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Smartwatch "tático" tem mapas offline e lanterna que ilumina de verdade

23 October 2026 at 17:39

A Rollme lançou o Hero K1, um smartwatch robusto voltado para trilhas, acampamentos e outras atividades ao ar livre. O modelo aposta em recursos de navegação que funcionam sem celular, bateria de alta capacidade e uma lanterna LED integrada, além de funções tradicionais de saúde e monitoramento esportivo.

Um dos principais destaques é a lanterna lateral com três modos de funcionamento: iluminação padrão, alta intensidade e sinalizador SOS para situações de emergência. O recurso diferencia o relógio de modelos convencionais, embora a fabricante não tenha informado a potência luminosa da lanterna.

Outro atrativo é a navegação. O Hero K1 oferece GPS multissatelital e mapas offline baixados diretamente no relógio, permitindo acompanhar rotas e receber instruções curva a curva sem depender de uma conexão com o smartphone. O conjunto inclui ainda bússola, altímetro e barômetro, ferramentas úteis para atividades em ambientes naturais.

O relógio tem bateria de 1.200 mAh, com autonomia anunciada de até 40 dias em uso típico e 25 dias em uso intenso. Os números são estimativas da fabricante e podem variar conforme a utilização dos recursos, especialmente GPS e monitoramento contínuo.

A tela é circular, com 1,46 polegada e resolução de 360 x 360 pixels. A estrutura combina moldura de liga de alumínio, revestimento plástico e pulseira de silicone.

Para lidar com condições adversas, o Hero K1 declara certificação militar MIL-STD-810H, relacionada a testes de resistência ambiental, além de classificação de resistência à água de 5 ATM. Porém, isso não significa que o dispositivo seja adequado a qualquer situação de mergulho.

Rollme Hero K1

Monitoramento de saúde e funções inteligentes

O smartwatch acompanha frequência cardíaca, oxigenação do sangue (SpO₂) e padrões de sono. Também oferece mais de 100 modos esportivos, ampliando as opções para quem deseja registrar diferentes atividades físicas.

Na conectividade, o aparelho permite atender chamadas por Bluetooth usando o alto-falante integrado. Há ainda suporte para responder a mensagens do WhatsApp diretamente na tela, recurso inicialmente limitado a celulares Android.

O Rollme Hero K1 está disponível na loja oficial da marca nas cores Ranger Black e Storm Gray, com preço promocional de lançamento de US$ 59,99 (aproximadamente R$ 302 em conversão direita). Por enquanto, não há informações sobre um possível lançamento no Brasil.

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ARM tenta "meter a faca" na Qualcomm e Snapdragon pode ficar mais caro

23 October 2026 at 14:55

A disputa judicial entre ARM e Qualcomm pode ter grandes consequências para o mercado de celulares. Informações apresentadas no processo indicam que a ARM quer multiplicar em até 15 vezes a taxa cobrada por chip da Qualcomm, com novos contratos que se estenderiam até 2040. A mudança pode pressionar os custos de fabricação de processadores Snapdragon e, dependendo dos desdobramentos, afetar os preços de aparelhos que utilizam esses componentes.

Segundo o analista John Dorbal, os detalhes surgiram durante os argumentos apresentados no tribunal. Os valores exatos dos contratos são confidenciais, mas estimativas permitem dimensionar o aumento pretendido. Atualmente, a Qualcomm pagaria à ARM até US$ 1,88 por chip. A proposta atribuída à ARM elevaria o valor máximo para US$ 28,20 por unidade em um contrato válido de 2027 a 2033.

A cobrança não terminaria aí. Segundo a estimativa de Dorbal, a ARM também pretende estabelecer uma nova tarifa para o período entre 2034 e 2040, equivalente a 34,5 vezes o valor máximo pago atualmente. Nesse cenário, o custo chegaria a US$ 64,86 por chip.

Os valores representam um salto expressivo nos custos de licenciamento da Qualcomm. Como os royalties fazem parte das despesas envolvidas no desenvolvimento e na comercialização de processadores, uma cobrança maior pode pressionar as margens da empresa ou aumentar o custo dos seus produtos.

Isso não significa que os celulares com Snapdragon ficarão automaticamente mais caros. O impacto dependerá de fatores como o resultado da disputa judicial, os termos finais dos contratos e a capacidade da Qualcomm de absorver ou repassar os custos.

qualcomm-snapdragon

Qualcomm teria oferecido US$ 250 milhões

A Qualcomm ofereceu à ARM um pagamento único de US$ 250 milhões para congelar a tarifa do ARMv10 no futuro. A proposta teria sido recusada pela ARM, que busca implementar as novas condições de licenciamento.

O conflito envolve os termos comerciais para o uso da propriedade intelectual da ARM nos processadores da Qualcomm. A disputa é relevante porque a arquitetura da ARM está presente em grande parte dos chips usados em smartphones, embora fabricantes possam adotar diferentes modelos de licenciamento e desenvolvimento.

Por enquanto, os valores relatados devem ser tratados como cifras discutidas no processo e estimativas baseadas nas informações disponíveis, não como tarifas definitivas já implementadas. O desfecho do caso pode influenciar os custos dos próximos chips Snapdragon, mas ainda é cedo para prever se haverá impacto direto no preço final dos celulares.

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Celular demais? Criança de 3 anos chega ao hospital com 5 graus de miopia

23 October 2026 at 14:33

Uma criança de 3 anos foi diagnosticada com mais de 5 graus de miopia nos dois olhos após passar várias horas por dia usando o celular. O caso ocorreu na província de Henan, na China; segundo o relato, os pais recorriam ao aparelho como uma espécie de “babá eletrônica” para entreter o filho durante a rotina agitada da família.

A criança permanecia de cinco a seis horas diárias diante da tela, um hábito que chamou a atenção dos especialistas pelo tempo de exposição em uma idade tão precoce.

De acordo com Chu Ruixue, vice-chefe de medicina do departamento de oftalmologia do Hospital Infantil de Henan, a falta de acompanhamento e de intervenção precoce pode aumentar o risco de complicações oculares graves. Entre os problemas citados estão descolamento de retina, glaucoma, catarata e até cegueira irreversível.

O caso reforça a importância de acompanhar a saúde visual das crianças e limitar o contato com telas, especialmente nos primeiros anos de vida.

Criança com iPhone

Como identificar sinais de problemas de visão

Os pais devem observar comportamentos que podem indicar dificuldade para enxergar ou esforço visual excessivo. Entre os sinais de alerta estão:

  • Franzir ou apertar os olhos para enxergar objetos distantes, a televisão ou a lousa na escola;

  • Inclinar a cabeça para um dos lados ao estudar ou assistir a vídeos;

  • Piscar com frequência incomum.

Esses comportamentos não confirmam, por si só, um diagnóstico de miopia. Caso apareçam, é importante procurar um oftalmologista para avaliar a visão da criança.

As recomendações apresentadas pelos especialistas chineses são restritivas para a primeira infância. Para crianças de 0 a 3 anos, a orientação é evitar completamente dispositivos eletrônicos com tela, como celulares, tablets e computadores. Entre 3 e 6 anos, a recomendação é reduzir ao máximo o contato com esses aparelhos.

O tempo de tela não deve substituir brincadeiras, atividades físicas, interação com familiares e outras experiências importantes para o desenvolvimento infantil.

É importante ressaltar que o caso relatado não permite concluir que o celular, isoladamente, tenha causado todo o grau de miopia da criança. A condição pode envolver diferentes fatores, incluindo predisposição genética e hábitos visuais.

Ainda assim, o uso prolongado de telas merece atenção e consultas oftalmológicas são fundamentais para identificar alterações e orientar o tratamento adequado.

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Novo baratinho da Samsung aparece: Galaxy Fit 4 vaza em 3 cores

23 October 2026 at 13:55

A Samsung Galaxy Fit 4 apareceu em imagens que revelam três opções de cores para a próxima pulseira inteligente da marca: preto, branco e azul-claro. As informações foram divulgadas pelo Android Authority e indicam que a fabricante deve manter boa parte da identidade visual da geração anterior.

O dispositivo tem um formato retangular alongado, com cantos arredondados, tela comprida, botão lateral e pulseira de silicone com fivela tradicional. O conjunto é bastante semelhante ao da Galaxy Fit 3, sugerindo que a principal evolução da nova geração pode estar nos componentes internos.

Na parte traseira, a Fit 4 também apresenta uma disposição de sensores parecida com a do modelo anterior. O conjunto pode utilizar o módulo óptico GH3036, da Goodix, voltado ao monitoramento da frequência cardíaca e de outros indicadores de saúde com baixo consumo de energia. A identificação do componente ainda não foi confirmada oficialmente pela Samsung.

Galaxy Fit 4 deve manter preço acessível

A nova pulseira chega em um momento de disputa no mercado de dispositivos vestíveis mais baratos, segmento que inclui opções da linha Fitbit e de outras fabricantes. A proposta da Samsung deve continuar focada em quem procura recursos básicos de acompanhamento de atividades físicas e saúde sem pagar o preço de um smartwatch completo.

Ainda não há informações oficiais sobre preço, data de lançamento ou especificações completas da Galaxy Fit 4. Como referência, a Galaxy Fit 3 chegou ao mercado brasileiro por R$ 549 em seu lançamento, valor que serve como indicação para as expectativas em torno da nova geração, mas não confirma quanto ela custará.

Por enquanto, o vazamento aponta para uma atualização conservadora no visual, com três cores e a manutenção do formato conhecido. Mais detalhes serão necessários para saber se a Samsung também trará melhorias relevantes em sensores, autonomia e funcionalidades.

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Boombox 4 vs. Boombox 3: qual JBL grandona vale a pena comprar na Black Friday?

23 October 2026 at 11:00

Quem procura uma caixa de som potente para festas, churrascos e ambientes abertos encontra opções de peso na linha Boombox da JBL. A Boombox 3 continua entregando graves fortes e boa qualidade sonora, enquanto a Boombox 4 aposta em processamento inteligente, bateria ampliada e melhorias no transporte. Na Black Friday, a diferença de preço será decisiva para descobrir qual delas oferece o melhor negócio.

Boombox 3: graves fortes e som que ainda convence

Em nosso review, destacamos a qualidade sonora, os subgraves aprimorados e a potência da Boombox 3 sem distorções.

O conjunto acústico reúne um subwoofer dedicado, dois alto-falantes para médios e graves, dois tweeters e radiadores passivos, entregando um som encorpado que combina especialmente com músicas eletrônicas e faixas com graves marcantes.

A caixa também oferece até 24 horas de bateria, proteção IP67 contra água e poeira e função power bank para carregar outros dispositivos. O peso de aproximadamente 6,7 kg, entretanto, pode incomodar quem pretende transportá-la com frequência.

Ainda há uma limitação nos controles físicos: são poucos botões para comandar as músicas, o que pode forçar o usuário a recorrer ao celular. Mesmo assim, a Boombox 3 continua sendo uma opção robusta para quem prioriza qualidade sonora e não precisa dos recursos mais recentes.

JBL Boombox 3 Wi-Fi

Boombox 4: o que realmente mudou?

No nosso review sobre a Boombox 4, pontuamos que o produto trouxe uma evolução da geração anterior, mas as novidades não são numerosas. Para começar, a caixa pesa cerca de 5,9 kg, aproximadamente 12% menos que a antecessora, o que facilita o transporte.

O sistema acústico utiliza dois woofers de 5 polegadas, dois tweeters e três radiadores passivos. A potência chega a 210 W RMS na tomada, enquanto o funcionamento por bateria tem potência inferior. O destaque tecnológico é o AI Sound Boost, que ajusta o processamento do áudio para ajudar a controlar distorções em volumes elevados.

A autonomia anunciada chega a 28 horas, com até seis horas extras pelo recurso Playtime Boost, dependendo das condições de uso. A proteção IP68 também supera a certificação IP67 da Boombox 3, e a conexão Auracast permite parear caixas compatíveis.

JBL Boombox 4 (10)

Quanto pagar na Black Friday 2026?

Para a Black Friday, a referência mais interessante é mirar de R$ 1.400 a R$ 1.500 na Boombox 3 e R$ 1.900 a R$ 2.100 na Boombox 4. São metas estimadas com base nas faixas de preço observadas em 2026, que atualmente custam de R$ 300 a R$ 500 a mais que esses valores. Se ficar acima disso, vale comparar com o histórico de promoções antes de comprar.

A JBL Boombox 4 seria a escolha ideal para a Black Friday, desde que apareça por até R$ 2.100. A bateria substituível, o peso mais leve, a proteção IP68 e o processamento de áudio mais moderno justificam pagar um pouco mais por ela.

Já a Boombox 3 passa a ser a compra mais racional se custar perto de R$ 1.500 e a diferença entre as duas ultrapassar R$ 500. Ela ainda oferece som potente e graves de qualidade, sem deixar a experiência muito atrás.

Com uma diferença menor, vale investir na geração mais recente. No geral, a melhor oferta é sempre aquela que cabe no seu bolso.

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