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WhatsApp desenvolve browser interno no iOS e começa a testar agendamento de mensagens

Usuários do WhatsApp não precisarão mais sair do aplicativo para abrir links compartilhados na plataforma. Isso porque, de acordo com o WABetaInfo, a Meta permitirá abrir qualquer endereço no navegador integrado do mensageiro — algo que, atualmente, está restrito a certos links de empresas.

Com a futura novidade, usuários poderão ativar o navegador integrado direto nas configurações do app. Quando ativado, qualquer link enviado ou recebido na plataforma será aberto nesse browser interno — uma opção que poderá ser desativada a qualquer momento caso o usuário queira voltar para o navegador padrão.

Segundo o site, a sessão de navegação é independente da conversa em que o link foi compartilhado, o que significa que será possível continuar navegando sem se limitar à página enviada ou recebida. Também haverá uma seção para gerenciar dados, com opções para limpar cookies e cache dos sites visitados.

WhatsApp beta
Imagem: WABetaInfo

Em termos de segurança e privacidade, o WhatsApp não terá acesso aos links compartilhados ou abertos pelos usuários. Os dados de navegação serão armazenados localmente no dispositivo — como já ocorre com o Safari.

Agendamento de mensagens é liberado para testadores

Em desenvolvimento desde o início deste ano, o recurso que permitirá aos usuários programar o envio de uma mensagem para uma data e/ou um horário específicos começou a ser disponibilizado gradualmente para testadores do app — a etapa que antecede o lançamento público, ainda sem data definida.

Além de texto, será possível agendar o envio de fotos, vídeos e links. O processo funcionará de forma semelhante ao de plataformas como o Telegram, bastando tocar e segurar o botão de envio após escrever uma mensagem (ou na tela de edição de uma foto) para que a interface de seleção de data e hora apareça.

WhatsApp beta
Imagem: WABetaInfo

Segundo o site, será possível agendar mensagens com antecedência mínima de dez minutos. As mensagens agendadas ficarão disponíveis na tela de informações do chat, onde poderão ser apagadas ou visualizadas; em grupos, elas só serão enviadas a participantes que já eram membros no momento do agendamento.

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Apple teria dificuldades para reduzir emissões na produção de placas de circuito impresso

A Apple enfrenta dificuldades para reduzir as emissões de carbono da sua cadeia de suprimentos, diante do aumento da demanda por placas de circuito impresso (printed circuit board, ou PCB).

Segundo o DIGITIMES, a produção das placas é uma das etapas de fabricação que mais consomem energia, devido à complexidade das de alto desempenho, que exigem mais eletricidade e água.

Por óbvio, esse dado contrasta com o desejo de empresas como a Apple (ou o Google, a outra citada pelo veículo) de publicar relatórios de sustentabilidade que demonstrem esforços na redução da emissão de carbono, na mesma medida em que a demanda dos setores de inteligência artificial (IA) e computação de alto desempenho eleva as emissões.

Mesmo que a Apple deseje utilizar 100% de eletricidade renovável na produção dos seus produtos até 2030, essa parte do processo representa quase 60% da pegada de carbono do setor.

Já os materiais para PCBs com menor pegada de carbono ainda não atendem a certos requisitos de desempenho mais exigentes estabelecidos para a produção em larga escala.

via MacRumors

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