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Fone-gancho da Samsung aparece na "Anatel coreana" antes do lançamento

A Samsung está mais perto de lançar um novo "fone-gancho": um fone de ouvido com uma haste externa, desenvolvido para ficar preso à orelha sem entrar no canal auditivo. Identificado pelo código SM-R545 e pelo codinome Galaxy T1, o acessório recebeu uma certificação na Coreia do Sul na última quarta (21). O registro se soma a uma aprovação anterior na China, mas ainda não revela quando o produto chegará ao mercado.

O dispositivo apareceu na base da Agência Nacional de Pesquisa de Rádio da Coreia do Sul (RRA, equivalente à Anatel, na Coreia do Sul), identificado como um headset Bluetooth.

O documento aponta a Samsung como responsável pelo produto e indica China e Vietnã como países de fabricação.

Antes disso, em setembro, o mesmo modelo havia passado por uma certificação na China. A sequência de registros indica que a Samsung avança no desenvolvimento do acessório, embora não confirme uma data de lançamento.

O nome Galaxy T1 foi encontrado anteriormente em arquivos de aplicativos da fabricante. Ainda não há confirmação de que essa será a identificação comercial do fone quando ele for anunciado oficialmente.

Fone tem gancho externo e controles por toque

O design do Galaxy T1 apareceu em uma investigação anterior de arquivos de software da Samsung. As informações indicam que o fone deve envolver a parte externa da orelha, com um gancho que ajuda a manter firme durante atividades físicas, como corridas e treinos.

Galaxy T1

A proposta pode agradar a quem prefere evitar modelos tradicionais que ficam encaixados no canal auditivo. Ainda assim, a fabricante não divulgou detalhes oficiais sobre o formato, os materiais ou o conforto do acessório.

Os arquivos também apontam para controles de toque com funções diferentes para os lados esquerdo e direito. Outro recurso identificado é um teste de encaixe, que pode ajudar o usuário a verificar se os fones estão posicionados corretamente.

O software também indica a possibilidade de alternar entre modos de controle de ruído. A certificação coreana, porém, não detalha essas funções: ela se limita a identificar o produto como um dispositivo Bluetooth.

Galaxy T1 é diferente do Galaxy Buds On

O novo modelo não deve ser confundido com o Galaxy Buds On, outro fone da Samsung que apareceu em vazamentos recentes, que prende na orelha e pode ajustar volume sozinho. 

Conhecido anteriormente pelo codinome Able, esse acessório tem o código SM-U600 e um design de encaixe externo diferente, com duas partes arredondadas conectadas por uma estrutura de silicone.

O Galaxy Buds On também apareceu em registros na Índia e teve recursos como gestos com a cabeça e ajuste automático de volume mencionados em vazamentos.

No caso do Galaxy T1, ainda não há informações confirmadas sobre preço, disponibilidade ou nome comercial definitivo. As duas certificações representam novos indícios do desenvolvimento do produto, mas não garantem que o anúncio esteja próximo. Já em relação ao Buds On, o fone da Samsung que não entra no ouvido vai custar R$ 1.100 e já tem data.

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Celular com absurdas 3 câmeras de 200 MP finalmente chega ao mercado

A OPPO anunciou os novos Find X10 e Find X10 Pro Max, celulares que chamam a atenção por suas câmeras de alta resolução. O modelo Pro Max é o primeiro com três câmeras traseiras de 200 MP, enquanto a versão tradicional traz dois sensores com essa resolução. A linha também estreia uma bateria de 7.150 mAh, telas de até 144 Hz e o sistema ColorOS 17.

Os smartphones foram apresentados como modelos premium, com melhorias em fotografia, desempenho e autonomia. A fabricante também desenvolveu os sistemas de câmera em parceria com a Hasselblad, marca conhecida no mercado fotográfico.

As câmeras traseiras de 200 MP do Find X10 Pro Max envolvem a principal, ultrawide e teleobjetiva. A câmera principal tem um sensor desenvolvido em parceria com a Samsung, enquanto a ultrawide promete capturar mais luz que a geração anterior.

A câmera teleobjetiva também chama a atenção pela capacidade de fotografar objetos a apenas 10 centímetros de distância. Isso permite registrar detalhes de perto, além de ampliar o alcance das fotos com zoom.

O conjunto recebe o LUMO True Image Engine, sistema de processamento de imagens criado para preservar cores, tons e detalhes com aparência mais natural. Há também modos fotográficos inspirados em filmes clássicos, como o Kodak Gold.

Já o Find X10 tradicional traz uma câmera principal de 200 MP, uma teleobjetiva periscópica de 200 MP e uma ultrawide de 50 MP. Os dois modelos gravam vídeos em resolução 8K a 30 quadros por segundo e em 4K a até 120 quadros por segundo.

Acessório aprimora o zoom dos celulares

OPPO Find X10

A OPPO também anunciou um teleconversor Hasselblad para os dois aparelhos. O acessório oferece ampliação óptica de 3,28 vezes na câmera teleobjetiva de 200 MP, voltada a registros de longa distância, como animais, paisagens urbanas e apresentações musicais.

Os dois smartphones trazem bateria de 7.150 mAh, tecnologia que permite armazenar mais energia em um espaço compacto.

O Find X10 tem tela de 6,59 polegadas, enquanto o Pro Max chega a 6,78 polegadas. Os dois têm taxa de atualização adaptável de até 144 Hz e brilho máximo de 3.600 nits.

Preço e disponibilidade

Os novos celulares já estão em pré-venda no mercado internacional. O OPPO Find X10 parte de £ 1.099 (cerca de R$ 8.110), enquanto o Find X10 Pro Max custa a partir de £ 1.499 (aproximadamente R$ 11.060).

A fabricante também oferece bônus promocionais, incluindo um kit teleconversor Hasselblad avaliado em £ 499 (R$ 3.680). O Find X10 terá versões com 256 GB ou 512 GB de armazenamento, enquanto o Pro Max será vendido com 512 GB. O celular com 3 câmeras Hasselblad de 200 MP ganha versão global.

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INMO GO3 desafia Meta com óculos inteligentes que protegem privacidade

Os novos óculos inteligentes INMO GO3 chegaram para desafiar a Meta, com telas MicroLED, inteligência artificial do Google Gemini e do ChatGPT e um recurso físico para proteger a privacidade: uma tampa que cobre a lente da câmera e indica visualmente que ela está protegida. O modelo também traduz conversas em 98 idiomas e permite consultar informações sem tirar o celular do bolso.

Diferente dos óculos inteligentes que dependem principalmente de áudio e câmeras, o INMO GO3 tem duas telas MicroLED, uma para cada olho. O brilho chega a 1.500 nits, enquanto o campo de visão é de 30 graus.

A tela pode exibir respostas de inteligência artificial, funcionar como teleprompter e mostrar instruções de navegação passo a passo. Dessa forma, o usuário consegue consultar informações sem precisar tirar o celular do bolso.

Tampa física ajuda a proteger a privacidade

A câmera integrada é um dos pontos de atenção do aparelho. Para reduzir preocupações com gravações indesejadas, a INMO desenvolveu uma cobertura física que esconde a lente e oferece um sinal visual de que ela está protegida.

Óculos INMO GO 3

A solução procura responder a uma preocupação comum envolvendo óculos com câmera, que seria como deixar claro para as pessoas ao redor quando o dispositivo não está sendo usado para capturar imagens.

A preocupação que tem surgido em torno da privacidade é tamanha que, após críticas, a Meta prepara óculos inteligentes sem câmera. Alguns países estão tomando providências, como a Noruega que quer proibir óculos inteligentes em lugares públicos e a Austrália que bane óculos inteligentes de locais públicos por medo de gravações.

Tradução em 98 idiomas e integração com IA

Um dos principais recursos do INMO GO3 é a tradução em tempo real de 98 idiomas, com suporte offline para 13 deles. O sistema identifica a fala de outra pessoa e apresenta a tradução na tela, facilita conversas entre pessoas que falam línguas diferentes.

Os óculos também podem registrar anotações durante reuniões. A fabricante prevê a chegada de resumos exibidos diretamente nas lentes em uma atualização futura.

O assistente de inteligência artificial utiliza tecnologias do Google Gemini e do ChatGPT para responder a perguntas, reconhecer imagens capturadas pela câmera e ajudar em outras tarefas.

A autonomia é outro desafio dos óculos inteligentes. Para contornar essa limitação, o INMO GO3 permite trocar a bateria quando a carga acaba. Assim, o usuário pode colocar uma unidade carregada e continuar usando o aparelho enquanto a outra recarrega.

Enquanto o INMO GO3 não chega por aqui, vale prestar atenção nos óculos inteligentes da Samsung que vazam com câmera de 12 MP e bateria de 72 horas.

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Usuários relatam queimaduras e irritação na pele após usar Galaxy Watch durante a noite

Nesta semana, relatos de usuários de diferentes modelos do Samsung Galaxy Watch apontam marcas vermelhas, irritação e bolhas nos pulsos após o uso dos relógios durante a noite. Em alguns casos, os dispositivos teriam esquentado e descarregado completamente enquanto os donos dormiam. Um dos relatos mais recentes envolve um usuário do Galaxy Watch 5 Pro, que publicou sua experiência no Reddit.

A causa dos problemas ainda é desconhecida, e a Samsung não confirmou a existência de um defeito de fabricação relacionado aos episódios.

Segundo esse relato do Reddit, o relógio estava totalmente carregado quando foi colocado no pulso antes de dormir, mas amanheceu sem bateria e não voltou a ligar.

O usuário também percebeu uma marca semelhante a uma queimadura no braço. Ele afirmou que usava o smartwatch para dormir havia três anos e questionou se poderia receber um aparelho substituto, já que não esperava que o dispositivo pudesse machucá-lo.

Outras reclamações semelhantes apareceram em publicações no Reddit, Facebook e fóruns da comunidade Samsung. Os relatos envolvem modelos como Galaxy Watch 7, Galaxy Watch 8 e diferentes versões do Galaxy Watch Ultra.

As marcas descritas costumam ser circulares e aparecem na região do pulso que fica em contato com os sensores localizados na parte inferior do relógio. Os relatos envolvendo bolhas também levantaram suspeitas de possíveis queimaduras.

O que pode causar as lesões?

Ainda não há uma explicação confirmada para os casos. Uma das hipóteses levantadas é que algum processo executado em segundo plano mantenha o relógio funcionando continuamente, provoque consumo excessivo de bateria e gere calor.

Só que ainda não foi comprovado. Também não há confirmação de falha específica nos sensores, na bateria ou no software dos dispositivos.

Outra explicação possível é a irritação da pele causada pelo contato prolongado com o smartwatch. Pulseiras apertadas, suor, umidade, sujeira e atrito podem provocar reações na região coberta pelo aparelho.

O que fazer se o relógio esquentar?

A recomendação é que quem perceber aquecimento incomum, dor ou ardência deve retirar o smartwatch imediatamente. Se surgirem bolhas ou marcas semelhantes a queimaduras, a recomendação é procurar atendimento médico e entrar em contato com o suporte da Samsung.

Embora os relatos não comprovem um problema generalizado de segurança na linha Galaxy Watch, sinais de calor excessivo e lesões na pele merecem atenção. Mas será que a luz do smartwatch queima a pele? Entenda o que realmente pode acontecer.

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Novo TIM Beta terá 50 GB por R$ 60, mas só entra quem ganhar convite

Na última terça-feira (20), a TIM anunciou o BetaCreator, nova versão do TIM Beta que oferece 50 GB de internet por R$ 60 mensais. O plano mantém o preço da modalidade anterior, mas traz mudanças nos benefícios e na forma de contratação. Para entrar, será necessário receber um convite e validar o código pelo aplicativo Meu TIM.

A oferta inclui acesso a Facebook, Instagram, TikTok e X sem desconto da franquia de dados, além de Deezer Premium e benefícios do TIM Mais.

Outra novidade é a possibilidade de acumular a internet que sobrar de um mês para o seguinte, sem prazo de expiração enquanto o cliente permanecer no plano.

O que muda no novo TIM Beta?

O BetaCreator mantém a proposta de oferecer internet móvel e benefícios por uma mensalidade fixa, mas simplifica as opções disponíveis.

A TIM encerrou as diferentes categorias do Beta e passou a oferecer um único plano, com as mesmas condições para todos os assinantes.

A franquia não utilizada fica acumulada para os ciclos seguintes, sem data para expirar. Porém, quem sair do BetaCreator perderá os dados guardados.

O plano também inclui o chamado Modo Não Cai Nessa, recurso de segurança digital oferecido pelo EXA Segurança. A ferramenta busca tornar a navegação mais segura, inclusive durante o uso de redes públicas de internet.

Outra mudança é o fim da gamificação do TIM Beta, que permitia participar de desafios para conseguir benefícios. O aplicativo exclusivo da modalidade também será substituído pelo Meu TIM, que concentrará o gerenciamento do plano e dos convites.

TIM Beta

Como conseguir um convite para o BetaCreator?

O novo TIM Beta não terá contratação direta nas lojas ou no site da operadora. O acesso vai ser feito por códigos distribuídos por influenciadores participantes do projeto e por clientes que já fazem parte da comunidade Beta.

Para aderir, o interessado deve validar o convite no aplicativo Meu TIM e pagar a mensalidade de R$ 60. Segundo a operadora, a ativação está prevista para ocorrer em até 48 horas.

Os atuais clientes do TIM Beta também receberão convites para migrar para a nova versão. A estratégia busca manter os assinantes antigos e atrair novos usuários por meio das próprias comunidades.

TIM aposta em influenciadores para distribuir o plano

A divulgação do BetaCreator terá participação da TIM House, plataforma da operadora que reúne mais de 80 mil criadores de conteúdo cadastrados.

Inicialmente, 20 influenciadores serão responsáveis por apresentar o plano e distribuir convites. A expectativa da TIM é aumentar esse grupo para 60 participantes até dezembro de 2026. Os criadores selecionados receberão um ano de assinatura gratuita e códigos mensais para compartilhar com suas comunidades.

A iniciativa mantém a ideia de comunidade que marcou o TIM Beta desde seu lançamento, mas adapta a oferta ao público que acompanha criadores digitais e produz conteúdo para as redes sociais. Uma curiosidade é que a Starlink já é maior que TIM no Brasil no setor de banda larga fixa, segundo a Anatel.

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Mini aspirador da Xiaomi cabe no porta-copos do carro e custa só R$ 142

A Xiaomi lançou um mini aspirador portátil para carros que promete facilitar a limpeza dos bancos, dos cantos do veículo e de outras superfícies. O Mijia Car Vacuum Cleaner Portable Edition entrou em financiamento coletivo na China por 189 yuans, cerca de R$ 144, e promete potência de sucção de 20.000 Pa, corpo dobrável e acessórios para diferentes tarefas domésticas.

O aparelho é equipado com um motor sem escovas de 35 mm, capaz de atingir 150 mil rotações por minuto. Segundo a fabricante, o conjunto entrega força de sucção de 20.000 Pa, voltada à remoção de poeira e sujeira acumuladas no interior do carro.

Um dos destaques é o formato dobrável, que facilita guardar o aspirador sem ocupar muito espaço. O produto pesa apenas 446 gramas, permitindo segurá-lo com uma mão durante a limpeza.

Quando aberto, o equipamento fica alongado para alcançar áreas mais difíceis, como a parte inferior dos bancos e os cantos do porta-malas.

O tamanho compacto também promete favorecer o armazenamento no veículo, embora a fonte não informe as dimensões exatas nem confirme a compatibilidade com porta-copos específicos.

Bateria dura até 40 minutos

O aspirador tem três baterias de lítio de 2.500 mAh cada, e a autonomia chega a 40 minutos no modo econômico. Já no modo de sucção máxima, o tempo de funcionamento cai para 16 minutos.

Mini aspirador Xiaomi

A recarga é feita por uma entrada USB-C, com suporte a carregamento rápido de 22,5 W e o conjunto de acessórios aumenta as possibilidades de limpeza.

Já o bocal estreito alcança frestas entre os bancos e compartimentos das portas, enquanto a escova de cerdas macias ajuda a remover poeira do painel, das saídas de ar-condicionado e até de teclados de computador.

Tem também um bocal largo para áreas maiores e um acessório de sopro para retirar sujeira de espaços estreitos. Outro adaptador serve para encher boias infláveis, permitindo usar o equipamento em outras situações.

O aspirador ainda tem um sistema que separa a poeira do ar por força centrífuga, reduzindo o acúmulo de sujeira no filtro. Por enquanto, a Xiaomi não informou uma previsão de lançamento ou preço oficial para o Brasil, mas há um robô aspirador da Xiaomi que chegou ao Brasil e fica 75 dias sem esvaziar.

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Leica cria câmera inspirada na Fórmula 1 que custa mais de R$ 50 mil

A Leica Q3 43 Formula 1 Edition é a nova câmera especial da fabricante alemã em parceria com a Fórmula 1. O modelo tem acabamento em fibra de carbono, detalhes inspirados nos carros de corrida e recursos exclusivos de fotografia, e chega ao mercado em 21 de outubro de 2026, com preço de US$ 9.950, cerca de R$ 50.944.

A câmera combina a linha de câmeras Q3 com elementos visuais do automobilismo, e apesar das mudanças no acabamento e de um perfil de cores exclusivo, mantém as principais especificações da Leica Q3 43 tradicional.

A fabricante aplicou fibra de carbono no punho com carregamento sem fio, no apoio para o polegar e no botão de disparo, e as peças foram produzidas e testadas na Alemanha.

O corpo também recebe um revestimento preto texturizado chamado Microvelour, inspirado nos volantes dos carros de Fórmula 1. Detalhes vermelhos, logotipos exclusivos da categoria e uma alça de corda completam o conjunto.

A câmera pode interessar a quem acompanha os bastidores das corridas, já que sua lente fixa é mais adequada para registrar pessoas, ambientes e momentos espontâneos do que para fotografar carros distantes em alta velocidade.

Modelo mantém sensor de 60 MP e lente fixa

Leica Formula 1

Por dentro, a edição especial mantém a configuração da Leica Q3 43. O equipamento tem sensor full-frame BSI de 60 MP e lente fixa APO-Summicron de 43 mm, com abertura f/2.

A câmera também ganha um perfil de imagem exclusivo chamado “Formula 1” Leica Look. Disponível somente nessa edição por meio do aplicativo Leica FOTOS, ele aumenta o contraste e a saturação das cores para criar imagens com aparência mais intensa.

O fotógrafo pode aplicar o visual diretamente na câmera e conferir uma prévia pelo visor eletrônico antes de fazer a foto.

A Leica apresentou a parceria em um evento na Leica Store and Gallery, em Los Angeles, nos Estados Unidos. A ocasião teve a participação de Jenson Button, ex-campeão mundial de Fórmula 1.

Dito isso, a câmera da Leica inspirada na Fórmula 1 estará disponível a partir desta quarta (21) em lojas da marca, na loja oficial on-line e em revendedores especializados. Recentemente, a Leica relançou a lente usada por espiões para fotografar às escondidas na Guerra Fria.

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Óculos inteligentes da Samsung têm problema de design que a Meta já resolveu

Os futuros óculos inteligentes da Samsung e do Google podem ter dificuldade para competir com os Ray-Ban Meta porque ainda não provaram que suas armações ficam bem em diferentes formatos de rosto. A preocupação vai além da aparência e se concentra no formato, conforto e caimento, o que pode influenciar diretamente a decisão de compra.

Então essa parceria entre Samsung, Google, Warby Parker e Gentle Monster terá de convencer o público de que seus modelos são boas opções para o dia a dia.

A armação Wayfarer traz um formato que combina com diferentes tipos de rosto, enquanto a estrutura mais grossa dá personalidade ao acessório.

Como muitos consumidores já experimentaram uma armação Wayfarer ou conhecem alguém que usa o modelo. Isso facilita a escolha pela internet, mesmo quando o comprador não consegue testar a versão com recursos inteligentes antes da compra.

Samsung ainda precisa mostrar os óculos no grande público

A Samsung e o Google apostaram nas marcas Warby Parker e Gentle Monster para desenvolver armações que combinem tecnologia e estilo, com a ideia de superar a dificuldade histórica de empresas de tecnologia para criar acessórios visualmente atraentes.

Mesmo meses depois do anúncio, a divulgação ainda mostra os dispositivos principalmente em modelos profissionais, e uma preocupação dos especialistas da área é que isso dificulta avaliar como as armações ficam em diferentes formatos de rosto e se combinam com o estilo de pessoas comuns.

Óculos Google Samsung

Nesse cenário, a Samsung e Google precisam apresentar seus óculos em situações reais antes do lançamento, uma vez que a falta de demonstrações pode dificultar a conquista de compradores que já conhecem a concorrência.

Óculos inteligentes fashion da Samsung e do Google

Os óculos inteligentes da Samsung e do Google funcionam como acessórios conectados ao celular e permitem acessar recursos do Gemini sem usar as mãos.

Entre as funções previstas estão orientações de navegação passo a passo, resumos de notificações e sugestões de lugares próximos.

Os dispositivos também podem traduzir textos no campo de visão e áudios de conversas, além de tirar fotos e interagir com outros aparelhos do ecossistema Galaxy.

A novidade marca a expansão do Android XR para um formato mais leve e discreto que o headset Galaxy XR, voltado à realidade mista. As especificações completas ainda não foram divulgadas, e a previsão citada no anúncio é de lançamento internacional no segundo semestre de 2026. Enquanto isso, os óculos inteligentes da Samsung vazam com câmera de 12 MP e bateria de 72 horas.

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“Devemos desculpas”: empresa atrasa 5 meses câmera que rivalizaria com a DJI

A fabricante XTRA pediu desculpas pelo atraso das câmeras Muse 2 e Muse 2 Pro, anunciadas em agosto, mas ainda sem data definida para chegar ao mercado. Em uma publicação feita no X, a companhia afirmou que está trabalhando para lançar a nova geração "o mais rápido possível", sem divulgar uma previsão até concluir os testes.

A mensagem chama atenção porque a XTRA também reconhece os atrasos enfrentados pela comunidade. Segundo a empresa, a decisão de não informar uma data vaga foi tomada para evitar novas expectativas antes de ter o lançamento confirmado.

A empresa apresentou a Muse 2 Pro em um evento realizado em julho e voltou a mencionar a câmera em 13 de agosto. Mesmo após meses de espera, os novos modelos ainda não chegaram às lojas.

No posicionamento publicado no X, a XTRA afirma que quer avisar os consumidores assim que a data estiver realmente definida: "Não vamos lançar uma data vaga até que o hardware e o firmware estejam 100% verificados", diz a mensagem.

A empresa também afirma que os atrasos não mudaram seu compromisso com os próximos modelos. "Apesar dos contratempos e atrasos ao longo do caminho, nosso compromisso com uma verdadeira XTRA CHOICE nunca vacilou".

Empresa aproveita para promover a Muse original

Enquanto a segunda geração não chega, a XTRA voltou a destacar a Muse original. Na publicação, a companhia apresenta a câmera como uma alternativa para quem quer gravar vídeos estabilizados sem carregar equipamentos grandes, e ainda compara o produto com smartphones e equipamentos profissionais mais caros.

"Smartphones: vocês são ótimos para fotos casuais. Mas truques de algoritmo só conseguem chegar até certo ponto", afirma a XTRA, ao destacar o sensor de 1 polegada e as lentes ópticas da Muse.

A empresa também diz que câmeras profissionais de mais de US$ 2.000 (cerca de R$ 10.240) seriam mais adequadas para produções de cinema do que para passeios do dia a dia.

Atraso acontece em meio a problemas com a DJI

A demora da Muse 2 acontece em um momento complicado para a XTRA. A empresa americana vinha sendo vista como uma possível alternativa aos produtos da DJI nos Estados Unidos, principalmente após restrições envolvendo a fabricante chinesa.

Segundo o texto, a situação ficou mais complicada quando a FCC (órgão regulador dos EUA) colocou a investigação para incluir a XTRA, após uma acusação de que os dispositivos da empresa seriam cópias exatas de hardware. A XTRA chegou a devolver valores de pré-vendas feitas depois do anúncio relacionado à investigação.

O texto também menciona que a FCC propôs uma multa de US$ 25 mil (cerca de R$ 128 mil) à XTRA, em parte por alegada falta de resposta às investigações.

Por enquanto, a empresa mantém a promessa de lançar a Muse 2 e a Muse 2 Pro, mas ainda não revelou quando isso vai acontecer. Em meio a essa novela, o DJI Neo 3 vazou e deve mudar bastante a forma de pilotar.

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Fone da Samsung que não entra no ouvido vai custar R$ 1.100 e já tem data

A Samsung apresentou seu primeiro fone de ouvido sem fio com formato clip-on, o Galaxy Buds On. O modelo deixa o canal auditivo aberto e fica preso ao redor da orelha, focado em exercícios e atividades ao ar livre. O lançamento acontece primeiro na Coreia do Sul em 27 de outubro, por KRW 299 mil, cerca de R$ 1.126.

A Samsung afirma ter estudado diferentes formatos de orelha para definir a posição dos componentes. A área de contato maior também ajuda a distribuir a pressão de maneira mais uniforme, enquanto a estrutura em formato de clipe foi pensada para manter o fone firme durante movimentos intensos.

A proposta faz sentido para corridas e exercícios ao ar livre, quando ouvir o que acontece ao redor pode ser importante. O design dos Galaxy Buds que se prendem na orelha já tinha vazado  anteriormente. 

Fone tenta resolver os problemas do formato aberto

Só que um dos desafios dos fones abertos é entregar graves suficientes sem aumentar o vazamento de som. Para isso, o Galaxy Buds On traz um sistema de dois alto-falantes chamado TwinBoost, que trabalha principalmente nas frequências mais baixas.

O modelo também tem um recurso para reduzir o vazamento de áudio e ajusta automaticamente o volume de acordo com o ambiente. A bateria oferece até 9,5 horas de reprodução com uma carga.

galaxy buds on

Por dentro, o fone usa a plataforma Snapdragon S7 Gen 1 Sound Platform, da Qualcomm, acompanhada de um amplificador de alta eficiência.

Galaxy Buds On tem recursos de IA

A Samsung também incluiu funções ligadas ao Galaxy AI. O usuário pode acessar o Gemini Live sem precisar segurar o celular e gravar anotações rápidas de voz.

O fone tem três microfones e um sensor que capta a voz por meio da condução óssea, para melhorar as chamadas.

Também é possível responder chamadas, dispensar alarmes e interagir com notificações usando movimentos da cabeça.

Preço e lançamento

O Galaxy Buds On será vendido inicialmente na Coreia do Sul a partir de 27 de outubro, exclusivamente na cor preta. A Samsung ainda não informou os preços ou as datas de lançamento em outros mercados. A expansão internacional deve acontecer posteriormente. Atualmente, a JBL lança fone que não tampa os ouvidos e limita o volume, indo na mesma onda.

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Samsung prepara óculos inteligentes para novembro e desafia Apple e Meta

A Samsung deve lançar seus primeiros óculos inteligentes em novembro, colocando no mercado um novo rival para os dispositivos da Meta e para os futuros óculos da Apple. O produto apareceu em registros da FCC, órgão regulador dos Estados Unidos, e já teve o mês de lançamento confirmado pela própria Samsung.

Os óculos fazem parte da estratégia da empresa para o Android XR, plataforma voltada a dispositivos de realidade estendida.

O modelo também deve ser desenvolvido em parceria com as marcas Warby Parker e Gentle Monster, que trabalham em diferentes versões do acessório.

Óculos da Samsung aparecem em registro

Os registros mostram dois modelos diferentes, identificados pelos códigos SM-O200J e SM-O200P. A diferença está principalmente no desenho das hastes, o que indica que podem ser as versões produzidas em parceria com Gentle Monster e Warby Parker.

As informações disponíveis ainda não revelam todas as especificações do produto, mas o documento mostra que os óculos serão carregados com uma entrada de 5 V e 1 A, equivalente a 5 W de potência.

A Samsung já tinha antecipado que pretende fazer dos óculos um dos modelos mais leves do mercado. Segundo informações citadas no material, a empresa trabalha com uma meta de 46 gramas, cerca de 5 gramas a menos que os óculos inteligentes da Meta, que pesam 51 gramas.

Óculos Samsung

Câmera e recursos de inteligência artificial

Os óculos devem trazer um chip Qualcomm Snapdragon AR1 Gen 1, desenvolvido para acessórios compactos. O dispositivo também terá uma câmera de 12 MP com sensor Sony, alto-falantes que deixam os ouvidos livres e vários microfones com redução de ruído.

Os controles ficam nas próprias hastes dos óculos, enquanto o usuário também poderá comandar algumas funções pelo Galaxy Watch ou por um celular Galaxy.

A integração com o Gemini será uma das principais apostas do produto. A Samsung pretende oferecer recursos como tradução ao vivo, resumo de mensagens e busca por informações a partir do que a câmera identifica.

Lançamento acontece em novembro

Sabemos que os óculos chegam em novembro, mas a data exata ainda não foi divulgada. A empresa pode aproveitar o período próximo à Black Friday, quando o movimento de compras costuma aumentar.

O preço também continua desconhecido. A expectativa é que o aparelho fique próximo dos óculos da Meta, estimados em US$ 449, o equivalente a aproximadamente R$ 2.299.

Enquanto isso, os óculos da Apple serão "Apple Watch para o rosto" em vez de câmera para Instagram. A fabricante vai focar em exibição de frequência cardíaca e calorias queimadas e chegou até a estudar funções de exercícios para o Vision Pro.

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Casio lança relógio de safira azul que custa mais que um Porsche

A Casio anunciou um novo relógio da linha premium G-SHOCK MR-G feito com safira azul e muita exclusividade: 20 unidades produzidas para todo o mundo. Segundo a própria Casio, o relógio também é tão caro que seu preço supera o de um Porsche Macan e de relógios de marcas tradicionais de luxo O valor exato, porém, não foi informado ainda.

O modelo, chamado MRG-D5000, foi desenvolvido com uma estrutura formada por várias peças separadas. A Casio eliminou os parafusos da montagem da caixa e do aro, já que eles poderiam aumentar o risco de danos à safira azul durante impactos.

Para chegar a esse resultado, a empresa estudou como a força de uma pancada é transmitida para a safira e criou uma estrutura capaz de proteger o material. O objetivo é manter a resistência característica dos G-SHOCK sem abrir mão de um visual mais sofisticado..

A safira azul também aparece na parte traseira do relógio. Cada uma das 20 unidades recebe um número de série individual gravado nessa região, deixando claro que se trata de uma edição extremamente limitada.

Relógio tem carregamento por luz

O relógio traz o sistema Gallium Tough Solar, responsável por aproveitar a luz para manter o relógio carregado. A tecnologia foi desenvolvida para oferecer resistência e carregamento eficiente mesmo sob luz intensa.

O modelo faz parte da coleção MR-G, criada em 1996 com a proposta de combinar a resistência dos G-SHOCK com materiais e técnicas de fabricação mais sofisticados.

Casio também apresentou outros dois modelos

Junto do MRG-D5000, a Casio anunciou mais dois G-SHOCK com elementos de safira azul.

O MRG-B5000SA traz duas safiras azuis lapidadas, cada uma com dois quilates, posicionadas na parte superior e inferior da caixa. O aro é feito de uma liga metálica de alta dureza e recebe um acabamento azul.

Já o GMW-B5000SB é um G-SHOCK totalmente metálico que apresenta pedras de safira azul instaladas em quatro pontos na parte frontal do aro.

Os três modelos seguem a proposta da Casio de transformar o relógio em uma peça com materiais chamativos, fabricação especializada e edições limitadas. Mas nem tudo é tão sofisticado: recentemente, a Casio surpreendeu com novo G-Shock temático: um relógio de banana.

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“AirTag da Samsung” funciona com iPhone e tem bateria para mais de 2 anos

A Samsung anunciou o Galaxy SmartTag 3, novo rastreador de objetos, que funciona com iPhone e promete até 790 dias de bateria no modo de economia de energia. O dispositivo chega à Coreia do Sul na próxima quarta-feira (7), enquanto outros mercados só devem receber o produto em 2027.

O Galaxy SmartTag 3 ganhou um formato quadrado com cantos arredondados e ficou 35% menor e 33% mais leve que o SmartTag 2.

A mudança também alterou o encaixe do acessório, então o novo modelo não tem mais uma abertura para prender diretamente em chaves ou mosquetões. Quem quiser usar o rastreador dessa forma vai precisar de uma capa protetora da Samsung. O aparelho tem certificação IP67, que indica proteção contra poeira e água.

A bateria também recebeu melhorias. O SmartTag 3 usa uma pilha CR2032 substituível e pode funcionar por até 550 dias em condições normais. No modo de economia de energia, a autonomia sobe para mais de dois anos (790 dias).

Rastreador da Samsung agora funciona com iPhone

Uma das principais novidades é que SmartTag 3 tem suporte ao iPhone. Os modelos anteriores da linha funcionavam somente com celulares Samsung, enquanto a nova geração permite compartilhar informações de rastreamento com usuários de outros sistemas.

SmartTag

A Samsung apresenta o recurso como uma forma de facilitar a ajuda de familiares, amigos ou pessoas que cuidam de animais. Assim, mais pessoas podem colaborar na localização de um objeto ou pet perdido.

A empresa ainda não confirmou se outros celulares Android também serão compatíveis com SmartTag 3.

Novos alertas ajudam a encontrar objetos

O rastreador ganhou alertas que podem avisar quando ele entra ou sai de uma área determinada. Também há notificações para pequenos movimentos e um histórico que permite acompanhar por onde o dispositivo passou.

A localização é feita pela rede Galaxy Find, da própria Samsung. Em celulares compatíveis, o SmartTag 3 combina Bluetooth 6.0 Channel Sounding e UWB quando o usuário está a até cerca de 61 metros do rastreador, permitindo encontrar o dispositivo com maior precisão.

O Galaxy SmartTag 3, "AirTag da Samsung", será vendido inicialmente nas cores preta e branca, e o lançamento acontece primeiro na Coreia do Sul. Outros mercados devem receber o dispositivo em 2027. E se você quer economizar, veja 5 rastreadores mais baratos com as mesmas funções.

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Novo Kindle vaza com design renovado e tela que parece muito com a do Paperwhite

A Amazon deve renovar seu Kindle básico em breve, e imagens vazadas já revelam parte das mudanças. O novo modelo, identificado como Kindle de 12ª geração, aparece com design renovado, tela com cantos arredondados e um visual mais próximo do Paperwhite.

As imagens foram divulgadas pelo WinFuture e mostram o aparelho em diferentes ângulos. Entre as principais mudanças está a posição do botão de ligar, que deixa a parte inferior e passa para a lateral direita, perto da parte superior do dispositivo.

A alteração mais evidente no corpo do Kindle está no botão de energia. Nos modelos anteriores, ele ficava na parte inferior do aparelho. Agora, as imagens indicam que a Amazon colocou o botão na lateral direita.

O novo posicionamento também aparece em um corpo com visual mais arredondado. A tela, que antes tinha cantos totalmente retos, parece adotar cantos levemente curvos.

As fotos também sugerem uma mudança na forma como o painel fica encaixado no corpo. Em uma das versões mostradas, a tela parece ficar mais próxima da borda, em uma configuração que lembra mais o acabamento do Kindle Paperwhite.

Tela deve continuar com cerca de 6 polegadas

Ainda não há informações confirmadas sobre as especificações do novo Kindle. As imagens indicam que a Amazon deve manter uma tela de aproximadamente 6 polegadas e uma iluminação frontal, possivelmente com algum ganho de brilho em relação ao modelo anterior.

O WinFuture também fala que o novo aparelho pode aparecer com duas opções relacionadas à profundidade da tela, embora ainda não esteja claro como essa diferença funcionará na prática.

Por enquanto, informações como armazenamento, tamanho exato, autonomia da bateria e resistência à água continuam desconhecidas.

Kindle 12ª geração pode ter várias cores

Kindle 12

As imagens também mostram o Kindle em diferentes cores. O preto aparece como uma das opções, enquanto versões em verde, azul-claro e violeta também são indicadas pelo vazamento.

A quantidade exata de versões ainda pode mudar, já que as informações foram obtidas a partir das imagens disponíveis.

A Amazon também pode ter em mente uma nova versão do Kindle para crianças, que parece seguir o mesmo design do modelo convencional, mas deve ser vendido com uma capa e uma garantia mais longa.

A Amazon ainda não confirmou oficialmente o novo Kindle, então não há preço ou data de lançamento definidos. E como o Kindle ficou 50% mais caro, veja alternativas mais baratas para comprar agora.

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Rumor: iPhone Duo enfrenta problemas na produção antes de chegar às lojas

O iPhone Duo, primeiro celular dobrável da Apple, estaria enfrentando dificuldades para atingir o ritmo de produção esperado antes do lançamento. Segundo fontes ligadas à cadeia de fornecimento da Foxconn, a taxa de aparelhos aprovados na montagem final estava pouco acima de 60% em 17 de setembro. A situação pode limitar a quantidade de unidades disponíveis no início das vendas.

Uma fonte próxima à cadeia de fornecimento da Foxconn disse que a linha de montagem pode levar de seis meses a um ano para atingir um nível considerado maduro, caso os padrões de qualidade atuais sejam mantidos.

A Foxconn estaria fazendo ajustes frequentes nos equipamentos, nos processos de montagem e nas configurações da linha para tentar aumentar a produção do iPhone Duo. Segundo os relatos, fornecedores aguardam uma decisão da Apple sobre manter as exigências atuais ou flexibilizar alguns critérios para acelerar a fabricação.

Outro relato, publicado pelo MyDrivers, afirma que um dos fabricantes contratados pela Apple pediu que a empresa escolha entre priorizar o rendimento da linha ou aumentar a quantidade produzida.

Forçar um ritmo maior poderia elevar o número de aparelhos aprovados, mas também aumentar a quantidade de unidades com defeitos e os custos de descarte.

Tela e dobradiça também complicam produção

Os problemas não estariam restritos à montagem final. As telas OLED dobráveis fornecidas pela Samsung Display teriam apresentado baixo rendimento, atrasos nas entregas e mudanças no projeto. As peças da dobradiça também enfrentariam dificuldades semelhantes.

iPhone Duo câmera

Segundo o rumor, os atrasos na chegada de componentes deixam menos tempo para que a Foxconn ajuste a linha de montagem e encontre um ritmo estável de fabricação.

Estoque inicial pode ser limitado

As fontes apontam que a Apple teria como meta estocar entre 6 milhões e 8 milhões de unidades do iPhone Duo em todo o mundo em 2026.

O número seria inferior ao volume típico de 20 milhões a 30 milhões de unidades vendido ao longo de um ciclo completo por modelos individuais das linhas iPhone Pro ou Pro Max.

A Apple lançou o iPhone Duo, seu primeiro celular dobrável, em 9 de setembro. A pré-venda do iPhone Duo acontece a partir de 16 de outubro, e a venda oficial fica disponível a partir de 23, com preços que vão partir de R$ 21.999. 

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Máscara bizarra mede seu metabolismo pela respiração e dá dicas de treino

Uma máscara bizarra que parece saída de um filme de super-herói analisa a respiração para medir o consumo de oxigênio e a liberação de gás carbônico, e usa os resultados para sugerir ajustes na alimentação e nos treinos. A novidade foi criada pela PNOĒ, empresa com operações nos Estados Unidos e na Grécia, e chega em 1º de outubro.

Diferente do equipamento atual da companhia, a nova versão pode ser operada pelo próprio usuário. Basta vestir a máscara, apertar um botão e respirar durante cerca de oito minutos.

O teste analisa gases da respiração para descobrir como o corpo produz energia. 

Entre os dados obtidos estão o VO₂ máximo, que indica a capacidade do organismo de usar oxigênio durante exercícios, a quantidade de calorias gastas em repouso e a chamada flexibilidade metabólica, relacionada à troca entre o uso de gordura e carboidratos como fonte de energia.

Segundo a PNOĒ, são 23 indicadores no total. A empresa afirma que essas informações podem ajudar a entender necessidades de calorias e orientar a rotina de exercícios.

Esse tipo de análise existe há mais de 100 anos e costuma ser associado a laboratórios esportivos e hospitais, onde equipamentos maiores e mais caros fazem as medições. A proposta da PNOĒ é levar esse tipo de teste para ambientes como academias, hotéis e até farmácias.

Cada pessoa pode ter sua própria máscara

Máscara PNOE

O equipamento também foi pensado para ser compartilhado. A parte eletrônica pode ser separada da máscara de silicone e das tiras, permitindo que diferentes pessoas usem o mesmo aparelho enquanto mantêm suas próprias máscaras.

A empresa diz que a nova versão ficou menor e tem menos peças que o modelo anterior. O projeto levou várias rodadas de desenvolvimento com a italiana Design Group Italia.

Apesar das funções relacionadas à saúde e ao metabolismo, a PNOĒ não apresenta o produto como equipamento médico. A máscara não tem autorização da FDA, órgão regulador dos Estados Unidos, e a empresa afirma que não fornece recomendações médicas.

Enquanto a máscara bizarra não chega no Brasil, veja as coisas que seu smartwatch já mede e podem melhorar seus treinos; especialista explica.

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Campainha usa realidade virtual para mostrar tudo ao redor de quem toca a porta

A Eufy, marca de casa inteligente da Anker, lançou a Video Doorbell S4, uma campainha com visualização em realidade virtual (VR). A novidade permite olhar ao redor da entrada da casa usando o celular ou um headset compatível. O modelo custa US$ 299,99 (cerca de R$ 1.536).

O equipamento tem câmera panorâmica com campo de visão de 180 graus na horizontal e na vertical. A proposta é mostrar uma área maior da entrada, incluindo visitantes e objetos deixados na porta, sem precisar instalar várias câmeras.

Quando alguém toca a campainha, o celular recebe uma notificação semelhante a uma chamada telefônica. Ao atender, o usuário entra em uma visualização panorâmica em tela cheia, que permite observar diferentes direções.

Basta movimentar o celular para olhar ao redor da entrada. Quem tiver um headset de realidade virtual também pode utilizá-lo para visualizar as imagens.

O sistema permite conversar com a pessoa que está do lado de fora durante a visualização. Dessa forma, é possível conferir o ambiente e falar com o visitante sem precisar abrir a porta.

Câmera acompanha os visitantes

Campainha realidade virtual

A Eufy Video Doorbell S4 tem resolução de 3072 x 3072 pixels, equivalente a aproximadamente 9 megapixels, e grava vídeos em 3K HDR a até 24 quadros por segundo. A câmera também oferece zoom de até 8 vezes.

Outro recurso é o OmniTrack, sistema de inteligência artificial que acompanha pessoas dentro da área filmada. Quando alguém aparece, a tecnologia ajusta o enquadramento automaticamente para manter o visitante no centro da imagem.

A campainha busca aproximar a visualização da pessoa sem perder completamente a visão panorâmica do ambiente, e segundo a empresa, foi desenvolvida para mostrar o corpo inteiro do visitante e o que estiver na entrada.

Detecção de movimento e visão noturna

A campainha combina radar e dois sensores infravermelhos para identificar movimentos. O radar detecta atividades a até 8 metros de distância, enquanto os sensores cobrem áreas mais próximas.

O equipamento consegue reconhecer pessoas, movimentos, encomendas e rostos. Também oferece visão noturna colorida, com dois refletores, e uma luz de boas-vindas que acende quando alguém se aproxima.

A compatibilidade com casas inteligentes inclui Amazon Alexa, Google Home e Apple HomeKit. No entanto, a integração com o sistema da Apple exige a central HomeBase S380, vendida separadamente.

A campainha com realidade virtual foi anunciada por US$ 299,99, aproximadamente R$ 1.536. O acompanhamento de pessoas exigem o aplicativo oficial da Eufy. Gostou? Então veja os itens de casa inteligente que você não precisa, mas vai querer comprar.

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Celular superaquecendo: quando é normal e quando pode danificar a bateria

Celular esquentando durante o uso não significa que tem algo errado com o aparelho. Jogos pesados, gravação de vídeos, carregamento rápido e até a exposição ao Sol podem elevar a temperatura. O problema aparece quando o aquecimento é excessivo. Por isso, é importante entender quando é normal e quando pode danificar a bateria.

Segundo Joelton Gotz, engenheiro de controle e automação, mestre em Engenharia Elétrica, doutor em Engenharia Mecânica e professor e pesquisador da PUCPR, o próprio celular costuma dar sinais de que está tentando se proteger.

“Em geral, os dispositivos modernos são equipados com várias rotinas de proteção para a bateria”, explica.

Por que o celular esquenta?

Todo smartphone produz calor durante o funcionamento. O processador, a memória, a tela, os circuitos de energia e a bateria transformam parte da energia consumida em calor.

A intensidade varia de acordo com a tarefa. Um aplicativo de mensagens, por exemplo, exige muito menos do hardware do que um jogo 3D. Gravar vídeos em alta resolução também demanda processamento e pode elevar a temperatura.

O ambiente interfere ainda mais. Um aparelho usado sob o sol ou deixado dentro de um carro quente começa a partir de uma temperatura ambiente muito maior. Se estiver carregando ou executando uma tarefa pesada ao mesmo tempo, o calor interno pode subir rapidamente.

Gotz explica que a exposição ao calor também pode afetar o celular quando ele está desligado. “Uma bateria quando submetida a condições extremas de temperatura acelera reações químicas e pode dessa forma acelerar o envelhecimento.”

Por isso, desligar o aparelho não elimina completamente o problema de deixá-lo em um ambiente muito quente.

Jogos e câmera podem deixar o celular quente sem indicar defeito

Os jogos estão entre as atividades que mais elevam a temperatura. Eles exigem bastante da CPU, GPU e memória por períodos prolongados.

“Entre as atividades mencionadas, os jogos costumam gerar as temperaturas mais elevadas, pois exigem processamento intenso e uso contínuo do processador (CPU), do processador gráfico (GPU) e da memória do aparelho."

A gravação e a reprodução de vídeos também podem gerar aquecimento significativo, principalmente em resoluções elevadas. Ainda assim, normalmente ficam abaixo dos jogos mais exigentes.

Nessas situações, algum aquecimento é esperado. O que importa é observar como o aparelho reage. Se o desempenho cair, o brilho diminuir ou aparecer um aviso térmico, isso pode ser justamente o sistema de proteção entrando em ação.

Carregamento também aumenta a temperatura

O carregamento é outra situação em que o celular pode esquentar sem que exista necessariamente um problema.

Tecnologias de carregamento rápido fazem a bateria receber mais energia em menos tempo. Durante o processo, parte da energia é perdida na forma de calor, especialmente nos circuitos responsáveis pelo gerenciamento e conversão de energia.

“O carregamento, principalmente quando utiliza tecnologias de carregamento rápido, aquece predominantemente a bateria e os circuitos de gerenciamento de energia”, explica Gotz.

Por isso, é melhor carregar o celular em uma superfície aberta, fresca e seca. Colocar o aparelho embaixo de cobertores, dentro do bolso ou no fundo de uma mochila dificulta a dissipação do calor.

O mesmo vale para quem usa o celular conectado a um power bank. Isso não “vicia” a bateria, já que as atuais baterias de íons de lítio não sofrem do chamado efeito memória.

O problema pode aparecer quando o usuário combina carregamento com tarefas pesadas. Jogar, usar GPS, assistir a vídeos ou utilizar redes móveis intensamente enquanto o aparelho recebe energia pode elevar ainda mais a temperatura.

“Nesse caso, o eventual aumento do desgaste não decorre do uso simultâneo e do carregamento em si, mas do calor adicional gerado nessas condições”, diz o engenheiro.

E se o celular ficou quente no Sol?

Celular aquecimento

O calor produzido por componentes internos é apenas uma parte da equação. A temperatura externa também importa.

Se o celular ficou quente no Sol, pode ter aquecimento da carcaça e os componentes mesmo quando o aparelho está praticamente parado. A situação fica ainda mais crítica dentro de um carro estacionado, onde a temperatura interna pode subir bastante.

Segundo Gotz, os efeitos imediatos costumam estar relacionados aos mecanismos de proteção. O aparelho pode reduzir o brilho, diminuir a velocidade de carregamento ou limitar o desempenho do processador.

A exposição frequente a temperaturas elevadas, por outro lado, pode acelerar o envelhecimento da bateria e reduzir sua capacidade útil ao longo do tempo.

Por isso, um celular quente depois de alguns minutos no sol não significa automaticamente que a bateria foi danificada. O risco está principalmente na exposição intensa e repetida.

Por que o celular fica mais lento quando esquenta?

Um dos mecanismos usados para controlar o calor é o chamado thermal throttling. O sistema reduz o desempenho do processador para diminuir a quantidade de calor produzida.

É por isso que um jogo pode começar funcionando normalmente e, depois de algum tempo, apresentar quedas de desempenho. O celular não necessariamente está com defeito: ele pode estar reduzindo a velocidade dos componentes para evitar que a temperatura continue subindo.

“Quando a temperatura interna se aproxima dos limites estabelecidos pelo fabricante, entram em ação mecanismos automáticos de proteção”, afirma Gotz.

Em situações mais severas, o aparelho pode interromper completamente o carregamento ou desligar sozinho.

Aviso de temperatura é um sinal para parar

Um alerta de temperatura elevada deve ser levado a sério. Ele indica que o celular atingiu uma condição na qual continuar utilizando ou carregando o aparelho pode não ser adequado.

Cada fabricante estabelece suas próprias faixas de operação, então não existe uma temperatura única que sirva para todos os smartphones.

Os sinais de proteção podem incluir a redução significativa do brilho, queda de desempenho ou carregamento mais lento. Gotz explica que esses mecanismos existem justamente para preservar a bateria e os demais componentes.

Se o aparelho estiver muito quente, a recomendação é interromper tarefas pesadas e, se estiver carregando, retirar o carregador. O ideal é deixá-lo esfriar naturalmente em um ambiente ventilado.

Celular quente no bolso ou na mochila também merece atenção

Mochila celular

O local onde o celular fica durante o carregamento influencia a dissipação de calor. Um aparelho sobre uma mesa tem mais contato com o ar do que outro preso entre roupas ou dentro de um compartimento fechado. 

Mas então, celular no bolso ou na mochila: onde é mais seguro levar o aparelho? Os casos representam "situações inadequadas e sujeitas a aumentar a chance de superaquecimento do celular”, afirma Gotz.

A circulação de ar ajuda a retirar o calor da superfície do smartphone. Por isso, durante o carregamento, é melhor deixar o aparelho em um local fresco, seco e com espaço ao redor.

O risco de um evento grave é baixo em aparelhos em boas condições, mas baterias danificadas ou defeituosas podem apresentar problemas mais sérios. O especialista cita a chamada avalanche térmica como uma situação extrema, capaz de provocar aumento acelerado da temperatura.

Tirar a capinha ajuda a esfriar o celular?

A capinha pode dificultar a dissipação do calor porque materiais como silicone, TPU e couro têm baixa condutividade térmica. Capas muito grossas tendem a criar uma barreira maior entre o aparelho e o ambiente.

Em uso comum, porém, a diferença costuma ser pequena. Retirar a capa passa a fazer mais sentido quando o celular já está quente, principalmente durante jogos, gravação de vídeos ou exposição a temperaturas ambientes elevadas.

“Capas mais espessas tendem a atuar como um isolamento térmico maior, dificultando ainda mais a dissipação do calor”, explica Gotz.

Ainda assim, tirar a capinha não resolve um superaquecimento causado por defeito de bateria, aplicativo ou componente interno.

Pode colocar o celular quente na geladeira?

A ideia de colocar um celular quente na geladeira pode parecer uma forma rápida de resfriar, mas a mudança brusca de temperatura cria outros riscos.

O primeiro é o choque térmico. Diferentes materiais do smartphone, como vidro, metais e adesivos, podem se contrair em velocidades diferentes quando expostos rapidamente ao frio.

O segundo problema é a condensação. Mesmo sem jogar água no aparelho, o vapor presente no ar pode se transformar em umidade quando encontra superfícies muito frias. Essa condensação pode atingir conectores e componentes eletrônicos.

“Os fabricantes de celulares não recomendam colocar um celular muito quente na geladeira ou no freezer para resfriá-lo rapidamente”, afirma o especialista. Também não é indicado colocar o aparelho para carregar enquanto ele ainda estiver muito frio.

A maneira mais segura é desligar ou interromper atividades pesadas e deixar o smartphone voltar gradualmente a uma temperatura normal em um ambiente ventilado. 

Deixar o celular no carro pode estragar a bateria?

Celular no carro

Mesmo desligado, um celular deixado dentro de um carro quente continua exposto à temperatura elevada. O problema não costuma aparecer como um dano imediato visível, mas pode acelerar processos químicos que reduzem a vida útil da bateria.

Quando o aparelho está ligado, a situação pode ser ainda pior porque os próprios componentes internos acrescentam calor.

Segundo Gotz, os efeitos temporários incluem redução de brilho, desempenho e velocidade de carregamento. Já exposições frequentes a temperaturas intensas “tendem a reduzir a capacidade remanescente e útil da bateria”.

Por isso, não é uma boa ideia deixar o celular no painel, banco ou porta-luvas de um carro exposto ao Sol, mesmo que o aparelho esteja desligado.

Quando o superaquecimento pode indicar um problema?

O sinal mais importante é a recorrência. Um celular pode ficar quente durante um jogo ou carregamento rápido sem apresentar defeito, mas a coisa muda quando ele esquenta demais em tarefas simples ou passa a apresentar sintomas com frequência.

Entre os sinais que merecem investigação estão o aquecimento excessivo e recorrente, perda perceptível de autonomia, aumento anormal do tempo de carregamento, desligamentos inesperados, travamentos frequentes, calor excessivo durante tarefas leves e inchaço da bateria.

Também vale verificar aplicativos que estejam consumindo recursos em excesso e confirmar se carregador e cabo são compatíveis com as especificações do fabricante. Power banks de procedência duvidosa merecem cuidado semelhante.

Calor temporário não é o mesmo que bateria danificada

Se o celular esquenta durante um jogo, reduz o desempenho e depois volta ao normal quando esfria, o comportamento pode estar dentro do esperado. O mesmo vale para pequenas reduções de brilho ou velocidade de carregamento em temperaturas elevadas.

Já o aquecimento recorrente em condições normais indica que vale investigar o aparelho. O calor não costuma destruir uma bateria instantaneamente, mas a exposição frequente a temperaturas elevadas pode acelerar seu envelhecimento.

Então manter o celular longe do sol, carregar em locais ventilados, evitar tarefas pesadas durante o carregamento e deixar o aparelho esfriar naturalmente são medidas simples que ajudam a preservar a bateria por mais tempo e evitar o pânico do celular superaquecendo. Quer saber por que celulares esquentam mais em dias quentes? Entenda.

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Marca celebra 50 anos de Apple com iPhone 18 Pro de ouro que passa dos R$ 40 mil

A Caviar transformou o iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max em peças de luxo com a nova coleção Contrast Edition, com versões com acabamentos em titânio, fibra de carbono e ouro 24 quilates, com estoque limitado a apenas 50 unidades de cada modelo. Os preços partem de US$ 7.130 (R$ 36.506) e chegam a US$ 7.840 (R$ 40.141).

A coleção foi apresentada pela Caviar como uma celebração dos 50 anos da Apple e dos 15 anos da própria marca. O foco está na parte traseira dos aparelhos, que recebe peças personalizadas com materiais diferentes dos encontrados nas versões tradicionais do iPhone.

O modelo Titanium Grey tem corpo cinza com um painel traseiro de titânio preto escovado, enquanto o Black Moon traz uma peça de titânio prateado e uma maçã da Apple com acabamento PVD. Os dois partem de US$ 7.130 (R$ 36.506) na configuração de 256 GB.

Fibra de carbono e ouro 24K

A Caviar também criou duas versões com fibra de carbono. A Sky Blue combina o corpo azul-claro com um painel escuro feito de fibra de carbono moldada. O preço começa nos mesmos US$ 7.130 (R$ 36.506).

Já o Dark Red tem corpo vinho e uma peça de fibra de carbono com veios roxos. O logo da Apple recebe acabamento em ouro 24 quilates. Essa versão custa a partir de US$ 7.410 (R$ 37.939).

O modelo mais caro da coleção é o Gold Wine, que traz corpo em tom vinho e uma peça de liga usada em joias, com dupla camada de ouro 999, equivalente ao ouro 24K. O preço inicial é de US$ 7.840 (R$ 40.141).

Hardware do iPhone continua igual

Apesar dos materiais e do preço muito acima do padrão, por dentro, o iPhone 18 Pro mantém o hardware original da Apple, com o chip A20 Pro de 2 nanômetros, responsável pelo ganho de até 40% de desempenho em relação ao iPhone 17 Pro.

iPhone 18 Pro ouro

O aparelho também traz nova câmara de vapor para ajudar no controle de temperatura, modem C2 desenvolvido pela Apple e iOS 27 com recursos de inteligência artificial.

No conjunto de câmeras, a principal tem 48 MP e abertura variável entre f/1.8 e f/4, permitindo ajustar a entrada de luz e a profundidade de campo. O sistema ainda traz Focus Tracking para acompanhar objetos em movimento durante vídeos.

O valor extra desse iPhone de ouro está ligado ao acabamento externo, à embalagem personalizada e à produção limitada. Todas as versões têm garantia de um ano. A marca é responsável por lançar iPhones de ouro que custam mais que um carro.

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Após críticas de privacidade, Meta prepara óculos inteligentes sem câmera

A Meta prepara novos óculos inteligentes sem câmera. O modelo, conhecido internamente como Luna, pode ser apresentado durante a conferência Connect, marcada para 23 e 24 de setembro, com início das entregas previsto para outubro. O objetivo é oferecer recursos de inteligência artificial sem o componente que mais gera críticas nos atuais óculos da empresa.

O Luna deve chegar em dois estilos, chamados Clubmaster e Burbank. Mesmo sem câmera, os óculos devem ter seis microfones, alto-falantes direcionados para os ouvidos e um botão lateral para acionar rapidamente a Meta AI.

Óculos sem câmera para evitar problemas de privacidade

A mudança acontece enquanto os óculos inteligentes da Meta enfrentam críticas relacionadas a gravações feitas sem o conhecimento de outras pessoas. Os modelos atuais têm uma luz de LED que pisca durante fotos e vídeos, mas já foram identificadas formas de burlar esse indicador.

A Meta lançou atualizações para detectar alterações físicas no LED e impedir gravações quando o sistema identifica uma tentativa de desativar o aviso. Em agosto, a empresa também corrigiu uma brecha que permitia cobrir a luz depois do início da gravação.

Meta Smart Glasses

Mesmo assim, a preocupação continua. No Reino Unido, por exemplo, cinemas já discutem possíveis restrições aos óculos com câmera por causa do risco de gravações clandestinas e pirataria. Teatros, restaurantes, pubs e tribunais também adotaram regras contra os dispositivos em alguns casos.

A discussão ainda envolve acessibilidade. Os óculos podem oferecer recursos úteis para pessoas com deficiência visual ou auditiva, como ferramentas de assistência e legendas personalizadas.

Luna aposta em inteligência artificial

Sem câmera, o novo modelo deve ter uma proposta mais voltada para interação por voz com a inteligência artificial. Os seis microfones permitiriam conversar com a Meta AI e com o agente de IA para consumidores chamado Muse.

A estrutura também deve ser mais discreta, com hastes mais finas para aproximar a aparência dos óculos convencionais. A expectativa é que isso ajude a atrair consumidores que evitaram os modelos atuais justamente por causa das preocupações envolvendo privacidade.

A Meta já vendeu cerca de 7 milhões de unidades de seus óculos inteligentes, segundo a segunda fonte. O Luna representaria, portanto, uma mudança de estratégia dentro da própria categoria, trocando a câmera por recursos de voz e IA.

A empresa pode apresentar oficialmente o produto durante a Meta Connect, nos dias 23 e 24 de setembro. Por enquanto, os Meta Smart Glasses estão banidos dos tribunais da Inglaterra; entenda.

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