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Objeto metálico gigante é encontrado em milharal nos EUA; saiba possível origem

22 October 2026 at 21:00

Um objeto metálico misterioso foi encontrado em um milharal em Minnesota, nos Estados Unidos. Claro que a identificação do item rendeu todo tipo de rumores e piadas sobre sua possível origem extraterrestre — e, se você é do time que ficou animado com a possibilidade de se tratar de um artefato alienígena, pode ficar frustrado ao saber que o objeto parece ser simplesmente lixo espacial. E da China.

Tudo começou no dia 14, quando um fazendeiro entrou em contato com as autoridades para reportar a identificação de um objeto estranho na plantação. “Ao chegarem ao local, os policiais confirmaram que um grande objeto metálico, com aproximadamente 11 pés de diâmetro, presumivelmente um objeto espacial, estava no milharal”, informou o Gabinete do Xerife em um comunicado publicado nas redes sociais.

Segundo o anúncio, o item não oferece riscos para moradores. Por enquanto, não há confirmação da sua origem, mas tudo indica que o item metálico seja parte de um foguete que foi ao espaço em setembro, levando 10 satélites da Qianfan — caso você não a conheça, trata-se de uma empresa que vem lançando satélites com objetivos parecidos com aqueles que a SpaceX tem com os Starlink.

Queda de lixo espacial

E, afinal, por que o suspeito é o foguete chinês Zhuque-2E? Bem, primeiro, vale lembrar que o lançador tem diâmetro de 3,35 m, ou seja, seu tamanho corresponde perfeitamente ao do objeto encontrado em Minnesota.

Além disso, dezenas de observadores na região nos Estados Unidos flagraram bolas de fogo brilhando no céu em 15 de setembro, quando o foguete foi lançado. Em outras palavras, é possível que o objeto metálico seja um detrito deixado pelo lançamento que ficou ali, aguardando tranquilamente sua descoberta.

Se este for o caso, trata-se de mais uma queda de lixo espacial causada por uma reentrada descontrolada, ou seja, fora de uma área segura, que é algo bem longe das melhores práticas do setor. Para completar, a China acostuma ser acusada de deixar seus foguetes retornarem à Terra de forma descontrolada.

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Mistério resolvido! Cientistas descobrem o momento exato retratado em "A Noite Estrelada" de Van Gogh

22 October 2026 at 23:15

Você já deve ter visto a obra "A Noite Estrelada", do holandês Vincent van Gogh, e talvez tenha se perguntado quando, afinal, foi a noite em que o pintor viu o que retratou na tela. Agora, parece que cientistas da empresa de ciência espacial SLLAB Inc. e da Universidade Kyung Hee, na Coreia do Sul, encontraram a resposta.

Segundo uma nova análise, a pintura mostra o amanhecer de 22 de julho de 1889. O levantamento analisou o céu do hospital psiquiátrico de Saint-Rémy, no sul da França, e concluiu que o célebre quadro reproduz um fenômeno astronômico real e observado pelo pintor holandês.

noite estrelada van gogh

Além de curiosa, a descoberta resolve o impasse deixado por pesquisas anteriores — outros estudiosos concluíram que a tela mostrava o céu de junho de 1889, mas se este fosse o caso, a Lua estaria bem perto da fase cheia.

Noite estrelada, de Van Gogh

Elijah Jeong-hyun Kim, autor que liderou o estudo, recordou que viu pesquisas anteriores descrevendo que a tela mostrava a constelação de Áries; foi ali que surgiu a ideia de explorar a pintura mais a fundo. “Para um astrônomo observacional, o aglomerado de estrelas na pintura pertence às Híades, na constelação de Touro”, declarou.

Se considerarmos a madrugada de 22 de julho de 1889, a Lua, Vênus e as Híades estariam plenamente visíveis, correspondendo melhor ao que Van Gogh retratou — se fosse o caso das datas que indicavam junho, Vênus e a constelação de Áries não poderiam ser vistos. De qualquer forma, para comprovar a hipótese, os pesquisadores viajaram até a França para checar a perspectiva exata da janela de Van Gogh.

A data de julho também foi sustentada por boletins meteorológicos da época, que registraram céu limpo naquela madrugada, além de menções ao canto de cigarras e ao calor nas cartas enviadas pelo próprio artista. Estas características combinam com o verão europeu.

Sabia que esta famosa pintura de Van Gogh obedece às leis da física?

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BYD Sealion 06 chega ao Brasil e pode antecipar "adeus" do Song Plus

22 October 2026 at 19:00

O Sealion 06 da BYD já chegou ao Brasil — mas ainda de forma discreta, já que o modelo foi visto por aí ainda camuflado. Três unidades do compacto médio da chinesa já foram flagradas no Espírito Santo para iniciar testes de rodagem e homologação no Brasil, e vão servir para a avaliação de componentes mecânicos e de desempenho em movimento.

Flagrado em cegonhas de transporte, o modelo foi enviado da China para avaliação de componentes mecânicos e representa o primeiro passo para a sua futura introdução no mercado nacional em um segmento posicionado acima do Song Plus.

Isso significa que a fabricante chinesa prevê a coexistência dos dois utilitários no portfólio brasileiro: como o Song Plus vai ser montado em Camaçari (BA) para manter volume de vendas e fugir de alíquotas de importação, o Sealion 06 atuará em uma faixa superior de preço, preenchendo o espaço entre o SUV atual e o modelo Atto 8.

Como é o BYD Sealion 06

Na configuração híbrida plug-in DM-i, o modelo estreia a quinta geração da tecnologia PHEV da marca. O SUV oferece opções de bateria de 18,3 kWh e 26,6 kWh, esta última capaz de entregar até 170 km de alcance puramente elétrico no ciclo chinês com suporte a recarga rápida em corrente contínua. A variante 100% elétrica adota a plataforma e-Platform 3.0 Evo com tração traseira e arquiteturas de 400V ou 800V, que entregam de 231 cv a 245 cv e autonomia de até 605 km.

Construído sob a linguagem visual da família Ocean, que é idêntica à do Dolphin e do Seal, o Sealion 06 traz faróis de LED divididos e grade frontal com aletas ativas. Com 4,81 metros de comprimento e 2,82 metros de entre-eixos, o utilitário cresceu 6 cm entre os eixos para ampliar o espaço na segunda fileira, além de adotar assoalho plano e maior rigidez torcional.

Enquanto o modelo não estreia, que tal conferir nossa matéria sobre o “truque” das chinesas para driblar imposto sobre carros elétricos?

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Tesla Roadster também "voa" sem sair do chão e pode ser carro mais rápido do planeta

22 October 2026 at 17:00

O Roadster pode se tornar o superesportivo elétrico mais rápido do mundo — isso, claro, se tudo correr conforme o planejado pela Tesla. A montadora de Elon Musk quer criar uma versão especial do seu superesportivo elétrico capaz de alcançar mais de 530 km/h; se conseguir, o carro vai superar a marca mundial do Yangwang U9 Xtreme, da BYD.

A revelação foi feita por Lars Moravy, vice-presidente de engenharia de veículos da marca, ao portal Top Gear. Para isso, a empresa trabalha em evoluções mecânicas com base na configuração de 1.350 cv de potência e 142,8 kgf/m de torque, para superar os dados preliminares de 334 km/h divulgados sobre as versões de entrada.

tesla roadster

Previsto para estrear no mercado global em 2028, a Tesla quer agora transformar seu superesportivo no carro de produção mais rápido da história, consolidando-o no topo do desempenho automotivo com soluções tecnológicas extremas.

Novo Tesla Roadster

O novo Roadster chegou nas versões Performance, Thrust e Rocket. O destaque ficou por conta da Rocket, variante projetada para realizar manobras aéreas e saltos com o auxílio de 10 propulsores de ar comprimido desenvolvidos em parceria com a SpaceX, empresa de Elon Musk transformou a indústria espacial.

O sistema utiliza tanques de fibra de carbono carregados com ar atmosférico para gerar impulso e tem ainda ventiladores inferiores, que produzem até 2G de força descendente.

Construído com fibra de carbono e ligas de titânio, o superesportivo traz portas de abertura vertical que ocupam dois terços do teto e interior futurista equipado com manche no lugar do volante.

Na versão Rocket, o carro elétrico que "voa", a cabine traz banco único para o motorista, vidros com acabamento dourado e autonomia estimada em 482 km, que foi adaptada para comportar os equipamentos de propulsão pneumática.

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Onde está Willys? Jeep divulga teaser misterioso de novo SUV compacto eletrificado

22 October 2026 at 13:00

A Jeep revelou sua nova estratégia de lançamentos para o mercado europeu. A marca confirmou o lançamento de três novos utilitários esportivos até 2030, incluindo a nova geração do SUV compacto Renegade, um inédito modelo médio-grande para o segmento D-SUV e um protótipo inspirado na emblemática marca Willys.

A ideia da montadora norte-americana é cobrir 90% do mercado europeu oferecendo tração 4x4 e opções de eletrificação em toda a sua gama como uma forma de fortalecer sua presença no Velho Continente, ao mesmo tempo em que aposta na diversificação do portfólio para atrair novos consumidores.

Jeep Renegade

Com a inclusão dos novos utilitários, a marca planeja expandir sua linha local para até seis veículos, sempre de olho na eficiência energética e no apelo off-road característico de sua trajetória comercial.

Nova geração do Renegade

O retorno do Jeep Renegade à Europa está programado para 2030, marcando a chegada da nova geração do SUV compacto que acumulou mais de 610 mil unidades vendidas no continente desde 2014. Antes disso, em 2028, a marca volta em grande estilo para o segmento D-SUV com o lançamento de um utilitário de porte médio-grande voltado para famílias e uso executivo.

E não pense que as novidades acabam por aí. A maior surpresa do anúncio foi a divulgação do teaser de um projeto associado ao nome Willys, o que sugere que há estudos de um veículo compacto com propulsão eletrificada. A liderança europeia da marca reforçou que a estratégia até o fim da década priorizará modelos compactos, capazes e alinhados às metas de emissões da região.

“Estamos confirmando nosso plano para 2030, baseado em veículos compactos, eletrificados e capazes, inspirados no icônico DNA da Jeep, como o Renegade, enquanto continuamos a oferecer aos nossos clientes a liberdade de ir aonde a vida os levar”, declarou Xavier Peugeot, diretor da Jeep na Europa.

Você conhece a origem dos nomes dos Jeep? Fique por dentro na nossa matéria!

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Pedacinhos do cometa Halley vão cruzar o céu; saiba como ver a chuva de meteoros

21 October 2026 at 21:02

Já ouviu falar do cometa Halley? Se sim, saiba que este visitante cósmico só vai aparecer de novo no céu em 2061 — e, se você não quiser esperar até lá, talvez seja mais fácil tentar flagrar os pedacinhos deste objeto, que constituem a chuva de meteoros Orionídeos, ou Oriônidas. O pico do fenômeno ocorre na madrugada de quarta (21) para quinta (22).

Para ver os meteoros, não tem segredo: basta procurar as estrelas logo abaixo do Cinturão de Órion — talvez você as conheça pelo apelido popular Três Marias. Ali, procure Betelgeuse, uma das maiores estrelas visíveis a olho nu e a mais brilhante do trio, e pronto! Basta esperar o espetáculo.

cinturão de órion

Vale lembrar que os meteoros não vão, necessariamente, aparecer apenas ali; na verdade, eles podem aparecer em qualquer lugar do céu — a expectativa é que até 20 meteoros estejam visíveis em condições ideias, ou seja, com céu limpo e longe das luzes da cidade.

Cometa Halley

O cometa Halley é considerado um dos cometas periódicos mais famosos na astronomia, e não é sem motivo. Esta “bola de gelo suja”, como os cometas são conhecidos, aparece no céu da Terra em intervalos que variam entre 74 e 79 anos; a última visita foi em 1986.

Isso não significa, no entanto, que este objeto seja novo para os astrônomos: na verdade, o cometa Halley é documentado há séculos, e apareceu até em registros da Batalha de Hastings, em 1066 a.C.

Quando aparecer por aqui novamente em 2061, vale a pena tentar encontrá-lo no céu, já que ele vai estar um pouco menor do que esteve em sua última visita. A mudança se deve à natureza dos cometas, que perdem até 3 metros de matéria da sua estrutura ao longo de cada volta ao redor do Sol — e parte desta matéria vai brilhar no céu em algumas horas com a chuva de meteoros.

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Pedacinhos do cometa Halley vão cruzar o céu; saiba como ver a chuva de meteoros

21 October 2026 at 21:02

Já ouviu falar do cometa Halley? Se sim, saiba que este visitante cósmico só vai aparecer de novo no céu em 2061 — e, se você não quiser esperar até lá, talvez seja mais fácil tentar flagrar os pedacinhos deste objeto, que constituem a chuva de meteoros Orionídeos, ou Oriônidas. O pico do fenômeno ocorre na madrugada de quarta (21) para quinta (22).

Para ver os meteoros, não tem segredo: basta procurar as estrelas logo abaixo do Cinturão de Órion — talvez você as conheça pelo apelido popular Três Marias. Ali, procure Betelgeuse, uma das maiores estrelas visíveis a olho nu e a mais brilhante do trio, e pronto! Basta esperar o espetáculo.

cinturão de órion

Vale lembrar que os meteoros não vão, necessariamente, aparecer apenas ali; na verdade, eles podem aparecer em qualquer lugar do céu — a expectativa é que até 20 meteoros estejam visíveis em condições ideias, ou seja, com céu limpo e longe das luzes da cidade.

Cometa Halley

O cometa Halley é considerado um dos cometas periódicos mais famosos na astronomia, e não é sem motivo. Esta “bola de gelo suja”, como os cometas são conhecidos, aparece no céu da Terra em intervalos que variam entre 74 e 79 anos; a última visita foi em 1986.

Isso não significa, no entanto, que este objeto seja novo para os astrônomos: na verdade, o cometa Halley é documentado há séculos, e apareceu até em registros da Batalha de Hastings, em 1066 a.C.

Quando aparecer por aqui novamente em 2061, vale a pena tentar encontrá-lo no céu, já que ele vai estar um pouco menor do que esteve em sua última visita. A mudança se deve à natureza dos cometas, que perdem até 3 metros de matéria da sua estrutura ao longo de cada volta ao redor do Sol — e parte desta matéria vai brilhar no céu em algumas horas com a chuva de meteoros.

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O Sol vai destruir seu próprio sistema? Pesquisa indica como pode ser fim dos planetas

21 October 2026 at 21:00

Você já conhece, à exaustão, a configuração atual do nosso Sistema Solar. Vale a pena curti-la, já que ela deve ficar por aqui só por “alguns” bilhões de anos — é o que indica um novo estudo, que revelou que nossa vizinhança no espaço pode passar por instabilidades bem além daquelas já previstas pelo fim do Sol.

Mercúrio, por exemplo, tem 1% de chance de deixar nosso sistema nos próximos 5 milhões de anos; caso isso aconteça, é provável que este mundo acabe colidindo com Vênus, Terra ou até Marte. Já Júpiter, Saturno, Urano e Netuno podem sofrer alguma perturbação em um milhão de trilhão de anos.

sol "sorrindo"

Mesmo que nada disso aconteça, o cenário não fica muito mais favorável para nós: é que quando o Sol esgotar suas reservas de combustível para a fusão nuclear e se tornar uma gigante vermelha, vai expandir suas camadas e devorar Vênus. É possível, aliás, que nem nosso “pálido ponto azul” escape. E é aqui que entra o novo estudo, que sugere algo mais nesta história.

Fim do Sistema Solar

Embora os cientistas considerem que nosso astro deva perder massa em um ritmo tranquilo, observações de anãs brancas sugerem que este pode não ser o caso. Assim, quando o Sol chegar nesta etapa do seu ciclo, é bem provável que a Terra tenha deixado de existir há muito tempo, e que Urano e Netuno acabem trocando de lugar em suas respectivas órbitas.

A instabilidade levaria a alguns cenários interessantes: antes mesmo de o Sol se tornar uma estrela anã branca, as condições seriam tão caóticas que Urano pode muito bem acabar expulso do nosso sistema; Netuno e Saturno podem também encontrar um destino semelhante, dependendo do que acontecer com o Sol.

“Nossos resultados trazem a dissolução do Sistema Solar de volta a um território familiar da astrofísica e redefinem sua causa: não é o lento avanço do caos, nem o encontro fortuito com uma estrela que passa, mas o próprio Sol, que, ao morrer, não se limita a ampliar o sistema planetário que construiu — ele o afeta e, na maioria das vezes, o dispersa. A instabilidade prevista por Newton é, afinal, real. Ele se enganou apenas quanto ao responsável”, escreveram os autores.

O artigo que descreve os resultados foi publicado na revista The Astrophysical Journal Letters.

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O Sol vai destruir seu próprio sistema? Pesquisa indica como pode ser fim dos planetas

21 October 2026 at 21:00

Você já conhece, à exaustão, a configuração atual do nosso Sistema Solar. Vale a pena curti-la, já que ela deve ficar por aqui só por “alguns” bilhões de anos — é o que indica um novo estudo, que revelou que nossa vizinhança no espaço pode passar por instabilidades bem além daquelas já previstas pelo fim do Sol.

Mercúrio, por exemplo, tem 1% de chance de deixar nosso sistema nos próximos 5 milhões de anos; caso isso aconteça, é provável que este mundo acabe colidindo com Vênus, Terra ou até Marte. Já Júpiter, Saturno, Urano e Netuno podem sofrer alguma perturbação em um milhão de trilhão de anos.

sol "sorrindo"

Mesmo que nada disso aconteça, o cenário não fica muito mais favorável para nós: é que quando o Sol esgotar suas reservas de combustível para a fusão nuclear e se tornar uma gigante vermelha, vai expandir suas camadas e devorar Vênus. É possível, aliás, que nem nosso “pálido ponto azul” escape. E é aqui que entra o novo estudo, que sugere algo mais nesta história.

Fim do Sistema Solar

Embora os cientistas considerem que nosso astro deva perder massa em um ritmo tranquilo, observações de anãs brancas sugerem que este pode não ser o caso. Assim, quando o Sol chegar nesta etapa do seu ciclo, é bem provável que a Terra tenha deixado de existir há muito tempo, e que Urano e Netuno acabem trocando de lugar em suas respectivas órbitas.

A instabilidade levaria a alguns cenários interessantes: antes mesmo de o Sol se tornar uma estrela anã branca, as condições seriam tão caóticas que Urano pode muito bem acabar expulso do nosso sistema; Netuno e Saturno podem também encontrar um destino semelhante, dependendo do que acontecer com o Sol.

“Nossos resultados trazem a dissolução do Sistema Solar de volta a um território familiar da astrofísica e redefinem sua causa: não é o lento avanço do caos, nem o encontro fortuito com uma estrela que passa, mas o próprio Sol, que, ao morrer, não se limita a ampliar o sistema planetário que construiu — ele o afeta e, na maioria das vezes, o dispersa. A instabilidade prevista por Newton é, afinal, real. Ele se enganou apenas quanto ao responsável”, escreveram os autores.

O artigo que descreve os resultados foi publicado na revista The Astrophysical Journal Letters.

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Nova geração do Corolla terá "DNA chinês" e versão 100% elétrica

21 October 2026 at 19:00

A Toyota deve começar a produzir a próxima geração do Corolla na China em 2028. O novo sedan vem da parceria fechada com a estatal FAW e uma nova plataforma multienergia flexível, constituindo uma arquitetura inédita e pronta para acomodar motores a combustão, conjuntos híbridos e propulsão 100% elétrica.

O lançamento marca uma virada estratégica na trajetória comercial do sedan mais vendido do mundo, e vem em resposta à ascensão das fabricantes locais no mercado chinês. Ciente disso, a Toyota quer agora estancar a queda de vendas da marca no país asiático por meio da redução de custos operacionais e do encurtamento do ciclo de criação de veículos.

novo corolla concept

Com a nova base arquitetônica, a montadora japonesa pretende adequar o portfólio às exigências de cada região, garantindo alcance estimado em até 400 km para as futuras configurações puramente elétricas do modelo.

Novo Toyota Corolla

A transformação estética da próxima geração do Corolla foi antecipada pelo Corolla Concept no Salão do Automóvel de Tóquio. O protótipo apresentou linhas aerodinâmicas e um estilo mais agressivo, alinhado com a nova linguagem visual global do grupo automotivo. A estratégia na Ásia contempla ainda o desenvolvimento de modelos elétricos de nova geração para a divisão de luxo Lexus.

No Brasil, o sedan atualmente segue fabricado sobre a plataforma TNGA, e a introdução da nova arquitetura multienergia produzida em solo nacional ainda depende de confirmações oficiais da filial brasileira. Portanto, a produção chinesa não indica que, necessariamente, os modelos de lá vão vir para o mercado brasileiro.

Vale lembrar que a fábrica da Toyota em Porto Feliz (SP) foi duramente danificada no ano passado, quando uma forte tempestade atingiu a região. Recentemente, a marca anunciou a retomada parcial das atividades por lá, e já confirmou a retomada dos processos de fundição e usinagem do motor 1.5 que equipa o Yaris Cross.

Quer saber mais? Confira nossa matéria sobre a picape do Corolla, que já tem nome e data para chegar ao Brasil!

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Nova geração do Corolla terá "DNA chinês" e versão 100% elétrica

21 October 2026 at 19:00

A Toyota deve começar a produzir a próxima geração do Corolla na China em 2028. O novo sedan vem da parceria fechada com a estatal FAW e uma nova plataforma multienergia flexível, constituindo uma arquitetura inédita e pronta para acomodar motores a combustão, conjuntos híbridos e propulsão 100% elétrica.

O lançamento marca uma virada estratégica na trajetória comercial do sedan mais vendido do mundo, e vem em resposta à ascensão das fabricantes locais no mercado chinês. Ciente disso, a Toyota quer agora estancar a queda de vendas da marca no país asiático por meio da redução de custos operacionais e do encurtamento do ciclo de criação de veículos.

novo corolla concept

Com a nova base arquitetônica, a montadora japonesa pretende adequar o portfólio às exigências de cada região, garantindo alcance estimado em até 400 km para as futuras configurações puramente elétricas do modelo.

Novo Toyota Corolla

A transformação estética da próxima geração do Corolla foi antecipada pelo Corolla Concept no Salão do Automóvel de Tóquio. O protótipo apresentou linhas aerodinâmicas e um estilo mais agressivo, alinhado com a nova linguagem visual global do grupo automotivo. A estratégia na Ásia contempla ainda o desenvolvimento de modelos elétricos de nova geração para a divisão de luxo Lexus.

No Brasil, o sedan atualmente segue fabricado sobre a plataforma TNGA, e a introdução da nova arquitetura multienergia produzida em solo nacional ainda depende de confirmações oficiais da filial brasileira. Portanto, a produção chinesa não indica que, necessariamente, os modelos de lá vão vir para o mercado brasileiro.

Vale lembrar que a fábrica da Toyota em Porto Feliz (SP) foi duramente danificada no ano passado, quando uma forte tempestade atingiu a região. Recentemente, a marca anunciou a retomada parcial das atividades por lá, e já confirmou a retomada dos processos de fundição e usinagem do motor 1.5 que equipa o Yaris Cross.

Quer saber mais? Confira nossa matéria sobre a picape do Corolla, que já tem nome e data para chegar ao Brasil!

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Lançamento do novo Kia Stonic no Brasil vai atrasar; saiba quando híbrido chega

21 October 2026 at 17:00

A chegada da nova geração do Kia Stonic foi adiada. Segundo informações do Motor1, a concessionária da marca afirma que o compacto deve estrear somente no primeiro semestre de 2027 — vale lembrar que, inicialmente, era previsto que o SUV passasse a integrar o portfólio da marca no portfólio brasileiro no segundo semestre do ano.

O modelo com visual renovado foi exibido recentemente em uma concessionária de São Paulo como um veículo de homologação. Assim, a unidade exposta em São Paulo refere-se a um modelo seminovo utilizado no processo de certificação técnica que sairia por R$ 150 mil.

A readequação do calendário ocorreu após a reestruturação dos lançamentos da marca no país, que priorizou a introdução de utilitários como o novo Sorento e a picape inédita Tasman. Como resultado, o cronograma de vendas zero-quilômetro foi reajustado.

Como é o Kia Stonic

O SUV compacto passou por uma atualização substancial em seu design global, e agora traz a nova identidade visual da marca com faróis em LED integrados à grade frontal e lanternas redefinidas. Quem levá-lo para casa vai poder escolher entre as cores Verde Aventureiro e Azul Iate.

As principais transformações concentram-se no interior, que recebeu um painel digital com duas telas integradas de 12,3”, comandos de climatização sensíveis ao toque, carregador por indução e conectividade remota via aplicativo.

No aspecto mecânico, a expectativa é que o modelo mantenha o conjunto fabril com motor 1.0 turbo de três cilindros associado ao sistema híbrido leve (MHEV) de 48 volts. O sistema conta com a função de desacoplamento do motor em velocidades de cruzeiro, recurso projetado para otimizar o consumo de combustível e reduzir o nível de emissões de poluentes.

Que tal conferir nossa matéria sobre os carros elétricos mais baratos do Brasil em 2026?

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Lançamento do novo Kia Stonic no Brasil vai atrasar; saiba quando híbrido chega

21 October 2026 at 17:00

A chegada da nova geração do Kia Stonic foi adiada. Segundo informações do Motor1, a concessionária da marca afirma que o compacto deve estrear somente no primeiro semestre de 2027 — vale lembrar que, inicialmente, era previsto que o SUV passasse a integrar o portfólio da marca no portfólio brasileiro no segundo semestre do ano.

O modelo com visual renovado foi exibido recentemente em uma concessionária de São Paulo como um veículo de homologação. Assim, a unidade exposta em São Paulo refere-se a um modelo seminovo utilizado no processo de certificação técnica que sairia por R$ 150 mil.

A readequação do calendário ocorreu após a reestruturação dos lançamentos da marca no país, que priorizou a introdução de utilitários como o novo Sorento e a picape inédita Tasman. Como resultado, o cronograma de vendas zero-quilômetro foi reajustado.

Como é o Kia Stonic

O SUV compacto passou por uma atualização substancial em seu design global, e agora traz a nova identidade visual da marca com faróis em LED integrados à grade frontal e lanternas redefinidas. Quem levá-lo para casa vai poder escolher entre as cores Verde Aventureiro e Azul Iate.

As principais transformações concentram-se no interior, que recebeu um painel digital com duas telas integradas de 12,3”, comandos de climatização sensíveis ao toque, carregador por indução e conectividade remota via aplicativo.

No aspecto mecânico, a expectativa é que o modelo mantenha o conjunto fabril com motor 1.0 turbo de três cilindros associado ao sistema híbrido leve (MHEV) de 48 volts. O sistema conta com a função de desacoplamento do motor em velocidades de cruzeiro, recurso projetado para otimizar o consumo de combustível e reduzir o nível de emissões de poluentes.

Que tal conferir nossa matéria sobre os carros elétricos mais baratos do Brasil em 2026?

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Nova geração do BYD Dolphin Mini estreia mais potente e com tempo de recarga absurdo

21 October 2026 at 15:00

A segunda geração do Dolphin Mini chegou à China nesta terça (20). O novo hatch elétrico da BYD chegou de cara nova e reformulado, equipado para recarregar suas baterias de 10% a 70% em apenas 5 minutos.

Chamado localmente de Seagull, o compacto estreou no mercado chinês com dimensões maiores, migração para tração traseira e compatibilidade com estações ultrarrápidas de até 1.500 kW, que permitem alcançar 97% de carga em 9 minutos.

novo BYD Dolphin Mini

O avanço tecnológico coloca o modelo em um novo patamar de eficiência urbana e desempenho. Por enquanto, o lançamento do novo Dolphin Mini não foi confirmado para o mercado brasileiro, mas vale lembrar que a marca prometeu instalar mil carregadores ultrarrápidos do tipo no Brasil até o final de 2027.

Novo BYD Dolphin Mini

O hatchback passou por uma evolução mecânica expressiva. O motor elétrico quase dobrou de potência, saltando de 75 cv para 127 cv, e agora conta com tração traseira. Nas dimensões, o compacto cresceu e atingiu 4,20 metros de comprimento, 9 cm a mais de largura e ganho de 15 cm no entre-eixos, tornando-se maior que as versões do Dolphin atual.

Já o visual abandonou as linhas retas em favor de formas mais fluidas, caixas de roda marcadas e faróis reestilizados. No interior, a tela multimídia subiu para 12,8” e o painel de instrumentos convencional foi removido.

O grande destaque tecnológico fica para o sistema "Olho de Deus", como é conhecido o sistema de direção semiautônoma com sensores no teto e inteligência artificial. Com o recurso, o carro pode identificar se o farol está aberto ou fechado no trânsito, desvia automaticamente de obstáculos, estaciona sozinho e até faz a temida baliza de forma remota, sem o motorista no carro.

Aproveite para conferir nossa matéria que explica quanto o BYD Dolphin Mini desvalorizou dois anos após o lançamento!

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Nova geração do BYD Dolphin Mini estreia mais potente e com tempo de recarga absurdo

21 October 2026 at 15:00

A segunda geração do Dolphin Mini chegou à China nesta terça (20). O novo hatch elétrico da BYD chegou de cara nova e reformulado, equipado para recarregar suas baterias de 10% a 70% em apenas 5 minutos.

Chamado localmente de Seagull, o compacto estreou no mercado chinês com dimensões maiores, migração para tração traseira e compatibilidade com estações ultrarrápidas de até 1.500 kW, que permitem alcançar 97% de carga em 9 minutos.

novo BYD Dolphin Mini

O avanço tecnológico coloca o modelo em um novo patamar de eficiência urbana e desempenho. Por enquanto, o lançamento do novo Dolphin Mini não foi confirmado para o mercado brasileiro, mas vale lembrar que a marca prometeu instalar mil carregadores ultrarrápidos do tipo no Brasil até o final de 2027.

Novo BYD Dolphin Mini

O hatchback passou por uma evolução mecânica expressiva. O motor elétrico quase dobrou de potência, saltando de 75 cv para 127 cv, e agora conta com tração traseira. Nas dimensões, o compacto cresceu e atingiu 4,20 metros de comprimento, 9 cm a mais de largura e ganho de 15 cm no entre-eixos, tornando-se maior que as versões do Dolphin atual.

Já o visual abandonou as linhas retas em favor de formas mais fluidas, caixas de roda marcadas e faróis reestilizados. No interior, a tela multimídia subiu para 12,8” e o painel de instrumentos convencional foi removido.

O grande destaque tecnológico fica para o sistema "Olho de Deus", como é conhecido o sistema de direção semiautônoma com sensores no teto e inteligência artificial. Com o recurso, o carro pode identificar se o farol está aberto ou fechado no trânsito, desvia automaticamente de obstáculos, estaciona sozinho e até faz a temida baliza de forma remota, sem o motorista no carro.

Aproveite para conferir nossa matéria que explica quanto o BYD Dolphin Mini desvalorizou dois anos após o lançamento!

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Prefeitura de SP barra radares com IA; entenda o motivo

1 October 2026 at 11:30

Por enquanto, a Prefeitura de São Paulo não vai adotar câmeras de monitoramento com inteligência artificial (IA) para multar motoristas por condutas como o uso do celular ao volante ou falta de cinto dentro da capital.

É o que declarou Gilmar Miranda, secretário executivo municipal de Mobilidade e Trânsito, durante o Summit Futuro da Mobilidade 2026. Segundo o secretário, a tecnologia é mais eficaz em malhas rodoviárias extensas do que no ambiente urbano de alta densidade.

multa radar infração

Enquanto a capital paulista mantém a fiscalização tradicional por meio da CET e da Polícia Militar, as rodovias do estado já operam com a novidade — tanto que trechos da Rodovia Raposo Tavares e do Rodoanel Mário Covas têm o recurso, e a concessionária Ecovias projeta expandir a instalação dos novos radares para a Rodovia Castelo Branco.

Radar com inteligência artificial

As câmeras com IA captam as suspeitas de infração e enviam as imagens para validação humana em uma central da Polícia Militar Rodoviária, que decide se é necessário aplicar a penalidade. No trecho concessionado da Raposo Tavares, a tecnologia já demonstrou alto alcance ao registrar 2.316 multas em um único mês de operação.

Até o momento, a falta do cinto de segurança lidera as infrações, somando 1.386 ocorrências (falta grave, com multa de R$ 195,23 e 5 pontos na CNH). Já o manuseio ou uso de celular ao volante respondeu por 930 flagrantes (falta gravíssima, com multa de R$ 293,47 e 7 pontos na carteira).

Quer saber mais? Confira nossa matéria que explica como funciona o radar com IA contra celular e falta de cinto!

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Golpe da quilometragem? Sistema do Detran "esconde" adulteração do hodômetro

30 September 2026 at 12:19

O Departamento Estadual de Trânsito (Detran) já aceita a transferência de veículos usados mesmo quando há divergências gritantes nos registros de quilometragem entre as vistorias. A brecha de fiscalização foi identificada durante avaliações recentes de mercado feitas pelo Uol, e mostra que carros com hodômetro adulterado ainda são negociados e regularizados sem bloqueios pelo órgão de trânsito.

A prática expõe uma brecha significativa no sistema de checagem: em um dos casos identificados, um veículo registrava 214 mil km em uma vistoria de 2025; apenas dois meses depois, teve uma nova inspeção aprovada, que indicava somente 72 mil km.

trânsito são paulo

Apesar do salto inexplicável de 142 mil km "apagados", o Detran efetuou a transferência normalmente, transferindo ao comprador o risco e a responsabilidade de contestar a fraude posteriormente.

Golpe de carro adulterado

A vulnerabilidade é amplificada por outra limitação operacional no sistema do órgão, que exibe apenas as últimas cinco vistorias do veículo. Assim, caso o carro passe por novas inspeções em datas próximas, os registros com as quilometragens mais altas acabam eliminados da consulta pública, mascarando a adulteração para futuros compradores.

Diante do cenário, especialistas recomendam que os consumidores exijam o histórico de manutenção do veículo com notas fiscais, datas e quilometragens para cruzar os dados. Além disso, a presença de vistorias múltiplas registradas em intervalos muito curtos deve servir como alerta vermelho para a possibilidade de maquiagem no histórico do carro.

Aproveite para conferir como um Corvette clássico anunciado no Facebook virou isca em golpe!

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Geely "ganha" da BYD e lança o carregador de carros elétricos mais rápido de todos

28 September 2026 at 14:30

A chinesa Geely apresentou na China seu novo Geely Smart Charging. Anunciado como o carregador para veículos elétricos mais rápido do mundo, o equipamento atinge potência máxima de 2,25 MW — na prática, o dispositivo é suficiente para recarregar uma bateria de 10% a 70% em apenas 4,5 minutos. Já a recarga completa leva cerca de 8 minutos, de acordo com a marca.

Desta vez, o sistema usa estações de quinta geração e as novas baterias Ultra Short Blade da marca. Diferente de soluções convencionais, a novidade utiliza inteligência artificial para gerenciar o sistema térmico de forma preditiva.

Flash Charging da BYD

Para isso, o software prevê variações na temperatura das células com 30 segundos de antecedência e ajusta a potência antes que ocorra o aquecimento, mantendo a média do conjunto abaixo de 55 °C. O dispositivo conta com os perfis de operação Extremo, Inteligente e Automático, com pulsos de microcorrentes para preservar a vida útil dos componentes em até 20%.

Bateria Blade

Fica claro que a novidade veio como resposta direta ao Flash Charging da BYD, o "powerbank gigante" lançado anteriormente que entrega 1,5 MW (1.500 kW) e recupera até 400 km de autonomia em 5 minutos. Quando foi lançado, o Flash Charging ostentava o título de carregador de carro elétrico mais potente do mundo, mas agora o título pertence ao dispositivo da Geely.

Por um lado, a rival já confirmou a instalação de 1 mil pontos de recarga ultrarrápida no Brasil até o final de 2027; por outro, a Geely projeta iniciar a implementação global de seu novo ecossistema a partir do mesmo ano, ainda sem confirmação oficial de chegada ao mercado brasileiro.

Aproveite para conferir o novo projeto da Geely, um hatch elétrico barato para encarar o Dolphin Mini!

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Rival do Tesla Model 3: BYD lança sedan elétrico de luxo com bateria gigante

28 September 2026 at 13:15

O sedan elétrico Z9S acaba de estrear no mercado chinês. O modelo da Denza, marca de alto luxo do grupo BYD, chegou ao país em três configurações, com preços que variam entre 255.800 e 325.800 yuans (cerca de R$ 195.700 e R$ 249.200) — e que são até R$ 41.100 mais em conta que os valores ofertados na pré-venda.

A estratégia busca desafiar concorrentes consolidados, como o Tesla Model 3. Para isso, o carro entrega dimensões superiores, maior sofisticação e desempenho expressivo. Além do porte avantajado, o Z9S se destaca ainda pela tecnologia embarcada e capacidade de carga, incluindo um porta-malas dianteiro de 120 litros.

BYD Denza Z9S

Por dentro, o modelo combina revestimento em couro Nappa com um painel tecnológico composto por central multimídia de 17,3”, quadro de instrumentos digital de 13,2” e head-up display com projeção de 50”. Já o pacote de segurança integra o sistema de condução autônoma God’s Eye 5.0 com sensor LiDAR no teto.

Sedan de luxo BYD

Desenvolvido sobre a plataforma e3 com estrutura de baterias Blade integradas, o modelo oferece versões com motor traseiro de 503 cv e uma opção de topo com três motores elétricos e tração integral de impressionantes 1.210 cv. A configuração mais potente acelera de 0 a 100 km/h em apenas 2,68 segundos.

Dependendo da versão, as baterias de até 122,5 kWh garantem autonomias de 780 km a 1.100 km no ciclo de medição chinês (CLTC). Outro diferencial técnico da plataforma e3 é o esterçamento das rodas traseiras, que proporciona manobras laterais, rotação sobre o próprio eixo e reduz o raio mínimo de giro para 4,75 metros.

Curtiu a novidade da BYD? Aproveite para conhecer o novo carro elétrico chinês de luxo que rompe a barreira dos 1.000 km por carga!

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Carro sem força na subida? O culpado pode ser este recurso "invisível"

27 September 2026 at 20:00

Desde janeiro de 2024, todos os carros comercializados no Brasil devem sair de fábrica equipados com os controles de tração e estabilidade. Embora esses assistentes sejam essenciais para a segurança, é preciso ter atenção: em alguns casos, o "anjo da guarda" eletrônico pode acabar imobilizando o veículo, colocando os ocupantes em risco.

De forma resumida, podemos dizer que a tecnologia do controle de tração monitora a velocidade das rodas por meio dos mesmos sensores usados pelo sistema de freios ABS. Nos carros mais modernos, por exemplo, o acelerador é eletrônico, componente que permite suspender a aceleração do motor assim que as rodas girarem em falso.

carro tração

O problema é que essa intervenção automática torna-se um obstáculo quando o motorista precisa enfrentar terrenos irregulares, como lama, areia ou estradas de terra íngremes. Nesses pisos fragmentados, o carro muitas vezes precisa "cavar" o solo para encontrar tração — e é aí que está o desafio.

Tração nas quatro rodas

Clécio William, diretor e instrutor do Centro de Treinamento CWS 4×4, explica que em terrenos do tipo, é necessário desativar o controle de tração assim que o motorista perceber que o carro está cortando a força do motor. “Se o carro cortar a potência ele não consegue subir”, declarou.

A desativação costuma ser simples — dependendo do modelo, basta acionar um botão com o desenho de um carro e marcas de derrapagem ou com os termos “TCS off”, “ASR off” ou “VSA off”. Em veículos mais tecnológicos, o comando pode estar escondido em menus da central multimídia.

Vale lembrar que nem sempre é preciso de fato desativar o recurso, já que alguns carros permitem a leve remoção da tração em arrancadas. Os da Fiat têm algum nível de destracionamento, mas os da Volkswagen, não.

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