O YouTube reformulou a página inicial no app para celulares e agora deixa cada pessoa montar o próprio feed com frases simples. Além de listar categorias tradicionais, como músicas e filmes, a ferramenta tem um espaço para descrever quais sugestões você quer receber.
O novo visual concentra as categorias no topo da tela e coloca a aba de canais inscritos entre as primeiras opções. Para personalizar o feed, basta selecionar o ícone de “+” e enviar um comando em linguagem natural, como “podcasts para um deslocamento de 30 minutos”.
A empresa reforça que é possível fixar mais de uma lista de sugestões na tela inicial, então o aplicativo fica ainda mais personalizável para atender aos interesses de cada pessoa. Os feeds são sincronizados entre dispositivos para carregar o progresso entre PC e celular — a versão para computadores, inclusive, foi lançada no mês passado.
Por enquanto, o feed personalizável está disponível apenas nos Estados Unidos para pessoas com mais de 13 anos, histórico de visualizações habilitado e que usam o app em inglês.
Mais IA no YouTube
O recurso do feed é mais um item para o conjunto de ferramentas com IA generativa no YouTube. A plataforma também possui o recurso Ask para proporcionar uma busca mais inteligente: além de retornar com vídeos sobre o tema original, o app mostra fragmentos de textos e destaca trechos específicos em clipes com respostas ao prompt.
As redes sociais ficaram repletas de memes nas últimas semanas em que figuras famosas são inseridas em vídeos populares. A tendência usa IA para trocar os personagens e ainda manter a alta qualidade de imagem.
Alguns dos exemplos mais famosos são a comemoração do jogador de futebol Enzo Fernandez durante a Copa do Mundo e uma apresentação do grupo de hip-hop Migos. A proximidade do segundo turno das eleições também rendeu clipes com políticos brasileiros.
A seguir, o Canaltech explica o procedimento por trás dos vídeos virais:
Como os vídeos funcionam?
Os clipes usam uma tecnologia chamada Motion Swap ("troca de movimento", em tradução livre), no qual a IA identifica o personagem principal e substitui o movimento por outra pessoa. O recurso também pode ser usado para trocar cenários ou a roupa dos elementos envolvidos, por exemplo.
Após enviar uma foto da pessoa que será inserida no vídeo, a ferramenta gera várias imagens estáticas do mesmo modelo e depois cria um vídeo com o novo personagem em 3D. É comum que os apps também ofereçam uma galeria de templates prontos para evitar o trabalho de redigir prompts extensos.
Quais ferramentas são usadas?
Algumas das plataformas mais populares para a tarefa sãoAusar.ai, Creathoon e a brasileira Real Oficial. As ferramentas não usam um único modelo específico: na verdade, recorrem a modelos de vídeo e imagem de diferentes empresas e escolhem a melhor opção para cada tarefa.
O Ausar.ai, por exemplo, menciona modelos da Seedance, Kling, OpenAI e outras empresas do mercado de IA.
É gratuito?
Não. As plataformas mencionadas criam vídeos e imagens com base no consumo de créditos obtidos por planos pagos. Como esse tipo de criação exige muito poder computacional e consumo de tokens de IA, os vídeos ficam restritos a planos pagos.
Cuidado com os deepfakes
Os vídeos chamam a atenção por preservar os detalhes das fotos enviadas, mas também há um alerta para o uso em deepfakes — tentativas de golpes ou de constranger uma pessoa com conteúdos criados por IA.
Os clipes em questão funcionam como memes, mas é importante ter cuidado ao gerar e publicar conteúdos do tipo nas redes sociais.
Uma mudança simples no aplicativo Samsung Members alimentou esperanças sobre a possível chegada do Beta da One UI 9.5. O app, usado para entrar no programa de testes da empresa, mudou um banner para convidar pessoas a uma nova versão experimental da interface.
O ajuste é pequeno, não muda o texto e foca na parte visual, mas pode ser um sinal de novo Beta a caminho. A empresa já distribui a versão estável da One UI 9.0 para diversos celulares e tablets desde setembro, então faz sentido pensar nos próximos passos.
Os primeiros testes internos da One UI 9.5 começaram em agosto, de acordo com vazamentos, mas não há indícios de lançamento de versões ao público. Vale reforçar que a variante “.5” não muda a versão do Android usada como base, mas traz uma série de novos recursos para acompanhar a chegada da nova linha Galaxy S.
Para efeito de comparação, a One UI 8.5 ganhou Beta público em dezembro de 2025 e foi lançada em fevereiro de 2026.
A atualização também pode trazer um novo recurso para criar widgets personalizados com a ajuda de IA. Atualmente, apenas a linha Google Pixel tem a função.
O YouTube Music é um forte concorrente do Spotify no mercado de streamings de áudio e tem alguns recursos que não existem no rival. A plataforma tem a vantagem de ser integrada ao catálogo do YouTube para trazer mais versões de músicas e recursos de redes sociais.
Há também uma diferença no modelo de assinaturas: a versão Premium remove anúncios no streaming musical e na plataforma de vídeos, então o YouTube pode ser uma alternativa ao Spotify Premium pela versatilidade.
O Canaltech traz alguns aspectos favoráveis ao streaming do Google:
5 coisas que o YouTube Music tem e o Spotify não
Confira:
Sincronização com o YouTube
Músicas e álbuns que não existem em outros streamings
Pesquisa ao cantar e assoviar
Integração com Google Fotos
Comunidades de fãs
1. Sincronização com o YouTube
A mesma conta do YouTube é usada para o Music, então a ferramenta consegue analisar o gosto musical dos vídeos para criar recomendações personalizadas. O app também pode sugerir vídeos e apresentações ao vivo para aumentar o leque de sugestões.
2. Músicas e álbuns que não existem em outros streamings
A integração com o YouTube também permite acessar o imenso catálogo de músicas na plataforma, incluindo faixas que não estão no Spotify e outros serviços. É uma oportunidade para ouvir álbuns raros ou versões ao vivo diferentes dos acervos convencionais.
3. Pesquisa ao cantar e assoviar
Você está com uma música na cabeça, mas não lembra o nome? Basta abrir a pesquisa do YouTube Music, cantarolar ou assoviar a melodia e receber o resultado correspondente.
O Spotify não tem função parecida, mas permite encontrar faixas a partir de trechos da letra.
4. Integração com Google Fotos
O YouTube Music tem uma retrospectiva anual com as faixas mais ouvidas e conta com um detalhe interessante: é possível vincular a conta do Google Fotos para ter imagens da própria galeria nos resultados da experiência.
5. Comunidades de fãs
As comunidades de artistas do YouTube Music são um recurso de rede social para conectar fãs. Similar aos fóruns do Reddit, é possível receber novidades e compartilhar discussões sobre bandas favoritas.
O Google mudou drasticamente os planos de IA da empresa: o acesso à versão Pro dos modelos do Gemini ficou restrito aos níveis AI Pro e AI Ultra. Dessa forma, contas gratuitas e assinantes do plano AI Plus (o mais barato da empresa) não conseguem acessar a tecnologia mais avançada da Big Tech.
A mudança frustrou assinantes porque o plano básico era frequentemente oferecido com testes gratuitos. Mesmo com limites de uso bem menores do que os níveis superiores, ainda era possível usar a variante Pro do Gemini para tarefas mais complexas.
O Google não comenta oficialmente a decisão, apenas informa que os modelos Flash-Lite e Flash serão disponibilizados “para oferecer velocidade e inteligência”.
Por que o Google limitou o acesso às IAs mais poderosas?
A principal hipótese por trás da mudança é uma forma de limitar os gastos computacionais: um modelo como o Gemini 4 Argon, por exemplo, é capaz de executar tarefas muito complexas, mas isso vem acompanhado de um consumo excessivo de hardware e infraestrutura dos data centers.
Reduzir a quantidade de pessoas com acesso a essa tecnologia é uma forma de poupar o consumo. Além disso, a versão Pro fica restrita a planos mais caros para equilibrar as despesas: o AI Pro custa a partir de R$ 96,99 por mês e o AI Ultra a partir de R$ 779,90 por mês.
Vale lembrar que o Google já mudou o funcionamento dos limites de uso em 2026. Antes, a empresa tinha uma quantidade fixa de comandos, mas adotou um sistema que cobra os limites pelo uso computacional. Ao atingir o limite do plano, é necessário aguardar cinco horas até as franquias serem restauradas.
O ajuste se tornou um padrão no mercado de IA para se adequar aos prompts com agentes autônomos, visto que podem desempenhar tarefas longas a partir de um simples comando.
Mudança é esperada no mercado
A estratégia do Google também pode ser interpretada como um reposicionamento no mercado após atrair usuários aos planos pagos de IA. Em entrevista ao Canaltech, o diretor acadêmico da FIAP, John Paul Lima, explica que a postura é similar à de outras empresas do segmento e até de streaming para angariar clientes e depois reajustar benefícios:
“Primeiro tenta popularizar a ferramenta, então coloca valores mais baixos de investimento do usuário. Depois de um tempo, disponibiliza novos modelos, faz downgrade de alguns mais simples e incentiva o usuário que realmente usa a ferramenta a pagar mais caro por outros modelos”.
Lima também reforça que os clientes ficam sujeitos a mudanças inesperadas porque assinam os termos de serviço na aquisição. “A gente assina um contrato e o contrato diz que eles podem fazer essas movimentações. Isso acaba, de certa maneira, prejudicando um pouco a experiência do usuário”, completa.
Cada plano dá acesso a quais modelos?
A variante Pro dos modelos fica disponível apenas para assinantes dos níveis Google AI Pro e Google AI Ultra (mas pode usar as variantes Flash-Lite e Flash quando necessário). O plano AI Plus consegue usar apenas as versões Flash-Lite e Flash.
Curiosamente, a Google informa que contas gratuitas podem usar a variante Pro em alguns casos. “Prompts que exigem raciocínio aprofundado podem usar o Flash ou o Pro”, revela a página de suporte.
Os novos termos começaram a valer no dia 09 de outubro para novos assinantes e mudam a partir de 13 de novembro para assinaturas mais antigas.
O 1Password lançou uma nova solução para liberar as senhas de cada pessoa de forma segura durante o uso de agentes de IA. O gerenciador consegue preencher as credenciais automaticamente, mas não informa nenhuma senha ou dado sensível para o serviço de inteligência artificial.
De acordo com a empresa, o 1Password for Agents (“1Password para Agentes”, em tradução livre) é uma forma de garantir que os clientes usem as ferramentas mais avançadas de IA sem perder o controle sobre os próprios dados. O recurso é compatível com bots de Meta, Claude, OpenAI, Perplexity e outras empresas do mercado.
Um agente de IA pode pedir acesso a uma conta de aplicativo para concluir uma tarefa automatizada, mas a medida exige login com senha e até autenticação em dois fatores. A nova solução permite liberar o acesso sem deixar as credenciais sob controle dos bots.
Como o 1Password funciona com agentes de IA
Ao chegar a uma tela de cadastro, o agente usa uma chave digital para verificar a identidade com o 1Password e envia um pedido com as credenciais necessárias para completar o login (senha ou código de verificação, por exemplo).
O gerenciador de senhas comunica o usuário sobre o pedido, informa de onde veio e qual o motivo do acesso, e depois libera para a pessoa permitir ou não o acesso. Com a aprovação, o aplicativo preenche a senha no formulário sem enviar as informações para o agente.
Assim, o login é finalizado de forma segura e o servidor de IA não tem acesso às credenciais do indivíduo. O recurso está disponível para contas individuais e familiares das assinaturas pagas do 1Password.
A Uber anunciou nesta quinta-feira (22) a expansão do modo Electric para mais 11 cidades brasileiras. A modalidade traz corridas apenas com carros 100% elétricos e foca na sustentabilidade.
O Electric chega aos municípios de Belo Horizonte (MG), Campinas (SP), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), Manaus (AM), Porto Alegre (RS), Porto Velho (RO), Recife (PE), Salvador (BA) e São José dos Campos (SP).
Ao pedir uma viagem na Uber em uma cidade compatível, basta navegar na lista de opções até encontrar o modo Electric, também sinalizado com uma folha verde. Depois, o app conecta o pedido com motoristas disponíveis.
O valor da corrida pode variar de acordo com a disponibilidade de veículos e horários de pico. Em teste feito pelo Canaltech, uma viagem simples pela modalidade Electric tinha valor acima do modo UberX (considerado o mais barato) e similar ao do nível Comfort.
A Samsung liberou a One UI 9 para a linha Galaxy S23 no Brasil a partir da última segunda-feira (19). A nova atualização traz o Android 17 para os celulares lançados em 2023.
O pacote de instalação pesa cerca de 4 GB e traz novidades para personalizar o Painel Rápido, gerenciar a Bixby na tela inicial e adaptar o papel de parede da tela de bloqueio ao widget de relógio.
A One UI 9 foi lançada originalmente nas linhas Galaxy Z Flip 8 e Z Fold 8, que já chegaram ao mercado com a interface instalada. A atualização desembarcou no Brasil no final de setembro com a linha Galaxy S26 e semanalmente a Samsung libera o download para mais celulares compatíveis.
Despedida a caminho
A One UI 9 pode ser a última grande atualização para a linha Galaxy S23 caso a Samsung repita a mesma estratégia do ano passado. O celular foi lançado com suporte a quatro anos de atualizações de software e cinco anos de atualizações de segurança.
Teoricamente, o modelo teria suporte a updates até 2027, mas já recebeu quatro versões diferentes do Android (do 14 ao 17) e pode deixar de receber a eventual One UI 9.5 no começo do ano que vem. No ano passado, o Galaxy S22 atingiu quatro anos de suporte, ganhou apenas a One UI 8.0 e não migrou para a versão 8.5.
Vale lembrar que a Samsung aumentou o ciclo de atualizações para sete anos nos flagships da empresa em 2024, com o lançamento da linha Galaxy S24. Todos os celulares da família S lançados posteriormente já contam com o suporte estendido.
A Microsoft removeu oito botões do assistente de IA Copilot no Explorador de Arquivos. A mudança tem o objetivo de simplificar a experiência no Windows 11 e reduzir a exposição às ferramentas de IA.
Os ícones removidos são de atalhos para usar o Copilot integrado à plataforma de nuvem OneDrive. Antes, clicar com o botão direito sobre um arquivo trazia um atalho para o assistente e uma série de sugestões adicionais com o mesmo app, o que poderia poluir a tela.
As ações ainda existem, mas não fazem parte da lista de sugestões do menu do Explorador de Arquivos. Ainda é possível clicar com o botão direito e acionar a ferramenta de IA rapidamente.
Os botões excluídos no OneDrive Copilot são:
Resumir
Criar perguntas frequentes
Comparar arquivos
Fazer uma pergunta
Explicar imagem
Explicar imagens
Comparar imagens
Extrair texto
Promessa é dívida
Diminuir a “avalanche” de recursos de IA foi um dos pontos de atenção da Microsoft para melhorar a experiência do Windows neste ano. Após receber críticas da comunidade e até o apelido “Microslop” (em referência a AI Slop, termo sobre conteúdo raso de IA), a empresa recalculou a rota e tirou alguns atalhos do sistema.
Os comandos no Explorador de Arquivos são um exemplo claro do problema: as funções ainda podem ser usadas no Copilot, mas ocupavam muito espaço e poderiam gerar um “cansaço” sobre a IA. A empresa também removeu um ícone do assistente no Bloco de Notas.
A Samsung reconheceu um bug que afeta a instalação da One UI 9 em celulares da marca e liberou uma correção temporária. O problema envolve uma mensagem de erro na tela inicial da atualização que impede o carregamento de novas informações e deixa o usuário “preso”.
De acordo com o site SammyFans, o erro foi identificado em versões do Galaxy S26 Ultra na Coreia do Sul e relatado em fórum da comunidade da fabricante. O celular não consegue abrir páginas da web e exige uma mensagem na tela para confirmar a situação.
Moderadores confirmaram que o problema afeta o componente WebView (usado para carregar páginas da web dentro de aplicativos) e recomendam que as pessoas afetadas tentem passar pela configuração inicial usando o Wi-Fi no lugar dos dados móveis.
Outras soluções incluem atualizar os navegadores para versões mais recentes e fazer login na conta da Samsung pelo browser. A fabricante vai publicar uma correção definitiva para o problema em atualizações futuras.
One UI 9.0 no Brasil
A atualização com base no Android 17 desembarcou no Brasil no final de setembro com a linha Galaxy S26. Aos poucos, a Samsung libera a interface para mais celulares: modelos das linhas Galaxy S25, S24, S23 e o Galaxy A57 já receberam a novidade por aqui, por exemplo.
O update tem novos recursos visuais, como a personalização do Painel Rápido, papéis de parede que se adaptam ao relógio na tela de bloqueio e barra do Finder fixa na tela inicial. Além disso, conta com funções de IA para receber sugestões mais inteligentes com o Now Nudge.
O Google Chrome ganhou uma nova medida de segurança para alertar sobre sites suspeitos. Agora, o navegador exibe um aviso na tela para sinalizar que uma página tem padrões similares a outros links associados com tentativas de phishing, malwares e outras ameaças.
O alerta não ocupa a tela toda, ainda mostra elementos visuais do site e inclui um botão para marcar a URL como segura. Por definição da própria empresa, um site suspeito é aquele em que a IA do Chrome identifica que há um possível risco de prejuízo, mas não tem confiança o suficiente para formar um veredito.
O novo sistema também é uma alternativa para os alertas de sites perigosos, quando a tela toda fica vermelha e não é possível ver elementos visuais do site.
Qual a diferença entre site suspeito e site perigoso?
Os alertas do Chrome variam de acordo com o nível de ameaça identificado, em que o site suspeito tem um alerta intermediário de segurança e o site perigoso tem um aviso mais severo.
Entenda a diferença:
Site suspeito: há um possível risco de prejuízo, mas a IA não conseguiu determinar a ameaça com confiança. O Chrome exibe um pop-up na tela;
Site perigoso: há um alto risco de prejuízo ao usuário e a IA consegue determinar com maior confiança se há um site falso ou com malware. O Chrome mostra um alerta vermelho em toda a interface e exige mais ações para liberar a página.
Reforço na IA para proteger o navegador
A empresa também anunciou um novo modelo mais poderoso do Gemini incorporado ao modo de Navegação Segura do Chrome. A IA consegue identificar mais ameaças como golpes de updates do navegador e antivírus falsos, além de fornecer dados mais detalhados para a plataforma identificar um site malicioso.
O Google anunciou a chegada da Inteligência Personalizada do Gemini para o Android Auto. A IA consegue sincronizar dados de outras ferramentas do Google, como Gmail, Agenda e Maps, para trazer resultados ainda mais detalhados para cada pessoa.
A novidade permite usar comandos como “Qual é o portão de embarque do meu voo?” durante uma ida ao aeroporto ou “Leve-me para minha consulta médica” para obter as rotas com base nos eventos salvos no calendário.
A Big Tech também confirmou a expansão global do Gemini no Android Auto e nos automóveis com sistema Android embutido. O serviço foi lançado originalmente no final de 2025 para um grupo limitado de países.
O que é a Inteligência Personalizada do Gemini?
Inteligência Personalizada é um recurso para conectar a IA do Gemini a outros serviços do Google vinculados à mesma conta. A lista inclui Agenda, Maps, Fotos, Drive, YouTube e a própria busca.
O modo vem desativado por padrão e cada pessoa pode escolher os aplicativos que serão conectados. Quando ativo, o Gemini consegue extrair dados dessas plataformas para personalizar respostas e funcionar como um assistente pessoal.
O Google anunciou a chegada da Inteligência Personalizada do Gemini para o Android Auto. A IA consegue sincronizar dados de outras ferramentas do Google, como Gmail, Agenda e Maps, para trazer resultados ainda mais detalhados para cada pessoa.
A novidade permite usar comandos como “Qual é o portão de embarque do meu voo?” durante uma ida ao aeroporto ou “Leve-me para minha consulta médica” para obter as rotas com base nos eventos salvos no calendário.
A Big Tech também confirmou a expansão global do Gemini no Android Auto e nos automóveis com sistema Android embutido. O serviço foi lançado originalmente no final de 2025 para um grupo limitado de países.
O que é a Inteligência Personalizada do Gemini?
Inteligência Personalizada é um recurso para conectar a IA do Gemini a outros serviços do Google vinculados à mesma conta. A lista inclui Agenda, Maps, Fotos, Drive, YouTube e a própria busca.
O modo vem desativado por padrão e cada pessoa pode escolher os aplicativos que serão conectados. Quando ativo, o Gemini consegue extrair dados dessas plataformas para personalizar respostas e funcionar como um assistente pessoal.
O YouTube testa dificultar o caminho para encontrar o botão de dislike em vídeos. O ícone é removido da interface principal e fica escondido em menu de três pontos na versão para navegadores, de acordo com registros publicados nas redes sociais.
Com a mudança, abrir o reprodutor do YT destaca apenas o ícone de curtida, sem o contraponto ao lado. O botão negativo fica no mesmo menu usado para acessar funções adicionais, como reportar um vídeo, e exige uma ação adicional do usuário em comparação com o visual anterior.
O botão ainda continua, mas perde valor na hierarquia de informações apresentadas na tela. O YouTube ainda não comentou a mudança oficialmente, mas é provável de que se trate de um experimento com grupo limitado de usuários — em teste feito pelo Canaltech, o dislike ainda aparecia no mesmo lugar.
Guerra do YouTube contra o dislike
O botão para não curtir é alvo de polêmicas constantes na plataforma de vídeos. O YouTube removeu a contagem de dislikes em vídeos em 2021: na época, a empresa alegou que a medida tinha o objetivo de evitar assédios e ações coordenadas contra canais. A contagem positiva de curtidas ainda existe.
A medida divide opiniões porque o comando também serve como um "termômetro" para indicar que uma pessoa não gostou do conteúdo e não quer recomendações similares, por exemplo.
O YouTube testa dificultar o caminho para encontrar o botão de dislike em vídeos. O ícone é removido da interface principal e fica escondido em menu de três pontos na versão para navegadores, de acordo com registros publicados nas redes sociais.
Com a mudança, abrir o reprodutor do YT destaca apenas o ícone de curtida, sem o contraponto ao lado. O botão negativo fica no mesmo menu usado para acessar funções adicionais, como reportar um vídeo, e exige uma ação adicional do usuário em comparação com o visual anterior.
O botão ainda continua, mas perde valor na hierarquia de informações apresentadas na tela. O YouTube ainda não comentou a mudança oficialmente, mas é provável de que se trate de um experimento com grupo limitado de usuários — em teste feito pelo Canaltech, o dislike ainda aparecia no mesmo lugar.
Guerra do YouTube contra o dislike
O botão para não curtir é alvo de polêmicas constantes na plataforma de vídeos. O YouTube removeu a contagem de dislikes em vídeos em 2021: na época, a empresa alegou que a medida tinha o objetivo de evitar assédios e ações coordenadas contra canais. A contagem positiva de curtidas ainda existe.
A medida divide opiniões porque o comando também serve como um "termômetro" para indicar que uma pessoa não gostou do conteúdo e não quer recomendações similares, por exemplo.
O Google anunciou uma série de novidades do Gemini voltadas para Pequenas e Médias Empresas (PMEs) na última terça-feira (20). A ferramenta de IA ganhou um painel com uma visão geral sobre o negócio, além de recursos para relatórios financeiros e criação de recursos visuais.
O objetivo é ampliar o acesso à tecnologia para simplificar a rotina de microempreendedores, trabalhadores autônomos e donos de pequenos negócios. O pacote inclui funções próprias do Gemini e aumenta a integração com serviços externos, como Canva e Wix.
O que muda no Gemini para PMEs
A principal diferença é um novo painel unificado na tela inicial para trazer um panorama do empreendimento. É possível ver insights financeiros rapidamente, entender comportamentos de clientes, acessar ferramentas para reforçar a identidade de marca e ainda conectar apps de terceiros, incluindo ferramentas do próprio Google, como o Perfil da Empresa da Busca.
Para ações de marketing, o Gemini se destaca pela capacidade de criar ativos visuais que respeitam a identidade da empresa. Basta enviar site institucional, kit de marca, logotipo, fontes e paleta de cores para que a IA crie imagens respeitando os detalhes com a ajuda do modelo Nano Banana, ideal para posts em redes sociais e comunicações por e-mail.
Por fim, a plataforma de IA consegue mostrar insights financeiros atualizados e criar relatórios em poucos minutos. Planilhas, notas fiscais e recibos podem ser transformadas em dashboards interativos, além de contar com a aba de chat para tirar dúvidas e receber sugestões.
Novo programa para capacitar empreendedores
Google, Tera, Itaú e Sebrae lançaram em conjunto o programa Negócio em dIA, voltado para capacitação de IA de até um milhão de pequenos e médios empreendedores no Brasil.
A jornada educacional é gratuita, tem aulas rápidas e permite acesso contínuo aos conteúdos. Os materiais incluem presença digital e marketing com O, uso da tecnologia para gestão empreendedora e conteúdos sobre finanças.
O Google anunciou uma série de novidades do Gemini voltadas para Pequenas e Médias Empresas (PMEs) na última terça-feira (20). A ferramenta de IA ganhou um painel com uma visão geral sobre o negócio, além de recursos para relatórios financeiros e criação de recursos visuais.
O objetivo é ampliar o acesso à tecnologia para simplificar a rotina de microempreendedores, trabalhadores autônomos e donos de pequenos negócios. O pacote inclui funções próprias do Gemini e aumenta a integração com serviços externos, como Canva e Wix.
O que muda no Gemini para PMEs
A principal diferença é um novo painel unificado na tela inicial para trazer um panorama do empreendimento. É possível ver insights financeiros rapidamente, entender comportamentos de clientes, acessar ferramentas para reforçar a identidade de marca e ainda conectar apps de terceiros, incluindo ferramentas do próprio Google, como o Perfil da Empresa da Busca.
Para ações de marketing, o Gemini se destaca pela capacidade de criar ativos visuais que respeitam a identidade da empresa. Basta enviar site institucional, kit de marca, logotipo, fontes e paleta de cores para que a IA crie imagens respeitando os detalhes com a ajuda do modelo Nano Banana, ideal para posts em redes sociais e comunicações por e-mail.
Por fim, a plataforma de IA consegue mostrar insights financeiros atualizados e criar relatórios em poucos minutos. Planilhas, notas fiscais e recibos podem ser transformadas em dashboards interativos, além de contar com a aba de chat para tirar dúvidas e receber sugestões.
Novo programa para capacitar empreendedores
Google, Tera, Itaú e Sebrae lançaram em conjunto o programa Negócio em dIA, voltado para capacitação de IA de até um milhão de pequenos e médios empreendedores no Brasil.
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Uma nova tendência nas redes sociais mostra pessoas que usaram assistentes de IA, como o Claude, para remover anúncios e aplicativos desnecessários do sistema de Smart TVs com Android. O processo envolve vibe coding, então até pessoas sem experiência em programação conseguem modificar os aparelhos.
Um post do usuário @rafaelpimenta1, no X, viralizou na plataforma ao mostrar o resultado do processo. O autor usou o modo de depuração (processo para identificar e alterar elementos no código-fonte) e pediu para o Claude fazer as principais mudanças.
O resultado foi uma interface de TV mais limpa, sem anúncios, e com navegação mais rápida. O ajuste remove até recomendações de programas recentes, mas também simplifica a experiência. Diversos perfis relatam os esforços para remover bloatware — conteúdo considerado desnecessário e que vem instalado nas configurações de fábrica — e propagandas na experiência geral.
Quais os riscos de modificar a TV?
O método funciona em aparelhos com sistema Android, então não é garantia de funcionamento no WebOS, da LG, e no Tizen OS, da Samsung.
O processo é experimental e precisa ser feito com cautela. Ainda não existem exemplos sobre efeitos a longo prazo, por exemplo, enquanto alguns usuários no Reddit já registraram que Claude não conseguiu chegar a um resultado final ou que a TV travou.
Além disso, usar a depuração exige ativar o modo de desenvolvedor e acabar com a garantia de fábrica do produto. A reprogramação seria uma alternativa para TVs mais antigas e com problemas de lentidão no software.
Uma nova tendência nas redes sociais mostra pessoas que usaram assistentes de IA, como o Claude, para remover anúncios e aplicativos desnecessários do sistema de Smart TVs com Android. O processo envolve vibe coding, então até pessoas sem experiência em programação conseguem modificar os aparelhos.
Um post do usuário @rafaelpimenta1, no X, viralizou na plataforma ao mostrar o resultado do processo. O autor usou o modo de depuração (processo para identificar e alterar elementos no código-fonte) e pediu para o Claude fazer as principais mudanças.
O resultado foi uma interface de TV mais limpa, sem anúncios, e com navegação mais rápida. O ajuste remove até recomendações de programas recentes, mas também simplifica a experiência. Diversos perfis relatam os esforços para remover bloatware — conteúdo considerado desnecessário e que vem instalado nas configurações de fábrica — e propagandas na experiência geral.
Quais os riscos de modificar a TV?
O método funciona em aparelhos com sistema Android, então não é garantia de funcionamento no WebOS, da LG, e no Tizen OS, da Samsung.
O processo é experimental e precisa ser feito com cautela. Ainda não existem exemplos sobre efeitos a longo prazo, por exemplo, enquanto alguns usuários no Reddit já registraram que Claude não conseguiu chegar a um resultado final ou que a TV travou.
Além disso, usar a depuração exige ativar o modo de desenvolvedor e acabar com a garantia de fábrica do produto. A reprogramação seria uma alternativa para TVs mais antigas e com problemas de lentidão no software.
O Gemini 4 Argon é o novo modelo de IA mais poderoso do Google e a resposta da empresa para bater de frente com GPT-6 Astra e Claude Fable 5.1. A novidade foi revelada nesta quarta-feira (30), mas ainda não pode ser usada pelo público enquanto passa por testes de segurança.
É o primeiro anúncio de um modelo de fronteira pela Gigante de Mountain View desde o primeiro semestre, com a família Gemini 3.5. Nos últimos meses, a Big Tech focou em atualizações menores de seus modelos da variante Flash, voltados para tarefas mais rápidas, enquanto concorrentes apostaram em alternativas mais avançadas.
O Google afirma usar o Gemini 4 Argon internamente, inclusive na área de pesquisas de computação quântica. O novo modelo evolui consideravelmente a janela de tokens, que passa de 64 mil para um milhão e permite gerar respostas com mais contexto.
Você ainda não pode usar o modelo
O Gemini 4 Argon foi revelado ao público, mas ainda não pode ser acessado. A fase inicial de lançamento é limitada para um grupo de defensores cibernéticos e testadores — após coletar feedback e aplicar ajustes, o modelo será liberado para assinantes do plano Google AI Ultra.
A empresa segue um padrão no mercado para aumentar os testes de segurança antes de liberar modelos mais inteligentes. A prática se tornou mais comum após os casos de ataques hackers autônomos por IAs e chegou a atrasar o lançamento do GPT-6 Astra pela OpenAI.