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The 5-Second Rule is scientifically false

Since elementary school, we’ve all been taught the “5-Second Rule.” The idea is simple: Food dropped on the floor is still perfectly edible if retrieved in under five seconds. The logic behind the theory, such as it is, is that germs and dirt and pet dander are somehow caught by surprise by the sudden arrival of food and need a few seconds to get their bearings. If you snatch the food up quick enough, they won’t have time to get it “dirty.”

Even as kids, we were skeptical but admit it–you still roll the dice on it every now and again. It’s like shouting “shotgun” before getting into the passenger seat even if it’s only you and the driver. It’s instinctual. But is it true? 

“Let’s go with ‘No,’ there is no truth to the ‘5-second rule’,” says Gillson Sciences Director of Operations Erin Thane. “But I would argue that specifics matter.” 

Wetness matters

As Thane explains, variables such as comparative wetness of said food and type of flooring can swing things one way or another. “Food dropped on a carpet will likely pick up less contamination than food dropped on a smooth surface with the same microbial loads. Sticky or wet foods will likely pick up more contamination than dry foods dropped on the same contaminated surfaces.”

bread with jam on a wooden floor
Sticky food will pick up more contamination. Image: Getty Images Patrick Strattner

And that’s not all. “There are actually a lot of nuances to this question,” says Thane. “Is it the floor of Windsor Castle or a public bathroom? Was sticky gum dropped and then put back in the mouth, or was it a goldfish cracker? Am I a healthy adult eating something off the ground or an immunocompromised individual?” 

Your floors are dirtier than you think

Perhaps more surprising, according to Thane, is that the floors in your home and floors in public spaces actually don’t vary in cleanliness as much as you’d like to think. As Thane puts it, “We all wear the same shoes–or socks hopefully in the home–across the floors we encounter daily, like the kitchen and bathroom, to other areas or spaces. We are constantly picking up hitchhiking germs and depositing them from one floor to the next.” 

Specifically skin-inhabiting bacteria such as Staphylococcus (which puts the “Staph” in “Staph Infection”) and Corynebacterium (which can cause diphtheria) to gut bacteria such as Bacteroides. Shoes, clothing, and bags can also carry Bacillus or mold or yeast that can cause nausea and vomiting.  

While there are mitigating factors, it’s safe to say that in terms of grossness, the “5-Second Rule” is pretty high up there. 

“I would certainly stay away from any wet, moist or sticky foods which act like a sponge and will immediately cling to any and all dirt, debris and contamination that it comes into contact with,” advises Thane. “However, after everything we have discussed so far, I refer back to the best practice or rule of thumb which is to just not eat any food off the floor.”

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Com comandos no Claude e Grok, hackers atacam mais de 400 instituições financeiras

Um grupo de hackers utilizou o Claude, da Anthropic, e o Grok, da xAI, para automatizar ataques contra mais de 400 instituições financeiras da América Latina. Segundo uma investigação divulgada nesta semana pela empresa de cibersegurança Straiker, os criminosos conseguiram roubar senhas, dados bancários e outras informações utilizando comandos de inteligência artificial (IA).

O esquema foi atribuído ao CyberCartel, grupo criminoso que atua desde pelo menos 2012 e já tinha um histórico de ataques contra empresas do setor financeiro latino-americano.

Desta vez, os hackers desenvolveram um sistema chamado CARLIY0S, que distribui diferentes tarefas entre agentes de IA e permite executar ataques com pouca intervenção humana.

De acordo com a investigação, os alvos incluíam bancos, empresas de pagamentos e fintechs. O relatório não identifica publicamente as instituições afetadas nem confirma que todas as 400 tiveram seus sistemas invadidos.

Como os hackers usaram Claude e Grok para atacar bancos?

O CyberCartel criou uma estrutura em que diferentes modelos de inteligência artificial trabalhavam juntos para identificar vulnerabilidades e explorar os sistemas das instituições financeiras.

O Claude foi utilizado como uma espécie de coordenador da operação, por meio do Cursor, ferramenta de programação com IA. A partir de comandos gerais fornecidos pelos criminosos, o sistema distribuía as atividades entre outros agentes.

Segundo a Straiker, quatro agentes baseados no Claude tinham funções específicas, incluindo identificar possíveis falhas, escrever códigos para explorar vulnerabilidades e avaliar as melhores estratégias de ataque.

O Grok, por sua vez, foi utilizado em atividades de coleta de informações. A investigação identificou cinco agentes ligados ao modelo, responsáveis por alimentar um banco de dados com informações obtidas durante as operações.

O grupo também recorreu ao Kimi, modelo desenvolvido pela empresa chinesa Moonshot AI.

Com essa estrutura, os criminosos conseguiram automatizar diferentes etapas das invasões, desde a identificação de possíveis vítimas até a exploração de vulnerabilidades e a coleta de dados.

A Straiker afirma que o sistema permitiu atacar mais de 400 alvos financeiros em poucos meses, ampliando consideravelmente a capacidade operacional do grupo.

hacker cibersegurança

Como os hackers conseguiram enganar as IAs?

Um dos principais pontos da investigação foi a facilidade com que os criminosos conseguiram contornar algumas das restrições de segurança dos modelos.

Ferramentas como Claude e Grok possuem mecanismos destinados a impedir a geração de instruções para atividades criminosas. Entretanto, o CyberCartel encontrou maneiras de apresentar suas solicitações como se fossem legítimas.

Segundo a Straiker, os hackers informavam aos modelos que estavam realizando testes de segurança autorizados, pesquisas acadêmicas ou atividades destinadas a identificar vulnerabilidades.

Com esse contexto, os agentes de IA chegaram a produzir códigos e instruções que poderiam ser utilizados nos ataques.

Quando uma ferramenta recusava determinada solicitação, o sistema podia recorrer a outro modelo ou utilizar códigos maliciosos previamente preparados.

A investigação aponta que os comandos enviados pelos operadores podiam ser relativamente simples, já que a estrutura de agentes ficava responsável por planejar e executar atividades mais complexas.

O sistema, porém, dependia de uma infraestrutura desenvolvida especificamente para as operações, incluindo servidores, ferramentas de segurança e programas de automação.

Quase 4,5 mil registros foram encontrados

No dia 24 de setembro, os pesquisadores da Straiker conseguiram acessar uma cópia do banco de dados utilizado pelo CyberCartel.

O material, chamado FinancialSoft, continha 4.493 registros, incluindo informações financeiras, senhas e credenciais de acesso a sistemas.

Entre os dados identificados estavam:

  • 2.911 endereços de e-mail;

  • 903 números de contas bancárias;

  • 391 chaves de API, utilizadas na comunicação entre sistemas;

  • 67 senhas armazenadas em texto simples;

  • 51 credenciais de acesso a portais;

  • 6 mecanismos que permitiam manter acesso indevido a sistemas comprometidos.

A investigação também identificou mais de 200 vulnerabilidades, incluindo falhas até então desconhecidas, chamadas de zero-day.

Parte das informações estava relacionada ao SPEI, sistema utilizado para transferências bancárias no México.

Os pesquisadores alertam que determinadas credenciais poderiam permitir o acesso indevido à infraestrutura de pagamentos, embora o relatório não estabeleça quantas transações fraudulentas foram realizadas.

A Straiker não divulgou os nomes das instituições envolvidas para evitar novos riscos de segurança. Também não há confirmação pública de bancos brasileiros entre as vítimas.

Entre e-mail, banco, lojas e streaming, criar uma senha forte para cada conta dá um trabalhão, e reaproveitá-las é um risco. O NordPass, gerenciador de senhas da NordVPN, está em oferta: o plano individual tem 53% de desconto + 3 meses extras, a R$ 4,90/mês, e o anual sai a partir de R$ 6,90/mês, com 33% de desconto. Aproveite e assine!

códigos

O que dizem as empresas responsáveis pelas IAs?

Após identificar a operação, a Straiker compartilhou os resultados com as empresas responsáveis pelos modelos utilizados pelos criminosos.

A Anthropic confirmou que investigou o caso e bloqueou a credencial comprometida utilizada para acessar o Claude, interrompendo o acesso do grupo por aquele meio.

Já a xAI foi notificada sobre as atividades dos cinco agentes associados ao Grok e informou que está analisando o caso.

Segundo o Tom's Hardware, a Straiker também tentou entrar em contato com a Moonshot AI, responsável pelo Kimi.

O episódio ocorre em meio ao aumento das preocupações com a utilização de agentes de inteligência artificial em crimes cibernéticos.

Em novembro de 2025, a própria Anthropic já havia divulgado uma investigação sobre o uso do Claude em ataques cibernéticos com elevado grau de automação.

No caso do CyberCartel, a principal descoberta foi a utilização coordenada de diferentes modelos comerciais, permitindo que um grupo relativamente pequeno de operadores conduzisse ataques simultâneos contra centenas de organizações.

Veja também: IA da OpenAI acha em 32 minutos pistas sobre doença similar ao Parkinson

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Canais de irrigação? Como um erro astronômico do século 19 criou mito dos "marcianos"

Quando falamos sobre vida fora da Terra, é difícil não pensar em figuras como seres esverdeados e de olhos grandes no Planeta Vermelho. Mas, afinal, de onde surgiu a ideia de que poderia haver vida em Marte? Tudo começou em 1877, quando o astrônomo italiano Giovanni Schiaparelli começou a mapear a superfície deste nosso vizinho e identificou algo curioso.

Em suas observações, ele percebeu que o Planeta Vermelho era coberto por contornos geométricos, com linhas longas, retas e misteriosas; claro que, na época, ele não sabia exatamente o que tinha visto, mas as chamou de “canali”, termo em italiano que, em inglês, foi equivocadamente traduzido para channels, ou canais. E eis que, 15 anos depois, o norte-americano Percival Lowell chegou a uma conclusão parecida.

mapa de marte

Embora fosse um amador, ele entrou em contato com dois astrônomos de Harvard e adquiriu instrumentos adequados para observar Marte. Em 1895, ele concluiu que as linhas na superfície de Marte pertenciam a um sistema de irrigação para lá de sofisticado, e mais: o sistema que serviria inclusive para abastecer oásis, os quais seriam responsáveis por regar as plantações dos habitantes do planeta.

Vida em Marte?

As observações de Schiaparelli não foram exatamente convincentes no que diz respeito à presença de vida inteligente em Marte, mas, de fato, houve sim algum ruído na imprensa. O episódio foi resgatado em um livro do jornalista David Baron, que recordou que, na época, a palavra “marcianos” nem era de uso comum. Com o tempo, Marte e os “marcianos” se tornaram ícones de publicidade e, claro, na cultura pop — afinal, quem não se lembra de “Guerra dos Mundos”, que retrata uma fictícia invasão marciana na Terra?

rover Perseverance

O mais curioso é que, mesmo neste ponto, a ideia de vida em Marte ainda não tinha conseguido muito apoio. Com o tempo, Lowell e seus colegas encontraram novas “evidências” dos supostos canais de irrigação, e aí tudo começou a ficar mais sério — tanto que até o tradicional jornal New York Times publicou um perfil do autor sob o título “Há vida no planeta Marte”.

Seria injusto torcer o nariz para as colocações de Lowell, já que ele realmente acreditava em suas alegações e, com o tempo, as dele e as de Schiaparelli se mostraram infundadas. Hoje, o cenário é outro — tanto que a ciência já conta com a astrobiologia, a área dedicada ao estudo da origem, da evolução e da distribuição da vida pelo universo.

Por isso, cientistas da NASA e de outras agências espaciais seguem, sim, investigando a possibilidade de vida em Marte, mas não esperam encontrar ser vivo nenhum lá atualmente. Na verdade, a ideia é buscar por pistas de possíveis seres que podem ter existido lá no passado, quando o planeta era mais quente e ainda tinha água.

Já se perguntou o que os cientistas diriam se descobrirem vida extraterrestre?

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Hyundai derruba preços do i20 e hatch sai mais em conta que VW Polo

Quer renovar a garagem? Se sim, vale a pena ficar de olho na nova campanha de descontos da Hyundai, que passou a oferecer seu hatch i20 com reduções de até R$ 5 mil em todas as configurações. Com a oferta, o compacto fica mais em conta que o Volkswagen Polo Track 1.0 na versão MPI, que custa a partir de R$ 97.990.

Com os descontos para consolidar o hatch em relação aos concorrentes, a tabela de preços do modelo varia entre R$ 94.990 e R$ 134.990; a maior redução ficou por conta da versão Limited com câmbio manual, que agora sai por R$ 99.740.

hyundai i20

As ofertas estão disponíveis na loja da sul-coreana no Mercado Livre e, para aproveitá-las, é preciso ter um usado para a troca. Além disso, dá para financiar as unidades escolhidas em até 12 vezes com taxa zero.

Como é o Hyundai i20

Com 4,13 metros de comprimento, o hatch traz dimensões superiores às do HB20 e porta-malas com capacidade para 346 litros. Além disso, o catálogo do i20 dispõe de duas opções de motorização com três cilindros.

As configurações de entrada trazem o motor 1.0 aspirado de até 80 cv acoplado ao câmbio manual de cinco marchas, enquanto as topo de linha adotam o motor 1.0 TGDi turbo flex de 115 cv e 17,5 kgfm de torque, combinado à transmissão automática de seis velocidades. Segundo dados do Inmetro, o conjunto turbo registra médias de até 14,3 km/l de gasolina em rodovias.

Desde a versão de entrada Comfort MPI, o hatch traz de série seis airbags, painel de instrumentos digital, central multimídia de 10,25” com espelhamento sem fio, acionamento automático dos faróis de LED e chave presencial. As variantes mais equipadas, como a Ultimate, adicionam rodas de 17”, assistentes de condução semiautônoma com recursos como o controle de cruzeiro adaptativo, alerta de ponto cego e frenagem autônoma de emergência.

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10 jogos clássicos de PC dos anos 1990

A década de 1990 é amplamente reconhecida como a era de ouro da indústria de games, principalmente no PC. Diferente dos consoles da época, o computador estava em constante evolução, servindo de palco para o nascimento do 3D real, para a chegada do CD-ROM com suas narrativas cinematográficas e para a popularização do modelo shareware e da jogatina em rede local.

Jogar no computador naquela época era quase um ritual técnico. Antes de começar, o jogador precisava encarar linhas de comando no MS-DOS, ajustar parâmetros de memória e configurar manualmente placas de som e controles. Essa liberdade e complexidade permitiram que os desenvolvedores ousassem como nunca, criando mecânicas profundas e linguagens visuais que moldariam a indústria para sempre.

Toda essa coragem criativa deu origem a uma diversidade sem precedentes de estilos. O PC se tornou o lar definitivo para shooters em primeira pessoa, simulações de gerenciamento complexas, aventuras point-and-click, RPGs com visão isométrica e quebra-cabeças imersivos.

Abaixo, listamos 10 jogos inesquecíveis que não apenas definiram os anos 1990 no PC, mas também estabeleceram as bases do que jogamos até hoje.

1. The Secret of Monkey Island (1990)

Mestre absoluto do gênero point-and-click, o clássico da LucasArts apresentou ao mundo o aspirante a pirata Guybrush Threepwood, conquistando gerações de jogadores com seu humor afiado, quebra-cabeças criativos com duelos de espadas baseados em insultos e a icônica trilha sonora criada por Michael Land.

2. Wolfenstein 3D (1992)

Considerado o verdadeiro pai dos jogos de tiro em primeira pessoa (os FPS), Wolfenstein 3D colocou o jogador no papel do agente B.J. Blazkowicz em sua fuga de uma fortaleza nazista, utilizando um motor gráfico revolucionário idealizado por John Carmack que simulava cenários tridimensionais com velocidade impressionante para a época.

3. Doom (1993)

Um verdadeiro fenômeno cultural e tecnológico, Doom aperfeiçoou a fórmula de Wolfenstein 3D ao introduzir iluminação dinâmica, variação de altura de cenários, violência visceral e o lendário modo multiplayer Deathmatch, consolidando a id Software e redefinindo para sempre os jogos de PC e o gênero shooter.

4. Myst (1993)

Criado pelos irmãos Robyn e Rand Miller, Myst foi o título que impulsionou a adoção dos leitores de CD-ROM ao redor do mundo, oferecendo uma ilha misteriosa pré-renderizada repleta de enigmas intrincados, exploração contemplativa e uma atmosfera imersiva que conquistou tanto jogadores casuais quanto entusiastas.

5. SimCity 2000 (1993)

Evoluindo a fórmula de simulação urbana, SimCity 2000 introduziu uma visão isométrica detalhada, gerenciamento orçamentário complexo, sistemas de infraestrutura de água e energia e desastres naturais variados, se tornando uma referência absoluta no gênero de gerenciamento e estratégia.

6. Tomb Raider (1996)

Responsável por popularizar a exploração em ambientes verdadeiramente tridimensionais com câmera em terceira pessoa, Tomb Raider apresentou ao mundo a arqueóloga Lara Croft em uma combinação marcante de plataforma, resolução de enigmas em ruínas antigas e combate contra criaturas ferozes. Esse jogo, inclusive, retorna em 2027 com um reboot.

7. Quake (1996)

Superando os limites dos motores gráficos da época, Quake trouxe um mundo inteiramente renderizado em 3D poligonal com iluminação em tempo real e física avançada, logo se estabelecendo como o pilar definitivo do shooter competitivo através de seu modo multiplayer acelerado.

8. Diablo (1997)

A Blizzard Entertainment redefiniu o gênero dos RPGs de ação ao criar uma experiência focada na exploração de calabouços sombrios, na geração procedural de cenários e itens e em uma jogabilidade viciante baseada em cliques do mouse que se tornou perfeita para a jogatina cooperativa através do serviço Battle.net.

9. Half-Life (1998)

Estreia avassaladora da Valve no mercado, Half-Life revolucionou a narrativa nos jogos de tiro ao contar a saga do físico Gordon Freeman de maneira contínua, sem interromper a ação com cenas pré-renderizadas, integrando inteligência artificial avançada e cenários interativos ao enredo.

10. RollerCoaster Tycoon (1999)

Desenvolvido de forma brilhante quase inteiramente na linguagem Assembly por Chris Sawyer, o RollerCoaster Tycoon colocou os jogadores no comando da construção e administração de parques de diversões, combinando física precisa no design de montanhas-russas com uma gestão financeira minuciosa e viciante.

Um top 10 é só a ponta do iceberg quando falamos de clássicos de PC dos anos 1990. Poderíamos ainda mencionar Unreal Tournament, Age of Empires, Lemmings, StarCraft, Thief e muitos outros, mas nossa lista definitiva é:

  1. The Secret of Monkey Island
  2. Wolfenstein 3D
  3. Doom
  4. Myst
  5. SimCity
  6. Tomb Raider
  7. Quake
  8. Diablo
  9. Half-Life
  10. RollerCoaster Tycoon

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Netflix, Disney+ e mais: Vivo lança combos de streaming com até 40% de desconto

A Vivo anunciou, nesta sexta-feira (23), quatro novos pacotes que permitem contratar até cinco serviços de streaming por preços menores do que os das assinaturas individuais. As opções começam em R$ 49,90 mensais e incluem plataformas como Netflix, Disney+, Amazon Prime, Globoplay e HBO Max, com descontos que podem chegar a 40%, segundo a operadora.

A alternativa mais completa custa R$ 74,90 por mês e reúne cinco plataformas. Já os outros três combos oferecem diferentes combinações de serviços por R$ 49,90.

A novidade está disponível para clientes Vivo Pós, Controle, Fibra e Vivo Total, sem exigência de fidelidade na contratação dos aplicativos.

Quais são os novos combos de streaming da Vivo?

Os pacotes incluem opções com três ou cinco serviços. A Netflix e o Amazon Prime aparecem em todas as combinações, enquanto as demais plataformas variam conforme o preço.

Confira os valores anunciados:

Streamings incluídos

Preço mensal

Netflix, Amazon Prime e Disney+

R$ 49,90

Netflix, Amazon Prime e Globoplay

R$ 49,90

Netflix, Amazon Prime e YouTube Premium

R$ 49,90

Netflix, Amazon Prime, Globoplay, HBO Max e Disney+

R$ 74,90

De acordo com a Vivo, o pacote de cinco aplicativos oferece a maior economia, de até 40% em relação às assinaturas individuais.

A cobrança será incluída na fatura da operadora, enquanto o gerenciamento dos serviços poderá ser realizado pelo App Vivo. A contratação também estará disponível nos canais físicos da companhia.

Os combos da Vivo realmente saem mais baratos?

Considerando os preços individuais mais baratos das cinco plataformas, a assinatura separada de Netflix, Amazon Prime, Globoplay, HBO Max e Disney+ custa aproximadamente R$ 128,50 por mês.

Para essa comparação, foram considerados os seguintes valores mensais:

  • Netflix com anúncios: R$ 25,90;

  • Amazon Prime: R$ 19,90;

  • Globoplay com anúncios: R$ 22,90;

  • HBO Max com anúncios: R$ 29,90;

  • Disney+ com anúncios: R$ 29,90.

Com o combo de R$ 74,90, a diferença chegaria a R$ 53,60 por mês, ou R$ 643,20 ao longo de um ano, considerando a manutenção desses preços.

A comparação é ilustrativa, pois o comunicado da Vivo não especifica todas as modalidades incluídas nos novos pacotes. A economia efetiva depende dos planos contratados e de eventuais descontos disponíveis diretamente nos serviços.

Outro ponto importante é que as assinaturas oferecidas pela Vivo podem incluir publicidade.

A operadora informou que os combos contemplam versões com e sem anúncios, conforme a plataforma, mas não detalhou quais modalidades estão incluídas em cada combinação.

Isso faz diferença especialmente para quem utiliza versões mais caras da Netflix ou do Disney+, que podem oferecer benefícios adicionais, como mais telas simultâneas e recursos de imagem e áudio.

Também vale conferir a modalidade do YouTube Premium, já que a Vivo oferece o YouTube Premium Lite em outros pacotes, com recursos diferentes da versão tradicional.

streaming

Quem pode contratar os combos?

Os novos pacotes estão disponíveis para quem já possui um dos seguintes serviços da operadora:

  • Vivo Pós;

  • Vivo Controle;

  • Vivo Fibra;

  • Vivo Total.

A mensalidade dos aplicativos é adicionada ao valor do plano de celular ou internet. Portanto, os R$ 49,90 ou R$ 74,90 representam apenas o custo do combo de streaming.

Segundo a Vivo, não haverá fidelidade na assinatura dos aplicativos, permitindo cancelar o pacote sem cumprir um período mínimo de permanência.

Para quem já paga por três ou mais serviços todos os meses, a contratação conjunta pode reduzir as despesas, especialmente quando as versões com anúncios atendem às necessidades do consumidor.

Antes de migrar, porém, é importante verificar as modalidades oferecidas e as condições de vinculação de contas existentes. A Vivo não detalhou no anúncio como será feita essa migração para quem já possui assinaturas ativas contratadas diretamente nas plataformas.

Veja também: 5 formas de assinar o Disney+ mais barato

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Samsung prepara Beta da One UI 9.5 para antes do que você imagina

Uma mudança simples no aplicativo Samsung Members alimentou esperanças sobre a possível chegada do Beta da One UI 9.5. O app, usado para entrar no programa de testes da empresa, mudou um banner para convidar pessoas a uma nova versão experimental da interface.

O ajuste é pequeno, não muda o texto e foca na parte visual, mas pode ser um sinal de novo Beta a caminho. A empresa já distribui a versão estável da One UI 9.0 para diversos celulares e tablets desde setembro, então faz sentido pensar nos próximos passos.

Os primeiros testes internos da One UI 9.5 começaram em agosto, de acordo com vazamentos, mas não há indícios de lançamento de versões ao público. Vale reforçar que a variante “.5” não muda a versão do Android usada como base, mas traz uma série de novos recursos para acompanhar a chegada da nova linha Galaxy S.

Para efeito de comparação, a One UI 8.5 ganhou Beta público em dezembro de 2025 e foi lançada em fevereiro de 2026.

Samsung Members Beta

O que esperar da One UI 9.5?

A atualização deve contar com um pacote robusto de novidades na interface da Samsung. Uma delas é a possibilidade de controlar a tela do celular em notebooks com Windows, similar ao espelhamento da Apple.

A atualização também pode trazer um novo recurso para criar widgets personalizados com a ajuda de IA. Atualmente, apenas a linha Google Pixel tem a função.

Confira quais celulares devem ser atualizados para a eventual One UI 9.5.

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Disney+ remove 4K, HDR10 e Dolby Vision sem avisar assinantes no Brasil

O Disney+ retirou o suporte a 4K UHD, HDR10 e Dolby Vision de sua plataforma no Brasil, segundo relatos de assinantes. A mudança também aparece no site oficial do streaming, que agora informa resolução máxima de 1080p, embora o plano Premium continue custando R$ 69,90 mensais.

A situação ganhou repercussão nesta quinta-feira (22), após usuários denunciarem a perda dos recursos no Reddit. Segundo os relatos, a Disney não comunicou previamente a alteração, que afeta tecnologias oferecidas como diferenciais da assinatura mais cara.

Ao verificar o site brasileiro do Disney+, o Canaltech constatou que a empresa passou a anunciar transmissão de até 1080p e áudio Dolby Atmos. Anteriormente, a página informava suporte a vídeos em 4K UHD e HDR.

O Dolby Atmos, tecnologia que proporciona uma experiência de áudio espacial, permanece disponível.

O Canaltech entrou em contato com a Disney para confirmar a suspensão dos recursos no Brasil e esclarecer desde quando a medida está em vigor e quais aparelhos ou conteúdos foram afetados. A reportagem será atualizada assim que houver resposta.

disney 1080p

Por que o Disney+ removeu o 4K?

A mudança pode estar relacionada a uma disputa judicial envolvendo a Disney e a InterDigital, empresa americana que possui patentes utilizadas em tecnologias de transmissão e compressão de vídeo.

Em setembro de 2025, a 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro concedeu uma liminar favorável à InterDigital, que acusou a Disney de utilizar suas tecnologias sem as licenças necessárias.

A decisão envolveu patentes relacionadas aos padrões AVC e HEVC, utilizados na compressão de vídeos para transmissão pela internet.

Em maio de 2026, a decisão foi mantida em segunda instância, conforme documentos apresentados pela InterDigital à Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC).

Disputas semelhantes também ocorreram na Europa e levaram o Disney+ a suspender recursos de imagem em diferentes países.

Em julho, o portal FlatpanelsHD informou que a plataforma havia removido o suporte a 4K e HDR10 em mercados europeus, depois de já ter suspendido o Dolby Vision.

A Disney chegou a recuperar a transmissão em 4K em determinados aparelhos por meio da adoção de outra tecnologia de compressão, chamada VP9. Entretanto, a solução não restabeleceu todos os formatos de imagem anteriormente disponíveis.

No Brasil, um assinante relatou no Reddit que o suporte do Disney+ atribuiu a indisponibilidade dos recursos a um processo judicial envolvendo patentes.

Apesar do histórico de disputas, ainda não há confirmação oficial de que a decisão judicial brasileira seja a responsável direta pela retirada dos recursos no país.

Disney+ Premium continua custando R$ 69,90

A perda dos recursos chama atenção porque a Disney não anunciou uma redução no preço do plano Premium.

Atualmente, a assinatura mais cara custa R$ 69,90 por mês, enquanto o plano Padrão sai por R$ 49,90.

O Premium mantém benefícios como acesso a todos os canais da ESPN, reprodução simultânea em quatro aparelhos e áudio Dolby Atmos.

Porém, a resolução máxima de 1080p agora anunciada pela plataforma é a mesma oferecida pelo plano Padrão.

No Reddit, usuários reclamam da alteração e afirmam que contrataram a modalidade mais cara justamente para assistir a filmes e séries com maior qualidade de imagem.

Há também uma reclamação publicada no Reclame Aqui em 22 de outubro, na qual um assinante afirma ter perdido o acesso ao 4K, HDR e Dolby Vision e questiona a manutenção do preço integral.

A Disney ainda não informou publicamente se pretende compensar os consumidores brasileiros, oferecer descontos ou estabelecer um prazo para o retorno dos recursos.

disney 1080p reclamação

Assinantes podem pedir reembolso?

A retirada de recursos anteriormente oferecidos em uma assinatura pode levantar questionamentos com base no Código de Defesa do Consumidor (CDC).

O artigo 20 estabelece que, diante de serviços com qualidade inferior à anunciada, o consumidor pode exigir medidas como restituição do valor pago ou abatimento proporcional do preço, conforme as circunstâncias.

Isso não significa que todos os assinantes tenham direito a um reembolso automático. A análise depende das condições contratadas e dos serviços efetivamente disponibilizados.

Na França, onde o problema também afetou assinantes, a associação de consumidores UFC-Que Choisir notificou a Disney em setembro de 2026, cobrando uma solução, maior transparência e compensações.

No Brasil, consumidores podem inicialmente procurar o atendimento do Disney+ e registrar a solicitação. Caso o problema não seja solucionado, também é possível recorrer ao Procon ou à plataforma Consumidor.gov.br.

Veja também: 5 formas de assinar o Disney+ mais barato

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VC Firms Tap LP Pools, Warehouse Loans for Speedy AI Cash

When Reflection AI set out to raise $2.5 billion early this year, one of its existing venture backers, B Capital, was eager to invest again in the startup, which has emerged as the most high-profile U.S. maker of open-source AI models. But Reflection’s valuation had more than tripled in just six months, forcing investors to write big checks for a sizable stake.

Such a check would have been too big for B Capital’s main venture fund, a $500 million vehicle raised in July. To come up with the cash, the company turned to a different source of capital: a pool of money apart from its regular fund, designed to give limited partners—the pension funds, endowments and wealthy individuals that back VC firms—more direct access to hot startups like Reflection at reduced fees.

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Play ‘Doom’ on this tiny, uterus-shaped period tracker

Doom is much more than a classic, bloodsoaked first-person shooter known for its chaotic action, over-the-top weapons, and challenging boss fights. For some odd (but very enjoyable) reason, it’s served as a benchmark for testing basic computing capabilities for well over 30 years. Name a device——calculators, ATMs, digitally enabled tractors, and even biochips built with E. coli bacteria—and someone has likely coded it to run Doom.

The latest entry in the ever-growing list of Doom compatible contraptions is a double-dose of DIY ingenuity, however. The Linux software engineer known as Miss Molerat recently began tinkering with a pocket-sized medical gadget made specifically to keep track of her menstrual cycle. But unlike many similar commercial products, “Clotty” keeps all personal data strictly on the device itself. It never connects to an external cloud or offloads sensitive information to a company’s servers, thereby preventing any unwanted data harvesting. And it does all this on a custom, uterus-shaped minicomputer running on a Raspberry Pi microcontroller.

Uterus shaped computer device showing tiny sprite character on screen
Clotty includes a Tamagotchi-like sprite players must maintain and keep happy. Credit: Miss Molerat

“I have one thing that has been bothering me for as long as I’ve been menstruating: despite my cycle being very regular, I somehow manage to get surprised by PMS each and every month anew,” Clotty’s inventor wrote on her website’s blog.

Clotty “does the boring stuff” for her by tracking her period via a Tamagotchi-like digital pet that requires attention and maintenance throughout each month. The pixelated creature’s mood shifts depending on the cycle phase, but it also can go on little quests and offer various minigames in the meantime.

“[It’s] basically some sort of adorably shaped mirror version of my own moods that serves as a reminder that I, too, am just some sort of creature that tries to stay alive and happy,” explained Clotty’s creator.

But why stop there? Clotty is powerful enough to run Doom on its itty-bitty LCD screen, which is thematically perfect given the project’s overarching, bloody motif. This means that, when not keeping up with personal health, a user can also blast through wave after wave of space demons using small onboard sensors.

The inventor admitted that Clotty is still in its “fetal stage,” but she plans to add more features like a menstrual cycle history archive, more games, and even some reproductive health trivia. It’s also a completely open-source project, so anyone can follow her online tutorials and download files for Clotty (and Doom).

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Omoda X é apresentado na China e antecipa futuro SUV com visão noturna e karaokê

O Omoda X chegou. O SUV conceitual foi apresentado na Cúpula Internacional de Usuários Omoda e Jaecoo, realizada na China, e mostrou na prática como a marca evoluiu sua linguagem de design para integrar agora a estética robótica e tecnologias de auxílio ao condutor.

O protótipo evolui a linguagem estilística "Cyber Mecha", que estreou no Omoda 4 no Salão de Paris: a carroceria foi construída com superfícies angulosas e luzes diurnas em formato de flecha, junto de lanternas traseiras no estilo raio que lembram o Omoda 5 e Omoda 7.

Omoda X

Por enquanto, a marca não revelou os detalhes sobre a motorização do SUV nem confirmou a data para o lançamento da versão final de produção. Mesmo assim, a expectativa do setor automotivo é de que o modelo chegue ao mercado em breve.

Como é o Omoda X

Internamente, o painel do SUV tem desenho de asa dupla e console central flutuante em formato de X, integrando um quadro de instrumentos digital de 10,25” e uma central multimídia de 13,2”. A marca manteve botões físicos para comandos de uso frequente, como o controle de temperatura do ar-condicionado e os seletores de modos de condução.

Entre as inovações tecnológicas, o destaque fica por conta do sistema de visão noturna por imagem térmica infravermelha, capaz de detectar o calor de pedestres e animais a até 90 metros de distância. O modelo traz ainda assistente de voz com processamento de linguagem natural, sistema de karaokê integrado com captação de som por quatro zonas independentes e o modo ajustável X-MODE.

O Omoda X foi projetado com 20 cm de altura livre do solo, capacidade de suporte de carga no teto de até 75 kg e limite de reboque de 1.800 kg. Para ampliação do espaço interno de armazenamento, a cabine traz 39 compartimentos porta-objetos distribuídos pela cabine.

Aproveite para conhecer o Omoda 4, chinês que será "pesadelo" para Tera e Creta!

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5 recursos do YouTube Music que o Spotify não tem

O YouTube Music é um forte concorrente do Spotify no mercado de streamings de áudio e tem alguns recursos que não existem no rival. A plataforma tem a vantagem de ser integrada ao catálogo do YouTube para trazer mais versões de músicas e recursos de redes sociais.

Há também uma diferença no modelo de assinaturas: a versão Premium remove anúncios no streaming musical e na plataforma de vídeos, então o YouTube pode ser uma alternativa ao Spotify Premium pela versatilidade.

O Canaltech traz alguns aspectos favoráveis ao streaming do Google:

5 coisas que o YouTube Music tem e o Spotify não

Confira:

  1. Sincronização com o YouTube

  2. Músicas e álbuns que não existem em outros streamings

  3. Pesquisa ao cantar e assoviar

  4. Integração com Google Fotos

  5. Comunidades de fãs

1. Sincronização com o YouTube

A mesma conta do YouTube é usada para o Music, então a ferramenta consegue analisar o gosto musical dos vídeos para criar recomendações personalizadas. O app também pode sugerir vídeos e apresentações ao vivo para aumentar o leque de sugestões.

2. Músicas e álbuns que não existem em outros streamings

A integração com o YouTube também permite acessar o imenso catálogo de músicas na plataforma, incluindo faixas que não estão no Spotify e outros serviços. É uma oportunidade para ouvir álbuns raros ou versões ao vivo diferentes dos acervos convencionais. 

3. Pesquisa ao cantar e assoviar

Você está com uma música na cabeça, mas não lembra o nome? Basta abrir a pesquisa do YouTube Music, cantarolar ou assoviar a melodia e receber o resultado correspondente.

O Spotify não tem função parecida, mas permite encontrar faixas a partir de trechos da letra.

Cantarolar música YouTube Music

4. Integração com Google Fotos

O YouTube Music tem uma retrospectiva anual com as faixas mais ouvidas e conta com um detalhe interessante: é possível vincular a conta do Google Fotos para ter imagens da própria galeria nos resultados da experiência. 

5. Comunidades de fãs

As comunidades de artistas do YouTube Music são um recurso de rede social para conectar fãs. Similar aos fóruns do Reddit, é possível receber novidades e compartilhar discussões sobre bandas favoritas.

Comunidade YouTube Music

E o oposto? Confira recursos que o Spotify tem e não existem no rival YouTube Music.



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Por que o Google está cortando acesso dos assinantes básicos aos seus modelos de IA?

O Google mudou drasticamente os planos de IA da empresa: o acesso à versão Pro dos modelos do Gemini ficou restrito aos níveis AI Pro e AI Ultra. Dessa forma, contas gratuitas e assinantes do plano AI Plus (o mais barato da empresa) não conseguem acessar a tecnologia mais avançada da Big Tech.

A mudança frustrou assinantes porque o plano básico era frequentemente oferecido com testes gratuitos. Mesmo com limites de uso bem menores do que os níveis superiores, ainda era possível usar a variante Pro do Gemini para tarefas mais complexas.

O Google não comenta oficialmente a decisão, apenas informa que os modelos Flash-Lite e Flash serão disponibilizados “para oferecer velocidade e inteligência”.

Por que o Google limitou o acesso às IAs mais poderosas?

A principal hipótese por trás da mudança é uma forma de limitar os gastos computacionais: um modelo como o Gemini 4 Argon, por exemplo, é capaz de executar tarefas muito complexas, mas isso vem acompanhado de um consumo excessivo de hardware e infraestrutura dos data centers.

Reduzir a quantidade de pessoas com acesso a essa tecnologia é uma forma de poupar o consumo. Além disso, a versão Pro fica restrita a planos mais caros para equilibrar as despesas: o AI Pro custa a partir de R$ 96,99 por mês e o AI Ultra a partir de R$ 779,90 por mês.

Vale lembrar que o Google já mudou o funcionamento dos limites de uso em 2026. Antes, a empresa tinha uma quantidade fixa de comandos, mas adotou um sistema que cobra os limites pelo uso computacional. Ao atingir o limite do plano, é necessário aguardar cinco horas até as franquias serem restauradas.

O ajuste se tornou um padrão no mercado de IA para se adequar aos prompts com agentes autônomos, visto que podem desempenhar tarefas longas a partir de um simples comando. 

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Mudança é esperada no mercado

A estratégia do Google também pode ser interpretada como um reposicionamento no mercado após atrair usuários aos planos pagos de IA. Em entrevista ao Canaltech, o diretor acadêmico da FIAP, John Paul Lima, explica que a postura é similar à de outras empresas do segmento e até de streaming para angariar clientes e depois reajustar benefícios:

“Primeiro tenta popularizar a ferramenta, então coloca valores mais baixos de investimento do usuário. Depois de um tempo, disponibiliza novos modelos, faz downgrade de alguns mais simples e incentiva o usuário que realmente usa a ferramenta a pagar mais caro por outros modelos”.

Lima também reforça que os clientes ficam sujeitos a mudanças inesperadas porque assinam os termos de serviço na aquisição. “A gente assina um contrato e o contrato diz que eles podem fazer essas movimentações. Isso acaba, de certa maneira, prejudicando um pouco a experiência do usuário”, completa.

Cada plano dá acesso a quais modelos?

A variante Pro dos modelos fica disponível apenas para assinantes dos níveis Google AI Pro e Google AI Ultra (mas pode usar as variantes Flash-Lite e Flash quando necessário). O plano AI Plus consegue usar apenas as versões Flash-Lite e Flash.

Curiosamente, a Google informa que contas gratuitas podem usar a variante Pro em alguns casos. “Prompts que exigem raciocínio aprofundado podem usar o Flash ou o Pro”, revela a página de suporte.

Os novos termos começaram a valer no dia 09 de outubro para novos assinantes e mudam a partir de 13 de novembro para assinaturas mais antigas. 

Saiba as diferenças entre os planos de IA do Google.

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Google muda regras e pode usar seus dados do Gmail e Fotos para anúncios

O Google alterou sua política de privacidade e agora poderá utilizar informações do Gmail, Google Drive e Google Fotos para personalizar anúncios exibidos aos usuários. A mudança entrou em vigor em 16 de outubro e afeta quem autorizar a integração desses aplicativos com serviços que oferecem publicidade personalizada.

Até então, a empresa estabelecia em suas regras que o conteúdo armazenado nessas plataformas não seria utilizado para direcionar anúncios.

A nova versão, identificada pelo Android Authority nesta sexta-feira (23), estabelece uma exceção para os dados compartilhados voluntariamente com outros serviços do Google.

A atualização está relacionada à expansão da Inteligência Personalizada (Personal Intelligence), tecnologia que permite à inteligência artificial (IA) consultar informações de diferentes aplicativos para oferecer respostas e recomendações baseadas nas preferências do usuário.

O Google ressalta que a mudança não autoriza o uso automático de todas as mensagens e fotografias para publicidade. A utilização depende das permissões concedidas e das configurações de personalização da conta.

Como o Google poderá usar seus dados para anúncios?

A Inteligência Personalizada permite que serviços como a Pesquisa Google e o Gemini utilizem informações de aplicativos conectados para compreender melhor as solicitações feitas pelos usuários.

Por exemplo, ao perguntar sobre restaurantes próximos de um hotel, a ferramenta poderá consultar uma confirmação de reserva recebida pelo Gmail e sugerir estabelecimentos na região.

Com a nova política, informações extraídas dessas interações também poderão influenciar os anúncios apresentados pelo Google.

A empresa explica que resumos, trechos e informações deduzidas a partir de e-mails e fotografias podem ser utilizados para personalizar a publicidade. Segundo suas regras, os anúncios não serão direcionados diretamente com base no conteúdo original da caixa de entrada ou da biblioteca de imagens.

Além disso, o Google afirma que os anunciantes não terão acesso às mensagens ou fotografias armazenadas pelos usuários.

A plataforma também mantém restrições ao direcionamento de anúncios com base em categorias sensíveis, como saúde, religião e orientação sexual.

O uso desses dados para publicidade já começou a ser testado no Modo IA da Pesquisa Google, conforme informações do Search Engine Land publicadas em 16 de outubro. Ainda não há detalhes sobre a expansão do experimento para todos os usuários.

No Brasil, a integração de aplicativos à Inteligência Personalizada da Pesquisa está disponível para contas pessoais de maiores de 18 anos, embora determinados recursos, como a conexão com o Google Fotos, ainda tenham restrições regionais.

Gmail capa

Como impedir que o Google utilize seus dados?

O compartilhamento de informações depende da autorização do usuário, que pode conferir os aplicativos conectados e revogar as permissões.

Segundo as orientações do próprio Google, o procedimento pode ser realizado pelo computador ou celular:

  1. Acesse sua Conta do Google e entre em Dados e privacidade;

  2. Procure as configurações de Personalização dos serviços da Pesquisa;

  3. Acesse Inteligência personalizada adicional e selecione Apps de conteúdo conectados;

  4. Verifique se o Google Workspace ou o Google Fotos estão conectados e, caso estejam, desative as conexões que não deseja manter.

Outra possibilidade é desativar as Recomendações Personalizadas dos serviços da Pesquisa, o que também limita o uso de informações pessoais para personalização desses serviços.

O Google alerta que as configurações estão passando por atualizações e que os nomes ou a organização dos menus podem variar.

Google Gemini

O que acontece com os dados já compartilhados?

Um ponto importante é que a desconexão dos aplicativos não apaga automaticamente as informações que já foram processadas e armazenadas pelo Google.

Segundo a empresa, dados presentes no Histórico de Serviços da Pesquisa podem continuar sendo utilizados para aprimorar seus produtos, inclusive no treinamento de modelos de inteligência artificial.

O Google afirma que seus serviços não treinam diretamente os modelos com toda a caixa de entrada do Gmail ou com a biblioteca original do Fotos. Entretanto, resumos, trechos e informações extraídas desses conteúdos podem ser utilizados no desenvolvimento da IA.

Em determinadas situações, a empresa também permite que revisores humanos analisem parte dessas informações para avaliar e melhorar os sistemas.

Quem deseja excluir os registros anteriores precisa acessar o Histórico de Serviços da Pesquisa, disponível na página Minha Atividade da Conta do Google, e gerenciar os dados armazenados.

Veja também: Google começa a ler o que usuário copia no Chrome; entenda o motivo

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★ iPhone reiniciando sozinho? 6 maneiras de resolver o problema sem perder dados

Pergunta:

Bom, meu celular começou a reiniciar toda hora, a cada 2 minutos. Achei que fosse a memória, apaguei tudo e não funcionou. Por fim, achei que fossem muitas telas abertas ao mesmo tempo, mas também não era… Não sei o que faço. Comprei esse celular em outubro de 2021.

Relato de um usuário na Comunidade da Apple.

Seu iPhone está reiniciando sozinho, sem aviso? Sem dúvida, é frustrante quando ele reinicia a cada poucos minutos, reinicia durante o uso de um aplicativo ou fica exibindo o logo da Apple repetidamente. Uma reinicialização inesperada pode interromper o uso do aparelho e até impedir que você o utilize normalmente. Esse problema pode ter diversas causas.

Neste artigo, apresentamos seis maneiras de resolver o problema de um iPhone que reinicia sozinho, desde soluções básicas até o reparo profissional do sistema iOS.

Por que o iPhone reinicia sozinho?

Entender as possíveis causas desse problema ajuda a escolher a solução mais adequada. Confira os principais motivos:

  • Falhas no iOS: erros no sistema ou arquivos corrompidos podem provocar reinicializações inesperadas.
  • Falhas nas atualizações de software: uma atualização do iOS interrompida ou malsucedida pode deixar o sistema instável.
  • Pouco espaço de armazenamento: a falta de espaço livre pode prejudicar as atualizações e o funcionamento normal do sistema.
  • Problemas com aplicativos: um aplicativo desatualizado ou incompatível pode causar falhas, especialmente se as reinicializações ocorrerem durante o uso dele.
  • Superaquecimento: o calor excessivo pode afetar o desempenho do aparelho e acionar mecanismos de proteção.
  • Problemas de hardware: uma bateria danificada, exposição a líquidos, uma queda recente ou defeitos em outros componentes internos podem provocar desligamentos e reinicializações repetidas.

Como resolver o problema de o iPhone reiniciar sozinho

Testamos e reunimos algumas soluções práticas a seguir. Recomendamos começar pelas opções mais simples. Se possível, faça um backup dos seus dados importantes antes de tentar procedimentos mais complexos.

Force a reinicialização do iPhone

Forçar a reinicialização pode ajudar quando o iPhone deixa de responder ou apresenta um travamento temporário do sistema. O procedimento não apaga seus dados pessoais e é uma boa primeira tentativa quando o aparelho entra em um ciclo de reinicializações.

Os passos variam de acordo com o modelo do iPhone.

iPhone 8 ou posterior, incluindo iPhone SE (2ª geração ou posterior)

Pressione e solte rapidamente o botão de aumentar o volume. Em seguida, pressione e solte rapidamente o botão de diminuir o volume. Por fim, mantenha pressionado o botão lateral até o logo da Apple aparecer na tela. Então, solte o botão.

iPhone 7 e iPhone 7 Plus

Mantenha pressionados simultaneamente o botão lateral e o botão de diminuir o volume. Continue pressionando ambos até o logo da Apple aparecer na tela.

iPhone 6s, iPhone SE (1ª geração) ou modelos anteriores

Mantenha pressionados simultaneamente o botão de Início e o botão lateral ou superior. Solte ambos quando o logo da Apple aparecer na tela.

Recarregue o iPhone e verifique se ele está superaquecendo

Uma bateria com carga extremamente baixa ou o calor excessivo podem fazer com que o aparelho reinicie inesperadamente. Por isso, verifique se o iPhone tem carga suficiente e está operando em uma temperatura normal.

Deixe o aparelho recarregando por pelo menos 30 minutos. Se estiver quente, coloque-o em um local bem ventilado e aguarde até que esfrie naturalmente antes de voltar a utilizá-lo.

Atualize o iOS e os aplicativos

Aplicativos desatualizados e falhas no iOS podem provocar travamentos e instabilidade no sistema. Se o iPhone continua reiniciando sozinho, verifique se há atualizações disponíveis.

Atualize o iOS

Abra Ajustes e acesse Geral » Atualização de Software. Se houver uma atualização disponível, confira os detalhes e toque em “Atualizar Agora” ou “Baixar e Instalar”, conforme as opções exibidas.

Mantenha o iPhone conectado à energia e a uma rede Wi-Fi confiável até que a atualização seja concluída.

Atualize os aplicativos

Abra a App Store no iPhone e toque na sua foto de perfil, no canto superior direito. Confira as atualizações disponíveis e toque em “Atualizar Tudo” ou atualize individualmente os aplicativos que possam estar relacionados ao problema.

Libere espaço de armazenamento no iPhone

Quando o armazenamento do iPhone está quase cheio, determinadas tarefas e atualizações de software podem falhar ou se tornar difíceis de concluir. Liberar espaço é uma medida útil para solucionar o problema, desde que ainda seja possível acessar o aparelho normalmente.

Para verificar o armazenamento, acesse Ajustes » Geral » Armazenamento do iPhone. Nessa tela, você poderá conferir quanto espaço está sendo utilizado e identificar aplicativos e conteúdos que podem ser removidos.

Resolva o problema de reinicializações do iPhone com o TunesKit iOS System Recovery

Se você já tentou as soluções básicas, mas o iPhone continua reiniciando sozinho, pode haver um problema mais complexo no sistema iOS que exija um reparo mais abrangente.

O TunesKit iOS System Recovery é um software para computadores desenvolvido pela TunesKit para corrigir problemas de software em iPhones e iPads. Entre os problemas que a ferramenta se propõe a resolver estão falhas na inicialização, dificuldades para entrar ou sair do modo de recuperação, erros durante atualizações, telas congeladas e outras falhas do sistema iOS.

O modo Standard Repair (Reparo Padrão) foi desenvolvido para solucionar problemas comuns do sistema sem apagar os dados do usuário.

TunesKit iOS System Recovery
  1. Baixe, instale e abra o TunesKit iOS System Recovery no computador. Conecte o iPhone ao computador, selecione “iOS System Repair” e clique em “Start”.
  2. Escolha “Standard Repair” entre os modos de reparo disponíveis. Esse é o modo recomendado para corrigir problemas relacionados ao software sem perda de dados.
TunesKit iOS System Recovery
  1. Siga as instruções exibidas na tela para colocar o iPhone no Modo de Recuperação (Recovery Mode) ou no modo DFU (Device Firmware Update). Em seguida, baixe o pacote de firmware correspondente ao seu iPhone.
  2. Clique em “Repair” para iniciar o reparo do problema de reinicializações. Mantenha o iPhone conectado ao computador até que o processo seja concluído. Depois, verifique se o aparelho inicia normalmente e se as reinicializações inesperadas pararam.

Verifique se há problemas de hardware

Se o iPhone continua reiniciando, a causa pode estar relacionada ao hardware, e não ao software do iOS. Uma bateria danificada, defeitos nos componentes de alimentação, exposição a líquidos ou danos internos podem provocar desligamentos inesperados.

Se suspeitar de um problema desse tipo, interrompa o uso do aparelho e procure assistência técnica especializada. Você pode entrar em contato com o Suporte da Apple ou procurar um Centro de Serviço Autorizado Apple para obter um diagnóstico mais preciso.

Conclusão

As reinicializações inesperadas do iPhone podem ter diversas causas, desde uma falha temporária de software até um problema mais sério de hardware. Comece pelas soluções básicas apresentadas neste artigo. Se o problema estiver relacionado ao software, o TunesKit iOS System Recovery pode ser uma alternativa para tentar corrigi-lo. Caso as reinicializações persistam, pode ser necessário procurar assistência técnica para realizar um diagnóstico do hardware.

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O que está acontecendo? Gigantes da tecnologia desabam na Bolsa e perdem valor

As maiores empresas de tecnologia dos Estados Unidos sofreram fortes quedas na Bolsa nesta quinta-feira (22), após investidores demonstrarem preocupação com os gastos bilionários em inteligência artificial (IA). O índice Nasdaq, que concentra companhias do setor, caiu 2,60% e registrou seu pior desempenho diário desde junho.

Entre as empresas afetadas estão Nvidia, Meta, AMD e Intel, que perderam bilhões de dólares em valor de mercado ao longo do pregão.

A Nvidia, fabricante de chips utilizados no desenvolvimento de sistemas de IA, teve uma desvalorização de 4,40% nas ações. Com isso, seu valor de mercado passou de aproximadamente US$ 5,36 trilhões para US$ 5,13 trilhões, uma redução de cerca de US$ 229 bilhões em um único dia, segundo dados da YCharts.

A queda também atingiu o S&P 500, índice que reúne 500 das principais empresas negociadas nos Estados Unidos, que recuou 1,21%. Já o Dow Jones terminou a sessão praticamente estável, com alta de 0,02%.

Quais empresas mais perderam valor?

Segundo informações da Reuters e da Associated Press (AP), as empresas ligadas à fabricação de semicondutores estiveram entre as mais afetadas.

Veja as principais quedas registradas no fechamento de quinta-feira (22):

Empresa

Queda das ações

Lam Research

-11,8%

Marvell Technology

-8,70%

AMD

-8,10%

Intel

-8,05%

Meta

-6,98%

Micron Technology

-6,26%

Nvidia

-4,40%

Tesla

-3,08%

O índice Philadelphia Semiconductor, que acompanha o desempenho das principais empresas de semicondutores dos Estados Unidos, despencou 6,7%.

A desvalorização também atingiu empresas que fornecem infraestrutura para IA. A CoreWeave, que aluga capacidade computacional em nuvem, perdeu cerca de 10,1% de seu valor na Bolsa.

nvidia logo

Por que as gigantes da tecnologia estão caindo?

A principal preocupação dos investidores está relacionada ao volume de dinheiro que as empresas estão destinando à inteligência artificial, especialmente à construção de data centers, compra de chips e desenvolvimento de novos modelos.

O movimento ganhou força após a Meta, controladora do Facebook, Instagram e WhatsApp, apresentar seus resultados financeiros do terceiro trimestre de 2026.

A empresa informou que espera gastar entre US$ 135 bilhões e US$ 145 bilhões em investimentos de capital neste ano, incluindo infraestrutura utilizada para inteligência artificial.

O intervalo representa uma elevação do valor mínimo anteriormente previsto, que era de US$ 130 bilhões.

O balanço também mostrou que a Meta registrou fluxo de caixa livre negativo de US$ 2,12 bilhões no trimestre. Esse indicador representa o dinheiro que resta depois dos gastos operacionais e investimentos em ativos.

Ao mesmo tempo, a companhia anunciou a criação de uma nova classe de ações sem direito a voto, medida que poderá ampliar sua capacidade de financiamento.

Os números chamaram atenção porque, apesar da pressão sobre o caixa, a Meta registrou crescimento de 26% na receita do trimestre, que alcançou US$ 64,6 bilhões.

Diante dos resultados, investidores passaram a questionar quando os investimentos em IA começarão a produzir retornos financeiros suficientes para compensar seus custos.

A preocupação também afeta fornecedores como a Nvidia e a AMD, que dependem da continuidade dos investimentos em infraestrutura para sustentar a demanda por seus produtos.

Além disso, a alta dos preços do petróleo aumentou a preocupação com a inflação e o custo da energia. O barril do Brent subiu cerca de 4% na quinta-feira, para US$ 113,17, em meio às tensões no Oriente Médio.

logo meta

A queda significa que a bolha da IA estourou?

A desvalorização de quinta-feira mostra que investidores estão mais atentos aos custos associados à corrida pela inteligência artificial, especialmente porque parte dos projetos ainda depende de grandes investimentos para começar a gerar receita.

Segundo a Reuters, o movimento também reflete incertezas sobre a sustentabilidade financeira dessa expansão e sobre quais empresas conseguirão obter os maiores retornos.

Entretanto, os números ainda não permitem concluir que o setor entrou em uma crise prolongada.

De acordo com a AP, o Nasdaq acumulava uma valorização de aproximadamente 11,9% em 2026, mesmo após a queda de quinta-feira.

Outro dado importante é que cerca de dois terços das empresas do S&P 500 registraram alta naquele pregão. O índice terminou em baixa porque as companhias de maior valor de mercado, especialmente as de tecnologia, têm peso elevado em sua composição.

Por enquanto, a reação de Wall Street evidencia que os resultados financeiros das empresas estão sendo avaliados com maior atenção, principalmente quando envolvem novas despesas com infraestrutura de IA.

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BWM oferece fortuna para colaboradores pedirem demissão; saiba mais

A BMW iniciou um plano global de demissão voluntária, que oferece indenizações de até 650 mil euros (cerca de R$ 3,6 milhões) para funcionários que concordarem em deixar a empresa. A medida vem para eliminar 8 mil postos de trabalho até o fim do ano que vem como parte de uma reestruturação financeira para reduzir custos operacionais na Alemanha e nas operações globais.

Os valores das indenizações variam conforme a idade, o tempo de serviço e a remuneração de cada profissional — segundo o site Carscoops, alguns funcionários receberam propostas de pagamento cujos valores chegaram aos seis dígitos.

series 3 bmw

A montadora também criou o incentivo "Turbo Bonus", um extra para incentivar que os funcionários formalizem a saída até 31 de março de 2027. Os desligados podem optar por receber o montante integral à vista, em parcelas ou revertido para previdência e apólices de seguro.

Demissão na BMW

A iniciativa vem em resposta à necessidade de cortar custos sob a gestão do CEO Milan Nedeljkovic, que busca economizar 1 bilhão de euros anuais a partir de 2028. O movimento ocorre após a fabricante registrar queda de 6,3% nas entregas globais no terceiro trimestre, impulsionada por uma retração de 24,8% nas vendas no mercado chinês.

O plano de corte busca elevar a margem operacional da BMW de 3% para 5% até 2028, projetando atingir até 10% na década de 2030. Paralelamente à redução do quadro de pessoal, a montadora alemã mantém o cronograma de lançar 40 modelos novos ou renovados até o final de 2027, incluindo o inédito i3 e a nova geração do sedan Série 3.

Aproveite para conferir nossa matéria que explica por que a BMW não quer carro que "dirige sozinho"!

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Psychologist found the first corporate psychopath—a 17th century Dutch mutineer

The concept of a corporate psychopath is eerily recognizable, depending on your work history. It’s also notoriously misunderstood. The archetype of the manipulative, self-serving manager has regularly resurfaced in popular culture for decades, but concrete evidence supporting the wider concept is debatable. For example, a research study went viral in 2016 after estimating upwards of 1-in-5 business employees fit the “psychopath” bill, only to be retracted two years later. Additionally, psychiatrists widely agree that only about 1 percent of the general population truly can be considered clinically psychopathic.

That said, many of the people determined to claw their way to the top of the company ladder display at least some of the trademark psychopathic behaviors. Many theorists have convincingly argued this has a lot to do with corporate capitalism’s foundational principles, which leave it easily exploited by the most ruthless and manipulative among us.

Clive Boddy, one of the world’s foremost investigators of corporate psychopathy, recently took this idea to its logical historical conclusion. In a study recently published in the Asian Journal of Business Ethics, Boddy reviewed one of toxic corporate leadership’s earliest documented examples—and he makes today’s nightmare coworkers sound tame in comparison.

Who was Jeronimus Cornelisz?

Meet Jeronimus Cornelisz, an all-time contender for World’s Worst Boss. According to archival accounts, the 17th century Dutchman Cornelisz embodied every core corporate psychopath characteristic over 400 years ago while working for the conglomerate that started it all: the Dutch East India Company.

Established in Amsterdam in 1602, the Dutch East India Company is arguably the world’s first multinational, shareholder-owned company. It quickly amassed enough funds and power to rival most sovereign countries through the import and export of spices, tea, luxury items, coffee, wine, and enslaved populations. The Dutch East India Company eventually exerted enough influence to wage its own wars, mint its own currency, form colonies, as well as arrest and execute convicts.

All of this was made possible through a vast fleet of ships,but even the best outfitted vessels sometimes fell afoul of nature. In June 1629, a Dutch East India Company’s flagship called Batavia collided with a reef off the Western Australian coast. Nearly 300 survivors made it to the nearby island shores, but their remote location ensured they wouldn’t survive without help. The ship’s senior officers soon set off in an open longboat on a 1,900-mile journey to present-day Jakarta, then the Dutch East Indies’ capital. Before leaving, they appointed under-merchant Jeronimus Cornelisz to the top corporate position in their absence.

An illustration from 1647 depicting survivors being transferred from the wrecked Batavia to nearby islands in the ship's boats. Credit: Wikimedia Commons
An illustration from 1647 depicting survivors being transferred from the wrecked Batavia to nearby islands in the ship’s boats. Credit: Wikimedia Commons

Mutiny, murder, and malignant narcissism

Unbeknownst to Batavia’s departing senior crew, Cornelisz had already spent weeks scheming on ways to incite a mutiny. The plan was to take control of the vessel then steer its copious stores of gold and silver to a new life. Cornelisz apparently viewed getting marooned as an inconvenient detour, and quickly got to work on his hostile takeover.

According to firsthand accounts, Cornelisz immediately consolidated power by swapping fellow council members with loyalists and requiring them to pledge an oath of allegiance to him. Next, he tricked suspected opponents under the direction of a soldier named Wiebbe Hayes to search a nearby island for supplies, then left them to die.

Although his revised plan required any impending rescue ship, Cornelisz’s ultimate goal remained the same—get as far away as possible, then start his own kingdom using riches plundered from Batavia. Over the ensuing months, Cornelisz directed his gang to kill more than 100 of the shipwrecked men, women, and children. Cornelisz often justified the murders under the pretense of conserving food and water, when in actuality he was continuing to eliminate perceived threats. Meanwhile, some of the surviving women were subjected to sexual abuse.

However, Cornelisz underestimated his abandoned compatriots. As the operatically psychopathic Cornelisz terrorized his group of survivors and scrounged for supplies, Hayes’ team reportedly discovered freshwater wells and hunted local wallabies, seals, and fish. The two sides subsequently squared off on multiple occasions after learning of each others’ continued existence until a rescue ship finally arrived in October 1629. After nearly three months, only about a third of Batavia’s original passengers and crew were left.

The stern section of the Batavia hull and reconstructed gateway, both housed in the Shipwreck Galleries in Fremantle, Western Australia. Credit: Wikimedia Commons
The stern section of the Batavia hull and reconstructed gateway, both housed in the Shipwreck Galleries in Fremantle, Western Australia. Credit: Wikimedia Commons

Cornelisz receives his company review

Management ultimately decided Cornelisz wasn’t internal promotion material, even by Dutch East India Company standards. Nearly everyone involved in his reign of terror was executed. As for Cornelisz and his closest loyalists, authorities eventually hanged them, but not before cutting off their hands.

The tragedy of the Batavia is an admittedly extreme case study, but Boddy argued that it illustrates how corporate structures have facilitated and encouraged psychopathic behaviors since the invention of the corporation itself.

“The same playbook we see in toxic workplaces today appears in this case from 1629,” he said. “He removed opponents, rewarded loyalists, created fear, manipulated followers and pursued power at any cost.”

A corporate (psychopath) case study

In recent years, some historians have expressed doubts about details in the Batavia saga after reviewing available evidence and recontextualizing cultural dynamics. Instead of focusing on the machinations of a single ruthless corporate psychopath, they contend Batavia is more accurately a case study in group desperation. But even when viewed under this lens, the chilling event is still a cautionary tale about corporate capitalism’s darker underpinnings.

“Perhaps the most striking finding is that another leader facing the same circumstances achieved completely different outcomes,” Boddy said. “This was effectively a natural experiment in leadership. One group prospered while the other descended into murder and abuse.”

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Strava é atualizado com novidades para atividades ao ar livre, mapas offline e mais

O Strava anunciou ontem uma série de novidades envolvendo a descoberta de rotas e a experiência dos usuários com mapas — algo que deverá facilitar a busca, o planejamento e o acompanhamento das melhores rotas em seu aplicativo.

As novidades foram projetadas para atender a necessidades de usuários que praticam atividades ao ar livre e incluem coisas como a possibilidade de pesquisar pelo nome da rua, pela rota, por ponto de interesse ou por termos contextuais.

O app também ampliou o seu catálogo de rotas e reformulou os cartões, que agora permitem avaliar melhor qual percurso seguir por meio de fotos e dados de atividades compartilhados por outros usuários.

Outra novidade são os mapas offline, que permitem continuar praticando uma atividade física mesmo sem acesso à internet. Também é possível iniciar e salvar treinos, que são enviados para os servidores do app quando a conexão é restabelecida.

Além desses recursos, já disponíveis, o Strava anunciou algumas melhorias que deverão ser lançadas em breve, como navegação por áudio, com instruções passo a passo ao seguir rotas durante trilhas, caminhadas e corridas.

O app também passará a exibir mais informações sobre as rotas, como etiquetas da comunidade e descrições dos percursos com detalhes adicionais validados pelas próprias atividades dos usuários do aplicativo.

Treinos de força guiados

Está prevista para as próximas semanas, para assinantes, a chegada de novos treinos de força desenvolvidos por personal trainers, com instruções guiadas por animações e acompanhamento em tempo real de séries e repetições.

Ao clicar em qualquer exercício, o usuário encontra orientações sobre a execução correta, dicas práticas e a indicação exata dos músculos acionados. Ao finalizar a sessão, cada exercício, série e repetição fica salvo nos detalhes da atividade, e o mapa muscular do usuário é atualizado para mostrar onde o esforço foi concentrado.

Com a promessa de oferecer novas séries de treinos até o fim do ano, o Strava anunciou que oferecerá outras formas de registrar os treinos de força, incluindo capturas de tela de rotinas em texto e a possibilidade de o usuário criar seu próprio treino.

via TudoCelular.com

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Mercado de PCs enfrenta pior fase em anos e vendas desabam 21%; pior ainda está por vir

Com a atual crise de hardware, não é difícil imaginar que as vendas têm sido severamente impactadas, já que os preços dos componentes estão nas alturas. Um novo levantamento da Counterpoint Research deixa isso bem claro, mostrando que o envio de PCs caiu 21% em um ano, considerando o terceiro trimestre, número que deve aumentar até o fim do ano.

No terceiro trimestre de 2026, o envio de PC caiu para 57 milhões de unidades contra os 72 milhões do mesmo período do ano passado. Quem mais sofreu o baque foi a HP, registrando queda de 31%, seguida da Dell com 25% e da Lenovo com 23%. O top 5 de empresas que mais sofreram prejuízo é composto ainda pela Apple com 11% e pela ASUS com 7%. Outras empresas somam 16% juntas.

Somente Apple e ASUS aumentaram participação no mercado

Mesmo com essas quedas, a posição de cada fabricante permanece a mesma no mercado. A Lenovo ainda é líder com 26,3% da fatia. Mesmo com a maior queda, a HP ainda segue em segundo lugar com 18,1% e a Dell vem em seguida com 13,3%. Apesar da queda, Apple e ASUS aumentaram suas participações para 9,8% e 9,2%, respectivamente.

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Esses 21% de queda no período em questão mostram a gravidade do cenário atual, mas ele promete ficar pior. A previsão para o quarto trimestre de 2026, comparada ao mesmo período de 2025, é de queda de 27% nesse mercado.

Esse levantamento revela ainda que um módulo de 8 GB DDR4 SODIMM (para notebooks e mini PCs) e um SSD NVMe de 1 TB tiveram pico de encarecimento no primeiro trimestre de 2026, chegando a ficar 110% e 126% mais caros, respectivamente, o que acaba elevando os preços dos notebooks e mini PCs e, consequentemente, diminuindo o volume de vendas por conta do repasse dos reajustes.

A Counterpoint Research diz ainda que entre o final desse ano e o começo de 2027, deve haver uma estabilização nos preços desses componentes para menos do patamar atingido no período em que o encarecimento começou, embora executivos das maiores fabricantes, como a Micron, afirmem que a situação deve ficar pior até meados de 2028.

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