A nova ferramenta permite gerar vídeos e efeitos sonoros a partir da própria linha do tempo, dentro do Premiere.
Para utilizar a Generative Media Tool, basta selecionar o trecho da linha do tempo em que você deseja criar, descrever aquilo que deverá ser gerado, escolher um dos modelos de IA suportados pela ferramenta (Adobe Firefly, Google Veo, Runway, Luma ou Kling) e pronto, o conteúdo gerado já estará presente no seu projeto.
Divulgação/Adobe
Os materiais feitos por IA são adicionados como clipes editáveis, permitindo que o usuário os manipule como quiser. Além disso, caso seja da sua preferência, a ferramenta possui a capacidade de utilizar quadros de vídeos já existentes como referência para aquilo que será gerado, tornando o recurso ideal para estender determinadas cenas.
Já em matéria de áudio, o Premiere possui agora ferramentas (implementadas em fase beta) para tratamento e separação de vozes em falas simultâneas.
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A Adobe também atualizou o Color Mode, destinado a correções de cor realizadas dentro do Premiere, oferecendo tanto visuais cinematográficos com os novos Style Modules (com os modos Vignette e Midtones) quanto a Auto Color Tool, que corrige automaticamente a exposição e a temperatura de um clipe ou uma sequência.
Por fim, a empresa também anunciou a chegada do seu assistente de IA para os usuários do After Effects (em versão beta), permitindo tanto a novos usuários da ferramenta quanto aos editores mais experientes manipular projetos e criar efeitos a partir de comandos em linguagem natural.
Todas essas novidades já estão disponíveis para os assinantes da suíte Adobe Creative Cloud.
Em entrevista ao TEK à margem da IFA 2026, Sonny Ming, responsável máximo do negócio de TVs da Hisense explica porque é que a marca aposta tudo no RGB MiniLED, como lê o consumidor europeu e o que espera da televisão daqui a cinco anos.
Durante uma conferência de imprensa em Seul, a OpenAI revelou que está a investigar e a produzir conjuntamente com a Samsung os próximos chips de inferência da empresa, numa altura em que os utilizadores empresariais do ChatGPT na Coreia do Sul cresceram 28 vezes num ano.
Depois de reunir mais de 2.000 participantes na primeira edição, a Lisbon AI Week regressa este mês com uma nova programação dedicada à IA, entre conferências, workshops, hackathons e encontros que juntam especialistas, investigadores e profissionais.
De escovas de dentes com câmaras e exoesqueletos a robots de limpeza que trabalham em conjunto e “companheiros” de IA, a IFA 2026 também serviu de palco a uma variedade de gadgets com ideias pouco convencionais, entre conceitos experimentais e produtos a caminho das lojas.
Um chatbot pode ter muitas respostas certas, mas basta uma conversa correr mal para o cliente desistir. Quando a inteligência artificial não resolve o problema, uma segunda oportunidade parece ser rara. E recuperar essa confiança pode ser ainda mais difícil.
A Meta está a reforçar a aposta em modelos de IA abertos e que possam funcionar diretamente nos computadores dos utilizadores. O lançamento do Muse Glimmer é acompanhado por um longo ensaio de Mark Zuckerberg, que defende uma abordagem mais aberta à IA e menos restrições nos EUA.
Recorrendo a uma tecnologia de IA patenteada que adapta o som à sua localização, hora do dia e frequência cardíaca, a Endel é usada por milhões de pessoas em todo o mundo para melhorar o sono, a concentração e o bem-estar.
Um estudo da JobZone Risk aponta que empregos como enfermagem, tratadores de saúde ou professores do ensino primário são alguns dos mais resistentes à substituição pela inteligência artificial.
Da organização das tarefas ao acompanhamento dos treinos, passando por resumos de livros e uma proposta para ajudar a gerir a exposição solar, a equipa do TEK Notícias reuniu um novo conjunto de apps para Android e iOS, todas com opções gratuitas.
A What Is This Movie é uma plataforma online que usa inteligência artificial para tentar identificar filmes a partir de cenas, frases, personagens ou outros detalhes de que os utilizadores se consigam lembrar.
La Dra. Silvana Konermann es bioingeniera y neurocientífica. Profesora adjunta de bioquímica en la Universidad de Stanford, es cofundadora de Arc Institute, una organización de investigación sin ánimo de lucro que busca acelerar el progreso científico, comprender las causas profundas de las enfermedades complejas y reducir la brecha entre los descubrimientos y su impacto en los pacientes.
Su laboratorio de investigación se centra en comprender (mediante genómica funcional de última generación) las vías moleculares que impulsan el desarrollo de la enfermedad de Alzheimer, con el objetivo a largo plazo de desarrollar terapias dirigidas de forma racional para los trastornos neurodegenerativos.
En esta conversación TED2026 (en inglés, con subtítulos en castellano) Silvana Konermann explica a Chris Anderson cómo su equipo del Arc Institute está intentando resolver uno de los problemas más difíciles de la ciencia: por qué enfermedades complejas (como el Alzheimer o el cáncer) siguen siendo tan difíciles de curar. Propone como solución una «célula virtual» universal, es decir, un modelo de IA entrenado con mil millones de experimentos biológicos que podría interpretar el lenguaje de las células humanas, predecir qué falla y revelar cómo solucionarlo.
Queremos crear un modelo predictivo, un modelo dinámico,capaz de predecir cambios en la célula.