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Apple Music adiciona emulador do iPod original ao seu site em homenagem aos 25 anos do dispositivo

23 October 2026 at 15:59

Como comentamos mais cedo, o dia de hoje marca o 25º aniversário do iPod original — e, para comemorar essa data tão especial, a Apple incluiu nada menos que um emulador surpreendentemente completo do seu clássico reprodutor de mídia na página de erro 404 do Apple Music.

Ornado com uma moldura do primeiro iPod, uma tela monocromática e uma scroll wheel funcional, ele traz uma série de músicas que marcaram a vida do saudoso dispositivo da Maçã.

Apple really put a fully functional iPod emulator on its 404 page to celebrate the iPod’s 25th anniversary 👀https://t.co/IBvKxOhU6D pic.twitter.com/CFSHbPPXFj

— apple files (@applefiles_) October 23, 2026

No menu “Playlists”, por exemplo, há listas de reprodução voltadas aos mais diversos gêneros, com destaque especial para 2001 — o ano de lançamento do primeiro iPod. As abas “Artistas” e “Músicas” também estão populadas com dezenas de artistas e canções, servindo como uma verdadeira cápsula do tempo.

É possível até mesmo jogar o clássico game Breakout, que pode ser acessado em Ajuste » Sobre e segurando o botão central por alguns segundos.

Emulador do iPod original na página de erro 404 do Apple Music rodando o jogo Breakout
Captura de tela/Apple Music

Se as informações da tela “Sobre” estiverem corretas, esse iPod virtual está rodando a versão 2644.1.0 do seu sistema operacional e está carregado com 1.029 músicas. Nenhuma dessas canções, no entanto, é uma versão completa: todas têm apenas cerca de um minuto e meio.

Entre as várias músicas selecionadas pela Apple, está o hit indie “Music Is My Hot Hot Sex”, parte do álbum “Cansei de Ser Sexy” (2005), da banda brasileira CSS — e que já foi a trilha sonora de um comercial do iPod touch!

Para conferir a novidade, basta acessar essa página. Não está claro por quanto tempo esse emulador ficará de pé, então aproveite para dar aquela brincada enquanto pode!

Muito bacana, não? 😃


O Apple Music conta com um catálogo de mais de 100 milhões de músicas e 30 mil playlists — muitas delas com suporte a Áudio Espacial (Dolby Atmos) e em altíssima definição, com áudio Lossless. Para quem ama música clássica, há um app dedicado com mais de 5 milhões de faixas, tudo em uma interface simplificada! No Brasil, são três tipos de assinatura: Universitária (R$12,90/mês), Individual (R$23,90/mês) e Familiar (R$40,90/mês). Caso você não seja um assinante, pode testar o serviço de forma gratuita por um mês. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.

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Recurso de diretora é rejeitado e Apple TV escapa de acusação de plágio envolvendo “Servant”

23 October 2026 at 14:54

Um tribunal de apelações dos Estados Unidos deu ganho de causa à Apple no processo de plágio movido por Francesca Gregorini contra a série “Servant”, dirigida e produzida por M. Night Shyamalan.

Aberta em 2020, a ação argumentava que o Apple TV havia copiado o enredo do filme “A Grande Ilusão” (“The Truth About Emanuel”), lançado em 2013 e dirigido por Gregorini. De acordo com ela, a produção “usa a mesma linguagem cinematográfica” que sua obra, tornando-as “substancialmente semelhantes”.

Depois de ser rejeitado pela Justiça estadunidense no mesmo ano, o processo foi retomado em 2022 pela Corte do Nono Circuito. No início do ano passado, Gregorini voltou a sofrer uma derrota, com um tribunal federal decidindo por unanimidade que Shyamalan é inocente em relação às acusações de violação de direitos autorais.

Agora, de acordo com a Reuters, o Tribunal de Apelações do Nono Circuito rejeitou o recurso apresentado por Gregorini após essa decisão sob o argumento de que Shyamalan não poderia ter copiado o filme dela.

Em seu recurso, a diretora disse que o júri deveria ter recebido instruções mais detalhadas sobre o alcance do seu filme, o que ajudaria a esclarecer se os criadores de “Servant” poderiam ou não tê-lo visto antes de a série começar a ser produzida. Ela também contestou o fato de a juíza responsável pelo caso ter aceitado o veredito sem antes responder a uma pergunta dos jurados sobre o termo “disseminação generalizada”.

Ainda segundo as informações, o tribunal disse que as instruções fornecidas ao júri refletiam com precisão a lei aplicável e que a magistrada não era obrigada a fornecer uma definição mais detalhada sobre o termo citado. A corte também rejeitou o argumento de que a juíza abusou de seu poder discricionário ao aceitar o veredito unânime do júri sem antes responder à pergunta dos jurados.

O filme de Gregorini apresenta uma mãe delirante e uma babá que criam uma boneca como se ela fosse uma criança de verdade. A autora viu semelhanças desse enredo com o de “Servant”, que traz uma babá sendo contratada por um casal para ajudar a criar um boneco em substituição ao seu filho falecido.

Tendo recebido quatro temporadas, “Servant” está disponível na íntegra no Apple TV. O filme de Gregorini, por sua vez, é distribuído no Brasil pelo Amazon Prime Video.


O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$34,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.

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via 9to5Mac

O primeiro iPod completa 25 anos de idade hoje!

23 October 2026 at 12:30

Há exatos 25 anos (ou 1/4 de século, para efeito dramático), o primeiríssimo iPod era revelado ao mundo por Steve Jobs, o então CEO 1Chief executive officer, ou diretor executivo. da Apple.

Equipado com uma tela LCD 2Liquid crystal display, ou display de cristal líquido. monocromática, um espaçoso (para a época) disco rígido de 5GB e um design para lá de icônico, ele mexeu com as estruturas da indústria fonográfica, além de ter servido como o primeiro “protótipo” de produtos como o iPhone e o iPad.

Com uma porta FireWire, o iPod original era capaz de transferir discografias inteiras em uma fração do tempo levado por reprodutores USB tradicionais, além de poder ser usado como uma espécie de HDD 3Hard disk drive, ou disco rígido. externo — possibilidade de uso que foi ativamente explorada pela Apple para justificar os US$400 cobrados pelo aparelho em 2001 (cerca de US$760 em valores atuais).

Mão segurando um iPod original
Foto de Cartoons Plural na Unsplash

Embora tenha motivado algumas críticas, o preço relativamente alto não chegou nem perto de ameaçar o sucesso do primeiro iPod, que podia armazenar até 1.000 músicas em seu HDD da Toshiba — capacidade que era constantemente lembrada pelo material de divulgação da Maçã.

Ele vinha com um CD de instalação do iTunes 2 — software que, junto com o iPod, mudou a forma como as pessoas consomem músicas — e era compatível apenas com Macs, o que também fez muita gente torcer o nariz na época.

iPod em exposição
Foto: Fortune

Medindo cerca de 6cm de largura, 10cm de altura e pouco menos de 2cm de espessura, o iPod original está longe de ser o produto mais compacto do mundo para os padrões de 2026, mas na época ele com certeza chamava atenção, sendo comparável a um baralho de cartas — nas palavras do próprio Jobs.

A famosa scroll wheel também marcou época, oferecendo uma forma prática e intuitiva de interagir com o software, embora não tenha durado muito tempo (pelo menos não daquela forma) por questões de confiabilidade — como salientado por Tony Fadell (considerado o “pai do iPod”) há alguns anos em uma entrevista.

Depois do choque inicial, o iPod recebeu, é claro, novas versões, cada uma com as suas próprias peculiaridades. O modelo de segunda geração, por exemplo, passou a ser compatível com PCs com Windows, enquanto os modelos de terceira e quarta gerações adotaram o clássico conector de 30 pinos, que acabou dando as caras também nos primeiros iPhones e iPads anos depois.

iPod de segunda geração, compatível com Windows (2002)
Foto: RR Auction

O primeiro iPod com uma tela colorida veio na forma do iPod photo, que logo passou a fazer parte da quarta geração do reprodutor — tempo depois, ele foi renomeado para iPod with color display. Também com uma tela colorida, a quinta geração adicionou suporte ao codec H.264 e a capacidade de reproduzir vídeos (até então, rechaçada pela Apple devido à tela pequena do dispositivo).

Em 2007, tivemos o lançamento da sexta geração do iPod, que foi a primeira a receber o sufixo “classic”, atribuído também aos modelos anteriores retroativamente. Esse modelo chegou a receber uma revisão em 2009 que acabou se tornando a última “geração” do modelo clássico do iPod, equipada com 120GB de armazenamento e um corpo mais fino.

iPod classic prata sobre uma mesa
Foto: Vdovichenko Denis / Shutterstock.com

Como sabemos, o iPod classic foi descontinuado pela Apple em setembro de 2014, mas o fim da linha como um todo ainda estava a alguns anos de distância, com a descontinuação do iPod touch em 2022. Antes disso, no entanto, várias outras versões do reprodutor de mídia da Apple ficaram pelo caminho: o iPod mini (introduzido em 2004), o iPod shuffle (2005) e o iPod nano (2005).

iPods
Da esquerda para a direita: iPod classic, iPod nano e iPod shuffle

Antes um dos gadgets mais populares do mercado, o iPod classic se tornou hoje um item de colecionador cultuado por uma legião de usuários nostálgicos, que apontam as vantagens do aparelho em um mundo ultraconectado e fazem de tudo para manter suas unidades funcionando a todo vapor.

E você, tem ou teve um iPod original? Ou quem sabe um modelo mais recente? Comente abaixo!

Notas de rodapé

  • 1
    Chief executive officer, ou diretor executivo.
  • 2
    Liquid crystal display, ou display de cristal líquido.
  • 3
    Hard disk drive, ou disco rígido.

Apple destacará apps com suporte ao iPhone Duo na App Store; Instagram, WhatsApp e muitos outros são atualizados

23 October 2026 at 00:17

Uma das maiores críticas ao iPhone Duo nestes dias de pré-lançamento com certeza é o estado dos aplicativos disponíveis para o dobrável, que nem sempre apresentam uma experiência adaptada ao formato pouco convencional do aparelho.

Muitos desenvolvedores, no entanto, já lançaram atualizações para o dobrável, e a Apple está fazendo questão de destacar isso com novas coleções na App Store, as quais trazem apps e jogos que já foram adaptados para o iPhone Duo. Softwares otimizados para o aparelho também ostentarão o rótulo “Made for iPhone Duo” (“Feito para o iPhone Duo”, em tradução direta).

Susan Prescott, responsável global pelas relações com desenvolvedores da Apple, falou sobre a recepção que o dobrável tem recebido por parte de criadores de apps:

A resposta da nossa comunidade de desenvolvedores ao iPhone Duo tem sido incrível, e estamos inspirados pela rapidez com que eles adotaram a tela maior e as novas formas de interação. Desde assistir a programas e conteúdos populares na tela interna expansiva até realizar multitarefas em várias janelas ou jogar games com qualidade de console, desenvolvedores do mundo todo estão reinventando o que seus apps podem fazer. Mal podemos esperar para que os usuários descubram essas experiências a partir desta sexta-feira, com muitas outras novidades em apps a caminho.

Em um comunicado publicado no seu site oficial, a Apple deu bastante destaque à Netflix, cujo app chegou até mesmo a ser citado na keynote de apresentação do iPhone Duo. Outros apps de streaming, no entanto, já entraram para essa festa, como o Amazon Prime Video, o Paramount+ e as plataformas de transmissões esportivas MLB e PGA Tour.

Entre os apps de produtividade citados pela Apple, temos o Word e o Outlook (ambos da Microsoft), bem como o Zoom, o Slack e o Salesforce (ambos da Salesforce), o Fantastical, o Notewise, o Things e o Bear.

Criadores de conteúdo, por sua vez, já podem aproveitar o Instagram e seu app irmão Edits no iPhone Duo, bem como o app de IA Detail e o editor de vídeos VLLO.

No mundo dos jogos, temos os gigantescos Asphalt Legends e Zenless Zone Zero, bem como o RPG 1Role-playing game, ou jogo de interpretação de papéis. UnGodly. No Apple Arcade, títulos como Sneaky Sasquatch e Retrocade já foram adaptados para tirar vantagem da tela interna do dobrável.

Outros apps citados pela Apple incluem Deck-Man, NYT Cooking, LTK, Lowe’s, Shop, OpenTable, DoorDash, Yelp, Lyft, American Airlines, United Airlines, Sky Guide, Tide Guide, edjing Mix, Next Shot, iQIYI, WPS Office, Xmind, Weibo, AMap Global, rednote, Taobao, WEBTOON, NAVER SERIES, KakaoPage, BAND, Airmail, Craft, Tiimo e Moises.

A Maçã também citou o SmartGym, o Flighty e o Tripsy, sobre os quais falamos ontem junto com o app Suporte da Apple, que também ganhou suporte ao iPhone Duo.

Mais apps

Além dos apps destacados acima, outros também já abraçaram o iPhone Duo, incluindo os desenvolvidos pela própria gigante de Cupertino, como o TestFlight e o GarageBand.

Entre os adaptados está até mesmo o WhatsApp:


Como o iPhone Duo ainda está nos seus primeiros dias de vida, é possível que apps não otimizados continuem sendo um problema por mais algumas semanas. No entanto, como pudemos conferir, a situação parece estar melhorando num ritmo bastante interessante.

iPhone Duo

iPhone Duo

Cores: branco-estrela ou céu noturno
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
R$ 21.999,00

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Notas de rodapé

  • 1
    Role-playing game, ou jogo de interpretação de papéis.

Abandonado, navegador Arc será encerrado de vez em 22 de dezembro

22 October 2026 at 20:00

Depois de suspender o desenvolvimento do Arc no início do ano passado, a The Browser Company anunciou hoje que está encerrando de vez o funcionamento do seu outrora popular navegador, forçando usuários a migrar para alternativas como o Dia — outro browser da casa.

A empresa explicou no site oficial do Arc que o fim do suporte ao navegador acontecerá em fases, culminando na sua morte definitiva em 22 de dezembro (tanto no macOS quanto no Windows).

We've decided to sunset Arc on December 22, 2026.

That's not an easy sentence to write. We spent years building Arc and celebrating each and every release along the way: we have so much pride and love for what we made alongside the Arc community.

Our priority is to deliver…

— Arc (@arcinternet) October 22, 2026

A partir de hoje, não é mais possível criar novas contas no Arc; em 23 de novembro, o recurso Browse for Me e outras ferramentas de inteligência artificial do navegador serão desativados, bem como a habilidade de “logar e sincronizar as suas abas”. Em 22/12, a The Browser Company também removerá o Arc Search do Google Play e desativará todas as contas de usuários.

Como comentamos no ano passado, a desenvolvedora abandonou o Arc para se dedicar ao Dia, que conta com um grande foco em IA. Na época, o diretor executivo da The Browser Company, Josh Miller, disse que sua equipe até considerou transformar o Arc em um navegador de código aberto, mas desistiu da ideia pois o kit de desenvolvimento de software (SDK, na sigla em inglês) do Arc ainda era valioso para a companhia.

Desde então, o Arc chegou a receber atualizações de segurança — algo que também será encerrado agora. Antes independente, a The Browser Company hoje é uma subsidiária da Atlassian (dona do Trello).

Documentário “Fleetwood Mac: The Chain” estreará no Apple TV em 29/1

22 October 2026 at 15:34

Anunciado no final de 2024, o documentário do Apple TV sobre a lendária banda anglo-americana Fleetwood Mac ganhou hoje uma data de estreia: 29 de janeiro de 2027 — coincidindo com o aniversário de 50 anos do álbum “Rumours”, vencedor do Grammy.

Intitulada “Fleetwood Mac: The Chain”, a produção será dirigida pelo cineasta Frank Marshall, cinco vezes indicado ao Oscar, e contará com “as vozes, memórias e perspectivas” de todos os membros da banda (Mick Fleetwood, John McVie, Christine McVie, Lindsey Buckingham e Stevie Nicks), segundo a Maçã.

Com roteiro de Mark Monroe, o documentário busca refletir o profundo significado do hit “The Chain”, que “personifica uma família forjada por uma paixão compartilhada”, além de ser a única música do álbum “Rumours” creditada a todos os cinco membros.

A canção captura perfeitamente o vínculo complexo, porém duradouro, no coração do Fleetwood Mac, e sua letra icônica tornou-se um poderoso símbolo do respeito e da conexão que persistiram durante a tumultuada jornada da banda rumo ao estrelato.

Espectadores podem esperar reflexões sobre o álbum, os recordes batidos pela banda e suas turnês, bem como imagens nunca antes vistas e entrevistas inéditas realizadas ao longo das últimas décadas. O documentário promete ainda explorar a “resiliência pessoal e destreza musical” dos membros e levar os assinantes do Apple TV pelos altos e baixos da banda.

Além de dirigir, Marshall também produz pela The Kennedy/Marshall Company ao lado de Nigel Sinclair, Nicholas Ferrall, Jeanne Elfant Festa e Aly Parker. Cassidy Hartmann e Tony Rosenthal atuam como produtores executivos junto com Monroe.

O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$34,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.

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Justiça australiana obriga Apple a abrir o iOS para lojas de apps e sistemas de pagamento alternativos

22 October 2026 at 14:24

A Austrália é o mais novo país a ir atrás do controle que a Apple tem sobre a distribuição de apps no iOS e da forma como desenvolvedores processam transações em seus softwares.

Hoje, o Tribunal Federal da Austrália ordenou que a companhia abra seu sistema operacional para lojas de apps e sistemas de pagamento concorrentes, além de permitir que usuários baixem e atualizem softwares de maneira direta (como por meio de páginas na web).

A Justiça australiana ainda deixa claro que isso deve ser feito sem qualquer penalização aos desenvolvedores que optarem por plataformas de terceiros. Eles também precisam ter acesso às mesmas ferramentas disponibilizadas aos criadores que estão na App Store, além de estarem sujeitos aos mesmos termos.

Quanto aos sistemas de pagamento, a Maçã está proibida de obrigar desenvolvedores a listarem a plataforma de processamento da App Store ao lado de outros sistemas ou fazê-los informar suas vendas à Apple. A empresa também não pode impedi-los de oferecer seus apps por preços menores caso sejam adquiridos com ferramentas de terceiros, bem como condicionar a distribuição alternativa ao fato de os desenvolvedores oferecerem conteúdo comprado em outros locais pelo sistema de pagamento proprietário da Apple.

O Tribunal também se adiantou e barrou algumas das manobras adotadas pela Apple em outros mercados para continuar cobrando uma comissão sobre apps distribuídos fora da App Store. Segundo a ordem, a Maçã não pode cobrar taxas sobre compras feitas por meio de serviços de pagamento alternativos ou sites em aplicativos distribuídos fora da App Store. No caso dos apps disponibilizados via App Store, as taxas são limitadas a um valor equivalente ao cobrado por bens ou serviços físicos, com a adição de outros “custos razoáveis” que a Apple possa ter ao processar essas compras.

A Apple, por outro lado, ainda poderá realizar verificações de segurança e privacidade em apps distribuídos fora da App Store, bem como manter seu tradicional sistema de notarização — mas sem impor restrições ou obstáculos para a instalação de apps por meios alternativos. A fabricante do iPhone também terá o poder de remover ou desativar apps distribuídos fora da App Store caso ela detecte conteúdo impróprio, riscos de segurança ou receba uma ordem legal.

Por fim, a Apple não poderá impedir que lojas alternativas sejam pré-instaladas em iPhones, mas não será obrigada a permitir que plataformas concorrentes sejam distribuídas pela própria App Store.

Epic Games comenta ordem

À Reuters, a desenvolvedora de Fortnite — uma das maiores interessadas na abertura do iOS — disse que seu battle royale retornará à App Store australiana “ainda hoje” como consequência dessas mudanças.

Ainda de acordo com o Tribunal, essas regras começarão a valer em 1º de março do ano que vem. Embora possa pedir uma prorrogação judicial no início de fevereiro (o que levaria o prazo para 3 de maio), a Apple disse ao veículo que apelará da decisão, citando seus direitos de propriedade intelectual e a segurança da App Store.

via MacRumors

Apple Music anuncia rebranding e divulga novos logotipos

21 October 2026 at 17:38

Depois de ter dado as caras nas versões beta dos sistemas da Maçã, a nova identidade visual do Apple Music já está entre nós!

Anunciada há pouco pela fabricante do iPhone, ela abre mão de cores sólidas para apostar em efeitos visuais inspirados por ondas sonoras — e que lembram bastante a linguagem de design Liquid Glass.

Introducing a new identity for Apple Music, physically shaped by an original composition from @fredagainagain1 and NEST Acoustics. pic.twitter.com/LFXLIfexPL

— Apple Music (@AppleMusic) October 21, 2026
Apresentando uma nova identidade para o Apple Music, fisicamente moldada por uma composição original de @fredagainagain1 e NEST Acoustics.

Por enquanto, a Apple divulgou apenas o novo logotipo do seu serviço de streaming, criado pela NEST Acoustics.

Para chegar ao resultado acima, eles colocaram o logo do Apple Music no fundo de um tanque preenchido com óleo mineral e o cobriram depois com uma placa transparente no formato de um ícone de app. O efeito de ondas sonoras, por sua vez, foi gerado por uma composição (criada pelo DJ e produtor musical Fred Again…), cuja frequência se moveu pelo tanque.

Foram criadas duas versões do logo: uma apenas com a nota dupla e outra com a wordmark. É possível que as vejamos em uso pelo Apple Music no início de vídeos promocionais e em produções como gravações de shows.

Como tem sido o costume, a Apple publicou um vídeo de bastidores que mostra como se deu o processo de criação desses logos:

A nova identidade visual do Apple Music deverá pintar para todos nas versões 27.2 dos sistemas da Maçã, cujo lançamento é esperado para a semana que vem.

O Apple Music conta com um catálogo de mais de 100 milhões de músicas e 30 mil playlists — muitas delas com suporte a Áudio Espacial (Dolby Atmos) e em altíssima definição, com áudio Lossless. Para quem ama música clássica, há um app dedicado com mais de 5 milhões de faixas, tudo em uma interface simplificada! No Brasil, são três tipos de assinatura: Universitária (R$12,90/mês), Individual (R$23,90/mês) e Familiar (R$40,90/mês). Caso você não seja um assinante, pode testar o serviço de forma gratuita por um mês. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.

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Apple, Mozilla e Google bloqueiam certificados vulneráveis em seus navegadores

21 October 2026 at 16:54

A Apple bloqueou recentemente oito certificados vulneráveis que eram utilizados pelo Safari para determinar se uma página da web era legítima ou não — recurso que existe para proteger usuários de cópias baratas de sites feitas para golpes.

De acordo com informações do BleepingComputer, essas chaves privadas foram revogadas pela autoridade certificadora indiana eMudhra após pesquisadores descobrirem que eram tão fracas que qualquer pessoa poderia utilizá-las para forjar um certificado de uma página legítima.

Além do Safari, navegadores populares como o Mozilla Firefox e o Google Chrome também se baseavam nesses certificados para proteger usuários. Em um relatório, inclusive, a Mozilla explicou que todos os oito certificados utilizavam chaves privadas P-384 (geradas em abril de 2025), as quais tinham valores menores que 256 — o que permitia a qualquer pessoa recuperá-las testando apenas 256 possibilidades.

Descoberta primeiro por um pesquisador identificado apenas como Wayne, em 17 de outubro, a vulnerabilidade foi demonstrada no GitHub por outro pesquisador chamado Flüpke, o qual mostrou que uma chave privada para o certificado “EM OV TLS CA – G3C” da eMudhra contava com um valor de apenas 4.

Em uma resposta à Mozilla, desenvolvedora do Firefox, a eMudhra disse que identificou um erro em um script usado para gerar certificados que fazia com que um segundo conjunto de chaves mais fracas fosse gerado — as quais eram, então, selecionadas erroneamente como as chaves definitivas por terem rótulos parecidos com os das chaves corretas.

A autoridade também colocou panos quentes na situação ao afirmar que a maioria dos certificados nunca foi usada em produção e que não encontrou evidências de que o problema tenha afetado usuários finais.

Além do Safari, o Firefox e o Chrome também já revogaram esses certificados.

Macs ainda podem estar vulneráveis

Ainda de acordo com o veículo, Dennis Jackson, engenheiro de criptografia da Mozilla, alertou que o utilitário embutido /usr/bin/curl do macOS poderá continuar confiando nesses certificados vulneráveis, pois o seu bundle de certificados não verifica se os certificados foram revogados.

Isso quer dizer que, caso o Mac já tenha aceitado algum desses certificados, ele continuará confiando nele até que haja uma correção — algo que só poderá ser feito em uma futura atualização de segurança.

Unboxings do iPhone Duo vazam antes da hora; veja os primeiros reviews

21 October 2026 at 15:08

Se você rolou pelos feeds das principais redes sociais na manhã de hoje, percebeu que já começaram a pintar os primeiros reviews do iPhone Duo, cujo lançamento ocorrerá nesta sexta-feira (23/10).

Horas antes de o embargo cair, contudo, uma série de vídeos de unboxing e hands-on começaram a pipocar internet afora, nos dando uma chance de conferir o mais novo smartphone da Apple um pouco mais de perto.

Um dos veículos a divulgar vídeos do iPhone Duo foi o canal do YouTube Kingmi Mobile, que publicou não só um, mas dois vídeos de unboxing — um para o modelo na cor branco-estrela (star white) e outro para a versão na cor céu noturno (night sky):

Em um terceiro vídeo, o canal mostra elementos como o vinco e a câmera interna sob a tela do iPhone Duo com mais detalhes:

O dobrável também aparece em outros vídeos publicados em redes sociais como o X:

someone unboxed the iPhone Duo on TikTok 😭 pic.twitter.com/fxZTZbJS49

— Holly – I like tech (@AnxiousHolly) October 21, 2026

iPhone Duo saying hello 👋 pic.twitter.com/OClfIESbQO

— Maywrld (@maywrld01) October 20, 2026

Okay, someone from Russia has also got their hands on the iPhone Duo, and they’ve already unboxed and set-up the Phone! 😬

We can even see them using a UV torch on box to verify its originality…

Also, some games are still not optimised for the full-screen display yet 😭 pic.twitter.com/mVVWZwhWEQ

— Sunny (@sunnny1583) October 21, 2026

Can’t believe, someone already unboxed iPhone Duo before embargo lifts!! 😭 pic.twitter.com/NMPyEScGiu

— Ahmed (@itz_ahmedx) October 20, 2026

Primeiros reviews

Como dito, o embargo estabelecido pela Apple para a publicação de vídeos a respeito do iPhone Duo caiu às 9h da manhã, e as primeiras impressões acerca do dobrável já estão pipocando na internet.

Entre os criadores de conteúdo que puderam colocar as mãos no dobrável antecipadamente, estão os YouTubers Marques “MKBHD” Brownlee e Matti Haapoja, bem como a jornalista Joanna Stern (ex-Wall Street Journal) e o site The Verge:

Como era de se esperar em se tratando de um smartphone de primeira geração, as opiniões sobre o aparelho até agora têm sido um tanto mistas, embora elas tendam a pender para um lado mais favorável — o que indica que a Apple acertou na execução, ainda que haja espaço para melhorias.

Um dos aspectos mais elogiados do iPhone Duo até agora é, sem dúvida, a sua tela interna com o acabamento nano-texture, que torna a utilização do aparelho em ambientes externos muito mais confortável se comparado a outros dobráveis no mercado, os quais costumam vir com displays mais reflexivos. Essa vantagem, porém, tem como custo um pouco menos de definição na imagem, mas nada que atrapalhe a experiência.

Esse acabamento também ajuda a esconder o vinco, que ainda é perceptível a olho nu, mas raramente atrapalha o usuário ao realizar uma tarefa — inclusive ao digitar, já que o iOS divide o teclado em dois para afastar as teclas do vinco caso o usuário resolva escrever algo com o dobrável entreaberto.

A área maior da tela interna também abre espaço para outro recurso muito elogiado do iPhone Duo: o modo de tela dividida (Split View), que expande consideravelmente as possibilidades em matéria de multitarefa. A impossibilidade de abrir um terceiro app lado a lado, no entanto, tem sido citada como um ponto negativo do software.

O formato de passaporte do aparelho também contribui para essa experiência, além de facilitar o consumo de mídias como vídeos e filmes. Ele, no entanto, pode tornar difícil alcançar certos elementos da interface na tela externa com apenas uma mão, além de favorecer o uso com a mão direita no modo fechado.

Em termos de câmera, as opiniões têm sido bastante mornas — algo que era esperado, considerando o espaço limitado para as lentes. Sem controles profissionais, a câmera principal do iPhone Duo lembra bastante a única lente do iPhone 17e, que, apesar de não ser um smartphone topo-de-linha, já é capaz de capturar imagens muito competentes.

Talvez a área mais controversa do iPhone Duo seja o seu software, mas não por culpa da Apple, que parece ter feito um ótimo trabalho para tornar tudo suave e extremamente intuitivo, sendo a já clássica animação de abertura/fechamento do aparelho um símbolo disso. Apps de terceiros, no entanto, ainda sofrem com os vários formatos de tela do aparelho, o que tem resultado, na maioria dos casos, em bordas pretas e imagens esticadas — problemas que provavelmente serão consertados com o tempo, via atualizações de software.

Outro aspecto do iPhone Duo que virou alvo de muita especulação nos últimos meses foi a sua dobradiça, que parece já ter assumido o seu posto como uma das mais robustas do mercado. Stern, por exemplo, colocou o aparelho para abrir e fechar mais de 32.000 vezes com a ajuda de um robô; mesmo assim, ela não conseguiu notar uma diferença significativa na resistência da dobradiça.


Em pré-venda desde a última sexta-feira (16/10), o iPhone Duo já aparece com prazos de entrega extremamente elásticos em vários países, incluindo o Brasil, como comentamos aqui.

Vendido por US$2.000 nos Estados Unidos, o dobrável sai pela bagatela de R$22.000 no mercado nacional — isso em sua versão de entrada, com 256GB de capacidade.

iPhone Duo

iPhone Duo

Cores: branco-estrela ou céu noturno
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
R$ 21.999,00

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada a mais pelos produtos/serviços ao usar os nossos links de afiliado.

Estreia no Apple TV: 2ª temporada da série alemã “Onde Está a Wanda?”

21 October 2026 at 12:30

Aterrissou hoje no catálogo do Apple TV a segunda temporada de “Onde Está a Wanda?” (“Where’s Wanda?”), série alemã protagonizada por Axel Stein e Heike Makatsch.

A trama da segunda temporada segue acompanhando a família Klatt, constituída pelo casal Dedo (Stein) e Carlotta (Makatsch), bem como pela filha Wanda (Lea Drinda), flagrada ao lado de um cadáver. A série conta ainda com Leo Simon e Nikeata Thompson no elenco.

Reveja o trailer da segunda temporada:

Nos novos episódios, o casal precisará fazer de tudo para provar a inocência da filha e evitar perdê-la novamente. Porém, na busca pelo verdadeiro assassino, eles acabam imersos no submundo do crime da sua pacata cidade suburbana.

Uma produção da UFA Fiction, a série foi criada e escrita por Oliver Lansley, ao lado dos produtores executivos Nataly Kudiabor e Sebastian Werninger. Baseada em uma história de Zoltan Spirandelli, a produção é dirigida pelos cineastas Christian Ditter (que também é creditado como produtor executivo), Tobi Baumann e Facundo Scalerandi.

O primeiro dos oito episódios da segunda temporada de “Onde Está a Wanda?” já está disponível. Os capítulos remanescentes, por sua vez, serão liberados semanalmente, até 9 de dezembro.

O Apple TV está disponível no aplicativo Apple TV em mais de 100 países e regiões, seja em iPhones, iPads, Apple TVs, Macs, dispositivos Android, smart TVs ou online — além de estar em aparelhos como Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, consoles PlayStation e Xbox. O serviço custa R$34,90 por mês, com um período de teste gratuito de 7 dias. Por tempo limitado, quem comprar e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac ganha 3 meses do Apple TV. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.

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As diferenças entre o HomePod mini 2 e o modelo original

20 October 2026 at 22:30

Anunciado na semana passada, o HomePod mini 2 traz algumas novidades bastante interessantes, como o suporte à Siri AI e um processador atualizado. Ainda assim, como ele se parece bastante com o seu antecessor (principalmente em termos de design), é possível que algumas pessoas ainda estejam confusas quanto às melhorias promovidas pela Apple.

Se você é uma delas, saiba que está no artigo certo! A seguir, vamos passar por todas as diferenças entre o HomePod mini de primeira geração e o HomePod mini 2 — assim, você poderá decidir qual dos dois modelos comprar ou se vale a pena trocar o seu.

Design e dimensões

Aqui você vai encontrar mais semelhanças do que diferenças entre as duas gerações da caixa de som inteligente, que contam com o mesmo visual geral, introduzido em 2020, com novas cores adicionadas em 2021 e posteriormente em 2024.

Divulgação/Apple

Com um corpo esférico envolto por uma malha colorida, ambos os modelos têm 84,33mm de altura e 97,9mm de largura, com diferença apenas no peso, menor no HomePod mini 2: 335g (ante os 345g do modelo de primeira geração).

Como dito, as cores do HomePod mini de primeira geração já foram atualizadas algumas vezes, e o modelo chegou a ser vendido nas opções branca, amarela, laranja, azul e meia-noite. O HomePod mini 2, por sua vez, pode ser adquirido nas cores branca, rosa, verde, azul e meia-noite.

Ambos os modelos seguem vindo com uma superfície circular retroiluminada com botões de “+” e “-” para ajuste rápido de volume.

A Apple disponibilizará o recurso Brilho do Som (Sound Glow), que faz essa superfície pulsar e brilhar em tempo real de acordo com a música que está tocando, para todos os modelos do HomePod mini e para o HomePod de segunda geração.

Divulgação/Apple

Tecnologia de áudio

Nesse quesito temos algumas mudanças bem curiosas de uma geração para a outra, embora pouco tenha mudado do ponto de vista de hardware.

O que ambos os modelos têm:

  • Driver de alcance completo e dois radiadores passivos para graves profundos e frequências altas nítidas;
  • Guia de onda acústica personalizada para um campo sonoro de 360º;
  • Tecido acusticamente transparente;
  • Áudio computacional para ajustes em tempo real;
  • Reconhecimento de Som para alarmes de fumaça e monóxido de carbono;
  • Áudio multiambiente com AirPlay;
  • Compatibilidade com setups de áudio estéreo.

O que apenas o HomePod mini 2 tem:

  • Compatibilidade com som surround quando emparelhado a uma Apple TV 4K;
  • Pode ser usado como caixa de som para Macs;
  • Chip S10.
Divulgação/Apple

Em termos de hardware de áudio, o HomePod mini de primeira geração leva vantagem em apenas um item: o número de microfones. Enquanto o modelo mais antigo vem com quatro microfones embutidos “para Siri em distâncias grandes”, o HomePod mini 2 vem com “apenas” três.

É possível, no entanto, que a Apple esteja compensando a ausência de um microfone no novo modelo com as novas capacidades de software viabilizadas pelo chip S10, bem mais moderno do que o S5 do HomePod mini de primeira geração.

Fontes e controles de áudio

Aqui, nada mudou. Ambos os modelos podem reproduzir áudio das seguintes fontes:

  • Apple Music;
  • Compras do iTunes;
  • Biblioteca de Música do iCloud com uma assinatura do Apple Music ou do iTunes Match;
  • Serviços de música de terceiros;
  • Estações do Apple Music Radio ou episódios sob demanda;
  • Estações de rádio do TuneIn, do iHeartRadio ou do Audacy;
  • Apple Podcasts;
  • Resumos de notícias;
  • AirPlay (iPhone, iPad, iPod touch, Apple TV 4K ou Mac).

Também é possível controlar a reprodução ao:

  • Tocar uma vez na parte superior para reproduzir/pausar;
  • Tocar duas vezes seguidas para pular;
  • Tocar três vezes seguidas para voltar;
  • Tocar e segurar para invocar a Siri;
  • Tocar nos botões de “+” e “-” para aumentar ou diminuir o volume.
HomePod mini
photoschmidt / Shutterstock.com

Siri

O HomePod mini 2 vence com facilidade nesse quesito: é o único compatível com a versão “turbinada” da assistente virtual da Apple, a Siri AI.

De acordo com a Apple, além de ajudar em tarefas mais simples como enviar mensagens, controlar a reprodução e configurar lembretes, a Siri AI também pode conversar mais naturalmente, responder dúvidas sobre o mundo real com base em buscas na web e recomendar músicas de maneira mais precisa. Ela ainda leva mais o contexto em conta e processa a maioria das solicitações no próprio dispositivo.

O HomePod mini de primeira geração segue com a versão antiga da Siri, capaz de lidar com comandos mais básicos.

Conectividade e sensores

Tanto o HomePod mini de primeira geração quanto o HomePod mini 2 são compatíveis com descoberta ponto a ponto, para acesso fácil de convidados, e com redes Thread, além de contarem com um chip de banda ultralarga para recursos que dependem da proximidade de outros aparelhos, como iPhones.

Divulgação/Apple

Já o modelo mais antigo tem Wi-Fi 4 (802.11n) e Bluetooth 5, enquanto a nova versão conta com Wi-Fi 6E (802.11ax) e Bluetooth 6. Ambos os modelos vêm com sensores de temperatura e umidade.

Preço e disponibilidade

Já disponível em pré-venda, o HomePod mini 2 será lançado em 30 de outubro por US$150 (US$20 a mais do que o modelo anterior) nos Estados Unidos e em outros países selecionados.

Assim como seu antecessor, o novo HomePod mini também segue sem uma previsão de lançamento no Brasil ou em Portugal — quem sabe isso mude com o lançamento dos sistemas 27.2 e com a chegada da Siri AI em português.

Divulgação/Apple

Ambos os HomePods mini vêm com um cabo USB-C e um adaptador bivolt de 20W na caixa, além da documentação regulamentar, é claro.


HomePod e HomePod mini (miniatura)
Comprar HomePod e HomePod mini 2 de Apple 🇺🇸 Preço: a partir de US$149
Cores: meia-noite, branco, rosa, azul ou verde

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ChatGPT agora permite proteger conversas com um PIN; app para iOS ganha novo widget

20 October 2026 at 21:58

A OpenAI anunciou hoje os Locked Chats, recurso que permite manter conversas com o ChatGPT protegidas por PIN (senha) para maior privacidade.

Bastante parecida com as conversas trancadas do WhatsApp, a novidade cria uma conversa paralela com a inteligência artificial, separada do seu histórico tradicional e da busca.

Na web e no desktop, é possível configurar um PIN que será solicitado toda vez que o usuário tentar acessar uma conversa trancada. No app do ChatGPT para dispositivos móveis, no entanto, também será possível destrancar a conversa com o Face ID/Touch ID ou com o próprio sistema de desbloqueio do smartphone/tablet.

Mensagens trocadas em uma conversa trancada não serão lembradas pelo ChatGPT, o que impede que elas apareçam, mesmo que indiretamente, em outras conversas. A OpenAI deixa claro, no entanto, que transformar uma conversa existente em uma conversa trancada não apaga as mensagens antigas da memória do chatbot; apenas as novas deixam de ser memorizadas.

Keep sensitive conversations out of view with Locked Chats in ChatGPT.

Move chats out of your regular history and search into a protected space you can unlock with a PIN on web and desktop, or a PIN, Face ID, Touch ID, or device unlock on supported mobile devices.

New messages… pic.twitter.com/tV0wBj8f0i

— ChatGPT (@ChatGPT) October 20, 2026

Ao contrário do WhatsApp, as conversas trancadas não são protegidas por criptografia de ponta a ponta nem por mecanismos semelhantes. Elas também não alteram o período em que a OpenAI retém a conversa, e as “políticas de espaço de trabalho aplicáveis, os requisitos de segurança ou as obrigações legais e de conformidade” seguem valendo para esses espaços.

As conversas trancadas podem ser encontradas em Projects » Locked chats e só são acessíveis mediante a digitação do PIN, de modo que, ao redefinir o PIN, todas as conversas protegidas pelo código anterior são apagadas permanentemente.

Os Locked chats já foram liberados para usuários do ChatGPT Free, Go, Plus, Pro, Business, Enterprise e Edu. Ainda segundo a OpenAI, o modo de voz não pode ser usado em conversas trancadas no app para desktop, que, além disso, só permite o recurso no Chat e no modo Work.

Mais informações sobre como configurar uma conversa trancada podem ser conferidas na página de ajuda da OpenAI.

Adicionar um dot como widget

Os usuários do app do ChatGPT para iOS agora podem adicionar um dot (agente autônomo de IA) como widget na Tela de Início.

A new buddy for your iOS home screen: Add your dot as a widget to jump into your conversation or start a call with just a tap. pic.twitter.com/XvuRnvmDQA

— ChatGPT (@ChatGPT) October 16, 2026

Como é possível notar acima, além de mostrar o ícone e o nome do dot, o widget traz atalhos para iniciar conversas por texto e por voz.

App do Google Planilhas para iOS ganha integração com o Gemini

20 October 2026 at 19:31

O Google anunciou ontem que está finalmente levando o Gemini para o aplicativo Planilhas (Sheets) para iOS, tempos depois de estrear essa integração na web e no app para Android.

Com a novidade, os usuários podem tocar no ícone do chatbot para fazer perguntas sobre uma tabela, gerar insights analíticos e criar gráficos.

Para facilitar o trabalho de quem está começando, o Google incluiu sugestões de perguntas como “Summarize this table” (“Faça um resumo dessa tabela”, em tradução direta) e “Analyze for insights” (“Analise para obter insights“).

Gemini in Google Sheets is now available on iOS devices
Gemini in Google Sheets is now available on iOS devices
Gemini in Google Sheets is now available on iOS devices
Divulgação/Google

Enquanto a integração presente na web considera o arquivo inteiro, os apps para iOS e Android ainda só consideram a aba ativa na hora de examinar algo, o que é uma limitação importante em relação ao web app. Gráficos gerados pelo Gemini nos aplicativos também são totalmente estáticos, e o chatbot não pode fazer alterações na planilha (como adicionar linhas, modificar a formatação, etc.).

De acordo com o Google, essa integração poderá levar até 15 dias para chegar a todos os usuários do Planilhas no iOS, e que também precisam ser assinantes dos planos Business Starter/Standard/Plus, Enterprise Starter/Standard/Plus ou Google AI Plus/Pro/Ultra para aproveitar a novidade. A integração estará disponível ainda por meio do add-on Google AI Pro for Education.

Uma vez adicionada ao seu app, essa integração virá ativada por padrão. Para recebê-la o mais rápido possível, certifique-se de manter o Planilhas atualizado.

via Android Authority

Perplexity Computer agora pode rodar 100% offline no Mac

20 October 2026 at 18:58

No mês passado, falamos sobre o Hybrid Compute, uma ferramenta do app da Perplexity que permite dividir uma tarefa entre um modelo de ponta baseado na nuvem e um LLM 1Large language models, ou grandes modelos de linguagem. executado no Mac.

Hoje, a companhia de inteligência artificial anunciou uma outra novidade nessa linha: um modo totalmente local que elimina qualquer dependência do Computer de modelos na nuvem e possibilita sessões de trabalho 100% offline.

Perplexity Computer can now run fully local on your Mac.

Work with your native Mac apps and local files, and run tasks without sending sensitive data to the cloud. The model and the agent both run on your Mac.

Available now in the Perplexity Mac app. pic.twitter.com/tnvCgCXD7v

— Perplexity (@perplexity_ai) October 20, 2026

Quando ativado, esse modo processa localmente, no seu computador, tanto o modelo de IA quanto o agente, o que inclui tarefas como planejamento, raciocínio e processamento de arquivos (que só são enviados para a nuvem com a devida permissão, caso o usuário opte por isso).

Caso o usuário conceda os acessos necessários, o Perplexity Computer pode trabalhar com arquivos locais e apps suportados no Mac, como o Notas (Notes), o Mensagens (Messages), o Mail e o Numbers.

Segundo a Perplexity, esse novo modo está disponível para assinantes dos planos Pro, Max e Enterprise, os quais podem baixar e configurar os modelos Qwen 3.6 e PPLX Pro. Para isso, porém, é necessário ter um Mac com Apple Silicon e pelo menos 36GB de memória unificada.

via 9to5Mac

Notas de rodapé

  • 1
    Large language models, ou grandes modelos de linguagem.

Peças dos iPhones 18 Pro e dos novos Macs Studio e mini chegam ao Self Service Repair

20 October 2026 at 17:41

A Apple atualizou o programa Self Service Repair para incluir componentes dos recém-lançados iPhones 18 Pro e 18 Pro Max, Mac Studio (M5 Max e M5 Ultra) e Mac mini (M6 e M5 Pro).

Lançado em 2022 e disponível em mercados selecionados, o Self Service Repair permite que consumidores adquiram peças genuínas de dispositivos da Maçã e as ferramentas adequadas para realizar manutenções por conta própria, além de oferecer manuais de reparo.

No caso dos iPhones supracitados, agora é possível comprar itens como vidro traseiro, bateria, alto-falante inferior, alto-falante superior, câmera traseira, câmera frontal, tela, carcaça, placa lógica, microfone principal, bandeja do cartão, Taptic Engine e outros componentes.

No caso da nova geração do Mac Studio, é possível comprar peças como portas Thunderbolt e USB-C, ventoinhas, alto-falante, módulo de SSD, placa lógica e fonte de energia.

Como assinalado pelo 9to5Mac, o Mac mini tem uma lista mais enxuta de peças disponíveis do que os demais, mas ainda é possível encontrar componentes como ventoinhas, alto-falantes, placas lógicas e fontes de energia.

Ao que tudo indica, os preços dessas peças ficaram, em grande parte, inalterados em relação aos das gerações anteriores. Um módulo de câmera para os iPhones, por exemplo, segue saindo por US$250 — valor que cai para US$189,24 caso você devolva o original.

Já é possível adquirir essas peças nas lojas do Self Service Repair nos Estados Unidos, no Canadá e na Europa.

iPhone 18 Pro Max

iPhone 18 Pro Max

Cores: bordô, glacial, prateado e preto
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
R$ 12.999,00
iPhone 18 Pro

iPhone 18 Pro

Cores: bordô, glacial, prateado e preto
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB
R$ 11.126,19
R$ 11.999,00
Mac Studio

Mac Studio

Chip: M4 Max ou M3 Ultra
Memória: 36GB, 48GB, 64GB, 96GB, 128GB, 256GB ou 512GB
Armazenamento: 512GB, 1TB, 2TB, 4TB, 8TB ou 16TB
R$ 25.999,00
Mac mini

Mac mini

Chip: M4 ou M4 Pro
Memória: 16GB, 24GB, 32GB, 48GB ou 64GB
Armazenamento: 256GB, 512GB, 1TB, 2TB, 4TB ou 8TB
Conectividade: Ethernet ou Gigabit Ethernet 10
R$ 16.999,00

NOTA DE TRANSPARÊNCIA: O MacMagazine recebe uma pequena comissão sobre vendas concluídas por meio de links deste post, mas você, como consumidor, não paga nada a mais pelos produtos/serviços ao usar os nossos links de afiliado.

Com novas propostas, Reino Unido quer abrir iOS para outras carteiras digitais

20 October 2026 at 15:19

A Autoridade de Concorrência e Mercado (Competition and Markets Authority, ou CMA), principal órgão antitruste do Reino Unido, apresentou hoje uma série de propostas para flexibilizar o controle que a Apple tem sobre serviços de pagamento por aproximação nos seus sistemas, incluindo taxas reduzidas e a remoção de barreiras técnicas.

De acordo com a Reuters, a própria CMA argumentou que suas propostas são menos onerosas para a Maçã que as medidas impostas pela União Europeia, as quais resultaram na abertura completa (e sem taxas) do chip NFC 1Near field communication, ou comunicação por campo de proximidade. usando a emulação de cartão host (host card emulation, ou HCE) em iPhones e Apple Watches.

Ainda segundo o órgão antitruste, transações contacless já representam 39% de todos os pagamentos realizados no Reino Unido (contra os 3% de dez anos atrás), sendo que 60% dos adultos utilizam carteiras digitais. Considerada uma empresa com status estratégico no mercado pela CMA, a Apple domina esse setor com o Apple Pay.

Ouvimos dizer que as altas taxas, os termos rigorosos e as restrições técnicas relacionadas à tecnologia de pagamento por aproximação da Apple tornam muito difícil para os concorrentes inovarem e competirem.

—Sarah Cardell, diretora executiva da cma

A partir de agora, a CMA realizará consultas sobre as propostas até 17 de novembro para só depois decidir por qual caminho seguir. Entre as instituições que já manifestaram apoio às propostas, está a Revolut, que tem sede em Londres:

A orientação da CMA cria uma oportunidade real para as fintechs do Reino Unido competirem em pé de igualdade com as grandes empresas de tecnologia.

—David Tirado, diretor comercial da Revolut

Questionada, a Apple disse que já permite que desenvolvedores ofereçam pagamentos contactless por meio de sua tecnologia de NFC e do seu elemento de segurança, que armazena informações sensíveis de usuários e chaves de criptografia. Ainda de acordo com a companhia, a proposta da CMA pode reduzir a privacidade dos seus usuários:

Não acreditamos que a CMA deva exigir que a Apple adote uma abordagem com proteções de privacidade e segurança mais baixas […] Continuaremos a nos engajar de forma construtiva para chegar a um resultado que seja do melhor interesse de nossos usuários.

Vejamos os próximos capítulos dessa (aparente) nova novela.

Notas de rodapé

  • 1
    Near field communication, ou comunicação por campo de proximidade.

Apple adiciona mais duas fornecedoras dos EUA à sua lista de parceiras

20 October 2026 at 14:07

Em mais um aceno ao governo dos Estados Unidos, a Apple anunciou hoje novas parcerias com empresas do seu país natal para o fornecimento de materiais para os iPhones 18 Pro/18 Pro Max e Duo.

Parte do American Manufacturing Program (AMP), essas parcerias incluem companhias como a Perryman Company, produtora de titânio do estado da Pensilvânia, e a Qnity Electronics, fabricante de tecnologias para câmeras do estado do Delaware.

Sabih Khan, COO 1Chief operating officer, ou diretor de operações. da Apple, comentou o anúncio:

Estamos muito felizes em expandir nossa parceria com empresas que produzem materiais e componentes avançados para nossa nova linha de iPhones aqui mesmo nos Estados Unidos. A engenhosidade americana é vital para todos os nossos produtos, desde o titânio usado no iPhone Duo até as inovações revolucionárias em câmeras do iPhone 18 Pro. Temos orgulho de trabalhar com a Perryman e a Qnity Electronics para continuar expandindo nosso Programa de Fabricação Americana e apoiar a geração de empregos nos EUA.

Ainda segundo a Maçã, a Perryman receberá um investimento de US$100 milhões ao longo dos próximos três anos, que garantirá o fornecimento, para o iPhone Duo, de titânio de grau 5 com pelo menos 80% de material reciclado.

Parte do AMP desde março, a Qnity Electronics vai produzir filmes avançados para o novo sistema de câmera com abertura variável dos iPhones 18 Pro/18 Pro Max.

A Apple também aproveitou a oportunidade para relembrar outros investimentos em fabricantes americanos (ou com fábricas nos EUA), incluindo a Broadcom, que fornece chips de radiofrequência para seus dispositivos; a Corning, responsável pelos vidros Ceramic Shield; a Coherent, que produz componentes para o Face ID; a TSMC, que fabrica chips para todos os principais produtos da empresa; e a Amkor Technology, empresa de empacotamento de semicondutores.

New US partners like Perryman and Qnity Electronics have helped to make iPhone Duo and iPhone 18 Pro possible. https://t.co/12nNak07z6

— John Ternus (@johnternus) October 20, 2026
Novas parceiras americanas, como a Perryman e a Qnity Electronics, ajudaram a viabilizar o iPhone Duo e o iPhone 18 Pro.

Anunciado em 2025, o AMP envolve um investimento de US$600 bilhões [1, 2] na economia dos EUA — e, segundo a Apple, já sustenta mais de 450 mil empregos. O programa, vale lembrar, surgiu em meio às ameaças tarifárias feitas pelo presidente Donald Trump a importações, com destaque para a China — principal polo de fabricação de iPhones.

Notas de rodapé

  • 1
    Chief operating officer, ou diretor de operações.

Release Candidates do iOS 27.2, iPadOS 27.2, macOS 27.2, watchOS 27.2, tvOS 27.2 e visionOS 27.2 são liberadas

19 October 2026 at 18:44

A Apple acaba de liberar para testadores dos seus sistemas as versões Release Candidate do iOS 27.2 (compilação 24B115), iPadOS 27.2 (idem), macOS Golden Gate 27.2 (26B118), watchOS 27.2 (24S116), tvOS 27.2 (24K120) e visionOS 27.2 (24N118).

Estão disponíveis também as RCs do iOS 26.7.2 (compilação 23H127), iPadOS 26.7.2 (idem), macOS Sequoia 15.8.2 (24H230) e macOS Tahoe 26.7.2 (25G330), bem como a do Xcode 27.2 (27B48).

Como sempre, essas são as versões candidatas a serem lançadas para o público final, mas pode ser que mais versões sejam disponibilizadas até lá — caso a Apple encontre algum problema de última hora que precise ser resolvido.

A expectativa agora é de que as versões finais dos sistemas 27.2 sejam lançadas para todos os usuários já na próxima semana.

Apple investe na Samplab, empresa de produção musical com IA

19 October 2026 at 16:43

Os investimentos da Apple em pequenas empresas ao redor do mundo continuam. A bola da vez é a Samplab, uma empresa de ferramentas de áudio com inteligência artificial.

De acordo com a Comissão Europeia, não se trata de uma aquisição completa, mas de um investimento mais contido da Apple, que terá o direito de adquirir certos ativos da Samplab GmbH e de oferecer emprego a alguns dos funcionários da startup.

Esse, vale lembrar, foi o mesmo modelo de investimento adotado pela fabricante do iPhone com a Huxe, startup focada em IA que encerrou suas operações há alguns meses.

Baseada em Zurique, na Suíça, a Samplab foi fundada em 2020 por Manuel Fritsche e Gian-Marco Hutter e, segundo sua página no LinkedIn, conta com no máximo dez funcionários.

A Samplab desenvolve software capaz de “mudar uma nota no seu áudio” e “detectar e editar acordes”, de acordo com suas próprias descrições, além de fazer a separação granular de stems (arquivos de áudio que representam partes separadas de uma trilha completa, como bateria, baixo e vocais — algo que o Logic Pro, da Apple, já pode fazer). Os plugins da companhia também já podiam ser utilizados no próprio software de produção musical da Maçã.

Ainda segundo a Comissão Europeia, esse investimento foi concluído em 17 de junho. Desde então, o site da Samplab foi retirado do ar e seus perfis nas redes sociais, apagados/restringidos.

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