A Meta lançou oficialmente os Ray-Ban Meta (Gen 3) e os Oakley Meta HSTN e Vanguard em Portugal, com preços que começam nos 439 euros. Outra das grandes novidades é a Meta AI passar a falar em português de Portugal.
Os mais recentes números da SpaceX mostram uma transformação no peso dos diferentes negócios da empresa de Elon Musk, com a IA a assumir um papel central no crescimento financeiro.
A forma como descobrimos marcas e produtos está a mudar com o recurso às ferramentas de IA. Em vez de listas de resultados, agora é possível pedir recomendações diretamente a assistentes digitais, o que cria novas oportunidades (e desafios) para a publicidade online.
Uma equipa de investigadores desenvolveu uma inteligência artificial capaz de analisar fotografias de rostos para extrair indicadores relacionados com a saúde. O estudo sugere que o rosto pode conter informação útil para apoiar a avaliação clínica e o prognóstico de doentes com cancro.
Randi Williams es profesora asistente de investigación en el Human-Computer Interaction Institute (Instituto de Interacción Humano-Computadora) de la Universidad Carnegie Mellon. Obtuvo su doctorado en el MIT Media Lab en el Grupo de Robots Personales en 2023. Trabaja en la intersección de la IA para la educación, la interacción de robots y agentes humanos, y la computación responsable. Es miembro fundadora de Day of AI, que busca democratizar el acceso al conocimiento sobre cómo funciona la IA, sus beneficios y limitaciones potenciales.
En esta conferencia Play@TED (en inglés, con subtítulos en castellano) Randi Williams revela cómo, a medida que las empresas tecnológicas integran la IA en los juguetes, los niños establecen fuertes vínculos emocionales con las máquinas. Explica además qué implica esto para su desarrollo y por qué una solución basada en el juego podría comenzar por enseñar a los niños a romper aquello que tanto quieren.
Existe un peligro real de que los niños dependan demasiado de sus juguetes inteligentes o se encariñen de manera inapropiada con ellos. Dicho esto, si los adultos tomamos algunas decisiones intencionadas, podemos ayudar a los niños a ver la tecnología como lo que realmente es, objetos con los que pueden jugar o incluso programar, en lugar de entidades en las que deberían buscar todas las respuestas.
Não é novidade que a inteligência artificial generativa mudou a forma como criamos atas de reunião ou fazemos transcrições — coisas que eram essencialmente manuais na maioria dos casos. Apps como o Notion e o Google Meet já permitem usar o microfone do dispositivo para capturar, transcrever e gerar resumos detalhados, com insights sobre o que foi dito.
Mas eles são aplicativos projetados com outros focos (como reuniões ou anotações/tarefas) e acabam não sendo muito práticos para quem quer um app específico para transcrições . Dessa ideia nasceu o ToText, que permite gravar aulas, entrevistas, reuniões ou ideias e gerar uma transcrição com resumos detalhados do que foi dito.
Um dos grandes destaques do app é a possibilidade de fazer perguntas sobre a gravação como você faria a um amigo que participou da reunião ou da entrevista. A IA do ToText se baseia na transcrição para responder ao que foi perguntado e, caso haja dados de tempo disponíveis, também marca o trecho no áudio, para que o usuário o ouça no ponto exato.
O ToText também tem outros recursos interessantes, como exportar um PDF com o resumo e a transcrição, salvar o resumo como texto simples ou copiá-lo. Também é possível pesquisar por uma palavra ou expressão entre as transcrições salvas e organizá-las com facilidade por meio de tags e favoritos.
Com mais de 60 idiomas de transcrição disponíveis (inclusive o português), o ToText pode ser baixado gratuitamente e oferece até uma hora de transcrição por mês. Caso queira mais, você pode assinar o plano Basic (1.000 minutos) ou Pro (2.000 minutos), por valores que partem de R$20/mês e podem chegar a até R$350/ano.
A ideia de rodar o iOS em um smartphone Android parece absurda, mas se tornou realidade com o projeto Hackios.
A proposta é do usuário do GitHub ios-sweet, que substituiu o kernel Linux dos smartphones Android pelo XNU, desenvolvido pela Apple para iOS, iPadOS, macOS, watchOS, tvOS e visionOS.
Quando o dispositivo Android é inicializado, o sistema reconhece o celular como um iPhone X — dispositivo que foi escolhido por não ter o código de autenticação de ponteiros (Pointer Authentication Code, ou PAC), assim como o Redmi Note 10 Pro, da Xiaomi, usado na adaptação inicial.
Já circulam vídeos do sistema adaptado ao Redmi Note 12 Pro, ainda com dificuldades notáveis de desempenho:
Embora o código do iOS permaneça fechado, o XNU do macOS foi liberado pela Apple. Pelos indícios nos documentos incluídos nos arquivos do projeto, o iOS foi adaptado com o auxílio de inteligência artificial (IA).
Depois de ligado, o celular carrega uma imagem intermediária no bootloader, que inicia o XNU em uma partição formatada para simular o armazenamento do iPhone X, com uma cópia do iOS 16.7 — a versão mais recente do sistema disponibilizada ao aparelho.
Alguns apps nativos são carregados junto com a Tela de Início, e os toques e gestos para alternar entre eles (além dos botões de volume e de liga/desliga) são reconhecidos, mas o celular não consegue ativar as câmeras, o som e a GPU 1Graphics processing unit, ou unidade de processamento gráfico., nem usar dados móveis, Bluetooth e Wi-Fi.
Além do Redmi Note 10 Pro, a adaptação já tem versões para o Redmi Note 12 Pro e o LG V60, enquanto outros aparelhos (como OnePlus 7T, Redmi 5 Plus e Galaxy S23 Ultra) foram listados, mas ainda não têm versões disponíveis para download.
Já se pegou recorrendo ao chat com você mesmo no WhatsApp ou Telegram para salvar, de forma rápida e prática, aquela ideia que acabou de pintar? Às vezes, esse é um caminho bem mais curto e natural do que usar apps como Notas (Notes) ou Notion, que costumam requerer um conteúdo mais organizado e trabalhado.
Acontece que guardar tudo em uma conversa do seu mensageiro tradicional pode fazer sentido na hora, mas geralmente acaba resultando em uma verdadeira bagunça bem difícil de gerenciar — principalmente quando você quer revisitar alguma ideia e não sabe exatamente por qual data ou termo deve procurar.
O monolog é um app que tenta resolver esse problema. Da parte do usuário, tudo continua igual: o app funciona como uma interface semelhante a um mensageiro e basta ir jogando lá textos, fotos, links e mensagens por voz sem interromper o fluxo do pensamento. Mas o diferencial é o que o app faz com isso tudo depois.
Com a ajuda da inteligência artificial (que roda prioritariamente no dispositivo), o monolog interpreta o conteúdo das anotações e adiciona rótulos a elas automaticamente — o que ajuda os usuários a encontrar registros antigos por meio de palavras-chave e a recuperar aqueles pensamentos que ficaram inacabados.
A ideia é que você possa recuperar com facilidade anotações ou tarefas anteriores apenas perguntando por algum contexto — ou até mesmo que o próprio aplicativo o lembre gentilmente (como um amigo em uma conversa tradicional) de determinada anotação feita no passado (como alguma que envolva uma data).
O monolog pode ser baixado gratuitamente, mas para usar todos os recursos de inteligência artificial é necessária uma assinatura PLUS, que sai por R$20/mês ou R$200/ano. Para mais armazenamento, você pode investir também em uma assinatura PRO (R$30/mês ou R$300/ano) ou PRIME (R$60/mês ou R$600/ano).
A OpenAIanunciou hoje os Locked Chats, recurso que permite manter conversas com o ChatGPT protegidas por PIN (senha) para maior privacidade.
Bastante parecida com as conversas trancadas do WhatsApp, a novidade cria uma conversa paralela com a inteligência artificial, separada do seu histórico tradicional e da busca.
Na web e no desktop, é possível configurar um PIN que será solicitado toda vez que o usuário tentar acessar uma conversa trancada. No app do ChatGPT para dispositivos móveis, no entanto, também será possível destrancar a conversa com o Face ID/Touch ID ou com o próprio sistema de desbloqueio do smartphone/tablet.
Mensagens trocadas em uma conversa trancada não serão lembradas pelo ChatGPT, o que impede que elas apareçam, mesmo que indiretamente, em outras conversas. A OpenAI deixa claro, no entanto, que transformar uma conversa existente em uma conversa trancada não apaga as mensagens antigas da memória do chatbot; apenas as novas deixam de ser memorizadas.
Keep sensitive conversations out of view with Locked Chats in ChatGPT.
Move chats out of your regular history and search into a protected space you can unlock with a PIN on web and desktop, or a PIN, Face ID, Touch ID, or device unlock on supported mobile devices.
Ao contrário do WhatsApp, as conversas trancadas não são protegidas por criptografia de ponta a ponta nem por mecanismos semelhantes. Elas também não alteram o período em que a OpenAI retém a conversa, e as “políticas de espaço de trabalho aplicáveis, os requisitos de segurança ou as obrigações legais e de conformidade” seguem valendo para esses espaços.
As conversas trancadas podem ser encontradas em Projects » Locked chats e só são acessíveis mediante a digitação do PIN, de modo que, ao redefinir o PIN, todas as conversas protegidas pelo código anterior são apagadas permanentemente.
Os Locked chats já foram liberados para usuários do ChatGPT Free, Go, Plus, Pro, Business, Enterprise e Edu. Ainda segundo a OpenAI, o modo de voz não pode ser usado em conversas trancadas no app para desktop, que, além disso, só permite o recurso no Chat e no modo Work.
Os usuários do app do ChatGPT para iOS agora podem adicionar um dot (agente autônomo de IA) como widget na Tela de Início.
A new buddy for your iOS home screen: Add your dot as a widget to jump into your conversation or start a call with just a tap. pic.twitter.com/XvuRnvmDQA