Intitulada “Fleetwood Mac: The Chain”, a produção será dirigida pelo cineasta Frank Marshall, cinco vezes indicado ao Oscar, e contará com “as vozes, memórias e perspectivas” de todos os membros da banda (Mick Fleetwood, John McVie, Christine McVie, Lindsey Buckingham e Stevie Nicks), segundo a Maçã.
Com roteiro de Mark Monroe, o documentário busca refletir o profundo significado do hit “The Chain”, que “personifica uma família forjada por uma paixão compartilhada”, além de ser a única música do álbum “Rumours” creditada a todos os cinco membros.
A canção captura perfeitamente o vínculo complexo, porém duradouro, no coração do Fleetwood Mac, e sua letra icônica tornou-se um poderoso símbolo do respeito e da conexão que persistiram durante a tumultuada jornada da banda rumo ao estrelato.
Espectadores podem esperar reflexões sobre o álbum, os recordes batidos pela banda e suas turnês, bem como imagens nunca antes vistas e entrevistas inéditas realizadas ao longo das últimas décadas. O documentário promete ainda explorar a “resiliência pessoal e destreza musical” dos membros e levar os assinantes do Apple TV pelos altos e baixos da banda.
O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$34,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.
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A HAYLOU anunciou nesta semana o HAYLOU Velo, um novo smartwatch que combina design contemporâneo com recursos práticos para o dia a dia. Com uma estrutura de liga de zinco, carregamento sem fio e duas pulseiras intercambiáveis incluídas na caixa, o Velo oferece uma alternativa versátil para quem deseja um smartwatch que combine com seu estilo pessoal e sua rotina diária.
Uma tela brilhante e um design diferenciado
O Velo conta com uma tela AMOLED de 1,96 polegada, resolução de 410×502 pixels e brilho máximo de até 1.500 nits, trazendo cores vibrantes e detalhes nítidos no pulso, mesmo em condições externos com muita luz.
Divulgação/HAYLOU
Uma estrutura central de liga de zinco, vidro 2.5D e botões de liga de alumínio conferem ao relógio uma aparência limpa e contemporânea. Disponível nas cores preta e branca, o Velo foi desenhado para combinar com uma série de estilos do dia a dia.
Duas pulseiras, mais maneiras de usar
O Velo vem com duas pulseiras intercambiáveis: uma pulseira texturizada com padrão ondulado (para um visual diferenciado) e uma pulseira de silicone macio (para treinos e dias mais ativos). A troca entre elas permite aos usuários adaptar o relógio a diferentes roupas e ocasiões.
Divulgação/HAYLOU
A personalização continua na tela, com mais de 200 mostradores disponíveis online, suporte a mostradores personalizados, quatro layouts para o menu principal e cinco estilos visuais.
Recursos inteligentes para a conveniência diária
O Velo mantém os usuários conectados com chamadas via Bluetooth e notificações inteligentes, além de ferramentas úteis, como controles de música e câmera, assistente de voz e localização do celular. Os usuários de Android também podem responder a mensagens do WhatsApp diretamente pelo pulso.
Divulgação/HAYLOU
Com mais de 100 modos esportivos e monitoramento diário de atividades, o Velo foi construído para acompanhar os movimentos ao longo do dia, desde as atividades da rotina até os treinos.
Carregamento sem fio, menos complicações
O carregamento sem fio torna a recarga do Velo simples e conveniente. Sua bateria de 300mAh oferece até sete dias de uso, dependendo das configurações e do uso.
Divulgação/HAYLOU
Com classificação de resistência à água de 1ATM, o Velo foi projetado para lidar com respingos cotidianos e chuva leve, mas não é indicado para natação ou banho.
Preço e disponibilidade
O HAYLOU Velo estará disponível nas cores preta e branca por meio dos canais oficiais de venda da HAYLOU e de parceiros varejistas selecionados em todo o mundo. O preço de varejo estimado é de aproximadamente US$45, com o preço final variando de acordo com o mercado, o varejista e o período promocional.
A HAYLOU é uma marca global de tecnologia de dispositivos vestíveis inteligentes e áudio, comprometida em tornar a tecnologia cotidiana acessível. Por meio de produtos de áudio inteligente, dispositivos vestíveis e tecnologias práticas de saúde, a HAYLOU cria experiências confiáveis e agradáveis que ajudam as pessoas a levar vidas mais saudáveis, ativas e conectadas.
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La música es un arte que surge y evoluciona con la fisiología y la psicología humanas, y cuyas herramientas describimos mediante la acústica musical. Los idiófonos rítmicos y los aerófonos melódicos fueron probablemente los primeros instrumentos musicales que nuestros ancestros hicieron sonar durante decenas de miles de años. Estos instrumentos fabricados en piedra, hueso, madera o metal han sido descubiertos en múltiples yacimientos arqueológicos. Todas las civilizaciones construyeron este tipo de instrumentos de forma casi simultánea y, aunque la música se desarrolló de forma independiente en puntos alejados del planeta, podemos encontrar bases en común en todas las tradiciones musicales al comparar los instrumentos antiguos creados en todos los extremos geográficos. ¿Podríamos deducir las escalas musicales de la prehistoria?
Las escalas musicales históricas
Las notas musicales se ordenan según su altura de tono (desde sonidos graves a agudos). En la historia de la música occidental, se ha intentado establecer un formalismo matemático riguroso para explicar las escalas musicales. La escuela de Pitágoras restringía las escalas musicales a las expresadas desde la Tetraktys, explicando así la perfección y la belleza musical desde sus cuatro números místicos. Aristógenes de Tarento y Gioseffo Zarlino modernizaron las escalas musicales usando múltiplos enteros de la frecuencia de una nota base, que denominamos la serie armónica. Así todo, hemos tenido que recurrir a los números irracionales para hacer encajar las notas en la escala equitemperada que actualmente se utiliza de manera generalizada en todo el mundo.
La disonancia y la consonancia sonora
Dos sonidos simultáneos pueden sonar agradables o desagradables al oído humano. Al ser esto un fenómeno fisiológico, Hermann von Helmholtz midió la “aspereza” al sonar dos notas de violín simultáneamente, contando los batidos producidos por la interferencia entre dichas notas.
Figura 1: Curvas de disonancia medidas y representadas en H. Helmholtz (1865) “Die Lehre von den Tonempfindungen als physiologische Grundlage für die Theorie der Musik” Fig. 52A, p.292, Fuente: Internet Archive.
A medida que las frecuencias de dos tonos se van acercando, los batidos se vuelven más lentos, y desaparecen cuando las frecuencias coinciden. Los batidos lentos suelen percibirse como suaves, pero los rápidos tienden a ser ásperos y desagradables. Helmholtz determinó la máxima aspereza entre dos tonos cuando los batidos se producen a unas 32 veces por segundo, y fue capaz de trazar curvas de disonancia como la mostrada en la Figura 1, donde el eje horizontal representa los intervalos entre las dos notas que suenan, y en el eje vertical se muestra la aspereza percibida según el número de batidos.
Helmholtz estudió el problema desde un punto de vista fisiológico y psicoacústico, pero se acerca a los intervalos “perfectos” pitagóricos, con mínimas asperezas en las octavas de los extremos de la figura (c-c’, DO-DO), la quinta (c-g, DO-SOL) y la cuarta (c-f, DO-FA), cuyas fracciones encajan con la Tetraktys (2/1, 3/2, 4/3). Esto indica la clara relación entre la consonancia y las escalas musicales.
Curvas de disonancia para instrumentos armónicos
Las curvas de disonancia de Helmholtz pueden parametrizarse mediante sencillas funciones exponenciales, con exponentes negativos proporcionales a la diferencia entre las frecuencias de las notas que interfieren. Sin embargo, para generalizar la utilidad de las curvas de disonancia se debe tener en cuenta que la percepción de la disonancia también depende de si tratamos con notas más graves o más agudas (frecuencia absoluta), así como del carácter del instrumento (armónicos que definen su timbre).
William Sethares [1] incluye todos estos parámetros para poder calcular las curvas de disonancia. Si restringimos el cálculo para instrumentos armónicos, como por ejemplo los cordófonos, e incluimos unos armónicos propios de las cuerdas del instrumento, obtenemos una curva de disonancia como la mostrada en la Figura 2.
Figura 2. Curva de disonancia calculada mediante el método de Sethares para un sonido con espectro armónico. Fuente: Etxebarria, V. (2026) Journal of Mathematics and Music doi: 10.1080/17459737.2025.2560922
La curva presenta mínimos en los que destacan los intervalos consonantes de la octava (2/1), la quinta perfecta (3/2), la sexta mayor (5/3), la cuarta perfecta (4/3) y las terceras mayor y menor (5/4 y 6/5, respectivamente). Otros intervalos también pueden identificarse aproximadamente. El encaje exacto de mínimos no es posible con fracciones simples, pero a la vista de esta curva de disonancia podemos deducir que el espectro armónico de un instrumento hace surgir de forma natural los intervalos y la escala común de 12 semitonos.
Curvas de disonancia para instrumentos inarmónicos
Muchos instrumentos primitivos de percusión eran simples barras, libres en ambos extremos, hechas con piedra, madera o metal. Ejemplos de instrumentos que han sobrevivido como la txalaparta son rotundamente inarmónicos: al ser golpeadas, las barras o tablas producen frecuencias secundarias parciales que no siguen la serie armónica.
Figura 3: Curva de disonancia para una txalaparta golpeando tablas libres-libres, que da lugar a sonido con espectro inarmónico. Fuente: Etxebarria, V. (2026) Journal of Mathematics and Music doi: 10.1080/17459737.2025.2560922
Si calculamos curvas de disonancia para instrumentos de espectro inarmónico, obtenemos una escala musical como la mostrada en la Figura 3. Se observa una escala cercana a la poco común heptatónica equitemperada. Uno de los pocos casos documentados de uso de esta escala se produce en música antigua tailandesa mediante el xilófono ranat y el oboe pi, o en el sur de Mozambique con el Timbila de los Chopi.
Se trata de una escala musical no documentada en la música occidental, pero que surge de forma natural en instrumentos ancestrales de espectro inarmónico, comunes en cualquier lugar del mundo. Notemos que la escala de 7 tonos equitemperados implica que sus intervalos nunca coinciden (excepto en la octava) con los de la escala de temperamento igual de 12 semitonos: no posee equivalentes a terceras mayores ni menores y su quinta perfecta está muy desviada. A pesar de todo, resulta plausible que esta escala heptatónica tan extraña para la música actual, realmente constituyera una escala natural en la prehistoria, al hacer sonar los primeros instrumentos musicales inarmónicos.
Referencias
[1] Sethares, W. A. (1993) Local Consonance and the Relationship between Timbre and Scale. Journal of the Acoustical Society of America, vol. 94, n.3, pp. 1218-1228. doi: 10.1121/1.408175
[2] Etxebarria, V. (2026) Dissonance, sound spectrum and musical scale for ancient idiophones and aerophones. Journal of Mathematics and Music, vol. 20, n.2, pp. 95-109. doi: 10.1080/17459737.2025.2560922
Sobre el autor: Victor Etxebarria Ecenarro está diplomado como lutier por el Conservatorio Juan Crisóstomo de Arriaga (Bilbao) y es Catedrático de Ingeniería de Sistemas y Automática en la Universidad del País Vasco (UPV/EHU)
Anunciada há pouco pela fabricante do iPhone, ela abre mão de cores sólidas para apostar em efeitos visuais inspirados por ondas sonoras — e que lembram bastante a linguagem de design Liquid Glass.
Apresentando uma nova identidade para o Apple Music, fisicamente moldada por uma composição original de @fredagainagain1 e NEST Acoustics.
Por enquanto, a Apple divulgou apenas o novo logotipo do seu serviço de streaming, criado pela NEST Acoustics.
Para chegar ao resultado acima, eles colocaram o logo do Apple Music no fundo de um tanque preenchido com óleo mineral e o cobriram depois com uma placa transparente no formato de um ícone de app. O efeito de ondas sonoras, por sua vez, foi gerado por uma composição (criada pelo DJ e produtor musical Fred Again…), cuja frequência se moveu pelo tanque.
Foram criadas duas versões do logo: uma apenas com a nota dupla e outra com a wordmark. É possível que as vejamos em uso pelo Apple Music no início de vídeos promocionais e em produções como gravações de shows.
Como tem sido o costume, a Apple publicou um vídeo de bastidores que mostra como se deu o processo de criação desses logos:
A nova identidade visual do Apple Music deverá pintar para todos nas versões 27.2 dos sistemas da Maçã, cujo lançamento é esperado para a semana que vem.
O Apple Music conta com um catálogo de mais de 100 milhões de músicas e 30 mil playlists — muitas delas com suporte a Áudio Espacial (Dolby Atmos) e em altíssima definição, com áudio Lossless. Para quem ama música clássica, há um app dedicado com mais de 5 milhões de faixas, tudo em uma interface simplificada! No Brasil, são três tipos de assinatura: Universitária (R$12,90/mês), Individual (R$23,90/mês) e Familiar (R$40,90/mês). Caso você não seja um assinante, pode testar o serviço de forma gratuita por um mês. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.
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Anunciado na semana passada, o HomePod mini 2 traz algumas novidades bastante interessantes, como o suporte à Siri AI e um processador atualizado. Ainda assim, como ele se parece bastante com o seu antecessor (principalmente em termos de design), é possível que algumas pessoas ainda estejam confusas quanto às melhorias promovidas pela Apple.
Se você é uma delas, saiba que está no artigo certo! A seguir, vamos passar por todas as diferenças entre o HomePod mini de primeira geração e o HomePod mini 2 — assim, você poderá decidir qual dos dois modelos comprar ou se vale a pena trocar o seu.
Design e dimensões
Aqui você vai encontrar mais semelhanças do que diferenças entre as duas gerações da caixa de som inteligente, que contam com o mesmo visual geral, introduzido em 2020, com novas cores adicionadas em 2021 e posteriormente em 2024.
Divulgação/Apple
Com um corpo esférico envolto por uma malha colorida, ambos os modelos têm 84,33mm de altura e 97,9mm de largura, com diferença apenas no peso, menor no HomePod mini 2: 335g (ante os 345g do modelo de primeira geração).
Como dito, as cores do HomePod mini de primeira geração já foram atualizadas algumas vezes, e o modelo chegou a ser vendido nas opções branca, amarela, laranja, azul e meia-noite. O HomePod mini 2, por sua vez, pode ser adquirido nas cores branca, rosa, verde, azul e meia-noite.
Ambos os modelos seguem vindo com uma superfície circular retroiluminada com botões de “+” e “-” para ajuste rápido de volume.
A Apple disponibilizará o recurso Brilho do Som (Sound Glow), que faz essa superfície pulsar e brilhar em tempo real de acordo com a música que está tocando, para todos os modelos do HomePod mini e para o HomePod de segunda geração.
Divulgação/Apple
Tecnologia de áudio
Nesse quesito temos algumas mudanças bem curiosas de uma geração para a outra, embora pouco tenha mudado do ponto de vista de hardware.
O que ambos os modelos têm:
Driver de alcance completo e dois radiadores passivos para graves profundos e frequências altas nítidas;
Guia de onda acústica personalizada para um campo sonoro de 360º;
Tecido acusticamente transparente;
Áudio computacional para ajustes em tempo real;
Reconhecimento de Som para alarmes de fumaça e monóxido de carbono;
Áudio multiambiente com AirPlay;
Compatibilidade com setups de áudio estéreo.
O que apenas o HomePod mini 2 tem:
Compatibilidade com som surround quando emparelhado a uma Apple TV 4K;
Pode ser usado como caixa de som para Macs;
Chip S10.
Divulgação/Apple
Em termos de hardware de áudio, o HomePod mini de primeira geração leva vantagem em apenas um item: o número de microfones. Enquanto o modelo mais antigo vem com quatro microfones embutidos “para Siri em distâncias grandes”, o HomePod mini 2 vem com “apenas” três.
É possível, no entanto, que a Apple esteja compensando a ausência de um microfone no novo modelo com as novas capacidades de software viabilizadas pelo chip S10, bem mais moderno do que o S5 do HomePod mini de primeira geração.
Fontes e controles de áudio
Aqui, nada mudou. Ambos os modelos podem reproduzir áudio das seguintes fontes:
Apple Music;
Compras do iTunes;
Biblioteca de Música do iCloud com uma assinatura do Apple Music ou do iTunes Match;
Serviços de música de terceiros;
Estações do Apple Music Radio ou episódios sob demanda;
Estações de rádio do TuneIn, do iHeartRadio ou do Audacy;
Apple Podcasts;
Resumos de notícias;
AirPlay (iPhone, iPad, iPod touch, Apple TV 4K ou Mac).
Também é possível controlar a reprodução ao:
Tocar uma vez na parte superior para reproduzir/pausar;
Tocar duas vezes seguidas para pular;
Tocar três vezes seguidas para voltar;
Tocar e segurar para invocar a Siri;
Tocar nos botões de “+” e “-” para aumentar ou diminuir o volume.
O HomePod mini 2 vence com facilidade nesse quesito: é o único compatível com a versão “turbinada” da assistente virtual da Apple, a Siri AI.
De acordo com a Apple, além de ajudar em tarefas mais simples como enviar mensagens, controlar a reprodução e configurar lembretes, a Siri AI também pode conversar mais naturalmente, responder dúvidas sobre o mundo real com base em buscas na web e recomendar músicas de maneira mais precisa. Ela ainda leva mais o contexto em conta e processa a maioria das solicitações no próprio dispositivo.
O HomePod mini de primeira geração segue com a versão antiga da Siri, capaz de lidar com comandos mais básicos.
Conectividade e sensores
Tanto o HomePod mini de primeira geração quanto o HomePod mini 2 são compatíveis com descoberta ponto a ponto, para acesso fácil de convidados, e com redes Thread, além de contarem com um chip de banda ultralarga para recursos que dependem da proximidade de outros aparelhos, como iPhones.
Divulgação/Apple
Já o modelo mais antigo tem Wi-Fi 4 (802.11n) e Bluetooth 5, enquanto a nova versão conta com Wi-Fi 6E (802.11ax) e Bluetooth 6. Ambos os modelos vêm com sensores de temperatura e umidade.
Preço e disponibilidade
Já disponível em pré-venda, o HomePod mini 2 será lançado em 30 de outubro por US$150 (US$20 a mais do que o modelo anterior) nos Estados Unidos e em outros países selecionados.
Assim como seu antecessor, o novo HomePod mini também segue sem uma previsão de lançamento no Brasil ou em Portugal — quem sabe isso mude com o lançamento dos sistemas 27.2 e com a chegada da Siri AI em português.
Divulgação/Apple
Ambos os HomePods mini vêm com um cabo USB-C e um adaptador bivolt de 20W na caixa, além da documentação regulamentar, é claro.
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A Amazon lançou no Brasil uma oferta de quatro meses grátis para novos usuários do Amazon Music Unlimited, seu serviço de streaming musical completo que oferece acesso a mais de 100 milhões de músicas em alta qualidade, offline e sem anúncios.
Com o Music Unlimited, você tem acesso a milhões de faixas em qualidade Ultra HD e em Áudio Espacial com Dolby Atmos, além de poder desfrutar de uma integração perfeita com dispositivos e plataformas da Amazon (como a Alexa, os alto-falantes Echo e o Fire TV).
Mas ele também se integra a dispositivos e plataformas de terceiros (inclusive com os da Apple), como tablets, computadores, smart TVs e alto-falantes inteligentes (para além dos da Amazon), com direito a sincronização entre dispositivos e opção para ouvir offline.
Com algoritmos avançados que aprendem o gosto musical do usuário para sugerir playlists, artistas, músicas e estações de rádio temáticas, o serviço conta ainda com um catálogo enorme de podcasts sem custo adicional — ideal para quem não quer usar dois apps!
O Unlimited também tem letras sincronizadas em tempo real, além de conteúdos e experiências especiais para assinantes (como acesso a lançamentos antecipados, conteúdos exclusivos de artistas parceiros e shows/eventos transmitidos ao vivo pela plataforma).
O Amazon Music Unlimited não requer uma assinatura Prime (embora assinantes tenham desconto) e pode ser contratado com opções de assinaturas Individual (R$25,90/mês), Familiar (até seis contas, por R$44,90/mês) e para um dispositivo Echo ou Fire TV (R$13,90/mês).
NOTA DE TRANSPARÊNCIA: Este é um artigo fruto de um acordo comercial com um anunciante, que não influenciou a nossa opinião. O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada mais pelos produtos comprando pelos nossos links de afiliado.
Aplicativos que utilizam uma premissa simples e a transformam em uma experiência interessante são, particularmente, meus favoritos. Exemplo disso é o Farwave, um app para iPhone e iPad desenvolvido pelo brasileiro Fernando Bunn que permite encontrar estações de rádio de todo o mundo girando um globo 3D até uma determinada região e tocando em uma estação.
A interação baseia-se na localização geográfica, e não em pesquisas por texto. Ou seja, os usuários giram o globo, selecionam uma região e tocam em uma estação, tudo pela mesma interface.
Divulgação/Farwave
Há, ainda, um botão chamado “Take me anywhere” (“Leve-me a qualquer lugar”, em tradução direta) que seleciona uma opção aleatória para ouvintes que não querem procurar um local específico; além disso, o aplicativo salva o histórico de reprodução para que as pessoas possam retornar a uma estação mais tarde.
Além do rádio, o app também organiza podcasts e músicas utilizando a mesma metáfora do globo. Diferentemente das estações de rádio, assinantes Pro podem pesquisar programas ou adicionar manualmente um feed RSS. O aplicativo também oferece suporte a filas de reprodução, velocidade de reprodução ajustável e downloads para ouvir offline.
Assinantes do plano Pro também podem importar seus próprios arquivos de áudio de um computador ou do aplicativo Arquivos. Cada artista aparece como um “sinal” próprio, e as faixas importadas permanecem no dispositivo para reprodução offline.
O fim de ano já está batendo à porta, o que significa que logo veremos nossas redes sociais serem inundadas por retrospectivas de serviços de streaming como o Spotify, que anunciou hoje uma novidade que deverá agradar pais e responsáveis com crianças pequenas em casa.
Mais precisamente, a plataforma sueca começou a liberar uma nova opção nos seus ajustes que, quando ativada, impede que músicas infantis, cantigas de ninar e outras canções tradicionalmente associadas aos pequenos apareçam no Wrapped, a famosa retrospectiva de final de ano do Spotify.
Disponível tanto para usuários gratuitos quanto para assinantes do Premium, a novidade afeta o algoritmo de recomendação do serviço como um todo, o que significa que essas músicas também deixarão de aparecer em playlists como “Descobertas da Semana” e “Daily Mix”, só para citar alguns exemplos.
Ainda segundo as informações, esse ajuste também funciona retroativamente, o que significa que músicas infantis reproduzidas antes da sua ativação também serão ignoradas pelo serviço de streaming.
Fazendo isso, você elimina rapidamente a influência de músicas infantis e familiares nas suas recomendações, mantendo o foco no seu gosto musical. Assim, você pode tocar músicas infantis quando seus filhos estiverem por perto, como em uma viagem de carro ou na hora de dormir, sem deixar que essas músicas influenciem o que você ouvirá em seguida.
Para crianças e adolescentes que desejam conferir suas próprias retrospectivas, o Spotify oferece as chamadas Managed accounts, as quais foram expandidas recentemente e dão aos pais/responsáveis controle sobre a experiência de seus filhos na plataforma. Disponíveis em 16 países (incluindo Brasil e Portugal), essas contas podem ser configuradas por usuários com qualquer tipo de assinatura.
Para ativar o ajuste supracitado, basta abrir o app do Spotify, tocar na sua foto de perfil e selecionar “Configurações e Privacidade”. Feito isso, vá até “Conteúdo e tela” e, depois, desative o ajuste “Include kids and family music in taste profile” (algo como “Inclua músicas infantis e familiares no perfil de gosto”).
Divulgação/Spotify
De acordo com o Spotify, as alterações podem levar até 48 horas para serem refletidas em suas recomendações. Também é possível que a novidade demore um pouco para aparecer para todos.
En lo alto de un antiguo almacén de granos, en un asentamiento de la élite local yampara, los arqueólogos Sonia Alconini y Walter Sánchez-Canedo han sacado a la luz un hallazgo excepcional: un conjunto de seis campanas de cobre dobladas en forma piramidal, depositadas como ofrenda ritual hace más de cinco siglos, durante la expansión […]
Se colocou uma música menos conseguida num post antigo do Instagram ou se o áudio foi removido por direitos de autor, já não precisa de apagar a publicação. Saiba como trocar a banda sonora mantendo os gostos e os comentários.
Tres investigaciones recientes invitan a revisar una creencia muy arraigada sobre escuchar música mientras se estudia o se trabaja, y quizá la cuestión decisiva no sea la que llevamos décadas intentando responder.
Un estudio con más de 15 000 personas revela que cerca del 30 % de la variación en las llamadas “tintineos estéticos” está vinculada a factores familiares y que una parte significativa se explica por variantes genéticas comunes.
Hay quienes sienten un estremecimiento recorrer la espalda cuando suena una melodía determinada o notan cómo se les eriza la piel ante un verso especialmente poderoso. Otros, en cambio, permanecen casi imperturbables frente a las mismas obras. Esa diferencia, que durante siglos se atribuyó al temperamento o a la sensibilidad individual, empieza ahora a encontrar una explicación en la biología.
Una nueva investigación internacional aporta evidencias de que los genes desempeñan un papel relevante en la intensidad con la que experimentamos esas reacciones conocidas como “escalofríos estéticos”. Los resultados, publicados en la revista PLOS Genetics, sugieren que aproximadamente una cuarta parte de la influencia familiar en este rasgo puede atribuirse a variantes genéticas frecuentes en la población.
Un fenómeno descrito desde Darwin
La experiencia no es nueva. El naturalista Charles Darwin dejó constancia de cómo la música podía provocarle una sensación tan intensa que le recorría la columna vertebral. Décadas más tarde, el escritor Vladimir Nabokov se refirió a ese hormigueo corporal como “the telltale tingle”, la señal física que, según él, distinguía la auténtica genialidad literaria.
Hoy, la ciencia denomina a ese fenómeno “escalofríos estéticos” o “tintineos estéticos”. Se trata de respuestas emocionales intensas que suelen ir acompañadas de reacciones fisiológicas observables: piel erizada, un estremecimiento súbito, cambios en la frecuencia cardíaca o incluso lágrimas. Lo singular es que combinan una vivencia subjetiva profunda con manifestaciones corporales medibles.
Investigaciones previas ya habían mostrado que, cuando alguien experimenta estos escalofríos ante música o poesía, se activan circuitos cerebrales implicados en la recompensa, la motivación y el procesamiento de estímulos biológicamente relevantes. Sin embargo, hasta ahora no estaba claro en qué medida la predisposición a sentirlos dependía de la herencia genética.
Más de 15 500 participantes y un enfoque genómico
Para responder a esa pregunta, el equipo recurrió a una base de datos poblacional de gran escala que incluía información genética y cuestionarios detallados sobre reacciones emocionales ante distintas formas de arte. En total, se analizaron datos de más de 15 500 personas, lo que permitió aplicar modelos estadísticos robustos y técnicas de genética cuantitativa.
El estudio, disponible en PLOS Genetics, evaluó hasta qué punto las diferencias en el ADN podían explicar la variación individual en la frecuencia o intensidad de los escalofríos estéticos. Los resultados muestran que cerca del 30 % de la variación observada está asociada a factores familiares. De ese porcentaje, alrededor de una cuarta parte puede atribuirse específicamente a variantes genéticas comunes.
En otras palabras, los genes no determinan por completo si alguien se emocionará hasta la médula al escuchar una sinfonía o leer un poema, pero sí aportan una contribución significativa. El resto de la variación responde a factores ambientales y experiencias individuales que moldean la sensibilidad artística a lo largo de la vida.
Genes compartidos entre música, poesía y arte visual
Uno de los hallazgos más llamativos es que ciertas influencias genéticas parecen ser comunes a distintas formas de arte. Las variantes asociadas a una mayor probabilidad de experimentar escalofríos con la música también se relacionan con reacciones intensas ante la poesía o las artes visuales.
Esa coincidencia apunta a la existencia de mecanismos biológicos generales vinculados a la apertura a la experiencia y a la implicación artística. Rasgos de personalidad como la curiosidad intelectual o la sensibilidad estética podrían compartir una base genética parcial con la propensión a sentir escalofríos estéticos.
Según explicó el investigador principal del estudio, que firma el artículo en PLOS Genetics, “la genética puede ofrecer una vía adicional para entender por qué las personas viven experiencias subjetivas tan diferentes ante los mismos estímulos”. La afirmación subraya que el ADN no actúa de forma aislada, sino en interacción con factores culturales y biográficos.
Este componente compartido ayuda a comprender por qué algunas personas tienden a emocionarse con múltiples disciplinas artísticas, mientras que otras muestran una respuesta más moderada en general. No obstante, los autores advierten que hablar de un “gen del arte” sería una simplificación excesiva.
Mecanismos distintos según la forma artística
Más allá de las influencias comunes, el análisis también detectó efectos genéticos específicos para determinadas modalidades artísticas. Es decir, algunas variantes parecían asociarse con escalofríos provocados por la música, pero no necesariamente con los generados por la literatura o las artes visuales.
Este patrón sugiere que, junto a mecanismos biológicos compartidos, existen procesos más especializados. La música, por ejemplo, involucra sistemas cerebrales relacionados con el ritmo, la anticipación y la armonía, mientras que la poesía puede activar con mayor intensidad redes vinculadas al lenguaje y la semántica. Las artes visuales, por su parte, apelan a circuitos de procesamiento espacial y perceptivo.
La combinación de influencias generales y específicas dibuja un panorama complejo. Una persona podría estar genéticamente predispuesta a experimentar fuertes reacciones emocionales ante piezas musicales, pero no mostrar la misma intensidad frente a un cuadro o un texto literario. Y viceversa.
Los autores sostienen que este hallazgo abre la puerta a investigaciones futuras que examinen con mayor detalle los mecanismos neurobiológicos implicados en cada tipo de experiencia estética. Comprender esas diferencias podría ayudar a desentrañar cómo se construye la sensibilidad artística en el cerebro humano.
Más allá del ADN
Aunque el estudio aporta pruebas sólidas de una contribución genética, los investigadores subrayan que los genes son solo una parte de la historia. El entorno, la educación, la exposición temprana a distintas formas de arte y las vivencias personales desempeñan un papel fundamental en el desarrollo de la respuesta emocional.
Alguien que creció rodeado de música o literatura puede haber reforzado ciertos circuitos neuronales a través de la práctica y la familiaridad. Del mismo modo, contextos culturales distintos pueden moldear qué estímulos se consideran emocionalmente significativos y cómo se expresan las reacciones corporales.
La interacción entre predisposición biológica y experiencia acumulada resulta clave. La genética puede inclinar la balanza hacia una mayor o menor sensibilidad, pero es el entorno el que activa, modula o incluso amortigua esas tendencias.
En conjunto, los hallazgos publicados en PLOS Genetics ofrecen una nueva perspectiva sobre una pregunta tan antigua como el arte mismo: por qué algunas personas sienten que una melodía les atraviesa el cuerpo mientras otras la escuchan con distancia. Parte de la respuesta parece estar escrita en nuestro ADN. El resto se teje a lo largo de la vida, en el cruce entre biología, cultura y experiencia personal.
Entre a animação dos Santos Populares e a “febre” do Mundial de Futebol, ainda há tempo para trazer mais energia à coleção de apps no smartphone ou tablet. Veja as propostas que a equipa do TEK Notícias escolheu esta semana, todas com opções grátis para Android e iOS.
A proposta da Record Club é semelhante à de plataformas como a Letterboxd, mas aplicada ao mundo da música, permitindo acompanhar os mais recentes lançamentos e avaliar álbuns, assim como organizar e partilhar descobertas.
A mudança surge numa altura em que as ferramentas de geração de imagem e vídeo estão a tornar-se cada vez mais realistas, dificultando a distinção entre o que é verdadeiro e o que foi produzido por algoritmos.