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Apple teria dificuldades para reduzir emissões na produção de placas de circuito impresso

A Apple enfrenta dificuldades para reduzir as emissões de carbono da sua cadeia de suprimentos, diante do aumento da demanda por placas de circuito impresso (printed circuit board, ou PCB).

Segundo o DIGITIMES, a produção das placas é uma das etapas de fabricação que mais consomem energia, devido à complexidade das de alto desempenho, que exigem mais eletricidade e água.

Por óbvio, esse dado contrasta com o desejo de empresas como a Apple (ou o Google, a outra citada pelo veículo) de publicar relatórios de sustentabilidade que demonstrem esforços na redução da emissão de carbono, na mesma medida em que a demanda dos setores de inteligência artificial (IA) e computação de alto desempenho eleva as emissões.

Mesmo que a Apple deseje utilizar 100% de eletricidade renovável na produção dos seus produtos até 2030, essa parte do processo representa quase 60% da pegada de carbono do setor.

Já os materiais para PCBs com menor pegada de carbono ainda não atendem a certos requisitos de desempenho mais exigentes estabelecidos para a produção em larga escala.

via MacRumors

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Documentário “Fleetwood Mac: The Chain” estreará no Apple TV em 29/1

Anunciado no final de 2024, o documentário do Apple TV sobre a lendária banda anglo-americana Fleetwood Mac ganhou hoje uma data de estreia: 29 de janeiro de 2027 — coincidindo com o aniversário de 50 anos do álbum “Rumours”, vencedor do Grammy.

Intitulada “Fleetwood Mac: The Chain”, a produção será dirigida pelo cineasta Frank Marshall, cinco vezes indicado ao Oscar, e contará com “as vozes, memórias e perspectivas” de todos os membros da banda (Mick Fleetwood, John McVie, Christine McVie, Lindsey Buckingham e Stevie Nicks), segundo a Maçã.

Com roteiro de Mark Monroe, o documentário busca refletir o profundo significado do hit “The Chain”, que “personifica uma família forjada por uma paixão compartilhada”, além de ser a única música do álbum “Rumours” creditada a todos os cinco membros.

A canção captura perfeitamente o vínculo complexo, porém duradouro, no coração do Fleetwood Mac, e sua letra icônica tornou-se um poderoso símbolo do respeito e da conexão que persistiram durante a tumultuada jornada da banda rumo ao estrelato.

Espectadores podem esperar reflexões sobre o álbum, os recordes batidos pela banda e suas turnês, bem como imagens nunca antes vistas e entrevistas inéditas realizadas ao longo das últimas décadas. O documentário promete ainda explorar a “resiliência pessoal e destreza musical” dos membros e levar os assinantes do Apple TV pelos altos e baixos da banda.

Além de dirigir, Marshall também produz pela The Kennedy/Marshall Company ao lado de Nigel Sinclair, Nicholas Ferrall, Jeanne Elfant Festa e Aly Parker. Cassidy Hartmann e Tony Rosenthal atuam como produtores executivos junto com Monroe.

O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$34,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.

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Projeto LinPad permite executar um ambiente Linux diretamente no iPad

Com um sistema operacional bastante fechado (derivado do iOS, como bem sabemos), o iPad muitas vezes não tem todo o seu potencial aproveitado — principalmente quando falamos naqueles modelos que contam com chips da série M, os mesmos presentes nos Macs.

Agora, porém, é possível executar um sistema operacional completo nos tablets da Maçã, graças ao LinPad, um projeto de código aberto que permite rodar um ambiente Linux (o LinPad OS) diretamente no iPad — com direito a janelas, terminal e gerenciador de arquivos.

Com isso, usuários que não têm um Mac ou que estão com apenas o iPad à disposição conseguem realizar atividades que geralmente só são possíveis em um computador, principalmente quem trabalha com desenvolvimento.

Com um sistema de arquivos próprio, o LinPad OS permite personalizar o ambiente e até instalar aplicativos de terceiros como o Visual Studio Code e o Mozilla Firefox. O app prepara o ambiente na primeira execução e mantém tudo preservado para sessões posteriores.

Para usá-lo, é necessário um iPad com chip M1 ou posterior que rode, no mínimo, o iPadOS 17. O maior desafio é a instalação, já que é preciso configurar o app via sideloading tradicional — pelo próprio computador ou usando ferramentas de terceiros, descritas nessa página.

via OS X Daily

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Estreia no Apple TV: 2ª temporada da série alemã “Onde Está a Wanda?”

Aterrissou hoje no catálogo do Apple TV a segunda temporada de “Onde Está a Wanda?” (“Where’s Wanda?”), série alemã protagonizada por Axel Stein e Heike Makatsch.

A trama da segunda temporada segue acompanhando a família Klatt, constituída pelo casal Dedo (Stein) e Carlotta (Makatsch), bem como pela filha Wanda (Lea Drinda), flagrada ao lado de um cadáver. A série conta ainda com Leo Simon e Nikeata Thompson no elenco.

Reveja o trailer da segunda temporada:

Nos novos episódios, o casal precisará fazer de tudo para provar a inocência da filha e evitar perdê-la novamente. Porém, na busca pelo verdadeiro assassino, eles acabam imersos no submundo do crime da sua pacata cidade suburbana.

Uma produção da UFA Fiction, a série foi criada e escrita por Oliver Lansley, ao lado dos produtores executivos Nataly Kudiabor e Sebastian Werninger. Baseada em uma história de Zoltan Spirandelli, a produção é dirigida pelos cineastas Christian Ditter (que também é creditado como produtor executivo), Tobi Baumann e Facundo Scalerandi.

O primeiro dos oito episódios da segunda temporada de “Onde Está a Wanda?” já está disponível. Os capítulos remanescentes, por sua vez, serão liberados semanalmente, até 9 de dezembro.

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Com novas propostas, Reino Unido quer abrir iOS para outras carteiras digitais

A Autoridade de Concorrência e Mercado (Competition and Markets Authority, ou CMA), principal órgão antitruste do Reino Unido, apresentou hoje uma série de propostas para flexibilizar o controle que a Apple tem sobre serviços de pagamento por aproximação nos seus sistemas, incluindo taxas reduzidas e a remoção de barreiras técnicas.

De acordo com a Reuters, a própria CMA argumentou que suas propostas são menos onerosas para a Maçã que as medidas impostas pela União Europeia, as quais resultaram na abertura completa (e sem taxas) do chip NFC 1Near field communication, ou comunicação por campo de proximidade. usando a emulação de cartão host (host card emulation, ou HCE) em iPhones e Apple Watches.

Ainda segundo o órgão antitruste, transações contacless já representam 39% de todos os pagamentos realizados no Reino Unido (contra os 3% de dez anos atrás), sendo que 60% dos adultos utilizam carteiras digitais. Considerada uma empresa com status estratégico no mercado pela CMA, a Apple domina esse setor com o Apple Pay.

Ouvimos dizer que as altas taxas, os termos rigorosos e as restrições técnicas relacionadas à tecnologia de pagamento por aproximação da Apple tornam muito difícil para os concorrentes inovarem e competirem.

—Sarah Cardell, diretora executiva da cma

A partir de agora, a CMA realizará consultas sobre as propostas até 17 de novembro para só depois decidir por qual caminho seguir. Entre as instituições que já manifestaram apoio às propostas, está a Revolut, que tem sede em Londres:

A orientação da CMA cria uma oportunidade real para as fintechs do Reino Unido competirem em pé de igualdade com as grandes empresas de tecnologia.

—David Tirado, diretor comercial da Revolut

Questionada, a Apple disse que já permite que desenvolvedores ofereçam pagamentos contactless por meio de sua tecnologia de NFC e do seu elemento de segurança, que armazena informações sensíveis de usuários e chaves de criptografia. Ainda de acordo com a companhia, a proposta da CMA pode reduzir a privacidade dos seus usuários:

Não acreditamos que a CMA deva exigir que a Apple adote uma abordagem com proteções de privacidade e segurança mais baixas […] Continuaremos a nos engajar de forma construtiva para chegar a um resultado que seja do melhor interesse de nossos usuários.

Vejamos os próximos capítulos dessa (aparente) nova novela.

Notas de rodapé

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    Near field communication, ou comunicação por campo de proximidade.

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Apple adiciona mais duas fornecedoras dos EUA à sua lista de parceiras

Em mais um aceno ao governo dos Estados Unidos, a Apple anunciou hoje novas parcerias com empresas do seu país natal para o fornecimento de materiais para os iPhones 18 Pro/18 Pro Max e Duo.

Parte do American Manufacturing Program (AMP), essas parcerias incluem companhias como a Perryman Company, produtora de titânio do estado da Pensilvânia, e a Qnity Electronics, fabricante de tecnologias para câmeras do estado do Delaware.

Sabih Khan, COO 1Chief operating officer, ou diretor de operações. da Apple, comentou o anúncio:

Estamos muito felizes em expandir nossa parceria com empresas que produzem materiais e componentes avançados para nossa nova linha de iPhones aqui mesmo nos Estados Unidos. A engenhosidade americana é vital para todos os nossos produtos, desde o titânio usado no iPhone Duo até as inovações revolucionárias em câmeras do iPhone 18 Pro. Temos orgulho de trabalhar com a Perryman e a Qnity Electronics para continuar expandindo nosso Programa de Fabricação Americana e apoiar a geração de empregos nos EUA.

Ainda segundo a Maçã, a Perryman receberá um investimento de US$100 milhões ao longo dos próximos três anos, que garantirá o fornecimento, para o iPhone Duo, de titânio de grau 5 com pelo menos 80% de material reciclado.

Parte do AMP desde março, a Qnity Electronics vai produzir filmes avançados para o novo sistema de câmera com abertura variável dos iPhones 18 Pro/18 Pro Max.

A Apple também aproveitou a oportunidade para relembrar outros investimentos em fabricantes americanos (ou com fábricas nos EUA), incluindo a Broadcom, que fornece chips de radiofrequência para seus dispositivos; a Corning, responsável pelos vidros Ceramic Shield; a Coherent, que produz componentes para o Face ID; a TSMC, que fabrica chips para todos os principais produtos da empresa; e a Amkor Technology, empresa de empacotamento de semicondutores.

New US partners like Perryman and Qnity Electronics have helped to make iPhone Duo and iPhone 18 Pro possible. https://t.co/12nNak07z6

— John Ternus (@johnternus) October 20, 2026
Novas parceiras americanas, como a Perryman e a Qnity Electronics, ajudaram a viabilizar o iPhone Duo e o iPhone 18 Pro.

Anunciado em 2025, o AMP envolve um investimento de US$600 bilhões [1, 2] na economia dos EUA — e, segundo a Apple, já sustenta mais de 450 mil empregos. O programa, vale lembrar, surgiu em meio às ameaças tarifárias feitas pelo presidente Donald Trump a importações, com destaque para a China — principal polo de fabricação de iPhones.

Notas de rodapé

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    Chief operating officer, ou diretor de operações.

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Estreia do dia no Apple TV: 6ª temporada de “Slow Horses”, com Gary Oldman

Assinantes do Apple TV já podem conferir o primeiro episódio da aguardada sexta temporada de “Slow Horses”, série de espionagem estrelada por Gary Oldman, que retorna hoje.

Aos que nunca deram uma chance para a série, “Slow Horses” acompanha uma equipe de agentes da inteligência britânica, os quais servem em um departamento do MI5 conhecido como Slough House. Oldman assume o papel de Lamb, o brilhante (mas rabugento) líder dos espiões, que acabam indo para a Slough House devido a erros que acabaram com suas carreiras.

Reveja o trailer da sexta temporada a seguir:

A nova parte da produção acompanhará a fuga dessa equipe, enquanto Diana Taverner (interpretada por Kristin Scott Thomas) os envolve em um jogo de retaliação e vingança com riscos e consequências fatais.

Mesmo que a sexta temporada só esteja chegando agora ao Apple TV, já sabemos que “Slow Horses” terá pelo menos mais duas temporadas, já que a Maçã anunciou mais uma renovação adiantada da produção — que tem sido, há anos, uma das mais premiadas do serviço. Nesta semana, inclusive, a série faturou o prêmio de Melhor Direção de Série de Drama (recebido por Saul Metzstein) nos Primetime Emmy Awards 2026.

Além de Scott Thomas e Oldman, o elenco inclui Jack Lowden, Saskia Reeves, Christopher Chung, Rosalind Eleazar, Joanna Scanlan, Samuel West, Ruth Bradley, Hugo Weaving, Lenny Rush, Aimee-Ffion Edwards, James Callis, Tom Brooke, Jonathan Pryce e Olivia Cooke. Oldman também assina a produção executiva, ao lado de Jamie Laurenson, Hakan Kousetta, Julian Stevens, Iain Canning, Emile Sherman, Gail Mutrux, Douglas Urbanski, Gaby Chiappe e Adam Randall, que retorna também à direção.

Alguns desses nomes, vale notar, marcaram presença na première da sexta temporada, organizada pelo Apple TV na última sexta-feira (11/9) no TIFF Lightbox Theater, em Toronto (Canadá):

Como dito, apenas o primeiro dos seis episódios da sexta temporada foi liberado hoje. Os capítulos remanescentes serão disponibilizados semanalmente, às quartas-feiras, até 21 de outubro.

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Apple TV renova “Slow Horses” para uma oitava temporada

O Apple TV anunciou hoje que a sua aclamada série de drama, “Slow Horses”, está renovada para uma oitava temporada.

Estrelada por Gary Oldman (que recebeu indicações ao Globo de Ouro, Emmy e BAFTA por seu papel), a série acompanha uma equipe disfuncional de agentes da inteligência britânica, trabalhando em um departamento do MI5 que aglutina agentes problemáticos que acabam lá após cometerem uma sucessão de erros que encerram as suas carreiras (conhecido como Slough House). Oldman interpreta Jackson Lamb, líder brilhante (e rabugento) desses espiões.

Ontem, a série angariou mais uma estatueta do Emmy (Melhor Direção de Série de Drama, vencido por Saul Metzstein) por sua quinta temporada, enquanto a sexta tem sua data de estreia marcada para amanhã.

Not everyone will make it out of Slough House alive.#SlowHorses Season 6 premieres September 16. pic.twitter.com/uznKQ0VSAE

— Apple TV (@AppleTV) August 18, 2026
Nem todo mundo sairá da Slough House vivo.
A sexta temporada de #SlowHorses estreia dia 16 de setembro.

Segundo o Apple TV, a oitava temporada reservará o confronto mais explosivo já visto até então entre Jackson Lamb e a agente Diana Taverner (interpretada por Kristin Scott Thomas). Quando uma tentativa frustrada de chantagear a sede da inteligência coloca Taverner na ofensiva, caberá a Lamb desvendar um dos segredos mais sombrios do MI5 e acabar com ele de uma vez por todas.

A série é produzida em parceria com a See-Saw Films, e a produção executiva é assinada por Jamie Laurenson, Hakan Kousetta, Douglas Urbanski, Adam Randall (vencedor do Emmy 2025 pela atribuição de diretor), Iain Canning, Emile Sherman, Gail Mutrux, Billy Bowring, Helen Gregory, Mick Herron e Oldman, além de Ben Vanstone. Randall retornará à direção.

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Causal junta notas, imagens, ficheiros e links num “quadro branco” infinito com IA

A Causal foi concebida para reunir diferentes tipos de conteúdo num único espaço de trabalho visual, permitindo organizar ideias e projetos num "quadro branco" infinito. A plataforma inclui ferramentas de IA que ajudam a organizar a informação e a desenvolver novas ideias.

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Apple TV libera trailer do documentário “K2 – O Desafio Final”

O Apple TV lançou hoje o trailer oficial de “K2 — O Desafio Final” (“The Last First: Winter K2”), aclamado documentário do diretor Amir Bar-Lev que tem como foco o monte K2, o segundo mais alto do mundo.

O doc se concentra em uma expedição de 2021, quando Ali e Sajid Sadpara (pai e filho) e John Snorri Sigurjónsson partiram na missão de serem os primeiros a alcançar o cume do K2 no inverno, quando as condições da montanha são mais cruéis.

Segundo a Apple, o documentário revelará uma história “surpreendente e multifacetada” nas alturas geladas e no clima imprevisível do K2 — tudo em um ambiente que requer estratégia e determinação, em circunstâncias de vida ou morte.

Confira o trailer:

O documentário é produzido por Bar-Lev, Sean Richard, Sarah Thomson, John Battsek, Ben Silverman e Howard T. Owens. Já os produtores executivos são Drew Buckley, James Packer, Will Kane, Taylor Levin, Kerstin Emhoff e Ali Brown.

Com edição de Joe Carey, direção de fotografia de Will Pugh e trilha sonora composta por Tom Hodge, o longa será disponibilizado no catálogo do Apple TV em 2 de outubro.

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Vídeos da Apple detalham como adaptar apps para o iPhone Duo

A Apple publicou uma série de vídeos no portal Apple Developer e no YouTube destinada a ajudar os desenvolvedores a preparar seus aplicativos para o iPhone Duo.

Isso porque, a princípio, haverá muitos apps que não aproveitarão o novo tamanho de tela caso sejam antigos ou se os desenvolvedores tiverem optado por não seguir as diretrizes da Apple.

Na prática, as versões atuais dos aplicativos serão exibidas em tela cheia na parte frontal e em tela quase cheia na tela interna. No primeiro vídeo publicado pela empresa, por exemplo, ela demonstra que os aplicativos serão alinhados à esquerda para ocupar a maior parte da tela, evitando a área da câmera.

Eis os demais vídeos compartilhados pela empresa:

Ao recompilarem seus aplicativos usando o Xcode 27.1, que será disponibilizado ainda neste mês, os desenvolvedores passarão a contar com controles mais precisos. Seus aplicativos poderão aproveitar toda a largura da tela interna, além de incluir um módulo de pré-visualização que exibe como os apps ficarão nos quatro layouts — fechado em modo retrato, fechado em modo paisagem, aberto na horizontal (paisagem) e aberto na vertical (retrato).

Além de detalhar a adaptação de apps para o iPhone Duo, a Apple também disponibilizou os recursos visuais do dispositivo em seu portal Apple Design Resources, com assets dos novos dispositivos para Photoshop e em formato PNG.

Bezels dos iPhones 18 Pro/18 Pro Max e do iPhone Duo

Por fim, a empresa realizará os chamados iPhone Duo Group Labs, laboratórios que permitem aos desenvolvedores se juntar aos engenheiros e designers da Apple — de forma online — para fazer perguntas e obter orientações.

via 9to5Mac

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Adobe Premiere e After Effects ganham novos recursos de IA

A Adobe anunciou uma nova leva de recursos de inteligência artificial (IA) que estão chegando ao Premiere e ao After Effects, incluindo a nova Generative Media Tool.

A nova ferramenta permite gerar vídeos e efeitos sonoros a partir da própria linha do tempo, dentro do Premiere.

Para utilizar a Generative Media Tool, basta selecionar o trecho da linha do tempo em que você deseja criar, descrever aquilo que deverá ser gerado, escolher um dos modelos de IA suportados pela ferramenta (Adobe Firefly, Google Veo, Runway, Luma ou Kling) e pronto, o conteúdo gerado já estará presente no seu projeto.

Adobe Generative Media Tool no Premiere
Divulgação/Adobe

Os materiais feitos por IA são adicionados como clipes editáveis, permitindo que o usuário os manipule como quiser. Além disso, caso seja da sua preferência, a ferramenta possui a capacidade de utilizar quadros de vídeos já existentes como referência para aquilo que será gerado, tornando o recurso ideal para estender determinadas cenas.

Já em matéria de áudio, o Premiere possui agora ferramentas (implementadas em fase beta) para tratamento e separação de vozes em falas simultâneas.

Novos recursos de áudio no Adobe Premiere
Divulgação/Adobe

A Adobe também atualizou o Color Mode, destinado a correções de cor realizadas dentro do Premiere, oferecendo tanto visuais cinematográficos com os novos Style Modules (com os modos Vignette e Midtones) quanto a Auto Color Tool, que corrige automaticamente a exposição e a temperatura de um clipe ou uma sequência.

Por fim, a empresa também anunciou a chegada do seu assistente de IA para os usuários do After Effects (em versão beta), permitindo tanto a novos usuários da ferramenta quanto aos editores mais experientes manipular projetos e criar efeitos a partir de comandos em linguagem natural.

Todas essas novidades já estão disponíveis para os assinantes da suíte Adobe Creative Cloud.

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Série “Desaparecida” (“Last Seen”) é a estreia de hoje no Apple TV

Em busca de uma nova série para ver no Apple TV? Pois saiba que acaba de estrear “Desaparecida” (“Last Seen”), thriller australiano estrelado por Patrick Brammall.

Comandada pelo escritor e produtor executivo Kris Mrksa e dirigida por Christian Schwochow, a série é uma adaptação do livro “The Dispatcher: A Novel” (de Ryan David Jahn) e conta ainda com Maxine Peake, Brendan Cowell, Daniel Henshall, Jessica Wren, Zahra Newman, Tobias Muhafidin e Chloe Jean Lourdes no elenco.

Em “Last Seen”, acompanhamos a vida de Ian Ridley (interpretado por Brammall), detetive policial que teve o rumo de sua vida alterado quando sua filha, Maggie, desapareceu sem deixar vestígios. Agora trabalhando como operador de chamadas da polícia, ele segue em busca de reunir a família a todo custo após receber um pedido de socorro de uma jovem que ele acredita ser justamente sua filha.

Confira o trailer:

Há também uma versão dublada em português do Brasil:

Além de Mrksa e Schwochow, também são produtores executivos da série Joanna Werner, Jamie Laurenson e Hakan Kousetta.

Recentemente, a Apple celebrou a estreia da série em Sydney (Austrália):

Já estão disponíveis os dois primeiros episódios da série. Os demais serão lançados semanalmente, sempre às quartas-feiras, até o dia 7 de outubro.

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Sylvia Hoeks se junta ao elenco de “Disavowed”, futura série do Apple TV com James Marsden

O elenco de “Disavowed”, vindouro thriller de ação do Apple TV, ganhou mais um nome de peso. Segundo o Deadline, a atriz Sylvia Hoeks — conhecida por seus papéis em “Parceiras no Crime” (“Ride or Die”) e “See” — é a mais nova contratada como membro regular do elenco.

Detalhes sobre a personagem de Hoeks na trama ainda não foram revelados.

Anunciada em maio, a série é estrelada por James Marsden e já havia somado Norman Reedus ao time em agosto. Em “Disavowed”, acompanharemos o lendário agente da CIA Brad Griffin (Marsden) logo após ser demitido abruptamente no meio de uma caçada global a um assassino responsável pela morte de um colega. Marginalizado no mundo da inteligência, o protagonista decide ir atrás da recompensa de US$15 milhões pelo assassino.

Hoeks é reconhecida internacionalmente por seu papel como Luv em “Blade Runner 2049” e também esteve no elenco de “See”, outra produção do Apple TV, como a Rainha Kane.

“Disavowed” é uma criação original e o primeiro projeto televisivo da dupla formada por Art Marcum e Matt Holloway. Eles também serão produtores executivos ao lado de Marsden, Tom Spezialy, Michelle MacLaren e Rebecca Hobbs. MacLaren, de “The Morning Show” e “Breaking Bad”, dirigirá os dois primeiros episódios.

A Blue Marble Pictures — responsável por “Pachinko” — produzirá a série em conjunto com o Apple Studios, com Theresa Kang e Caroline Garity também como produtoras executivas.

“Disavowed” ainda não possui uma data de estreia confirmada.

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Startup criada por estudantes portugueses usa tecnologia para atencipar a deteção de incêndios florestais

Descrito como uma infraestrutura de deteção ultra-precoce de incêndios florestais, o SEIVA foi desenvolvido por uma equipa de estudantes universitários portugueses e esteve em destaque entre os melhores projetos de startup da European Innovation Academy.

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Start from Knowledge tem 1,5 milhões de euros para apoiar startups que nascem nas universidades portuguesas

O primeiro aviso do Start from Knowledge, da Agência Nacional de Inovação e Startup Portugal, já foi publicado. O programa quer aproximar a investigação académica do mundo empresarial, apoiando a criação de startups com base no conhecimento desenvolvido nas universidades e politécnicos.

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Cinco projetos portugueses querem impulsionar investigação nas áreas do Espaço, fusão nuclear e física de partículas

Os projetos foram aprovados no contexto de um aviso ligado aos Roteiros Tecnológicos Big Science, que corresponde a uma das medidas do programa “Acelerar a Economia”, reforçando a presença da indústria nacional em grandes projetos internacionais de Big Science, avança a ANI.

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