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A Santa Monica Studio anunciou God of War: Laufey de surpresa. O jogo no estilo hack and slash acompanhará Faye, esposa falecida de Kratos e mãe de Atreus, enquanto desbrava um local conhecido como Everywhen, um pós-vida onde diferentes mitologias se chocam.
O jogo recebeu um generoso trailer de jogabilidade de pouco mais de 20 minutos. Embora ainda não tenhamos uma data de lançamento confirmada, o jornalista da Bloomberg, Jason Schreier, sugeriu que God of War: Laufey pode chegar em 2027:
"Só para constar, eu não daria muita importância ao fato de God of War: Laufey não ter uma data ou previsão de lançamento. Ao contrário de muitos outros grandes anúncios, este não está a anos de distância".
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Na narrativa, o título protagonizado por Faye começa durante o início do reboot God of War (2018) e deve se estender até os eventos de Ragnarök.
Para se preparar, o Canaltech trouxe esta lista de jogos que podem entrar no seu backlog antes do lançamento de God of War: Laufey. Obviamente, se você não jogou nenhum God of War da saga nórdica ou a trilogia original, recomendamos fortemente jogá-los antes do novo game da franquia. Vale notar que a lista está em uma ordem aleatória.
A saga nórdica de God of War foi muito bem-sucedida ao levar Kratos para um jogo de ação em terceira pessoa com uma pegada mais cinematográfica e narrativa. No entanto, as raízes da série remontam aos anos 2000, quando o espartano estreou no PlayStation 2 como um dos hack and slash mais influentes de todos os tempos.
Não há tantos jogos parecidos com God of War, pelo menos não em um nível de produção AAA. O que temos são games que exploram a mitologia ou mecânicas de combate características da série da Sony. Nesses casos, há um leque muito maior de opções para quem quer fazer um esquenta antes do lançamento de God of War: Laufey.
A ideia é reunir jogos com pelo menos um pilar da franquia protagonizada por Kratos: combate físico, escala épica, progressão, narrativa cinematográfica, mitologia ou chefes marcantes.
Darksiders é uma excelente opção para quem busca combates frenéticos e brutais no estilo hack and slash clássico. Quem curte armas mais robustas e chefes gigantes vai adorar essa recomendação. Embora haja certa resistência nas comparações entre God of War e a franquia criada pela Vigil Games, dificilmente os fãs que gostaram de um não curtirão o outro.
As remasterizações dos dois primeiros jogos da franquia, bem como Darksiders 3, podem ser facilmente encontrados em plataformas atuais e entram em promoção com frequência, garantindo uma boa acessibilidade.
Dante's Inferno é outro clássico hack and slash indispensável para qualquer jogador. O Canaltech costuma citar o jogo com frequência em listas de títulos excelentes que tiveram sua sequência cancelada, clássicos que merecem ser relançados com novos gráficos e como um dos jogos de XBOX 360 que ainda valem a pena ser jogados hoje em dia.
Se o PlayStation 3 tinha God of War III ao seu dispor, donos dos consoles de sétima geração da Microsoft podiam aproveitar Dante's Inferno. O game, baseado na Divina Comédia, de Dante Alighieri, nos coloca na pele de um guerreiro das Cruzadas morto no campo de batalha, que precisa resgatar sua amada das mãos de Lúcifer.
Dante's Inferno se assemelha muito ao God of War clássico e divide com o jogo da Santa Monica a atmosfera e os inimigos grotescos, Quick Time Events, câmera em terceira pessoa, seções de plataforma, puzzles e, claro, um hack and slash visceral.
Para quem quer um combate mais parecido com os jogos mais recentes de God of War, Devil May Cry 5 é uma excelente pedida. Obviamente, há um abismo de distância entre os dois jogos nos quesitos história, narrativa, temática e estilo, mas eles acabam se encontrando em certos aspectos do combate.
Devil May Cry 5 carrega um gameplay focado em combos e estilo. A diferença no combate está principalmente no 'peso'. Enquanto GoW é um pouco mais pesado e menos técnico, o hack and slash da Capcom é bem mais veloz e complexo. Curiosamente, God of War: Laufey parece herdar um pouco desse combate mais estilizado e veloz.
Para quem gosta de explorar mitologias nos games, Black Myth: Wukong dá uma aula no assunto ao trazer lendas chinesas. O RPG de ação é uma adaptação de Jornada ao Oeste, história que inspirou diversas obras, como Dragon Ball.
Black Myth: Wukong possui uma dificuldade mais elevada do que a de God of War, mas bebe bastante da água disponibilizada pela Santa Monica, como animações e um sistema de equipamentos bem parecidos com o que foi visto na saga nórdica de Kratos.
Bayonetta assumes uma face mais excêntrica e exagerada de God of War, mas tem uma ação estilizada e combates hack and slash muito bem-vindos para os fãs da franquia da Sony, em especial da trilogia grega.
O jogo da Platinum Games traz diversos elementos familiares, como chefes gigantes, combos e combate veloz. Para quem tem uma ligação maior com a história de Kratos, Atreus e companhia, o foco de Bayonetta não é na narrativa.
A duologia Hellblade vai um pouco na contramão de outras sugestões. Em vez de trazer um combate próximo ao da franquia God of War, a Ninja Theory trouxe ao mundo um jogo com uma narrativa mais densa e menos expositiva. No primeiro jogo, há algumas seções de combate um pouco mais parecidas com God of War, embora com um leque menor de golpes e habilidades.
Assim como na IP da Santa Monica, Hellblade explora as mitologias nórdica e celta, com histórias e lendas muito bem conhecidas pelos fãs de Kratos. A mecânica principal do jogo são as fúrias, vozes que acompanham o quadro de psicose da protagonista Senua. Embora as semelhanças sejam bem limitadas aqui, Hellblade: Senua's Sacrifice oferece batalhas contra deuses como Sutr e Valravn, ainda que o final divida opiniões.
O segundo jogo, Hellblade II: Senua's Saga, adota ainda mais o nível cinematográfico e narrativo e abre mão de parte do combate visto no em Senua's Sacrifice. A apresentação gráfica é indiscutivelmente uma das melhores da geração, apesar da direção que a Ninja Theory seguiu ser bem questionável para alguns.
Um terceiro jogo intitulado Senua chega em 2027 para PlayStation 5, assim como God of War: Laufey. Na nova entrada, a desenvolvedora irá adotar um foco maior na exploração e no combate, algo muito pedido pelos fãs e que deve aproximar as experiências de Senua e Kratos.
Outro first-party da Sony que pode ser uma excelente pedida para quem quer se preparar para God of War: Laufey é Ghost of Tsushima. Muitos fãs do jogo da Sucker Punch recomendam o game para quem gostou de God of War.
Esse é o tipo de jogo que entrega uma experiência mais narrativa e de aventura, um verdadeiro padrão para os últimos jogos single-player da Sony. Não há uma relação direta entre God of War e Ghost of Tsushima, com exceção do sentimento de aventura épica com o selo de qualidade PlayStation. Além dos gráficos de alto nível, o jogo ambientado em Tsushima do ano de 1274 apresenta um combate corpo a corpo um tanto visceral.
Para quem gostou de God of War (2018) ou Ragnarök, recomendamos começar fortemente por Devil May Cry 5 ou Hellblade: Senua's Sacrifice. Embora distantes do conjunto da obra da Santa Monica, esses dois jogos agradarão tanto a quem curtiu o combate de Kratos e quer explorar algo mais técnico e rápido quanto a quem amou o aprofundamento na mitologia nórdica e quer experienciá-la de uma maneira bem diferente.
Já para quem está em busca de algo mais próximo aos clássicos, é bem provável que Darksiders, Bayonetta ou Dante's Inferno ressoem mais com você. No fim das contas, o importante é aproveitar jogos excelentes que carreguem alguns dos vários pilares de God of War e se preparar para a aventura de Faye em Everywhen.
Como dito no início, jogos mais recentes de God of War têm poucos concorrentes AAA nos dias de hoje. Apesar dos jogos listados acima parecerem distantes das obras da Santa Monica Studio, é possível que muitos que não os experimentaram sintam um gostinho dos títulos estrelados por Kratos.
Leia a matéria no Canaltech.
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Foi em 8 de março de 2014 que um Boeing 777-200ER decolou de Kuala Lumpur, na Malásia, rumo a Pequim, sob operação da Malaysia da Airlines. Cerca de 38 minutos após a decolagem, a aeronave fez contato com o controle de tráfego aéreo enquanto sobrevoava o mar do sul da China. Na sequência, o avião saiu da rota planejada e desapareceu dos radares.
O voo MH370 desapareceu dos radares civis 38 minutos após a decolagem, logo após a última mensagem do capitão Zaharie Ahmad Shah: "Boa noite, Malaysian três sete zero" — quando o comandante entrou em contato, o avião sobrevoava o espaço aéreo do Vietnã.
Com 239 pessoas de diversas nacionalidadess a bordo, a aeronave desviou drasticamente de sua rota original. Segundo dados de radares militares, o avião saiu da rota na direção do nordeste da Malásia, e depois seguiu na direção da ilha de Sumatra, na Indonésia. Na sequência, fez uma manobra para a direção sul e o contato foi perdido.
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Já fazem mais de 12 anos do desaparecimento do voo MH370 da Malaysia Airlines. Mesmo após tanto tempo, este mistério da aviação comercial moderna ainda segue em aberto — tanto que foi iniciada uma nova busca pelos destroços da aeronave em dezembro de 2025.
Até o momento, mais de 30 fragmentos isolados foram encontrados no litoral da África e de algumas ilhas no oceano Índico, confirmados como parte da aeronave; mesmo assim, o "corpo" do avião e as caixas-pretas permanecem ocultos.
Para os investigadores, encontrar o local do impacto é a única forma de encerrar as especulações. Um relatório de quase 500 páginas sobre o incidente indica que os controles do avião foram acionados de forma proposital para tirá-lo de sua rota, mas ainda não foi possível determinar o responsável.
Como o local da provável queda ainda não foi identificado, há quem insista em teorias da conspiração que vão de queda do avião controlada remotamente a abduções de seres extraterrestres.
Alguns especialistas da aviação acreditam que a explicação é que, de fato, um piloto experiente teria desviado o avião da rota. Por outro lado, a equipe de investigação declarou que não encontrou nada suspeito na história, treinamento e saúde mental do capitão e copiloto da aeronave. Se você considera essa história um grande mistério, talvez queira entender também a ocasião na qual NASA e EUA derrubaram um avião. Mas por quê?
Leia a matéria no Canaltech.
Venus keeps the strangest clock and calendar in the solar system. It takes about 243 Earth days to turn once on its axis, and only about 225 Earth days to travel all the way around the Sun. On Venus, in other words, the day is longer than the year. The planet finishes a lap of the Sun before it has finished a single rotation.
It gets stranger from there, and the figures are worth pulling apart, because two different “days” are hiding in this story.
The 243-day figure is the time Venus takes to spin once relative to the distant stars, what astronomers call a sidereal rotation. It is the true turn of the planet on its axis.
But a day in the everyday sense is the gap between one sunrise and the next, and on Venus that is a different and shorter span: about 117 Earth days. The two numbers disagree because Venus is moving around the Sun while it spins, and its spin is unusually slow, so the Sun’s position in the sky is set by a tug-of-war between the planet’s rotation and its orbit rather than by rotation alone. The result, according to NASA’s figures, is a solar day of roughly 117 Earth days. Sunrise to sunrise takes nearly four Earth months.
There is one more oddity, and it is the one most people have heard. On Venus the Sun comes up in the west and goes down in the east, the reverse of what it does here.
This is because Venus rotates backwards. Nearly every planet, Earth included, spins in the same direction it orbits, which is why our Sun rises in the east. Venus turns the other way, a motion called retrograde rotation, effectively almost upside down compared with its neighbours, its axis tipped close to 180 degrees. It is also the slowest-spinning planet in the solar system, which is part of why its day runs so long. From the surface, the Sun’s daily path would run the opposite way across the sky.
Why it spins like this is not settled. The leading ideas involve either a colossal ancient impact that flipped or reversed the planet, or the slow grinding action of solar tides on its massive atmosphere over billions of years. Both remain hypotheses.
Here the romantic image needs a caveat, because nobody on Venus would watch a crisp sun lift over a western horizon.
The planet is wrapped in a dense atmosphere of carbon dioxide topped with thick clouds of sulphuric acid, and almost no direct sunlight reaches the ground as a clear beam. A surface observer, if one could survive the 460-degree heat and crushing pressure, would experience a slow, dim brightening and fading of a uniformly glowing sky over those 117 days, rather than a disc rising at a point on the horizon. The direction of the Sun would be a smear of light, not a sunrise you could photograph.
That does not change the underlying mechanics. The Sun’s light still tracks east to west across that murky sky, just without a sharp Sun to mark it.
Put together, Venus runs on a schedule that breaks every habit Earth has taught us. The day outlasts the year. The Sun, such as it is, rises in the wrong place. And the time from one dim dawn to the next is counted in months, not hours.
None of these are quirks of measurement or rounding. They follow directly from a planet that turns slowly, backwards, beneath a sky that never clears, which is a fair summary of how thoroughly Venus refuses to behave like home.
The post A Venusian day is 243 Earth days long — longer than the planet’s entire 225-day year — and because Venus rotates backwards, the Sun would rise in the west and set in the east, though only once every 117 Earth days through its thick, cloud-choked sky. appeared first on Space Daily.




Spotting and killing off cancer.
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A terceira temporada de A Casa do Dragão estreia no domingo (21) na HBO prometendo muitas intrigas familiares, cenas grandiosas de batalha e mais disputas pelo Trono de Ferro naquilo que ficou conhecido como a Dança dos Dragões. Mas será que você realmente sabe o que foi a guerra que quase dizimou a Casa Targaryen?
Derivada de Game of Thrones, A Casa do Dragão se passa cerca de 200 anos antes da série original e acompanha uma intensa guerra civil que ficou marcada na história de Westeros como um de seus períodos mais sangrentos.
O seriado é inspirado no livro Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, obra que narra a trajetória da dinastia Targaryen, incluindo o devastador conflito pela sucessão do Trono e Ferro.
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Considerando que a terceira temporada de A Casa do Dragão vai mergulhar ainda mais fundo no ápice da guerra, chegou o momento de realmente entender o que motivou a disputa para se preparar para o que vem por aí.
Conforme descrito por George R.R. Martin no livro Fogo & Sangue, a Dança dos Dragões foi um conflito de sucessão travado entre os integrantes da dinastia Targaryen após a morte do Rei Viserys I, quando seus filhos, Rhaenyra e Aegon II iniciaram uma guerra pelo direito de sentar no Trono de Ferro.
O conflito dividiu a Casa em dois times rivais: os Pretos, que consistia nos apoiadores do governo de Rhaenyra; e os Verdes, aqueles que queriam Aegon II como comandante dos Sete Reinos.
Uma das guerras mais devastadoras de Westeros, a Dança dos Dragões abriu rachaduras na dinastia que, até aquele momento, era uma das mais poderosas do território. Nem mesmo os poderosos dragões da Casa foram poupados, pois o conflito praticamente dizimou as criaturas, além de ter provocado a morte de vários integrantes da família.
Mas como foi que tudo isso começou? Bom, com a morte de Viserys I, o Trono de Ferro ficou vago para o próximo sucessor, então vale relembrar a árvore genealógica do rei falecido para entender o que motivou todo esse caos.
O primeiro casamento de Viserys I foi com Aemma Arryn, uma relação que lhe rendeu três filhos. Apenas uma ficou viva: Rhaenyra, sua primogênita que, na idade adulta, foi declarada publicamente por ele como sua herdeira na frente de lordes e cavaleiros. A expectativa, então, era de que, quando Viserys I morresse, Rhaenyra o substituiria como Rainha dos Sete Reinos.
Mas as coisas se tornaram mais complicadas por causa do segundo casamento de Viserys I, uma união firmada com Alicent Hightower após a morte de Aemma. Com Alicent, ele teve quatro filhos: Aegon II, Helaena, Aemond e Daeron.
Considerando que o esquema de sucessão em Westeros priorizava homens, integrantes do Pequeno Conselho torciam para que Viserys reconsiderasse a escolha de seu sucessor, trocando Rhaenyra por Aegon II, seu primogênito com Alicent. Mas o Rei morreu antes de qualquer esclarecimento ser feito a respeito da questão.
Por isso que, logo após seu falecimento, o caos se instaurou em Porto Real. Segundo os escritos de Martin, enquanto o Pequeno Conselho debatia a respeito de quem deveria assumir o Trono de Ferro, os Hightowers se uniram para coroar Aegon II por não acreditarem que Rhaenyra saberia governar os Sete Reinos.
Dessa forma, eles foram contra o desejo declarado de Viserys I, que tinha definido Rhaenyra como sua herdeira ainda em vida, quando Sor Criston Cole corou Aegon II como Rei. Uma vez que Rhaenyra ficou sabendo do que tinha acontecido, ela se uniu com os Pretos, jurando vingança para tomar aquilo que lhe era de direito. E foi assim que uma das guerras civis mais sangrentas da história de Westeros começou.
Embora a série explore a guerra de um jeito mais dramático do que acontece no livro (a coroação de Aegon II na série, por exemplo, vem de um mal-entendido de Alicent no leito de morte de Viserys), a terceira temporada de A Casa do Dragão vai explorar momentos emblemáticos da Dança dos Dragões, entrando de vez nas ocorrências mais violentas e destrutivas do combate.
Além de apostar no show de dragões no céu, o terceiro ano promete ser mais grandioso que as temporadas anteriores, trazendo desdobramentos marcantes da guerra, como a trágica Batalha da Goela e a dramática invasão de Porto Real. O capítulo ainda vai trazer personagens importantes da saga que ainda não apareceram na série.
Vale lembrar que a quarta temporada de A Casa do Dragão já está confirmada e será a última do programa. O primeiro episódio da terceira temporada da série estreia neste domingo (21), às 22h, na HBO e na HBO Max.
Quer saber mais sobre a guerra que quase destruiu os Targaryen? Veja o nosso guia Verdes e Pretos: quem é quem na guerra de A Casa do Dragão para mais detalhes.
Leia a matéria no Canaltech.

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