❌

Normal view

Review Acer Predator Helios 16S | Potência em games com uma tela OLED fora da curva

25 October 2026 at 00:00

O mercado de notebooks gamer de alto desempenho não perdoa nos preços, principalmente neste momento de crise de hardware pelo qual passamos. Porém esses modelos costumam entregar um conjunto de especificações de ponta, como o Acer Predator Helios Neo 16S, equipado com um dos processadores mobile mais fortes do mercado e uma GPU que garante uma jogatina folgada.

A Acer é conhecida por entregar um dos melhores custo-benefícios com a linha Nitro, que representa o segmento de entrada, deixando os Predator Helios para quem quer desempenho e está disposto a pagar o valor salgado que essa linha cobra. Confira as vantagens e desvantagens deste modelo nas minhas impressões depois de um mês de uso.

Prós

  • Hardware de ponta
  • Design fino, elegante e leve
  • Tela OLED de muita qualidade
  • Quantidade de conexões

Contras

  • Sistema de refrigeração não dá conta do desempenho máximo
  • Travamentos sempre ao abrir e fechar programas e jogos
  • Preço muito alto

Design e construção

Notebook gamer costuma ser grande e pesado, principalmente aqueles de alto desempenho, mas o Acer Predator Helios Neon 16S não se encaixa nesse perfil. Ele mede menos de 2 cm de espessura e pesa menos de 3 kg, números que impressionam para esse segmento. Ele é construído misturando aço e plástico, entregando boa rigidez. A tela não treme ao digitar, o que é importante, já que ela é grande e mais suscetível a isso.

Ele tem acabamento em preto fosco, daquele tipo que deixa muitas manchas de dedos com um simples toque. Se você se irrita com isso, é preciso ter um pano de microfibra para garantir que as manchas sejam totalmente retiradas. Na tampa, você terá a logo da linha Predator com LED RGB que pode ser sincronizado com as luzes restantes do notebook.

Em geral, é um notebook que mistura o design arrojado conhecido da linha, mas consegue ser sóbrio, ao mesmo tempo em que é compacto na medida do possível para esse segmento. Esse é um de seus maiores diferenciais e um que me agrada muito, mas ele vem com um preço.

Tela

A tela é parte importante de qualquer PC gamer e isso não é diferente em um notebook para jogos. Aqui, a Acer foi além das expectativas. O Predator Helios 16S é equipado com um painel OLED e, antes de falar de sua qualidade, devo dizer que eu testo diferentes monitores e notebooks (gamer ou não) com essa tecnologia, mas o que vi neste modelo me surpreendeu.

As cores são muito vivas e o preto profundo, como qualquer tela OLED, certo? Mas as otimizações da Acer entregam um resultado superior à média do mercado. Além de ser excelente na qualidade de imagem, ela tem resolução máxima de 2560x1600, um QuadHD com mais pixels na vertical, gerando a proporção 16:10. A taxa de atualização é de 240 Hz, brilho máximo de 400 nits, com direito a HDR. O único ponto negativo é o acabamento glossy, que é péssimo em ambientes iluminados.

Embora o tempo de resposta seja baixo o suficiente para eliminar qualquer ghosting, as especificações oficiais desse notebook dizem que é de 9 ms, chegando a 2 ms no modo overdriver. Como costuma acontecer em outras telas OLED, é muito possível que esse tempo seja abaixo de 2 ms e fica a dúvida sobre as especificações oficiais.

Especificações técnicas do Acer Predator Helios 16S

  • Processador: Intel Core Ultra 9 290HX Plus (24 núcleos e 24 threads, cache de 36 MB, até 5,5 GHz)
  • Placa de Vídeo: NVIDIA GeForce RTX 5070 Ti 12 GB
  • Memória RAM: 32 GB DDR5-6400 (expansível até 64 GB_
  • Armazenamento: SSD de 1 TB PCIe 4.0 NVMe M.2
  • Tela: 16 polegadas, OLED, 2560x1600, proporção 16:10, 240 Hz e 400 nits de brilho, HDR TrueBlack 500
  • Sistema Operacional: Windows 11 Home
  • Câmera: Câmera FullHD (1080p)
  • Áudio e Alto-falantes: 2 alto-falantes de 2w cada
  • Conectividade: Wi-Fi 6E e Bluetooth 5.5
  • Bateria: 92WHr (4 células)
  • Portas: 3x USB-A, 2x USB-C (3.2 Gen 1), 1x porta HDMI 2.1, RJ-45, leitor de microSD e entrada para headset
  • Dimensões (LxPxA): 35,6 cm x 27,5, cm x 1,89 cm
  • Peso: 2,7 kg

Conectividade

Quem joga no notebook pode precisar de várias portas ao mesmo tempo para conectar teclado, mouse, gamepad e headset. O Acer Predator Helios 16S não deixará você na mão com suas 3 portas USB-A, 2 USB-C, com uma delas sendo Thunderbolt 4, além de HDMI 2.1, Ethernet, leitor de microSD e entrada de áudio. Tudo isso dividido entre as laterais e a traseira. Em relação às conexões sem fio, o notebook oferece Wi-Fi 6E e Bluetooth 5.5.

Bateria e temperaturas

Diferente dos notebooks premium que tenho analisado, em que o grande trunfo é a autonomia de bateria, notebooks gamer não são conhecidos por isso. Eles são portáteis, mas na hora da jogatina precisam estar na tomada. O Acer Predator Helios 16S não foge a essa regra, já que sua bateria dura pouco mais de 3 horas em tarefas leves.

Acer Predator Helios 16S - bateria@2x

Temperaturas da CPU e GPU

Já em relação às temperaturas, temos um problema. O processador, que é o potente Intel Core Ultra 9 290HX Plus, passa facilmente de 90 graus em jogos exigentes. Esse notebook tem diferentes modos de operação e somente no econômico é que ele fica entre 70 e 80 graus, com o custo do corte das frequências dos chips, resultando em perda agressiva de desempenho em jogos CPU Bound, como Crimson Desert. Por isso, optei por deixar no modo equilibrado durante meu uso, que é a opção que vem de fábrica. 

Desempenho

Antes, vamos à nossa metodologia de testes. Aqui no Canaltech, não priorizamos a review técnica super detalhada, com diversas métricas e testes complexos, já que focamos na experiência de uso real que você teria, como podem ter visto nas seções acima. Por isso, escolhemos os jogos que mais representam diferentes estilos, tentando sempre alcançar 60 FPS na resolução nativa da tela (algo difícil hoje em dia). Como se trata de um notebook 1600p nesse caso, o uso do upscaling se restringe somente ao modo qualidade. Caso não chegue a 60 FPS, saiba que é possível ativar o gerador de quadros ou mudar o modo do DLSS, com o risco de perda de qualidade de imagem, mas gerando consideravelmente mais desempenho.

Antes dos benchmarks abaixo, preciso ressaltar que enfrentei travamentos sempre ao fechar e abrir programas pesados, como aqueles usados em nossos testes, além de games. Eram travadas totais do sistema por poucos segundos, muito provavelmente ligadas à troca entre a GPU e os gráficos integrados, algo que não consegui resolver com o próprio software da Acer ou em outras configurações.

Games

Acer Predator Helios 16S - Games

Temos ainda Forza Horizon 6 em nossa bateria de testes, mas por algum motivo que não consigo explicar, o jogo não abriu. Uma observação importante é que rodamos os jogos sem Ray Tracing e Path Tracing. Ou seja, com a ativação desses recursos, é literalmente obrigatório ativar o gerador de quadros do DLSS, algo que sai do nosso parâmetro.

IA e produtividade

Além disso, trazemos testes relacionados à inteligência artificial e aplicações profissionais para você ter uma ideia do que o notebook é capaz, além de games, já que essas são máquinas que costumam ir bem em tarefas pesadas também.

No teste de IA, o Acer Predator Helios 16S se saiu bem, sendo um dos melhores que já testamos até agora:

Acer Predator Helios 16S - IA@2x

Concorrentes

No momento desta publicação, a disponibilidade do Acer Predator Helios 16S no varejo não é boa, e ele pode ser encontrado custando quase R$ 25.000 à vista na loja oficial. Esse é um preço que, certamente, foi afetado pela crise de hardware atual, o que é uma pena, já que estou falando de um ótimo produto no geral. Com essa faixa de preço, temos outras opções até um pouco mais fracas, mas custando muito menos.

Curiosamente, uma das minhas indicações é da própria Acer, no caso, um Predator Helios Neo 16 AI, que tem CPU levemente mais fraca (Core Ultra 9 275HX) e uma RTX 5070, além de não ter tela OLED, trazendo IPS (240 Hz e 1600p também). Porém seu preço é muito menor, já que custa cerca de R$ 10.000 a menos, valor extra que pode ser investido em um ótimo monitor OLED.

Compre o Acer Predator Helios Neo 16 AI

A outra recomendação fica para o ASUS ROG Strix G16 com um potente Intel Core i9-14900HX, além de uma RTX 5070, 32 GB e 1 GB. Sua tela é IPS, mas opera também a 240 Hz e tem a resolução 2560x1600. Ele pode ser encontrado por cerca de R$ 13.000 também na loja oficial.

Infelizmente, essa é uma das poucas análises em que conseguiria recomendar ainda outros produtos equivalentes, mas custando muito menos, tamanho é o problema de posicionamento do Acer Predator Helios 16S no mercado agora.

Vale a pena comprar o Acer Predator Helios 16S?

Pelo preço atual? Não. É uma baita máquina: usa uma das CPUs mais fortes para notebooks hoje, tem um chip gráfico potente e uma tela OLED incrível, mas modelos mais baratos oferecem o mesmo nível de hardware, mesmo que seja sem um painel do mesmo nível, algo que pode ser resolvido com um monitor OLED de 27 polegadas com essa diferença de preço.

Portanto, enquanto o Acer Predator Helios 16S custar acima de R$ 20.000, fica difícil a recomendação. Mas se dinheiro não for um problema, eu gostei do conjunto geral e fica a recomendação para esse perfil.

Compre o Acer Predator Helios 16S

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

5 infrações de trânsito que podem levar à apreensão do carro

24 October 2026 at 23:05

Uma fiscalização de trânsito pode terminar em multa e pontos na CNH, mas algumas irregularidades também impedem o motorista de continuar circulando. Dependendo do problema encontrado, o veículo pode ficar retido até a regularização ou ser removido para um pátio, gerando despesas extras para o proprietário.

Entre os itens que merecem atenção estão pneus, faróis, para-brisa e placas de identificação. O licenciamento também precisa estar em dia, já que circular com o documento vencido pode resultar na remoção do automóvel, conforme o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

Blitz de Trânsito

Vale esclarecer que a apreensão deixou de existir como penalidade no CTB. No uso cotidiano, a expressão costuma ser empregada quando o carro é levado ao depósito, mas o termo correto para essa medida administrativa é remoção. A retenção, por sua vez, ocorre quando o veículo fica parado até que a irregularidade seja resolvida.

Pneus carecas, para-brisa trincado e problemas na iluminação

Pneus desgastados além do limite legal podem comprometer a aderência e aumentar o risco de acidentes, especialmente em pistas molhadas. A legislação proíbe circular com pneus cuja banda de rodagem tenha atingido os indicadores de desgaste ou apresente profundidade inferior a 1,6 mm. A irregularidade pode ser enquadrada como mau estado de conservação, com multa e retenção para regularização.

Pneu carro careca

O para-brisa também precisa estar dentro das condições estabelecidas pelo Contran. Trincas e fraturas na área crítica de visão do motorista podem tornar o veículo irregular. Já faróis, lanternas, setas e luzes de freio devem funcionar corretamente. Lâmpadas queimadas e falhas na sinalização podem gerar multa, embora nem todo defeito de iluminação resulte automaticamente na remoção do carro. O enquadramento depende da situação constatada durante a fiscalização.

Licenciamento vencido e placas ilegíveis podem levar ao pátio

Circular com o licenciamento vencido é uma infração gravíssima e pode resultar em multa, sete pontos na CNH e remoção do veículo. A mesma medida administrativa está prevista para automóveis que circulam com placas sem condições de legibilidade ou visibilidade. Placas estragadas, encobertas ou impossíveis de identificar podem, portanto, causar transtornos além da autuação.

placa carro

A remoção também pode ocorrer quando uma irregularidade que exige retenção não é resolvida e o veículo não pode seguir viagem com segurança ou não há um condutor habilitado para retirá-lo. Para recuperar o automóvel levado ao depósito, o proprietário precisa atender às exigências aplicáveis, regularizar as pendências e pagar as despesas de remoção e estadia, além de outros débitos exigíveis. 

Prestou atenção no que NÃO FAZER para não ter o carro recolhido ao pátio? Então aproveite e confira também uma listinha com 7 infrações de trânsito que geram multas e você (provavelmente) não sabia.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

Do slasher ao sobrenatural: 8 franquias de terror para assistir na Netflix

24 October 2026 at 22:00

Para quem gosta de terror, maratonar uma franquia recheada de sustos, elementos sobrenaturais e criaturas assombrosas é praticamente um banquete de extrema qualidade. No streaming, a Netflix aparece como a melhor plataforma para quem quer uma grande quantidade de opções disponíveis para todos os gostos. 

Seja no slasher ou na distopia sombria, é possível navegar no catálogo da gigante do streaming por diversas franquias famosas do gênero, indo desde clássicos amados até aquela trasheira para assistir com os amigos. Tem até opções para quem gosta de histórias com vampiros ou sobre criaturas monstruosas que provocam o colapso do mundo. 

São vários estilos e formatos que, para aqueles que gostam de mergulhar no lado sombrio do cinema, são ótimas pedidas na época do Halloween, período que muita gente aproveita para fazer maratonas temáticas cheias de assombrações. 

Melhores franquias de terror para assistir na Netflix

Se você está em busca da sua próxima maratona horripilante, mas não sabe por onde começar ou onde encontrar boas opções, o Canaltech vai te ajudar nessa empreitada com 8 franquias de terror para assistir na Netflix. 

1. Franquia Pânico

Iniciada na metade final dos anos 1990, a franquia Pânico se tornou uma grande queridinha dos entusiastas de terror pela forma como subverteu os clichês do gênero com muita metalinguagem e um assassino mascarado que deu uma nova cara aos slashers da época. Na Netflix, você pode assistir aos três primeiros filmes da franquia: Pânico (1996), Pânico 2 (1997) e Pânico 3 (2000). 

Situado na pequena cidade de Woodsboro, o primeiro filme da saga do Ghostface acompanha Sidney Prescott (Neve Campbell) e um grupo de adolescentes que são atormentados pela perseguição de um psicopata que adora testá-los com conhecimentos sobre filmes de terror. Juntos, eles correm contra o tempo para descobrir quem está por trás dos ataques, enquanto o assassino está à espreita para matar um por um.

2. Franquia Halloween

Outra franquia que você vai encontrar na Netflix a partir do dia 20 de outubro de 2026 é Halloween, iniciada na década de 1970 com o clássico do diretor John Carpenter. Para quem nunca assistiu ou ainda está precisando maratonar os filmes mais recentes, é a chance para finalmente ficar em dia com a saga dando play nos filmes Halloween (2018) e Halloween Kills: O Terror Continua (2021).

Continuação direta do clássico estrelado por Jamie Lee Curtis em 1978, o Halloween de 2018 dá início a uma nova trilogia da franquia sob comando do diretor David Gordon Green. Na saga, Laurie (Curtis) se vê obrigada a confrontar Michael Myers novamente quatro décadas depois de escapar do ataque do assassino. Mais preparada para lutar, ela se junta à filha e à neta para dar um fim ao psicopata.

3. Franquia Uma Noite de Crime

Para quem gosta de distopias e realidades alternativas, a franquia Uma Noite de Crime está completa na Netflix para uma maratona insana e bastante sanguinolenta que exige um estômago forte. 

Com cinco filmes no total, Uma Noite de Crime começou em 2013 com uma premissa que apresenta ao público uma realidade distópica dos Estados Unidos, onde uma lei governamental permite que todo tipo de atividade ilegal e criminosa possa acontecer em um período de 12 horas. 

A saga fez sucesso entre os entusiastas do gênero por apostar em fortes críticas sociais e políticas, apresentando uma versão aterrorizante da vida real. Todos os cinco capítulos estão disponíveis na Netflix, são eles: Uma Noite de Crime (2013), Uma Noite de Crime 2: Anarquia (2014), 12 Horas Para Sobreviver: O Ano da Eleição (2016), A Primeira Noite de Crime (2018) e Uma Noite de Crime: A Fronteira (2021).

4. Franquia Um Lugar Silencioso

Mistura de ficção científica com terror, a franquia Um Lugar Silencioso também é uma opção de maratona para quem gosta do gênero e quer entrar no clima do Halloween com criaturas mortais e uma história emocionante sobre família. 

Disponíveis na Netflix a partir do dia 15 de outubro, os dois primeiros longas da franquia, Um Lugar Silencioso (2018) e Um Lugar Silencioso: Parte II (2020), apresentam ao público um mundo pós-apocalíptico onde monstros misteriosos atacam fatalmente o que tiver pela frente com base no som.

No meio desse cenário desolador, acompanhamos a jornada da família Abbott, que precisa enfrentar os horrores do mundo externo para encontrar um lugar adequado para sobreviver, sem fazer um barulho sequer. 

5. Franquia Ouija

Embora não seja tão popular quanto um Pânico da vida, a franquia Ouija aparece no catálogo da Netflix como uma opção de maratona para quem gosta de terror sobrenatural. A partir do dia 17 de outubro, os filmes Ouija: O Jogo dos Espíritos (2014) e Ouija: Origem do Mal (2016) chegam ao streaming para quem busca uma maratona mais rápida, mas igualmente assustadora. 

Apostando na adrenalina por trás do famoso tabuleiro Ouija, a saga começa contando a história de Laine (Olivia Cooke), uma jovem que, após a morte repentina da melhor amiga, encontra o jogo no quarto dela. Decidida a se despedir, Laine tenta contatar a amiga no mundo dos mortos, mas acaba encontrando um espírito misterioso que revela segredos chocantes sobre a morte da garota.

Já Ouija: Origem do Mal, conta a história de Doris (Lulu Wilson), uma menina solitária cuja mãe finge se comunicar com espíritos. Até que um dia ela encontra o tabuleiro e decide contatar o pai falecido, provocando uma série de eventos estranhos quando seres malignos se apoderam de seu corpo. 

6. Franquia Todo Mundo em Pânico

Queridinha dos anos 2000, a franquia Todo Mundo em Pânico foi um grande sucesso entre o público que cresceu no começo do novo milênio, trazendo uma comédia escrachada e satírica sobre filmes de terror. É a maratona ideal para quem gosta do gênero, mas não quer deixar de lado boas risadas. 

Usando o humor para ridicularizar filmes como Pânico (1996) e Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado (1997), os longas apostam na comédia pastelão e situações absurdas para fazer piada com estereótipos e clichês do gênero. Sem contar que, para quem sente saudade dos anos 2000, a franquia dá aquela sensação de nostalgia com várias referências da época. 

Com seis filmes no total, você pode começar sua maratona na Netflix assistindo aos três primeiros longas: Todo Mundo em Pânico (2000), Todo Mundo em Pânico 2 (2001) e Todo Mundo em Pânico 3 (2003). 

7. Franquia Blade

O universo dos super-heróis também pode ser aterrorizante, e uma prova disso é a franquia Blade, cujos três filmes clássicos estão disponíveis na Netflix. Estrelada por Wesley Snipes, a trilogia fez sucesso ao levar para as telonas a história de origem do caçador de vampiros mais famoso da Marvel. 

Composta pelos filmes Blade: O Caçador de Vampiros (1998), Blade 2 (2002) e Blade Trinity (2004), a franquia acompanha a trajetória de Blade, um herói metade mortal e metade imortal que caça criaturas sedentas por sangue, embarcando em uma jornada intensa para impedir que a humanidade seja devorada pelos sanguessugas. 

Para quem gosta de ação, a trilogia do Blade traz aquela estética marcante dos filmes de super-heróis antes do MCU, com pancadarias mais estilizadas e temáticas sombrias. 

8. Franquia Rua do Medo 

Original da Netflix, a franquia Rua do Medo é mais uma opção de maratona disponível na plataforma. Inspirados na obra de R.L. Stine, os filmes mostram diferentes momentos temporais da cidade de Shadyside, um lugar amaldiçoado por assassinatos ao longo de várias gerações. 

Cada um apresentando histórias diferentes, os longas se unificam a partir da premissa focada em jovens que precisam lidar com uma onda de assassinatos misteriosa ligada ao passado assombroso da cidade. 

Com direito à maldição de bruxa e elementos do slasher, Rua do Medo conta os filmes Rua do Medo: 1994 - Parte 1 (2021), Rua do Medo: 1978 - Parte 2 (2021) e Rua do Medo: 1666 - Parte 3 (2021), além de um derivado chamado Rua do Medo: Rainha do Baile (2025). 

Terror para quem tem coragem

Mostrando que tem espaço para todo mundo, o terror transita por diversos formatos sem perder sua essência. É um gênero muito prolífico e disruptivo que, mesmo que aposte em premissas descomplicadas, ainda é capaz de gerar emoções extremas no público. 

Se você é um entusiasta dessa sensação, aproveite para fazer a sua própria noite do terror: 10 filmes perfeitos para assistir em turma e comentar.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

SUV seminovo da Jeep fica no precinho e sai mais barato que Tera em outubro

24 October 2026 at 21:00

Quem procura um SUV seminovo em outubro pode encontrar no Jeep Renegade uma alternativa aos modelos zero-quilômetro mais baratos do mercado. A versão Longitude 2023 reúne motor turbo, transmissão automática convencional e uma lista generosa de equipamentos, sem exigir um orçamento tão alto quanto o de alguns utilitários esportivos novos.

A queda no valor de mercado também chama atenção diante do Volkswagen Tera, que parte de R$ 108.490 na versão MPI com câmbio manual. Com a referência da Tabela Fipe abaixo dos R$ 100 mil, o Jeep aparece como uma opção para quem prioriza desempenho e equipamentos e aceita comprar um veículo usado.

renegade stellantis

Vale lembrar que o valor da Fipe serve como referência, não como garantia de preço nas lojas. O custo final depende do estado de conservação, da quilometragem, do histórico de manutenção e das condições de cada oferta.

Renegade tem "motorzão" e câmbio automático

O Renegade Longitude 2023 utiliza o motor 1.3 turbo flex T270, que entrega até 185 cv com etanol e 180 cv com gasolina. O torque máximo é de 27,5 kgf/m, disponível a partir de 1.750 rpm. O conjunto trabalha com câmbio automático de seis marchas e tração dianteira, uma combinação que privilegia o uso urbano e rodoviário sem recorrer a uma transmissão automatizada de dupla embreagem ou a um sistema CVT.

2021-4x4-of-the-year-awards

O consumo informado é de 7,7 km/l na cidade e 9,1 km/l na estrada com etanol. Com gasolina, os números sobem para 11 km/l no ciclo urbano e 12,8 km/l no rodoviário. O tanque de 55 litros ajuda a ampliar a autonomia, enquanto as dimensões de 4,27 metros de comprimento e 2,57 metros de entre-eixos posicionam o modelo entre os SUVs compactos. O porta-malas tem capacidade para 320 litros.

Queda no valor original deixa Jeep "no precinho"

Segundo o levantamento do Mundo do Automóvel para PCD, o Longitude 2023 custava R$ 156.490 quando zero-quilômetro, em dezembro de 2023. A diferença para a referência atual representa uma redução de R$ 58.841, equivalente a aproximadamente 37,6% de desvalorização. Essa queda ajuda a explicar por que o modelo pode atrair quem deseja um SUV com motorização mais potente sem pagar o preço de um carro novo.

jeep-celebra-aniversario-com-grande-feito-renegade-ultrapassa-meio-milhao-de-unidades-vendidas-no-brasil-2

A lista de equipamentos inclui seis airbags, controles de estabilidade e tração, frenagem autônoma de emergência, alerta e assistente de permanência em faixa e detector de fadiga. Há ainda faróis Full LED, ar-condicionado digital de duas zonas, painel de instrumentos digital de 7 polegadas, central multimídia de 8,4 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, bancos revestidos em couro e carregador de celular por indução. 

Ficou interessado no Jeep Renegade mais barato que um Volkswagen Tera? Então confira 7 dicas de um especialista na hora de comprar um carro usado e seminovo. 

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

O que é e como funciona a Conta Meta no WhatsApp, Instagram e Facebook?

A Conta Meta é uma nova forma de login unificado nas plataformas da empresa, como Instagram, Facebook, WhatsApp, Meta AI e os sistemas dos óculos inteligentes. A credencial traz mais camadas de segurança e facilita o acesso entre diferentes apps.

Quando aplicada, a conta dispensa a necessidade de ter uma senha diferente para entrar em cada uma das redes sociais, desde que estejam vinculados pela Central de Contas. Ainda é possível ativar chaves de acesso para fazer login sem senha alfanumérica.

O recurso foi anunciado pela Big Tech em abril de 2026 e segue distribuição por fases. A seguir, o Canaltech explica os principais detalhes.

Conta Meta e Central de Contas são a mesma coisa?

Não. A Conta Meta é uma evolução da Central de Contas, usada para sincronizar recursos entre Facebook, Instagram e outras ferramentas.

A central será atualizada automaticamente com o objetivo de simplificar os acessos, mas ainda será possível acessar um painel com todas as configurações. A empresa reforça que ainda é possível ter uma credencial para cada rede social, mas a conta unificada seria uma opção para os perfis que já estão vinculados.

Conta meta

Quais são os recursos exclusivos da Conta Meta?

Uma das vantagens do login unificado da Conta Meta é a opção de usar chaves de acesso (ou passkeys) para fazer o login. As chaves usam dados biométricos, como Touch ID e Face ID, para autenticar um cadastro e dispensam o uso das senhas convencionais.

A conta também pode ser configurada para ativar autenticação em dois fatores, no qual é necessário inserir um código recebido externamente para confirmar uma nova sessão. A medida cria uma camada adicional de segurança caso a senha tenha sido interceptada.

Conta Meta

Quem tem acesso à Conta Meta?

A distribuição da Conta Meta começou em abril de 2026, mas ainda ocorre de forma gradual. Os perfis selecionados são avisados por e-mail sobre a migração.

A empresa também possui uma assinatura unificada com benefícios para diferentes apps: conheça os benefícios do Meta One.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

10 jogos parecidos com Zelda para quem não tem um Nintendo Switch

24 October 2026 at 19:30

O anúncio de The Legend of Zelda: Ocarina of Time Remake esquentou a comunidade do clássico do Nintendo 64. O jogo promete disputar o mês de novembro com nada menos que GTA 6 e deve reprisar esse mesmo embate no The Game Awards (premiação de cujo júri o Canaltech faz parte).

Mesmo aqueles que não têm um Nintendo Switch 2 estão de olho no lançamento da Big N. Para essas pessoas, o que resta é aproveitar os jogos da franquia no primeiro Switch ou conferir títulos semelhantes à franquia Zelda em consoles rivais.

Pensando em quem não possui o híbrido da Nintendo, o Canaltech separou 10 jogos parecidos com Zelda para aproveitar em outros consoles. A franquia protagonizada por Link é muito influente desde sua concepção lá em 1986; por isso, há muitos títulos inspirados em The Legend of Zelda em outras plataformas.

Estes são os 10 jogos parecidos com Zelda para aproveitar fora do Nintendo Switch:

  1. Tunic

  2. Immortals Fenyx Rising

  3. Star Overdrive

  4. Death's Door

  5. Oceanhorn 2: Knights of the Lost Realm

  6. Blossom Tales: The Sleeping King

  7. Minit

  8. Hyper Light Drifter

  9. Sable

  10. Genshin Impact

10. Genshin Impact

Vamos começar retirando o elefante da sala: Genshin Impact é um RPG de ação free-to-play desenvolvido pela chinesa miHoYo e lançado em 2020. O jogo tem claras referências a The Legend of Zelda: Breath of the Wild do Nintendo Switch e é tido como um dos títulos mais próximos da fórmula "breath-like".

Genshin Impact

Genshin Impact compartilha muitos elementos e mecânicas com Breath of the Wild, em especial o mundo aberto, recursos como escalada e planador, bem como o próprio estilo em cel-shading. O título está disponível para PC, PlayStation 5, XBOX Series e dispositivos móveis.

9. Sable

Apesar de não contar com combate, um dos pilares de The Legend of Zelda, Sable consegue cumprir bem esse papel quando o assunto é exploração e mundo aberto. A saga da Nintendo ficou conhecida por suas contribuições para o gênero de mundo aberto.

Sable

Sable faz exatamente isso ao reunir elementos como exploração não linear, escalada e o uso do planador para desvendar o mapa. Os puzzles também estão bem presentes no jogo indie, com estruturas antigas, plataformas e ruínas que rendem bastante conteúdo para quem gosta dessa faceta de Zelda.

8. Hyper Light Drifter

Para quem prefere os jogos 2D de Zelda, Hyper Light Drifter é uma excelente pedida. A desenvolvedora do jogo, Heart Machine, revelou que HLD é uma combinação entre The Legend of Zelda: A Link to the Past e Diablo ao misturar elementos de RPG de ação com gráficos em pixel art e exploração.

Hyper Light Drifter

Outro ponto importante é que Hyper Light Drifter conta sua história nas entrelinhas, por meio de ruínas e dos próprios cenários. O indie está disponível em todas as plataformas atuais, incluindo o Nintendo Switch.

7. Minit

A criatividade é fantástica porque permite que os artistas busquem inspirações em vários lugares e as transformem em uma experiência totalmente nova. Esse é o caso exato de Minit, um jogo de ação em 2D com combate simples, mas eficiente, parecido com os clássicos de The Legend of Zelda.

Minit

O pulo do gato é que os jogadores precisam passar de um checkpoint a outro em apenas 60 segundos, o que o torna uma excelente aventura de descoberta, com muita tentativa e erro. Minit também conta com gráficos 1-bit monocromáticos bem minimalistas e charmosos. O indie está disponível para todas as plataformas, incluindo dispositivos móveis.

6. Blossom Tales: The Sleeping King

Blossom Tales: The Sleeping King não é apenas uma inspiração, mas também uma homenagem direta a The Legend of Zelda: A Link to the Past, com toques aqui e ali de The Minish Cap. Os gráficos e as interfaces são muito semelhantes à franquia da Nintendo.

Blossom Tales The Sleeping King

As dungeons e a progressão por itens-chave funcionam como uma espécie de déjà-vu para quem jogou os clássicos 2D de Zelda. Blossom Tales: The Sleeping King é um jogo que frequentemente entra em promoção e está disponível para PC e Nintendo Switch.

5. Oceanhorn 2: Knights of the Lost Realm

Voltando aos jogos 3D, Oceanhorn 2: Knights of the Lost Realm adota uma estrutura semiaberta e um pouco mais linear do que costumamos ver em The Legend of Zelda, mas compartilha elementos marcantes como dungeons, itens, puzzles e a aventura heroica da franquia.

Oceanhorn 2 Knights of the Lost Realm

Para os fãs de The Wind Waker, Oceanhorn 2: Knights of the Lost Realm adota uma temática marítima e tem um estilo visual que lembra os episódios 3D mais recentes de Zelda. Trata-se, obviamente, de uma experiência bem mais contida do que as produções da gigante da Nintendo.

4. Death's Door

Death's Door é uma excelente pedida para quem quer uma aventura próxima a Zelda fora (e dentro) do Nintendo Switch, em especial para quem gosta de combate dinâmico e de progressão focada em itens e puzzles.

Death's Door

É uma experiência que, embora pareça distante visualmente dos clássicos de Zelda, carrega uma alma bem próxima daquela que vimos nas aventuras de Link e companhia.

3. Star Overdrive

Star Overdrive é um dos jogos independentes mais próximos de The Legend of Zelda: Breath of the Wild, mesmo que em escala menor. O título conta com um mundo aberto que oferece grande liberdade de exploração. Os santuários de Zelda aqui são traduzidos em antigas minas.

Star Overdrive

A progressão acontece por meio dos itens e poderes adquiridos durante a jornada, incluindo o combate a inimigos, coleta de recursos e busca por memórias que explanam a mitologia daquele mundo.

2. Immortals Fenyx Rising

Se Star Overdrive se aproxima muito de Breath of the Wild no circuito indie, a Ubisoft cumpre esse papel com Immortals Fenyx Rising no segmento AAA. Isso acontece mesmo que o jogo compartilhe semelhanças evidentes com lançamentos recentes de Assassin's Creed.

immortals fenyx rising

Diferentemente de Zelda, Immortals Fenyx Rising pega emprestada a mitologia grega para contar sua história. Muitos jogadores chegaram até a criticar o título por se aproximar de Breath of the Wild em sua estrutura de gameplay e por não inovar em relação ao que foi proposto pela Nintendo.

1. Tunic

Tunic é um jogo indie muito popular da atual geração que não só pegou emprestados o estilo e as mecânicas de The Legend of Zelda, como também quis emular a sensação de uma criança experimentando o título de 1986 pela primeira vez. Como ele faz isso? O título conta com um manual em suas páginas internas que dá dicas sobre o universo do jogo. O problema é que essas instruções estão em uma língua indecifrável, de forma bem parecida a quando pegávamos livretos em japonês e tentávamos decodificar tudo para progredir nos clássicos dos anos 80 e 90.

Tunic

O indie possui um combate simples e puzzles bem complexos, além de incentivar os jogadores a explorar áreas e descobrir como progredir de maneira orgânica e livre. É uma verdadeira pérola, que exige um pouco de paciência e traz uma sensação inegável de The Legend of Zelda na ponta dos analógicos.

Aproveite que está no clima de Zelda e veja 6 jogos da franquia The Legend of Zelda que revolucionaram os games

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

7 sites e serviços famosos que rodam em PHP e você não sabia

24 October 2026 at 19:00

Duas falhas críticas no PHP colocaram milhões de sites em alerta nesta semana. As vulnerabilidades, divulgadas na quarta-feira (21), permitem que hackers executem códigos maliciosos em servidores sob determinadas condições e já eram alvo de tentativas de exploração antes mesmo da divulgação das correções.

O episódio chamou a atenção para uma linguagem de programação presente em boa parte da internet. Segundo dados do W3Techs, quase 70% dos sites cuja linguagem de servidor é conhecida utilizam PHP, incluindo serviços bastante famosos.

Parte dessa presença se explica pelo WordPress, sistema de gerenciamento de conteúdo desenvolvido em PHP e utilizado por grandes portais para publicar notícias, imagens e outros materiais.

Vale destacar que utilizar PHP não significa que um site esteja vulnerável às falhas descobertas recentemente. A exposição depende de fatores como a versão instalada, as configurações dos servidores e as medidas de segurança adotadas.

1. Wikipédia

A maior enciclopédia online do mundo utiliza o MediaWiki, software de código aberto desenvolvido principalmente em PHP para administrar artigos, edições e páginas.

Segundo a documentação oficial do projeto, os servidores de produção da Wikimedia utilizam o PHP 8.3. A linguagem é necessária para executar o MediaWiki, que também é utilizado por outros projetos da fundação.

Wikipédia genérica

2. NASA

Até a agência espacial dos Estados Unidos utiliza PHP. Os portais NASA.gov e Science.nasa.gov foram construídos com WordPress, segundo a documentação oficial da plataforma.

O sistema permite administrar arquivos de imagens, notícias, informações sobre missões espaciais e conteúdos científicos publicados pela agência.

NASA logo

3. Flickr

O Flickr, plataforma conhecida pelo armazenamento e compartilhamento de fotografias, também possui um histórico documentado de utilização do PHP em seus sistemas.

Em novembro de 2024, um estudo técnico publicado pela Amazon Web Services (AWS), em parceria com a SmugMug, controladora do Flickr, citou o uso de código PHP nas aplicações das plataformas. Não há confirmação pública recente de que toda essa infraestrutura permaneça inalterada.

Flickr app

4. TIME

A revista norte-americana TIME também utiliza WordPress para gerenciar seu portal de notícias e reportagens.

O site está listado no catálogo oficial do WordPress desde 2014, e verificações técnicas realizadas em 2026 continuam identificando a utilização da plataforma.

revista time online

5. Taylor Swift

O site oficial de Taylor Swift também depende de PHP por utilizar WordPress. A página foi incluída no catálogo de projetos da plataforma em julho de 2026.

Por meio do sistema, a equipe da cantora consegue administrar conteúdos sobre lançamentos musicais, turnês, notícias e outras informações destinadas aos fãs.

Taylor Swift

6. Casa Branca

O site oficial da Casa Branca, sede do governo dos Estados Unidos, utiliza WordPress desde 2017.

Segundo a documentação da plataforma, o WhiteHouse.gov opera com WordPress VIP, versão voltada para organizações de grande porte. O sistema é utilizado para publicar comunicados, ações presidenciais, notícias e informações oficiais do governo norte-americano.

Casa Branca

7. CNN Brasil

O portal brasileiro de notícias CNN Brasil também utiliza WordPress VIP, conforme um estudo de caso publicado pela própria plataforma.

A emissora migrou seu site para o sistema buscando melhorar a estabilidade e o gerenciamento das publicações. Como o WordPress depende de PHP, a linguagem faz parte da infraestrutura utilizada pelo portal.

CNN logo

Veja também: Por que quase 70% dos sites usam PHP?

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

App grátis libera YouTube na central multimídia do carro; veja como usar

O AA Browser é um navegador de código aberto para Android Auto. A principal vantagem é a opção para reproduzir vídeos do YouTube e de outros serviços de streaming na central multimídia do carro estacionado.

A ferramenta opera de forma similar ao abrir o YT no navegador do celular, por exemplo. É possível usar o modo de tela cheia, assistir a vídeos e salvar sites na aba de favoritos para acessá-los rapidamente no veículo.

Vale mencionar que o Android tem uma série de restrições para reproduzir vídeos com o carro parado em veículos com o sistema embutido. O YouTube é integrado ao sistema Auto, mas sequer tem um aplicativo próprio.

AABrowser

Como ver YouTube na central multimídia do carro

O procedimento pelo AA Browser é uma espécie de “gambiarra” e viola algumas regras do Google, visto que o app não está disponível na Play Store. 

Caso você tenha interesse em instalar, o processo ocorre por conta e risco do usuário e os próprios desenvolvedores alertam que o app é uma alternativa para quem está no banco do passageiro e com o veículo parado.

O primeiro passo exige abrir o modo de desenvolvedor do Android Auto:

  1. Abra as configurações do celular;
  2. Procure por “Android Auto” na pesquisa;
  3. Desça a tela até a opção “Versão”;
  4. Toque várias vezes sobre a aba “Versão”;
  5. Confirme o uso das configurações de desenvolvedor;
  6. Abra o menu no canto superior direito;
  7. Ative a opção “Fontes desconhecidas”.

Depois, basta fazer o download do APK do AA Browser pelo GitHub (github.com/kododake/AABrowser/releases) e instalar o aplicativo.

Entenda como funciona o Google Automotive System, no qual o carro tem um sistema Android independente.

{{WHATSAPP_CHANNEL}}

❌