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Gemini's Personal Intelligence is coming to cars

20 October 2026 at 21:00

Google kicked off 2026 with the addition of Personal Intelligence to Gemini, allowing its AI to pull in more of your data to formulate answers. It started as a paid feature but eventually came to all Gemini users. However, this feature wasn't available in the car until now. Google is rolling out Personal Intelligence to Android Auto and Google Built-in, and it is still, thankfully, an optional feature.

As Google points out, a generative AI's outputs are better "when it knows the world and knows you," which is correct in an uncomfortable sort of way. The more context you can provide to a model, the better the output will be at the end of the token shuffle. Since Google has so much of your data already, it sees Personal Intelligence as a differentiator versus other AI systems. You don't have to provide the AI context because it already has it from apps like Gmail and Calendar.

Personal Intelligence is beginning its rollout in Android Auto today, and it will come to vehicles with Google built-in in the next few months. As an aside, "Google built-in" is questionable branding, but it refers to cars that run Google software in the infotainment system rather than projecting an interface from your phone. Very few vehicles have Google built-in, but Google often releases new car features on them first. This time, it's the other way around.

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© Google

Chrome: Google aprimora avisos de segurança e reforça proteção contra ataques ClickFix

21 October 2026 at 15:18

O Google anunciou uma série de novidades envolvendo cibersegurança para o Chrome, incluindo uma nova página de aviso para sites perigosos, proteção contra ataques do tipo ClickFix e uma expansão da detecção de golpes com o Gemini.

Agora, avisos sobre sites maliciosos se dividem entre “sites suspeitos” (quando há uma avaliação com menor grau de confiança, indicando um possível risco de danos ao usuário) e “sites perigosos” (quando há uma avaliação com alto grau de confiança, indicando um risco elevado de danos ao usuário).

Para sites suspeitos, os usuários são apenas notificados, enquanto para sites perigosos o aviso é exibido em um formato de tela inteira com fundo vermelho:

Essa avaliação, feita pelo recurso de Proteção Reforçada, também ganhou novidades, já que o Google migrou a ferramenta para um novo modelo do Gemini, capaz de avaliar o conteúdo das páginas (como a marca representada ou a intenção delas) e, se necessário, enviá-lo à nuvem.

O Google destacou, porém, que o Chrome minimiza a quantidade de dados compartilhados com os servidores, analisando o texto das páginas somente quando um site apresenta indicadores de golpe com alto grau de confiança. Sempre que algo é processado fora do dispositivo, o Google afirma que não registra logs, não armazena essas informações nem treina os modelos de IA da empresa com esses dados.

Além disso, o mesmo recurso passa a oferecer proteção contra golpes do tipo ClickFix (ataques que simulam verificações CAPTCHA para induzir usuários a copiar e colar comandos maliciosos no Terminal do macOS ou no prompt de comando do Windows), detectando automaticamente quando o usuário é induzido a copiar comandos suspeitos, que são “higienizados” antes de serem enviados para a área de transferência da máquina, com a remoção de informações de identificação pessoal (PII), e encaminhados à Navegação Segura para análise adicional. Se o comando for nocivo, um alerta é exibido.

via Tecnoblog

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