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Fechaduras digitais operam com baterias e permitem gestão de acesso

A substituição de chaves físicas por sistemas eletrônicos de travamento altera a rotina de controle de entrada em residências e estabelecimentos comerciais. Em vídeo no canal Canaltech Eletro, a apresentadora Amanda Abreu detalhou os aspectos técnicos, funcionais e de segurança desses dispositivos, que operam por meio de biometria, teclados numéricos, cartões de aproximação e aplicativos para smartphones.

Métodos de segurança e controle de permissões

Diferente das fechaduras mecânicas tradicionais, os modelos digitais dispensam cilindros externos vulneráveis a ferramentas de abertura forçada, como michas. Os equipamentos também contam com protocolos de criptografia na transmissão de dados para impedir manipulações eletrônicas nos circuitos de validação.

No aspecto operacional, o gerenciamento de permissões permite configurar acessos individualizados para diferentes usuários. O sistema possibilita cadastrar senhas temporárias com restrições de dias da semana e faixas de horário específicas para prestadores de serviços ou visitantes.

Amanda Abreu destacou a precisão desse controle no dia a dia: "você vai conseguir criar uma senha específica para aquela pessoa que funciona em dias específicos e em alguns casos até em horários específicos". Caso o código seja inserido fora da janela programada, o mecanismo não executa o destravamento. O registro individual também serve para monitoramento, permitindo identificar o responsável pela abertura: "eu tenho uma senha específica justamente para isso, então quando eles colocam a senha, eu sei quem entrou", explicou.

Autonomia energética e redundância operacional

A alimentação dos dispositivos é independente da rede elétrica predial, ocorrendo por meio de pilhas alcalinas ou baterias recarregáveis instaladas internamente. O sistema de monitoramento emite alertas sonoros e notificações pelo aplicativo com semanas de antecedência quando a carga atinge níveis residuais próximos a 30%, permitindo a substituição preventiva dos componentes.

Caso o esgotamento ocorra antes da troca, as fechaduras contam com terminais externos de emergência, no padrão USB ou USB-C. Esse conector recebe corrente temporária vinda de um carregador portátil (power bank) ou smartphone compatível, fornecendo a energia necessária para a digitação da senha ou leitura biométrica.

Em relação aos métodos de liberação, o mercado disponibiliza opções apenas numéricas ou integradas a sensores de impressão digital. Conforme Amanda Abreu, "se você puder optar pelos modelos que têm digital mesmo, o desbloqueio é mais direto", embora os modelos por digitação de código garantam a mesma independência de chaves metálicas.

Confira também 5 melhores fechaduras inteligentes com instalação fácil para comprar em 2026  e saiba se vale a pena comprar fechadura digital barata na internet ou é perigoso?

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Motorola Signature 27 conta com Snapdragon 8 Elite e 7 anos de suporte

Em vídeo no YouTube, os apresentadores Adriano Ponte e Amanda Abreu comentam o lançamento do Motorola Signature 27 e analisam a proposta técnica do modelo. O dispositivo integra o portfólio de aparelhos de alto desempenho da fabricante, operando com o processador Snapdragon 8 Elite Extreme Gen 6, construído em litografia de 2 nanômetros, e suporte oficial ao sistema operacional GrapheneOS.

A estrutura do chassi adota alumínio, módulo de câmeras traseiro em cerâmica e acabamentos desenvolvidos em parceria com a Pantone, além de proteções certificadas pelas normas IP68 e IP69 contra poeira e jatos de água em alta pressão.

Engenharia das câmeras e gerenciamento térmico

A configuração externa das lentes atende aos requisitos mecânicos de acomodação do conjunto fotográfico, composto por um sensor principal de 50 MP, uma lente ultra-angular de 50 MP e uma teleobjetiva periscópica de 200 MP voltada para aproximação ótica apoiada por algoritmos de inteligência artificial.

Ao analisar a estrutura interna necessária para o componente, Adriano Ponte explica a relação entre o chassi e as peças: "Independente do design, tem um componente ali que ocupa esse espaço. A câmera vai para o lado, ocupa espaço dentro do aparelho". A reprodução de áudio é equipada com alto-falantes estéreo calibrados pela marca dinamarquesa Bang & Olufsen.

Para controlar as temperaturas do processador durante cargas de trabalho prolongadas, o projeto conta com um sistema de resfriamento redimensionado com materiais condutores de calor. Em relação à autonomia energética, informações técnicas indicam o emprego de uma bateria de silício-carbono com capacidade de 7.000 mAh, composição química que amplia a densidade de carga sem elevar a espessura física do aparelho.

Sobre o impacto da bateria frente ao segmento de dispositivos móveis, Amanda Abreu avalia:

"Se tiver esses 7.000 mAh, a Motorola pode pegar uma pá e enterrar com carinho todos os outros rivais do mercado".

Ciclo de atualizações e longevidade

A política de suporte estipula um ciclo de sete anos de transições do sistema operacional e envios regulares de pacotes de segurança. Ao debater a durabilidade do equipamento e a substituição da bateria como peça consumível ao longo do tempo, Adriano Ponte aponta a extensão do ciclo de vida: "Você está com um telefone com uma garantia de quase uma década de software. O aparelho vai funcionar por mais sete anos". O cronograma de distribuição internacional e a confirmação de venda do produto no mercado brasileiro não foram informados pela fabricante.

Leia também: Motorola Signature 27 ganha suporte a sistema Android ultrasseguro

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Por que o Google está cortando acesso dos assinantes básicos aos seus modelos de IA?

O Google mudou drasticamente os planos de IA da empresa: o acesso à versão Pro dos modelos do Gemini ficou restrito aos níveis AI Pro e AI Ultra. Dessa forma, contas gratuitas e assinantes do plano AI Plus (o mais barato da empresa) não conseguem acessar a tecnologia mais avançada da Big Tech.

A mudança frustrou assinantes porque o plano básico era frequentemente oferecido com testes gratuitos. Mesmo com limites de uso bem menores do que os níveis superiores, ainda era possível usar a variante Pro do Gemini para tarefas mais complexas.

O Google não comenta oficialmente a decisão, apenas informa que os modelos Flash-Lite e Flash serão disponibilizados “para oferecer velocidade e inteligência”.

Por que o Google limitou o acesso às IAs mais poderosas?

A principal hipótese por trás da mudança é uma forma de limitar os gastos computacionais: um modelo como o Gemini 4 Argon, por exemplo, é capaz de executar tarefas muito complexas, mas isso vem acompanhado de um consumo excessivo de hardware e infraestrutura dos data centers.

Reduzir a quantidade de pessoas com acesso a essa tecnologia é uma forma de poupar o consumo. Além disso, a versão Pro fica restrita a planos mais caros para equilibrar as despesas: o AI Pro custa a partir de R$ 96,99 por mês e o AI Ultra a partir de R$ 779,90 por mês.

Vale lembrar que o Google já mudou o funcionamento dos limites de uso em 2026. Antes, a empresa tinha uma quantidade fixa de comandos, mas adotou um sistema que cobra os limites pelo uso computacional. Ao atingir o limite do plano, é necessário aguardar cinco horas até as franquias serem restauradas.

O ajuste se tornou um padrão no mercado de IA para se adequar aos prompts com agentes autônomos, visto que podem desempenhar tarefas longas a partir de um simples comando. 

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Mudança é esperada no mercado

A estratégia do Google também pode ser interpretada como um reposicionamento no mercado após atrair usuários aos planos pagos de IA. Em entrevista ao Canaltech, o diretor acadêmico da FIAP, John Paul Lima, explica que a postura é similar à de outras empresas do segmento e até de streaming para angariar clientes e depois reajustar benefícios:

“Primeiro tenta popularizar a ferramenta, então coloca valores mais baixos de investimento do usuário. Depois de um tempo, disponibiliza novos modelos, faz downgrade de alguns mais simples e incentiva o usuário que realmente usa a ferramenta a pagar mais caro por outros modelos”.

Lima também reforça que os clientes ficam sujeitos a mudanças inesperadas porque assinam os termos de serviço na aquisição. “A gente assina um contrato e o contrato diz que eles podem fazer essas movimentações. Isso acaba, de certa maneira, prejudicando um pouco a experiência do usuário”, completa.

Cada plano dá acesso a quais modelos?

A variante Pro dos modelos fica disponível apenas para assinantes dos níveis Google AI Pro e Google AI Ultra (mas pode usar as variantes Flash-Lite e Flash quando necessário). O plano AI Plus consegue usar apenas as versões Flash-Lite e Flash.

Curiosamente, a Google informa que contas gratuitas podem usar a variante Pro em alguns casos. “Prompts que exigem raciocínio aprofundado podem usar o Flash ou o Pro”, revela a página de suporte.

Os novos termos começaram a valer no dia 09 de outubro para novos assinantes e mudam a partir de 13 de novembro para assinaturas mais antigas. 

Saiba as diferenças entre os planos de IA do Google.

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Google muda regras e pode usar seus dados do Gmail e Fotos para anúncios

O Google alterou sua política de privacidade e agora poderá utilizar informações do Gmail, Google Drive e Google Fotos para personalizar anúncios exibidos aos usuários. A mudança entrou em vigor em 16 de outubro e afeta quem autorizar a integração desses aplicativos com serviços que oferecem publicidade personalizada.

Até então, a empresa estabelecia em suas regras que o conteúdo armazenado nessas plataformas não seria utilizado para direcionar anúncios.

A nova versão, identificada pelo Android Authority nesta sexta-feira (23), estabelece uma exceção para os dados compartilhados voluntariamente com outros serviços do Google.

A atualização está relacionada à expansão da Inteligência Personalizada (Personal Intelligence), tecnologia que permite à inteligência artificial (IA) consultar informações de diferentes aplicativos para oferecer respostas e recomendações baseadas nas preferências do usuário.

O Google ressalta que a mudança não autoriza o uso automático de todas as mensagens e fotografias para publicidade. A utilização depende das permissões concedidas e das configurações de personalização da conta.

Como o Google poderá usar seus dados para anúncios?

A Inteligência Personalizada permite que serviços como a Pesquisa Google e o Gemini utilizem informações de aplicativos conectados para compreender melhor as solicitações feitas pelos usuários.

Por exemplo, ao perguntar sobre restaurantes próximos de um hotel, a ferramenta poderá consultar uma confirmação de reserva recebida pelo Gmail e sugerir estabelecimentos na região.

Com a nova política, informações extraídas dessas interações também poderão influenciar os anúncios apresentados pelo Google.

A empresa explica que resumos, trechos e informações deduzidas a partir de e-mails e fotografias podem ser utilizados para personalizar a publicidade. Segundo suas regras, os anúncios não serão direcionados diretamente com base no conteúdo original da caixa de entrada ou da biblioteca de imagens.

Além disso, o Google afirma que os anunciantes não terão acesso às mensagens ou fotografias armazenadas pelos usuários.

A plataforma também mantém restrições ao direcionamento de anúncios com base em categorias sensíveis, como saúde, religião e orientação sexual.

O uso desses dados para publicidade já começou a ser testado no Modo IA da Pesquisa Google, conforme informações do Search Engine Land publicadas em 16 de outubro. Ainda não há detalhes sobre a expansão do experimento para todos os usuários.

No Brasil, a integração de aplicativos à Inteligência Personalizada da Pesquisa está disponível para contas pessoais de maiores de 18 anos, embora determinados recursos, como a conexão com o Google Fotos, ainda tenham restrições regionais.

Gmail capa

Como impedir que o Google utilize seus dados?

O compartilhamento de informações depende da autorização do usuário, que pode conferir os aplicativos conectados e revogar as permissões.

Segundo as orientações do próprio Google, o procedimento pode ser realizado pelo computador ou celular:

  1. Acesse sua Conta do Google e entre em Dados e privacidade;

  2. Procure as configurações de Personalização dos serviços da Pesquisa;

  3. Acesse Inteligência personalizada adicional e selecione Apps de conteúdo conectados;

  4. Verifique se o Google Workspace ou o Google Fotos estão conectados e, caso estejam, desative as conexões que não deseja manter.

Outra possibilidade é desativar as Recomendações Personalizadas dos serviços da Pesquisa, o que também limita o uso de informações pessoais para personalização desses serviços.

O Google alerta que as configurações estão passando por atualizações e que os nomes ou a organização dos menus podem variar.

Google Gemini

O que acontece com os dados já compartilhados?

Um ponto importante é que a desconexão dos aplicativos não apaga automaticamente as informações que já foram processadas e armazenadas pelo Google.

Segundo a empresa, dados presentes no Histórico de Serviços da Pesquisa podem continuar sendo utilizados para aprimorar seus produtos, inclusive no treinamento de modelos de inteligência artificial.

O Google afirma que seus serviços não treinam diretamente os modelos com toda a caixa de entrada do Gmail ou com a biblioteca original do Fotos. Entretanto, resumos, trechos e informações extraídas desses conteúdos podem ser utilizados no desenvolvimento da IA.

Em determinadas situações, a empresa também permite que revisores humanos analisem parte dessas informações para avaliar e melhorar os sistemas.

Quem deseja excluir os registros anteriores precisa acessar o Histórico de Serviços da Pesquisa, disponível na página Minha Atividade da Conta do Google, e gerenciar os dados armazenados.

Veja também: Google começa a ler o que usuário copia no Chrome; entenda o motivo

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Galaxy Studio: headphone super top da Samsung já foi homologado

A Samsung está cada vez mais perto de lançar seu novo headphone premium, supostamente chamado de Galaxy Studio. O fone de ouvido do tipo over-ear, que cobre completamente as orelhas, acaba de receber uma nova certificação na Coreia do Sul, o que reforça a expectativa de um lançamento próximo.

O dispositivo foi identificado no banco de dados da National Radio Research Agency, a RRA, sob o número de modelo SM-U700. Essa não é a primeira vez que o acessório aparece em um órgão regulador, já que há poucos dias ele também recebeu uma certificação da TÜV Rheinland.

Apesar disso, os documentos não revelam detalhes sobre a ficha técnica do headphone. A Samsung também não confirmou oficialmente o desenvolvimento do produto, mas os registros indicam que a empresa prepara seu retorno ao segmento de fones de ouvido com conchas após vários anos sem novidades nesse formato.

O que esperar do Galaxy Studio?

O Galaxy Studio deve chegar ao mercado como uma alternativa premium aos tradicionais Galaxy Buds. A proposta é oferecer uma experiência de áudio mais avançada, com recursos modernos de conectividade e integração com o ecossistema da Samsung.

Entre as especificações esperadas está o Bluetooth 6.1, padrão já suportado por modelos recentes da linha Galaxy Buds. O headphone também pode oferecer compatibilidade com codecs como AAC, LC3 e Samsung Seamless Codec UHQ.

Este último é especialmente interessante para quem usa celulares da Samsung, já que permite a transmissão de áudio com maior qualidade em dispositivos Galaxy compatíveis.

Outro recurso esperado é o cancelamento ativo de ruído, conhecido como ANC, que reduz sons externos para oferecer uma experiência mais imersiva. O acessório também deve contar com um modo de som ambiente, que permite ouvir o que acontece ao redor sem precisar retirar o headphone.

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 Quanto à integração com outros dispositivos da marca, o Galaxy Studio pode oferecer o Buds Auto Switch, função que permite alternar automaticamente a reprodução de áudio entre aparelhos Galaxy compatíveis.

Por fim, o headphone deve contar com uma porta USB-C para carregamento. Ainda não há informações, porém, sobre a possibilidade de utilizar essa conexão para ouvir músicas por cabo, sem depender do Bluetooth.

Quando o Galaxy Studio será lançado?

Apesar das certificações, ainda não há uma previsão oficial para a apresentação do Galaxy Studio. A Samsung também não confirmou o nome comercial do produto, que surgiu após um pedido de registro de marca identificado há algumas semanas.

Apesar disso, o nome não é estranho no portfólio da Samsung, e recentemente a marca anunciou uma caixa de som batizada de Music Studio.

A passagem por órgãos reguladores costuma ocorrer nas etapas que antecedem a comercialização de dispositivos eletrônicos. Portanto, é possível que o anúncio aconteça nos próximos meses.

Por enquanto, também não há informações sobre preço, autonomia da bateria ou disponibilidade no Brasil. Esses detalhes devem ser esclarecidos quando a Samsung apresentar oficialmente seu novo headphone.

O Galaxy Studio deve chegar a um mercado competitivo, para rivalizar com AirPods Max 2 da Apple no mercado de fones premium. 

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Smartwatch "tático" tem mapas offline e lanterna que ilumina de verdade

A Rollme lançou o Hero K1, um smartwatch robusto voltado para trilhas, acampamentos e outras atividades ao ar livre. O modelo aposta em recursos de navegação que funcionam sem celular, bateria de alta capacidade e uma lanterna LED integrada, além de funções tradicionais de saúde e monitoramento esportivo.

Um dos principais destaques é a lanterna lateral com três modos de funcionamento: iluminação padrão, alta intensidade e sinalizador SOS para situações de emergência. O recurso diferencia o relógio de modelos convencionais, embora a fabricante não tenha informado a potência luminosa da lanterna.

Outro atrativo é a navegação. O Hero K1 oferece GPS multissatelital e mapas offline baixados diretamente no relógio, permitindo acompanhar rotas e receber instruções curva a curva sem depender de uma conexão com o smartphone. O conjunto inclui ainda bússola, altímetro e barômetro, ferramentas úteis para atividades em ambientes naturais.

O relógio tem bateria de 1.200 mAh, com autonomia anunciada de até 40 dias em uso típico e 25 dias em uso intenso. Os números são estimativas da fabricante e podem variar conforme a utilização dos recursos, especialmente GPS e monitoramento contínuo.

A tela é circular, com 1,46 polegada e resolução de 360 x 360 pixels. A estrutura combina moldura de liga de alumínio, revestimento plástico e pulseira de silicone.

Para lidar com condições adversas, o Hero K1 declara certificação militar MIL-STD-810H, relacionada a testes de resistência ambiental, além de classificação de resistência à água de 5 ATM. Porém, isso não significa que o dispositivo seja adequado a qualquer situação de mergulho.

Rollme Hero K1

Monitoramento de saúde e funções inteligentes

O smartwatch acompanha frequência cardíaca, oxigenação do sangue (SpO₂) e padrões de sono. Também oferece mais de 100 modos esportivos, ampliando as opções para quem deseja registrar diferentes atividades físicas.

Na conectividade, o aparelho permite atender chamadas por Bluetooth usando o alto-falante integrado. Há ainda suporte para responder a mensagens do WhatsApp diretamente na tela, recurso inicialmente limitado a celulares Android.

O Rollme Hero K1 está disponível na loja oficial da marca nas cores Ranger Black e Storm Gray, com preço promocional de lançamento de US$ 59,99 (aproximadamente R$ 302 em conversão direita). Por enquanto, não há informações sobre um possível lançamento no Brasil.

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O que está acontecendo? Gigantes da tecnologia desabam na Bolsa e perdem valor

As maiores empresas de tecnologia dos Estados Unidos sofreram fortes quedas na Bolsa nesta quinta-feira (22), após investidores demonstrarem preocupação com os gastos bilionários em inteligência artificial (IA). O índice Nasdaq, que concentra companhias do setor, caiu 2,60% e registrou seu pior desempenho diário desde junho.

Entre as empresas afetadas estão Nvidia, Meta, AMD e Intel, que perderam bilhões de dólares em valor de mercado ao longo do pregão.

A Nvidia, fabricante de chips utilizados no desenvolvimento de sistemas de IA, teve uma desvalorização de 4,40% nas ações. Com isso, seu valor de mercado passou de aproximadamente US$ 5,36 trilhões para US$ 5,13 trilhões, uma redução de cerca de US$ 229 bilhões em um único dia, segundo dados da YCharts.

A queda também atingiu o S&P 500, índice que reúne 500 das principais empresas negociadas nos Estados Unidos, que recuou 1,21%. Já o Dow Jones terminou a sessão praticamente estável, com alta de 0,02%.

Quais empresas mais perderam valor?

Segundo informações da Reuters e da Associated Press (AP), as empresas ligadas à fabricação de semicondutores estiveram entre as mais afetadas.

Veja as principais quedas registradas no fechamento de quinta-feira (22):

Empresa

Queda das ações

Lam Research

-11,8%

Marvell Technology

-8,70%

AMD

-8,10%

Intel

-8,05%

Meta

-6,98%

Micron Technology

-6,26%

Nvidia

-4,40%

Tesla

-3,08%

O índice Philadelphia Semiconductor, que acompanha o desempenho das principais empresas de semicondutores dos Estados Unidos, despencou 6,7%.

A desvalorização também atingiu empresas que fornecem infraestrutura para IA. A CoreWeave, que aluga capacidade computacional em nuvem, perdeu cerca de 10,1% de seu valor na Bolsa.

nvidia logo

Por que as gigantes da tecnologia estão caindo?

A principal preocupação dos investidores está relacionada ao volume de dinheiro que as empresas estão destinando à inteligência artificial, especialmente à construção de data centers, compra de chips e desenvolvimento de novos modelos.

O movimento ganhou força após a Meta, controladora do Facebook, Instagram e WhatsApp, apresentar seus resultados financeiros do terceiro trimestre de 2026.

A empresa informou que espera gastar entre US$ 135 bilhões e US$ 145 bilhões em investimentos de capital neste ano, incluindo infraestrutura utilizada para inteligência artificial.

O intervalo representa uma elevação do valor mínimo anteriormente previsto, que era de US$ 130 bilhões.

O balanço também mostrou que a Meta registrou fluxo de caixa livre negativo de US$ 2,12 bilhões no trimestre. Esse indicador representa o dinheiro que resta depois dos gastos operacionais e investimentos em ativos.

Ao mesmo tempo, a companhia anunciou a criação de uma nova classe de ações sem direito a voto, medida que poderá ampliar sua capacidade de financiamento.

Os números chamaram atenção porque, apesar da pressão sobre o caixa, a Meta registrou crescimento de 26% na receita do trimestre, que alcançou US$ 64,6 bilhões.

Diante dos resultados, investidores passaram a questionar quando os investimentos em IA começarão a produzir retornos financeiros suficientes para compensar seus custos.

A preocupação também afeta fornecedores como a Nvidia e a AMD, que dependem da continuidade dos investimentos em infraestrutura para sustentar a demanda por seus produtos.

Além disso, a alta dos preços do petróleo aumentou a preocupação com a inflação e o custo da energia. O barril do Brent subiu cerca de 4% na quinta-feira, para US$ 113,17, em meio às tensões no Oriente Médio.

logo meta

A queda significa que a bolha da IA estourou?

A desvalorização de quinta-feira mostra que investidores estão mais atentos aos custos associados à corrida pela inteligência artificial, especialmente porque parte dos projetos ainda depende de grandes investimentos para começar a gerar receita.

Segundo a Reuters, o movimento também reflete incertezas sobre a sustentabilidade financeira dessa expansão e sobre quais empresas conseguirão obter os maiores retornos.

Entretanto, os números ainda não permitem concluir que o setor entrou em uma crise prolongada.

De acordo com a AP, o Nasdaq acumulava uma valorização de aproximadamente 11,9% em 2026, mesmo após a queda de quinta-feira.

Outro dado importante é que cerca de dois terços das empresas do S&P 500 registraram alta naquele pregão. O índice terminou em baixa porque as companhias de maior valor de mercado, especialmente as de tecnologia, têm peso elevado em sua composição.

Por enquanto, a reação de Wall Street evidencia que os resultados financeiros das empresas estão sendo avaliados com maior atenção, principalmente quando envolvem novas despesas com infraestrutura de IA.

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BWM oferece fortuna para colaboradores pedirem demissão; saiba mais

A BMW iniciou um plano global de demissão voluntária, que oferece indenizações de até 650 mil euros (cerca de R$ 3,6 milhões) para funcionários que concordarem em deixar a empresa. A medida vem para eliminar 8 mil postos de trabalho até o fim do ano que vem como parte de uma reestruturação financeira para reduzir custos operacionais na Alemanha e nas operações globais.

Os valores das indenizações variam conforme a idade, o tempo de serviço e a remuneração de cada profissional — segundo o site Carscoops, alguns funcionários receberam propostas de pagamento cujos valores chegaram aos seis dígitos.

series 3 bmw

A montadora também criou o incentivo "Turbo Bonus", um extra para incentivar que os funcionários formalizem a saída até 31 de março de 2027. Os desligados podem optar por receber o montante integral à vista, em parcelas ou revertido para previdência e apólices de seguro.

Demissão na BMW

A iniciativa vem em resposta à necessidade de cortar custos sob a gestão do CEO Milan Nedeljkovic, que busca economizar 1 bilhão de euros anuais a partir de 2028. O movimento ocorre após a fabricante registrar queda de 6,3% nas entregas globais no terceiro trimestre, impulsionada por uma retração de 24,8% nas vendas no mercado chinês.

O plano de corte busca elevar a margem operacional da BMW de 3% para 5% até 2028, projetando atingir até 10% na década de 2030. Paralelamente à redução do quadro de pessoal, a montadora alemã mantém o cronograma de lançar 40 modelos novos ou renovados até o final de 2027, incluindo o inédito i3 e a nova geração do sedan Série 3.

Aproveite para conferir nossa matéria que explica por que a BMW não quer carro que "dirige sozinho"!

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Mercado de PCs enfrenta pior fase em anos e vendas desabam 21%; pior ainda está por vir

Com a atual crise de hardware, não é difícil imaginar que as vendas têm sido severamente impactadas, já que os preços dos componentes estão nas alturas. Um novo levantamento da Counterpoint Research deixa isso bem claro, mostrando que o envio de PCs caiu 21% em um ano, considerando o terceiro trimestre, número que deve aumentar até o fim do ano.

No terceiro trimestre de 2026, o envio de PC caiu para 57 milhões de unidades contra os 72 milhões do mesmo período do ano passado. Quem mais sofreu o baque foi a HP, registrando queda de 31%, seguida da Dell com 25% e da Lenovo com 23%. O top 5 de empresas que mais sofreram prejuízo é composto ainda pela Apple com 11% e pela ASUS com 7%. Outras empresas somam 16% juntas.

Somente Apple e ASUS aumentaram participação no mercado

Mesmo com essas quedas, a posição de cada fabricante permanece a mesma no mercado. A Lenovo ainda é líder com 26,3% da fatia. Mesmo com a maior queda, a HP ainda segue em segundo lugar com 18,1% e a Dell vem em seguida com 13,3%. Apesar da queda, Apple e ASUS aumentaram suas participações para 9,8% e 9,2%, respectivamente.

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Esses 21% de queda no período em questão mostram a gravidade do cenário atual, mas ele promete ficar pior. A previsão para o quarto trimestre de 2026, comparada ao mesmo período de 2025, é de queda de 27% nesse mercado.

Esse levantamento revela ainda que um módulo de 8 GB DDR4 SODIMM (para notebooks e mini PCs) e um SSD NVMe de 1 TB tiveram pico de encarecimento no primeiro trimestre de 2026, chegando a ficar 110% e 126% mais caros, respectivamente, o que acaba elevando os preços dos notebooks e mini PCs e, consequentemente, diminuindo o volume de vendas por conta do repasse dos reajustes.

A Counterpoint Research diz ainda que entre o final desse ano e o começo de 2027, deve haver uma estabilização nos preços desses componentes para menos do patamar atingido no período em que o encarecimento começou, embora executivos das maiores fabricantes, como a Micron, afirmem que a situação deve ficar pior até meados de 2028.

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Google avisa assinantes do Gemini sobre transição para novo modelo inteligente

O Google começou a avisar os assinantes do plano AI Ultra que o Gemini 4 Argon deve substituir em breve o Deep Think, recurso de raciocínio avançado disponível no aplicativo Gemini. A notificação aparece dentro do próprio app, mas não informa uma data para a mudança.

Atualmente, o Deep Think funciona como uma opção de raciocínio acima dos níveis Baixo, Médio e Alto do Gemini 3.1 Pro. A última atualização desses níveis ocorreu em fevereiro. O aviso, porém, não esclarece se o Google vai encerrar o Deep Think ou apenas substituir o modelo usado pelo recurso.

Com a mudança, os assinantes do AI Ultra poderão usar o Gemini 4 Argon para tarefas que exigem análise mais aprofundada. Ainda não há detalhes sobre como o novo modelo vai funcionar nem sobre possíveis diferenças em relação ao sistema atual.

Google Gemini

Quando o Gemini 4 Argon chega ao aplicativo?

A notificação enviada aos assinantes do AI Ultra informa que a substituição do Deep Think acontecerá “em breve”, mas não apresenta uma data específica. O Google também não divulgou um cronograma para a migração ou confirmou se o recurso atual será descontinuado por completo.

Gemini amplia integração com o Google Maps

O ecossistema Gemini também expandiu a integração da Inteligência Pessoalizada com o Google Maps, recurso que chegou ao Android Auto. Com a autorização do usuário, a ferramenta cruza informações de locais salvos e pesquisas recentes no Maps com dados do Google Agenda para gerar sugestões personalizadas.

Um exemplo é a recomendação de um restaurante salvo pelo usuário que fique perto do local de sua última reunião do dia. A Inteligência Pessoalizada também pode usar informações do Gmail, de documentos, fotos e vídeos para adaptar as respostas do Gemini.

O recurso pode ser ativado nas configurações de personalização do Gemini (gemini.google.com). 

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “Quais são os modelos do Gemini? Conheça as IAs disponíveis no app do Google”.

 

 

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Xiaomi 18 Pro global pode chegar mais barato do que todo mundo esperava

O Xiaomi 18 Pro global pode chegar ao mercado europeu por um preço bem mais barato: € 50 (cerca de R$ 296, menos) menos do que os apontados em um vazamento anterior. Os novos valores também contemplam o Xiaomi 18 Pro Max, com opções de até 512 GB de armazenamento.

Segundo o vazamento, o Xiaomi 18 Pro deve custar € 1.399 (cerca de R$ 8.268) na versão com 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento. Já a configuração com 512 GB pode sair por € 1.599 (R$ 9.450).

O Xiaomi 18 Pro Max, modelo maior da linha, deve partir de € 1.599 (R$ 9.450) na versão com 256 GB. A variante com 512 GB pode chegar por € 1.799 (R$ 10.632).

Os valores são inferiores aos divulgados anteriormente pelo informante Sudhanshu Ambhore. Na ocasião, o Xiaomi 18 Pro foi cotado a € 1.449 (R$ 8.564) e € 1.649 (R$ 9.744), enquanto o Pro Max aparecia por € 1.649 (R$ 9.744) e € 1.849 (R$ 10.926).

A diferença de R$ 296 se repete nas quatro configurações. Só que esses preço  são estimativas para a Europa e não indicam quanto os celulares devem custar no Brasil.

Cores e baterias dos modelos globais

O vazamento mais recente também aponta possíveis opções de cores para os aparelhos. O Xiaomi 18 Pro e o Pro Max podem chegar em preto, branco e bordô. Uma versão azul também é esperada, mas pode ser exclusiva da loja oficial Mi Store na França.

As baterias devem apresentar capacidades menores que as dos modelos chineses. O Xiaomi 18 Pro global pode trazer 6.000 mAh, enquanto o Pro Max deve ter 7.050 mAh. Na China, as capacidades divulgadas são de 7.000 mAh e 8.500 mAh, respectivamente.

Xiaomi 18 Pro

O Xiaomi 18 Pro global também é cotado com carregamento rápido de 90 W. Ainda não há informações sobre a velocidade de carregamento da versão global do Pro Max.

Segundo o vazamento anterior, as diferenças entre as versões globais e chinesas devem se concentrar nas baterias e nas velocidades de carregamento. Os chipsets da linha já foram confirmados pela Xiaomi para os mercados internacionais.

Quando a linha Xiaomi 18 Pro será lançada?

A Xiaomi confirmou que a série Xiaomi 18 Pro chegará aos mercados globais, mas ainda não divulgou uma data oficial de lançamento nem detalhes sobre a disponibilidade em cada país.

Por enquanto, os preços, as cores e as especificações das versões internacionais continuam sendo informações não confirmadas. Recentemente, o Xiaomi 18 Pro vazou para o mercado global com desempenho brutal.

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WhatsApp começa a testar agendamento de mensagens no iPhone; veja como funciona

O WhatsApp iniciou os testes do agendamento de mensagens no iPhone. O recurso, que começou a ser testado na versão beta para Android na semana anterior, chega ao iOS para que os usuários possam programar o envio de textos, fotos, vídeos e links em conversas individuais e em grupos.

Para agendar uma mensagem, é necessário digitar o conteúdo e depois manter o botão de envio pressionado. Com isso, o aplicativo vai abrir uma janela para escolher a data e o horário do disparo e a ação pode ser confirmada clicando em um botão verde que aparece na tela. O conteúdo pode ser agendado com pelo menos 10 minutos de antecedência ou até duas semanas antes.

As mensagens agendadas ficam disponíveis nas informações das conversas individuais e em grupo, em que o usuário pode consultar ou excluir o conteúdo agendado. Caso seja cancelado, o destinatário não recebe nenhuma notificação a respeito da mensagem. Ainda, toda a interação continua protegida por criptografia de ponta a ponta.

O conteúdo é enviado automaticamente no dia e horário definidos, mesmo que o aplicativo esteja fechado ou o celular do remetente esteja offline no momento. Após enviar o agendamento, o WhatsApp mostra um aviso na própria conversa para quem programou o envio. 

Para o agendamento de fotos e vídeos, o processo deve ser feito na tela de edição de cada arquivo, ou seja, não é possível selecionar e agendar várias mídias de uma só vez. Em relação aos grupos, somente os participantes que faziam parte da conversa no momento do agendamento vão receber a mensagem.

WhatsApp App Store

Quando o agendamento de mensagens será liberado?

A função está disponível para alguns testadores do WhatsApp para iOS na versão beta 26.42.10.19, distribuída pelo TestFlight. A liberação deve chegar a mais participantes do programa de testes nas próximas semanas.

O WhatsApp ainda não divulgou uma data para o lançamento do agendamento de mensagens na versão estável do aplicativo.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “Truque no Android permite ler mensagens apagadas do WhatsApp; veja como”.

 

 

 

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AMD desmente teoria sobre relançamento do Ryzen 7 5800X3D; entenda real motivo

O primeiro processador considerado rei dos games é o Ryzen 7 5800X3D, lançado em 2022 e trazendo grande desempenho por conta da implementação da tecnologia 3D V-Cache. Quatro anos depois, essa mesma CPU retorna ao mercado, mas esse relançamento é um "presente final" de Lisa Su, CEO da AMD, à grande base de usuários da plataforma AM4.

Quem disse isso foi Travis Kirsch, um dos diretores da AMD, em entrevista no Japão. Questionado sobre o motivo pelo qual levou ao relançamento desse processador nesse ano, o executivo disse que "de um ponto de vista de fabricação, a produção do Ryzen 7 5800X3D original acabou", e o mesmo não era mais fabricado, mas Lisa Su trouxe a ideia de relançar essa CPU anos atrás como um presente para os usuários.

"Originalmente, há vários anos, creio que a Lisa foi uma das pessoas que sugeriu relançar o Ryzen 7 5800X3D. Foi como um presente final para nossos usuários fiéis, que utilizaram nossa plataforma AM4 por quase 10 anos, dando a eles uma última chance de atualizar seus PCs com sistemas DDR4", disse Kirsch.

Decisão aconteceu antes da atual crise

Ele deixa claro que isso foi decidido "antes das mudanças que aconteceram no mercado de memórias e não foi considerado como uma solução à escassez de DDR5". Ou seja, o timing foi perfeito, para dizer o mínimo, já que na metade de 2026, quando a crise já estava muito severa, a AMD traz novamente o primeiro rei dos games ao mercado.

Infelizmente, o novo modelo, que é chamado de "Edição de aniversário de 10 anos do AM4", chegou consideravelmente mais caro, com preço ajustado à realidade atual do mercado. Para se ter uma noção, o Ryzen 7 5800X3D hoje custa o equivalente a um Ryzen 7 9800X3D, que é o melhor processador para games hoje. 

Claro, existe a diferença da plataforma. Para quem está no AM4 há anos, faz muito sentido adquirir um 5800X3D, que será a melhor opção disponível hoje, já que os Ryzen 9 da série 5000 estão escassos no mercado hoje. Assim, é possível ter um ótimo desempenho em termos de CPU sem a necessidade de migrar para AM5 e encarar os preços absurdos das memórias DDR5.

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"Pior pesadelo" do BYD Dolphin entra em pré-venda no Brasil

Os rivais do BYD Dolphin não param de chegar ao Brasil. O mais novo desafiante ao "Golfinho elétrico" teve sua pré-venda iniciada nesta semana e, se cumprir as expectativas colocadas em cima dele, tem tudo para se tornar o "pior pesadelo" do Dolphin no país.

Estamos falando do Arcfox T1, hatch elétrico da marca chinesa BAIC, que promete dar trabalho aos demais. Afinal, além da potência semelhante à do rival da BYD, o modelo chama a atenção pelo porte maior e pela proposta de oferecer mais espaço para passageiros e bagagens.

arcfox t1 2

Apesar do anúncio da pré-venda, ainda há informações importantes pendentes. A BAIC não divulgou oficialmente o preço brasileiro nem confirmou todos os detalhes da configuração que será vendida no país.

Como é o Arcfox T1, rival do BYD Dolphin?

Na China, o Arcfox T1 tem motor elétrico dianteiro de 95 cv e 18 kgf/m de torque, com bateria de aproximadamente 42 kWh. A autonomia anunciada chega a 425 km pelo ciclo chinês CLTC, mas esse número não equivale à medição do Inmetro, usada no Brasil. A autonomia nacional ainda depende de homologação.

Baic Arcfox T1

O hatch mede cerca de 4,34 metros de comprimento e tem entre-eixos de 2,77 metros. Um dos destaques é o porta-malas de 459 litros, volume declarado no mercado chinês e superior aos 250 litros do BYD Dolphin GS. A configuração brasileira definitiva ainda precisa ser confirmada pela fabricante.

Quanto vai custar o novo rival do BYD Dolphin?

Antes da estreia, estimativas do mercado apontavam para uma faixa próxima de R$ 140 mil, mas esse valor não deve ser tratado como preço confirmado. A pré-venda divulgada por concessionárias serve, por enquanto, para cadastrar interessados e organizar o atendimento.

Baic Arcfox T1

A chegada do T1 faz parte da estratégia da BAIC no país, que também prepara o SUV elétrico Arcfox T5. A marca chinesa promete ampliar sua linha brasileira nos próximos anos, enquanto tenta conquistar espaço em um segmento que já reúne modelos da BYD, Geely e outras fabricantes. O preço final e a autonomia homologada serão decisivos para entender como o novo hatch vai competir.

Vale lembrar, então, que o Arcfox T1 agora faz parte oficialmente do grupo de 5 rivais do BYD Dolphin que estão no Brasil; confira quais são os outros.

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Uber aposta tudo em IA e "força" todos os seus 30 mil funcionários a usarem ChatGPT Work

A Uber anunciou, nesta quinta-feira (22), que vai disponibilizar o ChatGPT Work para mais de 30 mil funcionários em todo o mundo. A decisão amplia a parceria com a OpenAI e acontece após a empresa testar a ferramenta com mil profissionais de diferentes departamentos.

Com a mudança, funcionários das áreas de finanças, operações, marketing e desenvolvimento de produtos terão acesso ao agente de inteligência artificial (IA), capaz de executar tarefas e automatizar processos.

Segundo o TechCrunch, a Uber pretende incorporar a tecnologia à rotina de toda a companhia, embora ainda não tenha definido exatamente como cada equipe deverá utilizá-la. Também não foi informado se o uso será obrigatório.

Como a Uber vai usar o ChatGPT Work?

Lançado em julho, o ChatGPT Work é uma ferramenta que permite delegar atividades mais complexas à inteligência artificial, incluindo tarefas que envolvem diferentes aplicativos e documentos.

Na Uber, o sistema poderá acessar serviços como Google Drive, Gmail, Google Agenda e Slack, utilizando essas informações para produzir relatórios, analisar dados e preparar apresentações.

Durante a fase de testes, cerca de 80% dos mil participantes não trabalhavam com engenharia de software.

Ao TechCrunch, o vice-presidente de engenharia da Uber, Sumanth Sukumar, explicou que os funcionários utilizaram a IA para identificar tendências em dados operacionais, adaptar materiais de treinamento para diferentes idiomas e desenvolver painéis personalizados.

A empresa também realizou um experimento com 30 engenheiros de IA, que trabalharam durante duas semanas com diferentes equipes para automatizar atividades.

A implementação será acompanhada de treinamentos internos. Segundo a OpenAI, o GPT-6.1 Sol será o modelo padrão da ferramenta, enquanto os desenvolvedores continuarão utilizando o Codex para programação.

Ainda não há informações sobre quanto a Uber pagará pelo contrato. A companhia pretende monitorar os resultados da implementação antes de definir os próximos passos.

Uber Uber

Uber já havia esgotado orçamento de IA em abril

A decisão chama atenção porque a Uber já havia demonstrado preocupação com o aumento dos gastos internos com inteligência artificial.

Em maio, o  Canaltech noticiou que a empresa havia esgotado o orçamento anual destinado ao Claude Code ainda em abril de 2026.

Na ocasião, o diretor de operações e presidente da Uber, Andrew Macdonald, questionou a relação entre o dinheiro investido e os resultados obtidos.

O executivo explicou que o aumento no consumo de tokens, unidades utilizadas para medir o processamento das ferramentas de IA, não havia se traduzido em um crescimento proporcional na quantidade de recursos entregues aos usuários.

Somente em 2025, a Uber desembolsou US$ 3,4 bilhões em pesquisa e desenvolvimento, montante que inclui diferentes projetos tecnológicos e não se limita à inteligência artificial.

A empresa também acelerou a utilização de IA na programação. Em agosto, o CEO Dara Khosrowshahi afirmou que a adoção de ferramentas desse tipo estava próxima de 100% entre os engenheiros, com aumento na quantidade de código produzido por profissional.

Aposta em IA também envolve bilhões em carros autônomos

Fora dos escritórios, a Uber também comprometeu bilhões de dólares com tecnologias de direção autônoma, que dependem de sistemas avançados de inteligência artificial.

Em março, anunciou um acordo para investir até US$ 1,25 bilhão na Rivian até 2031, condicionado ao cumprimento de metas de desenvolvimento. O objetivo é colocar veículos autônomos na plataforma a partir de 2028.

Outro investimento envolve a Lucid, fabricante de carros elétricos. A Uber ampliou seu compromisso financeiro com a companhia para US$ 500 milhões em abril, dentro de uma parceria para desenvolver robotáxis.

Em agosto, a empresa informou que espera comprometer mais de US$ 10 bilhões ao longo dos próximos anos com veículos autônomos, incluindo participações em empresas, infraestrutura e compromissos de aquisição de veículos.

Esses valores pertencem à estratégia de mobilidade autônoma e são separados do contrato com a OpenAI, cujo custo permanece desconhecido.

Com a expansão do ChatGPT Work, a Uber agora pretende avaliar se o uso de agentes de IA por toda a força de trabalho consegue produzir resultados suficientes para justificar a adoção em escala global.

Veja também: Uber leva modo com carros elétricos para mais cidades brasileiras; saiba quais

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ARM tenta "meter a faca" na Qualcomm e Snapdragon pode ficar mais caro

A disputa judicial entre ARM e Qualcomm pode ter grandes consequências para o mercado de celulares. Informações apresentadas no processo indicam que a ARM quer multiplicar em até 15 vezes a taxa cobrada por chip da Qualcomm, com novos contratos que se estenderiam até 2040. A mudança pode pressionar os custos de fabricação de processadores Snapdragon e, dependendo dos desdobramentos, afetar os preços de aparelhos que utilizam esses componentes.

Segundo o analista John Dorbal, os detalhes surgiram durante os argumentos apresentados no tribunal. Os valores exatos dos contratos são confidenciais, mas estimativas permitem dimensionar o aumento pretendido. Atualmente, a Qualcomm pagaria à ARM até US$ 1,88 por chip. A proposta atribuída à ARM elevaria o valor máximo para US$ 28,20 por unidade em um contrato válido de 2027 a 2033.

A cobrança não terminaria aí. Segundo a estimativa de Dorbal, a ARM também pretende estabelecer uma nova tarifa para o período entre 2034 e 2040, equivalente a 34,5 vezes o valor máximo pago atualmente. Nesse cenário, o custo chegaria a US$ 64,86 por chip.

Os valores representam um salto expressivo nos custos de licenciamento da Qualcomm. Como os royalties fazem parte das despesas envolvidas no desenvolvimento e na comercialização de processadores, uma cobrança maior pode pressionar as margens da empresa ou aumentar o custo dos seus produtos.

Isso não significa que os celulares com Snapdragon ficarão automaticamente mais caros. O impacto dependerá de fatores como o resultado da disputa judicial, os termos finais dos contratos e a capacidade da Qualcomm de absorver ou repassar os custos.

qualcomm-snapdragon

Qualcomm teria oferecido US$ 250 milhões

A Qualcomm ofereceu à ARM um pagamento único de US$ 250 milhões para congelar a tarifa do ARMv10 no futuro. A proposta teria sido recusada pela ARM, que busca implementar as novas condições de licenciamento.

O conflito envolve os termos comerciais para o uso da propriedade intelectual da ARM nos processadores da Qualcomm. A disputa é relevante porque a arquitetura da ARM está presente em grande parte dos chips usados em smartphones, embora fabricantes possam adotar diferentes modelos de licenciamento e desenvolvimento.

Por enquanto, os valores relatados devem ser tratados como cifras discutidas no processo e estimativas baseadas nas informações disponíveis, não como tarifas definitivas já implementadas. O desfecho do caso pode influenciar os custos dos próximos chips Snapdragon, mas ainda é cedo para prever se haverá impacto direto no preço final dos celulares.

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Lupin está de volta: veja quantos episódios tem e qual é a história da Parte 4

Prepare-se para acompanhar o ladrão mais famoso da Netflix em mais uma empreitada perigosa: Lupin retorna ao streaming no dia 23 de outubro com sua aguardada Parte 4. O novo ano dá continuidade à jornada de Assane Diop (Omar Sy) à medida que novos desafios surgem em sua vida. 

Lançada em 2021, Lupin se tornou um dos grandes sucessos da Netflix graças ao carisma de Omar Sy e das aventuras intrigantes de um mestre dos disfarces. Inspirada na série literária de Arsène Lupin, do escritor francês Maurice Leblanc, o programa conquistou uma legião dos fãs com a história de um homem que busca vingança contra a rica família Pellegrini por causa de uma injustiça cometida contra o pai dele. 

Desde então, muita coisa mudou na vida de Assane e daqueles que orbitam seus esquemas, disfarces e objetivos, que juntos resultaram em um acontecimento marcante no final da Parte 3. Mas o que podemos esperar do que vem por aí? O Canaltech conta a seguir. 

Qual é a história da Parte 4 de Lupin?

Situada quatro anos depois do final da Parte 3, o novo capítulo de Lupin começa com Assane cumprindo sua pena depois dele se entregar às autoridades policiais para proteger sua família. 

Determinado a aguentar o tempo na prisão para cumprir a promessa de ir viver com a família em Senegal, Assane vê seus planos irem por água abaixo quando um misterioso impostor surge em Paris executando roubos inspirados nos métodos de Arsène Lupin, assim como ele fazia. 

Diante dessa situação, Assane embarca em uma missão pessoal para descobrir quem está por trás dos crimes para provar sua inocência, o que o força a voltar a usar suas estratégias mirabolantes e envolver sua família mais uma vez no caos. 

Quantos episódios tem a Parte 4 de Lupin?

A Parte 4 de Lupin será a mais longa da série até o momento. Ao todo, serão oito episódios que darão conta de desenvolver mais uma aventura de Assane. 

lupin

A boa notícia para quem gosta de maratonar episódios de uma vez só sem ter que ficar esperando por lançamentos semanais é que a Parte 4 chega à Netflix com todos os capítulos liberados simultaneamente a partir do dia 23 de outubro. 

Caso você curta o trabalho do astro por trás de Assane Diop, aproveite para conhecer também 10 filmes de Omar Sy, astro da série Lupin, para ver no streaming. 

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Celular demais? Criança de 3 anos chega ao hospital com 5 graus de miopia

Uma criança de 3 anos foi diagnosticada com mais de 5 graus de miopia nos dois olhos após passar várias horas por dia usando o celular. O caso ocorreu na província de Henan, na China; segundo o relato, os pais recorriam ao aparelho como uma espécie de “babá eletrônica” para entreter o filho durante a rotina agitada da família.

A criança permanecia de cinco a seis horas diárias diante da tela, um hábito que chamou a atenção dos especialistas pelo tempo de exposição em uma idade tão precoce.

De acordo com Chu Ruixue, vice-chefe de medicina do departamento de oftalmologia do Hospital Infantil de Henan, a falta de acompanhamento e de intervenção precoce pode aumentar o risco de complicações oculares graves. Entre os problemas citados estão descolamento de retina, glaucoma, catarata e até cegueira irreversível.

O caso reforça a importância de acompanhar a saúde visual das crianças e limitar o contato com telas, especialmente nos primeiros anos de vida.

Criança com iPhone

Como identificar sinais de problemas de visão

Os pais devem observar comportamentos que podem indicar dificuldade para enxergar ou esforço visual excessivo. Entre os sinais de alerta estão:

  • Franzir ou apertar os olhos para enxergar objetos distantes, a televisão ou a lousa na escola;

  • Inclinar a cabeça para um dos lados ao estudar ou assistir a vídeos;

  • Piscar com frequência incomum.

Esses comportamentos não confirmam, por si só, um diagnóstico de miopia. Caso apareçam, é importante procurar um oftalmologista para avaliar a visão da criança.

As recomendações apresentadas pelos especialistas chineses são restritivas para a primeira infância. Para crianças de 0 a 3 anos, a orientação é evitar completamente dispositivos eletrônicos com tela, como celulares, tablets e computadores. Entre 3 e 6 anos, a recomendação é reduzir ao máximo o contato com esses aparelhos.

O tempo de tela não deve substituir brincadeiras, atividades físicas, interação com familiares e outras experiências importantes para o desenvolvimento infantil.

É importante ressaltar que o caso relatado não permite concluir que o celular, isoladamente, tenha causado todo o grau de miopia da criança. A condição pode envolver diferentes fatores, incluindo predisposição genética e hábitos visuais.

Ainda assim, o uso prolongado de telas merece atenção e consultas oftalmológicas são fundamentais para identificar alterações e orientar o tratamento adequado.

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Spotify comenta "fim da farra" do compartilhamento de contas no Plano Família

Em uma reunião com os investidores sobre os resultados do terceiro trimestre, o Spotify abordou sobre a fiscalização mais rígida do compartilhamento de contas no Plano Família. O co-CEO Alex Norström evitou o termo “repressão”, classificou a medida como uma “melhoria de rotina” e disse que o aprimoramento das ferramentas de verificação é um trabalho permanente.

De acordo com Norström, o Plano Família existe há cerca de 12 a 13 anos e representa uma parcela expressiva da base de assinantes. Com o tempo, aparecem brechas no sistema, e a empresa precisa ajustar continuamente seus métodos de verificação. O foco é proibir que amigos ou familiares que moram em casas separadas dividam a mesma assinatura. Com isso, o Spotify busca levar esses usuários a contratar planos individuais pagos.

A medida aproxima o Spotify de outros serviços de streaming, que também vêm restringindo a divisão de contas fora do domicílio principal. Em 2018, a empresa testou a verificação de localização por GPS. Em 2019, atualizou os termos de serviço para prever checagens periódicas de residência. As medidas geraram críticas por causa da privacidade dos dados, e a fiscalização perdeu força nos anos seguintes.

spotify capa

O que aconteceu com o compartilhamento do plano família?

A fiscalização afetou os usuários que dividem o Premium Família com pessoas que moram em outros endereços. Agora, o Spotify pede verificações pontuais de residência em três situações: quando um novo membro entra na conta, quando o administrador altera o endereço cadastrado e quando o sistema não consegue confirmar a localização de um integrante.

Para impedir validações à distância, a verificação usa um QR code dinâmico que aparece na tela do aplicativo para Android ou iOS. O administrador abre o app, toca na foto de perfil, seleciona “Seu Premium” e clica em “Gerenciar”. Em seguida, o membro escaneia o código com a câmera do próprio celular. Como o código muda a cada poucos segundos, capturas de tela não concluem o processo, e as duas pessoas precisam estar no mesmo local físico.

O membro tem até 7 dias após a notificação para concluir a verificação. Se a validação falhar ou o prazo expirar, o usuário perde o Premium e volta para o plano gratuito, com anúncios. Ele também fica impedido de entrar em qualquer outro plano Família ou Duo por 12 meses, contados a partir da falha.

Quem for expulso pode optar por uma assinatura individual paga ou voltar ao plano de origem, desde que a pendência seja resolvida. Segundo o Spotify, a empresa não rastreia a localização contínua por GPS, e a checagem serve apenas para confirmar o endereço residencial cadastrado. Além disso, o endereço informado precisa estar no mesmo país em que o método de pagamento do administrador foi emitido.

Se você gostou do conteúdo, talvez também se interesse por conferir “Assinatura mais cara? 5 dicas para economizar no Spotify e outros streamings”.

 

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Compositor da Valve deixa escapar codinome e reacende mistério de Half-Life 3

O mito acerca da Valve não saber contar até 3 nunca foi dissolvido, já que nenhuma de suas franquias recebeu um terceiro título. Os fãs aguardam pacientemente por um Half-Life 3 e, enquanto isso não tem qualquer previsão para acontecer, o que a comunidade tem são dicas como uma que veio agora de um compositor do estúdio, que soltou um "HLX" sem querer e até teve a atenção chamada pelo colega.

O vacilo aconteceu durante um painel da convenção GameSoundCon, voltada para profissionais de áudio da indústria de jogos eletrônicos. O compositor e diretor de som Mike Morasky, veterano da Valve responsável por trilhas marcantes como as de Portal 2, Left 4 Dead 2 e Half-Life: Alyx, mencionou o codinome HLX durante uma discussão técnica sobre renderização de áudio dinâmico e suporte a HDR.

A mesma pessoa já cometeu o deslize antes

A gafe não passou despercebida no local. Logo após a menção acidental, o colega de trabalho David Feise, que estava ao lado de Morasky no painel, murmurou algo em tom de alerta para o compositor. Mais tarde, membros da comunidade e mineradores de dados analisaram o áudio do painel e decifraram que Feise ironizou a situação no encerramento da sessão de perguntas e respostas ao dizer de forma discreta que ele havia feito um "bom trabalho" ao falar o codinome "HLX" apenas uma vez durante toda a apresentação.

]Essa não é a primeira vez que Mike Morasky se envolve em deslizes verbais relacionados à franquia. Em ocasiões anteriores, o designer de som quase citou o projeto secreto antes de corrigir rapidamente a resposta para se referir a Alyx, além de ter afirmado que trabalhou em múltiplos projetos da série Half-Life, embora seu nome apareça creditado oficialmente apenas no título lançado para realidade virtual.

O codinome HLX tem sido associado ao Half-Life 3 há anos por data miners. O projeto é apontado como a sequência direta dos eventos de Half-Life 2, trazendo um sistema de física avançado e uma nova geração de inteligência artificial para os NPCs e inimigos. Embora a menção no evento não signifique um anúncio iminente, a reação interna dos próprios funcionários reforça que o projeto segue em andamento, embora o foco recente da Valve esteja em hardware.

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