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BYD Dolphin Mini x Geely EX2: compare e escolha seu elétrico

23 October 2026 at 23:05

O BYD Dolphin Mini ganhou um concorrente de peso no Brasil com a chegada do Geely EX2. Os dois são hatches elétricos voltados principalmente ao uso urbano e têm muitas semelhanças. Mesmo, assim, adotam soluções diferentes para conquistar quem procura um carro elétrico sem precisar investir muito mais de R$ 100 mil.

O modelo da BYD aposta em dimensões compactas e preço de entrada mais baixo. Já o Geely oferece motor mais potente, tração traseira e suspensão independente nas quatro rodas, além de carroceria maior. São diferenças que podem pesar tanto na rotina da cidade quanto em trajetos mais longos.

Geely EX2 x BYD Dolphin Mini

Para descobrir, enfim, qual deles entrega o conjunto mais interessante, comparamos os dados técnicos divulgados pelas fabricantes, os preços brasileiros e as primeiras impressões de condução. O resultado mostra que a escolha não depende apenas da autonomia: espaço, desempenho, conforto e equipamentos também fazem diferença.

BYD Dolphin Mini x Geely EX2: versões e preços no Brasil

O BYD Dolphin Mini tem preços que variam conforme a configuração e as condições comerciais. Em campanhas recentes, a versão GL apareceu por R$ 109.990, enquanto a GS foi anunciada por R$ 119.990. Como os valores promocionais podem mudar, é importante confirmar o preço vigente na concessionária antes de fechar negócio.

Geely EX2 x BYD Dolphin Mini

O Geely EX2 é vendido em duas versões, Pro e Max. Os preços de referência divulgados para o mercado brasileiro são de R$ 123.800 e R$ 136.800, respectivamente. A diferença entre elas está principalmente no pacote de equipamentos, já que as duas utilizam motor elétrico traseiro de 116 cv e bateria de 39,4 kWh.

Autonomia, bateria e tempo de recarga

Na autonomia homologada pelo Inmetro, o Geely EX2 registra 289 km por carga, enquanto o BYD Dolphin Mini alcança 280 km. A diferença é pequena, de apenas 9 km, e não significa necessariamente que o Geely sempre rodará mais no uso real. Velocidade, temperatura, relevo, ar-condicionado e estilo de condução influenciam o alcance dos dois carros.

Geely EX2

A bateria do Dolphin Mini tem capacidade de 38 kWh, enquanto a do EX2 é de 39,4 kWh. Segundo os dados divulgados, o BYD leva cerca de 22 minutos para passar de 30% a 80% em recarga rápida DC, e o Geely faz o mesmo intervalo em aproximadamente 21 minutos. Na prática, a infraestrutura do carregador e a temperatura da bateria também interferem no tempo necessário.

Potência, torque e desempenho

O Dolphin Mini entrega 75 cv de potência e 13,8 kgf/m de torque, com tração dianteira. É um conjunto adequado para deslocamentos urbanos, nos quais respostas rápidas em baixas velocidades e facilidade de condução são importantes. A aceleração de 0 a 100 km/h divulgada na ficha técnica é de 14,9 segundos.

dolphin mini mais uma

O EX2 tem motor traseiro de 116 cv e 15,3 kgf/m de torque, números superiores aos do rival. A Geely informa aceleração de 0 a 50 km/h em 3,9 segundos, enquanto o 0 a 100 km/h é feito em 10,2 segundos. Além da vantagem de potência, a tração traseira diferencia o comportamento do modelo nas saídas e retomadas.

Dimensões, espaço interno e porta-malas

O BYD Dolphin Mini mede 3,78 metros de comprimento, 1,715 m de largura e 1,58 m de altura, com entre-eixos de 2,50 m. O porta-malas tem capacidade para 230 litros. O porte menor facilita a circulação em ruas estreitas e o estacionamento em vagas apertadas, embora o espaço para bagagem seja mais limitado para quem costuma viajar com muita carga.

geely ex2 cabine

O Geely EX2 é maior: tem 4,135 m de comprimento, 1,805 m de largura e entre-eixos de 2,65 m. O porta-malas comporta 375 litros e pode chegar a 1.320 litros com os bancos traseiros rebatidos. Esses números favorecem o Geely para quem precisa transportar malas, compras ou objetos maiores, além de oferecer mais espaço entre os eixos para os ocupantes.

Como andam os rivais elétricos

Nas primeiras impressões do CT Auto, após cerca de 90 minutos ao volante do EX2 em São Paulo, o hatch da Geely chamou atenção pela dirigibilidade equilibrada. A tração traseira dá a sensação de que o carro é empurrado nas acelerações, enquanto a suspensão independente nas quatro rodas ajuda a filtrar as irregularidades do asfalto. O diâmetro de giro de 9,9 metros também facilita manobras em espaços apertados.

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O Dolphin Mini também melhorou nesse aspecto na linha 2026. O hatch chinês apresentou suspensão recalibrada, com menos balanço da carroceria e comportamento mais estável sem comprometer o conforto. Assim, o BYD continua sendo uma opção interessante para uso urbano, enquanto o Geely combina maior porte e desempenho com um conjunto de suspensão que se destacou nas primeiras impressões.

Equipamentos e diferenças entre as versões

O Dolphin Mini oferece painel digital, central multimídia com tela giratória, conectividade e itens de conveniência voltados ao uso diário. A lista pode variar conforme a configuração e o ano/modelo. Antes da compra, vale conferir quais recursos estão presentes no carro anunciado, especialmente os relacionados a conectividade, câmeras e assistências de condução.

Dolphin Mini

No Geely EX2, a versão Max acrescenta itens em relação à Pro, e a gama inclui central multimídia, painel digital e equipamentos de conforto e segurança que variam conforme a configuração. A Geely também destaca o porta-malas maior e o acabamento interno como pontos fortes do projeto. A disponibilidade de recursos específicos deve ser confirmada na ficha brasileira de cada versão, já que equipamentos oferecidos em outros mercados podem ser diferentes.

Afinal, qual elétrico faz mais sentido?

O BYD Dolphin Mini é a escolha mais racional para quem prioriza o preço inicial, dimensões menores e deslocamentos predominantemente urbanos. Mesmo com autonomia ligeiramente inferior à do Geely, os 280 km declarados pelo Inmetro podem atender bem a rotinas diárias, desde que o motorista tenha acesso a uma solução conveniente de recarga.

Característica BYD Dolphin Mini Geely EX2
Autonomia (Inmetro) 280 km 289 km
Potência 75 cv 116 cv
Torque 13,8 kgf/m 15,3 kgf/m
Bateria 38 kWh 39,4 kWh
Comprimento 3.780 mm 4.135 mm
Largura 1.715 mm 1.805 mm
Entre-eixos 2.500 mm 2.650 mm
Porta-malas 230 litros 375 litros
Versões GL e GS Pro e Max
Preços R$ 109.990 a R$ 119.990 R$ 123.800 a R$ 136.800

O Geely EX2, por sua vez, justifica o valor mais alto com potência superior, entre-eixos maior, porta-malas mais amplo e tração traseira. A autonomia oficial também é um pouco maior. Para quem busca um hatch elétrico que combine uso urbano com mais espaço e respostas mais fortes, o Geely apresenta um pacote técnico mais completo; a decisão final, porém, é sempre sua, e depende do preço efetivamente negociado e dos equipamentos da versão escolhida.

Ainda em dúvida? Confira, então, o que ninguém te conta antes de comprar um carro elétrico.

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"Pior pesadelo" do BYD Dolphin entra em pré-venda no Brasil

23 October 2026 at 15:03

Os rivais do BYD Dolphin não param de chegar ao Brasil. O mais novo desafiante ao "Golfinho elétrico" teve sua pré-venda iniciada nesta semana e, se cumprir as expectativas colocadas em cima dele, tem tudo para se tornar o "pior pesadelo" do Dolphin no país.

Estamos falando do Arcfox T1, hatch elétrico da marca chinesa BAIC, que promete dar trabalho aos demais. Afinal, além da potência semelhante à do rival da BYD, o modelo chama a atenção pelo porte maior e pela proposta de oferecer mais espaço para passageiros e bagagens.

arcfox t1 2

Apesar do anúncio da pré-venda, ainda há informações importantes pendentes. A BAIC não divulgou oficialmente o preço brasileiro nem confirmou todos os detalhes da configuração que será vendida no país.

Como é o Arcfox T1, rival do BYD Dolphin?

Na China, o Arcfox T1 tem motor elétrico dianteiro de 95 cv e 18 kgf/m de torque, com bateria de aproximadamente 42 kWh. A autonomia anunciada chega a 425 km pelo ciclo chinês CLTC, mas esse número não equivale à medição do Inmetro, usada no Brasil. A autonomia nacional ainda depende de homologação.

Baic Arcfox T1

O hatch mede cerca de 4,34 metros de comprimento e tem entre-eixos de 2,77 metros. Um dos destaques é o porta-malas de 459 litros, volume declarado no mercado chinês e superior aos 250 litros do BYD Dolphin GS. A configuração brasileira definitiva ainda precisa ser confirmada pela fabricante.

Quanto vai custar o novo rival do BYD Dolphin?

Antes da estreia, estimativas do mercado apontavam para uma faixa próxima de R$ 140 mil, mas esse valor não deve ser tratado como preço confirmado. A pré-venda divulgada por concessionárias serve, por enquanto, para cadastrar interessados e organizar o atendimento.

Baic Arcfox T1

A chegada do T1 faz parte da estratégia da BAIC no país, que também prepara o SUV elétrico Arcfox T5. A marca chinesa promete ampliar sua linha brasileira nos próximos anos, enquanto tenta conquistar espaço em um segmento que já reúne modelos da BYD, Geely e outras fabricantes. O preço final e a autonomia homologada serão decisivos para entender como o novo hatch vai competir.

Vale lembrar, então, que o Arcfox T1 agora faz parte oficialmente do grupo de 5 rivais do BYD Dolphin que estão no Brasil; confira quais são os outros.

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Como a Mercedes usa inteligência artificial para criar carros

23 October 2026 at 13:04

A Mercedes-Benz está usando inteligência artificial para desenvolver carros de forma mais rápida e eficiente. A montadora criou o PLM.AI, uma plataforma que conecta informações de diferentes áreas da engenharia e recebeu investimentos de cerca de 500 milhões de euros.

Com a tecnologia, sistemas de IA podem ajudar a encontrar falhas, avaliar custos e entender como uma mudança em uma peça afeta outras partes do veículo. Assim, os engenheiros conseguem analisar problemas antes de construir protótipos.

ia mercedes 3

A meta é reduzir pela metade os testes físicos ao longo do tempo, usando mais simulações digitais. Isso não significa eliminar os testes reais: a equipe de engenharia continuará responsável pelas decisões finais.

Qual o papel da IA nos carros da Mercedes?

A inteligência artificial já auxilia a marca em tarefas como desenvolvimento de software, análise de custos e identificação de falhas. Com o PLM.AI, essas ferramentas poderão trabalhar de forma integrada, compartilhando dados entre diferentes equipes.

Isso também ajuda a prever os efeitos de mudanças no projeto. Uma peça mais leve, por exemplo, pode alterar custos, segurança e fabricação. A plataforma permite analisar esses fatores em conjunto antes de definir a melhor solução.

Siemens e CONTACT software participam do projeto

A Mercedes desenvolve a iniciativa com apoio da Siemens e da CONTACT Software. As empresas fornecem ferramentas para integrar dados, projetar componentes e simular o funcionamento dos veículos em ambientes digitais.

Mercedes IA

A montadora continuará controlando seus dados e sistemas de IA. O projeto faz parte da transformação digital da empresa, que em 2026 celebra os 140 anos da patente registrada por Carl Benz, em 1886.

A Inteligência Artificial já é um caminho sem volta dentro do segmento automotivo. Duvida? Então saiba que a IA mudou até mesmo a forma do brasileiro comprar carros; entenda.

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Multa mais cara do Brasil pode passar de R$ 35 mil; veja o porquê

23 October 2026 at 11:04

Uma infração de trânsito pode custar muito mais do que os R$ 293,47 de uma multa gravíssima comum. Em situações específicas, a penalidade chega a ultrapassar R$ 35 mil, valor compatível até com o de muitos carros usados.

Ao contrário do que você possa imaginar, caro canaltecher, nem todas as infrações que pesam no bolso envolvem acidentes graves ou excesso de velocidade. Algumas das punições mais severas previstas na legislação brasileira estão ligadas a comportamentos que colocam em risco a segurança nas ruas e estradas, mesmo quando não há colisão.

Motorista carro multa

Mas qual infração pode levar a uma cobrança que, para uma parcela significativa dos motoristas, representaria a "falência completa"? E quais outras estão entre as mais caras do país? A lista com as 5 penalidades mais graves conta com infrações que podem surpreender até motoristas experientes, tanto pelo valor quanto pelas consequências para quem está ao volante.

Como uma multa de trânsito chega a R$ 35 mil?

A multa gravíssima tem valor-base de R$ 293,47, mas o CTB prevê multiplicadores para determinadas condutas. No caso de quem organiza o bloqueio deliberado de uma via sem autorização, por exemplo, a penalidade corresponde a 60 vezes esse valor, chegando a R$ 17.608,20. Se houver reincidência no período de 12 meses, a multa dobra e alcança R$ 35.216,40.

Rua bloqueada trânsito multa mais cara

A legislação também prevê multiplicadores para infrações como dirigir após consumir álcool, recusar o teste do bafômetro, disputar racha ou realizar manobras perigosas. Nesses casos, a multa pode ser multiplicada por dez, chegando a R$ 2.934,70. Para algumas dessas condutas, a reincidência em até 12 meses dobra a cobrança para R$ 5.869,40.

Quais são as multas de trânsito mais caras do Brasil?

A penalidade que pode atingir o maior valor é aplicada a quem organiza o bloqueio de uma via pública sem autorização. A multa inicial é de R$ 17.608,20 e pode chegar a R$ 35.216,40 em caso de reincidência dentro de 12 meses. A regra vale para pessoas físicas ou jurídicas responsáveis pela organização da conduta.

lei seca blitz

Na sequência estão infrações que colocam diretamente a segurança viária em risco. Dirigir sob influência de álcool ou recusar o bafômetro gera multa de R$ 2.934,70, assim como disputar rachas, promover competições ilegais ou exibir manobras perigosas, como arrancadas bruscas e derrapagens intencionais. Nas infrações em que a lei prevê duplicação por reincidência, a cobrança chega a R$ 5.869,40.

5 multas de trânsito mais caras do Brasil

  1. Organizar bloqueio de via: R$ 17.608,20, podendo chegar a R$ 35.216,40 em caso de reincidência em até 12 meses
  2. Usar veículo para bloquear ou perturbar a circulação: R$ 5.869,40, com possibilidade de dobrar para R$ 11.738,80 em caso de reincidência
  3. Dirigir sob influência de álcool: R$ 2.934,70, podendo subir para R$ 5.869,40 em caso de reincidência
  4. Recusar o teste do bafômetro: R$ 2.934,70, podendo chegar a R$ 5.869,40 em caso de reincidência
  5. Participar de racha: R$ 2.934,70, com possibilidade de dobrar para R$ 5.869,40 em caso de reincidência.

Quando o assunto em questão aborda infrações de trânsito, todo mundo se interessa, dentro e fora do Brasil. Confira, então, quais são as multas mais estranhas do mundo e responda com sinceridade: você seria penalizado?

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Nissan faz queima e vende Kicks Sense por preço de Kait; veja condições

22 October 2026 at 21:05

A Nissan lançou uma campanha para tornar o Kicks Sense mais competitivo no mercado brasileiro. A versão de entrada da nova geração do SUV participa da ação “Comparou, Comprou”, que busca atrair consumidores interessados em um utilitário esportivo com bom espaço interno e equipamentos de tecnologia.

A oferta coloca frente a frente dois modelos da própria marca: o Kicks, de porte maior, e o Kait Advance, SUV de entrada da Nissan. A estratégia pode chamar a atenção de quem está considerando comprar um carro novo e está disposto a comparar as diferenças de tamanho, motorização e equipamentos antes de fechar negócio.

Nissan Kicks

As condições promocionais têm prazo limitado e são válidas até 4 de novembro de 2026 ou enquanto durarem os estoques. A campanha prevê alternativas para quem prioriza o menor preço à vista e para quem prefere financiar, mas os benefícios não podem ser combinados.

Motor turbo e porta-malas de 470 litros são destaques do Kicks

O Kicks Sense utiliza motor 1.0 turbo com injeção direta, identificado pela Nissan como 220T. O propulsor entrega até 22,4 kgf/m de torque a 2.500 rpm e trabalha com transmissão automática. O sistema Start/Stop desliga o motor durante paradas, como em semáforos, para ajudar a reduzir o consumo de combustível.

Novo Nissan Kicks

Na cabine, o SUV oferece painel de instrumentos digital de 7 polegadas e porta-malas de 470 litros, característica interessante para quem costuma viajar com bagagem ou precisa levar objetos volumosos. O modelo também reúne recursos de segurança e assistência ao motorista, com os equipamentos disponíveis para a versão Sense.

Como ficam o preço e as condições de compra

Na campanha de outubro, o Kicks Sense sai por R$ 139.990, ante o preço de tabela de R$ 159.990. A redução é de R$ 20 mil e aproxima o SUV da faixa de preço do Kait Advance. Essa condição corresponde à modalidade com o maior bônus e não pode ser combinada com o financiamento a juros zero.

Novo Nissan Kicks

Para quem prefere financiar, a Nissan oferece uma alternativa com taxa zero em até 24 meses, entrada mínima de 60% do valor do veículo e bônus de R$ 12 mil. Como os benefícios são diferentes, vale comparar o valor da entrada, as parcelas e o custo total antes de escolher. A disponibilidade e as condições finais devem ser confirmadas com a concessionária.

Ficou interessado em comprar um Kicks pelo valor de um Kait? Então confira, em detalhes, se vale a pena comprar o novo Kicks. Nós já dirigimos.

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Polo Track deixa de ser "peladão" e ganha acessórios; veja quais

22 October 2026 at 15:03

O Volkswagen Polo Track, que já recebeu críticas por ser um carro "peladão", ou seja, sem quase nenhum acessório, ficou mais equipado na linha 2027. A versão de entrada do hatch recebeu novidades que atendem a reclamações comuns de quem busca um carro barato, mas não quer abrir mão de itens básicos de conforto e praticidade.

A atualização no Polo Track, claro, também trouxe reajuste de preço. O hatch manteve a proposta de modelo de entrada, mas passou a oferecer recursos que antes não estavam disponíveis ou dependiam de equipamentos opcionais, incluindo soluções que facilitam as manobras e melhoram a experiência a bordo.

Volkswagen Polo Track

A principal mudança, como adiantamos, foi feita na lista de equipamentos, não no conjunto mecânico. O Polo Track continua voltado a quem procura um carro compacto para o uso diário, com manutenção conhecida e comandos simples, enquanto a Volkswagen amplia as possibilidades de personalização para quem aceita pagar mais por conveniência.

Quais equipamentos o Polo Track 2027 ganhou?

Entre as novidades, os sensores de estacionamento traseiros agora fazem parte dos itens de série, ajudando o motorista a identificar obstáculos durante as manobras. O modelo também passou a contar com sistema Start-Stop, que desliga o motor automaticamente em paradas e o religa quando necessário, com o objetivo de reduzir o consumo em determinadas situações.

Volkswagen Polo Track

A lista de segurança manteve quatro airbags, controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampas e monitoramento da pressão dos pneus. O hatch segue contando com ar-condicionado, direção elétrica, volante multifuncional e banco do motorista com ajuste de altura. Por outro lado, os faróis continuam halógenos e as rodas são de aço de 15 polegadas com calotas.

Quanto custa o Polo Track com os opcionais?

O preço inicial do Polo Track 2027 passou a R$ 97.990, ante R$ 96.690 na linha anterior. Para quem quer mais conveniência, o pacote VW Play + Alarme custa R$ 2.660 e inclui central multimídia de 10 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, alarme acionado pela chave e retrovisores com regulagem elétrica.

novo polo track 2

O pacote também acrescenta vidros elétricos nas quatro portas, todos com função um toque, e o recurso tilt-down no retrovisor do passageiro, que inclina o espelho para baixo ao engatar a ré. Com o opcional, o preço chega a R$ 100.650, sem considerar eventuais custos adicionais de pintura. A mecânica permanece com motor 1.0 aspirado flex de até 84 cv e câmbio manual de cinco marchas.

A reportagem do CT Auto já teve a oportunidade de testar o Polo Track, mas em sua versão anterior. Confira nossas impressões sobre o carro que foi lançado como "Novo Gol", mas sempre derrapou no preço.

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ID.Cross, o T-Cross elétrico, terá versão barata para desafiar chineses

22 October 2026 at 10:58

A Volkswagen ampliou a gama do ID. Cross, SUV que vem sendo tratado como a versão elétrica do T-Cross. A novidade é uma versão mais acessível, desenvolvida para reduzir o custo de entrada e enfrentar a concorrência de fabricantes chinesas no mercado europeu.

A configuração estreia com bateria menor e diferentes níveis de potência, voltados principalmente a quem utiliza o veículo em trajetos urbanos e deslocamentos diários. Com isso, a marca alemã tenta tornar seus elétricos mais competitivos em um segmento no qual preço e autonomia pesam bastante na decisão de compra.

Por aqui, a expectativa é diferente: o novo T-Cross deva chegar em 2027 com uma proposta eletrificada, mas não será totalmente elétrico. A próxima geração do SUV nacional deve apostar em um sistema híbrido leve, estratégia que busca combinar redução no consumo com custos mais adequados ao mercado brasileiro.

ID. Cross mais barato tem autonomia de até 324 km

A versão de entrada do SUV elétrico utiliza uma bateria LFP de 37 kWh, com motores de 116 cv a 135 cv, e tem autonomia declarada de até 324 km pelo ciclo europeu WLTP. Na Alemanha, o preço inicial da versão Trend fica abaixo de 28 mil euros, equivalente a aproximadamente R$ 158 mil em conversão direta.

Volkswagen ID.Cross 3

Mesmo sendo a opção mais acessível, o ID. Cross Trend oferece sensores de estacionamento dianteiros e traseiros e integração com smartphones. O sistema de recarga rápida em corrente contínua permite recuperar de 10% a 80% da bateria em cerca de 23 minutos, segundo a fabricante. 

E aí: gostaria de ver a versão "barata" do T-Cross elétrico rodando no Brasil? A princípio, porém, o plano da marca para cá envolve a fabricação de carros híbridos nacionais que "rodam como elétricos"; saiba mais.

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BYD derrete preço e vende esportivo elétrico por valor de Honda Civic

21 October 2026 at 21:09

A BYD resolveu apostar alto  para retomar o bom nível de vendas do Seal, seu esportivo elétrico de 531 cv de potência. Para isso, resolveu derreter os preços do coupé e, em outubro, vender o modelo chinês em condições especiais.

Lançado no Brasil em 2023, o Seal chegou a figurar na lista dos sedans mais vendidos do país. Afinal, combina desempenho e design dignos dos melhores esportivos. A proposta é oferecer acelerações fortes e uma experiência de condução diferente daquela encontrada em sedans convencionais, mantendo espaço para passageiros e bagagens.

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A redução de preço também coloca o modelo em uma faixa de mercado disputada por veículos premium, como por exemplo o Honda Civic Hybrid, que não vive bom momento no mercado brasileiro. Para quem considera abandonar a motorização a combustão, a oferta pode tornar o elétrico chinês ainda mais atraente.

O que o BYD Seal tem de melhor?

Não dá para negar que os mais de 500 cv de potência são a principal atração do Seal, que em outubro está com os preços no chão. O sedan coupé chinês conta com dois motores elétricos, um em cada eixo, que entregam potência combinada de 531 cv e torque de 60,2 kgf/m. A configuração permite aceleração de 0 a 100 km/h em cerca de 3,8 segundos.

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A bateria tem capacidade de 82,5 kWh, e a autonomia homologada pelo Inmetro é de 372 km por carga. O modelo conta ainda com central multimídia com tela giratória, painel digital e uma cabine de acabamento sofisticado. Como acontece com outros elétricos, a autonomia real varia conforme velocidade, temperatura, uso do ar-condicionado e estilo de condução.

Como ficam os preços do BYD Seal em outubro

O preço público do BYD Seal é de R$ 299.990. Em uma oferta anunciada, unidades 2026/2027 na cor branca perolizada recebem bônus de R$ 20 mil, reduzindo o valor para R$ 280 mil. A condição fica próxima do preço do Honda Civic híbrido, que parte de R$ 266.500 no Brasil.

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A negociação pode ficar ainda mais vantajosa para quem já tem um BYD usado: após avaliação do veículo dado na troca, o preço do Seal pode chegar a R$ 270 mil. Essa condição depende da avaliação e da negociação com a loja, portanto não representa um desconto automático para todos os compradores. Vale solicitar uma proposta por escrito e comparar o valor final com o custo de outros modelos antes de fechar negócio.

Ficou interessado no Seal? Então confira nossas impressões em um review completo sobre o esportivo elétrico chinês, que é um carro que encanta, mas pode melhorar.

 

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Omoda 4: chinês que será "pesadelo" para Tera e Creta tem data para chegar

21 October 2026 at 13:07

A Omoda & Jaecoo quer se intrometer em uma fatia do mercado em que, hoje, marcas generalistas ainda têm um certo domínio. Para isso, prepara sua ampliação no Brasil com o Omoda 4, SUV compacto que deve chegar ao país no segundo semestre de 2027 para "roubar" clientes de modelos como Volkswagen Tera e Hyundai Creta.

A estratégia da marca chinesa é apostar em tecnologia e eletrificação para conquistar espaço em uma categoria cada vez mais concorrida. O novo SUV deverá oferecer uma configuração híbrida, mas a fabricante ainda não divulgou todos os detalhes da versão destinada que está sendo preparada para chegar ao mercado brasileiro.

Omoda 4 (ex Omoda 3)

O preço será um dos fatores decisivos para o sucesso do modelo. A Omoda ainda não anunciou quanto pretende cobrar pelo SUV nem confirmou se ele terá produção nacional. Até a estreia, portanto, a expectativa fica em torno do conjunto mecânico, dos equipamentos e da capacidade de competir com modelos já consolidados.

Omoda 4 deve apostar em motor híbrido para enfrentar os rivais

O SUV nasceu para ser oferecido com um motor 1.5 turbo a combustão combinado a dois motores elétricos, formando um conjunto com potência combinada de 224 cv. Essa configuração serviu como referência para o projeto, mas não significa que a mesma mecânica será adotada no Brasil. A marca ainda trabalha na definição das especificações para cada mercado.

Outra possibilidade considerada para o país é uma configuração híbrida plena (HEV), com motor 1.0 turbo flex. A solução poderia aproximar o modelo das necessidades do consumidor brasileiro, mas ainda não há confirmação oficial de potência, consumo ou autonomia elétrica. A chegada está prevista para o segundo semestre de 2027, e os detalhes sobre preço e versões devem ser divulgados mais perto do lançamento.

SUV chinês nasceu como Omoda 3; CT Auto acompanhou

A história do modelo no noticiário brasileiro começou antes da mudança de nome. Quando o projeto ainda era conhecido como Omoda 3, o CT Auto esteve na China para acompanhar sua concepção e conferir a primeira aparição oficial do veículo, em abril de 2025, na cidade de Wuhu, onde fica a sede da Chery. Na ocasião, o carro ainda estava em desenvolvimento e despertava curiosidade pelo estilo esportivo.

O visual apresentado naquela fase tinha linhas marcantes, dianteira com desenho em X, vincos pronunciados no capô e iluminação em LED. A posterior adoção do nome Omoda 4 aproximou o veículo da estratégia global da marca, mas sua configuração definitiva para o Brasil ainda depende de confirmação oficial.

A Omoda, vale lembrar, faz parte de um grupo que abrange outras marcas, como Jetour, iCaur e Lepas: o Grupo Chery, que quer dominar o Brasil com novas marcas e lançamentos em 2027.

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Fiat Mobi elétrico pode ter nome "fofinho" para desafiar BYD

21 October 2026 at 10:58

A Fiat prepara um novo carro elétrico compacto para o mercado europeu, e o nome escolhido pode ser tão simpático quanto o próprio conceito do veículo. A marca já registrou Koala, denominação que pode batizar o modelo de entrada e, futuramente, ter relação com o sucessor do Mobi vendido no Brasil.

A novidade faz parte da estratégia da Stellantis para desenvolver veículos pequenos e mais acessíveis, capazes de enfrentar a expansão das fabricantes chinesas no segmento elétrico. O projeto também terá ligação com o novo Citroën 2CV, que está sendo preparado dentro do mesmo grupo automotivo.

Apesar das expectativas, a Fiat ainda não confirmou oficialmente que o novo carro será chamado Koala, nem que ele dará origem diretamente a um Mobi elétrico. O que já se sabe é que a fabricante trabalha em uma nova família de modelos urbanos, com desenvolvimento compartilhado para reduzir custos e ampliar a competitividade.

Koala pode inaugurar nova família de elétricos compactos

O nome registrado segue uma linha de batismos que inclui Panda, Grizzly e Grizzly Fastback, nomes associados a modelos e projetos recentes da Fiat. Se a escolha for confirmada, o Koala ficará responsável por atender quem procura um veículo menor e mais barato. A apresentação é esperada para 2027, enquanto a produção da família E-Car deve começar em 2028, na fábrica de Pomigliano d’Arco, na Itália. 

Por enquanto, a fabricante não divulgou dados de potência, capacidade da bateria, autonomia ou preço. Uma projeção criada pelo Motor1 Itália com auxílio de inteligência artificial sugere como o carro poderia ficar, mas não representa o desenho oficial. No Brasil, informações publicadas anteriormente apontam que o Mobi deve ganhar uma nova geração em 2028, com proposta de pequeno SUV e aproveitamento de componentes do novo Argo. Ainda não está confirmado se esse projeto será o mesmo do Koala ou se os dois terão apenas soluções em comum. 

O Koala, é bom lembrar, não é o único carro pequeno e elétrico criado pela Fiat. Em 2025, a marca italiana relançou na Europa o Topolino, EV que custa metade do preço de um Mobi e tem até chuveiro.

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Volkswagen ID.4 mal chegou ao Brasil e já tem data para sair

1 October 2026 at 15:01

O ID.4 começou a ser vendido no Brasil há pouco, em uma mudança de estratégia da Volkswagen, mas, ao que tudo indica, não terá vida longa por aqui. Depois de ficar um longo período disponível apenas pelo serviço de assinatura da marca, o SUV elétrico agora pode ser comprado pelos clientes, mas não por muito tempo.

A marca alemã confirmou que o modelo terá vida curta e, em breve, será substituído pelo ID. Tiguan, que estreia na Europa em 2027 e depois chega a outros mercados, incluindo o brasileiro. A estratégia da Volkswagen é clara: abandonar a nomenclatura numérica da linha ID e apostar em nomes já conhecidos, como Tiguan e Polo, que vem fazendo tanto sucesso em sua versão elétrica que já tem fila de espera de 10 meses. 

Volkswagen ID.Tiguan

Além disso, o ID. Tiguan chega com a missão de ser mais eficiente e competitivo que o ID.4 atual, um projeto já desgastado, mas que antes não era acessível para venda. A expectativa é que ofereça baterias maiores que as de 58 kWh e 79 kWh do ID.4, consideradas modestas diante da concorrência, especialmente em um mercado cada vez mais disputado por marcas como BYD e GWM.

Design e diferenciais do ID. Tiguan

O novo SUV elétrico aposta em linhas mais arrojadas e dinâmicas do que o ID.4. Os faróis de LED têm elementos internos recortados, a grade inferior vem em preto e há entradas de ar discretas nas extremidades do para-choque. Na traseira, as lanternas horizontais ocupam toda a largura da carroceria, reforçando a identidade visual.

volkswagen id.tiguan linkedin

Outros detalhes chamam atenção: retrovisores externos rebaixados, barras de teto e maçanetas tradicionais, diferentes dos puxadores tipo alavanca do ID.4. Essas mudanças aproximam o modelo da estética de SUVs premium, reforçando a ideia de versatilidade e sofisticação.

Estratégia global e impacto no Brasil

Segundo o CEO da Volkswagen, Thomas Schäfer, o Tiguan representa a essência da marca e agora será levado ao futuro elétrico. A ideia é oferecer uma linha robusta de SUVs, com opções a combustão e elétricas, atendendo diferentes perfis de clientes.

volkswagen id.tiguan 3

Para o Brasil, isso significa que o ID.4 será apenas uma transição. O ID. Tiguan deve chegar após 2027, trazendo mais autonomia e posicionamento premium, o que pode torná-lo um rival direto de modelos como BYD Song Plus e GWM Haval H6. A mudança mostra que a Volkswagen não quer perder espaço no segmento mais competitivo do mercado automotivo atual.

Ainda está interessado no antigo SUV elétrico, mesmo com a aposentadoria próxima? Então vale conferir o review que o CT Auto publicou do Volkswagen ID.4, que entrega uma experiência elétrica verdadeiramente premium!

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BYD Shark é “invadida” por hacker e expõe fragilidade de carros conectados

1 October 2026 at 13:04

A BYD Shark, picape eletrificada que, até o momento, ainda não se destacou  no mercado brasileiro, virou alvo de um experimento de cibersegurança na Austrália. O especialista Dan Hreszczuk, fundador da Fortify Labs, conseguiu assumir remotamente diversas funções do veículo sem precisar quebrar criptografia complexa. Para a invasão, bastou ao "hacker" acessar uma porta de software sem senha para iniciar a invasão.

Durante o teste, realizado em uma estrada próxima a Camberra, o hacker desligou os faróis da picape de 2.600 kg enquanto ela rodava a 30 km/h à noite. Também acionou os limpadores na velocidade máxima, travou portas, alterou imagens da multimídia e reproduziu áudios para distrair o motorista.

Além dos comandos físicos, Hreszczuk acessou o microfone interno e rastreou a localização do veículo em tempo real. Ele gravou o comando de voz usado para ativar o assistente do celular do motorista e, ao reproduzi-lo nos alto-falantes, conseguiu induzir o smartphone a revelar dados sensíveis como endereço e data de nascimento.

Riscos e debate sobre carros conectados

Embora funções vitais como freios e câmeras tenham proteção mais robusta, a invasão mostrou que iluminação e sistemas multimídia podem ser manipulados com facilidade. Em alta velocidade, a perda repentina dos faróis poderia causar acidentes graves.

Hacker

O caso reacende o debate sobre espionagem e privacidade por hackers em veículos modernos, que funcionam como computadores sobre rodas. No Brasil, onde a BYD Shark também é vendida, ainda não há regulamentação clara sobre padrões mínimos de cibersegurança automotiva.

O que dizem especialistas sobre carros autônomos

O CT Auto já havia abordado o tema sobre invasão a carros autônomos em 2021, na entrevista com Fabio Assoline, analista-sênior da Kaspersky, empresa de segurança digital fundada em 1997. O especialista alertou que a invasão dos sistemas dos carros conectados não é obra de ficção: “Sim, porque no momento nós vemos carros conectados. Não é ficção. Isso pode acontecer, desde que haja vulnerabilidade”.

hacker cibersegurança

Assoline citou um caso de 2015, quando hackers invadiram um Chrysler Cherokee e conseguiram controlar acelerador e freios. Para ele, ataques a carros inteligentes são uma questão de tempo se fabricantes não reforçarem testes e atualizações constantes de software.

Caminhos para maior proteção

Montadoras como Mercedes-Benz e Volvo afirmam que separam sistemas críticos (freios, direção, acelerador) dos conectados, reduzindo riscos. Já a Stellantis chegou a realizar recall em 1,4 milhão de veículos para instalar patches de segurança após um ataque semelhante.

Carro protegido

O episódio da BYD Shark mostra que, sem protocolos globais de cibersegurança, carros conectados podem se tornar alvos fáceis. A pressão agora recai sobre fabricantes e reguladores para garantir que a evolução tecnológica não comprometa a segurança dos motoristas.

Vale pontuar que o caso da invasão à picape da BYD não é um fato isolado. Recentemente, carros modernos viraram alvo de hackers com falha em chip de comunicação; relembre.

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GAC joga preços de SUV híbrido no chão para encarar BYD Song

30 September 2026 at 21:03

A GAC está com condições especiais em seu SUV híbrido rival do BYD Song Pro até o final do mês de setembro (ou enquanto durarem os estoques). A promoção derrubou o preço do GS4 Premium, e é voltada às vendas diretas para pessoas com deficiência (PcD). 

O modelo que está com os preços no chão entra na modalidade por permanecer dentro do limite de R$ 200 mil para aplicação da isenção de IPI. Além disso, a fabricante adicionou um bônus comercial, tornando o negócio ainda mais atrativo.

gac gs4

Com isso, o GS4 Premium passa a custar R$ 159.990 para PcD, contra R$ 191.990 na tabela pública. A diferença de R$ 32 mil mostra como o SUV realmente derreteu seu preço, posicionando-se como alternativa competitiva frente ao BYD Song (com preços a partir de R$ 165.900) e outros rivais eletrificados.

Como é o GAC GS4 Premium?

O GS4 Premium utiliza um sistema híbrido pleno, combinando motor 2.0 a gasolina com um propulsor elétrico. O conjunto entrega 235 cv de potência e torque máximo de 33,6 kgf/m, garantindo desempenho sólido para o segmento.

Nos testes homologados pelo Inmetro, o SUV registrou consumo de 14,1 km/l na cidade e 11,8 km/l em rodovias. Esses números reforçam a eficiência do modelo, que consegue equilibrar potência e economia em diferentes tipos de percurso.

Rival do BYD Song tem interior tecnológico e muita segurança

O GS4 Premium aposta em conforto e tecnologia. O painel digital tem 7 polegadas, enquanto a central multimídia oferece tela de 10,1’’ com Android Auto e Apple CarPlay. Recursos como chave presencial, partida por botão e bancos dianteiros com ventilação elevam a experiência a bordo.

GAC GS4

Na segurança, o rival do BYD Song Pro traz seis airbags, controle eletrônico de estabilidade, assistente de partida em rampas e piloto automático adaptativo. O pacote inclui ainda frenagem autônoma de emergência, assistente de permanência em faixa e câmera de ré, itens que aumentam a proteção ao motorista e aos ocupantes do SUV.

Vale pontuar que a marca chinesa já tem um portfólio bem variado no Brasil e, recentemente, apresentou o GAC GS9, que chegou ao país com preço no chão para desafiar SUVs de luxo de BYD e GWM.

 

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Rival da BYD abre pré-reserva de SUV elétrico de luxo no Brasil

30 September 2026 at 19:38

A MG Motor Brasil abriu oficialmente a pré-reserva do IM6, SUV elétrico premium desenvolvido pela IM Motors, divisão de alta tecnologia do grupo SAIC. O modelo foi apresentado no Festival Interlagos e marca a estreia da marca de luxo no país.

O cadastro pode ser feito diretamente na plataforma digital da MG, mas ainda não foram divulgados os preços e condições de entrega. A expectativa é que as vendas comecem até o fim de 2026, consolidando a presença da MG no segmento de luxo elétrico.

O inédito SUV coupé elétrico chega para disputar espaço com rivais das divisões de luxo da BYD e da Geely, como Denza e Zeekr. Para isso, a estratégia é oferecer desempenho e tecnologia superiores para conquistar consumidores exigentes.

Performance e tecnologia de ponta

O SUV impressiona pelos números: acelera de 0 a 100 km/h em apenas 3,5 segundos, alcança velocidade máxima de 305 km/h e entrega até 778 cv de potência, dependendo da versão. A autonomia homologada pelo Inmetro é de cerca de 400 km.

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A arquitetura elétrica de 800V permite recargas ultrarrápidas, com capacidade de passar de 30% a 80% em cerca de 15 minutos em condições ideais. O modelo também conta com esterçamento das quatro rodas, que facilita manobras e aumenta a estabilidade em altas velocidades.

Design e experiência premium

O IM6 tem 4,90 metros de comprimento e perfil cupê, combinando linhas aerodinâmicas com teto panorâmico. O interior aposta em sofisticação e tecnologia: painel digital panorâmico de 26,3 polegadas, acabamento refinado e sistema de som com 20 alto-falantes, incluindo quatro no teto.

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Além disso, o SUV traz recursos avançados de assistência à condução apoiados por inteligência artificial, suspensão com controle eletrônico e cinco estrelas nos testes de segurança do Euro NCAP. Tudo isso reforça sua proposta de ser um dos SUVs elétricos mais luxuosos e tecnológicos disponíveis no Brasil.

Se você está ansioso para saber mais do IM6, talvez também queira ficar por dentro de como são e quanto custam os outros carros da MG Motor no Brasil.

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Jaecoo 5 chega ao Brasil para tirar sono do T-Cross; veja preços e versões

30 September 2026 at 18:01

O Jaecoo 5 desembarcou oficialmente no Brasil nesta quarta-feira (30), com preços a partir de R$ 154.990, prometendo tirar o sono do Volkswagen T-Cross, líder entre os SUVs compactos. O modelo chega em duas versões, Comfort e Prestige, e já nasce com a missão de democratizar o acesso à tecnologia híbrida.

Equipado com o sistema Super Hybrid System (SHS-H), o Jaecoo 5 combina motor a combustão e elétrico sem necessidade de recarga externa. O resultado é uma potência de 224 cv, torque de 30,1 kgfm e aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 7,9 segundos.

Com autonomia próxima de 1.000 km e consumo urbano de até 15,5 km/l, o SUV se posiciona como o híbrido compacto mais potente e eficiente do Brasil. O primeiro lote contará com 3.600 unidades, disponíveis via Webmotors e concessionárias em todo o país a partir de 1º de outubro.

Rival do T-Cross já tem tecnologia híbrida

O grande destaque do Jaecoo 5 é o sistema SHS-H, que dispensa infraestrutura de recarga externa. O motor 1.5 TGDI turbo a gasolina trabalha em conjunto com um motor elétrico de alta eficiência e uma bateria LiFePO4 de 1,83 kWh, recarregada automaticamente durante a condução.

painel jaecoo

Esse conjunto garante respostas rápidas em baixas velocidades, aceleração vigorosa e eficiência energética tanto em trajetos urbanos quanto rodoviários. Segundo o Inmetro, o consumo rodoviário é de 13,7 km/l, o melhor resultado da marca Omoda & Jaecoo no Brasil.

Jaecoo 5 tem design marcante e espaço interno

Com 4,38 metros de comprimento e entre-eixos de 2,62 m, o Jaecoo 5 oferece dimensões equilibradas para uso urbano sem abrir mão do conforto. O design segue a identidade global da marca, com grade frontal Waterfall, linhas robustas e rodas de liga leve de 18 polegadas.

visual jaecoo

O interior acomoda até cinco ocupantes e traz porta-malas de 410 litros, ampliado para 1.214 litros com os bancos traseiros rebatidos. A versão Prestige adiciona teto panorâmico Sky Screen de 1,45 m² e faróis Full LED, reforçando a proposta premium.

Tecnologia, conforto e segurança

Na versão Comfort, o SUV oferece central multimídia de 9”, ar-condicionado Dual Zone e sistema de som com seis alto-falantes. Já a versão Prestige eleva o nível com tela de 13,2”, som Premium Sony, carregador por indução de 50W, bancos elétricos ventilados e iluminação ambiente customizável.

cabine jaecoo

A segurança é destaque em ambas as versões, com seis airbags, controle de estabilidade, monitoramento de pressão dos pneus e estrutura reforçada. A versão Prestige adiciona o sistema ADAS 2.5, com 17 funções avançadas, incluindo ACC, AEB e alerta de ponto cego, além de câmera 540° para visão panorâmica.

Jaecoo 5: versões e preços

  • Jaecoo 5 Comfort: R$ 154.990
  • Jaecoo 5 Prestige: R$ 179.990

* Após o primeiro lote de lançamento, composto por 3.600 unidades, os valores subirão para R$ 159.990 e R$ 184.990, respectivamente.

Se você já se apaixonou pelo Jaecoo 5, talvez queira conferir como foi o lançamento dele e quais as primeiras impressões ao volante do SUV compacto. O CT Auto esteve na China e teve o privilégio de testar o carro antes de sua chegada ao Brasil.

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CNH do Brasil: por que ainda não é possível fazer todo o processo online?

30 September 2026 at 15:04

O aplicativo CNH do Brasil chegou para facilitar a vida dos motoristas, já que reúne serviços antes espalhados em diferentes canais e, com isso, permite uma infinidade de consultas e solicitações diretamente pelo celular. No entanto, ao menos por enquanto, nem tudo pode ser resolvido sem sair de casa.

A emissão da primeira CNH é um exemplo dessas exceções. Embora parte do processo seja iniciada online, há etapas que ainda demandam o comparecimento em unidades dos órgãos de trânsito, tais como coleta de biometria, foto, assinatura e exames médicos e psicológicos. Além disso, as provas teórica e prática de direção só podem ser realizadas presencialmente, o que torna impossível concluir todo o processo digitalmente.

autoescola

Outro ponto importante é que alterações cadastrais, como mudança de nome ou atualização de documentos, também podem exigir ida ao Detran. Isso acontece porque, em muitos casos, é necessário apresentar documentos originais para validação, garantindo a segurança e autenticidade das informações.

Serviços que ainda exigem presença no Detran

Mudanças cadastrais na CNH, como atualização de CPF ou data de nascimento, não podem ser feitas apenas pelo aplicativo. Dependendo do tipo de alteração, o motorista precisa comparecer ao Detran com documentos físicos. Além disso, falhas na validação digital ou pendências em registros oficiais também obrigam o atendimento presencial.

CNH Digital

Outro serviço que demanda presença é a defesa contra multas e processos de suspensão da CNH. Em situações que envolvem documentação específica ou contestação de penalidades, o motorista deve seguir as orientações do órgão responsável pela autuação, entregando os documentos exigidos pessoalmente.

Vistorias e processos ligados ao veículo

Além da habilitação, alguns serviços relacionados ao veículo também não podem ser feitos online. A vistoria para transferência de propriedade ou para alteração de características do automóvel exige inspeção física. Isso garante que o carro esteja em conformidade com as normas de trânsito e segurança.

Vistoria carro Detran

Essas exigências variam de acordo com o Detran de cada estado, mas em todos os casos há etapas que não podem ser substituídas por processos digitais. Mesmo com a integração crescente entre os órgãos de trânsito e a Senatran, a presença física continua sendo indispensável em situações que envolvem comprovação prática ou análise técnica.

Já que estamos falando sobre CNH Digital, que tal conferir um guia prático que mostra como não passar aperto ao exibir o documento em blitz de trânsito e em aeroportos?

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Chery e Huawei se juntam para criar "cópia" da Ferrari Purosangue

30 September 2026 at 13:11

A parceria entre Huawei e Chery resultou em um dos SUVs elétricos mais comentados da atualidade: o Luxeed RX. O modelo chamou atenção por unir tecnologia avançada e um design que remete diretamente à Ferrari Purosangue.

O lançamento reforça a estratégia das marcas chinesas de disputar espaço no segmento premium, oferecendo um veículo que combina desempenho esportivo, autonomia elevada e recursos tecnológicos inéditos.

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Mais do que um SUV elétrico, o RX se posiciona como vitrine de inovação. Ele traz soluções que vão desde lanternas com milhares de elementos até sistemas inteligentes de condução, mostrando que a Huawei e a Chery querem marcar presença no topo do mercado.

Design e tecnologia de ponta

O Luxeed RX mede 5,02 metros de comprimento, com proporções que lembram a Ferrari Purosangue. O capô longo, as rodas de até 22’’ e a distância entre painel e eixo dianteiro reforçam a inspiração esportiva.

Na traseira, o destaque fica para as lanternas com 10.000 elementos cristalinos, criando um efeito visual único. Já no interior, o SUV aposta em telas múltiplas, incluindo uma central de 16,1’’, display para o passageiro e head-up display de 26’’.

Desempenho e preço competitivo

O RX oferece versões com tração traseira e integral. Na configuração AWD, o SUV entrega 594 cv de potência, enquanto a versão de entrada alcança 377 cv. O desempenho impressiona, tanto que já o colocou como o SUV elétrico chinês mais rápido testado no circuito de Zhejiang.

A autonomia varia entre 700 km e 852 km, dependendo da bateria escolhida. Com preços entre 259.800 e 389.800 yuans na China, o Luxeed RX se posiciona como alternativa mais acessível frente a SUVs de luxo europeus, sem abrir mão de desempenho esportivo e tecnologia avançada.

Se você achou exagero comparar o design do Luxeed RX com o SUV da marca italiana, então dê uma olhadinha mais atenta na Ferrari Purosangue, que chegou ao Brasil por R$ 7,5 milhões, no finzinho de 2023.

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Quanto custaria um Volkswagen Pointer GTI hoje, com a inflação?

27 September 2026 at 21:03

Apresentado ao mercado em dezembro de 1993, mas lançado efetivamente no Brasil somente em fevereiro de 1994, o Volkswagen Pointer GTI fez história por ter sido o primeiro hatchback do mercado nacional a ostentar cinco portas e apelo esportivo, algo que as icônicas três letrinhas entregam logo de cara.

Produzido com o motor AP-2000, que oferecia injeção eletrônica de gasolina e até 115,5 cv de potência, o Pointer GTI era a versão topo de linha (e a mais desejada) da gama, que contava ainda com as variantes CL e GL, dotadas do também eficiente motor AP-1800.

Outra novidade introduzida pelo icônico hatch produzido pela Autolatina foi o câmbio de cinco marchas "MQ", que contava com engate por cabos, e dava ao motorista maior agilidade nas trocas. O Pointer ficou em linha no Brasil até 1996 e, hoje, muita gente se pergunta quanto custaria o modelo esportivo com o preço corrigido pela inflação. É isso o que o CT Auto vai revelar.

Quanto custava um Pointer GTI em 1994?

O Pointer GTI não foi um carro acessível para muita gente. Afinal, por se tratar de uma versão topo de linha, com apelo esportivo e a sigla que imortalizou o Gol GTI, o hatch custava caro.

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Na época do lançamento, em fevereiro de 1994, o Plano Real ainda não havia sido lançado e, por isso, o mercado era muito volátil. Em nossas pesquisas, descobrimos que um Volkswagen Pointer GTI custava o equivalente a 25 mil dólares, algo em torno de R$ 12,6 milhões de Cruzeiros Reais, a moeda corrente à época.

Quanto custaria um Pointer GTI em 2026, com a inflação?

Usando a excepcional calculadora oficial do Banco Central do Brasil, que converte automaticamente as moedas antigas para o Real, e aplicando como parâmetros os meses de fevereiro de 1994 e julho de 2026, além do valor de lançamento em Cruzeiros Reais, descobrimos que um Volkswagen Pointer GTI custaria hoje o equivalente a R$ 359.667,84, com a correção dos índices de inflação.

O preço, por incrível que possa parecer, é bem "salgado", mas compatível com a proposta que o carro certamente ofereceria se recebesse as atualizações tecnológicas necessárias. Afinal, por se tratar de um modelo esportivo, ele provavelmente seria comparável ao Gol GTI, hatch que chegou em sua última geração recentemente ao Brasil por um preço ainda mais alto. 

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Quanto pode custar a troca da bateria dos carros híbridos? Veja estimativas

27 September 2026 at 13:01

A bateria de alta tensão é um dos componentes que mais despertam dúvidas entre quem pensa em comprar um carro híbrido. Afinal, embora o sistema elétrico reduza o consumo de combustível e ajude no desempenho, existe a preocupação sobre quanto o proprietário teria de desembolsar caso o conjunto apresentasse um problema depois do período de garantia.

Os valores variam bastante conforme a tecnologia utilizada, a capacidade da bateria e o tipo de sistema híbrido. Um híbrido convencional, por exemplo, pode utilizar uma bateria relativamente pequena, enquanto um híbrido plug-in precisa de um conjunto muito maior para permitir uma autonomia elétrica mais extensa.

Bateria carro híbrido

Como as fabricantes nem sempre divulgam publicamente o preço de uma bateria nova para reposição, as cifras disponíveis precisam ser tratadas com cuidado. Nesta lista, os valores são referências e estimativas de mercado, e não necessariamente preços oficiais de concessionárias. Onde há uma cifra mais consolidada, ela é identificada como tal.

Quanto custa a bateria de um Toyota Corolla Hybrid?

O Toyota Corolla Hybrid é um dos casos mais conhecidos no mercado brasileiro. O modelo utiliza uma bateria de 1,3 kWh, de níquel-cádmio, relativamente pequena quando comparada aos conjuntos empregados por híbridos plug-in. A referência de preço encontrada para a substituição completa é de aproximadamente R$ 17 mil, sem considerar a mão de obra.

toyota corolla div nova

Existe ainda a possibilidade de reparo em vez da substituição do conjunto completo. Em referências de mercado, o conserto de células pode reduzir bastante a conta, com valores na faixa de R$ 8 mil a R$ 10 mil. É importante ressaltar que esse procedimento depende do diagnóstico e não significa que todas as baterias possam ser recuperadas dessa maneira.

E quanto custa a bateria do BYD King?

O BYD King GS utiliza uma bateria de maior capacidade que a do Corolla, já que seu sistema híbrido plug-in foi desenvolvido para permitir condução elétrica por períodos mais longos. A BYD oferece garantia específica para suas baterias de alta tensão, mas não divulga publicamente, em sua página brasileira do modelo, um preço de varejo para a substituição completa do conjunto.

BYD King

No mercado de peças usadas aparecem conjuntos e componentes do King por valores que podem ficar na casa dos R$ 15 mil a R$ 17,5 mil, mas essas cifras não devem ser confundidas com o preço de uma bateria nova fornecida pela BYD. A existência de peças usadas nessa faixa serve apenas como referência para dimensionar o mercado de reposição.

Quanto pode custar a bateria de um Toyota Corolla Cross Hybrid?

O Corolla Cross Hybrid compartilha a lógica de sistema híbrido convencional da Toyota e utiliza uma bateria de capacidade relativamente baixa. Isso ajuda a explicar por que o custo de reposição pode ser significativamente menor que o de baterias empregadas em modelos plug-in, que precisam armazenar muito mais energia.

Há conjuntos usados de bateria do Corolla Cross Hybrid anunciados no mercado brasileiro por valores que vão de aproximadamente R$ 4.900 a R$ 10 mil, dependendo do ano, da versão e da condição da peça. Como são componentes usados, esses números não representam o preço oficial de uma bateria nova na rede Toyota.

E a bateria do GWM Haval H6?

O GWM Haval H6 tem diferentes configurações híbridas, incluindo versões HEV e plug-in. Isso é importante porque não existe um único preço de bateria para toda a família H6. A capacidade e a arquitetura do sistema variam de acordo com a versão, influenciando diretamente o custo potencial de uma substituição.

No mercado de peças usadas, há conjuntos de bateria para o Haval H6 PHEV19 anunciados por cerca de R$ 4 mil, mas novamente estamos falando de uma peça usada, e não de uma bateria nova adquirida na rede autorizada. A GWM, por sua vez, oferece garantia específica de 8 anos ou 200 mil km para o sistema híbrido, dependendo das condições aplicáveis ao veículo.

Baterias maiores são mais caras

A diferença de capacidade ajuda a entender por que não existe um preço único para baterias de carros híbridos. Os sistemas HEV, como os empregados no Corolla, usam conjuntos menores e são recarregados pelo próprio veículo durante desacelerações, frenagens e funcionamento do motor a combustão.

Já os híbridos plug-in (PHEV) precisam de baterias maiores para entregar autonomia elétrica relevante. O custo potencial de reposição tende a acompanhar essa diferença de tamanho e complexidade. Por isso, comparar uma bateria de 1,3 kWh de um Corolla com o conjunto de um PHEV sem levar em conta a capacidade pode produzir uma impressão completamente errada sobre o custo de manutenção.

Estimativas de preço de baterias dos híbridos

  1. Toyota Corolla Hybrid: cerca de R$ 17 mil para o conjunto completo.
  2. Toyota Corolla Cross Hybrid: cerca de R$ 4.900 a R$ 10 mil para conjuntos usados encontrados no mercado.
  3. BYD King: cerca de R$ 15 mil a R$ 17,5 mil para peças usadas anunciadas.
  4. GWM Haval H6 PHEV19: cerca de R$ 4 mil para peça usada anunciada.

Como vimos, as estimativas para os preços das baterias seguem bem altas no Brasil. Por isso, nada melhor do que cuidar da maneira certa dos componentes e, com isso, aproveitar ao máximo a autonomia de um carro híbrido.

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Quanto o BYD Dolphin Mini desvalorizou dois anos após o lançamento?

26 September 2026 at 21:02

Quanto será que o carro elétrico mais vendido do Brasil desvalorizou desde que foi lançado por aqui? Essa é uma pergunta que muita gente que pensa em entrar para o segmento "verde" se faz. Afinal, o BYD Dolphin Mini não é apenas o mais emplacado da própria categoria. Ele também incomoda (e muito) modelos a combustão, como Chevrolet Onix e Volkswagen Polo.

Por conta disso, o CT Auto foi a fundo nas pesquisas, usou e abusou da calculadora e, com base em dados como preço de lançamento, ofertas em e-commerces e valores da Tabela Fipe, chegou a uma conclusão sobre quanto valor de mercado o "mini-golfinho chinês" perdeu entre a data do lançamento (fevereiro de 2024) e o último mês de fevereiro.

dolphin mini mais uma

Escolhemos fevereiro de 2026 como referência final para que a conta pudesse ser fechada em exatos 24 meses após o lançamento oficial no país. A diferença entre o preço de lançamento e a cotação encontrada dois anos depois não é tão grande quanto alguns poderiam imaginar, mas esse é o único spoiler que daremos sobre a matéria. Confira.

Quanto valia o BYD Dolphin Mini após dois anos?

Em fevereiro de 2026, a Tabela Fipe do BYD Dolphin Mini 2024 de 38 kWh estava em R$ 99.905, de acordo com o histórico disponibilizado pela Webmotors, um dos e-commerces mais conceituados do país na hora de buscar por carros seminovos, usados e até 0 km.

dolphin mini lateral

A diferença para os R$ 115.800 cobrados no lançamento é de R$ 15.895. Em termos percentuais, isso significa que o Dolphin Mini perdeu aproximadamente 13,7% do valor em dois anos, preservando cerca de 86,3% do preço originalmente anunciado.

Dolphin Mini desvalorizou muito em dois anos?

Para responder se o BYD Dolphin Mini desvalorizou muito ou pouco em um intervalo de dois anos, um dos meios é compará-lo a um carro a combustão do segmento de entrada, como o Volkswagen Polo Track.

dolphin mini carregando carro elétrico carregando

O hatch da marca alemã custava, no mês que o elétrico chinês chegou ao Brasil (aproximadamente um ano após seu próprio lançamento), R$ 87.990, de acordo com a Tabela Fipe. Dois anos depois, em fevereiro de 2026, a cotação de um seminovo gira em torno de R$ 80.825, uma retração de R$ 7.165 ou 8,14%. 

A desvalorização, portanto, foi quase 5% menor que a do subcompacto elétrico, mas é importante ressaltar que, ao contrário do carro da BYD, o Polo Track é um modelo campeão em vendas diretas, especialmente para locadoras e frotistas, que fazem rotação de estoques rápidas e, portanto, contribuem para uma queda menor do ativo. Por falar nisso, você sabe o que é venda direta de um carro zero quilômetro??

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