❌

Reading view

Crise na EA se alastra: após fechar BioWare, demissões atingem Respawn, Maxis e Motive

Além de fechar a BioWare, a Electronic Arts anunciou 400 demissões nos demais estúdios subsidiários. Enquanto a desenvolvedora de Dragon Age e Mass Effect fechou as portas, a Ripple Effect (Skate) terá seu time reduzido e vários outros serão impactados.

Entre os afetados estão a Maxis (The Sims), EA Motive (Iron Man) e até mesmo a Respawn (Star Wars Jedi e APEX Legends). Não foi divulgado quantos desligamentos foram feitos em cada uma delas, nem se algum projeto foi cancelado no meio do procedimento.

É de conhecimento público que a movimentação resultou no cancelamento de Mass Effect, enquanto remanejou a equipe que trabalhava em um “The Sims Mobile” para produzir a sequência oficial de The Sims 4. A Full Circle será reduzida para “criar uma experiência que mantenha os jogadores engajados a longo prazo”. 

Uma das grandes surpresas é a Respawn, que recebe um alto investimento da Electronic Arts e supostamente trabalha em Star Wars Battlefront 3. A única que parece não ter sofrido cortes é a DICE — responsável pela franquia Battlefield e que carrega o sucesso do sexto game, lançado em 2025.

Essa é a primeira rodada de demissões desde que a produtora foi adquirida pelo Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita. A negociação de US$ 55 bilhões foi feita no início de 2026 e também envolve a Silver Lake e a Affinity Partners.

Dragon Age: Inquisition BioWare

Os nomes que saíram na crise da EA

Entre os profissionais desligados, estão a diretora sênior da Maxis, Anna Huerta — uma das principais responsáveis por manter a franquia The Sims. Além dela, também foram registradas demissões de designers de gameplay, diretores criativos e cargos operacionais.

Como a Electronic Arts já afirmou no passado, a aquisição garantirá uma economia de US$ 700 milhões no balanço anual — o que se traduz nas demissões e cancelamento de projetos. Na prática, isso pode gerar novas ondas no futuro e coloca em risco diversos títulos em desenvolvimento.

Ela não é a única que segue nesse caminho. A Microsoft planeja 3 novas rodadas de demissões no XBOX nos próximos meses e pode comprometer até mesmo o Project Helix. 

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

XBOX Cloud Gaming terá pacotes por hora para quem não é assinante; veja quanto custará

A Microsoft revelou quanto os usuários terão de pagar para acessar o XBOX Cloud Gaming, fora dos planos disponíveis no Game Pass.  A companhia chama de “preço de lançamento introdutório”, o que indica que pode haver mudanças futuras na forma como eles são aplicados.

De acordo com o anúncio oficial, quem não assina o serviço do XBOX terá de pagar os seguintes valores para acessar a nuvem em dispositivos móveis, browsers e em Smart TVs:

  • 10 horas adicionais: US$ 4

  • 25 horas adicionais: US$ 8

  • 50 horas adicionais: US$ 12

Nossa equipe do Canaltech entrou em contato com a XBOX Brasil para esclarecer os valores praticados em nosso país, porém até o fechamento deste texto não recebemos retorno da divisão. Na conversão direta, sem aplicação de impostos, seria cobrado R$ 20,11, R$ 40,21 e R$ 60,32 respectivamente. 

O pagamento permite jogar na nuvem sem a presença de propaganda, assim como um acesso mais veloz e uma qualidade alta de streaming. De acordo com a Microsoft, estes preços passarão a ser praticados a partir do mês de novembro de 2026. 

XBOX Series X

Os usuários que assinam o XBOX Game Pass terão um limite de tempo para acessar o xCloud. Quem assina o plano Essential terá 5 horas disponíveis, jogadores que pagam pelo Premium poderão aproveitar por 10 horas e o plano Ultimate garante 15 horas do recurso. 

Será possível adicionar mais tempo, mediante o pagamento das mesmas tarifas impostas para quem não assina o serviço. Na prática, não haverá qualquer desconto para quem já integrar a comunidade — algo que não é bem recebido pelos fãs.

A situação do XBOX no Brasil

Vale lembrar que, graças às leis nacionais, a limitação de tempo para o Cloud Gaming não pode ser aplicada para assinaturas já existentes do Game Pass. Ou seja, se você já paga pelo serviço, a Microsoft não pode alterar a entrega acordada. 

Apenas novos assinantes e não pagantes pelo serviço que serão submetidos ao pagamento por hora. Quem se manteve fiel à assinatura continuará “intocável”, a menos que a companhia mude suas operações novamente (como do Live Gold para o XBOX Game Pass). 

Neste aspecto, se você já paga pela plataforma, não precisará se preocupar com alterações súbitas. Isso, por enquanto, não é uma preocupação para a comunidade brasileira — do mesmo modo que usuários da Polônia, Alemanha e Austrália.

Isso tudo ocorreu logo após a estreia de uma tier gratuita para jogar na nuvem. Com a presença de propagandas, a companhia viu que havia uma vasta demanda e decidiu que mudaria a forma como aplica seus serviços para se adequar ao mercado.

Porém, todas essas mudanças podem estar em risco graças à nova estratégia da companhia. A Microsoft planeja Game Pass “self service” para jogador montar sua própria assinatura.  

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

Nintendo Switch 2 desbloqueado: primeiro jailbreak libera mods no console

Uma vulnerabilidade do Nintendo Switch 2 foi descoberta recentemente e já permite o desbloqueio do console híbrido para rodar jogos modificados e softwares de homebrew na plataforma. Na prática, você poderá baixar games e instalar aplicativos a partir do jailbreak.

De acordo com os testes, a falha ainda não pode ser amplamente acessada por depender de um jogo original de Switch para ser executada. Porém, essa é a primeira vez que o videogame lançado em 2025 é explorado deste modo e já rendeu resultados que a Big N “tremeria” só de imaginar.

O desenvolvedor que descobriu o jailbreak mostrou como Mario Kart World atua com a presença de modificações — com a inclusão de personagens adicionais à experiência, como é o caso da ilustre “idol” Hatsune Miku e do infame Peter Griffin, do desenho Uma Família da Pesada.

Ele revela que usou ferramentas de inteligência artificial para desbloquear o Nintendo Switch 2, por meio do OpenAI Codex. Para fazer o procedimento funcionar, ele teve de encontrar um título retrocompatível do primeiro console para explorar a vulnerabilidade.

Deste modo, ele estabeleceu a execução de um código por meio de um bug de integer overflow de 32-bit na manipulação de arrays do título, o que permitiu manipular as permissões do processo e interceptar as rotas de carregamento do sistema até alcançar a falha. 

Mario Kart World

Como isso pode ser atingido com apenas um título, não deve demorar para a Big N removê-lo da eShop para corrigir os erros. Contudo, é esperado que sejam encontrados outros que repliquem a prática — algo que a companhia não tem controle, ao menos por enquanto.

Vale notar que a Nintendo iniciou uma verdadeira guerra contra a pirataria e emuladores nos últimos anos, na qual ela se saiu majoritariamente vitoriosa. Era inevitável que em algum momento ela também sofresse com o lado oposto, mas era inimaginável que isso ocorreria um ano após a chegada do console. 

O cenário de mods e emuladores no Switch 2

Com o jailbreak, muito pode ser explorado no Nintendo Switch 2 a partir de agora. De melhorias no upscaling DLSS a adição de legendas e otimizações, o cenário pode favorecer ainda mais os games nativos e emulados na plataforma.

O grande dilema é como os softwares externos podem incomodar a companhia. No videogame, os games retrô são acessíveis apenas pela assinatura do Nintendo Switch Online e pelo Pacote de Expansão. Agora, isso se tornará mais acessível. Isso sem mencionar a proximidade ao lançamento de The Legend of Zelda: Ocarina of Time. 

Além disso, pode atrapalhar as vendas de games antigos como Pokémon FireRed & LeafGreen, Super Mario Galaxy e outros relançados na eShop. A empresa japonesa não assistirá ao desbloqueio de braços cruzados, mas não se pronunciou sobre a vulnerabilidade e em como reverterá a situação.

Inclusive, o desbloqueio no primeiro Switch garantiu até que o videogame rodasse Final Fantasy VII Remake (oficialmente disponível apenas no console mais recente). A expectativa é que o mesmo ocorra no Switch 2 — com títulos que não estão liberados na plataforma. Eu ouvi GTA 6?

Não é apenas a Big N que sofre com o dilema hoje em dia. O jailbreak do PS5 chega à versão exigida por GTA 6 um mês antes da estreia.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

The Sims 4 vai ganhar sequência: EA foca em novo jogo para PC e Steam Deck

A Electronic Arts mudou de ideia e produz uma sequência para The Sims 4, conhecido atualmente como “Project Evergreen”. Porém, a produtora trata o título como um “The Sims 4 2.0” e não como um “The Sims 5” — o que pode soar confuso para os fãs.

De acordo com os rumores que circulam na Sims Community, a expectativa é que o desenvolvimento seja concluído até setembro de 2027, com previsão de lançamento para o final do mesmo ano. A prioridade é para a plataforma PC (com otimização para consoles portáteis).

A EA deseja abocanhar o mercado desses aparelhos, com foco no Steam Deck e ASUS ROG Ally. Contudo, não foram divulgados detalhes de como é esperada a performance nesses hardwares e se haverá mudanças expressivas do que é visto nos computadores.

Se a chegada do novo The Sims for, de fato, em 2027, possivelmente a Electronic Arts mostrará algo do projeto durante o The Game Awards ou em uma apresentação própria no início do ano que vem. 

O próximo The Sims

Além de o mercado do título ter sido ameaçado por iniciativas como Paralives e inZOI, vale notar que o quarto game da franquia foi lançado há 12 anos. Desde então, ele se tornou gratuito e foram adicionadas diversas DLCs e pacotes ao jogo.

The-Sims-4-Img2

Inicialmente, a EA declarou que não produziria The Sims 5. Seu foco era desenvolver expansões para a experiência anterior enquanto o time explorava novos projetos — como o Project Lotus, que funcionaria como um novo “The Sims Mobile”.

Porém, a companhia mudou de ideia novamente e parece ter encaminhado a equipe para trabalhar na continuação do game mais recente. A própria Electronic Arts não confirmou esse vazamento, contudo, se a previsão estiver correta, não deve demorar para um anúncio chegar.

Cabe destacar que a comunidade reclama há muito tempo de The Sims 4 não ter sucessores, algo que deve ter sido ouvido com mais afinco após toda a movimentação ao redor de GTA 6 (que chega 13 anos após o lançamento de Grand Theft Auto V). Pela alta expectativa e número elevado de fãs, o projeto pode ter recebido tração. 

Além disso, a franquia está em um bom momento. Em janeiro de 2025 a companhia relançou os dois primeiros títulos da franquia — que seguiam inacessíveis ao público. Assim, exceto pelas falhas de desempenho, foram bem recebidos pelos jogadores. Agora, uma nova sequência está a caminho. 

O curioso é o rumor surgir logo depois que a produtora decidiu fechar estúdios e demitir funcionários. EA fecha BioWare e cancela jogo de Mass Effect, para a tristeza dos fãs.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

VisionQuest revela detalhe devastador sobre a morte de Tony Stark

Em Vingadores: Ultimato (2019), Tony Stark morre para impedir o avanço de Thanos pelas Joias do Infinito — o que ajuda a defender o planeta Terra e metade de todas as vidas do universo. Contudo, a inteligência artificial de sua armadura, F.R.I.D.A.Y., possui uma visão particular sobre o evento e a compartilhou em VisionQuest. 

No episódio 3, exibido nesta terça-feira (20), a IA interpretada por Orla Brady (O Estrangeiro e Fringe) explica como o sacrifício do Homem de Ferro atingiu sua consciência em meio ao conflito contra o Titã Louco.

“Eu era boa. Protegia heróis, salvava vidas, aconselhava. Eu tinha propósito. Porém, amigos viraram inimigos e tiranos invadiram a nossa Terra. Thanos. Guerra. Estive lá, no fim de tudo. Havia heróis por todos os lados, lutando e caindo. E eu estava lá quando Tony morreu. Rodei mais de um quintilhão de cálculos estratégicos naquele momento e ainda assim não consegui salvá-lo. Metade do mundo voltou naquele dia e eu perdi metade do meu”, revelou a personagem.

Por meio deste diálogo, VisionQuest humaniza F.R.I.D.A.Y. para o mesmo patamar de Peter Parker, Pepper Potts e Rhodes — que também estavam ao lado do Homem de Ferro em seu último suspiro. Ao reviver uma das cenas mais tristes do Universo Cinematográfico Marvel (MCU), o roteiro valorizou o evento ainda mais. 

Ela não foi a única inteligência artificial humanizada na série da Disney+. J.A.R.V.I.S. mostrou todo seu potencial, assim como pudemos ver o próprio Visão em busca do seu verdadeiro “eu” e Ultron com algumas diferenças pontuais do robô assassino apresentado no segundo longa-metragem dos Vingadores.

VisionQuest prepara para Vingadores: Doutor Destino

É importante ressaltar que toda essa conexão com Tony Stark tem nome e sobrenome: Robert Downey Jr. O ator interpretará o vilão Victor Von Doom em Vingadores: Doutor Destino e todas as menções ao personagem realçam seu feito e como isso impactou cada super-herói ao longo dos anos.

A intenção é revelar o rosto do antigo Homem de Ferro, agora como antagonista. Se você mal pode esperar para ver como o Homem-Aranha, Capitão América e os demais reagirão quando a verdade for exposta, o mesmo servirá para o Visão e as IAs que habitam o seu processador.

A série também aborda quem é Paladino. Conheça o vilão de VisionQuest que usa tecnologia para caçar herói. 

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

PlayStation engole Xbox e tem vantagem assombrosa na pré-venda de GTA 6

Um novo estudo aponta que GTA 6 alcançou 6,08 milhões de pré-vendas até o dia 13 de outubro de 2026 — com a arrecadação de US$ 594 milhões. O levantamento detalha que 74% delas foram realizadas no PS5, enquanto 26% das edições foram adquiridas para o XBOX.

As informações reunidas pelo Sensor Tower mostram apenas as aquisições nas plataformas digitais, não as versões vendidas em lojas para ambos os consoles de mesa nos Estados Unidos. Na prática, os números também devem ser altos no formato que agrega a capa e o código para resgatar o título da Rockstar.

Ao cruzar os dados com os maiores lançamentos da indústria de jogos, Call of Duty Modern Warfare 2 (2022) foi o que teve o melhor fim de semana de abertura deste mercado — com uma arrecadação de US$ 800 milhões nos primeiros dias.

Para ter uma ideia, nesta etapa (a um mês de sua estreia), Grand Theft Auto VI já está 148% à frente do game lançado pela Activision. Até a sua chegada, no dia 19 de novembro de 2026, e somadas às versões vendidas em lojas, essa diferença deve ser ainda mais esmagadora. 

Ué, Call of Duty: Black Ops 6 não era o debut mais bem-sucedido da franquia? Sim, porém levamos em conta que a experiência foi disponibilizada para venda em simultâneo à sua inclusão no XBOX Game Pass — ou seja, não dá para saber quais jogadores vieram do serviço e quais compraram o jogo de tiro.

GTA-6-Vendas-Digitais-Img1

As vendas de GTA 6

Como GTA 6 é o jogo mais esperado de todos os tempos, a expectativa é que seu lançamento quebre todos os recordes existentes da indústria. Isso já se reflete atualmente, com trailers que ultrapassam a barreira dos mais vistos e até mesmo a queda da Netflix na estreia de “Um Olhar Estendido”. 

Treze anos separam Grand Theft Auto V da chegada do próximo, o que deixa os fãs com um hype cada vez maior. Desde então, o único game lançado pela Rockstar Games foi Red Dead Redemption 2 — considerado uma experiência obrigatória no PS4, XBOX One e PCs e disponível na geração atual por retrocompatibilidade. 

A espera foi tanta que já é esperado um "atestado coletivo" para jogar GTA 6 na estreia. Ato deve custar US$ 1 bilhão aos EUA. 

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

Microsoft planeja Game Pass "self service" para jogador montar própria assinatura

A Microsoft aplicará mais mudanças no XBOX Game Pass, com um serviço que vai se adaptar ao que o usuário quiser pagar. Será um verdadeiro “self service” para os jogadores — com títulos para console, cloud gaming, multiplayer e outros fatores que funcionarão como add-ons ao ecossistema.

Segundo fontes internas ouvidas pela Fortune, a nova estratégia de Asha Sharma vai alterar a forma como a assinatura opera em breve. Contudo, a CEO da XBOX e sua equipe não confirmaram quando isso ocorrerá e como se apresentará ao público.

O lado positivo é que o Game Pass se tornará mais personalizado, com a garantia de que cada pessoa pagará exatamente o que utilizar. Ainda assim, quem usa todos os recursos poderá sentir um peso maior na carteira — já que, separadamente, o custo pode sair mais alto do que o visto atualmente. 

Porém, a Microsoft tenta reverter justamente o maior problema que viu em 2025: aumentos desproporcionais e com a adição de “bônus” criticados pela comunidade geral. Houve um aumento de 100% com a inclusão de pacotes de Fortnite e de jogos da Riot Games (o que foi visto como um retrocesso para os jogadores). 

Nessa mesma observação, é possível que o valor do pacote total seja similar ao que era cobrado pelo XBOX Game Pass em 2025. No entanto, se a flexibilidade de valores mostrar uma economia real para os consumidores, a resposta da comunidade pode ser menos negativa do que a vista no ano passado. 

XBOX Game Pass

Cada hora um Game Pass diferente

Desde outubro de 2025, a assinatura da Microsoft mudou diversas características. Nome de planos, preços que sobem e descem, adição e remoção de recursos e até mesmo o Cloud Gaming “por hora” se tornaram discussões recorrentes entre os jogadores.

Agora que o fã poderá escolher o que deseja consumir do serviço e pagar pela quantia selecionada, talvez a imagem negativa do XBOX se estabilize perante o público. Ao menos a CEO Asha Sharma tenta coisas diferentes para encontrar um ponto em comum com a comunidade.

Enquanto isso, o novo XBOX deve ter portátil em 2027 e console em 2028 por até US$ 1.800. Será que você estará disposto a pular para a próxima geração de dispositivos?

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

"Atestado coletivo" para jogar GTA 6 na estreia deve custar US$ 1 bilhão aos EUA

O lançamento de GTA 6 promete abalar as estruturas financeiras dos Estados Unidos. Ele será disponibilizado no dia 19 de novembro de 2026, uma quinta-feira e um dia útil, com a expectativa de gerar uma onda de “atestado coletivo” para funcionários que desejam ter folga remunerada na data. 

O International Business Times afirma que a economia norte-americana pode ter um prejuízo de US$ 1 bilhão e a estimativa aponta até 1,5 milhão de trabalhadores que vão apelar para a prática. Isso representa um impacto na produtividade diária de até 2% ao país, sem considerar a escala global.

A análise foi realizada por um professor de Economia da Universidade de Fabra (em Barcelona) e é uma projeção acadêmica. Ele calcula que as pessoas precisarão de tempo para curtir o game (que demorou 13 anos para estrear) e o trabalho “está no caminho”.

A matemática usada pelo intelectual é simples: ele avalia a média anual de um trabalhador nos Estados Unidos de US$ 70 mil e estipula o que isso significa para a ausência estimada de 1,5 milhão de pessoas no ambiente de trabalho apenas no território. Ainda que 2% pareça “pouco”, é um número a levar em conta.

Além disso, ele pressupõe que o “atestado coletivo” para jogar GTA 6 deve ser uma tendência entre homens na faixa de 18 a 30 anos e o setor de tecnologia será o mais afetado pela chegada. Caso 2013 não esteja fresco na memória, essa foi a mesma faixa e nicho que foram mais impactados por Grand Theft Auto V na época. 

GTA 6

Apesar de ser uma perda para as empresas, isso não representa um prejuízo para a arrecadação do governo norte-americano. Ainda que os funcionários se ausentem, o dinheiro obtido de impostos pela Rockstar e pela Take-Two Interactive com as vendas deve se sobressair às perdas.

Não foi revelado como esse cenário impactará o Brasil, mas o que você fará quando GTA 6 chegar? Vai virar a madrugada no jogo ou apelará para o atestado para aproveitar a experiência no dia 19 de novembro de 2026? 

Faltou bom senso em GTA 6?

Lançar o seu próximo game em uma quinta-feira, em pleno dia útil, mostra que a Rockstar não teve o mesmo cuidado que algumas companhias demonstravam no passado. Durante a era 8-bit, a Enix (hoje Square Enix) recebeu uma advertência do governo japonês para o estreia de seus games.

Quando Dragon Quest III (1988) chegou às lojas foi uma quarta-feira e causou um grande impacto — tal qual GTA 6 promete. Muitos funcionários faltaram ao trabalho e estudantes não foram à aula, seja para comprar o título ou apenas jogá-lo. Isso gerou até uma ação policial para deter o excesso de jovens, em horário escolar, nas ruas na data. 

Para conter futuras confusões, a desenvolvedora firmou um acordo com a Nintendo para disponibilizar os próximos títulos da saga apenas aos sábados. Isso funcionou por muitos anos, porém passou a ser ignorado com a queda da relevância da franquia entre os fãs ao redor do mundo. 

Por causa disso, por muito tempo foi instituído que seria de bom senso lançar jogos ao menos em uma sexta-feira — na qual as pessoas chegariam do trabalho ou da escola e conseguiriam curtir de forma contínua pelo fim de semana estes títulos. Nos últimos anos a barra “desceu” para quinta-feira. 

Dragon-Quest-3-Img1

Não dá para pedir bom senso de um estúdio que mostrou que GTA 6 mal lançou e já trouxe 5 práticas negativas aos consumidores. Porém, como agora ameaça até a economia, talvez uma ação tente conter o impacto de seu lançamento ou até um “adiamento” de 24 horas para não interromper a produtividade.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

Project Helix: novo XBOX deve ter portátil em 2027 e console em 2028 por até US$ 1.800

Um novo rumor aponta para o lançamento de novos dispositivos da linha XBOX para os próximos anos. Informações vazadas indicam que um dispositivo portátil da próxima geração chegará no fim de 2027, enquanto o Project Helix está previsto para a temporada de final de ano em 2028.

De acordo com a Fortune, a Microsoft trabalha com este calendário para os hardwares voltados para sua linha gaming. Porém, não divulgou se o console de mão será produzido em parceria com ASUS (como o ROG XBOX Ally) ou pela própria fabricante norte-americana.

Em 2025, a AMD e a XBOX anunciaram uma “parceria estratégica” para múltiplos anos, com a promessa de trazer um portfólio de dispositivos para o futuro — o que incluía o Project Helix. Na prática, devemos ver os chips da companhia como os principais elementos dos demais aparelhos da marca.

Apesar do vazamento, a empresa dos Estados Unidos não confirmou nem negou os rumores. Recentemente, a CEO Asha Sharma até confirmou que a próxima geração terá mais de um hardware e que trabalha em uma verdadeira “família de aparelhos”. Porém, não detalhou os projetos ou forneceu datas.

Um preço alto para o XBOX

É importante lembrar que a divisão de games já indicou no passado que o próximo console terá um custo premium, mas não especificou o quanto. Se a geração atual foi lançada com valores que circulavam em US$ 499, o vazamento da Fortune aponta que o Project Helix chegará por “entre US$ 1.200 e US$ 1.800”.

Asha-Sharma-XBOX

Isso representa um novo patamar para o que é cobrado em um videogame, o que supera até mesmo o valor cobrado pelo Steam Machine — que foi lançado por US$ 1.049. Ainda que haja vendas, não é o tipo de dispositivo que se populariza e pode causar problemas comerciais para a Microsoft no futuro.

Além disso, há divergências dentro da própria companhia. Foram registrados conflitos entre o time do XBOX e do Windows, sobre o software que estará presente nos próximos hardwares produzidos. Essa não é a primeira vez (possivelmente nem a última), mas parece haver resistência da atual CEO para adotar o clássico sistema operacional.

Esse debate que gerou o lema de que "Nós somos XBOX": o mito que Asha Sharma quer resgatar. Na prática, isso mostra que a divisão ainda tem força própria e não se submete a tudo que a Microsoft deseja.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

DC confirma morte de Bruce Wayne e Batman terá que investigar próprio assassinato

Algumas mortes marcam as HQs, como ocorreu com as tristes partidas de Superman, Homem-Aranha e outros super-heróis emblemáticos. Os eventos não geram apenas grandes histórias, como também mudanças que movimentam todas as tramas.

O Homem-Morcego, contudo, não provoca comoção com a sua partida. Ele traz sagas épicas, que realçam o poder da batfamília e tudo o que ele representa: a possibilidade de Gotham e de todo o planeta viverem seguros, longe das grandes ameaças.

A DC Comics fez isso muito bem nas suas páginas, assim como permitiu que eventos similares ocorressem em diversas outras mídias — das animações aos jogos (Gotham Knights, por exemplo), ela sempre explora o que há de pior e de melhor dentro do seu universo.

Agora, a editora confirmou que Bruce Wayne morrerá. Porém, a informação que mais surpreende é que o Batman investigará o assassinato para descobrir quem colocou um alvo em um dos maiores bilionários e playboys da cidade fictícia.

A morte do Batman? Hoje não

O roteirista Matt Fraction e o artista Jorge Jiménez prometem levar os fãs em uma história insana em Batman #15, que chegará em novembro de 2026 nos Estados Unidos. O personagem será alvejado por seis assassinos e, pelo visto, um deles atingirá seu objetivo.

Batman-11-HQ-Img1

O movimento acontecerá em uma grande festa de Gotham, chamada de El Grande Gala Enmascarado. Não foi revelada a identidade de quem cometerá o crime, assim como o que acontecerá na trama — se outro herói assumirá a capa do Homem-Morcego ou se veremos reviravoltas.

Para a Forbes, Fraction explicou o que trará na nova HQ e o que os fãs devem esperar da história:

“Eu posso garantir, sem sombra de dúvida, que em Batman #15 você verá Bruce Wayne levar um tiro e Batman precisará investigar. Um truque e tanto. Um belo trabalho, se conseguir arrumar”, revelou o roteirista.

Além disso, ele reforça que tentará manter a trama fechada dentro da própria narrativa — o que permitirá a leitura de vários fãs, não apenas quem acompanha a saga recente.

“Esta é a vez na qual eu mais me diverti escrevendo HQs de super-heróis em uma editora. Não quero desfazer nada que veio antes. Mas parte do desafio que me impus é que eu desejo que essas histórias sejam autocontidas o máximo possível. Não quero que as pessoas sintam que não entenderam parte da trama porque não leram algo. Ninguém pode ler todos os volumes de Batman que já existiram”, afirma o escritor.

O que acontece com Bruce Wayne?

Vale notar que o Homem-Morcego é cheio de truques e pode estar ciente do plano para matar seu alter-ego. Como é um baile de máscaras, outra pessoa pode se disfarçar dele para levar um tiro no seu lugar — ou até fazer uso de equipamentos, como coletes à prova de balas — para que possa analisar a situação.

Verity-Pennyworth-Batman-Img1

Um ponto importante é que nada impede que outro membro da batfamília assuma a posição como Batman para investigar o crime. Isso já ocorreu algumas vezes no passado e Azrael, cada um dos Robin e até mesmo Clark Kent o substituíram em determinados arcos. Na prática, não seria algo inédito nas HQs.

Inclusive, recentemente a DC Comics apresentou Verity Pennyworth — sobrinha de Alfred, já falecido nas histórias em quadrinhos. A personagem surge como uma nova aliada, quem sabe ela não assume o manto do morcego para fazer justiça ao seu novo chefe? 

Veja como a DC revela mistério sobre quem substituirá Alfred na vida do Batman neste arco. 

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

Combina com tudo: tema clássico de Guile ganha versão épica para filme de Street Fighter

A Paramount Pictures disponibilizou nesta quarta-feira (30) o emblemático tema do personagem Guile para o filme baseado em Street Fighter. A composição soma-se ao que já era considerada uma trilha sonora épica, o que tem potencial para elevar ainda mais a escala da produção.

O estúdio liberou a música nas plataformas Apple Music, Spotify, Amazon Music, YouTube Music, Deezer e Tidal. Quem conhece a versão original notará um solo de guitarra e algumas mudanças para se encaixar melhor em um longa-metragem — contudo, a sua “alma” continua no lugar.

Vale notar a atenção redobrada que a direção oferece ao personagem. Além de Guile estar presente em vários trailers em posição de destaque, o balde de pipoca replica o seu icônico corte de cabelo e agora a sua faixa também é divulgada como uma das principais músicas da obra.

O lutador será interpretado por Cody Rhodes (Corra que a Polícia Vem Aí e Arrow), que também possui uma carreira estelar no cenário das lutas livres profissionais do WWE. Não foi revelado o peso do seu arco na história, porém nota-se que ele terá uma participação maior do que os demais heróis. 

Toda a trilha sonora de Street Fighter, com 39 músicas, será disponibilizada no dia 16 de outubro de 2026. No Brasil, o longa-metragem estreia nos cinemas um dia antes — em 15 de outubro. A pré-venda dos ingressos já foi liberada em todo o país.

A icônica trilha de Guile em Street Fighter

Quando a internet viveu o seu auge, entre o fim dos anos 2000 e início da década de 2010, o som original que embala o estágio do personagem virou um meme por “combinar com absolutamente tudo”. 

A situação chegou a tal ponto que muitos a ouviam em versões com 10 horas de duração ou mais —- o que a tornou uma das mais reconhecíveis para toda uma geração e prolongou a fama do game para além de sua própria época.

Composta por Yoko Shimomura (reconhecida por também ser responsável pela trilha sonora de Kingdom Hearts, Xenoblade Chronicles e Super Mario RPG: Legend of the Seven Stars), a canção foi incluída em Street Fighter II (1991) e permaneceu intocável por diversos games da franquia.

Para o filme, Leo Birenberg e Zach Robinson (conhecidos por seu trabalho em Cobra Kai) dizem que a artista foi uma inspiração: “Como compositores jovens, ouvimos a icônica canção de Guile feita por Yoko Shimomura mais vezes do que assistimos Os Caçadores da Arca Perdida. Esperamos que os fãs ouçam e entendam o amor e reverência que sentimos por essa música em nossa versão do tema de Guile”. 

Confira quem é quem no filme de Street Fighter e por que o elenco é tão inusitado. Se você é fã de Street Fighter 2, entenda o real significado de "Shoryuken" e outras expressões.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

CEO da XBOX nega boatos em meio a chuva de demissões: "Não estamos à venda"

A CEO da XBOX, Asha Sharma, afirma que a companhia “não está à venda” após uma onda de demissões em massa e fechamento de estúdios. A executiva revelou que todas as movimentações fazem parte de sua proposta de “resetar” as operações da divisão.

Ao The New York Times, ela indicou que busca uma fórmula para manter o trabalho em prol dos gamers — sem perder o propósito de chegar ao topo do ranking entre as fabricantes de consoles.

“Faremos o que for necessário para alinhar a empresa para o sucesso, vamos buscar os parceiros certos, o modelo operacional mais adequado e tudo o que for preciso para atingir nossos objetivos”, afirmou Sharma. 

Contudo, ela não se desvia do assunto sobre as demissões e aponta que “há um longo caminho com a Microsoft e nós tomaremos uma visão de longo prazo”. Isso significa que apenas o tempo dirá se a estratégia da marca funcionará a partir de agora.

Em julho, ela confirmou que mais de 1.600 funcionários foram demitidos e até abril de 2027 este número seria elevado a mais de 3 mil pessoas. De acordo com a executiva, a movimentação se justifica por uma margem de lucro 10 vezes menor em comparação à sua concorrência.

XBOX Gamescom

O reset do XBOX

Muitos acreditaram que o reinício prometido da marca incluiria a venda da companhia para outra empresa, porém Asha Sharma não segue este caminho — ao menos não ainda. Rumores sobre isso já circularam no passado, mas a Microsoft não deseja abrir mão da divisão por enquanto. 

Após os gastos bilionários para adquirir a Activision Blizzard, Bethesda e mais estúdios, somados à queda de vendas do XBOX Series, problemas no Game Pass e outros desafios (como demissões, fechamento de estúdios e cancelamento de projetos), a fabricante entrou em alerta total.

A nova movimentação inclui levar a equipe da Halo Studios para a Activision e colocar o time da Obsidian sob as asas da Bethesda. Não foram revelados quais são os próximos passos, porém seu objetivo é voltar a disputar espaço com a PlayStation entre os hardwares e jogos de ponta (sem um vasto prejuízo).

Enquanto balança nos negócios, a Microsoft tenta acalmar os fãs ao mostrar como transformar discos do XBOX em jogos digitais com novo recurso. A tecnologia pode ser um indicativo de que o futuro console de mesa não rodará mídia física — assim como o PS6. 

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

Desbloqueio do PS5 e PS5 Pro alcança videogames desatualizados, confira

Uma nova vulnerabilidade foi encontrada no sistema do PS5 e PlayStation 5 Pro, o que permite o desbloqueio da plataforma para rodar modificações e softwares não autorizados pela Sony Interactive Entertainment (SIE). 

O jailbreak, chamado de Relapse 13.60, funciona nos firmwares entre as versões 7.00 e 13.60. Deste modo, você pode instalar nos consoles de mesa os emuladores, softwares de modificação e até mesmo cheats — algo delicado, principalmente para jogos online.

A falha foi descoberta em setembro, mas apenas há alguns dias conseguiram contornar as restrições existentes para desbloquear um maior número de dispositivos. Contudo, a atualização 26.06-14.00.00 (a mais recente) já impede o procedimento. 

Isso significa que, se você já atualizou o seu console durante o mês de setembro, não conseguirá explorar essa vulnerabilidade. Ainda assim, outras podem ser encontradas com o passar do tempo — como já ocorreu nas últimas vezes.

É importante ter em mente que alterar o sistema ou o firmware é passível de violação dos termos de serviço do PS5 e PS5 Pro. Nestes casos, a SIE pode punir o jogador com banimentos e até o bloqueio permanente do software. 

O futuro do PS5 em risco

Os desbloqueios são uma preocupação para a Sony, porém não é a única. Recentemente, fãs também trabalham em um emulador funcional da plataforma do PlayStation 5 — que avança a passos largos, diga-se de passagem.

Na prática, além de a companhia ter de se preocupar com as falhas existentes nos consoles, ela também tenta coibir a engenharia reversa que levará a plataforma para computadores e outros dispositivos portáteis.

O jailbreak mais recente, por exemplo, poderia ser executado em todos os modelos disponíveis do PS5. Exceto por aqueles que possuíam a atualização recente, o problema se tornou amplo demais e virou uma preocupação para a SIE.

Enquanto isso, a emulação do PS5 avança rápido no PC e já coloca jogos a 30 FPS. 

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

GTA 6 ganha enxurrada de detalhes; veja todas as novidades reveladas

A Rockstar divulgou diversos detalhes de GTA 6 nesta terça-feira (29), que especificam aos jogadores um pouco mais do que encontrarão no mapa — seja de variações climáticas e comportamento de NPCs, seja de presença da vida animal e o tamanho do seu mapa.

Como a prévia já revelava, as tempestades e furacões foram confirmados no título. Apesar de não revelar como o sistema de clima funcionará, o estúdio também afirmou que os fãs podem esperar por “nuvens pesadas, ventos fortes, atmosfera densa e muita chuva”.

Além disso, é dito que o ambiente será dinâmico e localizado. Na prática, você conseguirá ver a tempestade à distância, além de contar com a presença de poças e até arco-íris. As mecânicas de vento permitirão enxergar movimentos de cabelo, objetos e até ondulações na água.

Somada à iluminação, GTA 6 apresentará diferenças expressivas para dias ensolarados, com neblina, céu com nuvens e agirá em noites tempestuosas com raios e relâmpagos. 

O mapa de GTA 6

Uma das grandes novidades reveladas pela Rockstar é em relação ao mapa. De acordo com o estúdio, ele possui seis regiões distintas: Vice City, Leonida Keys, Grassrivers, Port Gellhorn, Ambrosia e Moint Kalaga National Park.

imgi_87_mega-2-1787856672031

O chefe do Rockstar North, Aaron Garbut, revelou que a região será duas vezes maior do que a vista em Grand Theft Auto V. Um dos principais fatores que a desenvolvedora destacou é a densidade de objetos no interior e exterior dos lugares. 

Outro aspecto importante é que gangues diferentes atuam em locais distintos. Um grupo de motoqueiros, por exemplo, tem o controle sobre o mundo do crime em Ambrosia — que representa a área rural de Leonida. 

A história de GTA 6 ajudará os jogadores a transitar por todas as regiões, com capítulos que te levarão para cada uma delas conforme avança. Isso auxiliará a explorar o que cada uma esconde, do mesmo modo que mostrará o contraste entre a comunidade pobre e rica do jogo.

As interações de Grand Theft Auto

A viagem rápida também foi confirmada no próximo game, mas o jogador poderá “pular” diretamente em um carro de aplicativo. Em corridas compartilhadas, será possível ver Jason e Lucia interagirem de formas diferentes com outros passageiros.

Além disso, será possível fazer o famoso “doomscroll” (passar vídeos ou postagens de forma infinita nas redes sociais) no app Snapmatic — paródia do Instagram. Contudo, não será possível publicar fotos e vídeos na plataforma. 

download (1)

A Rockstar revelou que, entre as atividades que poderão ser realizadas em GTA 6, estão bilhar, academia, caiaque, mini golf, base jumping, mergulho, corrida de rua e off-road, visitas a zoológicos e pilotar aerobarcos e jet skis. 

Possivelmente existirão outras, mas o estúdio não divulgou o que esperar no seu lançamento. Vale notar que outras podem ser adicionadas via atualização, o que permitirá expandir o leque para novos recursos — principalmente no futuro modo online.

A vida em Vice City

A desenvolvedora também confirmou a presença de mais de 170 espécies animais diferentes — entre pássaros, mamíferos, peixes, répteis e outras criaturas marinhas. No mar, os jogadores poderão encontrar tubarões, baleias, águas-vivas e outros seres que terão um comportamento “único”. 

Assim como Red Dead Redemption 2 (2018), os jogadores também poderão rastrear a presença de bichos raros pelo mapa. Apesar da revelação, não foram detalhados quais serão encontrados assim e se existirão espécimes em extinção na experiência.

Por falar em similaridades com RDR2, GTA 6 também trará um sistema de caça. Em uma das capturas de tela, é possível ver Jason com um rifle enquanto se aproxima de cervos, no entanto a Rockstar não detalhou o que mais poderá fazer nesta atividade.

Em relação aos protagonistas, tudo será uma questão de escolha. Da forma como decide assaltar os lugares, despistar a polícia e roubar carros, as opções são variadas e podem acionar sistemas únicos — como ferramenta para concluir o objetivo, desarme de sistema de segurança e outros.

imgi_88_mega-3-1787856672032

O mesmo vale para o relacionamento, que definirá o rumo que a história seguirá. A Rockstar revelou que haverá decisões grandes e pequenas que impactam o casal e toda a trama no geral. Assim, reforçam que o fator replay será importante para conhecer todas as nuances de GTA 6.

Veja também a lista completa dos 89 veículos confirmados e marcas de GTA 6. Inclusive, o game carrega mais uma polêmica: a caixa de colecionador de GTA 6 custa R$ 2 mil, mas não tem o jogo.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

Fã faz Super Mario 64 rodar no Super Nintendo com "gambiarra" incrível

Um fã criou uma versão de Super Mario 64 capaz de rodar no Super Nintendo, de forma basicamente fiel ao projeto original lançado em 1996. Exceto pelos gráficos, os cenários e gameplay permaneceram intactos para os jogadores.

O canal do YouTube Game of Tobi demonstrou como a iniciativa alcançou um resultado positivo — apesar de ter mexido no motor gráfico, os assets foram mantidos e ele funciona adequadamente por meio do chip Super FX (que garante gráficos tridimensionais).

O trabalho não foi disponibilizado ao público, mas já alcançou atenção suficiente para receber diversos pedidos para a liberação de um link para download. Assim, os usuários poderiam jogá-lo em emuladores ou no próprio SNES.

Porém, o fã não deseja permitir o acesso até Super Mario 64 estar com um desempenho aceitável — algo que pode demorar a ocorrer, já que o youtuber desenvolve melhorias apenas em suas horas vagas. Logo, você terá de esperar para vê-lo no seu console.

Além disso, por terem uma performance similar, o emblemático título do encanador também pode ser adaptado para o Game Boy Advance futuramente. Contudo, Game of Tobi ainda não pensa em portar a aventura para outras plataformas.

Os ports para SNES

É interessante notar que muitos projetos envolvem o procedimento de “demake” — que recria a experiência do zero, para um determinado videogame antigo. Sucessos como Portal, Disco Elysium e No Man’s Sky já receberam esse tratamento.

Contudo, Super Mario 64 segue outro caminho. O fã pegou o título original e apenas “comprimiu” o que pôde para fazer o formato caber em um cartucho de Super Nintendo. Exigiu uma “gambiarra”, mas o importante é que tudo funcionou bem.

Esta não é a primeira vez que ele se aventura nesse território. Em vídeos anteriores, o criador de conteúdo já tinha portado Minecraft para o SNES — o que envolvia até uma versão reduzida do Nether. Assim, mantém o sistema vivo, 36 anos após seu lançamento. 

É curioso ver que, mesmo com o passar do tempo, ainda há pessoas que continuam a desvendar as nuances do sistema. O criador do ZSNES revela como obsessão deu origem ao emulador clássico.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

Adeus ao Copilot+ PC? Microsoft, silenciosamente, mata selo em novos notebooks

O selo Copilot+ PC não aparece nos novos notebooks Surface, da própria Microsoft, e mostra que a companhia está com novos planos para os computadores com Windows e inteligência artificial. Não foi revelado o caminho que ela seguirá daqui em diante, mas parece que a marca está com os dias contados.

Ao Windows Central, o vice-presidente corporativo da linha, Brett Ostrum, revela que as máquinas recém-lançadas vão seguir por seu próprio caminho a partir de agora.

“…estes não são chamados de Copilot+ PCs. Eles atendem a todos os requisitos do nosso padrão anterior para o que define os dispositivos Copilot+. Continuamos apostando na narrativa de IA de ponta e na possibilidade de oferecer uma solução híbrida”, afirmou o executivo.

Vale notar que não são apenas os computadores da Microsoft que estão com o selo ausente. Novos modelos produzidos por outras empresas também deixaram de conter a informação — assim como os aparelhos que terão o processador RTX Spark, da NVIDIA. 

A história dos Copilot+ PC

Introduzida em 2024 pela companhia norte-americana, a marca reforçava notebooks que foram construídos para a inteligência artificial. Inicialmente, apenas dispositivos que tinham CPUs da Qualcomm receberam a certificação pela Microsoft, o que posteriormente se estendeu para AMD e Intel também.

Todos contavam com uma série de recursos exclusivos, como o Live Captions (que trazia legendas ao vivo para chamadas de vídeo), Cocreator no Paint (com ferramentas para criação de imagens generativas), efeitos extras para o Windows Studio e ferramentas como Click to Do e Restyle Image.

Contudo, o que gerou uma grande polêmica foi o Recall. Notebooks com o selo Copilot+ PC tiravam prints contínuos da tela dos usuários para gerar um “histórico” — o qual podia ser consultado pelos proprietários a qualquer momento. O problema surgiu quando começou a ser debatida a privacidade das pessoas.

Ainda que a inteligência artificial agisse localmente, há um banco de dados com o qual a tecnologia se comunica. A funcionalidade sofreu diversos atrasos, passou por fases de testes e foi lançada em 2025. Porém, mesmo com diversas garantias de que não teriam seus dados violados, o público não se esqueceu de sua imagem negativa. 

Como o Copilot vai virar 'super app' integrado diretamente ao Windows 11, também abre-se margem para dúvidas se o selo será "morto" por todos os PCs com os requisitos atuarem de forma similar — sejam parceiros da Microsoft ou não. 

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

8 polêmicas mais estranhas da história da Nintendo

A Nintendo já foi o centro de algumas das maiores polêmicas da indústria dos jogos, mas também apresentou algumas excentricidades um tanto curiosas. Afinal de contas, 137 anos de história não são 137 dias e as suas diferentes fases trouxeram histórias estranhas demais para serem esquecidas pelos fãs.

De ações judiciais um tanto “únicas” a decisões que desafiavam a própria realidade, a Big N, para o bem e para o mal, nunca se conteve em suas convicções. Obviamente, isso rendeu eventos caóticos e que se tornaram o centro do debate entre muitos jogadores ao longo de muito tempo.

Se você acredita que disputar espaço com GTA 6 e seguir um caminho completamente distinto do visto com a Sony Interactive Entertainment e Microsoft soa esquisito, é melhor se preparar, pois isso é apenas “um dia comum” nas operações da companhia japonesa.

Veja as 8 polêmicas mais estranhas da história da Nintendo, assim como o que a motivou a agir de uma forma tão bizarra.

8. Jogos e motel

Durante os anos 1960, a Nintendo passava um sufoco na produção de cartas de baralho. Para escapar da falência, a companhia decidiu diversificar os negócios e investiu na abertura de um “love hotel” (um motel, em termos mais claros) em Kyoto.

Se isso abala a imagem puritana que você tem dela, saiba que foi uma operação breve e a Big N compreendeu que não era o caminho correto. Na mesma época, eles também administraram uma frota de táxis e venderam arroz instantâneo.

NES-Motel-Japao-Img1

7. Donkey Kong nos tribunais

A Universal Studios sentiu que a Nintendo promovia Donkey Kong como uma paródia de King Kong e decidiu levar a fabricante até a Justiça no início dos anos 1980. Para comprovar que não era apenas uma cópia, contrataram o advogado John Kirby e torceram pelo melhor.

Por ironia do destino, o jurista descobriu que alguns anos antes o estúdio argumentou nos tribunais que o gorilão estava em domínio público — o que permitia a eles refazer os longas. Ao usar o mesmo argumento, eles venceram a ação judicial e como agradecimento batizaram um de seus personagens de Kirby para homenageá-lo. 

Donkey-Kong-Img1

6. Suor em Mortal Kombat

No ápice da guerra entre Nintendo e SEGA, a Big N decidiu trazer Mortal Kombat (1993) para a sua plataforma. Contudo, o sangue iria contra toda a imagem que ela gostaria de transmitir à sociedade e tomou a estranha decisão de mudar a cor dele para cinza — com a justificativa de que era apenas suor.

A sua rival não poupou esforços para liberar o sangue via código, o que elevou sua moral como “descolada” e abalou as estruturas da concorrente. O resultado disso é que MK vendeu muito mais no Mega Drive e a companhia sofreu do mesmo jeito com a criação da classificação indicativa nos games. 

Mortal-Kombat-Img1

5. Luvas para Mario Party

Os minigames de Mario Party (1999) podiam ser bem intensos. Muitos jogadores, em sessões “frenéticas” sofreram com bolhas, queimaduras por fricção e, em certos casos, chegou a causar danos reais nos nervos das mãos de crianças, para se ter ideia. O analógico do Nintendo 64 sofria, mas o público tinha problemas maiores.

Um procurador de Nova York decidiu lutar contra isso e obrigou a companhia japonesa a encarar os tribunais. O resultado disso foi um acordo no qual teve de gastar US$ 80 milhões para produzir luvas e disponibilizá-las para qualquer um que solicitasse o item para jogar. 

Mario-Party-Img1

4. Nintendo destrói TVs?

No auge do Nintendo Wii, a fabricante teve um baita problema nas mãos. Na verdade, na TV: quando o público jogava Wii Sports, a alça do controle se rompia e o periférico voava em direção às telas. Centenas de pessoas passaram por problemas deste tipo, o que gerou uma grande polêmica.

Com a destruição de diversos televisores, ações judiciais começaram a acusar a companhia de “descaso” e a obrigaram a encarar o tribunal mais uma vez. Isso rendeu um recall massivo de Wii Remote, com o reenvio com alças reforçadas e capas de silicone para inibir os danos. 

Nintendo-Wii-Img1

3. PETA vs. Big N

Após o lançamento de Super Mario 3D Land (2011), a organização de direitos dos animais PETA criou uma campanha agressiva para acusar a Nintendo de mostrar um personagem que, supostamente, esfolava cães e guaxinins para vestir as suas peles in-game. 

Essa movimentação gerou até um jogo em flash chamado Mario Kills Tanooki, muito sangrento e explícito, por sinal. Para se defender, a Big N emitiu uma nota oficial para lembrar ao público que a transformação era lúdica e não apoiava a caça de animais (mesmo que tenha produzido Duck Hunt décadas atrás). 

Mario-Kills-Tanooki-Img1

2. O gosto das fitas de Switch

De todas as decisões estranhas da Big N, o gosto azedo das fitas de Switch ao menos ganhou uma explicação plausível. Para evitar que crianças pequenas e bebês colocassem os cartuchos na boca, ela incluiu benzoato de denatônio na sua composição — um composto químico amargo.

Por incrível que pareça, o tiro saiu pela culatra. Com o advento das redes sociais, virou um desafio online lamber as fitas para testar o sabor. A medida de segurança viralizou, o que fez bem: hoje, todos sabem que as mídias físicas podem causar um grande desconforto se levadas à boca. 

Game-Key Card Nintendo Switch 2

1. A polêmica de Bowsette

Quando New Super Mario Bros U. Deluxe (2019) foi anunciado, um item se destacou: a Super Crown, que podia transformar Toadette em uma versão similar à Princesa Peach. Claro que a internet não perdoou e criou a Bowsette — como uma alternativa em que o vilão usaria o item e assumiria uma forma humana feminina.

Quando a Nintendo piscou, a internet já tinha se rendido à fanfic. Milhares de artes de fãs, o termo nos trending topics mundiais e versões que não ousamos sequer mencionar. A companhia nunca canonizou esta hipótese e, no game, fez questão de inserir o trecho “Desculpe Luigi, apenas Toadette pode usar este item!”. 

Bowsette-Img1

Histórias estranhas da Nintendo

No momento que achar que já viu de tudo no mundo dos games, lembre-se que a companhia japonesa pode sempre inovar e trazer uma trama excêntrica para apimentar a comunidade. Seja por querer ou não, o importante é que gera entretenimento.

Apesar das sequências estranhas, você também pode se lembrar de  6 decisões polêmicas da história da Nintendo para ver que eles sempre são “8 ou 80” — ou é algo divertido ou é uma bomba para a indústria. Confira as que são menos piores, ao menos:

  1. A polêmica de Bowsette

  2. O gosto das fitas de Switch

  3. PETA vs. Big N

  4. Nintendo destrói TVs?

  5. Luvas para Mario Party

  6. Suor em Mortal Kombat

  7. Donkey Kong nos tribunais

  8. Jogos e motel

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

6 diferenças entre emulação comercial e emulação da comunidade

Você sabe dizer qual é a maior diferença entre os emuladores vistos no Nintendo Switch Online e plataformas como o ZSNES e John NESS? Além da proposta de cada uma, elas têm particularidades que se adequam a diferentes necessidades para cada usuário. 

Há disponibilidade em vários dispositivos, porém também é necessário checar o que eles oferecem para tomar uma decisão consciente enquanto busca por seus jogos retrô. Ter franquias que marcaram a sua infância ou juventude não é mais o suficiente, mas sim expandir a experiência dos fãs.

Embora muita gente não veja, essas distinções abrem um verdadeiro abismo entre os softwares que você encontra internet afora — ou dentro de sistemas pagos. 

Para te mostrar as diferenças que existem entre a emulação comercial e a emulação da comunidade, reunimos 6 aspectos que as definem para decidir qual caminho seguir.

6. Cibersegurança é relevante

A emulação comercial, no geral, envolve softwares próprios ou a permissão de rodar os sistemas dentro de suas plataformas — o que garante uma compatibilidade ímpar e a garantia de que seus dados continuam seguros dentro do ecossistema. 

Em contrapartida, muitas vezes o público teme baixar o conteúdo produzido por fãs por ter receio do tipo de acesso e informações que eles poderão obter ao instalá-los. Ainda que a maioria esmagadora não busque esse objetivo, não é estranho ver um ou outro jogador que precisou formatar a sua máquina por ter sido hackeado ao buscar emuladores alternativos pela internet.

Cibersegurança

5. Código-fonte dos emuladores

Uma das características mais marcantes da emulação comercial é que seu código-fonte é totalmente fechado. Isso significa que as companhias detêm os direitos sobre o sistema, logo, os fãs não conseguem alterar muita coisa fora das configurações — mesmo quem tem conhecimento sobre o assunto não o fará facilmente.

Já os emuladores da comunidade, em sua grande maioria, são movidos pelo código aberto. Assim, outros podem modificá-lo para se adequar a outras propostas. Se um software é produzido para PCs, alguém pode adaptá-lo para smartphones, criar compatibilidade com fita, aprimorar o desempenho entre várias opções que sua capacidade permitir. No fim, todos ganham. 

Emulação

4. Time de desenvolvimento

Quando falamos de emulação comunitária, isso envolve o trabalho de entusiastas e pessoas apaixonadas pelo assunto. Contudo, poucos “vivem” disso. Na verdade, estes fãs programam e trazem novidades em seu tempo livre (quando sobra algum, claro).

Por outro lado, os desenvolvedores dos emuladores comerciais trabalham diretamente para uma companhia voltada para esta abordagem. Isso, supostamente, significa atualizações mais velozes, mais games compatíveis oficialmente com o passar do tempo e a garantia de um ouvido para reclamar quando algo não sai como deveria.

Super-Nintendo-Pexels

3. Questões legais

Por falar no aspecto jurídico, emular as plataformas não é um crime. Replicar o funcionamento do sistema operacional da Nintendo, Sony, Microsoft e outros em PCs, celulares e outros é livre. Porém, a emulação da comunidade utiliza esse artifício para facilitar o acesso a ROMs de jogos ilegais — já que a sua compatibilidade é a mesma das experiências originais.

Como um processo de engenharia reversa, o procedimento ainda está protegido pelas leis. A partir do momento em que exploram os títulos e franquias defendidas pelas propriedades intelectuais, os emuladores são submetidos às normas de cada país. Nesta característica, a emulação comercial não possui desafios, já que trabalha diretamente em parceria com os estúdios e produtoras. 

PS-Plus-Img3

2. Os custos de cada uma

O maior problema da emulação feita por companhias é que ela sempre envolve um custo, algumas vezes mais alto do que o público deseja pagar. Enquanto o Nintendo Switch Online traz NES, SNES, N64, Game Cube, Mega Drive, Game Boy, GBA e mais a partir de R$ 55 anuais, a PS Plus oferece jogos do PS1 e PS2 por ao menos R$ 86,90 mensais. 

Eles oferecem facilidades como multiplayer online, jogos na própria plataforma e outros recursos adicionais. Contudo, estão longe de alcançar a emulação da comunidade. Neste caso, você tem os softwares gratuitos e precisa apenas buscar pelos dados dos games que deseja jogar — muitas vezes, sem custos extras. Há casos em que os fãs cobram, mas trazem mais recursos e opções de configuração, então cabe a cada um decidir se vale a pena ou não.

Nintendo-Switch-Online-Game-Boy

1. Valores essenciais

É simples separar as propostas de cada emulador, já que a ideia deles passa por interesses da comunidade e das próprias companhias. Enquanto uma produz tudo com o intuito de preservação e acessibilidade, a outra busca lucrar com a nostalgia — na forma mais direta possível. 

Algumas buscam obter mais dinheiro, outras menos, mas se tornou claro que elas desejam a maior quantia possível pelos títulos antigos. Vale lembrar da Nintendo, que vendeu Pokémon FireRed e LeafGreen — mesmo com uma plataforma de emulação própria em seus dispositivos. Oferecem vantagens, mas por um preço próprio.

Asteroids-Atari-Img1

Emulação é uma questão para todos

Ainda que opte por um dos caminhos, é sempre importante ter em mente que todas possuem pontos positivos e negativos. Há quem não goste da comercial — pelo fator financeiro, por não oferecer o catálogo completo daquele console ou por não trazer recursos que são “básicos” em quaisquer outros.

Já a comunitária demora para receber atualizações e tem questões sérias com a legalidade e a cibersegurança — embora nem todas sejam assim. Na prática, é necessário ponderar o que precisa para alcançar o resultado desejado. Além disso, é importante saber a diferença entre emulação e recompilação, que se torna outra grande dúvida. Entre as principais singularidades entre as comerciais e da comunidade, verá:

  1. Valores essenciais

  2. Os custos de cada uma

  3. Questões legais

  4. Time de desenvolvimento

  5. O código-fonte dos emuladores

  6. Cibersegurança é relevante

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

O Batman existe no universo de Lanternas?

O Universo DC (DCU) já apresentou ao público personagens como Superman, os Lanternas Verdes, a Gangue da Justiça, os Creature Commandos e muitos outros para expandir o seu catálogo entre filmes, séries e animações.

Ainda assim, a presença do Batman se tornou uma grande incógnita. Afinal de contas, ele é um dos personagens mais emblemáticos das HQs e até o momento não havia sinal algum de que ele sequer existia e estava em atividade nas obras.

A série mais recente do DCU, Lanternas, flertou bastante com o tema. Além de mostrar que a xerife Kerry tem origem em Gotham, eles também evidenciaram em um de seus episódios uma conexão direta com um grande vilão do Homem-Morcego, o Máscara Negra. 

Contudo, o episódio 6 do seriado — exibido em 20 de setembro — deixou tudo mais claro aos fãs. Se ainda existia alguma dúvida de que Bruce Wayne estava em atividade no universo compartilhado antes de Os Bravos e Destemidos, esta pergunta finalmente foi respondida. Cuidado, o texto tem spoilers da série da HBO.

O Batman existe ou não?

Após os fatídicos eventos de Rushville, que culminaram na aposentadoria forçada de Hal Jordan e a desistência de John Stewart, passaram-se dez anos. Neste tempo, Guy Gardner passou pelo local e instalou um sinalizador nos céus para que os cidadãos pudessem chamá-lo em momentos de crise.

Lanternas-Episodio-6-Img1

Obviamente, o super-herói ignorou o fato de que o público ali odiava os Lanternas Verdes e não queria ter a presença de qualquer um deles por ali novamente. No entanto, o item permaneceu intacto e intocável até o retorno de Hal e John à cidade no ano de 2026. 

Quando os dois conversam sobre a situação do município e o item deixado por Gardner, o primeiro Lanterna caçoa da iniciativa por ela ser similar “àquele cara morcego de Gotham”. Ele se refere ao próprio Batman, o que confirma sua existência pelo DCU.

Ainda que a série tenha mais alguns episódios antes do desfecho, a declaração deixa muito claro que há uma conexão maior com Bruce Wayne e suas ações como vigilante. Ele pode não surgir em Lanternas, mas com certeza a DC Studios prepara sua chegada.

Quando o Batman pode aparecer?

É importante notar que existe toda uma construção ao redor do Universo DC nos cinemas. Os Bravos e Destemidos segue sem uma data prevista para estrear, contudo nada impede o Homem-Morcego de aparecer em algumas das obras já agendadas.

Dificilmente ele será visto na produção dos Lanternas Verdes, porém Superman: O Homem do Amanhã está “logo ali” em 2027. Basta a DC escolher um ator e revelá-lo no longa de algum modo — algo que não seria difícil de introduzir, já que os rumores já revelaram que a Mulher-Maravilha estará na trama. 

Outra hipótese forte é em Cara-de-Barro, que chega aos cinemas ainda em 2026. O personagem é um vilão do Batman, o que justificaria ao menos a apresentação do astro que interpretará o super-herói ou uma conexão mais direta. Mesmo que não seja o foco, a DC Studios está livre para criar este laço. 

Outro mistério ronda o DCU: você sabe quem matou AQUELE personagem em Lanternas? Veja os 8 principais suspeitos.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  

O que você precisa saber antes de começar a jogar Castlevania?

A franquia Castlevania surgiu em 1986 e foi uma das grandes responsáveis por dar vida a todo um gênero no mundo dos games. Nesses 40 anos, sua trajetória foi repleta de oscilações, mas sempre existiu esperança para ver o ressurgimento de Drácula e o combate épico contra suas forças demoníacas. 

Inicialmente uma obra 2D side-scroller, a fórmula de Castlevania expandiu para uma experiência única que redefiniu a forma como os fãs interagiam com este tipo de aventura. Ao lado de Metroid, ele foi um dos games mais revolucionários de toda uma geração — e deixou raízes para Hollow Knight e Ori brilharem hoje em dia.

Seja ao lado do clã Belmont, seja com Alucard ou outros heróis, as aventuras inspiraram milhares de desenvolvedores e fãs ao longo das décadas. Porém, você sabe o que a saga teve de passar até chegar em Castlevania: Belmont’s Curse, próximo grande capítulo que colocará você diante do maior vilão de todos os tempos? 

Veja tudo o que precisa saber antes de começar a jogar Castlevania, independentemente de ser o novo ou de ir atrás dos antigos — disponíveis em coletâneas ou até separadamente em algumas das plataformas atuais. 

O que Castlevania tem de bom?

Há sempre um tema comum entre as experiências da franquia: você vai explorar um local, repleto de segredos e quebra-cabeças para deter o avanço de demônios e monstros contra a humanidade. O Drácula e seu castelo são icônicos, mas há aventuras que expandem isso a outros vilões e figuras do cânone.

Castlevania-Symphony-of-the-Night

No gameplay, você seguirá um estilo 2D com a possibilidade de ir e voltar nos cenários. Tudo está interconectado, então você passará por ambientes várias vezes para abrir portas que não conseguia da última vez que passou ou impedir um chefão que surgiu de repente no local.

Enquanto explora, você ganha power-ups, às vezes novas formas e até o apoio de outros personagens. No emblemático Castlevania: Symphony of the Night (1997), por exemplo, Alucard vira morcego, lobo, névoa e mais para progredir. Já em Castlevania: Dawn of Sorrow (2005), você captura os monstros para usá-los de diversas formas.

Se está no controle dos membros da família Belmont, seus personagens utilizam o clássico chicote para vencer os desafios impostos por Drácula. Contudo, podem equipar outras armas — enquanto outras figuras possuem um arsenal mais amplo, que pode contar com magias, invocações e mais elementos para enriquecer a narrativa.

É importante notar que falamos aqui da estrutura clássica da franquia. Existiram iniciativas para levar tudo isso para outros gêneros, como ação, aventura, hack and slash, luta e mais, contudo poucas delas renderam um resultado positivo para a Konami.

Na prática, a fórmula para o sucesso é adotar o formato “clássico” que estará na metade do caminho correto. Não é à toa que o subgênero se chama Metroidvania — com a união do nome da saga com a franquia Metroid (produzida pela Nintendo), que também foi responsável por alavancar as suas estruturas.

A história de Castlevania é boa?

A narrativa de Castlevania geralmente é aclamada, mas o cânone passou por muitos altos e baixos (além de alguns soft reboots aqui e ali). Embora a complexidade do universo cresça a cada jogo, o conceito geral é simples e coloca os jogadores no meio da ação sem perder muito tempo.

Castlevania-Dominus-Collection-Img1

O Drácula voltou, seu castelo ressurgiu em algum lugar nefasto e monstros destroem as aldeias ao seu redor. Seu trabalho é adentrar no território inimigo, detonar o antagonista e selar a construção por mais algum tempo — que pode ser décadas ou séculos, a depender do que foi predeterminado.

Se nunca viu nada sobre a franquia, saiba que existe um clã dedicado a caçar o vilão e seu exército: os Belmont. Por passarem por um treinamento intenso na infância e adolescência, eles se tornaram guerreiros natos e têm como principal missão defender a humanidade deste tipo de ameaça.

Enquanto alguns membros da família são heroicos e cheios de virtudes, outros são mais canastrões e carregam atitudes questionáveis. Isso torna cada história única e cheia de camadas, assim como traz interações únicas com Drácula — que viu mais deles do que desejaria em suas tentativas de dominar o mundo.

O vampiro tem sua própria trama: ele se apaixonou por uma humana que era apaixonada por ciências e queria entender a verdade do mundo. Vista como uma “bruxa”, ela foi queimada e gerou o ódio do personagem contra a humanidade. Para ele, os seres humanos são uma praga que deve ser exterminada.

Contudo, o vilão teve um filho com ela: Alucard, meio-humano e meio-vampiro. Ele carrega a paixão da mãe, além de ter os poderes do pai. Como sabe a ameaça que sua figura paterna representa, o rapaz o enfrenta em todas as oportunidades para defender uma parte de si mesmo que ainda tem fé em dias melhores.

Esses são alguns dos principais personagens da saga, mas cada trama apresenta uma particularidade. Em Castlevania: Belmont’s Curse, conheceremos Rose Belmont — filha de Trevor e Sypha, de Castlevania III: Dracula’s Curse (1989). Sua missão é curar uma maldição que surgiu nos membros de sua linhagem. 

Castlevania-3-Draculas-Curse-Img1

Os altos e baixos de Castlevania

Durante o período entre os anos 1980 e 1990, a saga se destacou pela sua qualidade, level design e batalhas contra chefões. A estrutura 2D estava impecável e mesmo entre as gerações NES ao PS1, ela alcançou um vasto público e toda uma legião de fãs.

Contudo, na era PS2 e Game Cube, a franquia esfriou por completo. As tentativas da Konami de transferir a ação e aventura para o formato tridimensional não foram populares e mudou muito do que já estava bem estabelecido entre os jogadores.

Na prática, foi um dos seus piores períodos. Nos portáteis, contudo, Castlevania continuava em alta. Com capítulos emblemáticos no Game Boy Advance e Nintendo DS, ao menos nos consoles de mão os fãs tinham as aventuras clássicas vivas.

Castlevania-Lament-of-Innocence

Em 2010, a Konami decidiu criar a “experiência definitiva” no universo 3D com Lords of Shadows. Lançado no PS3, XBOX 360 e PCs, o título contava a história de origem de alguns personagens vitais da franquia enquanto adotava o gênero hack and slash.

Ainda que a primeira aventura tenha sido bem-recebida, a segunda — que chegou às mesmas plataformas em 2013 — não teve o mesmo tratamento. Após fortes críticas e muitas reclamações sobre a história, a Konami colocou a série em uma geladeira (com cadeado).

É seguro dizer que, em 13 anos, a produtora não quis mexer muito na saga do Drácula. Ele não desapareceu por completo, já que fazia participações em experiências como Super Smash Bros. Ultimate (2018), Dead Cells (2018) e V Rising (2022), contudo não havia qualquer sinal de capítulos inéditos.

Fora dos videogames, a situação era menos desesperadora. Entre peças teatrais e outras abordagens, o estúdio se aliou à Netflix para uma animação que seria transmitida pela plataforma de streaming. 

Com uma estreia estrondosa, vimos três temporadas da história principal de Castlevania e ainda um spin-off chamado “Noturno”. Fica claro que ela abriu portas para outras, como as recentes adaptações de Devil May Cry e Tomb Raider. 

A falta que Castlevania faz

Em 2026, a Konami decidiu tirar Drácula de seu repouso para voltar com uma aventura inédita. 13 anos após o último capítulo original, após passar por algumas coletâneas, Castlevania: Belmont’s Curse será lançado.

Com a chegada agendada para o dia 15 de outubro de 2026, a aventura promete trazer de volta os bons tempos de metroidvania para os fãs. Nada de outra tentativa em um cenário 3D ou outros gêneros, mas sim o “bom e velho” conflito como os fãs amam.

Para ser ainda melhor, o estúdio responsável por dar vida ao projeto é a Evil Empire — que produziu Dead Cells, um game que bebeu muito das fontes do vampiro e incluiu mecânicas roguelite. Como o antigo título recebeu uma colaboração com elementos de Symphony of the Night, eles já conheciam bem onde pisariam.

Não espere por algo com gráficos exuberantes e visuais que tirem todo o potencial da nova geração. Como os antigos, Castlevania: Belmont’s Curse adotará cenários e personagens pixelados. Ainda assim, verá mapas colossais, inimigos criativos e outras entradas de peso que são esperadas da franquia.

Por onde eu começo?

Caso queira explorar versões modernas, é recomendável aguardar pelo lançamento de outubro para dar seus primeiros passos. Contudo, há várias versões disponíveis nas plataformas atuais, pelas quais pode expandir seu conhecimento sobre as mecânicas.

Muitos começaram por Castlevania: Symphony of the Night — lançado originalmente no PS1, mas disponível hoje nos consoles PlayStation 4 e PS5. Super Castlevania IV, um dos melhores capítulos da série, pode ser encontrado na coletânea Anniversary Collection em todas as plataformas.

Já as versões portáteis podem ser encontradas na Advance Collection e Dominus Collection. Nestas, é recomendável dar uma chance para Castlevania: Aria of Sorrow e Castlevania: Order of Ecclesia — vistos como alguns dos melhores modernos.

É importante notar que os games para PS2 e o spin-off Lords of Shadows não estão disponíveis nos consoles atuais. Neste caso, o primeiro LoS pode facilmente ser achado disponível para emulação em plataformas como RPCS3. 

Por falar no assunto, fãs criam versão nativa de um dos melhores Castlevania para os PCs. Como Symphony of the Night segue indisponível fora do PlayStation, ao menos não-oficialmente poderá aproveitar a jornada que elevou a popularidade da franquia.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

  •  
❌