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¿Puedes ir a prisión por crear música con inteligencia artificial? Un caso en Estados Unidos revela los riesgos
SpaceX, Musk annuncia il primo recupero completo di Starship
Dopo anni di sviluppi, progetti avveniristici rimasti sulla carta, e mille promesse, forse Starship è pronta al passo successivo, quello del tentativo di recupero completo. Parliamo di qualcosa del tutto inedito nel panorama aerospaziale, che SpaceX ha inseguito da tempo, lavorando sodo e progettando ogni singolo elemento per arrivare al risultato.
E per chi non l'avesse capito, stiamo dicendo che SpaceX vuole recuperare entrambi gli stadi di un sistema di lancio orbitale, anziché soltanto il primo.
L'azienda di Elon Musk tenterà questa operazione a novembre, durante il quindicesimo volo di Starship, e a confermarlo è stato lui in persona nel corso della presentazione dei risultati trimestrali dell'azienda. E dunque l'obiettivo è catturare sia il booster Super Heavy sia la navicella Starship, ma come dovrebbe funzionare?
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¿Cómo fabricaban cuerda los neandertales? Una pieza de hace 52.000 años revela una tecnología que podía exigir 80 horas de trabajo
Una nueva vía hacia los radiofármacos para mejorar el diagnóstico por imagen
Tebello Nyokong, química

La química Tebello Nyokong (1951) cumple hoy años.
Es reconocida por su investigación en nanotecnología , así como por su trabajo en terapia fotodinámica, un método alternativo de tratamiento del cáncer a la quimioterapia. Su investigación pionera en esta última está allanando el camino hacia una detección y un tratamiento del cáncer más seguros, sin los efectos secundarios debilitantes de la quimioterapia.
Su grupo de investigación colabora en el desarrollo de nanofármacos multifuncionales para diagnóstico y terapia mediante la unión química de nanopartículas metálicas, magnéticas o semiconductoras a fotosensibilizadores de ftalocianina fotoactivos.
Más información
- Rocío Benavente, Tebello Nyokong, la química africana que empezó a interesarse por la ciencia mientras pastoreaba ovejas, Mujeres con ciencia, Vidas científicas, 16 mayo 2019
- Tebello Nyokong, Wikipedia
Edición realizada por Marta Macho Stadler
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Pasar de clases magistrales a clases invertidas y escape rooms para mejorar el aprendizaje
Cómo criar hijos que cuestionen la IA
Randi Williams es profesora asistente de investigación en el Human-Computer Interaction Institute (Instituto de Interacción Humano-Computadora) de la Universidad Carnegie Mellon. Obtuvo su doctorado en el MIT Media Lab en el Grupo de Robots Personales en 2023. Trabaja en la intersección de la IA para la educación, la interacción de robots y agentes humanos, y la computación responsable. Es miembro fundadora de Day of AI, que busca democratizar el acceso al conocimiento sobre cómo funciona la IA, sus beneficios y limitaciones potenciales.
En esta conferencia Play@TED (en inglés, con subtítulos en castellano) Randi Williams revela cómo, a medida que las empresas tecnológicas integran la IA en los juguetes, los niños establecen fuertes vínculos emocionales con las máquinas. Explica además qué implica esto para su desarrollo y por qué una solución basada en el juego podría comenzar por enseñar a los niños a romper aquello que tanto quieren.
Existe un peligro real de que los niños dependan demasiado de sus juguetes inteligentes o se encariñen de manera inapropiada con ellos. Dicho esto, si los adultos tomamos algunas decisiones intencionadas, podemos ayudar a los niños a ver la tecnología como lo que realmente es, objetos con los que pueden jugar o incluso programar, en lugar de entidades en las que deberían buscar todas las respuestas.
Transcripción del vídeo.
Edición realizada por Marta Macho Stadler
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Diseñar biorrefinerías más sostenibles
IA para predecir el impacto de los alimentos en el organismo antes de consumirlos
Escape rooms para evaluar al alumnado de ámbitos STEM
Aprendizaje activo con series temporales para mejorar el rendimiento académico
Projeto adapta o iOS 16 para rodar em… smartphones Android
A ideia de rodar o iOS em um smartphone Android parece absurda, mas se tornou realidade com o projeto Hackios.
A proposta é do usuário do GitHub ios-sweet, que substituiu o kernel Linux dos smartphones Android pelo XNU, desenvolvido pela Apple para iOS, iPadOS, macOS, watchOS, tvOS e visionOS.
Quando o dispositivo Android é inicializado, o sistema reconhece o celular como um iPhone X — dispositivo que foi escolhido por não ter o código de autenticação de ponteiros (Pointer Authentication Code, ou PAC), assim como o Redmi Note 10 Pro, da Xiaomi, usado na adaptação inicial.
Já circulam vídeos do sistema adaptado ao Redmi Note 12 Pro, ainda com dificuldades notáveis de desempenho:
https://t.co/U7ACt150n2 pic.twitter.com/iBF8iOJ0Xg
— Makr (@makrotasuss) October 20, 2026
Embora o código do iOS permaneça fechado, o XNU do macOS foi liberado pela Apple. Pelos indícios nos documentos incluídos nos arquivos do projeto, o iOS foi adaptado com o auxílio de inteligência artificial (IA).
Depois de ligado, o celular carrega uma imagem intermediária no bootloader, que inicia o XNU em uma partição formatada para simular o armazenamento do iPhone X, com uma cópia do iOS 16.7 — a versão mais recente do sistema disponibilizada ao aparelho.
Alguns apps nativos são carregados junto com a Tela de Início, e os toques e gestos para alternar entre eles (além dos botões de volume e de liga/desliga) são reconhecidos, mas o celular não consegue ativar as câmeras, o som e a GPU 1Graphics processing unit, ou unidade de processamento gráfico., nem usar dados móveis, Bluetooth e Wi-Fi.
Além do Redmi Note 10 Pro, a adaptação já tem versões para o Redmi Note 12 Pro e o LG V60, enquanto outros aparelhos (como OnePlus 7T, Redmi 5 Plus e Galaxy S23 Ultra) foram listados, mas ainda não têm versões disponíveis para download.
Para quem tem um aparelho compatível e quiser se aventurar, vale conferir o site do projeto, que disponibiliza o download na página do desenvolvedor no GitHub.
Notas de rodapé
- 1Graphics processing unit, ou unidade de processamento gráfico.


Playport permite jogar localmente títulos da Steam, GOG ou Epic no iPhone
Existem alternativas para quem deseja jogar títulos adquiridos para PC no iPhone, mas poucas focam na execução local desses games.
Para quem quer rodar localmente a própria biblioteca da Steam, da GOG ou da Epic Games Store, o Playport é um aplicativo de código aberto que traduz e renderiza jogos x86 no iPhone sem a necessidade de jailbreak.
O software utiliza o Wine, o tradutor de x86 para ARM FEX e o DXMT, que converte o Direct3D 10 e 11 para o Metal, tendo sido testado com 47 jogos até o momento — dos quais 34 são jogáveis e 13 não rodam ou são injogáveis. A lista completa pode ser conferida no site oficial do projeto.
Os desenvolvedores destacaram a compatibilidade com Portal 2 (capaz de rodar em até 60 quadros por segundo), The Witcher 3: The Wild Hunt (com cerca de 36qps) e Hollow Knight (até 120qps). Os testes foram realizados em um iPhone com o chip A19 Pro.
O aplicativo é instalado por meio de um IPA via sideloading, com auxílio da técnica JIT para a tradução em tempo real, e exige que o Modo Desenvolvedor esteja ativado.
O Playport está disponível gratuitamente e pode ser baixado pelo GitHub.
via TudoCelular.com


Chrome: Google aprimora avisos de segurança e reforça proteção contra ataques ClickFix
O Google anunciou uma série de novidades envolvendo cibersegurança para o Chrome, incluindo uma nova página de aviso para sites perigosos, proteção contra ataques do tipo ClickFix e uma expansão da detecção de golpes com o Gemini.
Agora, avisos sobre sites maliciosos se dividem entre “sites suspeitos” (quando há uma avaliação com menor grau de confiança, indicando um possível risco de danos ao usuário) e “sites perigosos” (quando há uma avaliação com alto grau de confiança, indicando um risco elevado de danos ao usuário).
Para sites suspeitos, os usuários são apenas notificados, enquanto para sites perigosos o aviso é exibido em um formato de tela inteira com fundo vermelho:
Essa avaliação, feita pelo recurso de Proteção Reforçada, também ganhou novidades, já que o Google migrou a ferramenta para um novo modelo do Gemini, capaz de avaliar o conteúdo das páginas (como a marca representada ou a intenção delas) e, se necessário, enviá-lo à nuvem.
O Google destacou, porém, que o Chrome minimiza a quantidade de dados compartilhados com os servidores, analisando o texto das páginas somente quando um site apresenta indicadores de golpe com alto grau de confiança. Sempre que algo é processado fora do dispositivo, o Google afirma que não registra logs, não armazena essas informações nem treina os modelos de IA da empresa com esses dados.
Além disso, o mesmo recurso passa a oferecer proteção contra golpes do tipo ClickFix (ataques que simulam verificações CAPTCHA para induzir usuários a copiar e colar comandos maliciosos no Terminal do macOS ou no prompt de comando do Windows), detectando automaticamente quando o usuário é induzido a copiar comandos suspeitos, que são “higienizados” antes de serem enviados para a área de transferência da máquina, com a remoção de informações de identificação pessoal (PII), e encaminhados à Navegação Segura para análise adicional. Se o comando for nocivo, um alerta é exibido.
via Tecnoblog


Apple busca engenheiro para produção de modems 6G
Em mais um indício dos esforços da Apple rumo ao 6G, a Apple abriu uma vaga para engenheiro de sistemas de modems celulares focado na tecnologia, com salário-base anual entre US$175 mil e US$308,5 mil (sem contar os benefícios e a participação acionária).
Quanto à descrição da vaga, a empresa menciona que o profissional contratado terá uma “oportunidade rara de moldar o futuro da comunicação sem fio” e de participar da transição “rumo ao 6G”:
Nós estamos procurando por um engenheiro de sistemas de modems celulares para se juntar ao nosso time de engenharia de sistemas celulares enquanto definimos e elaboramos a próxima geração da tecnologia celular. Isso é uma oportunidade rara de moldar o futuro da comunicação sem fio em uma empresa que vende em escala global enquanto realizamos a transição rumo ao 6G.
Esse papel trará uma visão de ponta a ponta dos sistemas sem fio — englobando padrões 3GPP, a definição e o planejamento de recursos, design, arquitetura de hardware e software e a divisão de responsabilidades dos componentes — para entregar recursos e otimizações de desempenho e consumo de energia de última geração, que melhorem diretamente a experiência em todos os produtos da Apple.
Para se candidatar ao cargo — disponível no site de carreiras da Apple —, é necessário ter formação em engenharia elétrica, engenharia da computação ou áreas correlatas, bem como ter ao menos dez anos de experiência profissional com tecnologias celulares e domínio de MATLAB, C/C++ ou Python.
Como pontuado pelo 9to5Mac, a Apple se soma a empresas como Qualcomm, Nokia, Samsung e Ericsson na Next G Alliance, grupo criado pela Alliance for Telecommunications Industry Solutions (ATIS) para realizar pesquisas e desenvolver o 6G na América do Norte.
As faixas de espectro que serão utilizadas no 6G ainda não foram definidas, mas se espera que as especificações técnicas estejam finalizadas até o fim de 2028, enquanto aplicações comerciais e dispositivos compatíveis só deverão chegar em 2030.
via MacRumors

