Even after a short time with it, I already know Alien: Isolation 2 will be an incredible horror game — but I really want to see the Xenomorph do one very specific thing this time around
Nothing's next budget phone is the latest victim of RAMageddon. As 9to5Google reports, Nothing co-founder Akis Evangelidis announced in a post on X that a follow-up to the CMF Phone 2 Pro won't be coming this year:
We were working on a successor but with memory prices where they are right now, we can't build a phone that feels like a genuine step forward at a price that makes sense for CMF. As a result, we've decided not to launch a new CMF phone this year.
Last week, Nothing CEO and co-founder Carl Pei also said the RAM shortage has impacted the cost of the company's mid-range phone, stating, "For Phone 4A, memory costs doubled between …
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Os modelos Claude Fable 5 e Mythos 5, da Anthropic, devem ser liberados para uso nos próximos dias, segundo um executivo da empresa. O acesso às duas IAs foi suspenso após uma decisão do governo dos Estados Unidos, alegando proteger a segurança nacional de possível espionagem.
De acordo com o jornal sul-coreano Korea JoongAng Daily, a informação foi confirmada pelo Diretor Administrativo Internacional da Anthropic, Chris Ciauri, em entrevista coletiva na cidade de Seul, na Coreia do Sul.
“Estamos confiantes que os modelos serão disponibilizados novamente nos próximos dias”, afirmou Ciauri, sem mencionar uma data específica.
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O governo dos Estados Unidos emitiu uma diretiva de controle de exportação sobre os modelos Fable 5 e Mythos 5 da Anthropic e citou a segurança nacional como um dos motivos por trás da decisão. Como consequência, a empresa precisou suspender o acesso a ambos os LLMs pelos seus respectivos clientes dentro e fora dos EUA.
De acordo com o site Wired, a medida teria sido impulsionada por suspeita de espionagem da China: uma das empresas com acesso aos modelos, a sul-coreana SK Telecom, teria vínculo com o governo chinês. A empresa negou as acusações.
Além disso, a diretiva entendeu que o modelo Fable 5 poderia ser usado para um jailbreak, ou seja, uma forma de desobedecer regras de segurança aplicadas para a IA.
A Anthropic seguiu a ordem do governo dos EUA, mas discordou da ideia de suspender um modelo por conta de um jailbreak em potencial. "Caso esse padrão fosse aplicado em toda a indústria, acreditamos que isso paralisaria todas as novas implementações de modelos para todos os fornecedores de modelos de vanguarda", destacou a companhia em nota.
Claude Fable 5 e Mythos 5 são dois modelos de IA avançados da Anthropic, capazes de desempenhar tarefas muito complexas e contínuas. Há uma evolução nas habilidades de engenharia e programação, por exemplo, o que permitiria atender a prompts desafiadores do começo ao fim.
Ambos são considerados o “estado da arte” entre os lançamentos da Anthropic, mas possuem diferenças entre si. O Fable 5 foi originalmente destinado ao público geral, enquanto o Mythos 5 tem menos travas de segurança e só pode ser usado por empresas inscritas no Projeto Glasswing.
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NASA has announced a new commercial partnership for the next satellite headed to the Red Planet.
California-based Relativity Space will design, build and launch the spacecraft that carries NASA's Aeolus instrument suite to orbit around Mars, where the probe will be the first to provide daily measurements of the planet's global environment. Aeolus will collect data on Martian dust and cloud cover, winds and temperatures, according to a NASA release.
"Public-private partnerships like this are a force multiplier for science," NASA Administrator Jared Isaacman said in a statement on Wednesday (June 17).
The newly announced relationship, and others between NASA and private industry, is designed to allow the agency to concentrate its resources on important science discovery. "By pairing NASA’s world‑class instruments with commercial innovation and investment, we can deliver more science, more often, and reduce the time it takes to get essential data into the hands of researchers preparing for future human missions to Mars," Isaacman said.
Aeolus consists of four instruments, designed to work in tandem to create a complete picture of the Martian atmosphere and its behavior. In addition to refining scientific models for the Martian environment, NASA plans to use the data to reduce risks to future robotic and crewed missions landing on Mars' surface.
The science suite includes the Doppler Wind and Temperature Sounder (DWTS‑Ozone), in collaboration with GATS, designed to measure wind speeds and temperatures present up to 37 miles (60 kilometers) above the ground. The Thermal Limb Sounder (TLS), designed with Xiomas Technologies, will create vertical temperature profiles and provide data on atmospheric dust and cloud cover, while the Surface Radiometric Sensor Package (SuRSeP) collects compositional data on those clouds and dust, and tracks how the Martian surface absorbs, stores and releases energy, like heat. Finally, Aeolus' Wide‑Field Context Camera (WFCC) will take daily images to assess atmospheric activity across the whole of Mars.

NASA is targeting 2028 for the launch of the Aeolus mission, which will be designed and built at NASA's Ames Research Center in California, where it will also be integrated on Relativity's spacecraft for testing ahead of launch. NASA has committed to support Aeolus' scientific operations for at least one Martian year (approximately 687 Earth days). However, the agency has historically extended its missions to Mars, when able.
NASA was recently forced to end operations of its MAVEN (Mars Atmosphere and Volatile Evolution) probe around Mars, after an anomaly led to a loss of communications with the satellite, but the spacecraft ran for more than a decade beyond its original one-year mission. The agency's only two active satellites orbiting the Red Planet are the Mars Reconnaissance Orbiter (MRO) and Mars Odyssey, which are both operating nearly two decades or more, respectively, beyond their initial mission timelines.
For its part, Relativity will be in charge of designing the Mars-bound spacecraft and will also be responsible for launch and for satellite operations in space. The company's pathfinder launch vehicle, the Terran 1 rocket, lifted off for the first and only time in March 2023, but it failed to reach orbit. The company then pivoted to development of the bigger, partially reusable Terran R rocket, which is expected to debut sometime later this year. Eric Schmidt, who served as Google CEO from 2001 to 2011, was appointed to lead Relativity in March 2025.

Que a DC Comics está na dianteira em vendas e críticas, não é mistério para ninguém. Com o Batman e o Universo Absolute na frente dos seus negócios — além das suas adaptações cinematográficas, que receberam um grande carinho do público —-, seus super-heróis volta e meia aparecem entre os “bestsellers”.
Por outro lado, a Marvel não está tão atrás, mas possui razões demais para se preocupar. Com o fim do Universo Ultimate, eles precisam de um grande “boom” para não comerem poeira. Se eventos como o Armageddon podem chamar a atenção do público, eles agora precisam de algo que se sobressaia.
A tempo do Halloween, a aposta da Casa das Ideias é seguir um caminho mais sombrio e de terror. Se uma de suas maiores obras recentes chegará ao fim, basta criar outra: assim, temos a chegada do Universo Midnight para assombrar os fãs com versões sinistras dos personagens que você conhece.
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A Marvel Comics anunciou o selo de terror Midnight como uma forma de apresentar seus super-heróis e vilões, mas sob uma nova perspectiva. A estratégia é ousada, mas pode render um grande sucesso se eles souberem o ponto certo que vai misturar o que sabemos com o “desconhecido” desta realidade.



Com lançamento previsto para o dia 7 de outubro de 2026, inicialmente serão publicadas apenas três revistas com a temática: Midnight Fantastic Four #1 (Quarteto Fantástico), Midnight X-Men #1 e Midnight Spider-Man #1 (Homem-Aranha).
As capas já dão um “gostinho” do que vem por aí. Na revista dos mutantes, por exemplo, temos Noturno com um traje medieval e uma espada em suas mãos. Atrás dele, a figura de Tempestade com a boca cheia de sangue (além dos dentes caninos).
Já o Quarteto parece muito com uma trama de horror cósmico, com uma silhueta adicional do Doutor Destino na sua arte. Por fim, o Homem-Aranha literalmente possui uma aranha preta que é formada em seu peito — o que pode significar uma transformação que modifica ainda mais o corpo de Peter Parker.
A promessa é clara: dar a tudo o que conhecemos um aspecto de terror. Provavelmente inspirados em livros e filmes, é possível que seja um passo longo em direção a histórias que vão conversar com o público de um modo único, tal qual o Universo Ultimate.
As histórias tradicionais vão permanecer. Com o Armageddon, por exemplo, veremos os Sobreviventes mais Fortes da Terra formarem os novos Vingadores. O mais poderoso Mago Supremo também tem muito a mostrar. Contudo, essas revistas extras podem trazer o frescor muito pedido pela comunidade de fãs.
Ainda que se misture com o gênero aqui e ali, a Marvel Comics sempre tentou incluir terror nas suas páginas. Venom, por exemplo, nunca foi introduzido como uma simples ameaça para o Homem-Aranha. A presença do Motoqueiro Fantasma, Blade, Hellstorm e outras já traziam muitos elementos disso.
Os próprios Zumbis Marvel (2005), que recentemente foram adaptados também em What If… (2021) e em uma série animada própria na Disney+, são outro exemplo de como este tipo de coisa sempre esteve ao redor das revistas. Contudo, parece que chegou a hora de mergulharem fundo nisso com o Universo Midnight.
Pode não representar um grande risco para o trabalho que a DC Comics tem feito, porém é o suficiente para mantê-los dentro do jogo. A estratégia foi ousada o bastante para atrair a atenção dos fãs, se combinada com boas histórias, isso tem potencial para ganharem mais espaço nas bancas e livrarias.
Apesar desta realidade despontar em outubro nos Estados Unidos, não há previsão para a sua chegada no território nacional. No Brasil, as HQs da Marvel Comics são publicadas pela Panini Comics.
Além da chegada do terror, se prepare: Deadpool e Justiceiro terão um novo encontro explosivo nas HQs.
Leia a matéria no Canaltech.


O Android 17 é a nova versão do sistema operacional do Google com mais recursos de personalização, IA e ferramentas de segurança. A atualização foi lançada em junho deste ano pelo Google na linha Pixel.
Por padrão, o novo Android chega primeiro aos celulares do Google e depois desembarca nas demais fabricantes. O ciclo de atualização depende de cada marca, então não significa que celulares lançados no mesmo ano receberão o update.
O Canaltech traz uma previsão dos aparelhos que podem ser compatíveis nas seguintes marcas:
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Vale reforçar que a lista é apenas especulativa, feita com base nos aparelhos disponíveis no mercado e no ciclo de atualizações usado por cada fabricante. O Android 17 foi lançado pelo Google, mas as respectivas marcas ainda não publicaram uma relação completa de aparelhos compatíveis.
A Samsung já liberou uma grande atualização neste ano com a One UI 8.5, mas já prepara a One UI 9 para receber o Android 17. O lançamento pode acontecer com o anúncio de uma nova linha de dobráveis da marca:
Os possíveis modelos compatíveis são:
A Motorola tem ciclos bem variados de atualizações entre seus aparelhos, mas estabeleceu mais anos de Android garantidos nos modelos mais recentes. A lista com os celulares que podem ganhar o update tem:
O HyperOS é a interface internacional dos celulares da Xiaomi com base no Android. A marca chinesa deve atualizar estes modelos:
Toda nova versão do Android chega primeiro aos dispositivos da linha Google Pixel e depois recebem as interfaces personalizadas de cada fabricante. Os celulares não são vendidos no Brasil, mas ficam em destaque por receber as versões Beta:
A Realme também opera com um ciclo variado de atualizações garantidas para os celulares. A lista deve incluir estas opções:
A JOVI desembarcou no Brasil no ano passado, então os modelos vendidos por aqui muito provavelmente serão atualizados. São eles:
A atualização tem os seguintes destaques:
De olho na IA, o Google anunciou a Inteligência Gemini, que permite automatizar tarefas com agentes em segundo plano no sistema. A novidade, entretanto, chegará apenas a aparelhos de topo de linha.
Leia a matéria no Canaltech.

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Muitos podem ter largado o videogame e PC para curtir a Copa do Mundo 2026, mas os jogos grátis do fim de semana não recuaram e mostram que ainda vale a pena disputar algumas partidas sem gastar R$ 1.
Porém, se o seu problema é ficar longe do futebol, no XBOX Series e nos PCs ele sequer existe. Um dos melhores jogos grátis desta semana é EA Sports FC 26, que pode ser jogado via XBOX Game Pass Ultimate e PC Game Pass. Além da experiência completa, os jogadores terão acesso ao "The World's Game".
A modalidade replica a Copa que ocorre nos Estados Unidos, México e Canadá neste ano, com todas as seleções que disputam a taça (inclusive, algumas extras). A estreia do modo de jogo é em tempo do grande torneio global, já que permite simular qualquer disputa para ver quem será o melhor do planeta.
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Além disso, o jogo também chegou ao Nintendo Switch Online e estará disponível até a próxima quinta-feira (25). Quem quiser comprá-lo, pode aproveitar um desconto de 80% na eShop. Custando R$ 59,80 no primeiro console híbrido e R$ 69,80 no mais recente, ficou fácil se tornar o grande campeão — em vez de xingar os técnicos e as seleções.
Contudo, entre esta sexta-feira (19) e domingo (21) há diversos outros jogos grátis de peso para curtir no fim de semana. A melhor parte é que poderá aproveitar para torcer pela Seleção Brasileira enquanto baixa tudo o que tiver ao seu alcance.
Confira abaixo outros 5 games para jogar de graça neste fim de semana:
Na campanha de Dias para Jogar de Graça no XBOX, um dos grandes destaques é Assetto Corsa, um dos maiores simuladores de corrida da última geração de consoles e um título de primeira para disputar com seus amigos online.
Mesmo lançado há 12 anos, seus gráficos e detalhes continuam a impressionar, assim como ele passa uma incrível sensação de velocidade (equiparada com poucos mais recentes). Na prática, você jogará de graça corridas realistas e uma grande experiência.
Já o jogo grátis da Epic Games Store deste fim de semana é Citizen Sleeper, um título inspirado pelos RPGs de mesa e que dá a liberdade de decidir o seu próprio destino dentro de uma estação espacial — sem restrições de lei e ordem.
Você pode ajudar diversos personagens, reunir aliados e causar todo o tipo de confusão possível para fazer com que o protagonista deixe seu passado para trás. Apesar de ser um game espacial, você não precisará de um PC da NASA para rodá-lo.
Com as celebrações de 10 anos de Dead by Daylight, o multiplayer online está disponível para os donos do XBOX de graça. Não é necessário ser assinante do Game Pass para explorar os cenários tenebrosos e ser um dos sobreviventes ao amanhecer.
Além de festejar seu aniversário, o jogo grátis do fim de semana também permite conferir o conteúdo inédito de Jason, o imponente vilão da franquia Sexta-Feira 13. Em outras palavras, é a oportunidade perfeita conferir a experiência.
EA Sports UFC 6 foi lançado nesta sexta-feira (19), mas já pode ser testado de graça pelos jogadores. Basta ser assinante do EA Play no PS5 ou XBOX Series para ter acesso a até 10 horas livres para explorar o octógono e todos os seus lutadores.
Ainda que não seja “muito”, é possível ver em primeira mão os novos modos, os gráficos atualizados e as dezenas de lutadores brasileiros que estão disponíveis no game. Se você já assina, não perca esta oportunidade de ouro.
Disponível no teste grátis do serviço Ubisoft+ Premium, Assassin’s Creed Shadows te levará a uma aventura diretamente no Japão. Ao lado de Yasuke e Naoe, é possível explorar o jogo por completo — inclusive a expansão “As Garras de Awaji” — até a próxima terça-feira (23).
Apesar de o game também estar disponível no PlayStation 5, essa oferta só está ativa no XBOX Series e PCs. Para aproveitar a oportunidade, é preciso acessar a Ubisoft Store ou Ubisoft Connect para assinar o teste de seis dias do Ubisoft+ Premium (e cancelar dia 23, caso não queira continuar).
Ainda que esses sejam os principais jogos grátis do fim de semana, há ainda mais jogos para curtir sem gastar nada. No XBOX, por exemplo, também pode conferir Two-Point Museum e PGA Tour 2K25. Já a Epic Games Store oferece de forma adicional Robobeat: Shoot to the Rhythm.
Enquanto isso, os assinantes do Amazon Luna recebem de graça Between Time: Escape Room, Sugardew Island, Space Grunts 2 e Wargame Construction Set III: Age of Rifles 1846-1905. Ou seja, game é o que não vai te faltar nos próximos dias.
A experiência completa é boa, mas um upgrade gratuito também não é de se jogar fora. Com isso em mente, a Rockstar dá presente inesperado para quem tem GTA 5 de PS4 e XBOX One.
Leia a matéria no Canaltech.

O PlayTranslate chegou ao Android para mudar a forma como os jogadores lidam com emulação e títulos mobile. O app utiliza IA para traduzir em tempo real textos e informações que aparecem na tela, através de uma sobreposição.
O software de código aberto foi disponibilizado no GitHub, com a capacidade de compreender 23 línguas e traduzi-las para 59. Ainda que tenha suporte ao inglês, espanhol e português de Portugal, não há compatibilidade com o português brasileiro.
O PlayTranslate não precisa sequer estar conectado online, já que permite o download de uma inteligência artificial que age localmente no seu smartphone — caso ele tenha um hardware potente o bastante para dar conta.
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Outra facilidade do app é a função texto-para-fala, traduções para telas múltiplas e outros recursos que melhoram a sua experiência nos jogos. Não há previsão para a sua chegada em dispositivos iOS, algo que pode demorar a acontecer.
O maior problema para o usuário é que, para utilizar o software, será obrigatório driblar o Google Play Protect. Na prática, o sistema grava a sua tela e exige a permissão “mostrar acima dos demais apps” — algo que não é recomendável, já que pode expor informações sensíveis do seu smartphone.
É possível pausar o recurso para testar a tradução simultânea, mas caso seja uma pessoa descuidada com o que baixa ou consome no celular, indica-se que não instale o PlayTranslate para não ter dores de cabeça posteriormente.
Como ele é um app de código aberto, também é possível analisar (e modificar) o que ele apresenta, caso tenha conhecimento em programação. Assim, pode avaliar se ele trará riscos para o seu tipo de uso ou até reforçar a segurança com as ferramentas corretas.
Além disso, é importante ter ciência de que o desenvolvedor utilizou IA generativa para ajudá-lo a trazer o software para o Android. Ele supervisiona o projeto rigorosamente, com revisão do código e a tomada de todas as decisões sobre a arquitetura. No entanto, muita gente pode não se sentir confortável com isso.
Inicialmente, ele afirmou que o protótipo foi gerado por meio de “vibecode” — o que, geralmente, representa um risco de segurança em caso do programador não ter conhecimento para revisar de forma adequada. Porém, agora ele afirma orientar o Claude “de perto” para não existirem brechas ao usuário.
Em termos simples, sabe quando você pede para a inteligência artificial criar algo com uma "ideia geral"? O vibecode é isso na programação. Em vez de escrever o código inteiro, a pessoa só joga a ideia e a IA faz o resto. Sem revisar direito, o app pode esconder falhas e até bugs chatos.
Usuários afirmam que o app funciona bem, mas como o esperado, ele traz um leve atraso na hora de traduzir os textos. Para ler os menus, diálogos em RPG de turno ou obras menos aceleradas, isso pode não ser um problema. Caso pense em algo mais dinâmico, talvez isto teste a sua paciência.
Parece que a inteligência artificial dominará de vez o mundo dos games. A própria Epic Games promete mais IA nos games com a Unreal Engine 6.
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A team led by Thomas Evans-Soma of the Max Planck Institute for Astronomy in Heidelberg has published observations of the exoplanet WASP-121b that complicate the existing picture of how chemistry moves through an ultra-hot atmosphere. Using the James Webb Space Telescope’s Near-Infrared Spectrograph to watch the planet through a complete orbit of its host star, the team detected methane in abundance on the planet’s nightside. On the dayside, temperatures reach approximately 3,000°C, well above the point at which iron vaporises. Methane, a molecule that decomposes far below that threshold, should not survive the heat. The paper was published in Nature Astronomy in June 2025.
The detection itself is the straightforward part. The explanation is not.
WASP-121b is a tidally locked gas giant orbiting its star in about 30 hours, close enough that one face is always turned toward the heat. The dayside atmosphere, at roughly 3,000°C, is hot enough to break apart most molecules and sustain metals in vapour form. Water, carbon monoxide, and silicon monoxide were all detected there, the last of these making WASP-121b the first planet in which silicon monoxide has been identified in any atmosphere.
The nightside, while still extreme by any ordinary measure, sits at considerably lower temperatures. It was there that the team found methane in concentrations high enough to register clearly in the spectroscopic data. Methane typically breaks apart under heat well below what the dayside experiences. Even on the nightside, the temperatures are sufficiently elevated that methane’s persistence requires an active replenishment mechanism. Without one, the molecule would deplete faster than the atmosphere could sustain it.
The explanation Evans-Soma’s team proposes is vertical atmospheric circulation: strong upward winds lifting methane-rich gas from deeper, cooler layers of the nightside atmosphere to replace what is continuously being destroyed at higher altitudes. Deeper in the nightside atmosphere, where temperatures are lower and the planet’s carbon-to-oxygen ratio works in methane’s favour, the molecule forms readily. The proposed circulation carries it upward fast enough to maintain the observed concentration.
The problem is that this kind of vigorous vertical mixing was not predicted by existing atmospheric models for planets in this temperature range. The standard picture of ultra-hot Jupiter dynamics has tended to emphasise horizontal circulation, with hot gas flowing from the dayside to the nightside at high altitudes and cooler gas returning at lower levels. Strong vertical mixing on top of that, specifically on the nightside, was not part of the expected behaviour.
The authors are careful to frame this as a proposal. The methane detection is robust; the vertical circulation as its cause is the team’s interpretation, and the models will need to be tested against the new data before the picture can be called settled. In the authors’ framing, the finding indicates that existing dynamical models will likely need to be adapted to account for the degree of vertical mixing the nightside data appears to require.
The detection of silicon monoxide on the dayside is a separate result worth noting in its own right. Silicon monoxide has not previously been identified in any planetary atmosphere, exoplanet or otherwise. Its presence at the temperatures and pressures of WASP-121b’s dayside is consistent with the conditions that would vaporise silicate minerals from deeper layers and carry the products to detectable altitudes.
This is the kind of detail that matters when building out a coherent picture of how ultra-hot gas giants differ chemically from anything in our solar system. The JWST’s NIRSpec instrument has now made it possible to run a reasonably complete inventory of the major carbon, oxygen, and silicon compounds across a planet’s full orbital phase, which is what Evans-Soma and Gapp did here. The dayside and nightside of WASP-121b turn out to carry chemistries that are not just different in degree but qualitatively distinct from each other.
Ultra-hot Jupiter dynamics are a young field, and the models built so far have been calibrated against a limited set of observations. WASP-121b is one of the most intensively studied exoplanets in this class, partly because its tight orbit and high temperature make its atmosphere accessible to spectroscopic observation from a range of instruments over many years.
The challenge the new paper poses is specific: how does an atmosphere this hot maintain the chemical gradients the data shows, and what is driving the vertical circulation that appears necessary to explain the nightside methane? Those questions will determine what adjustments atmospheric modellers need to make, and whether the circulation observed here is particular to WASP-121b’s conditions or something common across the ultra-hot Jupiter population. The paper does not resolve that question. It opens it.
The post An exoplanet with a daytime temperature hot enough to vaporize iron has methane on its nightside because of an atmospheric circulation that should not be able to exist at that heat appeared first on Space Daily.


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