O WhatsApp está avaliando (na versão beta 26.37.10.15) a implementação do suporte ao acesso de até três contas simultâneas no mesmo dispositivo.
A opção de adicionar uma terceira conta é bem semelhante ao que já foi implementado pela Meta ao adicionar o suporte a uma segunda conta no mensageiro, exibindo a foto de perfil e o número de telefone para facilitar a identificação na hora de alternar entre os perfis.
Outro recurso que a Meta avalia implementar (na versão beta 26.37.10.16) é a possibilidade de sincronizar para todos os participantes da conversa determinadas informações, como o papel de parede (ou os temas oferecidos pelo próprio WhatsApp) importado a partir da biblioteca de fotos do aparelho, além da cor dos balões de conversa.
A definição dessa configuração para todos os participantes da conversa permite que todos os usuários visualizem as interações de um jeito semelhante, tanto para conversas individuais do WhatsApp quanto para conversas em grupo (os usuários são alertados caso qualquer alteração nesse sentido seja feita).
A sincronização desses elementos também conta com a criptografia de ponta a ponta oferecida em outros recursos do aplicativo.
No momento, ambos os recursos estão sendo testados pelo WhatsApp e estão indisponíveis inclusive para quem utiliza a versão beta do app via TestFlight.
A Amazon lançou no Brasil uma oferta de quatro meses grátis para novos usuários do Amazon Music Unlimited, seu serviço de streaming musical completo que oferece acesso a mais de 100 milhões de músicas em alta qualidade, offline e sem anúncios.
Com o Music Unlimited, você tem acesso a milhões de faixas em qualidade Ultra HD e em Áudio Espacial com Dolby Atmos, além de poder desfrutar de uma integração perfeita com dispositivos e plataformas da Amazon (como a Alexa, os alto-falantes Echo e o Fire TV).
Mas ele também se integra a dispositivos e plataformas de terceiros (inclusive com os da Apple), como tablets, computadores, smart TVs e alto-falantes inteligentes (para além dos da Amazon), com direito a sincronização entre dispositivos e opção para ouvir offline.
Com algoritmos avançados que aprendem o gosto musical do usuário para sugerir playlists, artistas, músicas e estações de rádio temáticas, o serviço conta ainda com um catálogo enorme de podcasts sem custo adicional — ideal para quem não quer usar dois apps!
O Unlimited também tem letras sincronizadas em tempo real, além de conteúdos e experiências especiais para assinantes (como acesso a lançamentos antecipados, conteúdos exclusivos de artistas parceiros e shows/eventos transmitidos ao vivo pela plataforma).
O Amazon Music Unlimited não requer uma assinatura Prime (embora assinantes tenham desconto) e pode ser contratado com opções de assinaturas Individual (R$25,90/mês), Familiar (até seis contas, por R$44,90/mês) e para um dispositivo Echo ou Fire TV (R$13,90/mês).
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Aplicativos que utilizam uma premissa simples e a transformam em uma experiência interessante são, particularmente, meus favoritos. Exemplo disso é o Farwave, um app para iPhone e iPad desenvolvido pelo brasileiro Fernando Bunn que permite encontrar estações de rádio de todo o mundo girando um globo 3D até uma determinada região e tocando em uma estação.
A interação baseia-se na localização geográfica, e não em pesquisas por texto. Ou seja, os usuários giram o globo, selecionam uma região e tocam em uma estação, tudo pela mesma interface.
Divulgação/Farwave
Há, ainda, um botão chamado “Take me anywhere” (“Leve-me a qualquer lugar”, em tradução direta) que seleciona uma opção aleatória para ouvintes que não querem procurar um local específico; além disso, o aplicativo salva o histórico de reprodução para que as pessoas possam retornar a uma estação mais tarde.
Além do rádio, o app também organiza podcasts e músicas utilizando a mesma metáfora do globo. Diferentemente das estações de rádio, assinantes Pro podem pesquisar programas ou adicionar manualmente um feed RSS. O aplicativo também oferece suporte a filas de reprodução, velocidade de reprodução ajustável e downloads para ouvir offline.
Assinantes do plano Pro também podem importar seus próprios arquivos de áudio de um computador ou do aplicativo Arquivos. Cada artista aparece como um “sinal” próprio, e as faixas importadas permanecem no dispositivo para reprodução offline.
Salvar uma página da web pode ter diversas finalidades — seja para lembrar de algum detalhe textual ou visual, guardar informações de uma certa data ou apenas manter um registro cronológico de algum endereço. Há vezes, porém, que não dá para depender totalmente de bases de arquivos públicos, seja porque o conteúdo pode ter sido alterado ou não é exibido corretamente, entre outros motivos.
Para evitar possíveis problemas do tipo, vale a pena conferir o WebsiteArchiver, um utilitário para macOS que salva e arquiva páginas da web completas, sendo possível separá-las em pastas e categorias. Segundo o desenvolvedor, uma versão para iPhone/iPad será lançada em breve.
Com ele, as páginas da web são salvas localmente como arquivos HTML — com exportação em .html, .warc, .webarchive, .pdf e Markdown — disponíveis permanentemente e independentes de serviços externos.
O app exibe as páginas salvas de três formas diferentes: a opção “Salvo” mostra a cópia offline, enquanto “Leitor” exibe apenas o texto sem distrações e o modo “Ao vivo” mostra a página atual na web. É possível alternar entre eles quando quiser.
Além disso, a captura usa um motor que possibilita que páginas cheias de JavaScript sejam registradas exatamente como aparecem na tela. Também é possível remover imagens inteiras de páginas.
O WebsiteArchiver está disponível gratuitamente na Mac App Store, sendo possível salvar até dez páginas sem custo. Para desbloquear a versão completa, sem limites de registros, é necessário obter a licença vitalícia, disponível por R$120.
Leitores do MacMagazine, porém, podem aproveitar uma oferta especial para adquirir a versão completa diretamente pelo site do WebsiteArchiver: basta digitar MACMAGAZINE30 na área de código promocional para obter 30% de desconto! Saiba, porém, que o cupom é válido somente para os 50 primeiros usos.
O AppZapper, popular desinstalador que oferece uma maneira rápida de excluir aplicativos e seus arquivos associados do macOS, foi reformulado após anos e ganhou um novo design, funcionalidades atualizadas, além de um novo nome: AppZapper 3000.
Lançado originalmente em 2006, o AppZapper 3000 chega justamente no seu 20º aniversário. Entre as novidades, a versão atualizada do aplicativo foi adaptada aos requisitos de segurança do macOS e é mais eficiente na localização de arquivos relacionados aos softwares que serão apagados.
O funcionamento do app é um show à parte: após a instalação, basta arrastar e soltar um aplicativo no AppZapper e clicar no botão “Zap All” para remover o aplicativo e os arquivos relacionados, acompanhado de uma animação de arma a laser e efeitos sonoros. Ele localiza e exclui todos os arquivos de um aplicativo em poucos segundos, e os usuários podem escolher entre quatro temas diferentes.
O software pode ser baixado gratuitamente, sendo possível realizar três “zapeadas” gratuitas. A licença custa US$18 para um único usuário e US$29 para um pacote familiar, que permite o uso do aplicativo em até cinco Macs. Há, ainda, um plano corporativo que permite o uso em até 25 Macs, o qual está disponível por US$99.
A Meta está lançando um novo pacotão que combina suas assinaturas de aplicativos individuais com uso adicional de recursos de inteligência artificial. Chamado Meta One, esse pacote passou por testes no início deste ano, mas agora está disponível globalmente, com várias categorias para usuários individuais, criadores e empresas.
Há dois pacotes para usuários individuais: o Core, por R$32/mês (ou US$8/mês nos Estados Unidos), e o Premium, por R$97/mês (US$20/mês). Ambos incluem as assinaturas Instagram Plus, WhatsApp Plus e Facebook Plus, além de oferecerem um limite maior de geração de mídia com a Meta AI.
Divulgação/Meta
As assinaturas Meta One voltadas a criadores e empresas variam de R$60/mês (US$15/mês) a R$2.000/mês (US$500/mês). Elas também incluem as assinaturas individuais dos aplicativos da Meta, além de benefícios como um botão de seguir em destaque, selo de verificação, melhor posicionamento nos resultados de busca e monitoramento contra contas falsas que se passam por você.
Eis os planos:
Essencial (R$60/mês ou US$15/mês): obtenha ferramentas para gerenciar sua presença e mais acesso ao Meta Business Agent no WhatsApp para responder a clientes 24 horas por dia, 7 dias por semana. Inclui também selo de verificação, canal verificado no aplicativo WhatsApp Business e proteção contra falsificação de identidade, para que as pessoas saibam que você é quem diz ser.
Avançado (R$200/mês ou US$50/mês): recursos avançados de publicação, como agendamento de Stories com até 30 dias de antecedência, links em posts orgânicos e Reels, relatórios de análise exportáveis e insights mais detalhados sobre o público. Permita que membros da equipe acessem sua conta sem compartilhar sua senha e obtenha mais dispositivos conectados e créditos para transmissões comerciais no WhatsApp. Inclui também um volume ainda maior de respostas do Meta Business Agent.
Expert (R$600/mês ou US$150/mês) e Máximo (R$2.000/mês ou US$500/mês): oferecem os níveis mais altos de acesso a recursos e capacidade do Meta Business Agent para equipes que operam em grande escala.
Divulgação/Meta
A Meta afirma que a “experiência principal” em seus aplicativos e na Meta AI continuará gratuita, e os usuários ainda poderão adquirir as assinaturas para o Facebook, o Instagram e o WhatsApp separadamente, sem o pacote One.
A empresa também diz planejar aprimorar ainda mais as assinaturas com a inclusão de recursos de edição, óculos com IA e muito mais “ao longo do tempo”.
Agora, o assistente pode usar os modelos GPT-5.6 ou GPT-6 Astra quando precisa pesquisar ou raciocinar sobre questões mais difíceis — e o usuário pode escolher qual usar com um seletor.
Além disso, a empresa também simplificou os limites de uso diários do GPT-Live:
Go: até 3 horas com o GPT-Live-1 mini, substituindo o acesso ao GPT-Live-1;
Plus: até 3 horas com o GPT-Live-1;
Pro (US$100/mês): até 15 horas com o GPT-Live-1;
Pro (US$200/mês): uso ilimitado do GPT-Live-1;
Plus e Pro: não mudam mais para o GPT-Live mini depois de atingir o limite de uso do Voice.
Com essas mudanças, os planos Plus e Pro não mudam mais para o GPT-Live-1 mini depois de atingir o limite de uso do Voice. Além disso, os níveis separados de inteligência do Voice (Instant, Medium e High) foram descontinuados.
Novidades para o ChatGPT Work e Codex
A OpenAI anunciou também que a Deep Research está agora disponível no ChatGPT Work e no Codex para os planos Plus, Pro, Business, Enterprise e Edu. Basta ao usuário digitar @Deep Research ou pedir explicitamente para usá-la no comando.
Outra novidade chegando aos dois recursos é o plugin Data, que ajuda a analisar dados de negócios conectados. É possível fazer uma pergunta sobre um negócio, investigar mudanças ou até mesmo criar um dashboard interativo sobre o conteúdo analisado.
Now everyone can put data to work.
We’re introducing a new Data agent in ChatGPT Work so you can turn your company’s data into answers, interactive dashboards, and action—just by asking.
Just add the Data Plugin in ChatGPT Work, connect to the data sources and context you… pic.twitter.com/R7N3I2NFCN
Agora também é possível compartilhar arquivos e pastas no ChatGPT pela Biblioteca. É possível compartilhar com pessoas específicas ou com integrantes do workspace, com opções de gerenciamento de acesso e uma visualização dos conteúdos compartilhados.
Por fim, a Biblioteca também suporta agora o Box, o Dropbox e o SharePoint, que se juntam ao Google Drive para permitir que o usuário pesquise com facilidade por arquivos e pastas disponíveis nessas plataformas e os usem como contexto em conversas.
Durante a WWDC26, em junho, a Apple informou que alguns recursos de inteligência artificial baseados em servidor teriam limites diários — e, às vésperas do lançamento do iOS 27 e demais sistemas, a empresa tratou de confirmar isso.
A partir dos lançamentos de software de 2027, os usuários poderão experimentar a próxima geração da Apple Intelligence, com acesso aprimorado a recursos que dependem de modelos baseados em servidor.
Alguns recursos da Apple Intelligence dependem de modelos potentes baseados em servidor e têm limites de uso para garantir uma experiência confiável e de alta qualidade para todos.
Conforme detalhado pela empresa, esses recursos incluem:
Siri AI;
Ferramentas Inteligentes de edição de fotos, incluindo Limpar, Estender e Reenquadramento Espacial;
Image Playground;
Modelos AFM 3 Cloud e AFM 3 Cloud Pro em Atalhos;
Apps de desenvolvedores que usam os Modelos de Base da Apple no Private Cloud Compute.
Os limites não serão necessariamente iguais para todos os recursos; fatores como a complexidade da solicitação e a demanda do sistema influenciarão a definição de cada um. Caso o limite seja atingido, o recurso ficará indisponível por um período, sendo o acesso restabelecido posteriormente.
De acordo com os termos de uso específicos da Apple Intelligence, usos considerados excessivos, abusivos, automatizados, fraudulentos, ilegais ou desarrazoados também podem sofrer restrições, limitação de velocidade ou suspensão.
A Apple não explicou como a cobrança será feita nem como o acesso expandido variará entre os planos do iCloud+. Em relação aos resumos de vídeo do app Casa (Home), o artigo de suporte indica que o plano de 2TB cobrirá até uma câmera, enquanto o plano de 6TB abrangerá até duas câmeras e o plano de 12TB, até cinco câmeras.
O Instagram anunciou que agora será possível adicionar as publicações em que você foi marcado ao grid principal do seu perfil.
Com a novidade, é possível adicionar uma publicação com uma marcação ao seu perfil tanto a partir de uma notificação recebida por mensagem direta quando você é marcado quanto por meio da aba de Marcações. Também é possível remover a publicação do seu perfil a qualquer momento, sem excluir a sua marcação da postagem original.
Há efeitos que emulam cabines fotográficas, a estética de câmeras digitais dos anos 2000 ou transformam as pessoas em bonecos de crochê ou papel, dentre outras possibilidades. Também é possível modificar os efeitos existentes ou criar suas próprias versões.
O iPhone Duo foi apresentado ao mundo há apenas um dia, mas sua divulgação segue de vento em popa. Em uma série de vídeos publicados pela Apple em seu perfil no TikTok, a empresa destaca diversos aspectos do seu primeiro smartphone dobrável, além de também fazer algumas brincadeiras.
No vídeo abaixo, por exemplo, o iPhone Air e o iPad mini estão “sentados” em uma mesma mesa, com a legenda indicando que esse seria o “making of” do iPhone Duo — uma vez que, quando aberto, ele é ainda mais fino do que o Air e possui uma tela com quase o tamanho do display do iPad mini (7,6 contra 8,3 polegadas).
Em outro vídeo, a empresa mostra as diferentes formas de uso do iPhone Duo, que pode ficar semiaberto (inclusive funcionando como um suporte), associando essas possibilidades às poses de meditação.
Na mesma pegada do vídeo acima, a publicação abaixo mostra que é possível apoiar o iPhone Duo e rolar de forma mais agradável por um aplicativo — no caso deste vídeo, o app Fotos (Photos).
Já o vídeo abaixo mostra o contraste de um MacBook Pro e do iPhone Duo, que estão dispostos em uma mesma bancada e na mesma “posição” — de modo que, quando semiaberto, a parte inferior da tela do dobrável funciona como teclado, como no próprio MacBook (porém em um tamanho bastante reduzido, é claro).
Outro vídeo destaca as capacidades de multitarefa do iPhone Duo, que roda uma versão adaptada do iOS para aproveitar as possibilidades da tela dobrável. No vídeo, é possível ver o Apple Music rodando ao lado do app Fotos.
Até mesmo o som ao fechar o dispositivo virou alvo de marketing pela Apple — que, no vídeo abaixo, mostra um usuário tirando uma foto com o aparelho e, em seguida, fechando-o rapidamente, causando um eco no ambiente.
Para permitir uma experiência de usuário perfeita em um aparelho dobrável, a Apple teve que adaptar o iOS 27 para as especificidades do iPhone Duo — que envolvem características como ângulo da tela, displays externo e interno, dentre outras coisas.
Bem mais do que apenas oferecer uma interface semelhante à do iPad (que é um dispositivo de tela única e fixa), a empresa fez uma série de mudanças no sistema — começando pela posição do Dock, que agora está na lateral para liberar mais espaço vertical.
Mas não é só o Dock que está na lateral direita da tela, como também os controles e botões de aplicativos, a Ilha Dinâmica (Dynamic Island) e a nova barra de status circular (que exibe de forma agrupada indicadores para Wi-Fi, bateria e conectividade celular).
Na tela maior (com o iPhone aberto), são exibidas duas visualizações diferentes na Tela de Início, onde o lado esquerdo é dedicado a uma visualização diária com uma lista rolável de widgets e o lado direito abriga os tradicionais ícones dos aplicativos.
O conteúdo também se adapta quando o iPhone Duo está parcialmente dobrado. Nesse caso, mesmo que o conteúdo esteja sendo exibido de forma contínua na tela maior, o sistema o divide em dois para facilitar a visualização e evitar toques na parte do vinco.
A atenção aos detalhes também impressiona. Além da animação de abertura/fechamento que fez sucesso nas redes sociais, quando posicionado como um laptop, o aparelho exibe na tela inferior um reflexo criado por software do que é exibido na tela superior.
the reflection when duo is semi-folded! geez, apple, you didn't have to go that hard. pic.twitter.com/PAkEx5hrYs
Aliás, essa posição é bastante útil para o consumo de mídia, uma vez que o iPhone Duo funciona, por si só, como uma espécie de suporte — e o conteúdo também se adapta, exibindo os controles de reprodução de maneira fixa na tela inferior para fácil acesso.
Outra mudança relacionada ao posicionamento do novo iPhone diz respeito ao modo Em Espera (StandBy), que agora conta com novos widgets e é ativado quando o iPhone estiver bloqueado e apoiado em formato de tenda — mesmo sem estar recarregando.
Quando falamos em multitarefa, o iPhone Duo oferece uma experiência mais próxima à que temos há alguns anos no iPadOS, permitindo pela primeira vez em um smartphone da empresa rodar dois aplicativos lado a lado ou duas janelas do mesmo aplicativo.
O sistema também permite salvar pares de apps abertos para reabri-los juntos futuramente — algo muito interessante para quem precisa trabalhar ou operar em mais de um app. É possível, por exemplo, deixar o app da Siri aberto de um lado e o Notas em outro.
Para quem está tirando fotos de outra pessoa, o iPhone Duo transmite uma prévia ao vivo da câmera na tela externa para que a pessoa fotografada possa conferir o enquadramento antes do clique — sem depender apenas da palavra do fotógrafo.
Há, ainda, novidades bastante interessantes para quem está fazendo ligações via FaceTime, permitindo que pessoas que estejam ao lado de quem segura o aparelho participem ativamente da chamada, usando a câmera e a tela externa do dispositivo.
This is one of my favorite features of the iPhone Duo.
When you’re on FaceTime, you can utilize both screens and cameras. If you’re pointing the camera at someone in front of you, the person on the other side of the phone can talk to whoever you’re on the call with too.
Outras novidades no iOS incluem o suporte inédito ao Apple Pencil (USB-C) — que será disponibilizado ainda neste ano —, calibragem de áudio dinâmica e recursos como o Smart Take, que tira fotos automaticamente quando identifica que as pessoas estão posando.
A espera está chegando ao fim! Já estão disponíveis as versões Releases Candidate do iOS 27 (compilação 24A435), iPadOS 27 (idem), macOS Golden Gate 27 (26A5428), watchOS 27 (24R363), tvOS 27 (24J360) e visionOS 27 (24M362).
Além deles, também estão disponíveis as quartas RCs do iOS 26.7 (compilação 23H24), do iPadOS 26.7 (idem), do macOS Tahoe 26.7 (25G229) e do macOS Sequoia 15.8 (24H23), bem como o Xcode 27 RC (27A266a) para desenvolvedores.
Como sempre, essas são as versões candidatas a serem lançadas para o público final, mas pode ser que mais versões sejam disponibilizadas até lá — caso a Apple encontre algum problema de última hora que precise ser resolvido.
A nova ferramenta permite gerar vídeos e efeitos sonoros a partir da própria linha do tempo, dentro do Premiere.
Para utilizar a Generative Media Tool, basta selecionar o trecho da linha do tempo em que você deseja criar, descrever aquilo que deverá ser gerado, escolher um dos modelos de IA suportados pela ferramenta (Adobe Firefly, Google Veo, Runway, Luma ou Kling) e pronto, o conteúdo gerado já estará presente no seu projeto.
Divulgação/Adobe
Os materiais feitos por IA são adicionados como clipes editáveis, permitindo que o usuário os manipule como quiser. Além disso, caso seja da sua preferência, a ferramenta possui a capacidade de utilizar quadros de vídeos já existentes como referência para aquilo que será gerado, tornando o recurso ideal para estender determinadas cenas.
Já em matéria de áudio, o Premiere possui agora ferramentas (implementadas em fase beta) para tratamento e separação de vozes em falas simultâneas.
Divulgação/Adobe
A Adobe também atualizou o Color Mode, destinado a correções de cor realizadas dentro do Premiere, oferecendo tanto visuais cinematográficos com os novos Style Modules (com os modos Vignette e Midtones) quanto a Auto Color Tool, que corrige automaticamente a exposição e a temperatura de um clipe ou uma sequência.
Por fim, a empresa também anunciou a chegada do seu assistente de IA para os usuários do After Effects (em versão beta), permitindo tanto a novos usuários da ferramenta quanto aos editores mais experientes manipular projetos e criar efeitos a partir de comandos em linguagem natural.
Todas essas novidades já estão disponíveis para os assinantes da suíte Adobe Creative Cloud.
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