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Xiaomi lança ventilador com motor inverter que resfria e aquece o ar por R$ 560

23 October 2026 at 20:33

A Xiaomi lançou nesta sexta-feira (23) um novo ventilador com motor inverter que pode tanto refrescar quanto aquecer o ambiente. O Mijia DC Inverter Hot & Cool Fan chega ao mercado chinês por ¥ 748, aproximadamente R$ 560, com a aplicação de cupons promocionais.

O aparelho tem uma proposta diferente dos ventiladores tradicionais, já que combina as funções de ventilador e aquecedor em um único produto. Assim, pode ser utilizado durante todo o ano, sem a necessidade de trocar de equipamento conforme a estação.

Segundo informações do portal chinês IT Home, o modelo também se destaca pelo formato compacto, motor silencioso e integração com o aplicativo Mi Home, que permite controlar a intensidade e a direção do fluxo de ar.

Esse não é o primeiro dispositivo da chinesa lançado neste mês que visa melhorar a qualidade de vida. Em outro anúncio, a marca mostrou uma luminária que imita luz do Sol e promete ajudar você a dormir melhor.

Como funciona o ventilador que esquenta e resfria da Xiaomi?

O principal diferencial do novo ventilador da Xiaomi é uma estrutura giratória patenteada que utiliza um elemento de aquecimento PTC. Esse mecanismo permite alternar entre os modos quente e frio sem precisar trocar qualquer componente.

Quando o sistema está fechado, o aparelho utiliza o elemento de aquecimento para produzir ar quente. Já na posição aberta, funciona como um ventilador convencional, com circulação de ar em temperatura ambiente.

Isso significa que o dispositivo não funciona como um ar-condicionado, já que não possui um sistema de refrigeração capaz de reduzir a temperatura do ar. No modo frio, sua função é proporcionar uma sensação térmica mais agradável por meio da ventilação.

Para os dias frios, o Mijia conta com um aquecedor de cerâmica semicondutora de 2.200 W de potência, capaz de produzir ar quente logo após ser ligado.

Ventilador xiaomi

O sistema também oferece até 100 níveis de ajuste no modo de aquecimento pelo aplicativo Mi Home, o que permite personalizar a intensidade do fluxo de ar quente.

Motor inverter promete ventilação silenciosa

Outro destaque do lançamento é o motor DC inverter sem escovas, que utiliza fios de cobre de alta qualidade. Essa construção permite controlar a velocidade de rotação com maior precisão e manter um fluxo de ar estável.

De acordo com os dados divulgados, o ventilador alcança um nível mínimo de ruído de 38,4 dB(A) na velocidade mais baixa. Isso pode torná-lo uma opção interessante para quartos e outros ambientes que exigem menos barulho.

Apesar do formato compacto, a Xiaomi promete um alcance de ventilação de até 10 metros. Para isso, o aparelho utiliza um duto de ar alongado, com sistema de fluxo cruzado em vórtice, projetado para impulsionar o vento a distâncias maiores.

O modelo também oferece três opções de ventilação: sopro direto, vento natural e modo sleep, este último voltado para o uso durante o sono.

Pelo aplicativo Mi Home, é possível ajustar o ângulo de oscilação entre 30° e 150°, de acordo com a área que o usuário deseja ventilar.

Quanto ao design, o Mijia aposta em uma estrutura cilíndrica que ocupa pouco espaço. Sua base tem apenas 30 cm de diâmetro, enquanto o peso total é de aproximadamente 6,9 kg.

O novo ventilador da Xiaomi foi anunciado na China por ¥ 748, cerca de R$ 560 em conversão direta, com cupons de desconto. Até o momento, não há informações sobre uma possível disponibilidade oficial no Brasil.

Outro lançamento da marca é o Mijia Smart Waist and Back Massager, um massageador para quem vive reclamando de dor nas costas. 

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10 jogos clássicos de PC dos anos 1990

23 October 2026 at 20:15

A década de 1990 é amplamente reconhecida como a era de ouro da indústria de games, principalmente no PC. Diferente dos consoles da época, o computador estava em constante evolução, servindo de palco para o nascimento do 3D real, para a chegada do CD-ROM com suas narrativas cinematográficas e para a popularização do modelo shareware e da jogatina em rede local.

Jogar no computador naquela época era quase um ritual técnico. Antes de começar, o jogador precisava encarar linhas de comando no MS-DOS, ajustar parâmetros de memória e configurar manualmente placas de som e controles. Essa liberdade e complexidade permitiram que os desenvolvedores ousassem como nunca, criando mecânicas profundas e linguagens visuais que moldariam a indústria para sempre.

Toda essa coragem criativa deu origem a uma diversidade sem precedentes de estilos. O PC se tornou o lar definitivo para shooters em primeira pessoa, simulações de gerenciamento complexas, aventuras point-and-click, RPGs com visão isométrica e quebra-cabeças imersivos.

Abaixo, listamos 10 jogos inesquecíveis que não apenas definiram os anos 1990 no PC, mas também estabeleceram as bases do que jogamos até hoje.

1. The Secret of Monkey Island (1990)

Mestre absoluto do gênero point-and-click, o clássico da LucasArts apresentou ao mundo o aspirante a pirata Guybrush Threepwood, conquistando gerações de jogadores com seu humor afiado, quebra-cabeças criativos com duelos de espadas baseados em insultos e a icônica trilha sonora criada por Michael Land.

2. Wolfenstein 3D (1992)

Considerado o verdadeiro pai dos jogos de tiro em primeira pessoa (os FPS), Wolfenstein 3D colocou o jogador no papel do agente B.J. Blazkowicz em sua fuga de uma fortaleza nazista, utilizando um motor gráfico revolucionário idealizado por John Carmack que simulava cenários tridimensionais com velocidade impressionante para a época.

3. Doom (1993)

Um verdadeiro fenômeno cultural e tecnológico, Doom aperfeiçoou a fórmula de Wolfenstein 3D ao introduzir iluminação dinâmica, variação de altura de cenários, violência visceral e o lendário modo multiplayer Deathmatch, consolidando a id Software e redefinindo para sempre os jogos de PC e o gênero shooter.

4. Myst (1993)

Criado pelos irmãos Robyn e Rand Miller, Myst foi o título que impulsionou a adoção dos leitores de CD-ROM ao redor do mundo, oferecendo uma ilha misteriosa pré-renderizada repleta de enigmas intrincados, exploração contemplativa e uma atmosfera imersiva que conquistou tanto jogadores casuais quanto entusiastas.

5. SimCity 2000 (1993)

Evoluindo a fórmula de simulação urbana, SimCity 2000 introduziu uma visão isométrica detalhada, gerenciamento orçamentário complexo, sistemas de infraestrutura de água e energia e desastres naturais variados, se tornando uma referência absoluta no gênero de gerenciamento e estratégia.

6. Tomb Raider (1996)

Responsável por popularizar a exploração em ambientes verdadeiramente tridimensionais com câmera em terceira pessoa, Tomb Raider apresentou ao mundo a arqueóloga Lara Croft em uma combinação marcante de plataforma, resolução de enigmas em ruínas antigas e combate contra criaturas ferozes. Esse jogo, inclusive, retorna em 2027 com um reboot.

7. Quake (1996)

Superando os limites dos motores gráficos da época, Quake trouxe um mundo inteiramente renderizado em 3D poligonal com iluminação em tempo real e física avançada, logo se estabelecendo como o pilar definitivo do shooter competitivo através de seu modo multiplayer acelerado.

8. Diablo (1997)

A Blizzard Entertainment redefiniu o gênero dos RPGs de ação ao criar uma experiência focada na exploração de calabouços sombrios, na geração procedural de cenários e itens e em uma jogabilidade viciante baseada em cliques do mouse que se tornou perfeita para a jogatina cooperativa através do serviço Battle.net.

9. Half-Life (1998)

Estreia avassaladora da Valve no mercado, Half-Life revolucionou a narrativa nos jogos de tiro ao contar a saga do físico Gordon Freeman de maneira contínua, sem interromper a ação com cenas pré-renderizadas, integrando inteligência artificial avançada e cenários interativos ao enredo.

10. RollerCoaster Tycoon (1999)

Desenvolvido de forma brilhante quase inteiramente na linguagem Assembly por Chris Sawyer, o RollerCoaster Tycoon colocou os jogadores no comando da construção e administração de parques de diversões, combinando física precisa no design de montanhas-russas com uma gestão financeira minuciosa e viciante.

Um top 10 é só a ponta do iceberg quando falamos de clássicos de PC dos anos 1990. Poderíamos ainda mencionar Unreal Tournament, Age of Empires, Lemmings, StarCraft, Thief e muitos outros, mas nossa lista definitiva é:

  1. The Secret of Monkey Island
  2. Wolfenstein 3D
  3. Doom
  4. Myst
  5. SimCity
  6. Tomb Raider
  7. Quake
  8. Diablo
  9. Half-Life
  10. RollerCoaster Tycoon

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Netflix, Disney+ e mais: Vivo lança combos de streaming com até 40% de desconto

23 October 2026 at 20:14

A Vivo anunciou, nesta sexta-feira (23), quatro novos pacotes que permitem contratar até cinco serviços de streaming por preços menores do que os das assinaturas individuais. As opções começam em R$ 49,90 mensais e incluem plataformas como Netflix, Disney+, Amazon Prime, Globoplay e HBO Max, com descontos que podem chegar a 40%, segundo a operadora.

A alternativa mais completa custa R$ 74,90 por mês e reúne cinco plataformas. Já os outros três combos oferecem diferentes combinações de serviços por R$ 49,90.

A novidade está disponível para clientes Vivo Pós, Controle, Fibra e Vivo Total, sem exigência de fidelidade na contratação dos aplicativos.

Quais são os novos combos de streaming da Vivo?

Os pacotes incluem opções com três ou cinco serviços. A Netflix e o Amazon Prime aparecem em todas as combinações, enquanto as demais plataformas variam conforme o preço.

Confira os valores anunciados:

Streamings incluídos

Preço mensal

Netflix, Amazon Prime e Disney+

R$ 49,90

Netflix, Amazon Prime e Globoplay

R$ 49,90

Netflix, Amazon Prime e YouTube Premium

R$ 49,90

Netflix, Amazon Prime, Globoplay, HBO Max e Disney+

R$ 74,90

De acordo com a Vivo, o pacote de cinco aplicativos oferece a maior economia, de até 40% em relação às assinaturas individuais.

A cobrança será incluída na fatura da operadora, enquanto o gerenciamento dos serviços poderá ser realizado pelo App Vivo. A contratação também estará disponível nos canais físicos da companhia.

Os combos da Vivo realmente saem mais baratos?

Considerando os preços individuais mais baratos das cinco plataformas, a assinatura separada de Netflix, Amazon Prime, Globoplay, HBO Max e Disney+ custa aproximadamente R$ 128,50 por mês.

Para essa comparação, foram considerados os seguintes valores mensais:

  • Netflix com anúncios: R$ 25,90;

  • Amazon Prime: R$ 19,90;

  • Globoplay com anúncios: R$ 22,90;

  • HBO Max com anúncios: R$ 29,90;

  • Disney+ com anúncios: R$ 29,90.

Com o combo de R$ 74,90, a diferença chegaria a R$ 53,60 por mês, ou R$ 643,20 ao longo de um ano, considerando a manutenção desses preços.

A comparação é ilustrativa, pois o comunicado da Vivo não especifica todas as modalidades incluídas nos novos pacotes. A economia efetiva depende dos planos contratados e de eventuais descontos disponíveis diretamente nos serviços.

Outro ponto importante é que as assinaturas oferecidas pela Vivo podem incluir publicidade.

A operadora informou que os combos contemplam versões com e sem anúncios, conforme a plataforma, mas não detalhou quais modalidades estão incluídas em cada combinação.

Isso faz diferença especialmente para quem utiliza versões mais caras da Netflix ou do Disney+, que podem oferecer benefícios adicionais, como mais telas simultâneas e recursos de imagem e áudio.

Também vale conferir a modalidade do YouTube Premium, já que a Vivo oferece o YouTube Premium Lite em outros pacotes, com recursos diferentes da versão tradicional.

streaming

Quem pode contratar os combos?

Os novos pacotes estão disponíveis para quem já possui um dos seguintes serviços da operadora:

  • Vivo Pós;

  • Vivo Controle;

  • Vivo Fibra;

  • Vivo Total.

A mensalidade dos aplicativos é adicionada ao valor do plano de celular ou internet. Portanto, os R$ 49,90 ou R$ 74,90 representam apenas o custo do combo de streaming.

Segundo a Vivo, não haverá fidelidade na assinatura dos aplicativos, permitindo cancelar o pacote sem cumprir um período mínimo de permanência.

Para quem já paga por três ou mais serviços todos os meses, a contratação conjunta pode reduzir as despesas, especialmente quando as versões com anúncios atendem às necessidades do consumidor.

Antes de migrar, porém, é importante verificar as modalidades oferecidas e as condições de vinculação de contas existentes. A Vivo não detalhou no anúncio como será feita essa migração para quem já possui assinaturas ativas contratadas diretamente nas plataformas.

Veja também: 5 formas de assinar o Disney+ mais barato

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Samsung prepara Beta da One UI 9.5 para antes do que você imagina

Uma mudança simples no aplicativo Samsung Members alimentou esperanças sobre a possível chegada do Beta da One UI 9.5. O app, usado para entrar no programa de testes da empresa, mudou um banner para convidar pessoas a uma nova versão experimental da interface.

O ajuste é pequeno, não muda o texto e foca na parte visual, mas pode ser um sinal de novo Beta a caminho. A empresa já distribui a versão estável da One UI 9.0 para diversos celulares e tablets desde setembro, então faz sentido pensar nos próximos passos.

Os primeiros testes internos da One UI 9.5 começaram em agosto, de acordo com vazamentos, mas não há indícios de lançamento de versões ao público. Vale reforçar que a variante “.5” não muda a versão do Android usada como base, mas traz uma série de novos recursos para acompanhar a chegada da nova linha Galaxy S.

Para efeito de comparação, a One UI 8.5 ganhou Beta público em dezembro de 2025 e foi lançada em fevereiro de 2026.

Samsung Members Beta

O que esperar da One UI 9.5?

A atualização deve contar com um pacote robusto de novidades na interface da Samsung. Uma delas é a possibilidade de controlar a tela do celular em notebooks com Windows, similar ao espelhamento da Apple.

A atualização também pode trazer um novo recurso para criar widgets personalizados com a ajuda de IA. Atualmente, apenas a linha Google Pixel tem a função.

Confira quais celulares devem ser atualizados para a eventual One UI 9.5.

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1ª Formlabs “barata” que aceita resina paralela já tem preço no Brasil

23 October 2026 at 19:50

A Formlabs lançou há pouco tempo nos Estados Unidos a Form Studio 1, sua primeira impressora 3D com foco em um público que busca uma opção mais acessível da marca. Agora, o equipamento também já tem preço oficial no Brasil: R$ 11.899, com desconto para R$ 9.999 no pagamento via Pix.

O valor é consideravelmente mais alto que os US$ 699 cobrados no mercado americano, cerca de R$ 3.551 em conversão direta. Ainda assim, a novidade marca uma mudança de estratégia da fabricante, conhecida por impressoras profissionais que custam milhares de dólares.

A Studio 1 tem como público-alvo hobistas, designers e pequenas oficinas. Seu principal diferencial é a compatibilidade com resinas de terceiros, que permite reduzir os gastos com materiais sem depender exclusivamente dos produtos da Formlabs.

Form Studio 1 aceita resinas de outras marcas

Diferentemente de outras impressoras da Formlabs, a Studio 1 já chega com o Open Material Mode liberado. Esse recurso permite utilizar resinas de fabricantes diferentes, o que dá mais liberdade para escolher materiais e procurar opções mais baratas.

A própria Formlabs também lançou seis novas resinas da linha Alpha Resins, com preços a partir de US$ 29 por litro, aproximadamente R$ 147 em conversão direta. Dessa forma, o consumidor pode escolher entre os materiais oficiais e alternativas disponíveis no mercado.

Quanto às especificações, a impressora utiliza tecnologia MSLA, que emprega luz ultravioleta para endurecer a resina líquida e formar as peças em camadas.

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 O equipamento oferece resolução de pixel de 35 micrômetros e volume de impressão de 200 x 125 x 235 mm. Segundo a fabricante, a maioria das peças pode ficar pronta em menos de duas horas.

Outro destaque é o sistema automático de distribuição de resina, acompanhado de um mecanismo de aquecimento para facilitar o processo de impressão.

A Formlabs também oferece uma estação opcional de lavagem e cura, chamada Form Studio Wash+Cure, para finalizar as peças após a impressão.

Preço da Form Studio 1 no Brasil

A Form Studio 1 tem preço oficial de R$ 11.899 no mercado brasileiro, mas pode ser adquirida por R$ 9.999 no Pix, uma economia de R$ 1.900 em relação ao valor cheio. O modelo começa a ser entregue a partir de janeiro

Apesar de ser apresentada como uma impressora mais acessível dentro do catálogo da Formlabs, seu preço no Brasil ainda a coloca em uma faixa elevada para quem procura um equipamento doméstico.

Por outro lado, a compatibilidade com resinas de terceiros pode ajudar a reduzir os custos a longo prazo, especialmente para quem utiliza a impressora com frequência e precisa comprar materiais regularmente.

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Linha iPhone 18 Pro ganha controles manuais no aplicativo de câmera

23 October 2026 at 19:48

A Apple adicionou abertura física variável e controles manuais de captura no aplicativo nativo de câmera do iPhone 18 Pro e do iPhone 18 Pro Max, permitindo ajustes técnicos avançados sem softwares de terceiros. Equipados com o processador A20 Pro de 2 nanômetros e sensor principal de 48 MP, os aparelhos receberam ferramentas integradas diretamente à interface do sistema. Em vídeo no canal Canaltech, o apresentador Ivo Meneghel Jr. utilizou uma unidade do iPhone 18 Pro Max para demonstrar o funcionamento dos novos recursos.

Diferente da interface adotada no ecossistema Android, em que os comandos manuais costumam ficar concentrados em uma aba exclusiva de foto ou vídeo, a Apple distribuiu as opções técnicas dentro dos modos nativos de captura. Meneghel destacou a aplicação em recursos como retrato e lapso de tempo:

"Ele tem o modo Pro dividido. No Android você não consegue colocar o modo Pro no retrato, não consegue colocar modo Pro no timelapse. Aqui você consegue ter essas configurações a mais dentro de cada modo".

Abertura variável e tempo de exposição

O conjunto óptico da câmera principal de 48 MP traz um mecanismo de abertura física com quatro estágios: f/1.48, f/1.8, f/2.8 e f/4. O ajuste em f/4 eleva a profundidade de campo para manter múltiplos elementos nítidos em um mesmo enquadramento, enquanto aberturas maiores controlam a entrada de luz física e o desfoque óptico. Ao alterar os estágios da lente, o software compensa automaticamente a exposição por meio dos demais parâmetros para preservar a fotometria.

No controle do obturador, os aparelhos operam com velocidades entre 1/16.000 de segundo e 1 segundo. Meneghel apontou que o intervalo mínimo impõe restrições para capturas noturnas específicas:

"Um segundo é pouco. O cara que vai comprar o iPhone 18 não pode de repente querer fazer foto de estrela, não pode querer fazer foto com rastro de carro. Tem celular que faz 30".

Foco manual, balanço e histograma

A interface inclui foco manual assistido por focus peaking, elemento visual que destaca as áreas em foco no enquadramento, além de seleção de lentes e fatores de recorte. Para a calibração de cor, o sistema oferece predefinições de balanço de branco para compensar diferentes fontes de iluminação, como luz de tungstênio e luz solar direta.

Para monitoramento técnico, a linha Pro incorpora um histograma em tempo real com leitura de luminosidade e canais RGB. O aplicativo também traz estilos de imagem com ajustes de textura e granulação configuráveis antes do disparo.

Saiba mais detalhes: iPhone 18 ganha recursos de câmera que antes eram coisa de câmera profissional

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Disney+ remove 4K, HDR10 e Dolby Vision sem avisar assinantes no Brasil

23 October 2026 at 19:42

O Disney+ retirou o suporte a 4K UHD, HDR10 e Dolby Vision de sua plataforma no Brasil, segundo relatos de assinantes. A mudança também aparece no site oficial do streaming, que agora informa resolução máxima de 1080p, embora o plano Premium continue custando R$ 69,90 mensais.

A situação ganhou repercussão nesta quinta-feira (22), após usuários denunciarem a perda dos recursos no Reddit. Segundo os relatos, a Disney não comunicou previamente a alteração, que afeta tecnologias oferecidas como diferenciais da assinatura mais cara.

Ao verificar o site brasileiro do Disney+, o Canaltech constatou que a empresa passou a anunciar transmissão de até 1080p e áudio Dolby Atmos. Anteriormente, a página informava suporte a vídeos em 4K UHD e HDR.

O Dolby Atmos, tecnologia que proporciona uma experiência de áudio espacial, permanece disponível.

O Canaltech entrou em contato com a Disney para confirmar a suspensão dos recursos no Brasil e esclarecer desde quando a medida está em vigor e quais aparelhos ou conteúdos foram afetados. A reportagem será atualizada assim que houver resposta.

disney 1080p

Por que o Disney+ removeu o 4K?

A mudança pode estar relacionada a uma disputa judicial envolvendo a Disney e a InterDigital, empresa americana que possui patentes utilizadas em tecnologias de transmissão e compressão de vídeo.

Em setembro de 2025, a 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro concedeu uma liminar favorável à InterDigital, que acusou a Disney de utilizar suas tecnologias sem as licenças necessárias.

A decisão envolveu patentes relacionadas aos padrões AVC e HEVC, utilizados na compressão de vídeos para transmissão pela internet.

Em maio de 2026, a decisão foi mantida em segunda instância, conforme documentos apresentados pela InterDigital à Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC).

Disputas semelhantes também ocorreram na Europa e levaram o Disney+ a suspender recursos de imagem em diferentes países.

Em julho, o portal FlatpanelsHD informou que a plataforma havia removido o suporte a 4K e HDR10 em mercados europeus, depois de já ter suspendido o Dolby Vision.

A Disney chegou a recuperar a transmissão em 4K em determinados aparelhos por meio da adoção de outra tecnologia de compressão, chamada VP9. Entretanto, a solução não restabeleceu todos os formatos de imagem anteriormente disponíveis.

No Brasil, um assinante relatou no Reddit que o suporte do Disney+ atribuiu a indisponibilidade dos recursos a um processo judicial envolvendo patentes.

Apesar do histórico de disputas, ainda não há confirmação oficial de que a decisão judicial brasileira seja a responsável direta pela retirada dos recursos no país.

Disney+ Premium continua custando R$ 69,90

A perda dos recursos chama atenção porque a Disney não anunciou uma redução no preço do plano Premium.

Atualmente, a assinatura mais cara custa R$ 69,90 por mês, enquanto o plano Padrão sai por R$ 49,90.

O Premium mantém benefícios como acesso a todos os canais da ESPN, reprodução simultânea em quatro aparelhos e áudio Dolby Atmos.

Porém, a resolução máxima de 1080p agora anunciada pela plataforma é a mesma oferecida pelo plano Padrão.

No Reddit, usuários reclamam da alteração e afirmam que contrataram a modalidade mais cara justamente para assistir a filmes e séries com maior qualidade de imagem.

Há também uma reclamação publicada no Reclame Aqui em 22 de outubro, na qual um assinante afirma ter perdido o acesso ao 4K, HDR e Dolby Vision e questiona a manutenção do preço integral.

A Disney ainda não informou publicamente se pretende compensar os consumidores brasileiros, oferecer descontos ou estabelecer um prazo para o retorno dos recursos.

disney 1080p reclamação

Assinantes podem pedir reembolso?

A retirada de recursos anteriormente oferecidos em uma assinatura pode levantar questionamentos com base no Código de Defesa do Consumidor (CDC).

O artigo 20 estabelece que, diante de serviços com qualidade inferior à anunciada, o consumidor pode exigir medidas como restituição do valor pago ou abatimento proporcional do preço, conforme as circunstâncias.

Isso não significa que todos os assinantes tenham direito a um reembolso automático. A análise depende das condições contratadas e dos serviços efetivamente disponibilizados.

Na França, onde o problema também afetou assinantes, a associação de consumidores UFC-Que Choisir notificou a Disney em setembro de 2026, cobrando uma solução, maior transparência e compensações.

No Brasil, consumidores podem inicialmente procurar o atendimento do Disney+ e registrar a solicitação. Caso o problema não seja solucionado, também é possível recorrer ao Procon ou à plataforma Consumidor.gov.br.

Veja também: 5 formas de assinar o Disney+ mais barato

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Uso seguro de powerbanks exige atenção a calor e danos estruturais

23 October 2026 at 19:35

Baterias externas de íon de lítio demandam estabilidade física e química contínua para operar com segurança e evitar falhas como o fenômeno de fuga térmica. Em vídeo no canal Canaltech, a apresentadora Amanda Abreu detalhou os princípios de funcionamento desses componentes, os critérios técnicos para seleção no mercado e os sinais que indicam o momento exato para o descarte do acessório.

A integridade do dispositivo é diretamente afetada por impactos mecânicos causados por quedas, exposição a fontes intensas de calor — como o interior de veículos fechados — ou defeitos de fabricação em produtos sem procedência, que eliminam circuitos de proteção para reduzir custos. Segundo a apresentadora, qualquer alteração estrutural compromete o funcionamento seguro das células.

"Uma bateria ela precisa ter dois pontos que sempre precisam estar em equilíbrio: ela precisa estar quimicamente estável e fisicamente estável", pontuou Amanda.

Com o rompimento dessas condições, os elementos químicos internos entram em degradação e liberam gases, provocando o inchaço visível da estrutura externa. Esse acúmulo contínuo de calor e pressão gera uma reação em cadeia que pode culminar em combustão caso o uso seja mantido.

"Quando o seu powerbank começar a apresentar este tipo de sinal, que é o sinal mais clássico, por favor, esse já é o momento de você descartar", enfatizou a comunicadora, que alertou para a obrigatoriedade de direcionar o material a pontos de coleta de lixo eletrônico para evitar contaminação ambiental.

Eficiência de recarga, protocolos e transporte

A análise técnica também esclarece por que a capacidade nominal informada pelo fabricante não corresponde de forma idêntica à recarga entregue ao smartphone. Como as células internas operam em uma faixa de 3,7 volts e a transferência exige elevação para 5 volts ou patamares superiores, a conversão resulta em perda de energia na forma de dissipação térmica. Esse fator limita o aproveitamento útil a uma média estimada em 80% do total de miliamperes-hora (mAh) do produto.

Leia também: Vale a pena comprar PowerBank para notebook? Como escolher o modelo ideal?

A eficiência do carregamento depende ainda de protocolos como o Power Delivery e o padrão sem fio Qi2, que gerenciam a comunicação entre os circuitos para mitigar o aquecimento. Por fim, a potência acumulada dita regras de conformidade em viagens aéreas: baterias de até 99 watts-hora (Wh) — limite compatível com a maioria das unidades de 20.000 mAh — têm embarque autorizado na bagagem de mão, enquanto modelos a partir de 100 Wh exigem autorização expressa da companhia aérea.

Saiba também se power bank pode ir na mala despachada? Veja o que é permitido

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Play ‘Doom’ on this tiny, uterus-shaped period tracker

23 October 2026 at 20:42

Doom is much more than a classic, bloodsoaked first-person shooter known for its chaotic action, over-the-top weapons, and challenging boss fights. For some odd (but very enjoyable) reason, it’s served as a benchmark for testing basic computing capabilities for well over 30 years. Name a device——calculators, ATMs, digitally enabled tractors, and even biochips built with E. coli bacteria—and someone has likely coded it to run Doom.

The latest entry in the ever-growing list of Doom compatible contraptions is a double-dose of DIY ingenuity, however. The Linux software engineer known as Miss Molerat recently began tinkering with a pocket-sized medical gadget made specifically to keep track of her menstrual cycle. But unlike many similar commercial products, “Clotty” keeps all personal data strictly on the device itself. It never connects to an external cloud or offloads sensitive information to a company’s servers, thereby preventing any unwanted data harvesting. And it does all this on a custom, uterus-shaped minicomputer running on a Raspberry Pi microcontroller.

Uterus shaped computer device showing tiny sprite character on screen
Clotty includes a Tamagotchi-like sprite players must maintain and keep happy. Credit: Miss Molerat

“I have one thing that has been bothering me for as long as I’ve been menstruating: despite my cycle being very regular, I somehow manage to get surprised by PMS each and every month anew,” Clotty’s inventor wrote on her website’s blog.

Clotty “does the boring stuff” for her by tracking her period via a Tamagotchi-like digital pet that requires attention and maintenance throughout each month. The pixelated creature’s mood shifts depending on the cycle phase, but it also can go on little quests and offer various minigames in the meantime.

“[It’s] basically some sort of adorably shaped mirror version of my own moods that serves as a reminder that I, too, am just some sort of creature that tries to stay alive and happy,” explained Clotty’s creator.

But why stop there? Clotty is powerful enough to run Doom on its itty-bitty LCD screen, which is thematically perfect given the project’s overarching, bloody motif. This means that, when not keeping up with personal health, a user can also blast through wave after wave of space demons using small onboard sensors.

The inventor admitted that Clotty is still in its “fetal stage,” but she plans to add more features like a menstrual cycle history archive, more games, and even some reproductive health trivia. It’s also a completely open-source project, so anyone can follow her online tutorials and download files for Clotty (and Doom).

The post Play ‘Doom’ on this tiny, uterus-shaped period tracker appeared first on Popular Science.

iPhone Air: teste compara peso, bateria e ergonomia com a linha Pro

23 October 2026 at 19:28

Em vídeo no canal Canaltech, o apresentador Gabriel Rimi analisou a usabilidade e as especificações técnicas do iPhone Air após um período de uso contínuo, estabelecendo comparações diretas com modelos de faixas superiores, como o iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max. O levantamento aborda o equilíbrio entre a redução de massa do chassi e as concessões de hardware exigidas pelo formato compacto.

A diferença de massa corporal configura o principal elemento de distinção entre os dispositivos analisados. Enquanto o iPhone Air registra 165 gramas, o iPhone 18 Pro marca 211 gramas — uma variação de 27,88% — e o iPhone 18 Pro Max chega a 249 gramas, o que representa um acréscimo de 50,91% de peso em relação à versão Air. Rimi destacou o impacto ergonômico decorrente dessas especificações durante o manuseio prolongado:

"O iPhone 18 Pro Max é 50,91% mais pesado que o iPhone Air. Quando você segura um iPhone Pro Max, você está segurando um Air e meio", pontuou o apresentador, ressaltando que o modelo Pro apresenta tela menor que a do Air, mas mantém peso superior.

Autonomia energética e desempenho térmico

As dimensões reduzidas do iPhone Air impõem restrições à capacidade nominal da bateria interna e à condutividade térmica. De acordo com o relato de Rimi, a autonomia do dispositivo atende a rotinas em ambiente de escritório, mas exige recargas complementares ou fontes portáteis durante coberturas operacionais externas e captação contínua de vídeo. O uso combinado com baterias externas magnéticas eleva a massa do conjunto para 280 gramas.

"Ele é quase um celular modular: quando eu preciso de um power bank eu coloco, quando eu não preciso eu uso um celular mais leve", explicou.

Leia também: Testamos o iPhone Air: um erro óbvio e uma grande surpresa positiva

No processamento, o aparelho integra o chip A19 Pro, mas registra limitações na sustentação de desempenho sob carga contínua em razão da dissipação térmica restrita, comportamento observado na execução do sistema operacional iOS 27. O projeto do modelo também exclui recursos presentes em linhas tradicionais, como saídas de som estéreo na base e sensor óptico de ângulo aberto (ultra-wide), limitando a captação traseira a uma única lente. Rimi apontou ainda que, em termos de mercado, a aproximação de preço em relação a modelos convencionais como o iPhone 17 torna o fator ergonômico o principal critério de escolha.

Saiba também quanto vale a pena pagar no iPhone Air em 2026!

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Galaxy W27: celular dobrável de luxo da Samsung vaza dias antes do lançamento

23 October 2026 at 19:16

A Samsung prepara o lançamento de mais um celular dobrável para 2026. O Galaxy W27, modelo de luxo exclusivo para o mercado chinês, teve detalhes de seu design e especificações vazados poucos dias antes da apresentação oficial, prevista para a próxima semana.

De acordo com o leaker Ice Universe, o novo aparelho será baseado no Galaxy Z Fold 8 Ultra, mas terá um acabamento mais sofisticado, com uma combinação de azul brilhante e dourado. A novidade também deve manter os preços elevados que caracterizam a linha Galaxy W.

Galaxy W27 terá visual luxuoso e hardware do Fold 8 Ultra

A principal surpresa do vazamento é a escolha do Galaxy Z Fold 8 Ultra em vez do Galaxy Z Fold 8 com tela mais larga como base para o novo aparelho. 

Esse estilo também se tornou uma tendência entre fabricantes chinesas. A Huawei foi uma das pioneiras na proposta, que também apareceu em um modelo recente da Xiaomi.

No entanto, a Samsung parece ter optado pelo modelo Ultra para reforçar o posicionamento premium do Galaxy W27. Assim, o aparelho deve oferecer praticamente a mesma experiência do Fold 8 Ultra, mas com diferenças no acabamento e na apresentação.

Galaxy W27

O principal destaque visual será a combinação de azul brilhante com detalhes dourados, que dá ao celular uma aparência mais refinada. A embalagem também deve seguir o padrão luxuoso das gerações anteriores.

O que é a linha Galaxy W da Samsung?

A linha Galaxy W surgiu em 2008, a partir de uma parceria entre a Samsung e a operadora China Telecom. Os aparelhos fazem parte da série conhecida como "Heart of the World", ou "Coração do Mundo", em tradução livre.

Ao longo dos anos, a fabricante passou a utilizar seus dobráveis mais avançados como base para os modelos dessa família. A proposta é oferecer versões mais exclusivas, com materiais e acabamentos diferenciados e preços superiores aos dos aparelhos convencionais.

Essa estratégia também ajuda a Samsung a manter presença no segmento de celulares de luxo na China, um mercado em que enfrenta forte concorrência de fabricantes locais, como Huawei e Xiaomi.

Galaxy W27 será lançado no Brasil?

A expectativa é que o Galaxy W27 continue exclusivo para a China, assim como as gerações anteriores, e consumidores brasileiros interessados no aparelho provavelmente terão que recorrer à importação.

Até o momento, não há informações oficiais sobre o preço, mas ele deve ser superior ao do Galaxy Z Fold 8 Ultra. 

A nova geração do Galaxy Z Fold chamou bastante atenção e eu, particularmente, preferi o modelo "comum". Eu testei o Galaxy Z Fold 8 e achei o novo formato bem interessante. Se a Samsung optasse usá-lo como base para o Galaxy W27, não seria uma má opção, mas entendo a escolha do modelo ultra-premium para destacar o aspecto mais "exclusivo" da versão chinesa. 

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Ocarina of Time Remake para Switch 2 tem mecânicas e dublagem testadas

23 October 2026 at 19:05

A Nintendo realizou uma sessão de demonstração de duas horas de The Legend of Zelda: Ocarina of Time Remake para o Nintendo Switch 2, na Cidade do México. Em vídeo no canal CTup, o apresentador Gabriel Rimi detalhou as impressões sobre o desempenho técnico do hardware, a reconstrução gráfica dos cenários e as mudanças introduzidas na jogabilidade em comparação com a obra original lançada para o Nintendo 64.

A reimaginação do título traz texturas em alta resolução, sistema remodelado de iluminação e estabilidade na taxa de quadros ao longo da exploração do reino de Hyrule. Na análise técnica de objetos e cenários, foram incorporados efeitos de transparência e sinais de desgaste físico em moedas, armas e equipamentos. De acordo com Rimi, a proposta não segue uma cópia direta da estrutura antiga:

"Não é um remake um para um. Ocarina of Time vai ser um jogo que pega o original e amplia ele", afirmou o apresentador, destacando alterações no ritmo dos confrontos e na profundidade da física.

Modificações na jogabilidade e navegação de masmorras

Entre as principais atualizações mecânicas está a inclusão de um comando específico de pulo para o protagonista Link, o que altera a transição entre plataformas e os combates com mira travada. A interface de itens também foi reformulada para o controle do novo console: a alocação anterior por botões direcionais e frontais do controle de 1998 deu lugar aos botões de ombro do aparelho.

"Foi muito fácil selecionar os itens que eu precisei", relatou Rimi ao descrever a dinâmica de manuseio de ferramentas como o arco e flecha.

A navegação na campanha recebeu o suporte de um sistema de tapeçaria, interface visual que registra em ilustrações os eventos superados e exibe os passos seguintes a cumprir. Durante a exploração do Templo da Floresta, focado no combate contra o chefe Fantasma de Ganon, o teste exibiu modificações arquitetônicas pensadas para a usabilidade, como a adição de uma plataforma elevatória que facilita o retorno a salas anteriores caso itens fiquem para trás.

A versão também confirmou a dublagem e os textos localizados em português do Brasil. O recurso de áudio localizado coexiste com a opção de alterar a linguagem para o inglês por meio do menu de configurações. Conforme avaliou Rimi, o trabalho de tradução dos diálogos e da dublagem nacional oferece suporte para a compreensão da história, servindo de porta de entrada a novos públicos sem impedir o acesso à faixa original aos jogadores tradicionais.

Para seguir nesse universo, confira também quais são os 6 jogos da franquia The Legend of Zelda que revolucionaram os games

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Omoda X é apresentado na China e antecipa futuro SUV com visão noturna e karaokê

23 October 2026 at 19:00

O Omoda X chegou. O SUV conceitual foi apresentado na Cúpula Internacional de Usuários Omoda e Jaecoo, realizada na China, e mostrou na prática como a marca evoluiu sua linguagem de design para integrar agora a estética robótica e tecnologias de auxílio ao condutor.

O protótipo evolui a linguagem estilística "Cyber Mecha", que estreou no Omoda 4 no Salão de Paris: a carroceria foi construída com superfícies angulosas e luzes diurnas em formato de flecha, junto de lanternas traseiras no estilo raio que lembram o Omoda 5 e Omoda 7.

Omoda X

Por enquanto, a marca não revelou os detalhes sobre a motorização do SUV nem confirmou a data para o lançamento da versão final de produção. Mesmo assim, a expectativa do setor automotivo é de que o modelo chegue ao mercado em breve.

Como é o Omoda X

Internamente, o painel do SUV tem desenho de asa dupla e console central flutuante em formato de X, integrando um quadro de instrumentos digital de 10,25” e uma central multimídia de 13,2”. A marca manteve botões físicos para comandos de uso frequente, como o controle de temperatura do ar-condicionado e os seletores de modos de condução.

Entre as inovações tecnológicas, o destaque fica por conta do sistema de visão noturna por imagem térmica infravermelha, capaz de detectar o calor de pedestres e animais a até 90 metros de distância. O modelo traz ainda assistente de voz com processamento de linguagem natural, sistema de karaokê integrado com captação de som por quatro zonas independentes e o modo ajustável X-MODE.

O Omoda X foi projetado com 20 cm de altura livre do solo, capacidade de suporte de carga no teto de até 75 kg e limite de reboque de 1.800 kg. Para ampliação do espaço interno de armazenamento, a cabine traz 39 compartimentos porta-objetos distribuídos pela cabine.

Aproveite para conhecer o Omoda 4, chinês que será "pesadelo" para Tera e Creta!

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5 recursos do YouTube Music que o Spotify não tem

O YouTube Music é um forte concorrente do Spotify no mercado de streamings de áudio e tem alguns recursos que não existem no rival. A plataforma tem a vantagem de ser integrada ao catálogo do YouTube para trazer mais versões de músicas e recursos de redes sociais.

Há também uma diferença no modelo de assinaturas: a versão Premium remove anúncios no streaming musical e na plataforma de vídeos, então o YouTube pode ser uma alternativa ao Spotify Premium pela versatilidade.

O Canaltech traz alguns aspectos favoráveis ao streaming do Google:

5 coisas que o YouTube Music tem e o Spotify não

Confira:

  1. Sincronização com o YouTube

  2. Músicas e álbuns que não existem em outros streamings

  3. Pesquisa ao cantar e assoviar

  4. Integração com Google Fotos

  5. Comunidades de fãs

1. Sincronização com o YouTube

A mesma conta do YouTube é usada para o Music, então a ferramenta consegue analisar o gosto musical dos vídeos para criar recomendações personalizadas. O app também pode sugerir vídeos e apresentações ao vivo para aumentar o leque de sugestões.

2. Músicas e álbuns que não existem em outros streamings

A integração com o YouTube também permite acessar o imenso catálogo de músicas na plataforma, incluindo faixas que não estão no Spotify e outros serviços. É uma oportunidade para ouvir álbuns raros ou versões ao vivo diferentes dos acervos convencionais. 

3. Pesquisa ao cantar e assoviar

Você está com uma música na cabeça, mas não lembra o nome? Basta abrir a pesquisa do YouTube Music, cantarolar ou assoviar a melodia e receber o resultado correspondente.

O Spotify não tem função parecida, mas permite encontrar faixas a partir de trechos da letra.

Cantarolar música YouTube Music

4. Integração com Google Fotos

O YouTube Music tem uma retrospectiva anual com as faixas mais ouvidas e conta com um detalhe interessante: é possível vincular a conta do Google Fotos para ter imagens da própria galeria nos resultados da experiência. 

5. Comunidades de fãs

As comunidades de artistas do YouTube Music são um recurso de rede social para conectar fãs. Similar aos fóruns do Reddit, é possível receber novidades e compartilhar discussões sobre bandas favoritas.

Comunidade YouTube Music

E o oposto? Confira recursos que o Spotify tem e não existem no rival YouTube Music.



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Fechaduras digitais operam com baterias e permitem gestão de acesso

23 October 2026 at 18:43

A substituição de chaves físicas por sistemas eletrônicos de travamento altera a rotina de controle de entrada em residências e estabelecimentos comerciais. Em vídeo no canal Canaltech Eletro, a apresentadora Amanda Abreu detalhou os aspectos técnicos, funcionais e de segurança desses dispositivos, que operam por meio de biometria, teclados numéricos, cartões de aproximação e aplicativos para smartphones.

Métodos de segurança e controle de permissões

Diferente das fechaduras mecânicas tradicionais, os modelos digitais dispensam cilindros externos vulneráveis a ferramentas de abertura forçada, como michas. Os equipamentos também contam com protocolos de criptografia na transmissão de dados para impedir manipulações eletrônicas nos circuitos de validação.

No aspecto operacional, o gerenciamento de permissões permite configurar acessos individualizados para diferentes usuários. O sistema possibilita cadastrar senhas temporárias com restrições de dias da semana e faixas de horário específicas para prestadores de serviços ou visitantes.

Amanda Abreu destacou a precisão desse controle no dia a dia: "você vai conseguir criar uma senha específica para aquela pessoa que funciona em dias específicos e em alguns casos até em horários específicos". Caso o código seja inserido fora da janela programada, o mecanismo não executa o destravamento. O registro individual também serve para monitoramento, permitindo identificar o responsável pela abertura: "eu tenho uma senha específica justamente para isso, então quando eles colocam a senha, eu sei quem entrou", explicou.

Autonomia energética e redundância operacional

A alimentação dos dispositivos é independente da rede elétrica predial, ocorrendo por meio de pilhas alcalinas ou baterias recarregáveis instaladas internamente. O sistema de monitoramento emite alertas sonoros e notificações pelo aplicativo com semanas de antecedência quando a carga atinge níveis residuais próximos a 30%, permitindo a substituição preventiva dos componentes.

Caso o esgotamento ocorra antes da troca, as fechaduras contam com terminais externos de emergência, no padrão USB ou USB-C. Esse conector recebe corrente temporária vinda de um carregador portátil (power bank) ou smartphone compatível, fornecendo a energia necessária para a digitação da senha ou leitura biométrica.

Em relação aos métodos de liberação, o mercado disponibiliza opções apenas numéricas ou integradas a sensores de impressão digital. Conforme Amanda Abreu, "se você puder optar pelos modelos que têm digital mesmo, o desbloqueio é mais direto", embora os modelos por digitação de código garantam a mesma independência de chaves metálicas.

Confira também 5 melhores fechaduras inteligentes com instalação fácil para comprar em 2026  e saiba se vale a pena comprar fechadura digital barata na internet ou é perigoso?

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Motorola Signature 27 conta com Snapdragon 8 Elite e 7 anos de suporte

23 October 2026 at 18:33

Em vídeo no YouTube, os apresentadores Adriano Ponte e Amanda Abreu comentam o lançamento do Motorola Signature 27 e analisam a proposta técnica do modelo. O dispositivo integra o portfólio de aparelhos de alto desempenho da fabricante, operando com o processador Snapdragon 8 Elite Extreme Gen 6, construído em litografia de 2 nanômetros, e suporte oficial ao sistema operacional GrapheneOS.

A estrutura do chassi adota alumínio, módulo de câmeras traseiro em cerâmica e acabamentos desenvolvidos em parceria com a Pantone, além de proteções certificadas pelas normas IP68 e IP69 contra poeira e jatos de água em alta pressão.

Engenharia das câmeras e gerenciamento térmico

A configuração externa das lentes atende aos requisitos mecânicos de acomodação do conjunto fotográfico, composto por um sensor principal de 50 MP, uma lente ultra-angular de 50 MP e uma teleobjetiva periscópica de 200 MP voltada para aproximação ótica apoiada por algoritmos de inteligência artificial.

Ao analisar a estrutura interna necessária para o componente, Adriano Ponte explica a relação entre o chassi e as peças: "Independente do design, tem um componente ali que ocupa esse espaço. A câmera vai para o lado, ocupa espaço dentro do aparelho". A reprodução de áudio é equipada com alto-falantes estéreo calibrados pela marca dinamarquesa Bang & Olufsen.

Para controlar as temperaturas do processador durante cargas de trabalho prolongadas, o projeto conta com um sistema de resfriamento redimensionado com materiais condutores de calor. Em relação à autonomia energética, informações técnicas indicam o emprego de uma bateria de silício-carbono com capacidade de 7.000 mAh, composição química que amplia a densidade de carga sem elevar a espessura física do aparelho.

Sobre o impacto da bateria frente ao segmento de dispositivos móveis, Amanda Abreu avalia:

"Se tiver esses 7.000 mAh, a Motorola pode pegar uma pá e enterrar com carinho todos os outros rivais do mercado".

Ciclo de atualizações e longevidade

A política de suporte estipula um ciclo de sete anos de transições do sistema operacional e envios regulares de pacotes de segurança. Ao debater a durabilidade do equipamento e a substituição da bateria como peça consumível ao longo do tempo, Adriano Ponte aponta a extensão do ciclo de vida: "Você está com um telefone com uma garantia de quase uma década de software. O aparelho vai funcionar por mais sete anos". O cronograma de distribuição internacional e a confirmação de venda do produto no mercado brasileiro não foram informados pela fabricante.

Leia também: Motorola Signature 27 ganha suporte a sistema Android ultrasseguro

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Por que o Google está cortando acesso dos assinantes básicos aos seus modelos de IA?

O Google mudou drasticamente os planos de IA da empresa: o acesso à versão Pro dos modelos do Gemini ficou restrito aos níveis AI Pro e AI Ultra. Dessa forma, contas gratuitas e assinantes do plano AI Plus (o mais barato da empresa) não conseguem acessar a tecnologia mais avançada da Big Tech.

A mudança frustrou assinantes porque o plano básico era frequentemente oferecido com testes gratuitos. Mesmo com limites de uso bem menores do que os níveis superiores, ainda era possível usar a variante Pro do Gemini para tarefas mais complexas.

O Google não comenta oficialmente a decisão, apenas informa que os modelos Flash-Lite e Flash serão disponibilizados “para oferecer velocidade e inteligência”.

Por que o Google limitou o acesso às IAs mais poderosas?

A principal hipótese por trás da mudança é uma forma de limitar os gastos computacionais: um modelo como o Gemini 4 Argon, por exemplo, é capaz de executar tarefas muito complexas, mas isso vem acompanhado de um consumo excessivo de hardware e infraestrutura dos data centers.

Reduzir a quantidade de pessoas com acesso a essa tecnologia é uma forma de poupar o consumo. Além disso, a versão Pro fica restrita a planos mais caros para equilibrar as despesas: o AI Pro custa a partir de R$ 96,99 por mês e o AI Ultra a partir de R$ 779,90 por mês.

Vale lembrar que o Google já mudou o funcionamento dos limites de uso em 2026. Antes, a empresa tinha uma quantidade fixa de comandos, mas adotou um sistema que cobra os limites pelo uso computacional. Ao atingir o limite do plano, é necessário aguardar cinco horas até as franquias serem restauradas.

O ajuste se tornou um padrão no mercado de IA para se adequar aos prompts com agentes autônomos, visto que podem desempenhar tarefas longas a partir de um simples comando. 

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Mudança é esperada no mercado

A estratégia do Google também pode ser interpretada como um reposicionamento no mercado após atrair usuários aos planos pagos de IA. Em entrevista ao Canaltech, o diretor acadêmico da FIAP, John Paul Lima, explica que a postura é similar à de outras empresas do segmento e até de streaming para angariar clientes e depois reajustar benefícios:

“Primeiro tenta popularizar a ferramenta, então coloca valores mais baixos de investimento do usuário. Depois de um tempo, disponibiliza novos modelos, faz downgrade de alguns mais simples e incentiva o usuário que realmente usa a ferramenta a pagar mais caro por outros modelos”.

Lima também reforça que os clientes ficam sujeitos a mudanças inesperadas porque assinam os termos de serviço na aquisição. “A gente assina um contrato e o contrato diz que eles podem fazer essas movimentações. Isso acaba, de certa maneira, prejudicando um pouco a experiência do usuário”, completa.

Cada plano dá acesso a quais modelos?

A variante Pro dos modelos fica disponível apenas para assinantes dos níveis Google AI Pro e Google AI Ultra (mas pode usar as variantes Flash-Lite e Flash quando necessário). O plano AI Plus consegue usar apenas as versões Flash-Lite e Flash.

Curiosamente, a Google informa que contas gratuitas podem usar a variante Pro em alguns casos. “Prompts que exigem raciocínio aprofundado podem usar o Flash ou o Pro”, revela a página de suporte.

Os novos termos começaram a valer no dia 09 de outubro para novos assinantes e mudam a partir de 13 de novembro para assinaturas mais antigas. 

Saiba as diferenças entre os planos de IA do Google.

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Google muda regras e pode usar seus dados do Gmail e Fotos para anúncios

23 October 2026 at 18:04

O Google alterou sua política de privacidade e agora poderá utilizar informações do Gmail, Google Drive e Google Fotos para personalizar anúncios exibidos aos usuários. A mudança entrou em vigor em 16 de outubro e afeta quem autorizar a integração desses aplicativos com serviços que oferecem publicidade personalizada.

Até então, a empresa estabelecia em suas regras que o conteúdo armazenado nessas plataformas não seria utilizado para direcionar anúncios.

A nova versão, identificada pelo Android Authority nesta sexta-feira (23), estabelece uma exceção para os dados compartilhados voluntariamente com outros serviços do Google.

A atualização está relacionada à expansão da Inteligência Personalizada (Personal Intelligence), tecnologia que permite à inteligência artificial (IA) consultar informações de diferentes aplicativos para oferecer respostas e recomendações baseadas nas preferências do usuário.

O Google ressalta que a mudança não autoriza o uso automático de todas as mensagens e fotografias para publicidade. A utilização depende das permissões concedidas e das configurações de personalização da conta.

Como o Google poderá usar seus dados para anúncios?

A Inteligência Personalizada permite que serviços como a Pesquisa Google e o Gemini utilizem informações de aplicativos conectados para compreender melhor as solicitações feitas pelos usuários.

Por exemplo, ao perguntar sobre restaurantes próximos de um hotel, a ferramenta poderá consultar uma confirmação de reserva recebida pelo Gmail e sugerir estabelecimentos na região.

Com a nova política, informações extraídas dessas interações também poderão influenciar os anúncios apresentados pelo Google.

A empresa explica que resumos, trechos e informações deduzidas a partir de e-mails e fotografias podem ser utilizados para personalizar a publicidade. Segundo suas regras, os anúncios não serão direcionados diretamente com base no conteúdo original da caixa de entrada ou da biblioteca de imagens.

Além disso, o Google afirma que os anunciantes não terão acesso às mensagens ou fotografias armazenadas pelos usuários.

A plataforma também mantém restrições ao direcionamento de anúncios com base em categorias sensíveis, como saúde, religião e orientação sexual.

O uso desses dados para publicidade já começou a ser testado no Modo IA da Pesquisa Google, conforme informações do Search Engine Land publicadas em 16 de outubro. Ainda não há detalhes sobre a expansão do experimento para todos os usuários.

No Brasil, a integração de aplicativos à Inteligência Personalizada da Pesquisa está disponível para contas pessoais de maiores de 18 anos, embora determinados recursos, como a conexão com o Google Fotos, ainda tenham restrições regionais.

Gmail capa

Como impedir que o Google utilize seus dados?

O compartilhamento de informações depende da autorização do usuário, que pode conferir os aplicativos conectados e revogar as permissões.

Segundo as orientações do próprio Google, o procedimento pode ser realizado pelo computador ou celular:

  1. Acesse sua Conta do Google e entre em Dados e privacidade;

  2. Procure as configurações de Personalização dos serviços da Pesquisa;

  3. Acesse Inteligência personalizada adicional e selecione Apps de conteúdo conectados;

  4. Verifique se o Google Workspace ou o Google Fotos estão conectados e, caso estejam, desative as conexões que não deseja manter.

Outra possibilidade é desativar as Recomendações Personalizadas dos serviços da Pesquisa, o que também limita o uso de informações pessoais para personalização desses serviços.

O Google alerta que as configurações estão passando por atualizações e que os nomes ou a organização dos menus podem variar.

Google Gemini

O que acontece com os dados já compartilhados?

Um ponto importante é que a desconexão dos aplicativos não apaga automaticamente as informações que já foram processadas e armazenadas pelo Google.

Segundo a empresa, dados presentes no Histórico de Serviços da Pesquisa podem continuar sendo utilizados para aprimorar seus produtos, inclusive no treinamento de modelos de inteligência artificial.

O Google afirma que seus serviços não treinam diretamente os modelos com toda a caixa de entrada do Gmail ou com a biblioteca original do Fotos. Entretanto, resumos, trechos e informações extraídas desses conteúdos podem ser utilizados no desenvolvimento da IA.

Em determinadas situações, a empresa também permite que revisores humanos analisem parte dessas informações para avaliar e melhorar os sistemas.

Quem deseja excluir os registros anteriores precisa acessar o Histórico de Serviços da Pesquisa, disponível na página Minha Atividade da Conta do Google, e gerenciar os dados armazenados.

Veja também: Google começa a ler o que usuário copia no Chrome; entenda o motivo

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Galaxy Studio: headphone super top da Samsung já foi homologado

23 October 2026 at 17:56

A Samsung está cada vez mais perto de lançar seu novo headphone premium, supostamente chamado de Galaxy Studio. O fone de ouvido do tipo over-ear, que cobre completamente as orelhas, acaba de receber uma nova certificação na Coreia do Sul, o que reforça a expectativa de um lançamento próximo.

O dispositivo foi identificado no banco de dados da National Radio Research Agency, a RRA, sob o número de modelo SM-U700. Essa não é a primeira vez que o acessório aparece em um órgão regulador, já que há poucos dias ele também recebeu uma certificação da TÜV Rheinland.

Apesar disso, os documentos não revelam detalhes sobre a ficha técnica do headphone. A Samsung também não confirmou oficialmente o desenvolvimento do produto, mas os registros indicam que a empresa prepara seu retorno ao segmento de fones de ouvido com conchas após vários anos sem novidades nesse formato.

O que esperar do Galaxy Studio?

O Galaxy Studio deve chegar ao mercado como uma alternativa premium aos tradicionais Galaxy Buds. A proposta é oferecer uma experiência de áudio mais avançada, com recursos modernos de conectividade e integração com o ecossistema da Samsung.

Entre as especificações esperadas está o Bluetooth 6.1, padrão já suportado por modelos recentes da linha Galaxy Buds. O headphone também pode oferecer compatibilidade com codecs como AAC, LC3 e Samsung Seamless Codec UHQ.

Este último é especialmente interessante para quem usa celulares da Samsung, já que permite a transmissão de áudio com maior qualidade em dispositivos Galaxy compatíveis.

Outro recurso esperado é o cancelamento ativo de ruído, conhecido como ANC, que reduz sons externos para oferecer uma experiência mais imersiva. O acessório também deve contar com um modo de som ambiente, que permite ouvir o que acontece ao redor sem precisar retirar o headphone.

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 Quanto à integração com outros dispositivos da marca, o Galaxy Studio pode oferecer o Buds Auto Switch, função que permite alternar automaticamente a reprodução de áudio entre aparelhos Galaxy compatíveis.

Por fim, o headphone deve contar com uma porta USB-C para carregamento. Ainda não há informações, porém, sobre a possibilidade de utilizar essa conexão para ouvir músicas por cabo, sem depender do Bluetooth.

Quando o Galaxy Studio será lançado?

Apesar das certificações, ainda não há uma previsão oficial para a apresentação do Galaxy Studio. A Samsung também não confirmou o nome comercial do produto, que surgiu após um pedido de registro de marca identificado há algumas semanas.

Apesar disso, o nome não é estranho no portfólio da Samsung, e recentemente a marca anunciou uma caixa de som batizada de Music Studio.

A passagem por órgãos reguladores costuma ocorrer nas etapas que antecedem a comercialização de dispositivos eletrônicos. Portanto, é possível que o anúncio aconteça nos próximos meses.

Por enquanto, também não há informações sobre preço, autonomia da bateria ou disponibilidade no Brasil. Esses detalhes devem ser esclarecidos quando a Samsung apresentar oficialmente seu novo headphone.

O Galaxy Studio deve chegar a um mercado competitivo, para rivalizar com AirPods Max 2 da Apple no mercado de fones premium. 

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Smartwatch "tático" tem mapas offline e lanterna que ilumina de verdade

23 October 2026 at 17:39

A Rollme lançou o Hero K1, um smartwatch robusto voltado para trilhas, acampamentos e outras atividades ao ar livre. O modelo aposta em recursos de navegação que funcionam sem celular, bateria de alta capacidade e uma lanterna LED integrada, além de funções tradicionais de saúde e monitoramento esportivo.

Um dos principais destaques é a lanterna lateral com três modos de funcionamento: iluminação padrão, alta intensidade e sinalizador SOS para situações de emergência. O recurso diferencia o relógio de modelos convencionais, embora a fabricante não tenha informado a potência luminosa da lanterna.

Outro atrativo é a navegação. O Hero K1 oferece GPS multissatelital e mapas offline baixados diretamente no relógio, permitindo acompanhar rotas e receber instruções curva a curva sem depender de uma conexão com o smartphone. O conjunto inclui ainda bússola, altímetro e barômetro, ferramentas úteis para atividades em ambientes naturais.

O relógio tem bateria de 1.200 mAh, com autonomia anunciada de até 40 dias em uso típico e 25 dias em uso intenso. Os números são estimativas da fabricante e podem variar conforme a utilização dos recursos, especialmente GPS e monitoramento contínuo.

A tela é circular, com 1,46 polegada e resolução de 360 x 360 pixels. A estrutura combina moldura de liga de alumínio, revestimento plástico e pulseira de silicone.

Para lidar com condições adversas, o Hero K1 declara certificação militar MIL-STD-810H, relacionada a testes de resistência ambiental, além de classificação de resistência à água de 5 ATM. Porém, isso não significa que o dispositivo seja adequado a qualquer situação de mergulho.

Rollme Hero K1

Monitoramento de saúde e funções inteligentes

O smartwatch acompanha frequência cardíaca, oxigenação do sangue (SpO₂) e padrões de sono. Também oferece mais de 100 modos esportivos, ampliando as opções para quem deseja registrar diferentes atividades físicas.

Na conectividade, o aparelho permite atender chamadas por Bluetooth usando o alto-falante integrado. Há ainda suporte para responder a mensagens do WhatsApp diretamente na tela, recurso inicialmente limitado a celulares Android.

O Rollme Hero K1 está disponível na loja oficial da marca nas cores Ranger Black e Storm Gray, com preço promocional de lançamento de US$ 59,99 (aproximadamente R$ 302 em conversão direita). Por enquanto, não há informações sobre um possível lançamento no Brasil.

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