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Xiaomi 18 Pro global pode chegar mais barato do que todo mundo esperava

O Xiaomi 18 Pro global pode chegar ao mercado europeu por um preço bem mais barato: € 50 (cerca de R$ 296, menos) menos do que os apontados em um vazamento anterior. Os novos valores também contemplam o Xiaomi 18 Pro Max, com opções de até 512 GB de armazenamento.

Segundo o vazamento, o Xiaomi 18 Pro deve custar € 1.399 (cerca de R$ 8.268) na versão com 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento. Já a configuração com 512 GB pode sair por € 1.599 (R$ 9.450).

O Xiaomi 18 Pro Max, modelo maior da linha, deve partir de € 1.599 (R$ 9.450) na versão com 256 GB. A variante com 512 GB pode chegar por € 1.799 (R$ 10.632).

Os valores são inferiores aos divulgados anteriormente pelo informante Sudhanshu Ambhore. Na ocasião, o Xiaomi 18 Pro foi cotado a € 1.449 (R$ 8.564) e € 1.649 (R$ 9.744), enquanto o Pro Max aparecia por € 1.649 (R$ 9.744) e € 1.849 (R$ 10.926).

A diferença de R$ 296 se repete nas quatro configurações. Só que esses preço  são estimativas para a Europa e não indicam quanto os celulares devem custar no Brasil.

Cores e baterias dos modelos globais

O vazamento mais recente também aponta possíveis opções de cores para os aparelhos. O Xiaomi 18 Pro e o Pro Max podem chegar em preto, branco e bordô. Uma versão azul também é esperada, mas pode ser exclusiva da loja oficial Mi Store na França.

As baterias devem apresentar capacidades menores que as dos modelos chineses. O Xiaomi 18 Pro global pode trazer 6.000 mAh, enquanto o Pro Max deve ter 7.050 mAh. Na China, as capacidades divulgadas são de 7.000 mAh e 8.500 mAh, respectivamente.

Xiaomi 18 Pro

O Xiaomi 18 Pro global também é cotado com carregamento rápido de 90 W. Ainda não há informações sobre a velocidade de carregamento da versão global do Pro Max.

Segundo o vazamento anterior, as diferenças entre as versões globais e chinesas devem se concentrar nas baterias e nas velocidades de carregamento. Os chipsets da linha já foram confirmados pela Xiaomi para os mercados internacionais.

Quando a linha Xiaomi 18 Pro será lançada?

A Xiaomi confirmou que a série Xiaomi 18 Pro chegará aos mercados globais, mas ainda não divulgou uma data oficial de lançamento nem detalhes sobre a disponibilidade em cada país.

Por enquanto, os preços, as cores e as especificações das versões internacionais continuam sendo informações não confirmadas. Recentemente, o Xiaomi 18 Pro vazou para o mercado global com desempenho brutal.

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"Starlink chinesa" ganha sinal verde para vender antena no Brasil

A SpaceSail, uma “Starlink chinesa”, avançou nos preparativos para oferecer internet via satélite no Brasil. A Anatel homologou na segunda-feira (19) a antena residencial STG-S001-A0, que promete velocidades de até 400 Mb/s para download e 100 Mb/s para upload. A companhia ainda não divulgou preços, planos ou uma data exata para o lançamento comercial.

Conhecida como Qianfan na China, a empresa planeja iniciar as operações brasileiras no quarto trimestre de 2026. A chegada da concorrente pode ampliar as opções de conexão em regiões com acesso limitado à infraestrutura tradicional de internet.

Como é a antena da SpaceSail?

O certificado de homologação nº 01944-26-18192 identifica o aparelho como um transceptor móvel por satélite. O documento prevê aplicações fixas e móveis, mas ainda não confirma quais modalidades de serviço serão oferecidas aos consumidores brasileiros.

A antena tem formato retangular, mede 48 cm x 36 cm x 4 cm e pesa cerca de 4 kg. A certificação IP65 indica proteção contra poeira e jatos de água.

O equipamento também tem um indicador luminoso de status e uma porta de diagnóstico protegida por uma tampa de borracha.

O cabo de 15 metros permite instalar o terminal em áreas externas ou no telhado. Uma das extremidades usa um conector USB-C fora do padrão, enquanto a outra tem conexão RJ45 para rede Ethernet e um conector de alimentação. Segundo o manual, esse USB-C exige um cabo específico, portanto não é indicado conectar um cabo convencional à antena.

O equipamento também oferece Wi-Fi 5, que permite conectar celulares, computadores e outros dispositivos à rede. O manual informa consumo máximo de 100 W. Já a fonte de alimentação trabalha com 48 V e 4,5 A, equivalentes a 216 W.

SpaceSail

Quando a SpaceSail chega ao Brasil?

A empresa recebeu autorização da Anatel para operar no Brasil em fevereiro de 2026. Em março, o Ato nº 3.084 incluiu sua rede nas regras de coordenação entre sistemas de satélites não geoestacionários, que ajudam a organizar a convivência entre diferentes constelações e evitar interferências.

A autorização abriu um prazo de até dois anos para o início das operações. Mas o planejamento da SpaceSail aponta para o quarto trimestre de 2026.

A homologação da antena representa mais uma etapa, mas não significa que o serviço já esteja disponível para contratação. A empresa ainda precisa preparar a operação e esclarecer detalhes como cobertura, importação dos equipamentos e condições comerciais.

anatel

SpaceSail pode competir com a Starlink?

O preço vai ser um dos fatores decisivos para a disputa entre SpaceSail e Starlink. Os planos da Starlink no Brasil variam de R$ 49 a R$ 619 mensais, conforme as informações das fontes. A SpaceSail ainda não revelou quanto custará sua antena nem quais serão os valores das mensalidades.

Outra concorrente é a Amazon Leo, serviço de internet via satélite que será comercializado pela Sky no Brasil e cujo lançamento enfrenta atrasos. Por enquanto, sabemos que a "Starlink chinesa" quer 15 mil satélites em órbita e vai em busca de dinheiro. 

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"Mãe adotiva" da Nokia lança celular de flip para idosos com "IA companheira"

A HMD, empresa que assumiu a marca Nokia nos celulares depois que a companhia finlandesa deixou o segmento, lançou no Reino Unido um aparelho de flip pensado para idosos e com uma curiosidade inesperada: uma “IA companheira” para conversar com o usuário. O HMD 2660 Flip Senior Edition custa 79,99 libras (cerca de R$ 600) e inclui cinco horas iniciais de conversa com a assistente.

O aparelho mantém a proposta simples dos chamados dumb phones, com botões físicos, foco em ligações e poucas funções, mas adiciona a inteligência artificial como companhia e ferramenta de interação. O formato de flip também facilita o uso no dia a dia: basta abrir a tampa para atender uma chamada e fechá-la para desligar.

O celular tem uma tela principal de 2,8 polegadas e um display externo de 1,77 polegada. Ele roda o sistema S30+ e traz botões físicos grandes, pensados para facilitar a navegação.

O modelo também oferece conexão 4G, entrada para fones de ouvido de 3,5 mm, rádio FM e reprodutor de MP3.

A câmera traseira tem resolução de apenas 0,3 MP, enquanto a bateria removível de 1.450 mAh promete até 8,1 horas de conversação.

Assistente de IA conversa em ritmo mais lento

A principal diferença do HMD 2660 Flip Senior Edition está na Mary, assistente de inteligência artificial integrada ao aparelho. A ferramenta foi desenvolvida para atender às necessidades de comunicação de idosos.

A Mary usa uma linguagem simplificada e fala em um ritmo mais lento. Ela também aceita pausas mais longas durante as conversas e consegue lembrar detalhes de interações anteriores.

Celular flip HMD

O pacote de compra inclui cinco horas gratuitas de conversa. Depois desse período, é necessário contratar uma assinatura de 16,90 libras mensais (cerca de R$ 127) para continuar usando o serviço.

Preço e disponibilidade do celular flip

O HMD 2660 Flip Senior Edition foi lançado no Reino Unido na cor preta por 79,99 libras (aproximadamente R$ 600), tem resistência IP54, que oferece proteção contra poeira em quantidade limitada e respingos de água.

Entre os recursos adicionais estão Bluetooth 5.0, dois microfones, alto-falante único e suporte a cartão Nano SIM. O carregamento é feito por USB-C. 

Por enquanto, não há informações de venda no Brasil. Mas se procura algo semelhante, veja a nossa lista de celular para idosos: 4 modelos com letras grandes e muita bateria.

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Xiaomi prepara primeiro fone-brinco para rivalizar com a Samsung

A Xiaomi vai lançar o seu primeiro fone-brinco na próxima terça-feira (27) na China. O Redmi Clip Neo marca a estreia da Redmi no segmento de fones de ouvido com encaixe por clipe, que ficam presos à orelha sem entrar diretamente no canal auditivo. O lançamento acontecerá no mesmo evento de apresentação do Redmi K100.

A fabricante já revelou detalhes do acessório, como o peso de apenas 5,3 gramas por unidade, a estrutura flexível e o formato simétrico, que permite usar qualquer um dos fones em qualquer orelha. Por enquanto, as informações divulgadas são voltadas ao mercado chinês, sem confirmação em outros países.

Um dos destaques do Redmi Clip Neo é a possibilidade de encaixar os fones em qualquer lado, sem precisar identificar qual é o esquerdo ou o direito. É uma proposta semelhante ao Galaxy Buds On,  fone da Samsung que não entra no ouvido e vai custar R$ 1.100.

Por ser mais leve, o fone promete uma experiência mais confortável durante períodos prolongados de uso. A estrutura também utiliza silicone líquido, material descrito pela marca como amigável à pele.

O formato de clipe mantém o acessório preso à orelha, em vez de depender de uma ponteira inserida no canal auditivo. Esse tipo de construção aparece em fones que buscam oferecer uma alternativa aos modelos intra-auriculares tradicionais.

Estrutura flexível usa fio de titânio

Fone Xiaomi

A construção do Redmi Clip Neo inclui um fio de titânio com memória de formato e 0,6 milímetro de espessura. O componente é resistente a dobras e combina flexibilidade com durabilidade.

O Redmi Clip Neo deve chegar em duas cores: branco e preto. A Xiaomi ainda não revelou o preço do acessório nem informou quando ele poderá chegar a mercados fora da China.

Mais detalhes devem ser apresentados durante o evento de 27 de outubro, que também terá como destaque o Redmi K100. Inclusive, recentemente a Xiaomi mostrou o Redmi K100 pela primeira vez e prometeu bateria recorde. Mas até lá, características como duração da bateria, funções extras e disponibilidade internacional seguem sem confirmação. 

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Bose compra a Skullcandy, famosa pelos fones que bombaram nos anos 2000

A Bose comprou a Skullcandy, marca conhecida por fones de ouvido e acessórios de áudio com preços mais acessíveis. Esse negócio pode expandir a presença das tecnologias da Bose em produtos mais baratos, incluindo modelos com cancelamento de ruído.

A aquisição acontece após as empresas colaborarem em produtos de áudio. A parceria já resultou em modelos que receberam ajustes e recursos associados à Bose.

Agora, com a Skullcandy sob seu controle, a empresa pode levar essa experiência a uma parcela maior do catálogo da marca.

Fones baratos podem ser os principais beneficiados

A Skullcandy ganhou popularidade nos anos 2000 com fones coloridos, designs chamativos e forte apelo entre jovens. Na época, os modelos ajudaram a diferenciar a marca no mercado de áudio.

A expectativa é que a Skullcandy continue vendendo produtos com foco em preços competitivos, enquanto aproveita tecnologias feitas pela Bose. Isso pode beneficiar principalmente os fones de ouvido de entrada e intermediários, que nem sempre recebem os mesmos recursos dos modelos mais caros.

A Skullcandy também vende caixas de som portáteis e fones voltados para atividades físicas, que podem ganhar melhorias de áudio sem precisar seguir o posicionamento premium da Bose. Entre os exemplos recentes de colaboração estão os fones Method 360 e Crusher 1080, da Skullcandy. 

Method 360

Então a aquisição abre espaço para que mais produtos recebam tecnologias desenvolvidas pela Bose, embora ainda não haja uma confirmação de quais modelos serão beneficiados.

Bose quer levar seu áudio a mais públicos

Antes da notícia da compra, Raza Haider, presidente da divisão de áudio premium da Bose, comentou sobre a estratégia da empresa. Na ocasião, disse que um objetivo seria ampliar os lugares em que as pesquisas e tecnologias podem ser aplicadas.

Ele explicou que a Bose não consegue atender sozinha a todas as necessidades e preferências dos consumidores, o que torna as parcerias com outras marcas uma alternativa para alcançar públicos diferentes.

Cancelamento de ruído pode chegar a mais modelos

Um recurso que pode ganhar espaço nos produtos da Skullcandy é o cancelamento ativo de ruído (ANC), uma vez que a tecnologia é um dos destaques da Bose e pode tornar os fones mais acessíveis da marca mais competitivos.

Mas ainda não temos detalhes sobre quais aparelhos devem receber as novidades ou quando os primeiros lançamentos devem acontecer.

Para quem procura fones com bons recursos de áudio sem pagar o preço de um modelo premium, a compra da Skullcandy pela Bose pode ser positiva. E já que estamos na nostalgia, vale lembrar que o fone do Walkman dos anos 80 “volta à vida” pesando só 40 g.

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Fone-gancho da Samsung aparece na "Anatel coreana" antes do lançamento

A Samsung está mais perto de lançar um novo "fone-gancho": um fone de ouvido com uma haste externa, desenvolvido para ficar preso à orelha sem entrar no canal auditivo. Identificado pelo código SM-R545 e pelo codinome Galaxy T1, o acessório recebeu uma certificação na Coreia do Sul na última quarta (21). O registro se soma a uma aprovação anterior na China, mas ainda não revela quando o produto chegará ao mercado.

O dispositivo apareceu na base da Agência Nacional de Pesquisa de Rádio da Coreia do Sul (RRA, equivalente à Anatel, na Coreia do Sul), identificado como um headset Bluetooth.

O documento aponta a Samsung como responsável pelo produto e indica China e Vietnã como países de fabricação.

Antes disso, em setembro, o mesmo modelo havia passado por uma certificação na China. A sequência de registros indica que a Samsung avança no desenvolvimento do acessório, embora não confirme uma data de lançamento.

O nome Galaxy T1 foi encontrado anteriormente em arquivos de aplicativos da fabricante. Ainda não há confirmação de que essa será a identificação comercial do fone quando ele for anunciado oficialmente.

Fone tem gancho externo e controles por toque

O design do Galaxy T1 apareceu em uma investigação anterior de arquivos de software da Samsung. As informações indicam que o fone deve envolver a parte externa da orelha, com um gancho que ajuda a manter firme durante atividades físicas, como corridas e treinos.

Galaxy T1

A proposta pode agradar a quem prefere evitar modelos tradicionais que ficam encaixados no canal auditivo. Ainda assim, a fabricante não divulgou detalhes oficiais sobre o formato, os materiais ou o conforto do acessório.

Os arquivos também apontam para controles de toque com funções diferentes para os lados esquerdo e direito. Outro recurso identificado é um teste de encaixe, que pode ajudar o usuário a verificar se os fones estão posicionados corretamente.

O software também indica a possibilidade de alternar entre modos de controle de ruído. A certificação coreana, porém, não detalha essas funções: ela se limita a identificar o produto como um dispositivo Bluetooth.

Galaxy T1 é diferente do Galaxy Buds On

O novo modelo não deve ser confundido com o Galaxy Buds On, outro fone da Samsung que apareceu em vazamentos recentes, que prende na orelha e pode ajustar volume sozinho. 

Conhecido anteriormente pelo codinome Able, esse acessório tem o código SM-U600 e um design de encaixe externo diferente, com duas partes arredondadas conectadas por uma estrutura de silicone.

O Galaxy Buds On também apareceu em registros na Índia e teve recursos como gestos com a cabeça e ajuste automático de volume mencionados em vazamentos.

No caso do Galaxy T1, ainda não há informações confirmadas sobre preço, disponibilidade ou nome comercial definitivo. As duas certificações representam novos indícios do desenvolvimento do produto, mas não garantem que o anúncio esteja próximo. Já em relação ao Buds On, o fone da Samsung que não entra no ouvido vai custar R$ 1.100 e já tem data.

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Celular com absurdas 3 câmeras de 200 MP finalmente chega ao mercado

A OPPO anunciou os novos Find X10 e Find X10 Pro Max, celulares que chamam a atenção por suas câmeras de alta resolução. O modelo Pro Max é o primeiro com três câmeras traseiras de 200 MP, enquanto a versão tradicional traz dois sensores com essa resolução. A linha também estreia uma bateria de 7.150 mAh, telas de até 144 Hz e o sistema ColorOS 17.

Os smartphones foram apresentados como modelos premium, com melhorias em fotografia, desempenho e autonomia. A fabricante também desenvolveu os sistemas de câmera em parceria com a Hasselblad, marca conhecida no mercado fotográfico.

As câmeras traseiras de 200 MP do Find X10 Pro Max envolvem a principal, ultrawide e teleobjetiva. A câmera principal tem um sensor desenvolvido em parceria com a Samsung, enquanto a ultrawide promete capturar mais luz que a geração anterior.

A câmera teleobjetiva também chama a atenção pela capacidade de fotografar objetos a apenas 10 centímetros de distância. Isso permite registrar detalhes de perto, além de ampliar o alcance das fotos com zoom.

O conjunto recebe o LUMO True Image Engine, sistema de processamento de imagens criado para preservar cores, tons e detalhes com aparência mais natural. Há também modos fotográficos inspirados em filmes clássicos, como o Kodak Gold.

Já o Find X10 tradicional traz uma câmera principal de 200 MP, uma teleobjetiva periscópica de 200 MP e uma ultrawide de 50 MP. Os dois modelos gravam vídeos em resolução 8K a 30 quadros por segundo e em 4K a até 120 quadros por segundo.

Acessório aprimora o zoom dos celulares

OPPO Find X10

A OPPO também anunciou um teleconversor Hasselblad para os dois aparelhos. O acessório oferece ampliação óptica de 3,28 vezes na câmera teleobjetiva de 200 MP, voltada a registros de longa distância, como animais, paisagens urbanas e apresentações musicais.

Os dois smartphones trazem bateria de 7.150 mAh, tecnologia que permite armazenar mais energia em um espaço compacto.

O Find X10 tem tela de 6,59 polegadas, enquanto o Pro Max chega a 6,78 polegadas. Os dois têm taxa de atualização adaptável de até 144 Hz e brilho máximo de 3.600 nits.

Preço e disponibilidade

Os novos celulares já estão em pré-venda no mercado internacional. O OPPO Find X10 parte de £ 1.099 (cerca de R$ 8.110), enquanto o Find X10 Pro Max custa a partir de £ 1.499 (aproximadamente R$ 11.060).

A fabricante também oferece bônus promocionais, incluindo um kit teleconversor Hasselblad avaliado em £ 499 (R$ 3.680). O Find X10 terá versões com 256 GB ou 512 GB de armazenamento, enquanto o Pro Max será vendido com 512 GB. O celular com 3 câmeras Hasselblad de 200 MP ganha versão global.

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INMO GO3 desafia Meta com óculos inteligentes que protegem privacidade

Os novos óculos inteligentes INMO GO3 chegaram para desafiar a Meta, com telas MicroLED, inteligência artificial do Google Gemini e do ChatGPT e um recurso físico para proteger a privacidade: uma tampa que cobre a lente da câmera e indica visualmente que ela está protegida. O modelo também traduz conversas em 98 idiomas e permite consultar informações sem tirar o celular do bolso.

Diferente dos óculos inteligentes que dependem principalmente de áudio e câmeras, o INMO GO3 tem duas telas MicroLED, uma para cada olho. O brilho chega a 1.500 nits, enquanto o campo de visão é de 30 graus.

A tela pode exibir respostas de inteligência artificial, funcionar como teleprompter e mostrar instruções de navegação passo a passo. Dessa forma, o usuário consegue consultar informações sem precisar tirar o celular do bolso.

Tampa física ajuda a proteger a privacidade

A câmera integrada é um dos pontos de atenção do aparelho. Para reduzir preocupações com gravações indesejadas, a INMO desenvolveu uma cobertura física que esconde a lente e oferece um sinal visual de que ela está protegida.

Óculos INMO GO 3

A solução procura responder a uma preocupação comum envolvendo óculos com câmera, que seria como deixar claro para as pessoas ao redor quando o dispositivo não está sendo usado para capturar imagens.

A preocupação que tem surgido em torno da privacidade é tamanha que, após críticas, a Meta prepara óculos inteligentes sem câmera. Alguns países estão tomando providências, como a Noruega que quer proibir óculos inteligentes em lugares públicos e a Austrália que bane óculos inteligentes de locais públicos por medo de gravações.

Tradução em 98 idiomas e integração com IA

Um dos principais recursos do INMO GO3 é a tradução em tempo real de 98 idiomas, com suporte offline para 13 deles. O sistema identifica a fala de outra pessoa e apresenta a tradução na tela, facilita conversas entre pessoas que falam línguas diferentes.

Os óculos também podem registrar anotações durante reuniões. A fabricante prevê a chegada de resumos exibidos diretamente nas lentes em uma atualização futura.

O assistente de inteligência artificial utiliza tecnologias do Google Gemini e do ChatGPT para responder a perguntas, reconhecer imagens capturadas pela câmera e ajudar em outras tarefas.

A autonomia é outro desafio dos óculos inteligentes. Para contornar essa limitação, o INMO GO3 permite trocar a bateria quando a carga acaba. Assim, o usuário pode colocar uma unidade carregada e continuar usando o aparelho enquanto a outra recarrega.

Enquanto o INMO GO3 não chega por aqui, vale prestar atenção nos óculos inteligentes da Samsung que vazam com câmera de 12 MP e bateria de 72 horas.

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Usuários relatam queimaduras e irritação na pele após usar Galaxy Watch durante a noite

Nesta semana, relatos de usuários de diferentes modelos do Samsung Galaxy Watch apontam marcas vermelhas, irritação e bolhas nos pulsos após o uso dos relógios durante a noite. Em alguns casos, os dispositivos teriam esquentado e descarregado completamente enquanto os donos dormiam. Um dos relatos mais recentes envolve um usuário do Galaxy Watch 5 Pro, que publicou sua experiência no Reddit.

A causa dos problemas ainda é desconhecida, e a Samsung não confirmou a existência de um defeito de fabricação relacionado aos episódios.

Segundo esse relato do Reddit, o relógio estava totalmente carregado quando foi colocado no pulso antes de dormir, mas amanheceu sem bateria e não voltou a ligar.

O usuário também percebeu uma marca semelhante a uma queimadura no braço. Ele afirmou que usava o smartwatch para dormir havia três anos e questionou se poderia receber um aparelho substituto, já que não esperava que o dispositivo pudesse machucá-lo.

Outras reclamações semelhantes apareceram em publicações no Reddit, Facebook e fóruns da comunidade Samsung. Os relatos envolvem modelos como Galaxy Watch 7, Galaxy Watch 8 e diferentes versões do Galaxy Watch Ultra.

As marcas descritas costumam ser circulares e aparecem na região do pulso que fica em contato com os sensores localizados na parte inferior do relógio. Os relatos envolvendo bolhas também levantaram suspeitas de possíveis queimaduras.

O que pode causar as lesões?

Ainda não há uma explicação confirmada para os casos. Uma das hipóteses levantadas é que algum processo executado em segundo plano mantenha o relógio funcionando continuamente, provoque consumo excessivo de bateria e gere calor.

Só que ainda não foi comprovado. Também não há confirmação de falha específica nos sensores, na bateria ou no software dos dispositivos.

Outra explicação possível é a irritação da pele causada pelo contato prolongado com o smartwatch. Pulseiras apertadas, suor, umidade, sujeira e atrito podem provocar reações na região coberta pelo aparelho.

O que fazer se o relógio esquentar?

A recomendação é que quem perceber aquecimento incomum, dor ou ardência deve retirar o smartwatch imediatamente. Se surgirem bolhas ou marcas semelhantes a queimaduras, a recomendação é procurar atendimento médico e entrar em contato com o suporte da Samsung.

Embora os relatos não comprovem um problema generalizado de segurança na linha Galaxy Watch, sinais de calor excessivo e lesões na pele merecem atenção. Mas será que a luz do smartwatch queima a pele? Entenda o que realmente pode acontecer.

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Novo TIM Beta terá 50 GB por R$ 60, mas só entra quem ganhar convite

Na última terça-feira (20), a TIM anunciou o BetaCreator, nova versão do TIM Beta que oferece 50 GB de internet por R$ 60 mensais. O plano mantém o preço da modalidade anterior, mas traz mudanças nos benefícios e na forma de contratação. Para entrar, será necessário receber um convite e validar o código pelo aplicativo Meu TIM.

A oferta inclui acesso a Facebook, Instagram, TikTok e X sem desconto da franquia de dados, além de Deezer Premium e benefícios do TIM Mais.

Outra novidade é a possibilidade de acumular a internet que sobrar de um mês para o seguinte, sem prazo de expiração enquanto o cliente permanecer no plano.

O que muda no novo TIM Beta?

O BetaCreator mantém a proposta de oferecer internet móvel e benefícios por uma mensalidade fixa, mas simplifica as opções disponíveis.

A TIM encerrou as diferentes categorias do Beta e passou a oferecer um único plano, com as mesmas condições para todos os assinantes.

A franquia não utilizada fica acumulada para os ciclos seguintes, sem data para expirar. Porém, quem sair do BetaCreator perderá os dados guardados.

O plano também inclui o chamado Modo Não Cai Nessa, recurso de segurança digital oferecido pelo EXA Segurança. A ferramenta busca tornar a navegação mais segura, inclusive durante o uso de redes públicas de internet.

Outra mudança é o fim da gamificação do TIM Beta, que permitia participar de desafios para conseguir benefícios. O aplicativo exclusivo da modalidade também será substituído pelo Meu TIM, que concentrará o gerenciamento do plano e dos convites.

TIM Beta

Como conseguir um convite para o BetaCreator?

O novo TIM Beta não terá contratação direta nas lojas ou no site da operadora. O acesso vai ser feito por códigos distribuídos por influenciadores participantes do projeto e por clientes que já fazem parte da comunidade Beta.

Para aderir, o interessado deve validar o convite no aplicativo Meu TIM e pagar a mensalidade de R$ 60. Segundo a operadora, a ativação está prevista para ocorrer em até 48 horas.

Os atuais clientes do TIM Beta também receberão convites para migrar para a nova versão. A estratégia busca manter os assinantes antigos e atrair novos usuários por meio das próprias comunidades.

TIM aposta em influenciadores para distribuir o plano

A divulgação do BetaCreator terá participação da TIM House, plataforma da operadora que reúne mais de 80 mil criadores de conteúdo cadastrados.

Inicialmente, 20 influenciadores serão responsáveis por apresentar o plano e distribuir convites. A expectativa da TIM é aumentar esse grupo para 60 participantes até dezembro de 2026. Os criadores selecionados receberão um ano de assinatura gratuita e códigos mensais para compartilhar com suas comunidades.

A iniciativa mantém a ideia de comunidade que marcou o TIM Beta desde seu lançamento, mas adapta a oferta ao público que acompanha criadores digitais e produz conteúdo para as redes sociais. Uma curiosidade é que a Starlink já é maior que TIM no Brasil no setor de banda larga fixa, segundo a Anatel.

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Novo TIM Beta terá 50 GB por R$ 60, mas só entra quem ganhar convite

Na última terça-feira (20), a TIM anunciou o BetaCreator, nova versão do TIM Beta que oferece 50 GB de internet por R$ 60 mensais. O plano mantém o preço da modalidade anterior, mas traz mudanças nos benefícios e na forma de contratação. Para entrar, será necessário receber um convite e validar o código pelo aplicativo Meu TIM.

A oferta inclui acesso a Facebook, Instagram, TikTok e X sem desconto da franquia de dados, além de Deezer Premium e benefícios do TIM Mais.

Outra novidade é a possibilidade de acumular a internet que sobrar de um mês para o seguinte, sem prazo de expiração enquanto o cliente permanecer no plano.

O que muda no novo TIM Beta?

O BetaCreator mantém a proposta de oferecer internet móvel e benefícios por uma mensalidade fixa, mas simplifica as opções disponíveis.

A TIM encerrou as diferentes categorias do Beta e passou a oferecer um único plano, com as mesmas condições para todos os assinantes.

A franquia não utilizada fica acumulada para os ciclos seguintes, sem data para expirar. Porém, quem sair do BetaCreator perderá os dados guardados.

O plano também inclui o chamado Modo Não Cai Nessa, recurso de segurança digital oferecido pelo EXA Segurança. A ferramenta busca tornar a navegação mais segura, inclusive durante o uso de redes públicas de internet.

Outra mudança é o fim da gamificação do TIM Beta, que permitia participar de desafios para conseguir benefícios. O aplicativo exclusivo da modalidade também será substituído pelo Meu TIM, que concentrará o gerenciamento do plano e dos convites.

TIM Beta

Como conseguir um convite para o BetaCreator?

O novo TIM Beta não terá contratação direta nas lojas ou no site da operadora. O acesso vai ser feito por códigos distribuídos por influenciadores participantes do projeto e por clientes que já fazem parte da comunidade Beta.

Para aderir, o interessado deve validar o convite no aplicativo Meu TIM e pagar a mensalidade de R$ 60. Segundo a operadora, a ativação está prevista para ocorrer em até 48 horas.

Os atuais clientes do TIM Beta também receberão convites para migrar para a nova versão. A estratégia busca manter os assinantes antigos e atrair novos usuários por meio das próprias comunidades.

TIM aposta em influenciadores para distribuir o plano

A divulgação do BetaCreator terá participação da TIM House, plataforma da operadora que reúne mais de 80 mil criadores de conteúdo cadastrados.

Inicialmente, 20 influenciadores serão responsáveis por apresentar o plano e distribuir convites. A expectativa da TIM é aumentar esse grupo para 60 participantes até dezembro de 2026. Os criadores selecionados receberão um ano de assinatura gratuita e códigos mensais para compartilhar com suas comunidades.

A iniciativa mantém a ideia de comunidade que marcou o TIM Beta desde seu lançamento, mas adapta a oferta ao público que acompanha criadores digitais e produz conteúdo para as redes sociais. Uma curiosidade é que a Starlink já é maior que TIM no Brasil no setor de banda larga fixa, segundo a Anatel.

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Mini aspirador da Xiaomi cabe no porta-copos do carro e custa só R$ 142

A Xiaomi lançou um mini aspirador portátil para carros que promete facilitar a limpeza dos bancos, dos cantos do veículo e de outras superfícies. O Mijia Car Vacuum Cleaner Portable Edition entrou em financiamento coletivo na China por 189 yuans, cerca de R$ 144, e promete potência de sucção de 20.000 Pa, corpo dobrável e acessórios para diferentes tarefas domésticas.

O aparelho é equipado com um motor sem escovas de 35 mm, capaz de atingir 150 mil rotações por minuto. Segundo a fabricante, o conjunto entrega força de sucção de 20.000 Pa, voltada à remoção de poeira e sujeira acumuladas no interior do carro.

Um dos destaques é o formato dobrável, que facilita guardar o aspirador sem ocupar muito espaço. O produto pesa apenas 446 gramas, permitindo segurá-lo com uma mão durante a limpeza.

Quando aberto, o equipamento fica alongado para alcançar áreas mais difíceis, como a parte inferior dos bancos e os cantos do porta-malas.

O tamanho compacto também promete favorecer o armazenamento no veículo, embora a fonte não informe as dimensões exatas nem confirme a compatibilidade com porta-copos específicos.

Bateria dura até 40 minutos

O aspirador tem três baterias de lítio de 2.500 mAh cada, e a autonomia chega a 40 minutos no modo econômico. Já no modo de sucção máxima, o tempo de funcionamento cai para 16 minutos.

Mini aspirador Xiaomi

A recarga é feita por uma entrada USB-C, com suporte a carregamento rápido de 22,5 W e o conjunto de acessórios aumenta as possibilidades de limpeza.

Já o bocal estreito alcança frestas entre os bancos e compartimentos das portas, enquanto a escova de cerdas macias ajuda a remover poeira do painel, das saídas de ar-condicionado e até de teclados de computador.

Tem também um bocal largo para áreas maiores e um acessório de sopro para retirar sujeira de espaços estreitos. Outro adaptador serve para encher boias infláveis, permitindo usar o equipamento em outras situações.

O aspirador ainda tem um sistema que separa a poeira do ar por força centrífuga, reduzindo o acúmulo de sujeira no filtro. Por enquanto, a Xiaomi não informou uma previsão de lançamento ou preço oficial para o Brasil, mas há um robô aspirador da Xiaomi que chegou ao Brasil e fica 75 dias sem esvaziar.

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Mini aspirador da Xiaomi cabe no porta-copos do carro e custa só R$ 142

A Xiaomi lançou um mini aspirador portátil para carros que promete facilitar a limpeza dos bancos, dos cantos do veículo e de outras superfícies. O Mijia Car Vacuum Cleaner Portable Edition entrou em financiamento coletivo na China por 189 yuans, cerca de R$ 144, e promete potência de sucção de 20.000 Pa, corpo dobrável e acessórios para diferentes tarefas domésticas.

O aparelho é equipado com um motor sem escovas de 35 mm, capaz de atingir 150 mil rotações por minuto. Segundo a fabricante, o conjunto entrega força de sucção de 20.000 Pa, voltada à remoção de poeira e sujeira acumuladas no interior do carro.

Um dos destaques é o formato dobrável, que facilita guardar o aspirador sem ocupar muito espaço. O produto pesa apenas 446 gramas, permitindo segurá-lo com uma mão durante a limpeza.

Quando aberto, o equipamento fica alongado para alcançar áreas mais difíceis, como a parte inferior dos bancos e os cantos do porta-malas.

O tamanho compacto também promete favorecer o armazenamento no veículo, embora a fonte não informe as dimensões exatas nem confirme a compatibilidade com porta-copos específicos.

Bateria dura até 40 minutos

O aspirador tem três baterias de lítio de 2.500 mAh cada, e a autonomia chega a 40 minutos no modo econômico. Já no modo de sucção máxima, o tempo de funcionamento cai para 16 minutos.

Mini aspirador Xiaomi

A recarga é feita por uma entrada USB-C, com suporte a carregamento rápido de 22,5 W e o conjunto de acessórios aumenta as possibilidades de limpeza.

Já o bocal estreito alcança frestas entre os bancos e compartimentos das portas, enquanto a escova de cerdas macias ajuda a remover poeira do painel, das saídas de ar-condicionado e até de teclados de computador.

Tem também um bocal largo para áreas maiores e um acessório de sopro para retirar sujeira de espaços estreitos. Outro adaptador serve para encher boias infláveis, permitindo usar o equipamento em outras situações.

O aspirador ainda tem um sistema que separa a poeira do ar por força centrífuga, reduzindo o acúmulo de sujeira no filtro. Por enquanto, a Xiaomi não informou uma previsão de lançamento ou preço oficial para o Brasil, mas há um robô aspirador da Xiaomi que chegou ao Brasil e fica 75 dias sem esvaziar.

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Leica cria câmera inspirada na Fórmula 1 que custa mais de R$ 50 mil

A Leica Q3 43 Formula 1 Edition é a nova câmera especial da fabricante alemã em parceria com a Fórmula 1. O modelo tem acabamento em fibra de carbono, detalhes inspirados nos carros de corrida e recursos exclusivos de fotografia, e chega ao mercado em 21 de outubro de 2026, com preço de US$ 9.950, cerca de R$ 50.944.

A câmera combina a linha de câmeras Q3 com elementos visuais do automobilismo, e apesar das mudanças no acabamento e de um perfil de cores exclusivo, mantém as principais especificações da Leica Q3 43 tradicional.

A fabricante aplicou fibra de carbono no punho com carregamento sem fio, no apoio para o polegar e no botão de disparo, e as peças foram produzidas e testadas na Alemanha.

O corpo também recebe um revestimento preto texturizado chamado Microvelour, inspirado nos volantes dos carros de Fórmula 1. Detalhes vermelhos, logotipos exclusivos da categoria e uma alça de corda completam o conjunto.

A câmera pode interessar a quem acompanha os bastidores das corridas, já que sua lente fixa é mais adequada para registrar pessoas, ambientes e momentos espontâneos do que para fotografar carros distantes em alta velocidade.

Modelo mantém sensor de 60 MP e lente fixa

Leica Formula 1

Por dentro, a edição especial mantém a configuração da Leica Q3 43. O equipamento tem sensor full-frame BSI de 60 MP e lente fixa APO-Summicron de 43 mm, com abertura f/2.

A câmera também ganha um perfil de imagem exclusivo chamado “Formula 1” Leica Look. Disponível somente nessa edição por meio do aplicativo Leica FOTOS, ele aumenta o contraste e a saturação das cores para criar imagens com aparência mais intensa.

O fotógrafo pode aplicar o visual diretamente na câmera e conferir uma prévia pelo visor eletrônico antes de fazer a foto.

A Leica apresentou a parceria em um evento na Leica Store and Gallery, em Los Angeles, nos Estados Unidos. A ocasião teve a participação de Jenson Button, ex-campeão mundial de Fórmula 1.

Dito isso, a câmera da Leica inspirada na Fórmula 1 estará disponível a partir desta quarta (21) em lojas da marca, na loja oficial on-line e em revendedores especializados. Recentemente, a Leica relançou a lente usada por espiões para fotografar às escondidas na Guerra Fria.

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Leica cria câmera inspirada na Fórmula 1 que custa mais de R$ 50 mil

A Leica Q3 43 Formula 1 Edition é a nova câmera especial da fabricante alemã em parceria com a Fórmula 1. O modelo tem acabamento em fibra de carbono, detalhes inspirados nos carros de corrida e recursos exclusivos de fotografia, e chega ao mercado em 21 de outubro de 2026, com preço de US$ 9.950, cerca de R$ 50.944.

A câmera combina a linha de câmeras Q3 com elementos visuais do automobilismo, e apesar das mudanças no acabamento e de um perfil de cores exclusivo, mantém as principais especificações da Leica Q3 43 tradicional.

A fabricante aplicou fibra de carbono no punho com carregamento sem fio, no apoio para o polegar e no botão de disparo, e as peças foram produzidas e testadas na Alemanha.

O corpo também recebe um revestimento preto texturizado chamado Microvelour, inspirado nos volantes dos carros de Fórmula 1. Detalhes vermelhos, logotipos exclusivos da categoria e uma alça de corda completam o conjunto.

A câmera pode interessar a quem acompanha os bastidores das corridas, já que sua lente fixa é mais adequada para registrar pessoas, ambientes e momentos espontâneos do que para fotografar carros distantes em alta velocidade.

Modelo mantém sensor de 60 MP e lente fixa

Leica Formula 1

Por dentro, a edição especial mantém a configuração da Leica Q3 43. O equipamento tem sensor full-frame BSI de 60 MP e lente fixa APO-Summicron de 43 mm, com abertura f/2.

A câmera também ganha um perfil de imagem exclusivo chamado “Formula 1” Leica Look. Disponível somente nessa edição por meio do aplicativo Leica FOTOS, ele aumenta o contraste e a saturação das cores para criar imagens com aparência mais intensa.

O fotógrafo pode aplicar o visual diretamente na câmera e conferir uma prévia pelo visor eletrônico antes de fazer a foto.

A Leica apresentou a parceria em um evento na Leica Store and Gallery, em Los Angeles, nos Estados Unidos. A ocasião teve a participação de Jenson Button, ex-campeão mundial de Fórmula 1.

Dito isso, a câmera da Leica inspirada na Fórmula 1 estará disponível a partir desta quarta (21) em lojas da marca, na loja oficial on-line e em revendedores especializados. Recentemente, a Leica relançou a lente usada por espiões para fotografar às escondidas na Guerra Fria.

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Óculos inteligentes da Samsung têm problema de design que a Meta já resolveu

Os futuros óculos inteligentes da Samsung e do Google podem ter dificuldade para competir com os Ray-Ban Meta porque ainda não provaram que suas armações ficam bem em diferentes formatos de rosto. A preocupação vai além da aparência e se concentra no formato, conforto e caimento, o que pode influenciar diretamente a decisão de compra.

Então essa parceria entre Samsung, Google, Warby Parker e Gentle Monster terá de convencer o público de que seus modelos são boas opções para o dia a dia.

A armação Wayfarer traz um formato que combina com diferentes tipos de rosto, enquanto a estrutura mais grossa dá personalidade ao acessório.

Como muitos consumidores já experimentaram uma armação Wayfarer ou conhecem alguém que usa o modelo. Isso facilita a escolha pela internet, mesmo quando o comprador não consegue testar a versão com recursos inteligentes antes da compra.

Samsung ainda precisa mostrar os óculos no grande público

A Samsung e o Google apostaram nas marcas Warby Parker e Gentle Monster para desenvolver armações que combinem tecnologia e estilo, com a ideia de superar a dificuldade histórica de empresas de tecnologia para criar acessórios visualmente atraentes.

Mesmo meses depois do anúncio, a divulgação ainda mostra os dispositivos principalmente em modelos profissionais, e uma preocupação dos especialistas da área é que isso dificulta avaliar como as armações ficam em diferentes formatos de rosto e se combinam com o estilo de pessoas comuns.

Óculos Google Samsung

Nesse cenário, a Samsung e Google precisam apresentar seus óculos em situações reais antes do lançamento, uma vez que a falta de demonstrações pode dificultar a conquista de compradores que já conhecem a concorrência.

Óculos inteligentes fashion da Samsung e do Google

Os óculos inteligentes da Samsung e do Google funcionam como acessórios conectados ao celular e permitem acessar recursos do Gemini sem usar as mãos.

Entre as funções previstas estão orientações de navegação passo a passo, resumos de notificações e sugestões de lugares próximos.

Os dispositivos também podem traduzir textos no campo de visão e áudios de conversas, além de tirar fotos e interagir com outros aparelhos do ecossistema Galaxy.

A novidade marca a expansão do Android XR para um formato mais leve e discreto que o headset Galaxy XR, voltado à realidade mista. As especificações completas ainda não foram divulgadas, e a previsão citada no anúncio é de lançamento internacional no segundo semestre de 2026. Enquanto isso, os óculos inteligentes da Samsung vazam com câmera de 12 MP e bateria de 72 horas.

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Óculos inteligentes da Samsung têm problema de design que a Meta já resolveu

Os futuros óculos inteligentes da Samsung e do Google podem ter dificuldade para competir com os Ray-Ban Meta porque ainda não provaram que suas armações ficam bem em diferentes formatos de rosto. A preocupação vai além da aparência e se concentra no formato, conforto e caimento, o que pode influenciar diretamente a decisão de compra.

Então essa parceria entre Samsung, Google, Warby Parker e Gentle Monster terá de convencer o público de que seus modelos são boas opções para o dia a dia.

A armação Wayfarer traz um formato que combina com diferentes tipos de rosto, enquanto a estrutura mais grossa dá personalidade ao acessório.

Como muitos consumidores já experimentaram uma armação Wayfarer ou conhecem alguém que usa o modelo. Isso facilita a escolha pela internet, mesmo quando o comprador não consegue testar a versão com recursos inteligentes antes da compra.

Samsung ainda precisa mostrar os óculos no grande público

A Samsung e o Google apostaram nas marcas Warby Parker e Gentle Monster para desenvolver armações que combinem tecnologia e estilo, com a ideia de superar a dificuldade histórica de empresas de tecnologia para criar acessórios visualmente atraentes.

Mesmo meses depois do anúncio, a divulgação ainda mostra os dispositivos principalmente em modelos profissionais, e uma preocupação dos especialistas da área é que isso dificulta avaliar como as armações ficam em diferentes formatos de rosto e se combinam com o estilo de pessoas comuns.

Óculos Google Samsung

Nesse cenário, a Samsung e Google precisam apresentar seus óculos em situações reais antes do lançamento, uma vez que a falta de demonstrações pode dificultar a conquista de compradores que já conhecem a concorrência.

Óculos inteligentes fashion da Samsung e do Google

Os óculos inteligentes da Samsung e do Google funcionam como acessórios conectados ao celular e permitem acessar recursos do Gemini sem usar as mãos.

Entre as funções previstas estão orientações de navegação passo a passo, resumos de notificações e sugestões de lugares próximos.

Os dispositivos também podem traduzir textos no campo de visão e áudios de conversas, além de tirar fotos e interagir com outros aparelhos do ecossistema Galaxy.

A novidade marca a expansão do Android XR para um formato mais leve e discreto que o headset Galaxy XR, voltado à realidade mista. As especificações completas ainda não foram divulgadas, e a previsão citada no anúncio é de lançamento internacional no segundo semestre de 2026. Enquanto isso, os óculos inteligentes da Samsung vazam com câmera de 12 MP e bateria de 72 horas.

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“Devemos desculpas”: empresa atrasa 5 meses câmera que rivalizaria com a DJI

A fabricante XTRA pediu desculpas pelo atraso das câmeras Muse 2 e Muse 2 Pro, anunciadas em agosto, mas ainda sem data definida para chegar ao mercado. Em uma publicação feita no X, a companhia afirmou que está trabalhando para lançar a nova geração "o mais rápido possível", sem divulgar uma previsão até concluir os testes.

A mensagem chama atenção porque a XTRA também reconhece os atrasos enfrentados pela comunidade. Segundo a empresa, a decisão de não informar uma data vaga foi tomada para evitar novas expectativas antes de ter o lançamento confirmado.

A empresa apresentou a Muse 2 Pro em um evento realizado em julho e voltou a mencionar a câmera em 13 de agosto. Mesmo após meses de espera, os novos modelos ainda não chegaram às lojas.

No posicionamento publicado no X, a XTRA afirma que quer avisar os consumidores assim que a data estiver realmente definida: "Não vamos lançar uma data vaga até que o hardware e o firmware estejam 100% verificados", diz a mensagem.

A empresa também afirma que os atrasos não mudaram seu compromisso com os próximos modelos. "Apesar dos contratempos e atrasos ao longo do caminho, nosso compromisso com uma verdadeira XTRA CHOICE nunca vacilou".

Empresa aproveita para promover a Muse original

Enquanto a segunda geração não chega, a XTRA voltou a destacar a Muse original. Na publicação, a companhia apresenta a câmera como uma alternativa para quem quer gravar vídeos estabilizados sem carregar equipamentos grandes, e ainda compara o produto com smartphones e equipamentos profissionais mais caros.

"Smartphones: vocês são ótimos para fotos casuais. Mas truques de algoritmo só conseguem chegar até certo ponto", afirma a XTRA, ao destacar o sensor de 1 polegada e as lentes ópticas da Muse.

A empresa também diz que câmeras profissionais de mais de US$ 2.000 (cerca de R$ 10.240) seriam mais adequadas para produções de cinema do que para passeios do dia a dia.

Atraso acontece em meio a problemas com a DJI

A demora da Muse 2 acontece em um momento complicado para a XTRA. A empresa americana vinha sendo vista como uma possível alternativa aos produtos da DJI nos Estados Unidos, principalmente após restrições envolvendo a fabricante chinesa.

Segundo o texto, a situação ficou mais complicada quando a FCC (órgão regulador dos EUA) colocou a investigação para incluir a XTRA, após uma acusação de que os dispositivos da empresa seriam cópias exatas de hardware. A XTRA chegou a devolver valores de pré-vendas feitas depois do anúncio relacionado à investigação.

O texto também menciona que a FCC propôs uma multa de US$ 25 mil (cerca de R$ 128 mil) à XTRA, em parte por alegada falta de resposta às investigações.

Por enquanto, a empresa mantém a promessa de lançar a Muse 2 e a Muse 2 Pro, mas ainda não revelou quando isso vai acontecer. Em meio a essa novela, o DJI Neo 3 vazou e deve mudar bastante a forma de pilotar.

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Fone da Samsung que não entra no ouvido vai custar R$ 1.100 e já tem data

A Samsung apresentou seu primeiro fone de ouvido sem fio com formato clip-on, o Galaxy Buds On. O modelo deixa o canal auditivo aberto e fica preso ao redor da orelha, focado em exercícios e atividades ao ar livre. O lançamento acontece primeiro na Coreia do Sul em 27 de outubro, por KRW 299 mil, cerca de R$ 1.126.

A Samsung afirma ter estudado diferentes formatos de orelha para definir a posição dos componentes. A área de contato maior também ajuda a distribuir a pressão de maneira mais uniforme, enquanto a estrutura em formato de clipe foi pensada para manter o fone firme durante movimentos intensos.

A proposta faz sentido para corridas e exercícios ao ar livre, quando ouvir o que acontece ao redor pode ser importante. O design dos Galaxy Buds que se prendem na orelha já tinha vazado  anteriormente. 

Fone tenta resolver os problemas do formato aberto

Só que um dos desafios dos fones abertos é entregar graves suficientes sem aumentar o vazamento de som. Para isso, o Galaxy Buds On traz um sistema de dois alto-falantes chamado TwinBoost, que trabalha principalmente nas frequências mais baixas.

O modelo também tem um recurso para reduzir o vazamento de áudio e ajusta automaticamente o volume de acordo com o ambiente. A bateria oferece até 9,5 horas de reprodução com uma carga.

galaxy buds on

Por dentro, o fone usa a plataforma Snapdragon S7 Gen 1 Sound Platform, da Qualcomm, acompanhada de um amplificador de alta eficiência.

Galaxy Buds On tem recursos de IA

A Samsung também incluiu funções ligadas ao Galaxy AI. O usuário pode acessar o Gemini Live sem precisar segurar o celular e gravar anotações rápidas de voz.

O fone tem três microfones e um sensor que capta a voz por meio da condução óssea, para melhorar as chamadas.

Também é possível responder chamadas, dispensar alarmes e interagir com notificações usando movimentos da cabeça.

Preço e lançamento

O Galaxy Buds On será vendido inicialmente na Coreia do Sul a partir de 27 de outubro, exclusivamente na cor preta. A Samsung ainda não informou os preços ou as datas de lançamento em outros mercados. A expansão internacional deve acontecer posteriormente. Atualmente, a JBL lança fone que não tampa os ouvidos e limita o volume, indo na mesma onda.

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Samsung prepara óculos inteligentes para novembro e desafia Apple e Meta

A Samsung deve lançar seus primeiros óculos inteligentes em novembro, colocando no mercado um novo rival para os dispositivos da Meta e para os futuros óculos da Apple. O produto apareceu em registros da FCC, órgão regulador dos Estados Unidos, e já teve o mês de lançamento confirmado pela própria Samsung.

Os óculos fazem parte da estratégia da empresa para o Android XR, plataforma voltada a dispositivos de realidade estendida.

O modelo também deve ser desenvolvido em parceria com as marcas Warby Parker e Gentle Monster, que trabalham em diferentes versões do acessório.

Óculos da Samsung aparecem em registro

Os registros mostram dois modelos diferentes, identificados pelos códigos SM-O200J e SM-O200P. A diferença está principalmente no desenho das hastes, o que indica que podem ser as versões produzidas em parceria com Gentle Monster e Warby Parker.

As informações disponíveis ainda não revelam todas as especificações do produto, mas o documento mostra que os óculos serão carregados com uma entrada de 5 V e 1 A, equivalente a 5 W de potência.

A Samsung já tinha antecipado que pretende fazer dos óculos um dos modelos mais leves do mercado. Segundo informações citadas no material, a empresa trabalha com uma meta de 46 gramas, cerca de 5 gramas a menos que os óculos inteligentes da Meta, que pesam 51 gramas.

Óculos Samsung

Câmera e recursos de inteligência artificial

Os óculos devem trazer um chip Qualcomm Snapdragon AR1 Gen 1, desenvolvido para acessórios compactos. O dispositivo também terá uma câmera de 12 MP com sensor Sony, alto-falantes que deixam os ouvidos livres e vários microfones com redução de ruído.

Os controles ficam nas próprias hastes dos óculos, enquanto o usuário também poderá comandar algumas funções pelo Galaxy Watch ou por um celular Galaxy.

A integração com o Gemini será uma das principais apostas do produto. A Samsung pretende oferecer recursos como tradução ao vivo, resumo de mensagens e busca por informações a partir do que a câmera identifica.

Lançamento acontece em novembro

Sabemos que os óculos chegam em novembro, mas a data exata ainda não foi divulgada. A empresa pode aproveitar o período próximo à Black Friday, quando o movimento de compras costuma aumentar.

O preço também continua desconhecido. A expectativa é que o aparelho fique próximo dos óculos da Meta, estimados em US$ 449, o equivalente a aproximadamente R$ 2.299.

Enquanto isso, os óculos da Apple serão "Apple Watch para o rosto" em vez de câmera para Instagram. A fabricante vai focar em exibição de frequência cardíaca e calorias queimadas e chegou até a estudar funções de exercícios para o Vision Pro.

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