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Brasil chega a 1.510 cientistas entre os mais influentes do mundo, 3,4% a mais em relação a 2025

Mil quinhentos e dez cientistas que atuam no Brasil figuram entre os mais influentes do mundo. O quadro consta de um levantamento divulgado no último dia 7. Ele é elaborado pelo pesquisador John Ioannidis, da Universidade de Stanford (EUA) em parceria com a empresa Elsevier, responsável por periódicos como Lancet e Cell. Leia mais (10/19/2026 - 06h00)
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Fóssil descoberto em rochas da Esfinge de Gizé é de parente de crocodilo

Um fóssil de réptil descoberto em rochas usadas para a construção da Grande Esfinge de Gizé, no Egito, em 2.500 a.C., voltou a ser analisado por cientistas quase um século após ser descrito. A nova pesquisa indica que o espécime parece ser um antigo parente do gavial-indiano, um dos únicos representantes ainda existentes desse réptil que se assemelha a crocodilos e jacarés e é encontrado na Ásia. Leia mais (10/14/2026 - 06h00)
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Bolsistas da Capes dizem que mudança de regra de visto atrasa início de estágio na Espanha

Dezenas de bolsistas brasileiros dizem ter sido afetados por uma mudança da Espanha na regra para a concessão de visto. A alteração, segundo relatos, atrasou o início do estágio de pesquisa no país europeu e resultou na perda de dinheiro com seguros e remarcação de passagens. Leia mais (10/09/2026 - 12h00)
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Cientistas mapeiam possível segredo da longevidade de Jonathan, tartaruga de 194 anos

Cientistas podem ter identificado um dos segredos da longevidade da tartaruga Jonathan, 194, o animal terrestre mais velho de que se tem notícia. Um estudo publicado nesta quarta (7) indica que o réptil tem marcadores genéticos associados ao envelhecimento, como outros organismos de idade avançada, mas preserva uma baixa "desordem" em áreas que controlam genes ligados à função mitocondrial, semelhante à encontrada em indivíduos jovens. Leia mais (10/08/2026 - 06h00)
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Curiosidade sobre como algas vão em direção à luz gerou pesquisa laureada com o Nobel

Mantendo a tradição de reconhecer trabalhos que contribuíram depois de anos de pesquisa básica,a conhecimentos aplicados, o trio de cientistas Karl Deisseroth, 54, Peter Hegemann, 71, e Georg Nagel, 73, foi laureado com o Nobel de Medicina pela descoberta de canais de íon fotossensíveis em algas unicelulares que moldaram a área da optogenética -hoje já com aplicações terapêuticas para restaurar parcialmente a cegueira em pacientes com retinite pigmentosa. Leia mais (10/05/2026 - 16h27)
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