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Compre os novos iPhones nos EUA e ganhe até 5% de cashback com a Nomad!

Esteja você de olho nos recém-anunciados iPhones 18 Pro e 18 Pro Max ou no badalado iPhone Duo, é bem provável que já tenha pensado em maneiras de economizar na hora de comprar um desses novos aparelhos. Como sempre, uma das melhores alternativas é optar por fazer isso nos Estados Unidos, com um cartão internacional da Nomad!

Parceira de longa data do MacMagazine, a Nomad está oferecendo 5% de cashback (limitado a US$100) para quem abrir uma conta até 30 de setembro com o cupom MAC26 e converter pelo menos R$3.500 (aproximadamente US$700/600€) — assim, você consegue adquirir seu iPhone novinho em folha com uma economia extra. 💵

Vamos usar como exemplo o iPhone 18 Pro de 256GB, que sai por US$1.200 nos EUA e por R$12.000 no Brasil. No momento da redação desta matéria, a cotação do dólar gira em torno de R$5,14, o que significa que, considerando encargos de 3,5% e uma taxa de serviço de 1,9%, o mais novo flagship da Maçã pode acabar saindo por ~R$6.504 — valor que cai para cerca de R$6.178 com cashback supracitado!

Vendido oficialmente por US$1.300/R$13.000, o iPhone 18 Pro Max pode acabar saindo por apenas ~R$6.693, enquanto o atual queridinho da galera, o iPhone Duo (preço tabelado de US$2.000/R$22.000), tem o potencial de lhe custar algo em torno de R$10.840!

Em outras palavras, caso você esteja planejando trocar de iPhone por agora, uma compra internacional com o cartão da Nomad torna-se uma das melhores opções — principalmente considerando que os preços no varejo nacional continuarão bem altos por um tempo.

Abra sua conta Nomad e ganhe até 5% de cashback!

Como dito, para aproveitar essa oferta, basta abrir sua conta internacional na Nomad até 30 de setembro e converter pelo menos R$3.500.

Para tal, baixe o app da Nomad e cadastre-se usando o código MAC26 no campo “Código de convidado”:

Cupom de convidado na Nomad
Nesta tela, digite o cupom MAC26 para ganhar 5% de cashback!

Sobre a Nomad

A Nomad foi a primeira a oferecer uma conta em dólar hospedada nos Estados Unidos, sem nenhuma taxa de abertura, anuidade ou manutenção. O cartão da empresa é aceito em mais de 180 países, oferecendo taxas bastante menores que as dos cartões de crédito internacionais.

A conta bancária da Nomad é assegurada em até US$250 mil pelo Community Federal Savings Bank, membro do fundo garantidor dos EUA (FDIC), para cada tipo de conta por titular, e permite que você faça/receba transferências de outras contas da Nomad sem nenhum custo, além de transferências para contas americanas (via Wire Transfer) e outras pagando bem menos do que as taxas cobradas nos EUA.

E não para por aí: com a sua conta Nomad você tem acesso a descontos em lojas parceiras e ainda pode aproveitar o Nomad Lounge, que concede acesso a uma das melhores salas VIP do Terminal 3 do Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP).

Só na Nomad você tem uma conta internacional sem taxas mensais de manutenção, além de poder desfrutar de toda a praticidade e segurança que ela oferece!

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos/serviços usando os nossos links de afiliado.

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Economía de Género

La economía de género es una rama de la economía que estudia las desigualdades sistemáticas entre mujeres y hombres en resultados económicos, los procesos que generan esas desigualdades, y el papel que desempeñan las instituciones, normas sociales y políticas públicas en su persistencia o mitigación.

La Fundación Ramón Areces acaba de publicar el handbook titulado Economía de Género que está coordinado por las Dras. Lídia Farré (Instituto de Análisis Económico (IAE-CSIC) y Barcelona School of Economics) y Judit Vall Castelló (Universidad de Barcelona, IEB, ICREA Academia y Presidenta de la Sociedad Catalana de Economía).

Sinopsis

La economía de género ha transformado el análisis económico tradicional al visibilizar las desigualdades sistemáticas entre mujeres y hombres y cuestionar la supuesta neutralidad de los modelos clásicos. Esta obra examina cómo las instituciones, las normas sociales y las políticas públicas influyen en la persistencia o mitigación de las brechas de género en múltiples dimensiones de la actividad económica. Lejos de ser únicamente un problema de justicia social, la marginación del talento femenino representa una pérdida fundamental de eficiencia y productividad para la economía en su conjunto, un hecho reconocido internacionalmente con hitos como la concesión del Premio Nobel de Economía a Claudia Goldin en 2023.

Este handbook sintetiza el conocimiento empírico y teórico acumulado en esta consolidada área de investigación. A través del análisis del mercado laboral, la penalización por maternidad, las aspiraciones educativas, la economía del cuidado y el impacto de la violencia de genero, el volumen ofrece una panorámica exhaustiva de los mecanismos que perpetúan la desigualdad. Esta obra será de gran utilidad para académicos, estudiantes y profesionales que busquen una base sólida sobre cómo el enfoque de género enriquece la disciplina económica y resulta indispensable para el diseño de políticas públicas más equitativas y eficientes.

Organización del texto

El handbook se organiza en once capítulos con diferentes temáticas y autoría:

Capítulo 1. Brechas de género en el marcado laboral (por Jaime Arellano-Bover y Barbara Biasi)

Capítulo 2. Empresas, flexibilidad y natalidad (por Nezih Guner, Alessandro Ruggieri, Ezgi Kaya y Virginia Sánchez-Marcos)

Capítulo 3. La penalización por maternidad (por Alicia de Quinto, Laura Hospido y Belén Rodríguez-Moro)

Capítulo 4. Brechas de género en el sistema educativo español (por Cristina Bellés-Obrero y Anastasia Terskaya)

Capítulo 5. Normas y brechas de género (por Pilar Cuevas Ruiz, José Ignacio Giménez-Nadal y Almudena Sevilla)

Capítulo 6.  Brechas de género en aspiraciones, expectativas y estereotipos: evidencia empírica y restos pendientes (por Rosa Ferrer y Belén Rodríguez Moro)

Capítulo 7. Diferencias de género en preferencias, actitudes y habilidades cognitivas medidas a través de experimentos (por Jaume García Segarra, Iñigo Hernández Arenaz y Pedro Rey Biel)

Capítulo 8. Políticas familiares y brechas de género (por Lídia Farré, Libertad González, Claudia Hupkau y Jenifer Ruiz-Valenzuela)

Capítulo 9. Las cuotas de género (por Manuel Bagues y Natalia Zinovyeva)

Capítulo 10. Las desigualdades de género en salud (por Laia Maynou y Judit Vall)

Capítulo 11. Empoderamiento de la mujer y violencia de pareja (por Elisabetta Calabresi y Núria Rodríguez-Planas)

Nota

El handbook puede consultarse y descargarse libremente en formato pdf en este enlace.

Edición realizada por Marta Macho Stadler

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Projeto-piloto do euro digital avança em 2027. Portugal vai participar nos testes

O Banco de Portugal é um dos Bancos Centrais Nacionais envolvidos no projeto-piloto do euro digital, que deverá ter início no segundo semestre de 2027. A ele juntam-se ainda o Banco Comercial Português, a Caixa Geral de Depósitos e a UNICRE enquanto prestadores de serviços de pagamento.

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SpaceX quer entrar em bolsa com ações a 135 dólares e levantar 75 mil milhões

Os planos da empresa de Elon Musk, incluindo o valor que pretende angariar, ainda podem mudar à medida que decorrem as reuniões com investidores. Espera-se que a entrada em bolsa da SpaceX, prevista para 12 de junho, dê início a uma nova onda de mega-IPOs.

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Anthropic antecipa-se à OpenAI e avança com pedido de entrada em bolsa

Espera-se que com esta oferta pública inicial, que deverá acontecer ainda este ano, a avaliação da Anthropic ultrapasse a marca de um bilião de dólares. O pedido surge numa altura em que a rival OpenAI também se prepara para entrar em bolsa.

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