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Apple Music adiciona emulador do iPod original ao seu site em homenagem aos 25 anos do dispositivo

23 October 2026 at 15:59

Como comentamos mais cedo, o dia de hoje marca o 25º aniversário do iPod original — e, para comemorar essa data tão especial, a Apple incluiu nada menos que um emulador surpreendentemente completo do seu clássico reprodutor de mídia na página de erro 404 do Apple Music.

Ornado com uma moldura do primeiro iPod, uma tela monocromática e uma scroll wheel funcional, ele traz uma série de músicas que marcaram a vida do saudoso dispositivo da Maçã.

Apple really put a fully functional iPod emulator on its 404 page to celebrate the iPod’s 25th anniversary 👀https://t.co/IBvKxOhU6D pic.twitter.com/CFSHbPPXFj

— apple files (@applefiles_) October 23, 2026

No menu “Playlists”, por exemplo, há listas de reprodução voltadas aos mais diversos gêneros, com destaque especial para 2001 — o ano de lançamento do primeiro iPod. As abas “Artistas” e “Músicas” também estão populadas com dezenas de artistas e canções, servindo como uma verdadeira cápsula do tempo.

É possível até mesmo jogar o clássico game Breakout, que pode ser acessado em Ajuste » Sobre e segurando o botão central por alguns segundos.

Emulador do iPod original na página de erro 404 do Apple Music rodando o jogo Breakout
Captura de tela/Apple Music

Se as informações da tela “Sobre” estiverem corretas, esse iPod virtual está rodando a versão 2644.1.0 do seu sistema operacional e está carregado com 1.029 músicas. Nenhuma dessas canções, no entanto, é uma versão completa: todas têm apenas cerca de um minuto e meio.

Entre as várias músicas selecionadas pela Apple, está o hit indie “Music Is My Hot Hot Sex”, parte do álbum “Cansei de Ser Sexy” (2005), da banda brasileira CSS — e que já foi a trilha sonora de um comercial do iPod touch!

Para conferir a novidade, basta acessar essa página. Não está claro por quanto tempo esse emulador ficará de pé, então aproveite para dar aquela brincada enquanto pode!

Muito bacana, não? 😃


O Apple Music conta com um catálogo de mais de 100 milhões de músicas e 30 mil playlists — muitas delas com suporte a Áudio Espacial (Dolby Atmos) e em altíssima definição, com áudio Lossless. Para quem ama música clássica, há um app dedicado com mais de 5 milhões de faixas, tudo em uma interface simplificada! No Brasil, são três tipos de assinatura: Universitária (R$12,90/mês), Individual (R$23,90/mês) e Familiar (R$40,90/mês). Caso você não seja um assinante, pode testar o serviço de forma gratuita por um mês. Ele também faz parte do pacote de assinaturas da empresa, o Apple One.

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Gemini Notebook agora permite personalizar vídeos e apresentações antes da geração

23 October 2026 at 00:44

O Google atualizou o Gemini Notebook com uma novidade bem útil para quem gosta de mais personalização na hora de gerar conteúdos usando inteligência artificial — especialmente na criação de vídeos e apresentações.

Agora, em vez de apenas fornecer um prompt e esperar que a plataforma entregue o conteúdo já pronto a partir dele — o que ainda funciona, cabe destacar —, agora também dá para seguir um processo de criação passo a passo.

Para começar a usar a novidade, basta pedir para o Gemini Notebook gerar uma apresentação ou um vídeo usando o chat, ou simplesmente clicar/tocar na opção correspondente no painel do Studio.

Uma das opções disponíveis é a personalização guiada, na qual o app sugere temas relevantes, formatos e estilos com base nas suas fontes. Essas preferências também podem ser indicadas já no prompt, para que sejam preenchidas automaticamente.

Você também pode deixar ativa a opção “Revisão”, para que o Notebook mostre a você um esboço da apresentação ou as notas de produção de um vídeo, permitindo refinar o conteúdo antes de gerar o resultado final.

A novidade está sendo disponibilizada gradualmente, tanto para usuários do Google Workspace quanto para quem tem apenas contas pessoais do Google.

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via Android Authority

Scam alert: The government is not deleting your phone number

22 October 2026 at 21:15

The scams are getting a bit meta. The Federal Trade Commission (FTC) has issued a warning about a new scam currently making the rounds. But this time, the con artists aren’t impersonating a politician or celebrity to trick consumers.They’re claiming that they are the ones sounding the alarm at the FTC.

Real FTC officials explained the general scheme in an alert released on October 22. Scammers call a target to tell them that bad actors in another country have registered a separate phone using their name and number for nefarious purposes. The imposter may even “transfer” you to a fake police officer to file a report. Fake badge numbers and IDs are also offered to make it all sound legitimate, and skeptics may even be directed to verify everything by searching for the police department’s phone number online (also fake). Failure to comply allegedly results in the loss of your personal phone number.

Those who follow through with the instructions provide scammers with their state-issued ID and other personal info for the bogus police report, but it’s not over yet. Some time later, targets will receive another call informing them that they will soon be arrested for those nonexistent crimes committed using their phone number. The solution? Transfer money for a security deposit.

“None of this is true—it’s all a scam,” assured the FTC.

To prevent unnecessary headaches, the FTC listed a few ironclad rules. Actual FTC employees will never contact you about sending money, or transfer you to someone else requesting funds. The FTC will never threaten to disconnect your phone number, or ask you to keep your conversations secret from others. Finally, they will never text a photo of the supposed employee ID as a way to verify their identity to you.

Unfortunately, combatting scammers is a bit like playing a neverending game of Whack-a-Mole. While the FTC has a list of common ways to spot government imposters, they encourage everyone to report the latest con jobs to ReportFraud.ftc.gov.

The post Scam alert: The government is not deleting your phone number appeared first on Popular Science.

1Password anuncia plataforma para agentes de IA

22 October 2026 at 20:14

Depois de disponibilizar uma extensão integrada para o agente do Claude, o 1Password anunciou hoje a plataforma 1Password for Agents, solução dedicada a conectar os principais agentes de inteligência artificial disponíveis no mercado ao seu gerenciador de senhas, sem comprometer a segurança do usuário.

A ideia é que, quando um agente de IA chega a um formulário de login, ele usa uma chave digital exclusiva para verificar sua identidade junto ao 1Password. Com a aprovação do usuário, a plataforma do 1Password preenche os dados de acesso exigidos, que não passam pelo agente.

Today we announce 1Password for Agents platform, building with companies @Muse, SpaceX Super Intelligence Grok @Bot, @AnthropicAI’s @Claudeai, @OpenAI, @TownAI, @Browserbase, @Browser_use, @heydana_ai, Instinct, @usekernel, @Perplexity_ai, @tryramp, @Tomo, and @wajo_ai, with… pic.twitter.com/505moAiIfO

— 1Password (@1Password) October 22, 2026
Hoje anunciamos a plataforma 1Password for Agents, construída em parceria com empresas como @Muse, o Super Intelligence Grok @Bot da SpaceX, o @Claudeai da @AnthropicAI, @OpenAI, @TownAI , @Browserbase, @Browser_use, @heydana_ai, Instinct, @usekernel, @Perplexity_ai, @tryramp, @Tomo e @wajo_ai, com mais integrações a caminho. 🎉

Temos ouvido de tantos dos nossos clientes que querem usar esses novos agentes de IA pessoais para ajudá-los a realizar mais tarefas, mas desejam ter mais controle sobre o que o agente pode acessar, com o mesmo nível de confiança e facilidade de uso que obtêm ao usar o 1Password diretamente.

O 1Password for Agents dá aos seus agentes acesso sem que você precise abrir mão das suas senhas. Quando um agente chega a um formulário de login, ele solicita uma credencial do seu cofre. Se você aprovar o pedido, o 1Password preenche automatica e diretamente a credencial no site de destino, para que o agente não possa ver ou tomar posse das credenciais.

O agente conclui a tarefa, mas não obtém suas senhas.

Você permanece no controle. O 1Password for Agents é gratuito e opcional para contas pessoais e familiares. A menos que você opte por ativar um conector de agente, os agentes não podem acessar seu cofre.

➡️ Saiba mais: bit.ly/487da6j

O diretor de negócios da empresa, John Torrey, comentou o lançamento:

À medida que os agentes de IA se tornam cada vez mais capazes, as credenciais de acesso às contas estão se tornando um obstáculo. Hoje, o 1Password apresenta sua solução para o problema: permitir que agentes de IA utilizem suas senhas sem efetivamente visualizá-las, mantendo o usuário no controle.

Os agentes pessoais de IA têm potencial para ajudar milhões de pessoas a realizar mais tarefas. […] Alcançar tantas pessoas exige que o setor trabalhe em conjunto para desenvolver agentes nos quais elas realmente confiem para cuidar de suas vidas pessoais e profissionais. É por isso que estamos estabelecendo parcerias com empresas de todo o ecossistema de agentes pessoais de IA, para que as pessoas possam utilizar os agentes que escolherem, mantendo suas senhas em um único cofre confiável do 1Password.

A nova solução do 1Password terá integrações com o Muse (da Meta), o Claude Duet (da Anthropic), o ChatGPT Work e o Dots (da OpenAI), o Grok Bot (da SpaceX) e o Townie (da Town).

Disponível gratuitamente para os assinantes dos planos individuais e familiares do 1Password, os interessados no 1Password for Agents podem entrar para a fila de espera nessa página, bastando informar o seu email e o agente que você utiliza no dia a dia.

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via 9to5Mac

Abandonado, navegador Arc será encerrado de vez em 22 de dezembro

22 October 2026 at 20:00

Depois de suspender o desenvolvimento do Arc no início do ano passado, a The Browser Company anunciou hoje que está encerrando de vez o funcionamento do seu outrora popular navegador, forçando usuários a migrar para alternativas como o Dia — outro browser da casa.

A empresa explicou no site oficial do Arc que o fim do suporte ao navegador acontecerá em fases, culminando na sua morte definitiva em 22 de dezembro (tanto no macOS quanto no Windows).

We've decided to sunset Arc on December 22, 2026.

That's not an easy sentence to write. We spent years building Arc and celebrating each and every release along the way: we have so much pride and love for what we made alongside the Arc community.

Our priority is to deliver…

— Arc (@arcinternet) October 22, 2026

A partir de hoje, não é mais possível criar novas contas no Arc; em 23 de novembro, o recurso Browse for Me e outras ferramentas de inteligência artificial do navegador serão desativados, bem como a habilidade de “logar e sincronizar as suas abas”. Em 22/12, a The Browser Company também removerá o Arc Search do Google Play e desativará todas as contas de usuários.

Como comentamos no ano passado, a desenvolvedora abandonou o Arc para se dedicar ao Dia, que conta com um grande foco em IA. Na época, o diretor executivo da The Browser Company, Josh Miller, disse que sua equipe até considerou transformar o Arc em um navegador de código aberto, mas desistiu da ideia pois o kit de desenvolvimento de software (SDK, na sigla em inglês) do Arc ainda era valioso para a companhia.

Desde então, o Arc chegou a receber atualizações de segurança — algo que também será encerrado agora. Antes independente, a The Browser Company hoje é uma subsidiária da Atlassian (dona do Trello).

WhatsApp desenvolve browser interno no iOS e começa a testar agendamento de mensagens

22 October 2026 at 16:00

Usuários do WhatsApp não precisarão mais sair do aplicativo para abrir links compartilhados na plataforma. Isso porque, de acordo com o WABetaInfo, a Meta permitirá abrir qualquer endereço no navegador integrado do mensageiro — algo que, atualmente, está restrito a certos links de empresas.

Com a futura novidade, usuários poderão ativar o navegador integrado direto nas configurações do app. Quando ativado, qualquer link enviado ou recebido na plataforma será aberto nesse browser interno — uma opção que poderá ser desativada a qualquer momento caso o usuário queira voltar para o navegador padrão.

Segundo o site, a sessão de navegação é independente da conversa em que o link foi compartilhado, o que significa que será possível continuar navegando sem se limitar à página enviada ou recebida. Também haverá uma seção para gerenciar dados, com opções para limpar cookies e cache dos sites visitados.

WhatsApp beta
Imagem: WABetaInfo

Em termos de segurança e privacidade, o WhatsApp não terá acesso aos links compartilhados ou abertos pelos usuários. Os dados de navegação serão armazenados localmente no dispositivo — como já ocorre com o Safari.

Agendamento de mensagens é liberado para testadores

Em desenvolvimento desde o início deste ano, o recurso que permitirá aos usuários programar o envio de uma mensagem para uma data e/ou um horário específicos começou a ser disponibilizado gradualmente para testadores do app — a etapa que antecede o lançamento público, ainda sem data definida.

Além de texto, será possível agendar o envio de fotos, vídeos e links. O processo funcionará de forma semelhante ao de plataformas como o Telegram, bastando tocar e segurar o botão de envio após escrever uma mensagem (ou na tela de edição de uma foto) para que a interface de seleção de data e hora apareça.

WhatsApp beta
Imagem: WABetaInfo

Segundo o site, será possível agendar mensagens com antecedência mínima de dez minutos. As mensagens agendadas ficarão disponíveis na tela de informações do chat, onde poderão ser apagadas ou visualizadas; em grupos, elas só serão enviadas a participantes que já eram membros no momento do agendamento.

Como gerenciar a Assistência de Conectividade em redes Wi-Fi [iPhone e iPad]

22 October 2026 at 12:00

A Assistência de Conectividade (Connectivity Assist) chegou aos iPhones e iPads com o iOS/iPadOS 27 — uma evolução do antigo recurso Assistência Wi-Fi.

Como o próprio nome indica, esse recurso ajuda você quando a rede Wi-Fi está instável ou lenta, usando dados celulares para melhorar a conexão.

Caso você se preocupe com o uso de dados celulares, talvez seja interessante desativar esse recurso. Mas, ainda que esse ajuste possa ser ativado e desativado para todo o sistema, a Apple também permite configurá-lo individualmente para cada rede — ou seja, você pode mantê-la habilitada em uma e desabilitada em outra.

Veja como fazer isso! 😀

  1. Abra os Ajustes (Settings);
  2. Toque em “Wi-Fi”;
  3. Selecione o “i” ao lado da rede desejada;
  4. Ative ou desative a chave localizada ao lado de “Usar Assistência de Conectividade”.

Fácil, não?! 🛜

Como descobrir o tipo de rede Wi-Fi à qual você está conectado [iPhone e iPad]

22 October 2026 at 11:30

O iOS/iPadOS 27 trouxe algumas novidades pequenas, mas muito interessantes para quem utiliza iPhones ou iPads diariamente.

Uma delas é que, na tela de informações sobre a rede Wi-Fi conectada no momento, é possível visualizar qual o tipo dessa conexão sem fio (Wi-Fi 5, Wi-Fi 6 ou até o avançado Wi-Fi 7).

Veja como é supersimples descobrir isso! 🛜

  1. Abra os Ajustes (Settings);
  2. Toque em “Wi-Fi”;
  3. Selecione o “i” ao lado da rede conectada no momento. A informação aparece em “Tipo de Wi-Fi”.

Bacana, não é?! 😉

Wikipedia was down for many—here's what we know about the outage

Wikipedia went down for many users around the world today, according to Downdetector — but the issues now seem to be resolved.

The problems started at around 10.51am ET / 3.51pm BST, when a large spike in reports appeared on the outage-tracking website — the reports peaked at just over 2,000 in the US and 850 in the UK.

It appears that some 'emergency maintenance' from Wikimedia was the culprit and appears to have now finished — but you can follow what happened in our liveblog below...

A sharp spike in reports

A Downdetector graph showing a Wikipedia outage

(Image credit: Downdetector)

Wikipedia is working okay for me here in the UK, but it isn't for thousands of users right now — the reports graph on Downdetector is now over 3,000 in the US, and it's climbing in the UK too.

The cause is so far unclear, as there are no current issues at the major cloud providers like AWS, Google Cloud or Cloudflare. I'll be digging into this and reporting back shortly...

Please try again later...

THAT’S A FIRST, I HAVE NEVER SEEN WIKIPEDIA GO DOWN LIKE THIS?everything but the index page fails to load… huhhh??? https://t.co/5DtJ51QIkiOctober 21, 2026

This is what Wikipedia and Wikimedia currently look like for many users — an "error" page with a "please try again later" message. I've also never seen it go down like that, although it's working fine for me in the UK.

Strangely, there are a few other outages running concurrently right now, including Asana and the Internet Archive. It isn't yet clear if they're related, but they did start at very similar times (around 10am ET / 3pm BST). Wikipedia is certainly the worst-hit, though.

'Emergency maintenance'

A Wikimedia note about scheduled maintenance

(Image credit: Wikipedia)

This probably explains today's Wikipedia issues — the Wikimedia Foundation status page says 'emergency maintenance' is in progress.

The foundation hasn't explained how long the maintenance will last or what it's for, but that should hopefully mean it's pretty short-lived...

Phew, it's back

A Downdetector graph showing a Wikipedia outage

(Image credit: Downdetector)

Good news, it looks like the Wikipedia outage was indeed short-lived — or at least only lasted an hour.

The Downdetector reports have plummeted back down to zero, which suggests that 'emergency maintenance' is now finished.

Fortunately, that was all a lot more straightforward than the major PHP flaw that's turned government websites dark and sent website admins scambling...

PHP Warns It Plans To Release 2 Emergency Patches Imminently

By: BeauHD
21 October 2026 at 16:00
An anonymous reader quotes a report from Ars Technica: Website admins, brace yourselves. Fixes for what are believed to be uncommonly severe vulnerabilities are scheduled to drop in a little more than 12 hours for PHP, a programming language that powers websites and Web applications everywhere. PHP maintainers said Monday that they planned to release patches for two vulnerabilities, both with severity ratings of 9.2 out of a possible 10. "All PHP users are encouraged to prepare now so they can upgrade as soon as the release is available," the advisory stated. "We reserve the right to release earlier should details of either vulnerability become public, or should evidence of active exploitation appear in the wild." The maintainers published the advisory following the leaking of purported details, which have yet to be confirmed. The report showed a video of an exploit tool dubbed PHP2Shell executing code on webservers running WordPress 7.1.3, MediaWiki 1.46.2, phpBB 3.3.17, Magento 2.4.9, Joomla 6.2.0, Laravel 13.36.0, Laravel 8.83.29, Symphony 8.1.9, Drupal 11.4.10, and WHMCS 9.0.9, all of which use PHP. A video depicting the tool has been reposted here. Attempts to locate the unconfirmed report were unsuccessful, but security firm watchTowr said it claimed to affect every PHP version from PHP 5, released in 2004, onward. The security firm went on to say it has confirmed that the vulnerabilities, tracked as CVE-2026-109618 and CVE-2026-109619, are real. Researchers from separate security firm Sansec said they "expect mass attacks to start within 15 minutes of the release." A third security firm, Webfence, also urged admins to prepare now. Huntress has also issued an advisory.

Read more of this story at Slashdot.

PHP: Vulnerabilidades críticas colocam sites e servidores em risco. O que está em causa e quem pode ser afetado?

21 October 2026 at 14:49

A linguagem de programação PHP é amplamente utilizada na Internet e está por trás de uma variedade de websites e serviços. Agora, a descoberta de duas vulnerabilidades críticas está agora a levantar sérias preocupações de segurança, podendo colocar sites e aplicações online em risco. As correções já estão disponíveis.

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Apple Pay faces UK crackdown that could change iPhone tap-to-pay

  • The UK government wants more Apple Pay alternatives for consumers
  • It’s proposing opening the technology up to other companies
  • It also wants Apple to charge lower fees for access

If you pay for an item using the contactless tech on any of the best iPhones, you’re locked into Apple’s way of doing things. But the UK government’s competition regulator — the Competition and Markets Authority (CMA) — is proposing new rules that could blast open the way you pay using your iPhone.

According to a press release on the UK government website, the CMA believes that “Apple’s fees and rules are blocking UK fintechs and other businesses from innovating and growing” and that its proposed changes are “expected to result in substantially lower access fees, helping make it commercially viable for more businesses to innovate and compete.”

The CMA pointed out that no rivals to Apple Pay exist in the UK, as opposed to in the EU, where several alternatives can be used. The CMA believes this is due to both high fees charged by Apple and restrictions placed on certain technology by the Cupertino giant.

For instance, while Apple allowed third-party companies to offer Apple Pay alternatives in the UK back in 2024, one condition was that these firms had to use Apple’s Secure Element, which encrypts important payment card information during transactions.

In the EU, however, European Union-wide rules mean that Apple must let companies use host card emulation (HCE) for free instead of the Secure Element, if they wish. The CMA wants that kind of technology to be available in the UK and says it does not believe that doing so would raise any “inherent security concerns.”

Commenting on the CMA’s move, Mattias Eld, CEO & Co-founder at contactless firm Fidesmo, said: “Buying an iPhone should not mean handing Apple the keys to your wallet. Consumers should rightly choose how they pay, and banks should choose who they work with. But for over a decade Apple has honed its domination over tap-to-pay, through the careful and deliberate stifling of its competitors. This has allowed Apple to charge banks inflated transaction fees, with the threat of exclusion from such a vast market leaving them little choice but to pay.”

Apple pushes back

A person paying using an Apple Card and Apple Pay.

(Image credit: Apple)

The CMA says that while it isn’t seeking to dictate the prices or terms that Apple must set, it wants to propose “principles for how this should be determined, with the expectation that charges would be substantially lower than Apple’s current fees while still fairly rewarding Apple for providing access.”

However, Apple has pushed back against the CMA’s proposals, telling Reuters that “We do not believe the CMA should require ​Apple to adopt an approach with lower privacy and security protections. We will continue to engage constructively to reach ​an outcome that is in the best interest of our users.”

Why does Apple restrict access to contactless payment tech? One answer might simply lie in the almighty dollar: as with the App Store, Apple charges third-party firms for access and likely doesn’t want to give up that revenue stream.

I’m not entirely convinced that that’s the main reason, however — after all, Apple is one of the wealthiest companies on the planet and makes huge profit margins on every product it sells. Is nickel and diming really such a core strategy when its iPhone revenue alone jumped 21% to $54.25 billion in the third quarter of 2026?

Analysis: Apple fears it could pay the price

To me, a stronger argument centers on something else: control. This has been an obsession for the company since the days of Steve Jobs, and Apple is acutely, painfully sensitive to how its products are perceived.

If Apple loosened its grip on something so vital to the user experience as payments and financial services and a third-party contactless provider then got hacked or scammed customers, Apple fears that that will reflect badly on itself as a company. For the perfectionists at Apple, anything that lessens the user experience due to Apple’s actions is an absolute no-go. By taking payments entirely under its own aegis, Apple reassures itself that nothing will go wrong.

There’s a degree of logic to that. Apple has proven its security credentials and works harder than many companies to keep its systems incredibly safe. Going with a third-party means trusting someone else whose track record might not be as strong. But that certainly doesn’t mean that only Apple can safeguard your payment information — or indeed that only Apple should be allowed to even try.

If the CMA gets its way, Apple might be forced to change its ways. The company has already been forced to crack open its contactless walled garden in the EU, and the UK might soon follow. The way you pay using your phone might look very different as a result.

SpaceX aumenta receitas em mais de 100% com inteligência artificial a ganhar peso

21 October 2026 at 13:14

Os mais recentes números da SpaceX mostram uma transformação no peso dos diferentes negócios da empresa de Elon Musk, com a IA a assumir um papel central no crescimento financeiro.

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Inteligência artificial está a mudar regras da publicidade digital

21 October 2026 at 07:15

A forma como descobrimos marcas e produtos está a mudar com o recurso às ferramentas de IA. Em vez de listas de resultados, agora é possível pedir recomendações diretamente a assistentes digitais, o que cria novas oportunidades (e desafios) para a publicidade online.

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‘A difficult line’: meet the editors tackling Wikipedia’s arms trade pages

21 October 2026 at 06:00

Volunteers and new recruits come together for ‘wikithon’ to put more detail about industry into public domain

“Anyone can edit Wikipedia,” the adage goes. But, it turns out, a relatively small number actually do.

What is worthy of a digital page in the world’s largest and most-read encyclopedia is decided by roughly 270,000 active volunteers, enthusiasts who populate the online resource with information on anything from 19th-century medicine to TikTok trends. Inevitably, some subjects are sidelined – the global south, notable women – but a new batch of Wikipedian recruits are waging war on one neglected topic: the arms industry.

Last week, in a classroom in central London, two dozen volunteers huddled around laptops and free servings of vegan Ethiopian food for what is known as a “wikithon”, an event of collective and in-person Wikipedia editing. Some were veteran editors in their 70s, others young students who had never registered an account before. But their targets include subjects such as Palantir, Project Maven and Nitro-Chem.

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© Photograph: Lily Renshaw/The Guardian

© Photograph: Lily Renshaw/The Guardian

© Photograph: Lily Renshaw/The Guardian

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