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Pedacinhos do cometa Halley vão cruzar o céu; saiba como ver a chuva de meteoros

Já ouviu falar do cometa Halley? Se sim, saiba que este visitante cósmico só vai aparecer de novo no céu em 2061 — e, se você não quiser esperar até lá, talvez seja mais fácil tentar flagrar os pedacinhos deste objeto, que constituem a chuva de meteoros Orionídeos, ou Oriônidas. O pico do fenômeno ocorre na madrugada de quarta (21) para quinta (22).

Para ver os meteoros, não tem segredo: basta procurar as estrelas logo abaixo do Cinturão de Órion — talvez você as conheça pelo apelido popular Três Marias. Ali, procure Betelgeuse, uma das maiores estrelas visíveis a olho nu e a mais brilhante do trio, e pronto! Basta esperar o espetáculo.

cinturão de órion

Vale lembrar que os meteoros não vão, necessariamente, aparecer apenas ali; na verdade, eles podem aparecer em qualquer lugar do céu — a expectativa é que até 20 meteoros estejam visíveis em condições ideias, ou seja, com céu limpo e longe das luzes da cidade.

Cometa Halley

O cometa Halley é considerado um dos cometas periódicos mais famosos na astronomia, e não é sem motivo. Esta “bola de gelo suja”, como os cometas são conhecidos, aparece no céu da Terra em intervalos que variam entre 74 e 79 anos; a última visita foi em 1986.

Isso não significa, no entanto, que este objeto seja novo para os astrônomos: na verdade, o cometa Halley é documentado há séculos, e apareceu até em registros da Batalha de Hastings, em 1066 a.C.

Quando aparecer por aqui novamente em 2061, vale a pena tentar encontrá-lo no céu, já que ele vai estar um pouco menor do que esteve em sua última visita. A mudança se deve à natureza dos cometas, que perdem até 3 metros de matéria da sua estrutura ao longo de cada volta ao redor do Sol — e parte desta matéria vai brilhar no céu em algumas horas com a chuva de meteoros.

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O Sol vai destruir seu próprio sistema? Pesquisa indica como pode ser fim dos planetas

Você já conhece, à exaustão, a configuração atual do nosso Sistema Solar. Vale a pena curti-la, já que ela deve ficar por aqui só por “alguns” bilhões de anos — é o que indica um novo estudo, que revelou que nossa vizinhança no espaço pode passar por instabilidades bem além daquelas já previstas pelo fim do Sol.

Mercúrio, por exemplo, tem 1% de chance de deixar nosso sistema nos próximos 5 milhões de anos; caso isso aconteça, é provável que este mundo acabe colidindo com Vênus, Terra ou até Marte. Já Júpiter, Saturno, Urano e Netuno podem sofrer alguma perturbação em um milhão de trilhão de anos.

sol "sorrindo"

Mesmo que nada disso aconteça, o cenário não fica muito mais favorável para nós: é que quando o Sol esgotar suas reservas de combustível para a fusão nuclear e se tornar uma gigante vermelha, vai expandir suas camadas e devorar Vênus. É possível, aliás, que nem nosso “pálido ponto azul” escape. E é aqui que entra o novo estudo, que sugere algo mais nesta história.

Fim do Sistema Solar

Embora os cientistas considerem que nosso astro deva perder massa em um ritmo tranquilo, observações de anãs brancas sugerem que este pode não ser o caso. Assim, quando o Sol chegar nesta etapa do seu ciclo, é bem provável que a Terra tenha deixado de existir há muito tempo, e que Urano e Netuno acabem trocando de lugar em suas respectivas órbitas.

A instabilidade levaria a alguns cenários interessantes: antes mesmo de o Sol se tornar uma estrela anã branca, as condições seriam tão caóticas que Urano pode muito bem acabar expulso do nosso sistema; Netuno e Saturno podem também encontrar um destino semelhante, dependendo do que acontecer com o Sol.

“Nossos resultados trazem a dissolução do Sistema Solar de volta a um território familiar da astrofísica e redefinem sua causa: não é o lento avanço do caos, nem o encontro fortuito com uma estrela que passa, mas o próprio Sol, que, ao morrer, não se limita a ampliar o sistema planetário que construiu — ele o afeta e, na maioria das vezes, o dispersa. A instabilidade prevista por Newton é, afinal, real. Ele se enganou apenas quanto ao responsável”, escreveram os autores.

O artigo que descreve os resultados foi publicado na revista The Astrophysical Journal Letters.

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Nova geração do Corolla terá "DNA chinês" e versão 100% elétrica

A Toyota deve começar a produzir a próxima geração do Corolla na China em 2028. O novo sedan vem da parceria fechada com a estatal FAW e uma nova plataforma multienergia flexível, constituindo uma arquitetura inédita e pronta para acomodar motores a combustão, conjuntos híbridos e propulsão 100% elétrica.

O lançamento marca uma virada estratégica na trajetória comercial do sedan mais vendido do mundo, e vem em resposta à ascensão das fabricantes locais no mercado chinês. Ciente disso, a Toyota quer agora estancar a queda de vendas da marca no país asiático por meio da redução de custos operacionais e do encurtamento do ciclo de criação de veículos.

novo corolla concept

Com a nova base arquitetônica, a montadora japonesa pretende adequar o portfólio às exigências de cada região, garantindo alcance estimado em até 400 km para as futuras configurações puramente elétricas do modelo.

Novo Toyota Corolla

A transformação estética da próxima geração do Corolla foi antecipada pelo Corolla Concept no Salão do Automóvel de Tóquio. O protótipo apresentou linhas aerodinâmicas e um estilo mais agressivo, alinhado com a nova linguagem visual global do grupo automotivo. A estratégia na Ásia contempla ainda o desenvolvimento de modelos elétricos de nova geração para a divisão de luxo Lexus.

No Brasil, o sedan atualmente segue fabricado sobre a plataforma TNGA, e a introdução da nova arquitetura multienergia produzida em solo nacional ainda depende de confirmações oficiais da filial brasileira. Portanto, a produção chinesa não indica que, necessariamente, os modelos de lá vão vir para o mercado brasileiro.

Vale lembrar que a fábrica da Toyota em Porto Feliz (SP) foi duramente danificada no ano passado, quando uma forte tempestade atingiu a região. Recentemente, a marca anunciou a retomada parcial das atividades por lá, e já confirmou a retomada dos processos de fundição e usinagem do motor 1.5 que equipa o Yaris Cross.

Quer saber mais? Confira nossa matéria sobre a picape do Corolla, que já tem nome e data para chegar ao Brasil!

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Lançamento do novo Kia Stonic no Brasil vai atrasar; saiba quando híbrido chega

A chegada da nova geração do Kia Stonic foi adiada. Segundo informações do Motor1, a concessionária da marca afirma que o compacto deve estrear somente no primeiro semestre de 2027 — vale lembrar que, inicialmente, era previsto que o SUV passasse a integrar o portfólio da marca no portfólio brasileiro no segundo semestre do ano.

O modelo com visual renovado foi exibido recentemente em uma concessionária de São Paulo como um veículo de homologação. Assim, a unidade exposta em São Paulo refere-se a um modelo seminovo utilizado no processo de certificação técnica que sairia por R$ 150 mil.

A readequação do calendário ocorreu após a reestruturação dos lançamentos da marca no país, que priorizou a introdução de utilitários como o novo Sorento e a picape inédita Tasman. Como resultado, o cronograma de vendas zero-quilômetro foi reajustado.

Como é o Kia Stonic

O SUV compacto passou por uma atualização substancial em seu design global, e agora traz a nova identidade visual da marca com faróis em LED integrados à grade frontal e lanternas redefinidas. Quem levá-lo para casa vai poder escolher entre as cores Verde Aventureiro e Azul Iate.

As principais transformações concentram-se no interior, que recebeu um painel digital com duas telas integradas de 12,3”, comandos de climatização sensíveis ao toque, carregador por indução e conectividade remota via aplicativo.

No aspecto mecânico, a expectativa é que o modelo mantenha o conjunto fabril com motor 1.0 turbo de três cilindros associado ao sistema híbrido leve (MHEV) de 48 volts. O sistema conta com a função de desacoplamento do motor em velocidades de cruzeiro, recurso projetado para otimizar o consumo de combustível e reduzir o nível de emissões de poluentes.

Que tal conferir nossa matéria sobre os carros elétricos mais baratos do Brasil em 2026?

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Nova geração do BYD Dolphin Mini estreia mais potente e com tempo de recarga absurdo

A segunda geração do Dolphin Mini chegou à China nesta terça (20). O novo hatch elétrico da BYD chegou de cara nova e reformulado, equipado para recarregar suas baterias de 10% a 70% em apenas 5 minutos.

Chamado localmente de Seagull, o compacto estreou no mercado chinês com dimensões maiores, migração para tração traseira e compatibilidade com estações ultrarrápidas de até 1.500 kW, que permitem alcançar 97% de carga em 9 minutos.

novo BYD Dolphin Mini

O avanço tecnológico coloca o modelo em um novo patamar de eficiência urbana e desempenho. Por enquanto, o lançamento do novo Dolphin Mini não foi confirmado para o mercado brasileiro, mas vale lembrar que a marca prometeu instalar mil carregadores ultrarrápidos do tipo no Brasil até o final de 2027.

Novo BYD Dolphin Mini

O hatchback passou por uma evolução mecânica expressiva. O motor elétrico quase dobrou de potência, saltando de 75 cv para 127 cv, e agora conta com tração traseira. Nas dimensões, o compacto cresceu e atingiu 4,20 metros de comprimento, 9 cm a mais de largura e ganho de 15 cm no entre-eixos, tornando-se maior que as versões do Dolphin atual.

Já o visual abandonou as linhas retas em favor de formas mais fluidas, caixas de roda marcadas e faróis reestilizados. No interior, a tela multimídia subiu para 12,8” e o painel de instrumentos convencional foi removido.

O grande destaque tecnológico fica para o sistema "Olho de Deus", como é conhecido o sistema de direção semiautônoma com sensores no teto e inteligência artificial. Com o recurso, o carro pode identificar se o farol está aberto ou fechado no trânsito, desvia automaticamente de obstáculos, estaciona sozinho e até faz a temida baliza de forma remota, sem o motorista no carro.

Aproveite para conferir nossa matéria que explica quanto o BYD Dolphin Mini desvalorizou dois anos após o lançamento!

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Fiat Panda mais estreito do mundo entra para o Guinness World Records

Andrea Marazzi, mecânico italiano, conseguiu seu cantinho no Guinness World Records. O motivo? Marazzi construiu o carro dirigível mais estreito do mundo a partir de um Fiat Panda de 1993 cortado ao meio, medindo apenas 50,2 cm — para comparação, o carro ficou mais fino que uma Honda CG 160!

A homologação do feito ocorreu em Bagnolo Cremasco, na Itália, após um ano de modificações estruturais que reduziram a largura do veículo. Apesar dos desafios, o modelo ficou com o comprimento original de 3,4 m, com reaproveitamento de quase 90% dos componentes originais.

Claro que o projeto exigiu a reconstrução artesanal da carroceria, do assoalho e da suspensão. Mesmo assim, o mecânico tentou manter ao máximo a identidade tradicional do Panda, readaptando colunas, rodas, lanternas e partes dos faróis.

Fiat Panda modificado

A falta de espaço impediu a manutenção do motor a combustão original. Para resolver o problema, Marazzi adaptou um propulsor elétrico alimentado por bateria de 12 volts, capaz de levar o veículo de 246 kg à velocidade máxima de 15 km/h com autonomia de até 25 km.

A cabine foi dimensionada sob medida, de modo que só pode comportar o motorista em posição central. Como tem estabilidade lateral reduzida, o modelo não possui homologação para circular em vias públicas e é destinado unicamente a exibições.

Vale lembrar que o Fiat Panda é um carro para lá de tradicional na história da montadora italiana. O carro foi desenhado por Giorgetto Giugiaro e sua primeira geração chegou na década de 1980, servindo como base para o que se tornaria o projeto do Uno — e, aliás, é por isso que o Panda é popularmente conhecido como o “primo europeu” do Uno.

E não pense que foi só o italiano que se aventurou na criação. Conheça o carro brasileiro que é o "menor do mundo"!

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Chevrolet derruba preço do SUV Trailblazer, mas não para todo mundo

Quer um SUV para chamar de seu? Se sim, vale a pena dar uma chance para o Chevrolet Trailblazer, que sai “no precinho” ao longo do mês — mas só para os clientes do tipo pessoa jurídica, com CNPJ. Para aqueles contemplados, a marca oferece 6% de redução.

Isso significa um desconto de R$ 25.412 no preço de tabela pública do SUV na opção High Country. Com a redução, o carro deixa de custar R$ 423.540 e sai por R$ 398.128, abatimento que vem para dar um empurrãozinho nas vendas do utilitário.

Chevrolet Trailblazer

Vale lembrar que a condição especial foi identificada no início do mês em uma loja de Natal (RN). Portanto, a dica do CT Auto é que os interessados entrem em contato com as concessionárias da região para conferir a disponibilidade do carro e as condições.

Como é o Chevrolet Trailblazer

Sob o capô, o Chevrolet Trailblazer entrega o motor 2.8 turbodiesel de 207 cv e 52 kgfm de torque, combinado ao câmbio automático de oito marchas e tração 4x4. Com 4,89 metros de comprimento e entre-eixos de 2,85 metros, o SUV entrega porta-malas de 205 litros com todos os assentos em uso e 554 litros com a terceira fileira rebatida.

Quem apostar na versão High Country vai ter na garagem um carro com espaço para sete ocupantes bem equipado, com itens que incluem desde o painel de instrumentos digital de 8”, central multimídia de 11”, assistente de permanência em faixa e alerta de colisão frontal.

Para ajudar a tirar a dúvida antes de fechar negócio, confira nossa matéria que explica 5 motivos para comprar o Trailblazer!

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Renault Boreal vai perder potência no Brasil; saiba o motivo

O Renault Boreal vai perder potência. O motor 1.3 turbo flex do SUV médio da francesa vai deixar de entregar 163 cv para 160 cv no Brasil para atender aos limites de emissões determinados pelo Proconve L8. A mudança foi confirmada por Ariel Montenegro, presidente da Renault Geely do Brasil.

O executivo revelou a decisão na apresentação da nova picape Niagara — que, aliás, está prevista para novembro; já a linha Boreal vai receber o novo propulsor somente na virada para a linha 2027.

Renault Boreal

De acordo com a montadora, a readequação mecânica busca exclusivamente a redução de poluentes, sem alteração no torque de 27,5 kgfm. O ajuste veio em resposta às novas exigências ambientais brasileiras, sem relação com as alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

Motor 1.3 turbo

Fabricado pela Horse em São José dos Pinhais (PR), o propulsor 1.3 turbo passa por sua terceira configuração no mercado nacional. Lançado em 2019 de forma importada com 170 cv, a potência do motor caiu para 163 cv ao ser produzido localmente em 2025 e agora estabiliza em 160 cv.

Dados sobre o consumo de combustível e os novos números exatos de emissões ainda não foram divulgados. Vale lembrar que a mesma calibração de 160 cv também vai alimentar a picape intermediária Niagara, fabricada em Santa Isabel, na Argentina.

Desenvolvida sobre a mesma plataforma do Boreal para disputar espaço com rivais como Fiat Toro e Ram Rampage, a picape oferecerá versões com tração 4x4 e contará com uma variante híbrida a partir de 2027.

Quer saber mais sobre o utilitário? Confira 3 motivos para comprar o Renault Boreal e 2 para fugir do SUV francês!

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Vendas de carros crescem no Brasil, mas fabricação nacional não acompanha; saiba porquê

As vendas de carros no Brasil ganharam ritmo, mas a tendência observada na produção nacional foi outra. Embora as vendas tenham registrado alta de 18,4% entre janeiro e agosto, a evolução da fabricação foi de apenas 8,5% no período. O alerta foi feito por Igor Calvet, presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

Segundo a entidade, das 148 mil unidades adicionais comercializadas no mercado brasileiro, cerca de 101 mil vieram do exterior; a maioria vem da China montada em kits desarmados (CKD ou SKD), ou seja, têm baixo conteúdo nacional.

IPVA carros trânsito

Esse cenário reflete o avanço dos veículos importados, que tiveram alta de 30,3% em vendas contra apenas 17,2% dos nacionais. Segundo Calvet, o avanço dos modelos importados, principalmente dos chineses, ajuda a explicar a fatia tímida de mercado da indústria local.

Impostos e estoques de elétricos

Apesar da repercussão sobre o avanço dos modelos elétricos e híbridos, os carros flex continuam liderando o mercado com folga, somando 68,3% das vendas no acumulado do ano. Os motores a diesel aparecem em seguida, com 9,2%, superando os elétricos puros, que registram 7,6%. O restante da lista fica por conta dos híbridos plug-in (6,1%), os híbridos convencionais (5,9%) e as opções movidas apenas a gasolina (2,7%) ou etanol (0,1%).

A partir de janeiro próximo, o imposto de importação para veículos elétricos e eletrificados vai ser impactado pela alíquota cheia de 35%, inclusive para kits desarmados. No entanto, a desaceleração pode ser atenuada pelo elevado estoque de modelos importados antes da recomposição tarifária, o que garante fôlego para marcas como a BYD continuarem crescendo no mercado.

Vale lembrar que, enquanto isso, as vendas de carros elétricos e híbridos batem recorde histórico no Brasil.

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Radares com inteligência artificial já aplicaram 2,3 mil multas em rodovia de SP

Os radares com inteligência artificial (IA) já vêm rendendo resultados nas rodovias de São Paulo. Segundo a apuração da Folha de S. Paulo, a Polícia Militar Rodoviária aplicou mais de 2 mil multas entre 3 de agosto e 3 de setembro na Rodovia Raposo Tavares, por meio de duas câmeras equipadas com inteligência artificial instaladas nos quilômetros 17 e 18.

Os dispositivos são operados por meio de uma parceria com a concessionária Ecovias Raposo Castello, e registraram uma média diária de 75 autuações voltadas estritamente à conduta dos ocupantes. No total, foram 2.316 multas no intervalo, aplicadas a condutores que chegavam à capital paulista.

motorista celular flagra radar

De forma resumida, a nova rede de radares atua capturando imagens de alta resolução do interior dos carros para identificar possíveis irregularidades; depois, os flagrantes são encaminhados para validação dos agentes de trânsito. O mais curioso? A maior parte dos flagras dos radares com IA não envolveu excessos de velocidade.

Principais infrações detectadas

Embora o software faça o rastreamento inicial das fotos com comportamento suspeito, o algoritmo não emite as punições de forma autônoma. O sistema de inteligência artificial funciona como uma ferramenta de triagem, cabendo exclusivamente ao policial militar rodoviário a análise técnica do registro para confirmar a infração antes da expedição da multa.

Mesmo assim, a ausência do cinto de segurança liderou o balanço de infrações, somando 1.386 multas (59,84% do total) — e, aqui, as infrações foram tanto entre condutores quanto passageiros desprotegidos. Já o uso indevido do telefone celular e de fones de ouvido respondeu pelas outras 930 autuações (40,16%); houve motoristas que manuseavam o aparelho até mesmo abaixo da linha dos vidros.

Vale lembrar que o Código de Trânsito Brasileiro determina que dirigir sem o cinto ou permitir que um passageiro siga no carro sem a proteção configura infração grave, com multa de R$ 195,23 e penalização de cinco pontos na CNH. Já usar ou segurar o celular ao volante constitui infração gravíssima, com multa de R$ 293,47 e sete pontos na habilitação.

Veja também nossa matéria que explica como funciona o radar com IA contra celular e falta de cinto!

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"Truque" para gelar bebida em carros elétricos viraliza, mas pode custar caro

Nada melhor do que uma boa bebida gelada para refrescar nos dias quentes, não é? Publicações nas redes sociais mostram que há motoristas usando o compartimento dianteiro dos carros elétricos como uma “caixa térmica” improvisada para deixar  bebidas bem fresquinhas. O problema é que a prática é perigosa, e pode causar desde a perda da garantia do carro até choques graves.

À primeira vista, a ideia pode até parecer inofensiva: em um dos vídeos publicados no Instagram, o compartimento dianteiro (conhecido como frunk) de um Geely EX2 aparece cheio de gelo e cervejas. Claro, o espaço até pode lembrar uma caixa térmica, mas vale lembrar que o frunk não foi projetado para esta finalidade.

Em outra publicação, um proprietário de um BYD Dolphin Mini utiliza a função Vehicle-to-Load (V2L) para alimentar uma fritadeira elétrica, enquanto as rodas do carro e os cabos de energia ficam submersos.

Riscos de danos em carros elétricos

Os carros elétricos foram projetados para operar com segurança — contanto, claro, que sejam usados conforme as recomendações das fabricantes. Por isso, estas "gambiarras" acenderam o alerta de especialistas em engenharia automotiva sobre os perigos de panes elétricas, choques graves e perda da garantia de fábrica.

De acordo com Eduardo Zambelli, diretor de eletromobilidade da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), o acúmulo de líquido em áreas como o frunk, que não foi projetado para armazenar bebidas e nem para escoar o líquido do derretimento do gelo, pode danificar vedações e sistemas do veículo, além de caracterizar uso inadequado para a fabricante.

Já a tecnologia V2L permite, sim, usar a energia da bateria para alimentar aparelhos externos, mas exige cuidados com o uso — portanto, nada de usar o recurso em locais úmidos ou alagados, porque a prática eleva o risco de acidentes por descarga elétrica.

A orientação da AEA é uma só: os motoristas devem sempre respeitar os limites de potência especificados pela montadora e consultar o manual do proprietário antes de utilizar qualquer recurso do veículo.

Aproveite para conferir nossa lista de 7 coisas proibidas de se fazer em um carro elétrico!

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Toyota derruba preço do SW4 para encarar rivais chineses

Procura um SUV para chamar de seu? Se sim, vale a pena ficar de olho no SW4, modelo de sete lugares da Toyota que, agora, pode ser oferecido com desconto de mais de R$ 54 mil sobre o preço de tabela. Mas é preciso correr, já que a oferta vale somente até o fim do mês.

As condições valem para a versão SW4 SRX Platinum, que normalmente sai por R$ 424.590, mas agora pode ser adquirida por R$ 369.990. O “precinho” parece vir em resposta ao espaço que rivais vêm ganhando  no segmento, como o chinês GWM Haval H9, que segue conquistando os brasileiros.

Toyota SW4 SRX Platinum 2024

O rival chinês montado em Iracemápolis (SP) chegou inclusive a liderar o segmento de utilitários grandes nos meses de março e maio. No acumulado até agosto, a diferença entre os dois modelos encolheu para menos de 800 unidades.

Como é o Toyota SW4

O SW4 entrega o propulsor 2.8 turbodiesel de 204 cv, transmissão automática de seis marchas e tração 4x4. Quem levá-lo para a garagem vai ter um carro equipado com central multimídia de 9”, sistema de som JBL, câmera 360º, bancos ventilados e ar-condicionado de duas zonas.

Claro, o preço e equipamentos são atraentes por si só, mas a Toyota tem um diferencial importante em relação aos concorrentes: a japonesa construiu sua reputação por anos, sendo a favorita dos motoristas que buscam veículos com robustez, liquidez e facilidade na hora da revenda.

Além disso, o desconto é só uma das frentes que a marca vem trabalhando. Além dos descontos selecionados, a Toyota acelera na eletrificação e prepara nova fase no Brasil a partir de 2026.

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SUV que fez história no Brasil ainda é o mais buscado no mercado de usados; veja ranking

O mercado de SUVs usados no estado de São Paulo segue sendo liderado pelo Ford EcoSport. O modelo da italiana segue na dianteira das vendas dos seminovos no primeiro semestre do ano, conforme revelado por dados do Data OLX Autos.

O modelo pioneiro da categoria alcançou 9% de participação nas transações paulistas de seminovos no período, superando concorrentes diretos no mercado regional. Além disso, o EcoSport figurou na liderança das buscas na plataforma, concentrando 7% das pesquisas, acompanhado por  nomes como o Renegade (6%) e Kicks (5%).

Já no ranking de comercialização, o pódio paulista ficou por conta do Jeep Renegade na segunda colocação, com 8% das vendas, e pelo Nissan Kicks em terceiro, registrando 7% das conversões.

Compra de SUV usado

Se focarmos nos anúncios disponíveis, contudo, o Jeep Renegade assume o topo do ranking, ostentando 10% da vitrine com preço médio de R$ 74.559. Por outro lado, neste caso o EcoSport fica com 8% do volume de vendas, custando R$ 50.842. Finalmente, o Nissan Kicks ocupa a terceira posição em anúncios (7%), com preço médio de R$ 82.366.

De forma geral, os dados mostram que os utilitários esportivos seguem com forte apelo no comércio, se mantendo como opções interessantes para quem precisa de usabilidade urbana sem abrir mão de valores acessíveis.

Mesmo hoje, o Ford EcoSport segue considerado como um marco na história automotiva por ter sido o grande pioneiro da popularização dos SUVs no Brasil, mercado onde estreou mundialmente em 2003 desenvolvido sobre a plataforma do Fiesta da época. A trajetória do utilitário no país teve seu ápice com a versão EcoSport Storm, que trazia como principal diferencial o sistema de tração integral sob demanda.

Para matar a saudade do modelo, que tal conferir quanto custaria um Ford EcoSport hoje, com a inflação?

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Roubos de carros elétricos sobem mais de 100% em SP; entenda o motivo

O volume de roubos e furtos de carros elétricos e híbridos disparou. De acordo com dados da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), a alta já passou de 100% no estado de São Paulo enquanto acompanha a expansão acelerada da frota eletrificada, que soma mais de 765 mil unidades no país.

Somente neste ano, o período entre janeiro e maio saltou de 44 para 101 ocorrências, o que representa aumento de 129% em comparação com o período no ano passado. Atualmente, a capital paulista concentra a maioria das ocorrências no estado, com 74 registros entre janeiro e maio.

IPVA carros trânsito

Apesar do salto nos números, a ABVE ressalta que os dados não indicam que os modelos eletrificados sejam mais vulneráveis do que os carros a combustão — tanto que, segundo a instituição, os sistemas desses carros têm níveis de proteção muito semelhantes, fazendo com que a facilidade de invasão ou acionamento seja equivalente.

Furtos de carros elétricos

Ricardo Bastos, presidente da ABVE, observa que o salto nos números veio acompanhado também do crescimento da frota, aliado à maior compreensão do consumidor destas tecnologias. “E a gente sabe que do outro lado os bandidos também começaram a entender melhor o carro elétrico e o eletrificado. Normalmente o bandido prefere um carro que ele já conheça”, observou.

Em outras palavras, os números altos devem ser compreendidos como um sinal de que os criminosos já estão mais familiarizados com os carros elétricos — e, aqui, o conhecimento vale tanto para o sistema do veículo quanto para o alto valor de mercado de muitos destes. Embora o pacote de baterias seja o item mais valioso do veículo, especialistas descartam que o furto isolado do componente seja o principal fator das ocorrências.

Além da alta complexidade técnica, as baterias dos carros elétricos podem pesar meia tonelada, operam com altíssima voltagem e só podem ser removidas com ferramentas. Por isso, o crime ocorre pelo furto do carro “completo”, que é levado a desmanches ilegais para o reaproveitamento de componentes elétricos.

Outra modalidade em alta é o furto de cabos em eletropostos públicos. Criminosos miram o cobre presente na fiação para venda no mercado clandestino de sucatas, em ações rápidas executadas em locais desprotegidos. Para conter o problema, operadoras de recarga vêm investindo em revestimentos com malha de aço e compartimentos trancados liberados apenas por apps específicos.

E, afinal, será que o truque da chave do carro no micro-ondas protege contra roubos?

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Gasolina E32: vale a pena gastar com adaptações para transformar em flex?

A gasolina E32 chegou aos postos do Brasil no início de agosto e, na sequência, impulsionou a procura por módulos conversores eletrônicos de R$ 500 entre proprietários de carros a gasolina preocupados com a nova mistura. O motivo? O ajuste regulatório elevou para 32% o teor de etanol anidro no combustível nacional, e alguns motoristas começaram a procurar alternativas para tentar evitar possíveis efeitos da maior concentração do composto no combustível.

O que acontece é que, desde o início de agosto, a gasolina comum e aditivada disponível nos postos do Brasil passou a ser do tipo E32, que conta com 68% da gasolina que você já conhece, enquanto os outros 32% são de etanol anidro; portanto, a nova mistura aumenta o etanol em apenas 2%, suficiente para derrubar um truque popular nos postos.

Combustível gasolina

Os ensaios do setor mostram que a adição de dois pontos percentuais do biocombustível é tão discreta que não exige nenhuma alteração mecânica para garantir o funcionamento correto e a durabilidade dos componentes. Por outro lado, a análise não apontou possíveis efeitos a longo prazo da mistura, levantando preocupações entre motoristas.

Converter carro antigo em flex

Alguns apostaram em adaptações para evitar supostos danos ao motor ou tentar a conversão para etanol, apostando em equipamentos que prometem permitir que carros a gasolina funcionem com etanol ou com a mistura dos combustíveis. No entanto, especialistas em engenharia automotiva reforçam que esses dispositivos não transformam tecnicamente o veículo em um modelo flex.

Na verdade, aparelhos do tipo atuam apenas aumentando o tempo de abertura dos bicos injetores, exigindo que o próprio motorista configure manualmente a taxa de injeção adicional. O equipamento não altera os mapas de ignição da central eletrônica nem adapta mangueiras, bombas de combustível e vedações, que permanecem vulneráveis à corrosão e ao desgaste químico se expostos ao etanol puro.

Análises do Instituto Mauá de Tecnologia (IMT) confirmam que a gasolina E32 mantém o desempenho e a operação normal dos veículos sem necessidade de adaptação — e, inclusive, pode até elevar a octanagem da gasolina e fornecer alguma redução nos depósitos de combustão. Por outro lado, o etanol tem menos energia por litro, ou seja, sua maior concentração pode aumentar um pouco o consumo.

Os especialistas reforçam que instalar conversores simplificados para lidar com a nova gasolina é desnecessário e pode gerar problemas graves, como contaminação do catalisador ou travamento hidráulico do motor. Por isso, pode ficar tranquilo: por ora, não há necessidade de usar conversores para “proteger” carros mais antigos dos efeitos da gasolina com 32% de etanol.

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Chevrolet confirma quando vai começar a produzir novo SUV híbrido no Brasil

A General Motors já definiu um cronograma para começar a produzir seu Chevrolet Captiva PHEV na Planta Automotiva do Ceará (PACE), em Horizonte. Segundo informações de Thomas Owsianski, presidente da GM na América do Sul, o trabalho deve começar em novembro por meio do sistema de kits importados (SKD) da joint venture chinesa SAIC-GM-Wuling.

Vale recordar que a GM já tinha confirmado a produção de carro elétrico no Ceará no ano passado — e, na época, a ideia era começar tudo ainda em 2026. O que muda é que, agora, o executivo confirmou o mês da chegada do híbrido e ainda reforçou que o lançamento marca a estreia da fabricante na produção de veículos híbridos plug-in no país.

Interior do Chevrolet Captiva PHEV

Em sua fala, ele reforçou a importância da operação da fábrica cearense enquanto pilar central da estratégia de eletrificação do grupo. O novo utilitário esportivo vai ser o terceiro modelo eletrificado montado em solo cearense em menos de um ano, juntando-se aos elétricos Spark EUV e Captiva EV.

Como vai ser o Chevrolet Captiva

Baseado no modelo chinês Wuling Starlight S, o Captiva PHEV combina motor 1.5 a gasolina e propulsor elétrico com bateria de 20,5 kWh, entregando 204 cv de potência. O sistema garante cerca de 80 km de alcance puramente elétrico e autonomia combinada próxima dos 1.000 km.

Na prática, as especificações indicam que o modelo vem para o mercado nacional para encarar concorrentes já consolidados na categoria, como BYD Song Pro, BYD Song Plus e GWM Haval H6 PHEV.

Paralelamente ao SUV, a montadora confirmou que estuda utilizar a estrutura do Ceará para produzir um hatch elétrico de entrada, que provavelmente seria derivado do Wuling Bingo Pro. Esta estratégia também sinaliza uma forma de disputar a fatia de mercado já ocupada por modelos como BYD Dolphin Mini e Geely EX2.

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Chevrolet joga no chão preços do Sonic e compacto sai mais em conta que Fiat Audace

Quem quer levar o Chevrolet Sonic para a garagem não pode ficar de fora dos descontos oferecidos pela marca, que reduzem o preço do compacto em mais de R$ 15 mil — mas só para compradores com CNPJ ativo. Quem atende aos requisitos pode optar pelas versões Premier e RS, com reduções de até 11,1% na tabela pública. Com a oferta, o modelo sai mais em conta que o Fiat Audace Hybrid, que normalmente custa R$ 132.990.

Dito isso, vamos aos preços. A opção Premier normalmente custa R$ 135.940, mas sai por R$ 120.851 no faturamento para pessoa jurídica, com economia de R$ 15.089. Já a configuração topo de linha RS, cujo valor de tabela é de R$ 141.940, passa a custar R$ 126.327 na modalidade, o que representa desconto de R$ 15.613 sobre o preço do varejo.

Chevrolet Sonic

A estratégia veio para fortalecer a presença da fabricante no mercado corporativo ao facilitar a renovação de frotas e a aquisição por empresas de diferentes portes. Como de costume, a recomendação do CT Auto é que os interessados entrem em contato com as lojas da região para conferir os modelos disponíveis, bem como eventuais outros requisitos.

Como é o Chevrolet Sonic

O Chevrolet Sonic veio como a maior aposta da GM para conseguir espaço próprio no segmento dos SUVs compactos. Para isso, o carro entrega design moderno, acabamento interno caprichado, ótimo isolamento acústico, suspensão com o equilíbrio ideal entre conforto e estabilidade e consumo mais eficiente que o do Chevrolet Tracker.

Na parte mecânica, ambas as configurações compartilham o mesmo conjunto motorizado. Assim, o Sonic vem equipado com motor 1.0 turboflex com sistema de injeção direta, que rende até 115 cv de potência e 18,9 kgfm de torque, atuando em conjunto com a transmissão automática de seis marchas.

Além disso, o Sonic usa “truque” para minimizar a polêmica da correia banhada a óleo, já observado nos carros da família Onix.

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Carro elétrico desvaloriza muito? Estudo revela surpresa nos seminovos

Será que os carros elétricos sofrem desvalorização assim como os modelos a combustão? Segundo um levantamento do Banco BV em conjunto com a Fenauto (Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores), a resposta é: depende, e os principais fatores são a combinação entre a idade do carro e a tecnologia.

O movimento ocorre porque os seminovos eletrificados com até dois anos mantêm alta valorização devido à forte demanda e baixa oferta. Por outro lado, os modelos com mais de três anos sofrem quedas acentuadas provocadas pela rápida evolução tecnológica do setor.

carro elétrico carregando carregador

A transformação recente do mercado explica esse descompasso. Se considerarmos o período dos primeiros anos da expansão elétrica no país, a chegada contínua de novas marcas e versões reduziu os custos do segmento e acelerou o avanço na capacidade das baterias e na velocidade de recarga.

Depreciação de carro elétrico

O resultado? A pressão começou a crescer nas cotações de revenda dos elétricos mais antigos. Segundo a Fenauto, a perda de valor nos eletrificados usados não decorre apenas da rodagem e do desgaste físico — na verdade, o principal fator parece ser a rápida defasagem de seus recursos frente às novidades da indústria.

O que acontece é que, enquanto as unidades com até 12 meses de uso se beneficiam da procura aquecida por modelos recentes, os carros com cerca de três anos ou mais seguem enfrentando a concorrência direta de zero-quilômetros modernos e mais acessíveis.

Na prática, a oferta de carros novos com maior autonomia e preços reduzidos foi um fator de peso na precificação do mercado. Os modelos de entrada mais recentes já entregam alcance superior por valores mais em conta que aqueles cobrados por carros elétricos há quatro anos, ou seja, os seminovos veteranos tiveram que encarar reajustes para continuarem competitivos.

E, afinal, será que os carro elétricos gastam menos que o a combustão? Fizemos as contas!

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Nova resolução altera a Lei Seca no Brasil; veja as principais mudanças

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou as novas diretrizes da Lei Seca no Brasil por meio da Resolução nº 1.031/2026. O novo texto regulamenta a fiscalização de álcool e substâncias psicoativas nas rodovias e vias urbanas do país, além de padronizar a implementação do equipamento popularmente chamado de “drogômetro”.

Basicamente, o drogômetro é um dispositivo capaz de realizar análises qualitativas para detectar até 12 classes de substâncias, como cocaína e anfetaminas. No caso de remédios prescritos, a simples presença de vestígios na saliva não rende multa automática — para comprovar a infração, o agente precisa atestar pelo menos dois sinais clínicos de alteração psicomotora no condutor.

bafômetro

E, embora a norma já tenha sido publicada, autuações com o teste de saliva não vão ser imediatas. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, os equipamentos foram usados até o momento somente em caráter de testes, de modo que ainda não estão integrados à frota.

Lei Seca, bafômetro e penalidades

Já a fiscalização do nível de álcool segue por conta do já conhecido etilômetro (ou “bafômetro”, como é popularmente chamado), que vai servir para triagem inicial no uso passivo; já o teste ativo, que exige o sopro, vai ser necessário para validar a infração.

A recusa a qualquer um dos exames continua punida com multa de R$ 2.934,70 e suspensão da CNH por 12 meses. O que muda é que a nova regra proíbe a aplicação simultânea de multas por recusa e por condução sob influência na mesma abordagem.

Além disso, o novo texto também torna obrigatórios os exames para constatar a ocorrência de álcool ou outras substâncias em condutores envolvidos em acidentes fatais. Agora, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e os órgãos estaduais de trânsito passarão por uma fase de adaptação gradual, que envolve licitação de equipamentos homologados pelo Inmetro, treinamento de agentes e atualização dos sistemas operacionais de fiscalização.

Já se perguntou quantas cervejas pode tomar antes de dirigir? Descubra na nossa matéria!

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Nova Mobylette elétrica precisa de CNH e emplacamento? Descubra

A Caloi está se preparando para lançar uma nova versão 100% elétrica da clássica Mobylette no Brasil. Com chegada oficial ao mercado prevista para outubro, o modelo promete ajudar quem precisa de uma solução para deslocamentos curtos e médios nas cidades — e sem a necessidade de Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Na verdade, o modelo dispensa tanto a CNH quanto o emplacamento, porque opera dentro do limite regulamentar de velocidade de 32 km/h para autopropelidos e bicicletas elétricas. Segundo a marca, a Mobylette elétrica entrega autonomia estimada de até 60 km com sua bateria de 500 Wh.

de assistência ao pedal.três modos selecionáveis na dianteira e traseira. Para gerenciar a entrega de potência, o conjunto oferece sistema de iluminação em LED, cockpit de aço no padrão BMX, mesa de alumínio e pneus largos de 4 polegadas equipadas com aro 20 Já a estrutura mecânica do modelo conta com rodas de 

Nova Mobylette elétrica

A novidade surge em meio à demanda crescente de soluções de micromobilidade no país — basta considerar que, no fim do ano passado, o Brasil já somava mais de 300 mil bicicletas elétricas em circulação, segundo informações da Associação Brasileira do Setor de Bicicletas (Aliança Bike).

Quem quer levar a Mobylette elétrica para casa ainda vai precisar esperar um pouco. Por ora, a Caloi ainda não revelou o pacote completo de dados técnicos nem a tabela oficial de lançamento, mas a nova Mobylette já começou a aparecer listada em plataformas de varejistas nacionais com preços estimados na faixa de R$ 5 mil.

Curtiu a novidade? Aproveite para conferir também o novo acessório que transforma bike comum em elétrica em questão de minutos!

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