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BYD Dolphin Mini x Geely EX2: compare e escolha seu elétrico

O BYD Dolphin Mini ganhou um concorrente de peso no Brasil com a chegada do Geely EX2. Os dois são hatches elétricos voltados principalmente ao uso urbano e têm muitas semelhanças. Mesmo, assim, adotam soluções diferentes para conquistar quem procura um carro elétrico sem precisar investir muito mais de R$ 100 mil.

O modelo da BYD aposta em dimensões compactas e preço de entrada mais baixo. Já o Geely oferece motor mais potente, tração traseira e suspensão independente nas quatro rodas, além de carroceria maior. São diferenças que podem pesar tanto na rotina da cidade quanto em trajetos mais longos.

Geely EX2 x BYD Dolphin Mini

Para descobrir, enfim, qual deles entrega o conjunto mais interessante, comparamos os dados técnicos divulgados pelas fabricantes, os preços brasileiros e as primeiras impressões de condução. O resultado mostra que a escolha não depende apenas da autonomia: espaço, desempenho, conforto e equipamentos também fazem diferença.

BYD Dolphin Mini x Geely EX2: versões e preços no Brasil

O BYD Dolphin Mini tem preços que variam conforme a configuração e as condições comerciais. Em campanhas recentes, a versão GL apareceu por R$ 109.990, enquanto a GS foi anunciada por R$ 119.990. Como os valores promocionais podem mudar, é importante confirmar o preço vigente na concessionária antes de fechar negócio.

Geely EX2 x BYD Dolphin Mini

O Geely EX2 é vendido em duas versões, Pro e Max. Os preços de referência divulgados para o mercado brasileiro são de R$ 123.800 e R$ 136.800, respectivamente. A diferença entre elas está principalmente no pacote de equipamentos, já que as duas utilizam motor elétrico traseiro de 116 cv e bateria de 39,4 kWh.

Autonomia, bateria e tempo de recarga

Na autonomia homologada pelo Inmetro, o Geely EX2 registra 289 km por carga, enquanto o BYD Dolphin Mini alcança 280 km. A diferença é pequena, de apenas 9 km, e não significa necessariamente que o Geely sempre rodará mais no uso real. Velocidade, temperatura, relevo, ar-condicionado e estilo de condução influenciam o alcance dos dois carros.

Geely EX2

A bateria do Dolphin Mini tem capacidade de 38 kWh, enquanto a do EX2 é de 39,4 kWh. Segundo os dados divulgados, o BYD leva cerca de 22 minutos para passar de 30% a 80% em recarga rápida DC, e o Geely faz o mesmo intervalo em aproximadamente 21 minutos. Na prática, a infraestrutura do carregador e a temperatura da bateria também interferem no tempo necessário.

Potência, torque e desempenho

O Dolphin Mini entrega 75 cv de potência e 13,8 kgf/m de torque, com tração dianteira. É um conjunto adequado para deslocamentos urbanos, nos quais respostas rápidas em baixas velocidades e facilidade de condução são importantes. A aceleração de 0 a 100 km/h divulgada na ficha técnica é de 14,9 segundos.

dolphin mini mais uma

O EX2 tem motor traseiro de 116 cv e 15,3 kgf/m de torque, números superiores aos do rival. A Geely informa aceleração de 0 a 50 km/h em 3,9 segundos, enquanto o 0 a 100 km/h é feito em 10,2 segundos. Além da vantagem de potência, a tração traseira diferencia o comportamento do modelo nas saídas e retomadas.

Dimensões, espaço interno e porta-malas

O BYD Dolphin Mini mede 3,78 metros de comprimento, 1,715 m de largura e 1,58 m de altura, com entre-eixos de 2,50 m. O porta-malas tem capacidade para 230 litros. O porte menor facilita a circulação em ruas estreitas e o estacionamento em vagas apertadas, embora o espaço para bagagem seja mais limitado para quem costuma viajar com muita carga.

geely ex2 cabine

O Geely EX2 é maior: tem 4,135 m de comprimento, 1,805 m de largura e entre-eixos de 2,65 m. O porta-malas comporta 375 litros e pode chegar a 1.320 litros com os bancos traseiros rebatidos. Esses números favorecem o Geely para quem precisa transportar malas, compras ou objetos maiores, além de oferecer mais espaço entre os eixos para os ocupantes.

Como andam os rivais elétricos

Nas primeiras impressões do CT Auto, após cerca de 90 minutos ao volante do EX2 em São Paulo, o hatch da Geely chamou atenção pela dirigibilidade equilibrada. A tração traseira dá a sensação de que o carro é empurrado nas acelerações, enquanto a suspensão independente nas quatro rodas ajuda a filtrar as irregularidades do asfalto. O diâmetro de giro de 9,9 metros também facilita manobras em espaços apertados.

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O Dolphin Mini também melhorou nesse aspecto na linha 2026. O hatch chinês apresentou suspensão recalibrada, com menos balanço da carroceria e comportamento mais estável sem comprometer o conforto. Assim, o BYD continua sendo uma opção interessante para uso urbano, enquanto o Geely combina maior porte e desempenho com um conjunto de suspensão que se destacou nas primeiras impressões.

Equipamentos e diferenças entre as versões

O Dolphin Mini oferece painel digital, central multimídia com tela giratória, conectividade e itens de conveniência voltados ao uso diário. A lista pode variar conforme a configuração e o ano/modelo. Antes da compra, vale conferir quais recursos estão presentes no carro anunciado, especialmente os relacionados a conectividade, câmeras e assistências de condução.

Dolphin Mini

No Geely EX2, a versão Max acrescenta itens em relação à Pro, e a gama inclui central multimídia, painel digital e equipamentos de conforto e segurança que variam conforme a configuração. A Geely também destaca o porta-malas maior e o acabamento interno como pontos fortes do projeto. A disponibilidade de recursos específicos deve ser confirmada na ficha brasileira de cada versão, já que equipamentos oferecidos em outros mercados podem ser diferentes.

Afinal, qual elétrico faz mais sentido?

O BYD Dolphin Mini é a escolha mais racional para quem prioriza o preço inicial, dimensões menores e deslocamentos predominantemente urbanos. Mesmo com autonomia ligeiramente inferior à do Geely, os 280 km declarados pelo Inmetro podem atender bem a rotinas diárias, desde que o motorista tenha acesso a uma solução conveniente de recarga.

Característica BYD Dolphin Mini Geely EX2
Autonomia (Inmetro) 280 km 289 km
Potência 75 cv 116 cv
Torque 13,8 kgf/m 15,3 kgf/m
Bateria 38 kWh 39,4 kWh
Comprimento 3.780 mm 4.135 mm
Largura 1.715 mm 1.805 mm
Entre-eixos 2.500 mm 2.650 mm
Porta-malas 230 litros 375 litros
Versões GL e GS Pro e Max
Preços R$ 109.990 a R$ 119.990 R$ 123.800 a R$ 136.800

O Geely EX2, por sua vez, justifica o valor mais alto com potência superior, entre-eixos maior, porta-malas mais amplo e tração traseira. A autonomia oficial também é um pouco maior. Para quem busca um hatch elétrico que combine uso urbano com mais espaço e respostas mais fortes, o Geely apresenta um pacote técnico mais completo; a decisão final, porém, é sempre sua, e depende do preço efetivamente negociado e dos equipamentos da versão escolhida.

Ainda em dúvida? Confira, então, o que ninguém te conta antes de comprar um carro elétrico.

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Sonda Voyager 1 da NASA vai ficar a 1 dia-luz da Terra; entenda

Lembra da sonda Voyager 1, da NASA? Segundo cálculos da agência, em 18 de novembro, esta viajante espacial deve atingir a marca simbólica de um dia-luz de distância da Terra, tornando-se o primeiro objeto de origem humana a conseguir o feito — o que é surpreendente, afinal, a física atual desconhece algo mais rápido que a velocidade da luz.

Em outras palavras, a Voyager 1 está tão longe que os sinais de rádio emitidos por ela — que, vale lembrar, foi lançada há quase 50 anos para explorar o Sistema Solar — vão levar mais de 24 horas consecutivas para percorrer o meio interestelar e alcançar os receptores em nosso planeta. Para completar, há quem considere que é mais importante quando a Voyager 1 estiver a um dia-luz do Sol. Confuso?

terra pela voyager 1

É que, no momento, a Terra está no ponto da sua órbita em que fica mais longe, em média, da Voyager; portanto, por mais curioso que pareça, a espaçonave está mais de 80 milhões de quilômetros mais perto do Sol do que de nós, ou seja, seus sinais chegam primeiro na estrela. Por outro lado, ainda iria demorar mais dois meses para ficar a um dia-luz do Sol.

Também é interessante considerar que a marca de um dia-luz ilustra, e muito bem, como é a dimensão das distâncias cósmicas: não é fácil imaginar de forma concreta que a estrela mais próxima do Sol está a 4,3 anos-luz de nós. Por outro lado, fica mais simples se considerarmos que a espaçonave mais rápida criada pela humanidade levou quase meio século para percorrer uma fração desta distância.

Voyager 1

Lançada no final da década de 1970, a missão Voyager revolucionou a astronomia — inclusive, alguns consideram que as Voyager 1 e 2 foram mais importantes para a ciência do que os pousos tripulados na Lua do programa Apollo. Ao longo de suas jornadas, elas revelaram a atividade vulcânica de Io, o oceano oculto na lua Europa e as complexidades das luas de Saturno.

E eis que, em 2012, a Voyager 1 passou a desbravar a região fora do Sistema Solar, tornando-se a primeira espaçonave interestelar. Mas, antes, ela recordou suas origens (literalmente!), já que “olhou” para trás e tirou fotos que fizeram história. Uma delas mostra a Terra como um “pálido ponto azul” no espaço, e a outra é um retrato de família do nosso sistema.

Hoje, as Voyager seguem coletando dados do espaço interestelar e medindo suas características, como densidade, e enviando as informações para a Terra com os instrumentos que ainda estão ativos. Claro, houve alguma discussão sobre encerrar as operações delas em solo, mas ambas continuam enviando dados científicos interessantes — e devem seguir na ativa por mais algum tempo.

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Grande mudança no app do YouTube libera feeds personalizados por comando

O YouTube reformulou a página inicial no app para celulares e agora deixa cada pessoa montar o próprio feed com frases simples. Além de listar categorias tradicionais, como músicas e filmes, a ferramenta tem um espaço para descrever quais sugestões você quer receber.

O novo visual concentra as categorias no topo da tela e coloca a aba de canais inscritos entre as primeiras opções. Para personalizar o feed, basta selecionar o ícone de “+” e enviar um comando em linguagem natural, como “podcasts para um deslocamento de 30 minutos”.

A empresa reforça que é possível fixar mais de uma lista de sugestões na tela inicial, então o aplicativo fica ainda mais personalizável para atender aos interesses de cada pessoa. Os feeds são sincronizados entre dispositivos para carregar o progresso entre PC e celular — a versão para computadores, inclusive, foi lançada no mês passado. 

Por enquanto, o feed personalizável está disponível apenas nos Estados Unidos para pessoas com mais de 13 anos, histórico de visualizações habilitado e que usam o app em inglês.

YouTube feeds personalizados

Mais IA no YouTube

O recurso do feed é mais um item para o conjunto de ferramentas com IA generativa no YouTube. A plataforma também possui o recurso Ask para proporcionar uma busca mais inteligente: além de retornar com vídeos sobre o tema original, o app mostra fragmentos de textos e destaca trechos específicos em clipes com respostas ao prompt.

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Como são feitos os vídeos de IA que trocam pessoas?

As redes sociais ficaram repletas de memes nas últimas semanas em que figuras famosas são inseridas em vídeos populares. A tendência usa IA para trocar os personagens e ainda manter a alta qualidade de imagem.

Alguns dos exemplos mais famosos são a comemoração do jogador de futebol Enzo Fernandez durante a Copa do Mundo e uma apresentação do grupo de hip-hop Migos. A proximidade do segundo turno das eleições também rendeu clipes com políticos brasileiros.

A seguir, o Canaltech explica o procedimento por trás dos vídeos virais:

Como os vídeos funcionam?

Os clipes usam uma tecnologia chamada Motion Swap ("troca de movimento", em tradução livre), no qual a IA identifica o personagem principal e substitui o movimento por outra pessoa. O recurso também pode ser usado para trocar cenários ou a roupa dos elementos envolvidos, por exemplo.

Após enviar uma foto da pessoa que será inserida no vídeo, a ferramenta gera várias imagens estáticas do mesmo modelo e depois cria um vídeo com o novo personagem em 3D. É comum que os apps também ofereçam uma galeria de templates prontos para evitar o trabalho de redigir prompts extensos.

Quais ferramentas são usadas?

Algumas das plataformas mais populares para a tarefa são Ausar.ai, Creathoon e a brasileira Real Oficial. As ferramentas não usam um único modelo específico: na verdade, recorrem a modelos de vídeo e imagem de diferentes empresas e escolhem a melhor opção para cada tarefa.

O Ausar.ai, por exemplo, menciona modelos da Seedance, Kling, OpenAI e outras empresas do mercado de IA.

Real Oficial mudança estilo IA

É gratuito?

Não. As plataformas mencionadas criam vídeos e imagens com base no consumo de créditos obtidos por planos pagos. Como esse tipo de criação exige muito poder computacional e consumo de tokens de IA, os vídeos ficam restritos a planos pagos.

Cuidado com os deepfakes

Os vídeos chamam a atenção por preservar os detalhes das fotos enviadas, mas também há um alerta para o uso em deepfakes — tentativas de golpes ou de constranger uma pessoa com conteúdos criados por IA.

Os clipes em questão funcionam como memes, mas é importante ter cuidado ao gerar e publicar conteúdos do tipo nas redes sociais.

Veja algumas dicas para descobrir se um vídeo foi criado com IA.

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12 striking images from European Wildlife Photographer of the Year 2026

For 13 years, photographer Imre Potyó has ventured into restricted-access mine tunnels in the Börzsöny Mountains of Hungary to capture images of hibernating lesser horseshoe bat (Rhinolophus hipposideros). Despite their deep slumber, the bats occasionally wake to hunt insects that enter the dark caves.

“In doing so, the bat leaves behind droppings that gradually accumulate into a continuous dark layer,” Potyó explains. “And this is where the real wonder begins: in the beam of a torch, a whitish coating can be seen on the guano—a small pin mould thriving in this unusual habitat. Using a macro lens, I captured the mould in the foreground with the hibernating bats visible in the background. The photograph—a long exposure incorporating a focus shift—was taken during a controlled bat count and without disturbing the animals.”

That effort paid off. Potyó’s image, titled “Hidden Worlds,” (seen below) took home top honors at the European Wildlife Photographer of the Year 2026 awards.

bats sleping
“Hidden worlds”
Overall winner
I have been photographing hibernating bats for 13 years in restricted-access mine tunnels in the Börzsöny Mountains of Hungary, and yet this particular composition was novel for me. A key characteristic of the lesser horseshoe bat (Rhinolophus hipposideros) is that, during hibernating it occasionally wakes and leaves its roost to hunt flying insects. In doing so, the bat leaves behind droppings that gradually accumulate into a continuous dark layer. And this is where the real wonder begins: in the beam of a torch, a whitish coating can be seen on the guano—a small pin mould thriving in this unusual habitat. Using a macro lens, I captured the mould in the foreground with the hibernating bats visible in the background. The photograph—a long exposure incorporating a focus shift—was taken during a controlled bat count and without disturbing the animals.
Credit: Imre Potyó – Hungary / European Wildlife Photographer of the Year 2026

The European Wildlife Photographer of the Year (EWPY) competition is now in its 26th year. Amateur and professional photographers in 46 countries submitted more than 26,000 images, from which 107 were selected as winners across nine categories and two special categories.

“All the photographers taking part in this competition share a common outlook: they move through the world with open eyes and are committed to a harmonious coexistence of people and nature,” Sabine Riewenherm, President of the German Federal Agency for Nature Conservation (BfN), said in a statement. Through their work, they draw attention to the beauty of our planet, but also to its vulnerability. I am deeply grateful to these photographers for their outstanding contribution, as they play a vital role in raising awareness for nature and its protection.”

a bear in a garbage truck
“Evolution”
Winner, Humans and Nature
Travelling to Thailand, my hope was to see a Malayan sun bear (Helarctos malayanus) in the wild. I got my wish – though not quite the way I had imagined. A bear had taken to dropping by the visitor centre at Kaeng Krachan National Park, wandering fearlessly behind the rangers’ kitchen in search of food scraps. On this day, it climbed into the waste incinerator and fell asleep inside. And this despite having some 3,000 square kilometres of habitat at its disposal within the park – its behaviour, in other words, had nothing to do with habitat loss or a degraded environment. What struck me was the contrast between this magnificent animal and one of humanity’s uglier inventions. The irony was complete when I noticed the manufacturer’s label: “Evolution”.
Credit: Petr Bambousek – Czech Republic / European Wildlife Photographer of the Year 2026
two foxes look out
“Little housemates”
Highly commended, Mammals
I was on my way home from school when, just a few minutes from my house, I suddenly came face to face with a young red fox (Vulpes vulpes). We were both caught off guard and stood motionless for a moment. I then hurried home to fetch my camera. Four fox cubs and their mother had moved into an abandoned barn right in the middle of my village. Two of the cubs poked their heads out of the barn door and watched me curiously. A few days later, I learnt that the barn’s owner felt disturbed by their presence. He threw stones at them and eventually chased them away. The foxes moved on, in search of a safer place. Moments like these remind me how important it is to look out for the wild animals that share our world with us. These animals are not intruders – they are our neighbours, seeking safety just as we do.
Credit: Marc Siegle – Switzerland / European Wildlife Photographer of the Year 2026
a polar bear peers through an ice hole
“A seal’s worst nightmare”
Highly commended, Mammals
For many years, I had been planning to photograph the most common hunting technique of polar bears (Ursus maritimus) from a seal’s perspective. In the dense pack ice at 83° N, I drilled a hole next to a seal’s breathing hole, installed my camera beneath it, and positioned a motion sensor on the ice above. Eight hours later, I spotted a polar bear in the distance heading straight for the breathing hole. By then, a thin layer of ice had formed on the water. The bear pushed its head through the ice to see what was going on below and looked straight into the camera. The bear then lay down and slept for nine hours, leaving me unable to retrieve my camera. When the animal finally moved on, I rushed over and was over thrilled to discover that I had captured my dream photo of a polar bear.
Credit: Audun Rikardsen – Norway / European Wildlife Photographer of the Year 2026 Audun Rikardsen
Marine iguana foraging underwater with a slow shutter effect displaying the water movement. Despite their threatening appearance, marine iguanas are a vegetarian species who allow an intimate approach by humans both above and below water. Location: Galapagos Islands, Ecuador
“Turbulent feeding patch”
Runner-up, Underwater World
Marine iguanas (Amblyrhynchus cristatus) are endemic to the Galápagos Archipelago, Ecuador. They are most often seen basking in the sun, their dark bodies perfectly camouflaged against the black lava rocks. As ectothermic reptiles, they rely on external heat to regulate their body temperature. This is particularly important as they dive into the cold waters surrounding the archipelago to forage, primarily on marine algae. I followed this individual into the water and watched with fascination as it propelled itself swiftly and purposefully through the powerful surf with the aid of its muscular tail. While I was tossed about by the waves, the marine iguana clung firmly to a rock with its sharp claws and began methodically grazing on algae. Despite its dragon-like appearance, the marine iguana is remarkably placid: a herbivore that shows no aggression, even when approached closely on land or underwater.
Credit: Henley Spiers – United Kingdom / European Wildlife Photographer of the Year 2026 HENLEY SPIERS
an elephant's trunk plucks a flower
“The florist”
Highly commended, Mammals
Every year between April and May, vast amounts of water from Angola inundate the floodplains of the Chobe River in Botswana, creating ideal conditions for numerous water lilies to flourish. In spring 2023, a combination of early flooding and unusually high water levels resulted in a truly spectacular display of white and purple flowers. I spent each day out on a boat, hoping to photograph wildlife feeding on the nutrient-rich floating vegetation. One afternoon, in perfect light, everything came together: an African elephant (Loxodonta africana) strolled leisurely through the shallow water, plucking flower after flower. Lying flat in the boat, I managed to capture this unique scene.
Credit: William Steel – United Kingdom / European Wildlife Photographer of the Year 2026 William Steel Photography
a grizzly bear at sunset
“Exit stage right”
Highly commended, Mammals
End of a performance in Lake Clark National Park, Alaska: the scene is over, and the grizzly bear (Ursus arctos horribilis) has had its moment in the spotlight. The animal leaves the stage without a bow, without a backward glance. Fog hangs like a flowing curtain, and the bokeh glows like fading stage lights. A gull remains behind, watching the main actor’s exit and perhaps wondering what it should do next. The image was deliberately composed with the protagonists positioned in the upper part of the frame to create the impression of a grand stage.
Credit: Preeti John, GDT – United Arab Emirates / European Wildlife Photographer of the Year 2026 Composing the Wild
golden eagle dead in the snow
“Barbecued golden eagle”
Highly commended, Humans & Nature
For years I photographed a pair of golden eagles (Aquila chrysaetos) living on a mountain above the small coastal village in northern Norway I call home. One morning, working from home, I lost power for about five minutes. While walking the dogs a few hours later, I discovered why. One of the eagles I had watched and photographed from my hide for years had struck the power lines behind my house – the current had burned clean through its body. Large raptors, with their enormous wingspan, can bridge two power lines at once and be killed instantly. Sadly, this hazard does not just exist here in Norway — it affects large birds across the world.
Credit: Audun Rikardsen – Norway / European Wildlife Photographer of the Year 2026 Audun Rikardsen
skiiers help a stuck bird
“Helping hands”
Runner-up, Humans and Nature
During the mating season, capercaillie (Tetrao urogallus) sometimes lose their wariness of people, seeing them instead as rivals. That is exactly what happened at a ski resort near my home, where a capercaillie took up position on the ski slope every day throughout the lekking season to defend his patch. The bird soon became something of a local celebrity, even making the news, and crowds came daily to watch and film him. Then, one day, a ski race was held – and the bird chose the middle of the course to display. Not the safest spot. Several people stepped in, gently steering him behind the safety fence and out of harm’s way. A year later, the same bird was accidentally killed by a skier who failed to notice it. Some people care. Others simply don’t.
Credit: Lukas Schaefer – Italy / European Wildlife Photographer of the Year 2026 luki schaefer
two bison sit in a field
“Peaceful European bison”
Highly commended, Rewilding Europe
By the early twentieth century, the European bison (Bison bonasus) had been declared extinct in the wild across Europe. Reintroduction has since rebuilt the population of the continent’s largest land mammal to more than 7,200 animals. Travelling with friends last autumn to Białowieża National Park, in eastern Poland on the Belarusian border, we encountered both wolves and European bison — in the latter case, two bulls grazing in a meadow on the edge of a village. As powerful as they are, the animals accepted our presence without concern, settling down to rest undisturbed. That kind of coexistence is possible here because the bison are given room to roam, through forests and meadows alike. Approach these primeval-looking creatures with respect, and you can feel the calm they carry with them.
Credit: Fabian Thorand, GDT – Germany / European Wildlife Photographer of the Year 2026
three flowers that look like people singing
“We are family”
Highly commended, Plants and Fungi
In northern Poland, in the area around Gdańsk where I live, extraordinary species of animals and plants are rare. Most subjects in the region have been photographed countless times. Thus, it requires a good deal of imagination to take an unusual photograph. Over the years, I have made many attempts to capture the large-flowered hemp-nettle (Galeopsis speciosa) in an interesting way. Most of the time, the results have been disappointing, but every now and then, the effort pays off …
Credit: Marek Mierzejewski – Poland / European Wildlife Photographer of the Year 2026

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MacMagazine no Ar #705: pré-venda do iPhone Duo, evento em 28/10, rebranding do Apple Music e mais!

E hoje tem MacMagazine no Ar! 😃 Esta é a 705ª edição do nosso podcast.

Participantes do dia

A edição é obra do Eduardo Garcia [@edugarcya].

Pauta do episódio

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Nos dias 5 e 6 de dezembro, acontece o Masi Experience, em São Paulo, um encontro para empresários que querem trocar experiências, ampliar conexões e discutir os desafios de construir negócios que crescem de verdade. É uma oportunidade de sair da rotina, conhecer outras histórias empreendedoras e voltar com novas ideias para a sua empresa. Saiba mais sobre a programação e garanta o seu ingresso aqui!

Links citados na introdução

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Capa do podcast - MacMagazine no Ar
MacMagazine no Ar de MacMagazine Episódio: #705
Gravação: 22 de outubro de 2026
Duração: 1h02min53

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The 5-Second Rule is scientifically false

Since elementary school, we’ve all been taught the “5-Second Rule.” The idea is simple: Food dropped on the floor is still perfectly edible if retrieved in under five seconds. The logic behind the theory, such as it is, is that germs and dirt and pet dander are somehow caught by surprise by the sudden arrival of food and need a few seconds to get their bearings. If you snatch the food up quick enough, they won’t have time to get it “dirty.”

Even as kids, we were skeptical but admit it–you still roll the dice on it every now and again. It’s like shouting “shotgun” before getting into the passenger seat even if it’s only you and the driver. It’s instinctual. But is it true? 

“Let’s go with ‘No,’ there is no truth to the ‘5-second rule’,” says Gillson Sciences Director of Operations Erin Thane. “But I would argue that specifics matter.” 

Wetness matters

As Thane explains, variables such as comparative wetness of said food and type of flooring can swing things one way or another. “Food dropped on a carpet will likely pick up less contamination than food dropped on a smooth surface with the same microbial loads. Sticky or wet foods will likely pick up more contamination than dry foods dropped on the same contaminated surfaces.”

bread with jam on a wooden floor
Sticky food will pick up more contamination. Image: Getty Images Patrick Strattner

And that’s not all. “There are actually a lot of nuances to this question,” says Thane. “Is it the floor of Windsor Castle or a public bathroom? Was sticky gum dropped and then put back in the mouth, or was it a goldfish cracker? Am I a healthy adult eating something off the ground or an immunocompromised individual?” 

Your floors are dirtier than you think

Perhaps more surprising, according to Thane, is that the floors in your home and floors in public spaces actually don’t vary in cleanliness as much as you’d like to think. As Thane puts it, “We all wear the same shoes–or socks hopefully in the home–across the floors we encounter daily, like the kitchen and bathroom, to other areas or spaces. We are constantly picking up hitchhiking germs and depositing them from one floor to the next.” 

Specifically skin-inhabiting bacteria such as Staphylococcus (which puts the “Staph” in “Staph Infection”) and Corynebacterium (which can cause diphtheria) to gut bacteria such as Bacteroides. Shoes, clothing, and bags can also carry Bacillus or mold or yeast that can cause nausea and vomiting.  

While there are mitigating factors, it’s safe to say that in terms of grossness, the “5-Second Rule” is pretty high up there. 

“I would certainly stay away from any wet, moist or sticky foods which act like a sponge and will immediately cling to any and all dirt, debris and contamination that it comes into contact with,” advises Thane. “However, after everything we have discussed so far, I refer back to the best practice or rule of thumb which is to just not eat any food off the floor.”

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Com comandos no Claude e Grok, hackers atacam mais de 400 instituições financeiras

Um grupo de hackers utilizou o Claude, da Anthropic, e o Grok, da xAI, para automatizar ataques contra mais de 400 instituições financeiras da América Latina. Segundo uma investigação divulgada nesta semana pela empresa de cibersegurança Straiker, os criminosos conseguiram roubar senhas, dados bancários e outras informações utilizando comandos de inteligência artificial (IA).

O esquema foi atribuído ao CyberCartel, grupo criminoso que atua desde pelo menos 2012 e já tinha um histórico de ataques contra empresas do setor financeiro latino-americano.

Desta vez, os hackers desenvolveram um sistema chamado CARLIY0S, que distribui diferentes tarefas entre agentes de IA e permite executar ataques com pouca intervenção humana.

De acordo com a investigação, os alvos incluíam bancos, empresas de pagamentos e fintechs. O relatório não identifica publicamente as instituições afetadas nem confirma que todas as 400 tiveram seus sistemas invadidos.

Como os hackers usaram Claude e Grok para atacar bancos?

O CyberCartel criou uma estrutura em que diferentes modelos de inteligência artificial trabalhavam juntos para identificar vulnerabilidades e explorar os sistemas das instituições financeiras.

O Claude foi utilizado como uma espécie de coordenador da operação, por meio do Cursor, ferramenta de programação com IA. A partir de comandos gerais fornecidos pelos criminosos, o sistema distribuía as atividades entre outros agentes.

Segundo a Straiker, quatro agentes baseados no Claude tinham funções específicas, incluindo identificar possíveis falhas, escrever códigos para explorar vulnerabilidades e avaliar as melhores estratégias de ataque.

O Grok, por sua vez, foi utilizado em atividades de coleta de informações. A investigação identificou cinco agentes ligados ao modelo, responsáveis por alimentar um banco de dados com informações obtidas durante as operações.

O grupo também recorreu ao Kimi, modelo desenvolvido pela empresa chinesa Moonshot AI.

Com essa estrutura, os criminosos conseguiram automatizar diferentes etapas das invasões, desde a identificação de possíveis vítimas até a exploração de vulnerabilidades e a coleta de dados.

A Straiker afirma que o sistema permitiu atacar mais de 400 alvos financeiros em poucos meses, ampliando consideravelmente a capacidade operacional do grupo.

hacker cibersegurança

Como os hackers conseguiram enganar as IAs?

Um dos principais pontos da investigação foi a facilidade com que os criminosos conseguiram contornar algumas das restrições de segurança dos modelos.

Ferramentas como Claude e Grok possuem mecanismos destinados a impedir a geração de instruções para atividades criminosas. Entretanto, o CyberCartel encontrou maneiras de apresentar suas solicitações como se fossem legítimas.

Segundo a Straiker, os hackers informavam aos modelos que estavam realizando testes de segurança autorizados, pesquisas acadêmicas ou atividades destinadas a identificar vulnerabilidades.

Com esse contexto, os agentes de IA chegaram a produzir códigos e instruções que poderiam ser utilizados nos ataques.

Quando uma ferramenta recusava determinada solicitação, o sistema podia recorrer a outro modelo ou utilizar códigos maliciosos previamente preparados.

A investigação aponta que os comandos enviados pelos operadores podiam ser relativamente simples, já que a estrutura de agentes ficava responsável por planejar e executar atividades mais complexas.

O sistema, porém, dependia de uma infraestrutura desenvolvida especificamente para as operações, incluindo servidores, ferramentas de segurança e programas de automação.

Quase 4,5 mil registros foram encontrados

No dia 24 de setembro, os pesquisadores da Straiker conseguiram acessar uma cópia do banco de dados utilizado pelo CyberCartel.

O material, chamado FinancialSoft, continha 4.493 registros, incluindo informações financeiras, senhas e credenciais de acesso a sistemas.

Entre os dados identificados estavam:

  • 2.911 endereços de e-mail;

  • 903 números de contas bancárias;

  • 391 chaves de API, utilizadas na comunicação entre sistemas;

  • 67 senhas armazenadas em texto simples;

  • 51 credenciais de acesso a portais;

  • 6 mecanismos que permitiam manter acesso indevido a sistemas comprometidos.

A investigação também identificou mais de 200 vulnerabilidades, incluindo falhas até então desconhecidas, chamadas de zero-day.

Parte das informações estava relacionada ao SPEI, sistema utilizado para transferências bancárias no México.

Os pesquisadores alertam que determinadas credenciais poderiam permitir o acesso indevido à infraestrutura de pagamentos, embora o relatório não estabeleça quantas transações fraudulentas foram realizadas.

A Straiker não divulgou os nomes das instituições envolvidas para evitar novos riscos de segurança. Também não há confirmação pública de bancos brasileiros entre as vítimas.

Entre e-mail, banco, lojas e streaming, criar uma senha forte para cada conta dá um trabalhão, e reaproveitá-las é um risco. O NordPass, gerenciador de senhas da NordVPN, está em oferta: o plano individual tem 53% de desconto + 3 meses extras, a R$ 4,90/mês, e o anual sai a partir de R$ 6,90/mês, com 33% de desconto. Aproveite e assine!

códigos

O que dizem as empresas responsáveis pelas IAs?

Após identificar a operação, a Straiker compartilhou os resultados com as empresas responsáveis pelos modelos utilizados pelos criminosos.

A Anthropic confirmou que investigou o caso e bloqueou a credencial comprometida utilizada para acessar o Claude, interrompendo o acesso do grupo por aquele meio.

Já a xAI foi notificada sobre as atividades dos cinco agentes associados ao Grok e informou que está analisando o caso.

Segundo o Tom's Hardware, a Straiker também tentou entrar em contato com a Moonshot AI, responsável pelo Kimi.

O episódio ocorre em meio ao aumento das preocupações com a utilização de agentes de inteligência artificial em crimes cibernéticos.

Em novembro de 2025, a própria Anthropic já havia divulgado uma investigação sobre o uso do Claude em ataques cibernéticos com elevado grau de automação.

No caso do CyberCartel, a principal descoberta foi a utilização coordenada de diferentes modelos comerciais, permitindo que um grupo relativamente pequeno de operadores conduzisse ataques simultâneos contra centenas de organizações.

Veja também: IA da OpenAI acha em 32 minutos pistas sobre doença similar ao Parkinson

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Canais de irrigação? Como um erro astronômico do século 19 criou mito dos "marcianos"

Quando falamos sobre vida fora da Terra, é difícil não pensar em figuras como seres esverdeados e de olhos grandes no Planeta Vermelho. Mas, afinal, de onde surgiu a ideia de que poderia haver vida em Marte? Tudo começou em 1877, quando o astrônomo italiano Giovanni Schiaparelli começou a mapear a superfície deste nosso vizinho e identificou algo curioso.

Em suas observações, ele percebeu que o Planeta Vermelho era coberto por contornos geométricos, com linhas longas, retas e misteriosas; claro que, na época, ele não sabia exatamente o que tinha visto, mas as chamou de “canali”, termo em italiano que, em inglês, foi equivocadamente traduzido para channels, ou canais. E eis que, 15 anos depois, o norte-americano Percival Lowell chegou a uma conclusão parecida.

mapa de marte

Embora fosse um amador, ele entrou em contato com dois astrônomos de Harvard e adquiriu instrumentos adequados para observar Marte. Em 1895, ele concluiu que as linhas na superfície de Marte pertenciam a um sistema de irrigação para lá de sofisticado, e mais: o sistema que serviria inclusive para abastecer oásis, os quais seriam responsáveis por regar as plantações dos habitantes do planeta.

Vida em Marte?

As observações de Schiaparelli não foram exatamente convincentes no que diz respeito à presença de vida inteligente em Marte, mas, de fato, houve sim algum ruído na imprensa. O episódio foi resgatado em um livro do jornalista David Baron, que recordou que, na época, a palavra “marcianos” nem era de uso comum. Com o tempo, Marte e os “marcianos” se tornaram ícones de publicidade e, claro, na cultura pop — afinal, quem não se lembra de “Guerra dos Mundos”, que retrata uma fictícia invasão marciana na Terra?

rover Perseverance

O mais curioso é que, mesmo neste ponto, a ideia de vida em Marte ainda não tinha conseguido muito apoio. Com o tempo, Lowell e seus colegas encontraram novas “evidências” dos supostos canais de irrigação, e aí tudo começou a ficar mais sério — tanto que até o tradicional jornal New York Times publicou um perfil do autor sob o título “Há vida no planeta Marte”.

Seria injusto torcer o nariz para as colocações de Lowell, já que ele realmente acreditava em suas alegações e, com o tempo, as dele e as de Schiaparelli se mostraram infundadas. Hoje, o cenário é outro — tanto que a ciência já conta com a astrobiologia, a área dedicada ao estudo da origem, da evolução e da distribuição da vida pelo universo.

Por isso, cientistas da NASA e de outras agências espaciais seguem, sim, investigando a possibilidade de vida em Marte, mas não esperam encontrar ser vivo nenhum lá atualmente. Na verdade, a ideia é buscar por pistas de possíveis seres que podem ter existido lá no passado, quando o planeta era mais quente e ainda tinha água.

Já se perguntou o que os cientistas diriam se descobrirem vida extraterrestre?

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Hyundai derruba preços do i20 e hatch sai mais em conta que VW Polo

Quer renovar a garagem? Se sim, vale a pena ficar de olho na nova campanha de descontos da Hyundai, que passou a oferecer seu hatch i20 com reduções de até R$ 5 mil em todas as configurações. Com a oferta, o compacto fica mais em conta que o Volkswagen Polo Track 1.0 na versão MPI, que custa a partir de R$ 97.990.

Com os descontos para consolidar o hatch em relação aos concorrentes, a tabela de preços do modelo varia entre R$ 94.990 e R$ 134.990; a maior redução ficou por conta da versão Limited com câmbio manual, que agora sai por R$ 99.740.

hyundai i20

As ofertas estão disponíveis na loja da sul-coreana no Mercado Livre e, para aproveitá-las, é preciso ter um usado para a troca. Além disso, dá para financiar as unidades escolhidas em até 12 vezes com taxa zero.

Como é o Hyundai i20

Com 4,13 metros de comprimento, o hatch traz dimensões superiores às do HB20 e porta-malas com capacidade para 346 litros. Além disso, o catálogo do i20 dispõe de duas opções de motorização com três cilindros.

As configurações de entrada trazem o motor 1.0 aspirado de até 80 cv acoplado ao câmbio manual de cinco marchas, enquanto as topo de linha adotam o motor 1.0 TGDi turbo flex de 115 cv e 17,5 kgfm de torque, combinado à transmissão automática de seis velocidades. Segundo dados do Inmetro, o conjunto turbo registra médias de até 14,3 km/l de gasolina em rodovias.

Desde a versão de entrada Comfort MPI, o hatch traz de série seis airbags, painel de instrumentos digital, central multimídia de 10,25” com espelhamento sem fio, acionamento automático dos faróis de LED e chave presencial. As variantes mais equipadas, como a Ultimate, adicionam rodas de 17”, assistentes de condução semiautônoma com recursos como o controle de cruzeiro adaptativo, alerta de ponto cego e frenagem autônoma de emergência.

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10 jogos clássicos de PC dos anos 1990

A década de 1990 é amplamente reconhecida como a era de ouro da indústria de games, principalmente no PC. Diferente dos consoles da época, o computador estava em constante evolução, servindo de palco para o nascimento do 3D real, para a chegada do CD-ROM com suas narrativas cinematográficas e para a popularização do modelo shareware e da jogatina em rede local.

Jogar no computador naquela época era quase um ritual técnico. Antes de começar, o jogador precisava encarar linhas de comando no MS-DOS, ajustar parâmetros de memória e configurar manualmente placas de som e controles. Essa liberdade e complexidade permitiram que os desenvolvedores ousassem como nunca, criando mecânicas profundas e linguagens visuais que moldariam a indústria para sempre.

Toda essa coragem criativa deu origem a uma diversidade sem precedentes de estilos. O PC se tornou o lar definitivo para shooters em primeira pessoa, simulações de gerenciamento complexas, aventuras point-and-click, RPGs com visão isométrica e quebra-cabeças imersivos.

Abaixo, listamos 10 jogos inesquecíveis que não apenas definiram os anos 1990 no PC, mas também estabeleceram as bases do que jogamos até hoje.

1. The Secret of Monkey Island (1990)

Mestre absoluto do gênero point-and-click, o clássico da LucasArts apresentou ao mundo o aspirante a pirata Guybrush Threepwood, conquistando gerações de jogadores com seu humor afiado, quebra-cabeças criativos com duelos de espadas baseados em insultos e a icônica trilha sonora criada por Michael Land.

2. Wolfenstein 3D (1992)

Considerado o verdadeiro pai dos jogos de tiro em primeira pessoa (os FPS), Wolfenstein 3D colocou o jogador no papel do agente B.J. Blazkowicz em sua fuga de uma fortaleza nazista, utilizando um motor gráfico revolucionário idealizado por John Carmack que simulava cenários tridimensionais com velocidade impressionante para a época.

3. Doom (1993)

Um verdadeiro fenômeno cultural e tecnológico, Doom aperfeiçoou a fórmula de Wolfenstein 3D ao introduzir iluminação dinâmica, variação de altura de cenários, violência visceral e o lendário modo multiplayer Deathmatch, consolidando a id Software e redefinindo para sempre os jogos de PC e o gênero shooter.

4. Myst (1993)

Criado pelos irmãos Robyn e Rand Miller, Myst foi o título que impulsionou a adoção dos leitores de CD-ROM ao redor do mundo, oferecendo uma ilha misteriosa pré-renderizada repleta de enigmas intrincados, exploração contemplativa e uma atmosfera imersiva que conquistou tanto jogadores casuais quanto entusiastas.

5. SimCity 2000 (1993)

Evoluindo a fórmula de simulação urbana, SimCity 2000 introduziu uma visão isométrica detalhada, gerenciamento orçamentário complexo, sistemas de infraestrutura de água e energia e desastres naturais variados, se tornando uma referência absoluta no gênero de gerenciamento e estratégia.

6. Tomb Raider (1996)

Responsável por popularizar a exploração em ambientes verdadeiramente tridimensionais com câmera em terceira pessoa, Tomb Raider apresentou ao mundo a arqueóloga Lara Croft em uma combinação marcante de plataforma, resolução de enigmas em ruínas antigas e combate contra criaturas ferozes. Esse jogo, inclusive, retorna em 2027 com um reboot.

7. Quake (1996)

Superando os limites dos motores gráficos da época, Quake trouxe um mundo inteiramente renderizado em 3D poligonal com iluminação em tempo real e física avançada, logo se estabelecendo como o pilar definitivo do shooter competitivo através de seu modo multiplayer acelerado.

8. Diablo (1997)

A Blizzard Entertainment redefiniu o gênero dos RPGs de ação ao criar uma experiência focada na exploração de calabouços sombrios, na geração procedural de cenários e itens e em uma jogabilidade viciante baseada em cliques do mouse que se tornou perfeita para a jogatina cooperativa através do serviço Battle.net.

9. Half-Life (1998)

Estreia avassaladora da Valve no mercado, Half-Life revolucionou a narrativa nos jogos de tiro ao contar a saga do físico Gordon Freeman de maneira contínua, sem interromper a ação com cenas pré-renderizadas, integrando inteligência artificial avançada e cenários interativos ao enredo.

10. RollerCoaster Tycoon (1999)

Desenvolvido de forma brilhante quase inteiramente na linguagem Assembly por Chris Sawyer, o RollerCoaster Tycoon colocou os jogadores no comando da construção e administração de parques de diversões, combinando física precisa no design de montanhas-russas com uma gestão financeira minuciosa e viciante.

Um top 10 é só a ponta do iceberg quando falamos de clássicos de PC dos anos 1990. Poderíamos ainda mencionar Unreal Tournament, Age of Empires, Lemmings, StarCraft, Thief e muitos outros, mas nossa lista definitiva é:

  1. The Secret of Monkey Island
  2. Wolfenstein 3D
  3. Doom
  4. Myst
  5. SimCity
  6. Tomb Raider
  7. Quake
  8. Diablo
  9. Half-Life
  10. RollerCoaster Tycoon

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Netflix, Disney+ e mais: Vivo lança combos de streaming com até 40% de desconto

A Vivo anunciou, nesta sexta-feira (23), quatro novos pacotes que permitem contratar até cinco serviços de streaming por preços menores do que os das assinaturas individuais. As opções começam em R$ 49,90 mensais e incluem plataformas como Netflix, Disney+, Amazon Prime, Globoplay e HBO Max, com descontos que podem chegar a 40%, segundo a operadora.

A alternativa mais completa custa R$ 74,90 por mês e reúne cinco plataformas. Já os outros três combos oferecem diferentes combinações de serviços por R$ 49,90.

A novidade está disponível para clientes Vivo Pós, Controle, Fibra e Vivo Total, sem exigência de fidelidade na contratação dos aplicativos.

Quais são os novos combos de streaming da Vivo?

Os pacotes incluem opções com três ou cinco serviços. A Netflix e o Amazon Prime aparecem em todas as combinações, enquanto as demais plataformas variam conforme o preço.

Confira os valores anunciados:

Streamings incluídos

Preço mensal

Netflix, Amazon Prime e Disney+

R$ 49,90

Netflix, Amazon Prime e Globoplay

R$ 49,90

Netflix, Amazon Prime e YouTube Premium

R$ 49,90

Netflix, Amazon Prime, Globoplay, HBO Max e Disney+

R$ 74,90

De acordo com a Vivo, o pacote de cinco aplicativos oferece a maior economia, de até 40% em relação às assinaturas individuais.

A cobrança será incluída na fatura da operadora, enquanto o gerenciamento dos serviços poderá ser realizado pelo App Vivo. A contratação também estará disponível nos canais físicos da companhia.

Os combos da Vivo realmente saem mais baratos?

Considerando os preços individuais mais baratos das cinco plataformas, a assinatura separada de Netflix, Amazon Prime, Globoplay, HBO Max e Disney+ custa aproximadamente R$ 128,50 por mês.

Para essa comparação, foram considerados os seguintes valores mensais:

  • Netflix com anúncios: R$ 25,90;

  • Amazon Prime: R$ 19,90;

  • Globoplay com anúncios: R$ 22,90;

  • HBO Max com anúncios: R$ 29,90;

  • Disney+ com anúncios: R$ 29,90.

Com o combo de R$ 74,90, a diferença chegaria a R$ 53,60 por mês, ou R$ 643,20 ao longo de um ano, considerando a manutenção desses preços.

A comparação é ilustrativa, pois o comunicado da Vivo não especifica todas as modalidades incluídas nos novos pacotes. A economia efetiva depende dos planos contratados e de eventuais descontos disponíveis diretamente nos serviços.

Outro ponto importante é que as assinaturas oferecidas pela Vivo podem incluir publicidade.

A operadora informou que os combos contemplam versões com e sem anúncios, conforme a plataforma, mas não detalhou quais modalidades estão incluídas em cada combinação.

Isso faz diferença especialmente para quem utiliza versões mais caras da Netflix ou do Disney+, que podem oferecer benefícios adicionais, como mais telas simultâneas e recursos de imagem e áudio.

Também vale conferir a modalidade do YouTube Premium, já que a Vivo oferece o YouTube Premium Lite em outros pacotes, com recursos diferentes da versão tradicional.

streaming

Quem pode contratar os combos?

Os novos pacotes estão disponíveis para quem já possui um dos seguintes serviços da operadora:

  • Vivo Pós;

  • Vivo Controle;

  • Vivo Fibra;

  • Vivo Total.

A mensalidade dos aplicativos é adicionada ao valor do plano de celular ou internet. Portanto, os R$ 49,90 ou R$ 74,90 representam apenas o custo do combo de streaming.

Segundo a Vivo, não haverá fidelidade na assinatura dos aplicativos, permitindo cancelar o pacote sem cumprir um período mínimo de permanência.

Para quem já paga por três ou mais serviços todos os meses, a contratação conjunta pode reduzir as despesas, especialmente quando as versões com anúncios atendem às necessidades do consumidor.

Antes de migrar, porém, é importante verificar as modalidades oferecidas e as condições de vinculação de contas existentes. A Vivo não detalhou no anúncio como será feita essa migração para quem já possui assinaturas ativas contratadas diretamente nas plataformas.

Veja também: 5 formas de assinar o Disney+ mais barato

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Samsung prepara Beta da One UI 9.5 para antes do que você imagina

Uma mudança simples no aplicativo Samsung Members alimentou esperanças sobre a possível chegada do Beta da One UI 9.5. O app, usado para entrar no programa de testes da empresa, mudou um banner para convidar pessoas a uma nova versão experimental da interface.

O ajuste é pequeno, não muda o texto e foca na parte visual, mas pode ser um sinal de novo Beta a caminho. A empresa já distribui a versão estável da One UI 9.0 para diversos celulares e tablets desde setembro, então faz sentido pensar nos próximos passos.

Os primeiros testes internos da One UI 9.5 começaram em agosto, de acordo com vazamentos, mas não há indícios de lançamento de versões ao público. Vale reforçar que a variante “.5” não muda a versão do Android usada como base, mas traz uma série de novos recursos para acompanhar a chegada da nova linha Galaxy S.

Para efeito de comparação, a One UI 8.5 ganhou Beta público em dezembro de 2025 e foi lançada em fevereiro de 2026.

Samsung Members Beta

O que esperar da One UI 9.5?

A atualização deve contar com um pacote robusto de novidades na interface da Samsung. Uma delas é a possibilidade de controlar a tela do celular em notebooks com Windows, similar ao espelhamento da Apple.

A atualização também pode trazer um novo recurso para criar widgets personalizados com a ajuda de IA. Atualmente, apenas a linha Google Pixel tem a função.

Confira quais celulares devem ser atualizados para a eventual One UI 9.5.

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Disney+ remove 4K, HDR10 e Dolby Vision sem avisar assinantes no Brasil

O Disney+ retirou o suporte a 4K UHD, HDR10 e Dolby Vision de sua plataforma no Brasil, segundo relatos de assinantes. A mudança também aparece no site oficial do streaming, que agora informa resolução máxima de 1080p, embora o plano Premium continue custando R$ 69,90 mensais.

A situação ganhou repercussão nesta quinta-feira (22), após usuários denunciarem a perda dos recursos no Reddit. Segundo os relatos, a Disney não comunicou previamente a alteração, que afeta tecnologias oferecidas como diferenciais da assinatura mais cara.

Ao verificar o site brasileiro do Disney+, o Canaltech constatou que a empresa passou a anunciar transmissão de até 1080p e áudio Dolby Atmos. Anteriormente, a página informava suporte a vídeos em 4K UHD e HDR.

O Dolby Atmos, tecnologia que proporciona uma experiência de áudio espacial, permanece disponível.

O Canaltech entrou em contato com a Disney para confirmar a suspensão dos recursos no Brasil e esclarecer desde quando a medida está em vigor e quais aparelhos ou conteúdos foram afetados. A reportagem será atualizada assim que houver resposta.

disney 1080p

Por que o Disney+ removeu o 4K?

A mudança pode estar relacionada a uma disputa judicial envolvendo a Disney e a InterDigital, empresa americana que possui patentes utilizadas em tecnologias de transmissão e compressão de vídeo.

Em setembro de 2025, a 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro concedeu uma liminar favorável à InterDigital, que acusou a Disney de utilizar suas tecnologias sem as licenças necessárias.

A decisão envolveu patentes relacionadas aos padrões AVC e HEVC, utilizados na compressão de vídeos para transmissão pela internet.

Em maio de 2026, a decisão foi mantida em segunda instância, conforme documentos apresentados pela InterDigital à Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC).

Disputas semelhantes também ocorreram na Europa e levaram o Disney+ a suspender recursos de imagem em diferentes países.

Em julho, o portal FlatpanelsHD informou que a plataforma havia removido o suporte a 4K e HDR10 em mercados europeus, depois de já ter suspendido o Dolby Vision.

A Disney chegou a recuperar a transmissão em 4K em determinados aparelhos por meio da adoção de outra tecnologia de compressão, chamada VP9. Entretanto, a solução não restabeleceu todos os formatos de imagem anteriormente disponíveis.

No Brasil, um assinante relatou no Reddit que o suporte do Disney+ atribuiu a indisponibilidade dos recursos a um processo judicial envolvendo patentes.

Apesar do histórico de disputas, ainda não há confirmação oficial de que a decisão judicial brasileira seja a responsável direta pela retirada dos recursos no país.

Disney+ Premium continua custando R$ 69,90

A perda dos recursos chama atenção porque a Disney não anunciou uma redução no preço do plano Premium.

Atualmente, a assinatura mais cara custa R$ 69,90 por mês, enquanto o plano Padrão sai por R$ 49,90.

O Premium mantém benefícios como acesso a todos os canais da ESPN, reprodução simultânea em quatro aparelhos e áudio Dolby Atmos.

Porém, a resolução máxima de 1080p agora anunciada pela plataforma é a mesma oferecida pelo plano Padrão.

No Reddit, usuários reclamam da alteração e afirmam que contrataram a modalidade mais cara justamente para assistir a filmes e séries com maior qualidade de imagem.

Há também uma reclamação publicada no Reclame Aqui em 22 de outubro, na qual um assinante afirma ter perdido o acesso ao 4K, HDR e Dolby Vision e questiona a manutenção do preço integral.

A Disney ainda não informou publicamente se pretende compensar os consumidores brasileiros, oferecer descontos ou estabelecer um prazo para o retorno dos recursos.

disney 1080p reclamação

Assinantes podem pedir reembolso?

A retirada de recursos anteriormente oferecidos em uma assinatura pode levantar questionamentos com base no Código de Defesa do Consumidor (CDC).

O artigo 20 estabelece que, diante de serviços com qualidade inferior à anunciada, o consumidor pode exigir medidas como restituição do valor pago ou abatimento proporcional do preço, conforme as circunstâncias.

Isso não significa que todos os assinantes tenham direito a um reembolso automático. A análise depende das condições contratadas e dos serviços efetivamente disponibilizados.

Na França, onde o problema também afetou assinantes, a associação de consumidores UFC-Que Choisir notificou a Disney em setembro de 2026, cobrando uma solução, maior transparência e compensações.

No Brasil, consumidores podem inicialmente procurar o atendimento do Disney+ e registrar a solicitação. Caso o problema não seja solucionado, também é possível recorrer ao Procon ou à plataforma Consumidor.gov.br.

Veja também: 5 formas de assinar o Disney+ mais barato

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VC Firms Tap LP Pools, Warehouse Loans for Speedy AI Cash

When Reflection AI set out to raise $2.5 billion early this year, one of its existing venture backers, B Capital, was eager to invest again in the startup, which has emerged as the most high-profile U.S. maker of open-source AI models. But Reflection’s valuation had more than tripled in just six months, forcing investors to write big checks for a sizable stake.

Such a check would have been too big for B Capital’s main venture fund, a $500 million vehicle raised in July. To come up with the cash, the company turned to a different source of capital: a pool of money apart from its regular fund, designed to give limited partners—the pension funds, endowments and wealthy individuals that back VC firms—more direct access to hot startups like Reflection at reduced fees.

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Play ‘Doom’ on this tiny, uterus-shaped period tracker

Doom is much more than a classic, bloodsoaked first-person shooter known for its chaotic action, over-the-top weapons, and challenging boss fights. For some odd (but very enjoyable) reason, it’s served as a benchmark for testing basic computing capabilities for well over 30 years. Name a device——calculators, ATMs, digitally enabled tractors, and even biochips built with E. coli bacteria—and someone has likely coded it to run Doom.

The latest entry in the ever-growing list of Doom compatible contraptions is a double-dose of DIY ingenuity, however. The Linux software engineer known as Miss Molerat recently began tinkering with a pocket-sized medical gadget made specifically to keep track of her menstrual cycle. But unlike many similar commercial products, “Clotty” keeps all personal data strictly on the device itself. It never connects to an external cloud or offloads sensitive information to a company’s servers, thereby preventing any unwanted data harvesting. And it does all this on a custom, uterus-shaped minicomputer running on a Raspberry Pi microcontroller.

Uterus shaped computer device showing tiny sprite character on screen
Clotty includes a Tamagotchi-like sprite players must maintain and keep happy. Credit: Miss Molerat

“I have one thing that has been bothering me for as long as I’ve been menstruating: despite my cycle being very regular, I somehow manage to get surprised by PMS each and every month anew,” Clotty’s inventor wrote on her website’s blog.

Clotty “does the boring stuff” for her by tracking her period via a Tamagotchi-like digital pet that requires attention and maintenance throughout each month. The pixelated creature’s mood shifts depending on the cycle phase, but it also can go on little quests and offer various minigames in the meantime.

“[It’s] basically some sort of adorably shaped mirror version of my own moods that serves as a reminder that I, too, am just some sort of creature that tries to stay alive and happy,” explained Clotty’s creator.

But why stop there? Clotty is powerful enough to run Doom on its itty-bitty LCD screen, which is thematically perfect given the project’s overarching, bloody motif. This means that, when not keeping up with personal health, a user can also blast through wave after wave of space demons using small onboard sensors.

The inventor admitted that Clotty is still in its “fetal stage,” but she plans to add more features like a menstrual cycle history archive, more games, and even some reproductive health trivia. It’s also a completely open-source project, so anyone can follow her online tutorials and download files for Clotty (and Doom).

The post Play ‘Doom’ on this tiny, uterus-shaped period tracker appeared first on Popular Science.

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Omoda X é apresentado na China e antecipa futuro SUV com visão noturna e karaokê

O Omoda X chegou. O SUV conceitual foi apresentado na Cúpula Internacional de Usuários Omoda e Jaecoo, realizada na China, e mostrou na prática como a marca evoluiu sua linguagem de design para integrar agora a estética robótica e tecnologias de auxílio ao condutor.

O protótipo evolui a linguagem estilística "Cyber Mecha", que estreou no Omoda 4 no Salão de Paris: a carroceria foi construída com superfícies angulosas e luzes diurnas em formato de flecha, junto de lanternas traseiras no estilo raio que lembram o Omoda 5 e Omoda 7.

Omoda X

Por enquanto, a marca não revelou os detalhes sobre a motorização do SUV nem confirmou a data para o lançamento da versão final de produção. Mesmo assim, a expectativa do setor automotivo é de que o modelo chegue ao mercado em breve.

Como é o Omoda X

Internamente, o painel do SUV tem desenho de asa dupla e console central flutuante em formato de X, integrando um quadro de instrumentos digital de 10,25” e uma central multimídia de 13,2”. A marca manteve botões físicos para comandos de uso frequente, como o controle de temperatura do ar-condicionado e os seletores de modos de condução.

Entre as inovações tecnológicas, o destaque fica por conta do sistema de visão noturna por imagem térmica infravermelha, capaz de detectar o calor de pedestres e animais a até 90 metros de distância. O modelo traz ainda assistente de voz com processamento de linguagem natural, sistema de karaokê integrado com captação de som por quatro zonas independentes e o modo ajustável X-MODE.

O Omoda X foi projetado com 20 cm de altura livre do solo, capacidade de suporte de carga no teto de até 75 kg e limite de reboque de 1.800 kg. Para ampliação do espaço interno de armazenamento, a cabine traz 39 compartimentos porta-objetos distribuídos pela cabine.

Aproveite para conhecer o Omoda 4, chinês que será "pesadelo" para Tera e Creta!

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5 recursos do YouTube Music que o Spotify não tem

O YouTube Music é um forte concorrente do Spotify no mercado de streamings de áudio e tem alguns recursos que não existem no rival. A plataforma tem a vantagem de ser integrada ao catálogo do YouTube para trazer mais versões de músicas e recursos de redes sociais.

Há também uma diferença no modelo de assinaturas: a versão Premium remove anúncios no streaming musical e na plataforma de vídeos, então o YouTube pode ser uma alternativa ao Spotify Premium pela versatilidade.

O Canaltech traz alguns aspectos favoráveis ao streaming do Google:

5 coisas que o YouTube Music tem e o Spotify não

Confira:

  1. Sincronização com o YouTube

  2. Músicas e álbuns que não existem em outros streamings

  3. Pesquisa ao cantar e assoviar

  4. Integração com Google Fotos

  5. Comunidades de fãs

1. Sincronização com o YouTube

A mesma conta do YouTube é usada para o Music, então a ferramenta consegue analisar o gosto musical dos vídeos para criar recomendações personalizadas. O app também pode sugerir vídeos e apresentações ao vivo para aumentar o leque de sugestões.

2. Músicas e álbuns que não existem em outros streamings

A integração com o YouTube também permite acessar o imenso catálogo de músicas na plataforma, incluindo faixas que não estão no Spotify e outros serviços. É uma oportunidade para ouvir álbuns raros ou versões ao vivo diferentes dos acervos convencionais. 

3. Pesquisa ao cantar e assoviar

Você está com uma música na cabeça, mas não lembra o nome? Basta abrir a pesquisa do YouTube Music, cantarolar ou assoviar a melodia e receber o resultado correspondente.

O Spotify não tem função parecida, mas permite encontrar faixas a partir de trechos da letra.

Cantarolar música YouTube Music

4. Integração com Google Fotos

O YouTube Music tem uma retrospectiva anual com as faixas mais ouvidas e conta com um detalhe interessante: é possível vincular a conta do Google Fotos para ter imagens da própria galeria nos resultados da experiência. 

5. Comunidades de fãs

As comunidades de artistas do YouTube Music são um recurso de rede social para conectar fãs. Similar aos fóruns do Reddit, é possível receber novidades e compartilhar discussões sobre bandas favoritas.

Comunidade YouTube Music

E o oposto? Confira recursos que o Spotify tem e não existem no rival YouTube Music.



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Por que o Google está cortando acesso dos assinantes básicos aos seus modelos de IA?

O Google mudou drasticamente os planos de IA da empresa: o acesso à versão Pro dos modelos do Gemini ficou restrito aos níveis AI Pro e AI Ultra. Dessa forma, contas gratuitas e assinantes do plano AI Plus (o mais barato da empresa) não conseguem acessar a tecnologia mais avançada da Big Tech.

A mudança frustrou assinantes porque o plano básico era frequentemente oferecido com testes gratuitos. Mesmo com limites de uso bem menores do que os níveis superiores, ainda era possível usar a variante Pro do Gemini para tarefas mais complexas.

O Google não comenta oficialmente a decisão, apenas informa que os modelos Flash-Lite e Flash serão disponibilizados “para oferecer velocidade e inteligência”.

Por que o Google limitou o acesso às IAs mais poderosas?

A principal hipótese por trás da mudança é uma forma de limitar os gastos computacionais: um modelo como o Gemini 4 Argon, por exemplo, é capaz de executar tarefas muito complexas, mas isso vem acompanhado de um consumo excessivo de hardware e infraestrutura dos data centers.

Reduzir a quantidade de pessoas com acesso a essa tecnologia é uma forma de poupar o consumo. Além disso, a versão Pro fica restrita a planos mais caros para equilibrar as despesas: o AI Pro custa a partir de R$ 96,99 por mês e o AI Ultra a partir de R$ 779,90 por mês.

Vale lembrar que o Google já mudou o funcionamento dos limites de uso em 2026. Antes, a empresa tinha uma quantidade fixa de comandos, mas adotou um sistema que cobra os limites pelo uso computacional. Ao atingir o limite do plano, é necessário aguardar cinco horas até as franquias serem restauradas.

O ajuste se tornou um padrão no mercado de IA para se adequar aos prompts com agentes autônomos, visto que podem desempenhar tarefas longas a partir de um simples comando. 

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Mudança é esperada no mercado

A estratégia do Google também pode ser interpretada como um reposicionamento no mercado após atrair usuários aos planos pagos de IA. Em entrevista ao Canaltech, o diretor acadêmico da FIAP, John Paul Lima, explica que a postura é similar à de outras empresas do segmento e até de streaming para angariar clientes e depois reajustar benefícios:

“Primeiro tenta popularizar a ferramenta, então coloca valores mais baixos de investimento do usuário. Depois de um tempo, disponibiliza novos modelos, faz downgrade de alguns mais simples e incentiva o usuário que realmente usa a ferramenta a pagar mais caro por outros modelos”.

Lima também reforça que os clientes ficam sujeitos a mudanças inesperadas porque assinam os termos de serviço na aquisição. “A gente assina um contrato e o contrato diz que eles podem fazer essas movimentações. Isso acaba, de certa maneira, prejudicando um pouco a experiência do usuário”, completa.

Cada plano dá acesso a quais modelos?

A variante Pro dos modelos fica disponível apenas para assinantes dos níveis Google AI Pro e Google AI Ultra (mas pode usar as variantes Flash-Lite e Flash quando necessário). O plano AI Plus consegue usar apenas as versões Flash-Lite e Flash.

Curiosamente, a Google informa que contas gratuitas podem usar a variante Pro em alguns casos. “Prompts que exigem raciocínio aprofundado podem usar o Flash ou o Pro”, revela a página de suporte.

Os novos termos começaram a valer no dia 09 de outubro para novos assinantes e mudam a partir de 13 de novembro para assinaturas mais antigas. 

Saiba as diferenças entre os planos de IA do Google.

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Google muda regras e pode usar seus dados do Gmail e Fotos para anúncios

O Google alterou sua política de privacidade e agora poderá utilizar informações do Gmail, Google Drive e Google Fotos para personalizar anúncios exibidos aos usuários. A mudança entrou em vigor em 16 de outubro e afeta quem autorizar a integração desses aplicativos com serviços que oferecem publicidade personalizada.

Até então, a empresa estabelecia em suas regras que o conteúdo armazenado nessas plataformas não seria utilizado para direcionar anúncios.

A nova versão, identificada pelo Android Authority nesta sexta-feira (23), estabelece uma exceção para os dados compartilhados voluntariamente com outros serviços do Google.

A atualização está relacionada à expansão da Inteligência Personalizada (Personal Intelligence), tecnologia que permite à inteligência artificial (IA) consultar informações de diferentes aplicativos para oferecer respostas e recomendações baseadas nas preferências do usuário.

O Google ressalta que a mudança não autoriza o uso automático de todas as mensagens e fotografias para publicidade. A utilização depende das permissões concedidas e das configurações de personalização da conta.

Como o Google poderá usar seus dados para anúncios?

A Inteligência Personalizada permite que serviços como a Pesquisa Google e o Gemini utilizem informações de aplicativos conectados para compreender melhor as solicitações feitas pelos usuários.

Por exemplo, ao perguntar sobre restaurantes próximos de um hotel, a ferramenta poderá consultar uma confirmação de reserva recebida pelo Gmail e sugerir estabelecimentos na região.

Com a nova política, informações extraídas dessas interações também poderão influenciar os anúncios apresentados pelo Google.

A empresa explica que resumos, trechos e informações deduzidas a partir de e-mails e fotografias podem ser utilizados para personalizar a publicidade. Segundo suas regras, os anúncios não serão direcionados diretamente com base no conteúdo original da caixa de entrada ou da biblioteca de imagens.

Além disso, o Google afirma que os anunciantes não terão acesso às mensagens ou fotografias armazenadas pelos usuários.

A plataforma também mantém restrições ao direcionamento de anúncios com base em categorias sensíveis, como saúde, religião e orientação sexual.

O uso desses dados para publicidade já começou a ser testado no Modo IA da Pesquisa Google, conforme informações do Search Engine Land publicadas em 16 de outubro. Ainda não há detalhes sobre a expansão do experimento para todos os usuários.

No Brasil, a integração de aplicativos à Inteligência Personalizada da Pesquisa está disponível para contas pessoais de maiores de 18 anos, embora determinados recursos, como a conexão com o Google Fotos, ainda tenham restrições regionais.

Gmail capa

Como impedir que o Google utilize seus dados?

O compartilhamento de informações depende da autorização do usuário, que pode conferir os aplicativos conectados e revogar as permissões.

Segundo as orientações do próprio Google, o procedimento pode ser realizado pelo computador ou celular:

  1. Acesse sua Conta do Google e entre em Dados e privacidade;

  2. Procure as configurações de Personalização dos serviços da Pesquisa;

  3. Acesse Inteligência personalizada adicional e selecione Apps de conteúdo conectados;

  4. Verifique se o Google Workspace ou o Google Fotos estão conectados e, caso estejam, desative as conexões que não deseja manter.

Outra possibilidade é desativar as Recomendações Personalizadas dos serviços da Pesquisa, o que também limita o uso de informações pessoais para personalização desses serviços.

O Google alerta que as configurações estão passando por atualizações e que os nomes ou a organização dos menus podem variar.

Google Gemini

O que acontece com os dados já compartilhados?

Um ponto importante é que a desconexão dos aplicativos não apaga automaticamente as informações que já foram processadas e armazenadas pelo Google.

Segundo a empresa, dados presentes no Histórico de Serviços da Pesquisa podem continuar sendo utilizados para aprimorar seus produtos, inclusive no treinamento de modelos de inteligência artificial.

O Google afirma que seus serviços não treinam diretamente os modelos com toda a caixa de entrada do Gmail ou com a biblioteca original do Fotos. Entretanto, resumos, trechos e informações extraídas desses conteúdos podem ser utilizados no desenvolvimento da IA.

Em determinadas situações, a empresa também permite que revisores humanos analisem parte dessas informações para avaliar e melhorar os sistemas.

Quem deseja excluir os registros anteriores precisa acessar o Histórico de Serviços da Pesquisa, disponível na página Minha Atividade da Conta do Google, e gerenciar os dados armazenados.

Veja também: Google começa a ler o que usuário copia no Chrome; entenda o motivo

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