❌

Reading view

Pages, Numbers e Keynote ganham recursos de IA, novos conteúdos e suporte ao iPhone Duo

A Apple atualizou hoje os apps Pages, Numbers e Keynote com novidades voltadas principalmente aos assinantes do Apple Creator Studio.

Entre os destaques estão um assistente inteligente baseado em linguagem natural, novos conteúdos premium e, no caso do Keynote, suporte à importação e exportação de apresentações em um novo formato de arquivo aberto.

Além disso, os três agora podem aproveitar o maior espaço da tela aberta do iPhone Duo.

Assistente inteligente

Nos três aplicativos, o assistente inteligente — ainda em fase beta e apenas em inglês — permite executar tarefas por meio de comandos em linguagem natural, levando em consideração o conteúdo do documento, da planilha ou da apresentação em que o usuário está trabalhando.

No Pages, a ferramenta pode ajudar a iniciar e revisar textos, reorganizar conteúdos, ajustar o tom da escrita e gerar imagens e formas. Também é possível solicitar informações atualizadas sobre determinado assunto e incorporá-las ao documento.

Já o Numbers utiliza o recurso para ajudar a interpretar dados, criar tabelas, sugerir gráficos e elaborar fórmulas, além de pesquisar informações que possam ser incorporadas às planilhas.

No Keynote, o assistente pode gerar slides, criar notas para apresentações, produzir imagens e formas e ajudar a aprimorar o conteúdo e as animações. Assim como nos outros apps, também é possível pesquisar informações atualizadas para enriquecer o material.

Conteúdos premium

Os três aplicativos ganharam ainda novas coleções de conteúdos premium, incluindo modelos profissionais para documentos e planilhas e temas para apresentações. Os usuários também podem explorar o Content Hub, que reúne vídeos selecionados para adicionar elementos visuais e movimento aos seus projetos.

Novo formato de arquivo aberto

Uma novidade exclusiva do Keynote é o suporte, também ainda em versão beta, à importação e exportação de arquivos no formato KEYX. Trata-se de um formato aberto de intercâmbio que busca facilitar o uso de apresentações e de seus conteúdos fora do aplicativo da Apple.

Suporte ao iPhone Duo

Para completar, embora não tenha mencionado isso nas notas de versão, a Apple implementou suporte ao iPhone Duo nos três aplicativos, como notou o MacRumors.

Pages no iPhone Duo
Numbers no iPhone Duo
Keynote no iPhone Duo
Imagens: MacRumors

Vale reforçar que o assistente inteligente — além de estar disponível apenas em inglês e exigir um dispositivo compatível com a Apple Intelligence — e os novos conteúdos premium são exclusivos para assinantes do Apple Creator Studio.

Para quem não é assinante, os updates incluem apenas melhorias gerais, correções de bugs e aprimoramentos de desempenho.

  •  

Oferta: iPad (A16) com 44% de desconto!

Para quem busca um tablet da Apple com uma tela “grande” e não quer gastar tanto em um modelo das linhas Air ou Pro, a melhor pedida hoje é o iPad (A16).

Ele traz um design moderno, com uma tela de bordas finas e sem o botão de Início, tem o processador A16 (que dá conta da maioria das tarefas diárias) e é compatível com o Apple Pencil de primeira geração, o Apple Pencil (USB-C) e o Magic Keyboard Folio.

Se você está procurando exatamente esse modelo, hoje a Amazon está com uma oportunidade muito boa! A promoção é válida para o modelo de entrada, com 128GB de armazenamento e conexão Wi-Fi, na cor rosa.

iPad (A16, Wi-Fi de 128GB)

Parcelado: de R$5.999,00 por R$3.359,00 em até 10x
À vista no Pix: de R$5.399,10 por R$3.024,10

🛍️ Produto vendido e entregue pela Amazon💰https://t.co/YgmJIxlt4E

— MM Ofertas (@MMOfertas) October 22, 2026

Ele é vendido pela Maçã por R$5.999, mas está saindo por R$3.359 em até 10x no cartão de crédito — o que representa um desconto de 44%!

Já para quem preferir pagar à vista no Pix, o iPad está saindo por R$3.024,10. Na prática, isso também representa um desconto de 44% em comparação com o valor à vista praticado pela Apple, de R$5.399,10.

Todos os descontos de promoções divulgadas pelo MacMagazine são calculados com base nos preços sugeridos pela Apple ou por outras fabricantes. Pode ser que um determinado produto seja comumente encontrado por valores inferiores em redes varejistas, mas a nossa base de comparação são sempre as tabelas oficiais.

Aproveite! 😊

Fique sempre por dentro das ofertas!

Se você não é louco, é claro que gosta de economizar. E, para isso, o MacMagazine tem diversas opções para ajudar você a conseguir comprar o seu produto Apple pagando menos!

Você pode usar a nossa extensão para os navegadores Chrome/Opera/Edge, acompanhar as ofertas pelo MM Fórum, pelo Facebook, pelo X, pelo Threads, pelo Bluesky, pelo Mastodon ou por um canal no Telegram. Escolha a melhor opção para você — ou todas, para depois não se arrepender — e economize! 😉

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada a mais pelos produtos/serviços ao usar os nossos links de afiliado.

  •  

Apple teria dificuldades para reduzir emissões na produção de placas de circuito impresso

A Apple enfrenta dificuldades para reduzir as emissões de carbono da sua cadeia de suprimentos, diante do aumento da demanda por placas de circuito impresso (printed circuit board, ou PCB).

Segundo o DIGITIMES, a produção das placas é uma das etapas de fabricação que mais consomem energia, devido à complexidade das de alto desempenho, que exigem mais eletricidade e água.

Por óbvio, esse dado contrasta com o desejo de empresas como a Apple (ou o Google, a outra citada pelo veículo) de publicar relatórios de sustentabilidade que demonstrem esforços na redução da emissão de carbono, na mesma medida em que a demanda dos setores de inteligência artificial (IA) e computação de alto desempenho eleva as emissões.

Mesmo que a Apple deseje utilizar 100% de eletricidade renovável na produção dos seus produtos até 2030, essa parte do processo representa quase 60% da pegada de carbono do setor.

Já os materiais para PCBs com menor pegada de carbono ainda não atendem a certos requisitos de desempenho mais exigentes estabelecidos para a produção em larga escala.

via MacRumors

  •  

Documentário “Fleetwood Mac: The Chain” estreará no Apple TV em 29/1

Anunciado no final de 2024, o documentário do Apple TV sobre a lendária banda anglo-americana Fleetwood Mac ganhou hoje uma data de estreia: 29 de janeiro de 2027 — coincidindo com o aniversário de 50 anos do álbum “Rumours”, vencedor do Grammy.

Intitulada “Fleetwood Mac: The Chain”, a produção será dirigida pelo cineasta Frank Marshall, cinco vezes indicado ao Oscar, e contará com “as vozes, memórias e perspectivas” de todos os membros da banda (Mick Fleetwood, John McVie, Christine McVie, Lindsey Buckingham e Stevie Nicks), segundo a Maçã.

Com roteiro de Mark Monroe, o documentário busca refletir o profundo significado do hit “The Chain”, que “personifica uma família forjada por uma paixão compartilhada”, além de ser a única música do álbum “Rumours” creditada a todos os cinco membros.

A canção captura perfeitamente o vínculo complexo, porém duradouro, no coração do Fleetwood Mac, e sua letra icônica tornou-se um poderoso símbolo do respeito e da conexão que persistiram durante a tumultuada jornada da banda rumo ao estrelato.

Espectadores podem esperar reflexões sobre o álbum, os recordes batidos pela banda e suas turnês, bem como imagens nunca antes vistas e entrevistas inéditas realizadas ao longo das últimas décadas. O documentário promete ainda explorar a “resiliência pessoal e destreza musical” dos membros e levar os assinantes do Apple TV pelos altos e baixos da banda.

Além de dirigir, Marshall também produz pela The Kennedy/Marshall Company ao lado de Nigel Sinclair, Nicholas Ferrall, Jeanne Elfant Festa e Aly Parker. Cassidy Hartmann e Tony Rosenthal atuam como produtores executivos junto com Monroe.

O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$34,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada a mais pelos produtos/serviços ao usar os nossos links de afiliado.

  •  

Apple pediu a fornecedores para aumentar a produção do iPhone Duo em 44%, diz site

Após o aparente grande sucesso do iPhone Duo — que chegou a fazer com que a Apple limitasse a quantidade de unidades que podem ser adquiridas por uma pessoa —, pode ser que a empresa esteja tentando rever sua estratégia de produção do aparelho.

Segundo o DigiTimes, a Maçã aumentou as encomendas do iPhone Duo a fornecedores em cerca de 44%, saltando de 9,7 milhões para 14 milhões de unidades — um pedido que, segundo o site, deverá cobrir todo o primeiro ano de comercialização do aparelho.

De acordo com a publicação, no entanto, atingir essa meta é algo que dependerá do progresso de montagem — o que poderá ser um obstáculo para a Apple caso as rumoradas dificuldades de fabricação do aparelho não sejam superadas pelos fornecedores.

De qualquer forma, o site estima um efeito bem relevante do Duo no mercado de smartphones dobráveis, que deverá crescer cerca de 25,7% em 2026 e 59,1% no ano que vem — um aumento expressivo se comparado ao crescimento de 7,4% registrado em 2025.

iPhone Duo

iPhone Duo

Cores: branco-estrela ou céu noturno
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
R$ 21.999,00

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada a mais pelos produtos/serviços ao usar os nossos links de afiliado.

via MacRumors

  •  

Justiça australiana obriga Apple a abrir o iOS para lojas de apps e sistemas de pagamento alternativos

A Austrália é o mais novo país a ir atrás do controle que a Apple tem sobre a distribuição de apps no iOS e da forma como desenvolvedores processam transações em seus softwares.

Hoje, o Tribunal Federal da Austrália ordenou que a companhia abra seu sistema operacional para lojas de apps e sistemas de pagamento concorrentes, além de permitir que usuários baixem e atualizem softwares de maneira direta (como por meio de páginas na web).

A Justiça australiana ainda deixa claro que isso deve ser feito sem qualquer penalização aos desenvolvedores que optarem por plataformas de terceiros. Eles também precisam ter acesso às mesmas ferramentas disponibilizadas aos criadores que estão na App Store, além de estarem sujeitos aos mesmos termos.

Quanto aos sistemas de pagamento, a Maçã está proibida de obrigar desenvolvedores a listarem a plataforma de processamento da App Store ao lado de outros sistemas ou fazê-los informar suas vendas à Apple. A empresa também não pode impedi-los de oferecer seus apps por preços menores caso sejam adquiridos com ferramentas de terceiros, bem como condicionar a distribuição alternativa ao fato de os desenvolvedores oferecerem conteúdo comprado em outros locais pelo sistema de pagamento proprietário da Apple.

O Tribunal também se adiantou e barrou algumas das manobras adotadas pela Apple em outros mercados para continuar cobrando uma comissão sobre apps distribuídos fora da App Store. Segundo a ordem, a Maçã não pode cobrar taxas sobre compras feitas por meio de serviços de pagamento alternativos ou sites em aplicativos distribuídos fora da App Store. No caso dos apps disponibilizados via App Store, as taxas são limitadas a um valor equivalente ao cobrado por bens ou serviços físicos, com a adição de outros “custos razoáveis” que a Apple possa ter ao processar essas compras.

A Apple, por outro lado, ainda poderá realizar verificações de segurança e privacidade em apps distribuídos fora da App Store, bem como manter seu tradicional sistema de notarização — mas sem impor restrições ou obstáculos para a instalação de apps por meios alternativos. A fabricante do iPhone também terá o poder de remover ou desativar apps distribuídos fora da App Store caso ela detecte conteúdo impróprio, riscos de segurança ou receba uma ordem legal.

Por fim, a Apple não poderá impedir que lojas alternativas sejam pré-instaladas em iPhones, mas não será obrigada a permitir que plataformas concorrentes sejam distribuídas pela própria App Store.

Epic Games comenta ordem

À Reuters, a desenvolvedora de Fortnite — uma das maiores interessadas na abertura do iOS — disse que seu battle royale retornará à App Store australiana “ainda hoje” como consequência dessas mudanças.

Ainda de acordo com o Tribunal, essas regras começarão a valer em 1º de março do ano que vem. Embora possa pedir uma prorrogação judicial no início de fevereiro (o que levaria o prazo para 3 de maio), a Apple disse ao veículo que apelará da decisão, citando seus direitos de propriedade intelectual e a segurança da App Store.

via MacRumors

  •  

Apple estaria testando protótipos do “iPhone Duo 2” com Face ID sob a tela [atualizado]

Uma das ausências mais comentadas em análises sobre o iPhone Duo é a do Face ID, sistema de autenticação facial presente em todos os demais iPhones comercializados atualmente pela Apple. Em vez disso, ele conta com o Touch ID no botão lateral, como alguns iPads.

No entanto, isso poderá mudar já na próxima geração do aparelho. Segundo apontou o jornalista Mark Gurman na mais recente edição do seu podcast “Power On”, protótipos do “iPhone Duo 2”, atualmente em desenvolvimento pela Apple, já contam com a tecnologia biométrica facial.

Mais do que isso: os sensores do Face ID deverão ficar sob o display, eliminando a necessidade de qualquer recorte na tela — todos os iPhones já lançados com Face ID tiveram o famoso notch ou o atual recorte em formato de pílula.

Esse detalhe é importante devido ao fato de o iPhone Duo já contar com a tecnologia de câmera frontal sob a tela, o que indica que a Apple pode estar usando o aparelho como “cobaia” para testar tecnologias há muito esperadas e especuladas para as linhas principais.

Bacana, né?

via 9to5Mac

Atualização, por Bruno Cardoso 22/10/2026 às 12:39

Além da segunda geração do dobrável, Gurman comentou em seu podcast sobre o “iPhone Duo 3”, cotado para ser lançado em 2028.

Segundo o jornalista, a tela interna do “iPhone Duo 3” será em torno de meia polegada maior, jogando o total para acima das 8 polegadas (contra as 7,6″ do modelo atual). Isso também deverá fazer com que a tela externa cresça ligeiramente.

Gurman falou ainda sobre a possibilidade de vermos uma câmera telefoto ser adicionada ao dobrável — algo que estaria nos planos da Apple, embora ele ainda não saiba quando isso se materializará. “Acho que isso é puramente uma questão de física, por causa da profundidade necessária. Vai ser interessante ver como eles vão resolver isso”, comentou.

iPhone Duo

iPhone Duo

Cores: branco-estrela ou céu noturno
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
R$ 21.999,00

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada a mais pelos produtos/serviços ao usar os nossos links de afiliado.

via 9to5Mac

  •  

Vídeo: review do Apple Watch Series 12 (vindo de um Ultra 2)

O vídeo com o meu review do Apple Watch Series 12 já está no ar. Eu vinha do Ultra 2 e fiz o caminho inverso, voltando para a linha normal, o que vai contra a escolha da maioria das pessoas.

Mesmo adorando o Ultra, eu não usava tudo o que ele oferece. A bateria do Series 12 me atende (não durmo com o relógio), a tela de 2.000 nits não me incomodou, e ganhei um relógio mais fino, mais leve e confortável, com a Digital Crown mais “solta”.

Sinto falta do botão de Ação, que eu usava para a lanterna, e do mostrador Modular Ultra, mas nada disso é deal breaker. Entre os destaques estão o chip (S11) ligeiramente mais rápido, os sensores que medem a frequência cardíaca a cada cinco segundos, o Shazam e o Reconhecimento de Sons funcionando muito bem e o Ceramic Shield 2, que sobreviveu intacto a uma queda de tela para baixo no chão do banheiro.

Como pontos negativos, Sinais Vitais e Prontidão exigem dormir com o relógio, então ficaram inúteis para mim, e o Live Rewind e o Siri Recap ainda não chegaram.

Assista ao vídeo completo e conte nos comentários: você também faria esse “downgrade”?


APOIO: Insider

Logo da Insider

A Black Friday chegou mais cedo na #InsiderStore! Aproveite até 40% OFF em todo o site, mais um desconto extra usando o cupom MACMAGAZINE. E tem também brindes progressivos e cumulativos: ganhe meias em compras a partir de R$399, cueca Comfort ou calcinhas Brief e Safe a partir de R$599, e boné ou sutiã a partir de R$799. Acesse o link para conferir as ofertas e aproveitar a #BFAdiantadaInsider da Insider!

  •  

Como gerenciar a Assistência de Conectividade em redes Wi-Fi [iPhone e iPad]

A Assistência de Conectividade (Connectivity Assist) chegou aos iPhones e iPads com o iOS/iPadOS 27 — uma evolução do antigo recurso Assistência Wi-Fi.

Como o próprio nome indica, esse recurso ajuda você quando a rede Wi-Fi está instável ou lenta, usando dados celulares para melhorar a conexão.

Caso você se preocupe com o uso de dados celulares, talvez seja interessante desativar esse recurso. Mas, ainda que esse ajuste possa ser ativado e desativado para todo o sistema, a Apple também permite configurá-lo individualmente para cada rede — ou seja, você pode mantê-la habilitada em uma e desabilitada em outra.

Veja como fazer isso! 😀

  1. Abra os Ajustes (Settings);
  2. Toque em “Wi-Fi”;
  3. Selecione o “i” ao lado da rede desejada;
  4. Ative ou desative a chave localizada ao lado de “Usar Assistência de Conectividade”.

Fácil, não?! 🛜

  •  

Como descobrir o tipo de rede Wi-Fi à qual você está conectado [iPhone e iPad]

O iOS/iPadOS 27 trouxe algumas novidades pequenas, mas muito interessantes para quem utiliza iPhones ou iPads diariamente.

Uma delas é que, na tela de informações sobre a rede Wi-Fi conectada no momento, é possível visualizar qual o tipo dessa conexão sem fio (Wi-Fi 5, Wi-Fi 6 ou até o avançado Wi-Fi 7).

Veja como é supersimples descobrir isso! 🛜

  1. Abra os Ajustes (Settings);
  2. Toque em “Wi-Fi”;
  3. Selecione o “i” ao lado da rede conectada no momento. A informação aparece em “Tipo de Wi-Fi”.

Bacana, não é?! 😉

  •  

Novel particle beam could challenge Einstein’s Theory of Gravity

Researchers at ETH Zurich and the Paul Scherrer Institute in Villigen, Switzerland, have produced a high-intensity beam of muonium atoms in a cold state, an experimental advance that could enable a direct test of whether gravity acts differently on second-generation matter. The peer-reviewed study in Nature Physics describes a new method for generating muonium in superfluid helium. The resulting atoms travel at similar speeds and almost parallel to one another, properties required for a future interferometer that would measure the tiny influence of gravity on muonium.

The study did not conduct that gravitational measurement or find evidence that gravity departs from its expected behavior for ordinary matter; it instead developed the beam source needed for the proposed test. The experiment is designed to examine the universality of free fall and the equivalence of gravitational and inertial mass, a cornerstone of Albert Einstein’s theory of gravitation. In ordinary matter, bodies fall at the same rate at a given point within a gravitational field, while the equivalence principle links gravitational mass with inertial mass.

According to the research team, this principle has so far been demonstrated only with ordinary matter or first-generation antimatter. Muonium is a neutral atom formed from a positively charged antimuon and a negatively charged electron, making it a second-generation probe. A gravity experiment with this exotic atom would test whether the equivalence continues to hold for particles outside the first generation.

Muonium has two characteristics that make it useful for this test: it is neutral, and it belongs to a heavier and less familiar generation of particles. A neutral object allows gravitational behavior to be studied without the weak gravitational signal being masked by stray electromagnetic fields, which can dominate the behavior of charged particles. At the same time, muonium is exceptionally difficult to produce and control.

Its constituent muon decays after only about 2.2 microseconds. Earlier sources generated muonium atoms that flew off in many directions at different speeds and were therefore unsuitable for the precision required in a gravity experiment. The researchers addressed this problem by creating a cold, intense and well-directed beam.

The antimuons were directed into a thin layer of superfluid helium that had been cooled close to absolute zero, at minus 273 degrees Celsius. Superfluid helium is a quantum fluid in which individual helium atoms lose their identity and in which impurities are not tolerated. Lead author Jesse Zhang said the researchers used the superfluid as an “atomic cannon,” exploiting the conversion of chemical potential into kinetic energy to propel the newly formed muonium atoms out of the liquid.

When an antimuon encounters a free electron in the superfluid helium, it forms a neutral muonium atom with positive chemical potential. The atom is forced out of the liquid, and as it reaches the surface, that chemical potential is converted into kinetic energy. The resulting boost sends the muonium vertically out of the helium.

Importantly, the atoms must move through the quantum liquid at a suitable speed without collisions, because excessive scattering would prevent them from reaching the surface within their very short lifetime. The high-intensity antimuon beam from PSI allows many muonium atoms to be generated for the planned experiments. Anna Soter, a professor of physics at ETH Zurich and member of the research team, said the cold state is what makes the proposed gravity experiment possible.

In this context, “cold” does not mean that the atoms are motionless; it means that they propagate at similar speeds and nearly parallel to one another. This improved control over direction and velocity is important because the planned instrument will use the wave properties of the atoms to create an interference pattern. A very small shift in that pattern caused by Earth’s gravitational pull would provide a measure of gravity’s effect on muonium.

The study establishes the upstream beam capability rather than reporting the result of that comparison. The next stage of the program is the development of a muonium interferometer. According to the researchers, they hoped to test the method for the first time with the atomic beam in the year of the announcement and, if that worked as expected, to carry out the actual gravity experiment two or three years later.

Those are planned milestones rather than completed measurements. If the interference pattern of muonium shifts differently from the pattern expected for ordinary matter, Soter said the result would be surprising and could, among other theoretical possibilities, point toward the existence of a fifth force. No fifth force has been proven, and the present work provides no evidence for one.

The team’s primary aim is to measure whether the equivalence between gravitational and inertial mass applies to a second-generation particle. Physics recognizes four fundamental interactions: gravity, electromagnetism, the strong interaction and the weak interaction. A fifth force has been proposed repeatedly, but it has never been established.

Soter emphasized that the researchers are open-minded about what the measurement may show while keeping the immediate objective focused on the first such test. The new beam is therefore an enabling experimental result, not a demonstration that Einstein’s theory has been challenged or overturned. Beyond the planned gravity measurement, the high-intensity muonium beam is expected to enable more precise laser-spectroscopy experiments.

These could allow muonium to be measured more accurately than in previous work and provide information about the muon’s mass and fundamental physical constants, which are stated goals of the research group. The same experimental source can thus serve two purposes: supplying a cold, directed beam for a gravitational comparison and providing a larger, better-controlled population of muonium for detailed spectroscopic study. The reported advance addresses a major technical obstacle while leaving the central scientific question unresolved.

A successful gravitational test will still require an interferometer capable of resolving a minuscule shift in an interference pattern while dealing with muonium’s short lifetime, beam quality and other sources of uncertainty. The study’s demonstrated result is the generation of a high-intensity, superthermal muonium beam in superfluid helium, with atoms emerging in the cold state needed for future work. Whether muonium falls exactly as expected for ordinary matter remains to be measured.

The beam nevertheless supplies the experimental foundation for testing gravitational universality in a second-generation particle, a comparison that had not previously been carried out with muonium.

Subject of Research: A cold muonium beam developed for future tests of gravitational universality and laser spectroscopy

Article Title: Novel particle beam could challenge Einstein’s Theory of Gravity

Article References: Novel particle beam could challenge Einstein’s Theory of Gravity. Original publication (Bibliographic details unavailable.)

Image Credits: AI Generated

DOI: Not provided

Keywords: muonium, muon beam, gravity, gravitational universality, equivalence principle, interferometry, superfluid helium, laser spectroscopy, ETH Zurich, Paul Scherrer Institute, Novel, particle

  •  

MacVoices #26283: Live! – ‘Pro and Tell,’ Duo Delays, Apple at $5 Trillion, and Affinity for iPad

Apple’s upcoming “Pro and Tell” event sparks speculation about new MacBook Pro models, while iPhone Duo preorders raise questions about shipping delays and retail availability. The panel discusses Apple’s $5 trillion valuation, why HomeView won’t launch in the European Union, and the anticipated arrival of Affinity Studio on iPad, including how it could transform creative workflows and provide yet another powerful alternative to Adobe Creative Cloud. 

💾

  •  

MLS Cup Playoffs schedule on Apple TV: wild cards November 18, final December 18

The Audi 2026 MLS Cup Playoffs begin on November 18 with the wild card matches, and every postseason game streams on Apple TV, Major League Soccer said in its schedule announcement. Apple TV subscribers get the playoffs as part of their subscription, which Apple listed at $12.99 per month in February, and 2026 MLS Cup […]

The post MLS Cup Playoffs schedule on Apple TV: wild cards November 18, final December 18 appeared first on The Mac Observer.

  •  

Early iPhone Duo Reviews Highlight Display Strengths and Everyday Trade-Offs

Early iPhone Duo reviews are examining how Apple’s first foldable handles everyday tasks ahead of its October 23 launch. Reviewers describe an appealing inner display alongside adjustments involving one-handed use, authentication, and app layouts, providing a practical picture of where the design works well and where it asks users to adapt.

Evaluations published October 21 offer a more substantial picture than brief demonstrations, ahead of initial retail availability on OctobeIn a September 19 hands-on, Android Central’s Harish Jonnalagadda also highlighted the inner display’s coating. Those earlier impressions provide context for the October reviews, but came from a shorter session rather than extended everyday use.r 23. The emerging story combines an appealing inner display with practical questions about handling, applications, and the compromises involved in carrying one device that serves two roles.

The Matte Display Changes the Experience

The inner screen’s finish is becoming one of the most consistent points of interest. Apple’s official announcement describes a nano-textured polymer cover intended to reduce glare and minimize the visibility of the fold.

In his PetaPixel review, Jaron Schneider praises the reduction in reflections and says fingerprints are much less noticeable during normal use. He also acknowledges that people who dislike matte displays may not appreciate this one.

In a September 19 hands-on, Android Central’s Harish Jonnalagadda also highlighted the inner display’s coating. Those earlier impressions provide context for the October reviews, but came from a shorter session rather than extended everyday use.

That gives the comparison with existing foldables a more useful starting point than screen size alone. A larger panel matters less if reflections repeatedly interfere with what someone wants to see. Equally, a finish that one reader finds comfortable may disappoint someone who prefers the appearance of glossy glass.

The relevant difference is therefore partly experiential. Shoppers should examine text, photographs, and dark scenes under several lighting conditions rather than judging the screen from a promotional image.

Two foldable smartphones—the iPhone Duo in sleek silver and the A20 Pro in striking dark blue—are displayed side by side, each partially open, showcasing vivid mountain and desert landscapes on their vibrant iOS 27 screens.
Image Credit: Apple Inc.

A Folding Phone Still Has to Work Closed

Schneider’s assessment also exposes a practical tension: he finds the hardware exceptionally well made, yet describes difficulty with one-handed typing and adjusting his grip for Touch ID. His experience favors using both hands.

Those observations should remain attributed to the reviewer. Hand size, preferred grip, and familiarity can produce different reactions to the same device.

Nevertheless, they identify something worth testing before choosing a foldable. The closed phone will still handle quick messages, authentication, and tasks performed while standing or moving. Those interactions deserve as much attention as the impressive moment when the inner screen opens.

A useful demonstration would involve composing a message, reaching frequently used controls, unlocking the device, and then opening it to continue working. Comfort across that sequence reveals more than holding an unfolded phone briefly for a photograph.

Software Makes the Comparison More Complicated

Mark Spoonauer’s October 21 Tom’s Guide review praises the ease of using two applications together, but finds that applications without appropriate optimization can look poor. He also reports that rotating into portrait interrupts the side-by-side layout, which returns when the phone rotates back.

In that specific comparison, he notes that Samsung’s Galaxy Z Fold 8 keeps two narrow app windows visible in portrait.

This illustrates why “supports multitasking” is only the beginning of a useful comparison. What happens when the phone rotates, when someone switches tasks, or when an application encounters an unfamiliar shape can determine whether the extra space feels productive.

The Duo’s Split View limitations become more relevant when they interrupt a task already underway. The review describes a change in layout rather than the loss of the app pair, which returns when the device rotates back to landscape.

Buyers should check the applications they rely on most. A polished demonstration using selected software cannot establish that every banking app, editing tool, or work service will make equally effective use of the display.

Battery Testing Adds a Measured Reference Point

Tom’s Guide recorded 13 hours and 20 minutes in its web-browsing battery test, using the larger display, a 5G connection, and brightness set to 150 nits. The publication says it adapted the test to fill the Duo’s screen and ran it alongside the Galaxy Z Fold 8 and iPhone 18 Pro Max.

In that simultaneous comparison, the Galaxy Z Fold 8 lasted 10 hours and 6 minutes, while the iPhone 18 Pro Max reached 17 hours and 31 minutes. The Samsung phone had previously recorded 12 hours and 19 minutes, illustrating why results from different runs need context rather than being treated as fixed rankings.

The result provides a useful reference, rather than a promise about every owner’s day. It also demonstrates why a single competitive headline can oversimplify testing: the method, screen used, and comparison conditions belong alongside the number.

iPhone Duo reviews - A foldable iPhone Duo displaying a dashboard of widgets on the left screen and a messaging app thread on the right screen.
Image Credit: Apple Inc.

The Strongest Differences Are Practical

These accounts suggest that the Duo’s identity depends on how its screen finish, physical format, and software work together. They also reveal disagreement about whether those benefits outweigh the adjustments. Praise for construction does not automatically resolve concerns about grip or application behavior.

For prospective buyers, the useful question is which compromises fit their routine. Reading comfort, dependable access to work applications, and easy one-handed interactions may carry different weight for different people. The first reviews now provide concrete experiences to investigate, while long-term display and hinge durability still require longer observation.

The post Early iPhone Duo Reviews Highlight Display Strengths and Everyday Trade-Offs appeared first on AppleMagazine.

  •  
❌