “Playlists”, por exemplo, há listas de reprodução voltadas aos mais diversos gêneros, com destaque especial para 2001 — o ano de lançamento do primeiro iPod. As abas “Artistas” e “Músicas” também estão populadas com dezenas de artistas e canções, servindo como uma verdadeira cápsula do tempo.

É possível até mesmo jogar o clássico game Breakout, que pode ser acessado em Ajuste » Sobre e segurando o botão central por alguns segundos.

Emulador do iPod original na página de erro 404 do Apple Music rodando o jogo Breakout
Captura de tela/Apple Music

Se as informações da tela “Sobre” estiverem corretas, esse iPod virtual está rodando a versão 2644.1.0 do seu sistema operacional e está carregado com 1.029 músicas. Nenhuma dessas canções, no entanto, é uma versão completa: todas têm apenas cerca de um minuto e meio.

Entre as várias músicas selecionadas pela Apple, está o hit indie “Music Is My Hot Hot Sex”, parte do álbum “Cansei de Ser Sexy” (2005), da banda brasileira CSS — e que já foi a trilha sonora de um comercial do iPod touch!

Para conferir a novidade, basta acessar essa página. Não está claro por quanto tempo esse emulador ficará de pé, então aproveite para dar aquela brincada enquanto pode!

Muito bacana, não? 😃


O Apple Music conta com um catálogo de mais de 100 milhões de músicas e 30 mil playlists — muitas delas com suporte a Áudio Espacial (Dolby Atmos) e em altíssima definição, com áudio Lossless. Para quem ama música clássica, há um app dedicado com mais de 5 milhões de faixas, tudo em uma interface simplificada! No Brasil, são três tipos de assinatura: Universitária (R$12,90/mês), Individual (R$23,90/mês) e Familiar (R$40,90/mês). Caso você não seja um assinante, pode testar o serviço de forma gratuita por um mês. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada a mais pelos produtos/serviços ao usar os nossos links de afiliado.

Recurso de diretora é rejeitado e Apple TV escapa de acusação de plágio envolvendo “Servant”

23 October 2026 at 14:54

Um tribunal de apelações dos Estados Unidos deu ganho de causa à Apple no processo de plágio movido por Francesca Gregorini contra a série “Servant”, dirigida e produzida por M. Night Shyamalan.

Aberta em 2020, a ação argumentava que o Apple TV havia copiado o enredo do filme “A Grande Ilusão” (“The Truth About Emanuel”), lançado em 2013 e dirigido por Gregorini. De acordo com ela, a produção “usa a mesma linguagem cinematográfica” que sua obra, tornando-as “substancialmente semelhantes”.

Depois de ser rejeitado pela Justiça estadunidense no mesmo ano, o processo foi retomado em 2022 pela Corte do Nono Circuito. No início do ano passado, Gregorini voltou a sofrer uma derrota, com um tribunal federal decidindo por unanimidade que Shyamalan é inocente em relação às acusações de violação de direitos autorais.

Agora, de acordo com a Reuters, o Tribunal de Apelações do Nono Circuito rejeitou o recurso apresentado por Gregorini após essa decisão sob o argumento de que Shyamalan não poderia ter copiado o filme dela.

Em seu recurso, a diretora disse que o júri deveria ter recebido instruções mais detalhadas sobre o alcance do seu filme, o que ajudaria a esclarecer se os criadores de “Servant” poderiam ou não tê-lo visto antes de a série começar a ser produzida. Ela também contestou o fato de a juíza responsável pelo caso ter aceitado o veredito sem antes responder a uma pergunta dos jurados sobre o termo “disseminação generalizada”.

Ainda segundo as informações, o tribunal disse que as instruções fornecidas ao júri refletiam com precisão a lei aplicável e que a magistrada não era obrigada a fornecer uma definição mais detalhada sobre o termo citado. A corte também rejeitou o argumento de que a juíza abusou de seu poder discricionário ao aceitar o veredito unânime do júri sem antes responder à pergunta dos jurados.

O filme de Gregorini apresenta uma mãe delirante e uma babá que criam uma boneca como se ela fosse uma criança de verdade. A autora viu semelhanças desse enredo com o de “Servant”, que traz uma babá sendo contratada por um casal para ajudar a criar um boneco em substituição ao seu filho falecido.

Tendo recebido quatro temporadas, “Servant” está disponível na íntegra no Apple TV. O filme de Gregorini, por sua vez, é distribuído no Brasil pelo Amazon Prime Video.


O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$34,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.

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via 9to5Mac

O primeiro iPod completa 25 anos de idade hoje!

23 October 2026 at 12:30

Há exatos 25 anos (ou 1/4 de século, para efeito dramático), o primeiríssimo iPod era revelado ao mundo por Steve Jobs, o então CEO 1Chief executive officer, ou diretor executivo. da Apple.

Equipado com uma tela LCD 2Liquid crystal display, ou display de cristal líquido. monocromática, um espaçoso (para a época) disco rígido de 5GB e um design para lá de icônico, ele mexeu com as estruturas da indústria fonográfica, além de ter servido como o primeiro “protótipo” de produtos como o iPhone e o iPad.

Com uma porta FireWire, o iPod original era capaz de transferir discografias inteiras em uma fração do tempo levado por reprodutores USB tradicionais, além de poder ser usado como uma espécie de HDD 3Hard disk drive, ou disco rígido. externo — possibilidade de uso que foi ativamente explorada pela Apple para justificar os US$400 cobrados pelo aparelho em 2001 (cerca de US$760 em valores atuais).

Mão segurando um iPod original
Foto de Cartoons Plural na Unsplash

Embora tenha motivado algumas críticas, o preço relativamente alto não chegou nem perto de ameaçar o sucesso do primeiro iPod, que podia armazenar até 1.000 músicas em seu HDD da Toshiba — capacidade que era constantemente lembrada pelo material de divulgação da Maçã.

Ele vinha com um CD de instalação do iTunes 2 — software que, junto com o iPod, mudou a forma como as pessoas consomem músicas — e era compatível apenas com Macs, o que também fez muita gente torcer o nariz na época.

iPod em exposição
Foto: Fortune

Medindo cerca de 6cm de largura, 10cm de altura e pouco menos de 2cm de espessura, o iPod original está longe de ser o produto mais compacto do mundo para os padrões de 2026, mas na época ele com certeza chamava atenção, sendo comparável a um baralho de cartas — nas palavras do próprio Jobs.

A famosa scroll wheel também marcou época, oferecendo uma forma prática e intuitiva de interagir com o software, embora não tenha durado muito tempo (pelo menos não daquela forma) por questões de confiabilidade — como salientado por Tony Fadell (considerado o “pai do iPod”) há alguns anos em uma entrevista.

Depois do choque inicial, o iPod recebeu, é claro, novas versões, cada uma com as suas próprias peculiaridades. O modelo de segunda geração, por exemplo, passou a ser compatível com PCs com Windows, enquanto os modelos de terceira e quarta gerações adotaram o clássico conector de 30 pinos, que acabou dando as caras também nos primeiros iPhones e iPads anos depois.

iPod de segunda geração, compatível com Windows (2002)
Foto: RR Auction

O primeiro iPod com uma tela colorida veio na forma do iPod photo, que logo passou a fazer parte da quarta geração do reprodutor — tempo depois, ele foi renomeado para iPod with color display. Também com uma tela colorida, a quinta geração adicionou suporte ao codec H.264 e a capacidade de reproduzir vídeos (até então, rechaçada pela Apple devido à tela pequena do dispositivo).

Em 2007, tivemos o lançamento da sexta geração do iPod, que foi a primeira a receber o sufixo “classic”, atribuído também aos modelos anteriores retroativamente. Esse modelo chegou a receber uma revisão em 2009 que acabou se tornando a última “geração” do modelo clássico do iPod, equipada com 120GB de armazenamento e um corpo mais fino.

iPod classic prata sobre uma mesa
Foto: Vdovichenko Denis / Shutterstock.com

Como sabemos, o iPod classic foi descontinuado pela Apple em setembro de 2014, mas o fim da linha como um todo ainda estava a alguns anos de distância, com a descontinuação do iPod touch em 2022. Antes disso, no entanto, várias outras versões do reprodutor de mídia da Apple ficaram pelo caminho: o iPod mini (introduzido em 2004), o iPod shuffle (2005) e o iPod nano (2005).

iPods
Da esquerda para a direita: iPod classic, iPod nano e iPod shuffle

Antes um dos gadgets mais populares do mercado, o iPod classic se tornou hoje um item de colecionador cultuado por uma legião de usuários nostálgicos, que apontam as vantagens do aparelho em um mundo ultraconectado e fazem de tudo para manter suas unidades funcionando a todo vapor.

E você, tem ou teve um iPod original? Ou quem sabe um modelo mais recente? Comente abaixo!

Notas de rodapé

  • 1
    Chief executive officer, ou diretor executivo.
  • 2
    Liquid crystal display, ou display de cristal líquido.
  • 3
    Hard disk drive, ou disco rígido.

★ NotchNook está de volta: um esclarecimento à comunidade

22 October 2026 at 23:33
Veja o NotchNook em funcionamento

O NotchNook, da lo.cafe, reúne música, calendário, notas e arquivos no topo da tela do Mac para deixar as ações do dia a dia ao alcance do cursor.

A interrupção das operações do NotchNook esteve ligada a uma disputa judicial envolvendo o controle dos ativos da empresa. A situação que impedia a operação foi resolvida, e o aplicativo está disponível no site oficial do NotchNook, com sua estrutura de download, licenciamento e suporte em pleno funcionamento.

Nosso compromisso com a comunidade é seguir em frente, com presença, diálogo e desenvolvimento contínuo. Teremos atualizações todos os meses e trabalharemos na evolução do aplicativo rumo ao NotchNook 2.0. Queremos construir essa nova fase com quem usa o app: vamos ouvir suas sugestões, aprimorar os recursos e compartilhar os próximos passos do projeto.

Já tinha uma licença do NotchNook? Veja como voltar!

Quem comprou uma licença na loja anterior e não recebeu reembolso pode recuperar o acesso. Escreva para support@getnotchnook.com, informando o email usado na compra e o comprovante do pedido anterior. O suporte conferirá a sua compra e emitirá uma licença conforme a modalidade e as condições da compra original: vitalícia (lifetime) ou por assinatura (subscription). As chaves antigas não são ativadas automaticamente na versão atual.

Quem já recebeu reembolso pode voltar com uma nova compra, aproveitando a oferta abaixo!

O que o NotchNook faz no seu Mac

A proposta continua a mesma: aproveitar o topo da tela do Mac para deixar as ferramentas do dia a dia ao alcance do cursor. Em vez de abrir outra janela para uma ação rápida, você pode acessar o painel do NotchNook:

  • Música: controle a reprodução e escolha a fonte de áudio sem sair da janela atual.
NotchNook
Controle a música pelo NotchNook, no topo da tela do Mac
  • Calendário, notas e tarefas: consulte compromissos, registre ideias e mantenha suas prioridades por perto.
  • Temporizador: organize períodos de foco e acompanhe a contagem no topo da tela.
  • Bandeja de arquivos: arraste itens para a Tray, mantenha-os à mão e compartilhe pelo AirDrop.
  • Espelho de câmera: confira a imagem antes da próxima chamada.
NotchNook
Calendário, notas e timer do NotchNook reunidos no topo da tela do Mac.

Atualizações da versão 1.6

As atualizações desta nova fase trouxeram melhorias em pontos que fazem diferença no dia a dia:

  • Timer com visual inspirado no Liquid Glass: defina períodos de foco e acompanhe a contagem no notch, com uma interface leve e agradável.
  • Ativação mais simples: telas de compra, teste e ativação reorganizadas, com indicação do tempo restante para experimentar o app.
  • Mais cuidado com suas notas: armazenamento próprio do NotchNook, com preservação dos dados nas atualizações.
  • Arquivos sempre à mão: melhorias ao arrastar arquivos para a Tray e alternar entre a bandeja e os widgets.
  • Configurações mais confortáveis: janela ajustada ao tamanho da tela e acesso mais prático às opções do aplicativo.
  • Novas versões pelo próprio app: você pode buscar e instalar atualizações sem precisar voltar ao site para baixar outro instalador.

O app funciona em Macs com Intel ou Apple Silicon, a partir do macOS 14.6 — inclusive em telas sem notch. Uma licença permite o uso em dois Macs.

NotchNook
Arraste arquivos para a Tray do NotchNook e compartilhe pelo AirDrop

Oferta de retorno: licença vitalícia por R$29 ou assinatura de R$9/mês!

Para quem quer voltar — ou conhecer o aplicativo pela primeira vez —, a lo.cafe preparou uma condição especial para os leitores do MacMagazine:

Licença vitalícia

Assinatura mensal

  • R$9/mês
  • Esse valor permanece enquanto a assinatura estiver ativa.
  • A assinatura pode ser cancelada a qualquer momento.
  • Assinar NotchNook por R$9/mês

Prefere conhecer o aplicativo antes? Experimente por 48 horas, sem cartão.

Site oficial e canais oficiais de contato

Autor: Jorge Henrique Nunes Pinto

Pages, Numbers e Keynote ganham recursos de IA, novos conteúdos e suporte ao iPhone Duo

22 October 2026 at 21:35

A Apple atualizou hoje os apps Pages, Numbers e Keynote com novidades voltadas principalmente aos assinantes do Apple Creator Studio.

Entre os destaques estão um assistente inteligente baseado em linguagem natural, novos conteúdos premium e, no caso do Keynote, suporte à importação e exportação de apresentações em um novo formato de arquivo aberto.

Além disso, os três agora podem aproveitar o maior espaço da tela aberta do iPhone Duo.

Assistente inteligente

Nos três aplicativos, o assistente inteligente — ainda em fase beta e apenas em inglês — permite executar tarefas por meio de comandos em linguagem natural, levando em consideração o conteúdo do documento, da planilha ou da apresentação em que o usuário está trabalhando.

No Pages, a ferramenta pode ajudar a iniciar e revisar textos, reorganizar conteúdos, ajustar o tom da escrita e gerar imagens e formas. Também é possível solicitar informações atualizadas sobre determinado assunto e incorporá-las ao documento.

Já o Numbers utiliza o recurso para ajudar a interpretar dados, criar tabelas, sugerir gráficos e elaborar fórmulas, além de pesquisar informações que possam ser incorporadas às planilhas.

No Keynote, o assistente pode gerar slides, criar notas para apresentações, produzir imagens e formas e ajudar a aprimorar o conteúdo e as animações. Assim como nos outros apps, também é possível pesquisar informações atualizadas para enriquecer o material.

Conteúdos premium

Os três aplicativos ganharam ainda novas coleções de conteúdos premium, incluindo modelos profissionais para documentos e planilhas e temas para apresentações. Os usuários também podem explorar o Content Hub, que reúne vídeos selecionados para adicionar elementos visuais e movimento aos seus projetos.

Novo formato de arquivo aberto

Uma novidade exclusiva do Keynote é o suporte, também ainda em versão beta, à importação e exportação de arquivos no formato KEYX. Trata-se de um formato aberto de intercâmbio que busca facilitar o uso de apresentações e de seus conteúdos fora do aplicativo da Apple.

Suporte ao iPhone Duo

Para completar, embora não tenha mencionado isso nas notas de versão, a Apple implementou suporte ao iPhone Duo nos três aplicativos, como notou o MacRumors.

Pages no iPhone Duo
Numbers no iPhone Duo
Keynote no iPhone Duo
Imagens: MacRumors

Vale reforçar que o assistente inteligente — além de estar disponível apenas em inglês e exigir um dispositivo compatível com a Apple Intelligence — e os novos conteúdos premium são exclusivos para assinantes do Apple Creator Studio.

Para quem não é assinante, os updates incluem apenas melhorias gerais, correções de bugs e aprimoramentos de desempenho.

Uber lança recurso para facilitar embarque de idosos e PCDs

22 October 2026 at 17:07

A Uber lançou no Brasil o recurso Preferências de Partida, pensado especialmente para idosos e pessoas com deficiência (PCDs). A novidade visa facilitar o embarque desses públicos ao fornecer orientações mais específicas aos motoristas sobre a melhor forma de encontrá-los, com descrições que ajudem a identificar o passageiro.

A funcionalidade permite que o passageiro indique de maneira prévia como prefere ser identificado e avisado sobre a chegada do motorista. É possível pedir que o motorista pisque os faróis, buzine ou entre em contato pelo próprio aplicativo, o que dispensa a comunicação normalmente feita pelas mensagens da plataforma.

Além disso, o condutor pode ser informado sobre o uso de bengalas, muletas, andadores e cadeiras de rodas.

Recurso "Preferências de Partida" da Uber
Imagem: Olhar Digital

Araceli Almeida, chefe de operações de segurança na Uber do Brasil, comentou a novidade:

Compreendemos os desafios únicos que passageiros com deficiência e idosos enfrentam todos os dias. É por isso que seguimos criando novas funcionalidades para proporcionar uma experiência melhor e mais personalizada aos nossos usuários.

O recurso pode ser ativado em Conta » Configurações » Acessibilidade » Preferências, e então o app envia a notificação automaticamente quando o passageiro solicitar a corrida.

De acordo com a Uber, a novidade deverá chegar gradualmente ao público brasileiro ao longo dos próximos dias, somando-se a recursos como personalização e indicação de deficiência, identificação de usuários com cão-guia, Uber Conta Sênior (modalidade que oferece textos e ícones maiores, além de menos botões e telas simplificadas para solicitação de viagens), compatibilidade com o VoiceOver e isenção da taxa de espera para passageiros com deficiência.

via Tecnoblog

Apple teria dificuldades para reduzir emissões na produção de placas de circuito impresso

22 October 2026 at 15:44

A Apple enfrenta dificuldades para reduzir as emissões de carbono da sua cadeia de suprimentos, diante do aumento da demanda por placas de circuito impresso (printed circuit board, ou PCB).

Segundo o DIGITIMES, a produção das placas é uma das etapas de fabricação que mais consomem energia, devido à complexidade das de alto desempenho, que exigem mais eletricidade e água.

Por óbvio, esse dado contrasta com o desejo de empresas como a Apple (ou o Google, a outra citada pelo veículo) de publicar relatórios de sustentabilidade que demonstrem esforços na redução da emissão de carbono, na mesma medida em que a demanda dos setores de inteligência artificial (IA) e computação de alto desempenho eleva as emissões.

Mesmo que a Apple deseje utilizar 100% de eletricidade renovável na produção dos seus produtos até 2030, essa parte do processo representa quase 60% da pegada de carbono do setor.

Já os materiais para PCBs com menor pegada de carbono ainda não atendem a certos requisitos de desempenho mais exigentes estabelecidos para a produção em larga escala.

via MacRumors

Documentário “Fleetwood Mac: The Chain” estreará no Apple TV em 29/1

22 October 2026 at 15:34

Anunciado no final de 2024, o documentário do Apple TV sobre a lendária banda anglo-americana Fleetwood Mac ganhou hoje uma data de estreia: 29 de janeiro de 2027 — coincidindo com o aniversário de 50 anos do álbum “Rumours”, vencedor do Grammy.

Intitulada “Fleetwood Mac: The Chain”, a produção será dirigida pelo cineasta Frank Marshall, cinco vezes indicado ao Oscar, e contará com “as vozes, memórias e perspectivas” de todos os membros da banda (Mick Fleetwood, John McVie, Christine McVie, Lindsey Buckingham e Stevie Nicks), segundo a Maçã.

Com roteiro de Mark Monroe, o documentário busca refletir o profundo significado do hit “The Chain”, que “personifica uma família forjada por uma paixão compartilhada”, além de ser a única música do álbum “Rumours” creditada a todos os cinco membros.

A canção captura perfeitamente o vínculo complexo, porém duradouro, no coração do Fleetwood Mac, e sua letra icônica tornou-se um poderoso símbolo do respeito e da conexão que persistiram durante a tumultuada jornada da banda rumo ao estrelato.

Espectadores podem esperar reflexões sobre o álbum, os recordes batidos pela banda e suas turnês, bem como imagens nunca antes vistas e entrevistas inéditas realizadas ao longo das últimas décadas. O documentário promete ainda explorar a “resiliência pessoal e destreza musical” dos membros e levar os assinantes do Apple TV pelos altos e baixos da banda.

Além de dirigir, Marshall também produz pela The Kennedy/Marshall Company ao lado de Nigel Sinclair, Nicholas Ferrall, Jeanne Elfant Festa e Aly Parker. Cassidy Hartmann e Tony Rosenthal atuam como produtores executivos junto com Monroe.

O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$34,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada a mais pelos produtos/serviços ao usar os nossos links de afiliado.

Vídeo: review do Apple Watch Series 12 (vindo de um Ultra 2)

22 October 2026 at 13:00

O vídeo com o meu review do Apple Watch Series 12 já está no ar. Eu vinha do Ultra 2 e fiz o caminho inverso, voltando para a linha normal, o que vai contra a escolha da maioria das pessoas.

Mesmo adorando o Ultra, eu não usava tudo o que ele oferece. A bateria do Series 12 me atende (não durmo com o relógio), a tela de 2.000 nits não me incomodou, e ganhei um relógio mais fino, mais leve e confortável, com a Digital Crown mais “solta”.

Sinto falta do botão de Ação, que eu usava para a lanterna, e do mostrador Modular Ultra, mas nada disso é deal breaker. Entre os destaques estão o chip (S11) ligeiramente mais rápido, os sensores que medem a frequência cardíaca a cada cinco segundos, o Shazam e o Reconhecimento de Sons funcionando muito bem e o Ceramic Shield 2, que sobreviveu intacto a uma queda de tela para baixo no chão do banheiro.

Como pontos negativos, Sinais Vitais e Prontidão exigem dormir com o relógio, então ficaram inúteis para mim, e o Live Rewind e o Siri Recap ainda não chegaram.

Assista ao vídeo completo e conte nos comentários: você também faria esse “downgrade”?


APOIO: Insider

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Cybokron Dock Groups permite abrir, ocultar e fechar grupos de apps no macOS

22 October 2026 at 12:30

Se você é daqueles usuários que não costumam deixar seus aplicativos do Mac abertos continuamente e têm uma rotina de abertura e fechamento bem definida, então o Cybokron Dock Groups pode ser uma mão na roda no seu workflow.

De código aberto, o app mora na barra de menus do sistema e permite, como seu próprio nome bem indica, agrupar programas para abri-los, ocultá-los e encerrá-los todos de uma vez — algo bem simples, rápido e prático.

Cybokron Dock Groups

Caso você tenha aplicativos que costuma abrir sempre que começa o trabalho e fechar no final do expediente, basta um clique no grupo correspondente para realizar uma ação. Inclusive, cada grupo pode ter seu próprio ícone no Dock.

Se você curtiu a proposta, o Cybokron Dock Groups pode ser baixado gratuitamente por essa página. Você também pode conferir o código-fonte no repositório oficial do app, no GitHub.

Como descobrir o tipo de rede Wi-Fi à qual você está conectado [iPhone e iPad]

22 October 2026 at 11:30

O iOS/iPadOS 27 trouxe algumas novidades pequenas, mas muito interessantes para quem utiliza iPhones ou iPads diariamente.

Uma delas é que, na tela de informações sobre a rede Wi-Fi conectada no momento, é possível visualizar qual o tipo dessa conexão sem fio (Wi-Fi 5, Wi-Fi 6 ou até o avançado Wi-Fi 7).

Veja como é supersimples descobrir isso! 🛜

  1. Abra os Ajustes (Settings);
  2. Toque em “Wi-Fi”;
  3. Selecione o “i” ao lado da rede conectada no momento. A informação aparece em “Tipo de Wi-Fi”.

Bacana, não é?! 😉

★ HAYLOU Velo combina estilo para o dia a dia, carregamento sem fio e uma grande tela AMOLED

21 October 2026 at 22:53

A HAYLOU anunciou nesta semana o HAYLOU Velo, um novo smartwatch que combina design contemporâneo com recursos práticos para o dia a dia. Com uma estrutura de liga de zinco, carregamento sem fio e duas pulseiras intercambiáveis incluídas na caixa, o Velo oferece uma alternativa versátil para quem deseja um smartwatch que combine com seu estilo pessoal e sua rotina diária.

Uma tela brilhante e um design diferenciado

O Velo conta com uma tela AMOLED de 1,96 polegada, resolução de 410×502 pixels e brilho máximo de até 1.500 nits, trazendo cores vibrantes e detalhes nítidos no pulso, mesmo em condições externos com muita luz.

HAYLOU Velo
Divulgação/HAYLOU

Uma estrutura central de liga de zinco, vidro 2.5D e botões de liga de alumínio conferem ao relógio uma aparência limpa e contemporânea. Disponível nas cores preta e branca, o Velo foi desenhado para combinar com uma série de estilos do dia a dia.

Duas pulseiras, mais maneiras de usar

O Velo vem com duas pulseiras intercambiáveis: uma pulseira texturizada com padrão ondulado (para um visual diferenciado) e uma pulseira de silicone macio (para treinos e dias mais ativos). A troca entre elas permite aos usuários adaptar o relógio a diferentes roupas e ocasiões.

HAYLOU Velo
Divulgação/HAYLOU

A personalização continua na tela, com mais de 200 mostradores disponíveis online, suporte a mostradores personalizados, quatro layouts para o menu principal e cinco estilos visuais.

Recursos inteligentes para a conveniência diária

O Velo mantém os usuários conectados com chamadas via Bluetooth e notificações inteligentes, além de ferramentas úteis, como controles de música e câmera, assistente de voz e localização do celular. Os usuários de Android também podem responder a mensagens do WhatsApp diretamente pelo pulso.

HAYLOU Velo
Divulgação/HAYLOU

Com mais de 100 modos esportivos e monitoramento diário de atividades, o Velo foi construído para acompanhar os movimentos ao longo do dia, desde as atividades da rotina até os treinos.

Carregamento sem fio, menos complicações

O carregamento sem fio torna a recarga do Velo simples e conveniente. Sua bateria de 300mAh oferece até sete dias de uso, dependendo das configurações e do uso.

HAYLOU Velo
Divulgação/HAYLOU

Com classificação de resistência à água de 1ATM, o Velo foi projetado para lidar com respingos cotidianos e chuva leve, mas não é indicado para natação ou banho.

Preço e disponibilidade

O HAYLOU Velo estará disponível nas cores preta e branca por meio dos canais oficiais de venda da HAYLOU e de parceiros varejistas selecionados em todo o mundo. O preço de varejo estimado é de aproximadamente US$45, com o preço final variando de acordo com o mercado, o varejista e o período promocional.

Para mais informações, acesse o site oficial.

Sobre a HAYLOU

A HAYLOU é uma marca global de tecnologia de dispositivos vestíveis inteligentes e áudio, comprometida em tornar a tecnologia cotidiana acessível. Por meio de produtos de áudio inteligente, dispositivos vestíveis e tecnologias práticas de saúde, a HAYLOU cria experiências confiáveis e agradáveis que ajudam as pessoas a levar vidas mais saudáveis, ativas e conectadas.

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada a mais pelos produtos/serviços ao usar os nossos links de afiliado.

Bose acquires Skullcandy to help it reach a wider audience

21 October 2026 at 21:15
A pile of Skullcandy headphones sitting on a mixing board in a studio.

Bose announced today it has acquired Skullcandy. Although the two companies are competitors in the consumer audio space, Skullcandy recently partnered with its new owner to bring several of Bose's audio technologies - including its head-tracking spatial audio and excellent active noise cancellation (ANC) - to products like the Skullcandy Crusher 1080 ANC headphones and Method 360 ANC earbuds.

Specific details about the deal weren't shared, but according to a news release, Bose plans to keep Skullcandy a separate brand that will become part of its premium consumer audio business. Skullcandy will remain based in Park City, Utah, where it was …

Read the full story at The Verge.

Does opting out of smart TV tracking work? Research finds “suspicious” traffic.

21 October 2026 at 19:00

Smart TVs running operating systems from Samsung, Vizio, and Roku continue sending data to automatic content recognition (ACR) endpoints after users opt out of tracking in the devices’ settings, according to research published on Monday. The paper from Northeastern University researchers points to potential privacy violations from some of the biggest TV brands.

ACR captures video screenshots or audio clips from smart TVs and sends the data to remote servers, where it's used for things like measuring content viewership and serving targeted ads.

The paper, "Watching the Watchers: Privacy Analysis of US Smart TV Automatic Content Recognition," examined eight smart TV OSes across 12 smart TVs from 10 manufacturers (Amazon, Hisense, LG, Roku, Samsung, Sony, Supersonic, TCL, Vizio, and Westinghouse) to examine when smart TVs use ACR and how effective opting out of user tracking is.

Read full article

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© https://www.gettyimages.com/detail/photo/modern-living-room-with-smart-tv-and-remote-control-royalty-free-image/2226225055

Does opting out of smart TV tracking work? Research finds “suspicious” traffic.

21 October 2026 at 19:00

Smart TVs running operating systems from Samsung, Vizio, and Roku continue sending data to automatic content recognition (ACR) endpoints after users opt out of tracking in the devices’ settings, according to research published on Monday. The paper from Northeastern University researchers points to potential privacy violations from some of the biggest TV brands.

ACR captures video screenshots or audio clips from smart TVs and sends the data to remote servers, where it's used for things like measuring content viewership and serving targeted ads.

The paper, "Watching the Watchers: Privacy Analysis of US Smart TV Automatic Content Recognition," examined eight smart TV OSes across 12 smart TVs from 10 manufacturers (Amazon, Hisense, LG, Roku, Samsung, Sony, Supersonic, TCL, Vizio, and Westinghouse) to examine when smart TVs use ACR and how effective opting out of user tracking is.

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SACD's are making a big comeback and Esoteric's new $45k / £38k player proves it

  • Esoteric knows more of us are embracing CDs — and we'll love SACDs too
  • Meet the elite K1XE SACD player and optional PS1XE external power supply 
  • How much is it? If you need to ask, I fear it's going to be too much… 
Money no object

We love to give practical buying advice about the latest tech products here on TechRadar. But sometimes what we love even more is to indulge in the most outrageously high-end, cutting-edge, luxurious propositions on the planet. That's what we bring you in these Money No Object columns — you can read the whole series here.

Well well well. We knew CD players were having a moment because we can't seem to stop writing about them — whether ultra-luxe, super-fresh and with aptX Bluetooth, be they hefty and toting both analog and digital inputs, fully transparent like some sort of award, inspired by Death Stranding 2: On the Beach in neon orange or even an affordable little ripper, from FiiO.

So there's a CD player for everyone in 2026. TechRadar even published a roundup of 9 of the coolest new CD player releases not six weeks ago, in an effort to stay abreast of them all.

And now, there's an option for people in possession of an awful lot of money. And why not? It's your money and if you have a collection of SACDs you want to make use of, along with a sizeable chunk of cash to invest into the experience, you should be able to do so.

What am I talking about when I say 'SACD'? These delicate little beauties are shiny and circular just like your regular CDs, but the moniker stands for 'Super Audio Compact Disc'. It's a high-resolution optical audio disc format first introduced in 1999 and developed jointly by Sony and Philips Electronics. Unlike CDs, the format uses a 1-bit resolution with a sampling rate of 2.8224 MHz, also known as DSD64, to provide a data rate of 5.6 Mbps — and that walks all over your typical CD's 16-bit/44.1kHz resolution, or a data rate of 1.411 Mbps, in the hi-res audio stakes.

So, it makes sense to get a serious player for your seriously detailed recorded music, right? That's clearly what Esoteric was thinking too. Behold: the ultra-luxe K1XE SACD player. You may see it as an outrageously high-end player, for a format many people thought was largely done and gone. I call it a huge win for offline hi-res listening.

How many of us still dig SACDs? I'd say the number is growing…

Esoteric's K1XE CD player seen from the back, to show the inputs

(Image credit: Esoteric)

Anyway, what you're looking at in the main image (and the one above) is the Esoteric Grandioso K1XE, the ultra-luxury Japanese audio specialist's new flagship Super Audio CD player.

It features the VRDSATLAS (try saying that out loud, or writing it out several times in a news piece), Esoteric’s proprietary SACD transport mechanism, featuring an "exceptionally rigid, heavyweight platform engineered for outstanding mechanical precision". Also inbuilt is the proprietary Master Sound Discrete DAC G2, a next-generation, discrete digital-analog converter developed entirely in-house by Esoteric.

The K1XE is a fully dual-mono DAC configuration. Esoteric explains that this "large scale" architecture incorporates five independent linear power supply systems to achieve what the company calls "full-bodied sound reminiscent of vinyl playback".

OK but what's the thing on the right, in the main image above? That's the Grandioso PS1XE, an also-new optional external power supply — because you want to power this player properly, don't you? Doing so will reduce electrical interference, lower the noise floor for cleaner SACD sound, move high-voltage AC and heat a sensible way away from those sensitive audio circuits, including that beautifully rigid, hefty transport.

Esoteric's full Grandioso range in a hi-fi listening room

Esoteric's K1XE is just part of the full Grandioso range, seen here in a particularly high-end listening space (Image credit: Esoteric)

Both products will be available for international shipment from the beginning of November 2026. And it's worth considering shipping costs too (although if you're bothered by those, it's probably a little rich for the blood) because the K1XE alone weighs 34.3kg / 75lbs, which is roughly the weight of a large adult dog — think German Shepherd or Golden Retriever.

Will this glorious beast still play your regular CDs? Almost certainly. Esoteric hasn't confirmed this in its marketing, but practically all SACD players are fully backwards-compatible and are able to read the standard Red Book CD layer of an audio CD (sometimes called a CD-DA) without issue.

And that's important, because CD sales revenue was up 58% in the opening six months of 2026 (and 45% in volume) in the US, according to the Recording Industry Association of America (RIAA). Also, the burgeoning popularity of newer portable CD players (along with the growing trend for wired earbuds that do away with streaming and generally being online) proves that music lovers are buying new, pristine CDs alongside inheriting caches of old (possibly scratched) collections. And isn't listening to a full concept album in superior quality one of life's great pleasures?

Let's tackle pricing: both The Grandioso K1XE and PS1XE will be available worldwide starting November 2026. And I'm just going to write it quickly: the Esoteric Grandioso K1XE SACD player has an MSRP of US $45,000 / £37,999 (or around AU$72, 399). The PS-1XE external power supply is priced at $19,000 / £16,500 (approximately AU$36,199).

Just imagine how good those SACDs are going to sound though…

‘I’m always being real’: what on earth persuades disgraced people like Elizabeth Holmes to let the cameras in?

21 October 2026 at 16:02

With You Can See Everything, Holmes joins other such high-profile subjects as Lance Armstrong, Imelda Marcos and Anthony Weiner to allow film-makers to document their lives. But do they ever come out well?

In You Can See Everything, convicted fraudster Elizabeth Holmes invites film-makers Nathan Fielder and Lance Oppenheim into her home in a supposed act of “radical transparency”. Holmes is filmed, along with her partner, Billy Evans, and their two young children, in the weeks before starting a prison sentence for defrauding Theranos investors. “The best way for people to see who she is,” Evans says, “is to give as much access as possible into our daily lives”. It may also be the best way to market “Theranos 2.0”, which the couple are working on during filming. But the documentary questions whether Holmes is presenting her authentic self or a manufactured persona. Fielder speaks for the audience when he asks Holmes in a tense exchange whether she’s “being real” with him. “I’m always being real,” she says.

That question of authenticity is at the heart of documentary film-making. You Can See Everything is as much about the ambiguous relationship between film-maker and subject as it is about Holmes herself. There is often a power struggle over narrative control in documentaries, with both sides of the dynamic wanting different outcomes from the final film. Watching You Can See Everything inevitably prompts the question: why would Holmes, days before she heads to jail, invite the scrutiny of a film crew?

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© Photograph: Courtesy of A24

© Photograph: Courtesy of A24

© Photograph: Courtesy of A24

4 cheap headphones and earbuds we've tested to avoid 'headphone dodger' fines — they're all cheaper than the £100 you'll pay if you're caught

  • UK government cracks down on people who annoy others with phone music
  • Fines of up to £100 for those people
  • It's cheaper to just buy these headphones

People who play music, TikTok videos or out-loud video calls on public transport probably aren't self-aware enough to know how annoying it is, but apparently the UK government does, because it's finally cracking down on so-called "headphone dodgers".

From next Monday, transport authorities will be allowed to fine rule-breakers by up to £100 if they're causing a nuisance. Prime Minister Andy Burnham is fronting the campaign, after previous governments toyed with the idea.

It's a good idea, but the success is dependent on enforcement, as transport safety officers and not drivers are expected to hand out the fines. Given how minimally-staffed most public transport services are, some (me) are dubious that the rules will make a difference.

However if you've been a 'headphone dodger' and you want to turn a new leaf (good on you), it'd make sense to buy a pair of headphones that cost much less than the £100 penalty fare.

And naturally, we've tested a few that we can recommend…

Sennheiser CX 80U

Sennheiser CX 80U earbuds on block

(Image credit: Future)

Starting with something nice and cheap, we've got some wired earbuds, which you can easily plug into the USB-C port on a phone and keep bundled up in your pocket the rest of the time. No Bluetooth dropouts, no losing a bud as you board the bus, no apps, none of that.

The Sennheiser CX 80U sound great, block surrounding noise quite well, and offer a nice simple design. We gave them 4.5 stars out of 5 in our review, only knocking them for some missing features of pricier buds.

Best of all, though, they're really cheap. They launched for $39.95 / £34.99 in January this year, but you can find them even a little cheaper than that on Amazon.

Sony WH-CH530 (or even the Sony WH-CH730N)

Sony WH-CH530N headphones in different colors, arranged in a circle to form a flower shape, on a gray floor

(Image credit: Sony)

If you want great-value headphones, you can't go wrong with a pair from Sony, and its recently-released Sony WH-CH530N are really affordable at $69 / £50.

We haven't yet finished testing these on-ears, they're that new, but their predecessors the WH-CH520 got 4.5 stars in our review. We praised the balanced sound and long-lasting battery, and the newer pair will likely bring improvements.

As you can see in the picture, they come in a wide range of colors, and also have noise cancellation, which isn't something you can say about all options at this price point.

Prefer over-ears? Go for the just-reviewed, all-new Sony WH-CH730N: a solid four stars and they're just under that £99 (or equivalent, in your country of residence) fine line, if you'll pardon the pun…

JLab JBuds Mini ANC

JLab JBuds Mini ANC earbud outside the case

(Image credit: Future)

Last, but not least, let's look at some standard wireless noise-cancelling earbuds, which we got to try earlier this year.

The JLab JBuds Mini ANC are tiny — you can even clip the case onto your keyring — so you've got no excuse for not having buds on the bus. At $49.99 / £49.99 they won't break the bank either.

We enjoyed the non-ANC JLab JBuds Mini too, when they came out three years ago, and they're ideal for people who want lightweight buds.

Have further thoughts? Drop us a comment — or better yet, fill out the poll below this text and then add your comment!

Mac Studio’s carbon footprint is 314 kg to Mac mini’s 30 kg, and use is the gap

21 October 2026 at 11:44

Apple’s Product Environmental Reports put the base Mac Studio, with M5 Max, 36GB memory and 512GB storage, at 314 kg of gross greenhouse gas emissions (CO2e). The base Mac mini, with M6, 16GB memory and 256GB storage, comes in at 30 kg, and the largest single line separating them is customer product use. Both reports […]

The post Mac Studio’s carbon footprint is 314 kg to Mac mini’s 30 kg, and use is the gap appeared first on The Mac Observer.

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