Since elementary school, we’ve all been taught the “5-Second Rule.” The idea is simple: Food dropped on the floor is still perfectly edible if retrieved in under five seconds. The logic behind the theory, such as it is, is that germs and dirt and pet dander are somehow caught by surprise by the sudden arrival of food and need a few seconds to get their bearings. If you snatch the food up quick enough, they won’t have time to get it “dirty.”
Even as kids, we were skeptical but admit it–you still roll the dice on it every now and again. It’s like shouting “shotgun” before getting into the passenger seat even if it’s only you and the driver. It’s instinctual. But is it true?
“Let’s go with ‘No,’ there is no truth to the ‘5-second rule’,” says Gillson Sciences Director of Operations Erin Thane. “But I would argue that specifics matter.”
Wetness matters
As Thane explains, variables such as comparative wetness of said food and type of flooring can swing things one way or another. “Food dropped on a carpet will likely pick up less contamination than food dropped on a smooth surface with the same microbial loads. Sticky or wet foods will likely pick up more contamination than dry foods dropped on the same contaminated surfaces.”
Sticky food will pick up more contamination. Image: Getty Images Patrick Strattner
And that’s not all. “There are actually a lot of nuances to this question,” says Thane. “Is it the floor of Windsor Castle or a public bathroom? Was sticky gum dropped and then put back in the mouth, or was it a goldfish cracker? Am I a healthy adult eating something off the ground or an immunocompromised individual?”
Your floors are dirtier than you think
Perhaps more surprising, according to Thane, is that the floors in your home and floors in public spaces actually don’t vary in cleanliness as much as you’d like to think. As Thane puts it, “We all wear the same shoes–or socks hopefully in the home–across the floors we encounter daily, like the kitchen and bathroom, to other areas or spaces. We are constantly picking up hitchhiking germs and depositing them from one floor to the next.”
Specifically skin-inhabiting bacteria such as Staphylococcus (which puts the “Staph” in “Staph Infection”) and Corynebacterium(which can cause diphtheria) to gut bacteria such as Bacteroides. Shoes, clothing, and bags can also carry Bacillusor mold or yeast that can cause nausea and vomiting.
While there are mitigating factors, it’s safe to say that in terms of grossness, the “5-Second Rule” is pretty high up there.
“I would certainly stay away from any wet, moist or sticky foods which act like a sponge and will immediately cling to any and all dirt, debris and contamination that it comes into contact with,” advises Thane. “However, after everything we have discussed so far, I refer back to the best practice or rule of thumb which is to just not eat any food off the floor.”
O fim de semana chegou e os jogos grátis podem ser a oportunidade para trazer diversão nos próximos dias — principalmente se você já gastou todas as economias na pré-venda de The Legend of Zelda: Ocarina of Time ou de GTA 6.
Um dos maiores destaques disponíveis gratuitamente entre esta sexta-feira (23) e o domingo (25) é Dying Light 2: Stay Human - Reloaded Edition. São mortos-vivos, mapa aberto e muitos locais para explorar e garantir a sua sobrevivência neste mundo apocalíptico.
Esta é a versão completa da obra da Techland, que inclui todo o pacote Reloaded e também o DLC Bloody Ties. Ainda será possível curtir a aventura com os seus amigos, já que o multiplayer continua ativo e permite reunir até 4 jogadores.
Dying Light 2: Stay Human - Reloaded Edition foi liberado gratuitamente no Dias para Jogar de Graça do XBOX, mas a Microsoft exige que o usuário tenha a assinatura do Game Pass para acessá-la. Além disso, ele está com um desconto de 80% na plataforma — caso queira comprá-lo para continuar a sua jornada depois.
O jogo grátis deste fim de semana se passa 15 anos após o apocalipse zumbi. Cidades caíram e você terá de buscar sobreviventes e grupos para ajudar e ser ajudado. Porém, há diversas ameaças que os jogadores encontrarão em Dying Light 2 - Reloaded Edition.
Vale notar que, apesar de Dying Light: The Beast ter seu desenvolvimento finalizado recentemente, DL2 continua em atividade e receberá novas atualizações. O primeiro recebe conteúdo até os dias atuais, 11 anos após seu lançamento, então é esperada uma vida longa para o título de 2022.
Confira mais jogos grátis do fim de semana, com opções para o XBOX,Nintendo Switch/Switch 2 e PCs.
5. Riders Republic
Se você busca esportes radicais, competições e muito estilo, Riders Republic é o jogo grátis que procurava neste fim de semana. A experiência da Ubisoft traz ciclismo, skate, motocross e ski de forma inovadora, com manobras sinistras e a presença de um vasto lobby online.
Disponível no XBOX, não é necessário ser assinante do Game Pass para aproveitar a adrenalina. Inclusive, vale notar que o título completa 5 anos de aniversário — o que garante aos jogadores diversos brindes e um show in-game do DJ Henri PFR.
4. Mole Mania
Um clássico cult do Game Boy, Mole Mania foi desenvolvido por Shigeru Miyamoto (pai de Super Mario Bros e The Legend of Zelda) e apresenta o personagem Muddy Mole — um dos mais subestimados de toda a história da Big N.
Na experiência, você terá de resolver diversos quebra-cabeças complexos que envolvem a superfície e os túneis subterrâneos. Vale notar que ele está disponível para todos os assinantes do Nintendo Switch Online.
3. Deadpoly
Já que estamos próximos ao fim do mês, não é de se estranhar que sejam impulsionados games de terror. Em Deadpoly, você verá um verdadeiro teste de sobrevivência arcade contra hordas de zumbis que tentam devorar tudo que encontram pelo caminho.
Para isso, terá de coletar recursos, construir bases e ir atrás de alimentos enquanto evita os mortos-vivos. Com um design “low-poly”, o título pode ser jogado sem custos adicionais até segunda-feira (26) no Steam.
2. Cartomancy Anthology
Ainda que desconhecido para uma boa parcela do público, Cartomancy Anthology é uma coletânea que traz 22 jogos feitos por estúdios independentes com um tema em comum: o tarô. São várias experiências, de vários gêneros e conceitos distintos que vão te entreter entre os jogos grátis do fim de semana.
Por que ele se destaca? Simplesmente por estar gratuito de forma vitalícia para todos que o resgatarem no Steam. Na prática, pode adicionar na sua biblioteca imediatamente e curtir, ou baixar depois para ver as pérolas escondidas dentro do seu vasto repertório.
Um dos grandes RPGs da Capcom atualmente, a linha Monster Hunter Stories permite capturar os principais monstros da franquia para enfrentar outras ameaças. No maior estilo “Pokémon”, você tem de caçar e expandir suas opções para encarar criaturas maiores e mais perigosas.
Os dois primeiros jogos são grátis para os donos de um XBOX e não é necessário ser assinante do Game Pass para aproveitá-los. A história dos dois é interconectada, mas é possível pular diretamente para o segundo — caso queira testar a opção mais “moderna” (já que o original foi lançado inicialmente para portáteis).
Uma tonelada de jogos grátis
É importante ressaltar que a lista não para por aí. A Epic Games Store, por exemplo, disponibilizou Home - A Unique Horror Adventure e Sker Ritual para quem desejar. Uma vez resgatados, eles seguirão de forma permanente em sua conta.
Já os assinantes do XBOX Game Pass podem aproveitar também Let 's Build a Zoo e Tropico 6 entre os jogos grátis deste fim de semana. Isso sem contar o que chegou ao catálogo — que envolve Final Fantasy VII Remake e muitos outros sucessos.
Além de Mole Mania, o Nintendo Switch Online também traz aos fãs os títulos Avenging Spirit e Pinball: Revenge of the Gator. Todos eles podem ser encontrados diretamente no catálogo do Game Boy, basta estar com o aplicativo e o console atualizados.
Se você é assinante da Amazon Prime, também pode conferir no Luna Gaming o jogo Ad Infinitum. Preso entre a sua casa e a Primeira Guerra Mundial, você vai encarar memórias aterrorizantes e um grande trauma nos PCs.
Um grupo de hackers utilizou o Claude, da Anthropic, e o Grok, da xAI, para automatizar ataques contra mais de 400 instituições financeiras da América Latina. Segundo uma investigação divulgada nesta semana pela empresa de cibersegurança Straiker, os criminosos conseguiram roubar senhas, dados bancários e outras informações utilizando comandos de inteligência artificial (IA).
O esquema foi atribuído ao CyberCartel, grupo criminoso que atua desde pelo menos 2012 e já tinha um histórico de ataques contra empresas do setor financeiro latino-americano.
Desta vez, os hackers desenvolveram um sistema chamado CARLIY0S, que distribui diferentes tarefas entre agentes de IA e permite executar ataques com pouca intervenção humana.
De acordo com a investigação, os alvos incluíam bancos, empresas de pagamentos e fintechs. O relatório não identifica publicamente as instituições afetadas nem confirma que todas as 400 tiveram seus sistemas invadidos.
Como os hackers usaram Claude e Grok para atacar bancos?
O CyberCartel criou uma estrutura em que diferentes modelos de inteligência artificial trabalhavam juntos para identificar vulnerabilidades e explorar os sistemas das instituições financeiras.
O Claude foi utilizado como uma espécie de coordenador da operação, por meio do Cursor, ferramenta de programação com IA. A partir de comandos gerais fornecidos pelos criminosos, o sistema distribuía as atividades entre outros agentes.
Segundo a Straiker, quatro agentes baseados no Claude tinham funções específicas, incluindo identificar possíveis falhas, escrever códigos para explorar vulnerabilidades e avaliar as melhores estratégias de ataque.
O Grok, por sua vez, foi utilizado em atividades de coleta de informações. A investigação identificou cinco agentes ligados ao modelo, responsáveis por alimentar um banco de dados com informações obtidas durante as operações.
O grupo também recorreu ao Kimi, modelo desenvolvido pela empresa chinesa Moonshot AI.
Com essa estrutura, os criminosos conseguiram automatizar diferentes etapas das invasões, desde a identificação de possíveis vítimas até a exploração de vulnerabilidades e a coleta de dados.
A Straiker afirma que o sistema permitiu atacar mais de 400 alvos financeiros em poucos meses, ampliando consideravelmente a capacidade operacional do grupo.
Como os hackers conseguiram enganar as IAs?
Um dos principais pontos da investigação foi a facilidade com que os criminosos conseguiram contornar algumas das restrições de segurança dos modelos.
Ferramentas como Claude e Grok possuem mecanismos destinados a impedir a geração de instruções para atividades criminosas. Entretanto, o CyberCartel encontrou maneiras de apresentar suas solicitações como se fossem legítimas.
Segundo a Straiker, os hackers informavam aos modelos que estavam realizando testes de segurança autorizados, pesquisas acadêmicas ou atividades destinadas a identificar vulnerabilidades.
Com esse contexto, os agentes de IA chegaram a produzir códigos e instruções que poderiam ser utilizados nos ataques.
Quando uma ferramenta recusava determinada solicitação, o sistema podia recorrer a outro modelo ou utilizar códigos maliciosos previamente preparados.
A investigação aponta que os comandos enviados pelos operadores podiam ser relativamente simples, já que a estrutura de agentes ficava responsável por planejar e executar atividades mais complexas.
O sistema, porém, dependia de uma infraestrutura desenvolvida especificamente para as operações, incluindo servidores, ferramentas de segurança e programas de automação.
Quase 4,5 mil registros foram encontrados
No dia 24 de setembro, os pesquisadores da Straiker conseguiram acessar uma cópia do banco de dados utilizado pelo CyberCartel.
O material, chamado FinancialSoft, continha 4.493 registros, incluindo informações financeiras, senhas e credenciais de acesso a sistemas.
Entre os dados identificados estavam:
2.911 endereços de e-mail;
903 números de contas bancárias;
391 chaves de API, utilizadas na comunicação entre sistemas;
67 senhas armazenadas em texto simples;
51 credenciais de acesso a portais;
6 mecanismos que permitiam manter acesso indevido a sistemas comprometidos.
A investigação também identificou mais de 200 vulnerabilidades, incluindo falhas até então desconhecidas, chamadas de zero-day.
Parte das informações estava relacionada ao SPEI, sistema utilizado para transferências bancárias no México.
Os pesquisadores alertam que determinadas credenciais poderiam permitir o acesso indevido à infraestrutura de pagamentos, embora o relatório não estabeleça quantas transações fraudulentas foram realizadas.
A Straiker não divulgou os nomes das instituições envolvidas para evitar novos riscos de segurança. Também não há confirmação pública de bancos brasileiros entre as vítimas.
Entre e-mail, banco, lojas e streaming, criar uma senha forte para cada conta dá um trabalhão, e reaproveitá-las é um risco. O NordPass, gerenciador de senhas da NordVPN, está em oferta: o plano individual tem 53% de desconto + 3 meses extras, a R$ 4,90/mês, e o anual sai a partir de R$ 6,90/mês, com 33% de desconto. Aproveite e assine!
O que dizem as empresas responsáveis pelas IAs?
Após identificar a operação, a Straiker compartilhou os resultados com as empresas responsáveis pelos modelos utilizados pelos criminosos.
A Anthropic confirmou que investigou o caso e bloqueou a credencial comprometida utilizada para acessar o Claude, interrompendo o acesso do grupo por aquele meio.
Já a xAI foi notificada sobre as atividades dos cinco agentes associados ao Grok e informou que está analisando o caso.
Segundo o Tom's Hardware, a Straiker também tentou entrar em contato com a Moonshot AI, responsável pelo Kimi.
O episódio ocorre em meio ao aumento das preocupações com a utilização de agentes de inteligência artificial em crimes cibernéticos.
Em novembro de 2025, a própria Anthropic já havia divulgado uma investigação sobre o uso do Claude em ataques cibernéticos com elevado grau de automação.
No caso do CyberCartel, a principal descoberta foi a utilização coordenada de diferentes modelos comerciais, permitindo que um grupo relativamente pequeno de operadores conduzisse ataques simultâneos contra centenas de organizações.
Quando falamos sobre vida fora da Terra, é difícil não pensar em figuras como seres esverdeados e de olhos grandes no Planeta Vermelho. Mas, afinal, de onde surgiu a ideia de que poderia haver vida em Marte? Tudo começou em 1877, quando o astrônomo italiano Giovanni Schiaparelli começou a mapear a superfície deste nosso vizinho e identificou algo curioso.
Em suas observações, ele percebeu que o Planeta Vermelho era coberto por contornos geométricos, com linhas longas, retas e misteriosas; claro que, na época, ele não sabia exatamente o que tinha visto, mas as chamou de “canali”, termo em italiano que, em inglês, foi equivocadamente traduzido para channels, ou canais. E eis que, 15 anos depois, o norte-americano Percival Lowell chegou a uma conclusão parecida.
Embora fosse um amador, ele entrou em contato com dois astrônomos de Harvard e adquiriu instrumentos adequados para observar Marte. Em 1895, ele concluiu que as linhas na superfície de Marte pertenciam a um sistema de irrigação para lá de sofisticado, e mais: o sistema que serviria inclusive para abastecer oásis, os quais seriam responsáveis por regar as plantações dos habitantes do planeta.
Vida em Marte?
As observações de Schiaparelli não foram exatamente convincentes no que diz respeito à presença de vida inteligente em Marte, mas, de fato, houve sim algum ruído na imprensa. O episódio foi resgatado em um livro do jornalista David Baron, que recordou que, na época, a palavra “marcianos” nem era de uso comum. Com o tempo, Marte e os “marcianos” se tornaram ícones de publicidade e, claro, na cultura pop — afinal, quem não se lembra de “Guerra dos Mundos”, que retrata uma fictícia invasão marciana na Terra?
O mais curioso é que, mesmo neste ponto, a ideia de vida em Marte ainda não tinha conseguido muito apoio. Com o tempo, Lowell e seus colegas encontraram novas “evidências” dos supostos canais de irrigação, e aí tudo começou a ficar mais sério — tanto que até o tradicional jornal New York Times publicou um perfil do autor sob o título “Há vida no planeta Marte”.
Seria injusto torcer o nariz para as colocações de Lowell, já que ele realmente acreditava em suas alegações e, com o tempo, as dele e as de Schiaparelli se mostraram infundadas. Hoje, o cenário é outro — tanto que a ciência já conta com a astrobiologia, a área dedicada ao estudo da origem, da evolução e da distribuição da vida pelo universo.
Por isso, cientistas da NASA e de outras agências espaciais seguem, sim, investigando a possibilidade de vida em Marte, mas não esperam encontrar ser vivo nenhum lá atualmente. Na verdade, a ideia é buscar por pistas de possíveis seres que podem ter existido lá no passado, quando o planeta era mais quente e ainda tinha água.
Quer renovar a garagem? Se sim, vale a pena ficar de olho na nova campanha de descontos da Hyundai, que passou a oferecer seu hatch i20 com reduções de até R$ 5 mil em todas as configurações. Com a oferta, o compacto fica mais em conta que o Volkswagen Polo Track 1.0 na versão MPI, que custa a partir de R$ 97.990.
Com os descontos para consolidar o hatch em relação aos concorrentes, a tabela de preços do modelo varia entre R$ 94.990 e R$ 134.990; a maior redução ficou por conta da versão Limited com câmbio manual, que agora sai por R$ 99.740.
As ofertas estão disponíveis na loja da sul-coreana no Mercado Livre e, para aproveitá-las, é preciso ter um usado para a troca. Além disso, dá para financiar as unidades escolhidas em até 12 vezes com taxa zero.
Como é o Hyundai i20
Com 4,13 metros de comprimento, o hatch traz dimensões superiores às do HB20 e porta-malas com capacidade para 346 litros. Além disso, o catálogo do i20 dispõe de duas opções de motorização com três cilindros.
As configurações de entrada trazem o motor 1.0 aspirado de até 80 cv acoplado ao câmbio manual de cinco marchas, enquanto as topo de linha adotam o motor 1.0 TGDi turbo flex de 115 cv e 17,5 kgfm de torque, combinado à transmissão automática de seis velocidades. Segundo dados do Inmetro, o conjunto turbo registra médias de até 14,3 km/l de gasolina em rodovias.
Desde a versão de entrada Comfort MPI, o hatch traz de série seis airbags, painel de instrumentos digital, central multimídia de 10,25” com espelhamento sem fio, acionamento automático dos faróis de LED e chave presencial. As variantes mais equipadas, como a Ultimate, adicionam rodas de 17”, assistentes de condução semiautônoma com recursos como o controle de cruzeiro adaptativo, alerta de ponto cego e frenagem autônoma de emergência.
A Xiaomi lançou nesta sexta-feira (23) um novo ventilador com motor inverter que pode tanto refrescar quanto aquecer o ambiente. O Mijia DC Inverter Hot & Cool Fan chega ao mercado chinês por ¥ 748, aproximadamente R$ 560, com a aplicação de cupons promocionais.
O aparelho tem uma proposta diferente dos ventiladores tradicionais, já que combina as funções de ventilador e aquecedor em um único produto. Assim, pode ser utilizado durante todo o ano, sem a necessidade de trocar de equipamento conforme a estação.
Segundo informações do portal chinês IT Home, o modelo também se destaca pelo formato compacto, motor silencioso e integração com o aplicativo Mi Home, que permite controlar a intensidade e a direção do fluxo de ar.
Como funciona o ventilador que esquenta e resfria da Xiaomi?
O principal diferencial do novo ventilador da Xiaomi é uma estrutura giratória patenteada que utiliza um elemento de aquecimento PTC. Esse mecanismo permite alternar entre os modos quente e frio sem precisar trocar qualquer componente.
Quando o sistema está fechado, o aparelho utiliza o elemento de aquecimento para produzir ar quente. Já na posição aberta, funciona como um ventilador convencional, com circulação de ar em temperatura ambiente.
Isso significa que o dispositivo não funciona como um ar-condicionado, já que não possui um sistema de refrigeração capaz de reduzir a temperatura do ar. No modo frio, sua função é proporcionar uma sensação térmica mais agradável por meio da ventilação.
Para os dias frios, o Mijia conta com um aquecedor de cerâmica semicondutora de 2.200 W de potência, capaz de produzir ar quente logo após ser ligado.
O sistema também oferece até 100 níveis de ajuste no modo de aquecimento pelo aplicativo Mi Home, o que permite personalizar a intensidade do fluxo de ar quente.
Motor inverter promete ventilação silenciosa
Outro destaque do lançamento é o motor DC inverter sem escovas, que utiliza fios de cobre de alta qualidade. Essa construção permite controlar a velocidade de rotação com maior precisão e manter um fluxo de ar estável.
De acordo com os dados divulgados, o ventilador alcança um nível mínimo de ruído de 38,4 dB(A) na velocidade mais baixa. Isso pode torná-lo uma opção interessante para quartos e outros ambientes que exigem menos barulho.
Apesar do formato compacto, a Xiaomi promete um alcance de ventilação de até 10 metros. Para isso, o aparelho utiliza um duto de ar alongado, com sistema de fluxo cruzado em vórtice, projetado para impulsionar o vento a distâncias maiores.
O modelo também oferece três opções de ventilação: sopro direto, vento natural e modo sleep, este último voltado para o uso durante o sono.
Pelo aplicativo Mi Home, é possível ajustar o ângulo de oscilação entre 30° e 150°, de acordo com a área que o usuário deseja ventilar.
Quanto ao design, o Mijia aposta em uma estrutura cilíndrica que ocupa pouco espaço. Sua base tem apenas 30 cm de diâmetro, enquanto o peso total é de aproximadamente 6,9 kg.
O novo ventilador da Xiaomi foi anunciado na China por ¥ 748, cerca de R$ 560 em conversão direta, com cupons de desconto. Até o momento, não há informações sobre uma possível disponibilidade oficial no Brasil.
A década de 1990 é amplamente reconhecida como a era de ouro da indústria de games, principalmente no PC. Diferente dos consoles da época, o computador estava em constante evolução, servindo de palco para o nascimento do 3D real, para a chegada do CD-ROM com suas narrativas cinematográficas e para a popularização do modelo shareware e da jogatina em rede local.
Jogar no computador naquela época era quase um ritual técnico. Antes de começar, o jogador precisava encarar linhas de comando no MS-DOS, ajustar parâmetros de memória e configurar manualmente placas de som e controles. Essa liberdade e complexidade permitiram que os desenvolvedores ousassem como nunca, criando mecânicas profundas e linguagens visuais que moldariam a indústria para sempre.
Toda essa coragem criativa deu origem a uma diversidade sem precedentes de estilos. O PC se tornou o lar definitivo para shooters em primeira pessoa, simulações de gerenciamento complexas, aventuras point-and-click, RPGs com visão isométrica e quebra-cabeças imersivos.
Abaixo, listamos 10 jogos inesquecíveis que não apenas definiram os anos 1990 no PC, mas também estabeleceram as bases do que jogamos até hoje.
1. The Secret of Monkey Island (1990)
Mestre absoluto do gênero point-and-click, o clássico da LucasArts apresentou ao mundo o aspirante a pirata Guybrush Threepwood, conquistando gerações de jogadores com seu humor afiado, quebra-cabeças criativos com duelos de espadas baseados em insultos e a icônica trilha sonora criada por Michael Land.
2. Wolfenstein 3D (1992)
Considerado o verdadeiro pai dos jogos de tiro em primeira pessoa (os FPS), Wolfenstein 3D colocou o jogador no papel do agente B.J. Blazkowicz em sua fuga de uma fortaleza nazista, utilizando um motor gráfico revolucionário idealizado por John Carmack que simulava cenários tridimensionais com velocidade impressionante para a época.
3. Doom (1993)
Um verdadeiro fenômeno cultural e tecnológico, Doom aperfeiçoou a fórmula de Wolfenstein 3D ao introduzir iluminação dinâmica, variação de altura de cenários, violência visceral e o lendário modo multiplayer Deathmatch, consolidando a id Software e redefinindo para sempre os jogos de PC e o gênero shooter.
4. Myst (1993)
Criado pelos irmãos Robyn e Rand Miller, Mystfoi o título que impulsionou a adoção dos leitores de CD-ROM ao redor do mundo, oferecendo uma ilha misteriosa pré-renderizada repleta de enigmas intrincados, exploração contemplativa e uma atmosfera imersiva que conquistou tanto jogadores casuais quanto entusiastas.
5. SimCity 2000 (1993)
Evoluindo a fórmula de simulação urbana, SimCity 2000 introduziu uma visão isométrica detalhada, gerenciamento orçamentário complexo, sistemas de infraestrutura de água e energia e desastres naturais variados, se tornando uma referência absoluta no gênero de gerenciamento e estratégia.
6. Tomb Raider (1996)
Responsável por popularizar a exploração em ambientes verdadeiramente tridimensionais com câmera em terceira pessoa, Tomb Raider apresentou ao mundo a arqueóloga Lara Croft em uma combinação marcante de plataforma, resolução de enigmas em ruínas antigas e combate contra criaturas ferozes. Esse jogo, inclusive, retorna em 2027 com um reboot.
7. Quake (1996)
Superando os limites dos motores gráficos da época, Quake trouxe um mundo inteiramente renderizado em 3D poligonal com iluminação em tempo real e física avançada, logo se estabelecendo como o pilar definitivo do shooter competitivo através de seu modo multiplayer acelerado.
8. Diablo (1997)
A Blizzard Entertainment redefiniu o gênero dos RPGs de ação ao criar uma experiência focada na exploração de calabouços sombrios, na geração procedural de cenários e itens e em uma jogabilidade viciante baseada em cliques do mouse que se tornou perfeita para a jogatina cooperativa através do serviço Battle.net.
9. Half-Life (1998)
Estreia avassaladora da Valve no mercado, Half-Life revolucionou a narrativa nos jogos de tiro ao contar a saga do físico Gordon Freeman de maneira contínua, sem interromper a ação com cenas pré-renderizadas, integrando inteligência artificial avançada e cenários interativos ao enredo.
10. RollerCoaster Tycoon (1999)
Desenvolvido de forma brilhante quase inteiramente na linguagem Assembly por Chris Sawyer, o RollerCoaster Tycoon colocou os jogadores no comando da construção e administração de parques de diversões, combinando física precisa no design de montanhas-russas com uma gestão financeira minuciosa e viciante.
Um top 10 é só a ponta do iceberg quando falamos de clássicos de PC dos anos 1990. Poderíamos ainda mencionar Unreal Tournament, Age of Empires, Lemmings, StarCraft, Thief e muitos outros, mas nossa lista definitiva é:
A Vivo anunciou, nesta sexta-feira (23), quatro novos pacotes que permitem contratar até cinco serviços de streaming por preços menores do que os das assinaturas individuais. As opções começam em R$ 49,90 mensais e incluem plataformas como Netflix, Disney+, Amazon Prime, Globoplay e HBO Max, com descontos que podem chegar a 40%, segundo a operadora.
A alternativa mais completa custa R$ 74,90 por mês e reúne cinco plataformas. Já os outros três combos oferecem diferentes combinações de serviços por R$ 49,90.
A novidade está disponível para clientes Vivo Pós, Controle, Fibra e Vivo Total, sem exigência de fidelidade na contratação dos aplicativos.
Quais são os novos combos de streaming da Vivo?
Os pacotes incluem opções com três ou cinco serviços. A Netflix e o Amazon Prime aparecem em todas as combinações, enquanto as demais plataformas variam conforme o preço.
Confira os valores anunciados:
Streamings incluídos
Preço mensal
Netflix, Amazon Prime e Disney+
R$ 49,90
Netflix, Amazon Prime e Globoplay
R$ 49,90
Netflix, Amazon Prime e YouTube Premium
R$ 49,90
Netflix, Amazon Prime, Globoplay, HBO Max e Disney+
R$ 74,90
De acordo com a Vivo, o pacote de cinco aplicativos oferece a maior economia, de até 40% em relação às assinaturas individuais.
A cobrança será incluída na fatura da operadora, enquanto o gerenciamento dos serviços poderá ser realizado pelo App Vivo. A contratação também estará disponível nos canais físicos da companhia.
Os combos da Vivo realmente saem mais baratos?
Considerando os preços individuais mais baratos das cinco plataformas, a assinatura separada de Netflix, Amazon Prime, Globoplay, HBO Max e Disney+ custa aproximadamente R$ 128,50 por mês.
Para essa comparação, foram considerados os seguintes valores mensais:
Netflix com anúncios: R$ 25,90;
Amazon Prime: R$ 19,90;
Globoplay com anúncios: R$ 22,90;
HBO Max com anúncios: R$ 29,90;
Disney+ com anúncios: R$ 29,90.
Com o combo de R$ 74,90, a diferença chegaria a R$ 53,60 por mês, ou R$ 643,20 ao longo de um ano, considerando a manutenção desses preços.
A comparação é ilustrativa, pois o comunicado da Vivo não especifica todas as modalidades incluídas nos novos pacotes. A economia efetiva depende dos planos contratados e de eventuais descontos disponíveis diretamente nos serviços.
Outro ponto importante é que as assinaturas oferecidas pela Vivo podem incluir publicidade.
A operadora informou que os combos contemplam versões com e sem anúncios, conforme a plataforma, mas não detalhou quais modalidades estão incluídas em cada combinação.
Isso faz diferença especialmente para quem utiliza versões mais caras da Netflix ou do Disney+, que podem oferecer benefícios adicionais, como mais telas simultâneas e recursos de imagem e áudio.
Também vale conferir a modalidade do YouTube Premium, já que a Vivo oferece o YouTube Premium Lite em outros pacotes, com recursos diferentes da versão tradicional.
Quem pode contratar os combos?
Os novos pacotes estão disponíveis para quem já possui um dos seguintes serviços da operadora:
Vivo Pós;
Vivo Controle;
Vivo Fibra;
Vivo Total.
A mensalidade dos aplicativos é adicionada ao valor do plano de celular ou internet. Portanto, os R$ 49,90 ou R$ 74,90 representam apenas o custo do combo de streaming.
Segundo a Vivo, não haverá fidelidade na assinatura dos aplicativos, permitindo cancelar o pacote sem cumprir um período mínimo de permanência.
Para quem já paga por três ou mais serviços todos os meses, a contratação conjunta pode reduzir as despesas, especialmente quando as versões com anúncios atendem às necessidades do consumidor.
Antes de migrar, porém, é importante verificar as modalidades oferecidas e as condições de vinculação de contas existentes. A Vivo não detalhou no anúncio como será feita essa migração para quem já possui assinaturas ativas contratadas diretamente nas plataformas.
Uma mudança simples no aplicativo Samsung Members alimentou esperanças sobre a possível chegada do Beta da One UI 9.5. O app, usado para entrar no programa de testes da empresa, mudou um banner para convidar pessoas a uma nova versão experimental da interface.
O ajuste é pequeno, não muda o texto e foca na parte visual, mas pode ser um sinal de novo Beta a caminho. A empresa já distribui a versão estável da One UI 9.0 para diversos celulares e tablets desde setembro, então faz sentido pensar nos próximos passos.
Os primeiros testes internos da One UI 9.5 começaram em agosto, de acordo com vazamentos, mas não há indícios de lançamento de versões ao público. Vale reforçar que a variante “.5” não muda a versão do Android usada como base, mas traz uma série de novos recursos para acompanhar a chegada da nova linha Galaxy S.
Para efeito de comparação, a One UI 8.5 ganhou Beta público em dezembro de 2025 e foi lançada em fevereiro de 2026.
A atualização também pode trazer um novo recurso para criar widgets personalizados com a ajuda de IA. Atualmente, apenas a linha Google Pixel tem a função.
A Formlabs lançou há pouco tempo nos Estados Unidos a Form Studio 1, sua primeira impressora 3D com foco em um público que busca uma opção mais acessível da marca. Agora, o equipamento também já tem preço oficial no Brasil: R$ 11.899, com desconto para R$ 9.999 no pagamento via Pix.
O valor é consideravelmente mais alto que os US$ 699 cobrados no mercado americano, cerca de R$ 3.551 em conversão direta. Ainda assim, a novidade marca uma mudança de estratégia da fabricante, conhecida por impressoras profissionais que custam milhares de dólares.
A Studio 1 tem como público-alvo hobistas, designers e pequenas oficinas. Seu principal diferencial é a compatibilidade com resinas de terceiros, que permite reduzir os gastos com materiais sem depender exclusivamente dos produtos da Formlabs.
Form Studio 1 aceita resinas de outras marcas
Diferentemente de outras impressoras da Formlabs, a Studio 1 já chega com o Open Material Mode liberado. Esse recurso permite utilizar resinas de fabricantes diferentes, o que dá mais liberdade para escolher materiais e procurar opções mais baratas.
A própria Formlabs também lançou seis novas resinas da linha Alpha Resins, com preços a partir de US$ 29 por litro, aproximadamente R$ 147 em conversão direta. Dessa forma, o consumidor pode escolher entre os materiais oficiais e alternativas disponíveis no mercado.
Quanto às especificações, a impressora utiliza tecnologia MSLA, que emprega luz ultravioleta para endurecer a resina líquida e formar as peças em camadas.
O equipamento oferece resolução de pixel de 35 micrômetros e volume de impressão de 200 x 125 x 235 mm. Segundo a fabricante, a maioria das peças pode ficar pronta em menos de duas horas.
Outro destaque é o sistema automático de distribuição de resina, acompanhado de um mecanismo de aquecimento para facilitar o processo de impressão.
A Formlabs também oferece uma estação opcional de lavagem e cura, chamada Form Studio Wash+Cure, para finalizar as peças após a impressão.
Preço da Form Studio 1 no Brasil
A Form Studio 1 tem preço oficial de R$ 11.899 no mercado brasileiro, mas pode ser adquirida por R$ 9.999 no Pix, uma economia de R$ 1.900 em relação ao valor cheio. O modelo começa a ser entregue a partir de janeiro
Apesar de ser apresentada como uma impressora mais acessível dentro do catálogo da Formlabs, seu preço no Brasil ainda a coloca em uma faixa elevada para quem procura um equipamento doméstico.
Por outro lado, a compatibilidade com resinas de terceiros pode ajudar a reduzir os custos a longo prazo, especialmente para quem utiliza a impressora com frequência e precisa comprar materiais regularmente.
A Apple adicionou abertura física variável e controles manuais de captura no aplicativo nativo de câmera do iPhone 18 Pro e do iPhone 18 Pro Max, permitindo ajustes técnicos avançados sem softwares de terceiros. Equipados com o processador A20 Pro de 2 nanômetros e sensor principal de 48 MP, os aparelhos receberam ferramentas integradas diretamente à interface do sistema. Em vídeo no canal Canaltech, o apresentador Ivo Meneghel Jr. utilizou uma unidade do iPhone 18 Pro Max para demonstrar o funcionamento dos novos recursos.
Diferente da interface adotada no ecossistema Android, em que os comandos manuais costumam ficar concentrados em uma aba exclusiva de foto ou vídeo, a Apple distribuiu as opções técnicas dentro dos modos nativos de captura. Meneghel destacou a aplicação em recursos como retrato e lapso de tempo:
"Ele tem o modo Pro dividido. No Android você não consegue colocar o modo Pro no retrato, não consegue colocar modo Pro no timelapse. Aqui você consegue ter essas configurações a mais dentro de cada modo".
Abertura variável e tempo de exposição
O conjunto óptico da câmera principal de 48 MP traz um mecanismo de abertura física com quatro estágios: f/1.48, f/1.8, f/2.8 e f/4. O ajuste em f/4 eleva a profundidade de campo para manter múltiplos elementos nítidos em um mesmo enquadramento, enquanto aberturas maiores controlam a entrada de luz física e o desfoque óptico. Ao alterar os estágios da lente, o software compensa automaticamente a exposição por meio dos demais parâmetros para preservar a fotometria.
No controle do obturador, os aparelhos operam com velocidades entre 1/16.000 de segundo e 1 segundo. Meneghel apontou que o intervalo mínimo impõe restrições para capturas noturnas específicas:
"Um segundo é pouco. O cara que vai comprar o iPhone 18 não pode de repente querer fazer foto de estrela, não pode querer fazer foto com rastro de carro. Tem celular que faz 30".
Foco manual, balanço e histograma
A interface inclui foco manual assistido por focus peaking, elemento visual que destaca as áreas em foco no enquadramento, além de seleção de lentes e fatores de recorte. Para a calibração de cor, o sistema oferece predefinições de balanço de branco para compensar diferentes fontes de iluminação, como luz de tungstênio e luz solar direta.
Para monitoramento técnico, a linha Pro incorpora um histograma em tempo real com leitura de luminosidade e canais RGB. O aplicativo também traz estilos de imagem com ajustes de textura e granulação configuráveis antes do disparo.
O Disney+ retirou o suporte a 4K UHD, HDR10 e Dolby Vision de sua plataforma no Brasil, segundo relatos de assinantes. A mudança também aparece no site oficial do streaming, que agora informa resolução máxima de 1080p, embora o plano Premium continue custando R$ 69,90 mensais.
A situação ganhou repercussão nesta quinta-feira (22), após usuários denunciarem a perda dos recursos no Reddit. Segundo os relatos, a Disney não comunicou previamente a alteração, que afeta tecnologias oferecidas como diferenciais da assinatura mais cara.
Ao verificar o site brasileiro do Disney+, o Canaltech constatou que a empresa passou a anunciar transmissão de até 1080p e áudio Dolby Atmos. Anteriormente, a página informava suporte a vídeos em 4K UHD e HDR.
O Dolby Atmos, tecnologia que proporciona uma experiência de áudio espacial, permanece disponível.
O Canaltech entrou em contato com a Disney para confirmar a suspensão dos recursos no Brasil e esclarecer desde quando a medida está em vigor e quais aparelhos ou conteúdos foram afetados. A reportagem será atualizada assim que houver resposta.
Por que o Disney+ removeu o 4K?
A mudança pode estar relacionada a uma disputa judicial envolvendo a Disney e a InterDigital, empresa americana que possui patentes utilizadas em tecnologias de transmissão e compressão de vídeo.
Em setembro de 2025, a 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro concedeu uma liminar favorável à InterDigital, que acusou a Disney de utilizar suas tecnologias sem as licenças necessárias.
A decisão envolveu patentes relacionadas aos padrões AVC e HEVC, utilizados na compressão de vídeos para transmissão pela internet.
Em maio de 2026, a decisão foi mantida em segunda instância, conforme documentos apresentados pela InterDigital à Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC).
Disputas semelhantes também ocorreram na Europa e levaram o Disney+ a suspender recursos de imagem em diferentes países.
Em julho, o portal FlatpanelsHD informou que a plataforma havia removido o suporte a 4K e HDR10 em mercados europeus, depois de já ter suspendido o Dolby Vision.
A Disney chegou a recuperar a transmissão em 4K em determinados aparelhos por meio da adoção de outra tecnologia de compressão, chamada VP9. Entretanto, a solução não restabeleceu todos os formatos de imagem anteriormente disponíveis.
No Brasil, um assinante relatou no Reddit que o suporte do Disney+ atribuiu a indisponibilidade dos recursos a um processo judicial envolvendo patentes.
Apesar do histórico de disputas, ainda não há confirmação oficial de que a decisão judicial brasileira seja a responsável direta pela retirada dos recursos no país.
Disney+ Premium continua custando R$ 69,90
A perda dos recursos chama atenção porque a Disney não anunciou uma redução no preço do plano Premium.
Atualmente, a assinatura mais cara custa R$ 69,90 por mês, enquanto o plano Padrão sai por R$ 49,90.
O Premium mantém benefícios como acesso a todos os canais da ESPN, reprodução simultânea em quatro aparelhos e áudio Dolby Atmos.
Porém, a resolução máxima de 1080p agora anunciada pela plataforma é a mesma oferecida pelo plano Padrão.
No Reddit, usuários reclamam da alteração e afirmam que contrataram a modalidade mais cara justamente para assistir a filmes e séries com maior qualidade de imagem.
Há também uma reclamação publicada no Reclame Aqui em 22 de outubro, na qual um assinante afirma ter perdido o acesso ao 4K, HDR e Dolby Vision e questiona a manutenção do preço integral.
A Disney ainda não informou publicamente se pretende compensar os consumidores brasileiros, oferecer descontos ou estabelecer um prazo para o retorno dos recursos.
Assinantes podem pedir reembolso?
A retirada de recursos anteriormente oferecidos em uma assinatura pode levantar questionamentos com base no Código de Defesa do Consumidor (CDC).
O artigo 20 estabelece que, diante de serviços com qualidade inferior à anunciada, o consumidor pode exigir medidas como restituição do valor pago ou abatimento proporcional do preço, conforme as circunstâncias.
Isso não significa que todos os assinantes tenham direito a um reembolso automático. A análise depende das condições contratadas e dos serviços efetivamente disponibilizados.
Na França, onde o problema também afetou assinantes, a associação de consumidores UFC-Que Choisir notificou a Disney em setembro de 2026, cobrando uma solução, maior transparência e compensações.
No Brasil, consumidores podem inicialmente procurar o atendimento do Disney+ e registrar a solicitação. Caso o problema não seja solucionado, também é possível recorrer ao Procon ou à plataforma Consumidor.gov.br.
Baterias externas de íon de lítio demandam estabilidade física e química contínua para operar com segurança e evitar falhas como o fenômeno de fuga térmica. Em vídeo no canal Canaltech, a apresentadora Amanda Abreu detalhou os princípios de funcionamento desses componentes, os critérios técnicos para seleção no mercado e os sinais que indicam o momento exato para o descarte do acessório.
A integridade do dispositivo é diretamente afetada por impactos mecânicos causados por quedas, exposição a fontes intensas de calor — como o interior de veículos fechados — ou defeitos de fabricação em produtos sem procedência, que eliminam circuitos de proteção para reduzir custos. Segundo a apresentadora, qualquer alteração estrutural compromete o funcionamento seguro das células.
"Uma bateria ela precisa ter dois pontos que sempre precisam estar em equilíbrio: ela precisa estar quimicamente estável e fisicamente estável", pontuou Amanda.
Com o rompimento dessas condições, os elementos químicos internos entram em degradação e liberam gases, provocando o inchaço visível da estrutura externa. Esse acúmulo contínuo de calor e pressão gera uma reação em cadeia que pode culminar em combustão caso o uso seja mantido.
"Quando o seu powerbank começar a apresentar este tipo de sinal, que é o sinal mais clássico, por favor, esse já é o momento de você descartar", enfatizou a comunicadora, que alertou para a obrigatoriedade de direcionar o material a pontos de coleta de lixo eletrônico para evitar contaminação ambiental.
Eficiência de recarga, protocolos e transporte
A análise técnica também esclarece por que a capacidade nominal informada pelo fabricante não corresponde de forma idêntica à recarga entregue ao smartphone. Como as células internas operam em uma faixa de 3,7 volts e a transferência exige elevação para 5 volts ou patamares superiores, a conversão resulta em perda de energia na forma de dissipação térmica. Esse fator limita o aproveitamento útil a uma média estimada em 80% do total de miliamperes-hora (mAh) do produto.
A eficiência do carregamento depende ainda de protocolos como o Power Delivery e o padrão sem fio Qi2, que gerenciam a comunicação entre os circuitos para mitigar o aquecimento. Por fim, a potência acumulada dita regras de conformidade em viagens aéreas: baterias de até 99 watts-hora (Wh) — limite compatível com a maioria das unidades de 20.000 mAh — têm embarque autorizado na bagagem de mão, enquanto modelos a partir de 100 Wh exigem autorização expressa da companhia aérea.
Doom is much more than a classic, bloodsoaked first-person shooter known for its chaotic action, over-the-top weapons, and challenging boss fights. For some odd (but very enjoyable) reason, it’s served as a benchmark for testing basic computing capabilities for well over 30 years. Name a device——calculators, ATMs, digitally enabled tractors, and even biochips built with E. coli bacteria—and someone has likely coded it to run Doom.
The latest entry in the ever-growing list of Doom compatible contraptions is a double-dose of DIY ingenuity, however. The Linux software engineer known as Miss Molerat recently began tinkering with a pocket-sized medical gadget made specifically to keep track of her menstrual cycle. But unlike many similar commercial products, “Clotty” keeps all personal data strictly on the device itself. It never connects to an external cloud or offloads sensitive information to a company’s servers, thereby preventing any unwanted data harvesting. And it does all this on a custom, uterus-shaped minicomputer running on a Raspberry Pi microcontroller.
Clotty includes a Tamagotchi-like sprite players must maintain and keep happy. Credit: Miss Molerat
“I have one thing that has been bothering me for as long as I’ve been menstruating: despite my cycle being very regular, I somehow manage to get surprised by PMS each and every month anew,” Clotty’s inventor wrote on her website’s blog.
Clotty “does the boring stuff” for her by tracking her period via a Tamagotchi-like digital pet that requires attention and maintenance throughout each month. The pixelated creature’s mood shifts depending on the cycle phase, but it also can go on little quests and offer various minigames in the meantime.
“[It’s] basically some sort of adorably shaped mirror version of my own moods that serves as a reminder that I, too, am just some sort of creature that tries to stay alive and happy,” explained Clotty’s creator.
But why stop there? Clotty is powerful enough to run Doom on its itty-bitty LCD screen, which is thematically perfect given the project’s overarching, bloody motif. This means that, when not keeping up with personal health, a user can also blast through wave after wave of space demons using small onboard sensors.
The inventor admitted that Clotty is still in its “fetal stage,” but she plans to add more features like a menstrual cycle history archive, more games, and even some reproductive health trivia. It’s also a completely open-source project, so anyone can follow her online tutorials and download files for Clotty (and Doom).
Em vídeo no canal Canaltech, o apresentador Gabriel Rimi analisou a usabilidade e as especificações técnicas do iPhone Air após um período de uso contínuo, estabelecendo comparações diretas com modelos de faixas superiores, como o iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max. O levantamento aborda o equilíbrio entre a redução de massa do chassi e as concessões de hardware exigidas pelo formato compacto.
A diferença de massa corporal configura o principal elemento de distinção entre os dispositivos analisados. Enquanto o iPhone Air registra 165 gramas, o iPhone 18 Pro marca 211 gramas — uma variação de 27,88% — e o iPhone 18 Pro Max chega a 249 gramas, o que representa um acréscimo de 50,91% de peso em relação à versão Air. Rimi destacou o impacto ergonômico decorrente dessas especificações durante o manuseio prolongado:
"O iPhone 18 Pro Max é 50,91% mais pesado que o iPhone Air. Quando você segura um iPhone Pro Max, você está segurando um Air e meio", pontuou o apresentador, ressaltando que o modelo Pro apresenta tela menor que a do Air, mas mantém peso superior.
Autonomia energética e desempenho térmico
As dimensões reduzidas do iPhone Air impõem restrições à capacidade nominal da bateria interna e à condutividade térmica. De acordo com o relato de Rimi, a autonomia do dispositivo atende a rotinas em ambiente de escritório, mas exige recargas complementares ou fontes portáteis durante coberturas operacionais externas e captação contínua de vídeo. O uso combinado com baterias externas magnéticas eleva a massa do conjunto para 280 gramas.
"Ele é quase um celular modular: quando eu preciso de um power bank eu coloco, quando eu não preciso eu uso um celular mais leve", explicou.
No processamento, o aparelho integra o chip A19 Pro, mas registra limitações na sustentação de desempenho sob carga contínua em razão da dissipação térmica restrita, comportamento observado na execução do sistema operacional iOS 27. O projeto do modelo também exclui recursos presentes em linhas tradicionais, como saídas de som estéreo na base e sensor óptico de ângulo aberto (ultra-wide), limitando a captação traseira a uma única lente. Rimi apontou ainda que, em termos de mercado, a aproximação de preço em relação a modelos convencionais como o iPhone 17 torna o fator ergonômico o principal critério de escolha.
A Samsung prepara o lançamento de mais um celular dobrável para 2026. O Galaxy W27, modelo de luxo exclusivo para o mercado chinês, teve detalhes de seu design e especificações vazados poucos dias antes da apresentação oficial, prevista para a próxima semana.
De acordo com o leaker Ice Universe, o novo aparelho será baseado no Galaxy Z Fold 8 Ultra, mas terá um acabamento mais sofisticado, com uma combinação de azul brilhante e dourado. A novidade também deve manter os preços elevados que caracterizam a linha Galaxy W.
Esse estilo também se tornou uma tendência entre fabricantes chinesas. A Huawei foi uma das pioneiras na proposta, que também apareceu em um modelo recente da Xiaomi.
No entanto, a Samsung parece ter optado pelo modelo Ultra para reforçar o posicionamento premium do Galaxy W27. Assim, o aparelho deve oferecer praticamente a mesma experiência do Fold 8 Ultra, mas com diferenças no acabamento e na apresentação.
O principal destaque visual será a combinação de azul brilhante com detalhes dourados, que dá ao celular uma aparência mais refinada. A embalagem também deve seguir o padrão luxuoso das gerações anteriores.
O que é a linha Galaxy W da Samsung?
A linha Galaxy W surgiu em 2008, a partir de uma parceria entre a Samsung e a operadora China Telecom. Os aparelhos fazem parte da série conhecida como "Heart of the World", ou "Coração do Mundo", em tradução livre.
Ao longo dos anos, a fabricante passou a utilizar seus dobráveis mais avançados como base para os modelos dessa família. A proposta é oferecer versões mais exclusivas, com materiais e acabamentos diferenciados e preços superiores aos dos aparelhos convencionais.
Essa estratégia também ajuda a Samsung a manter presença no segmento de celulares de luxo na China, um mercado em que enfrenta forte concorrência de fabricantes locais, como Huawei e Xiaomi.
Galaxy W27 será lançado no Brasil?
A expectativa é que o Galaxy W27 continue exclusivo para a China, assim como as gerações anteriores, e consumidores brasileiros interessados no aparelho provavelmente terão que recorrer à importação.
Até o momento, não há informações oficiais sobre o preço, mas ele deve ser superior ao do Galaxy Z Fold 8 Ultra.
A nova geração do Galaxy Z Fold chamou bastante atenção e eu, particularmente, preferi o modelo "comum". Eu testei o Galaxy Z Fold 8 e achei o novo formato bem interessante. Se a Samsung optasse usá-lo como base para o Galaxy W27, não seria uma má opção, mas entendo a escolha do modelo ultra-premium para destacar o aspecto mais "exclusivo" da versão chinesa.
A Nintendo realizou uma sessão de demonstração de duas horas de The Legend of Zelda: Ocarina of Time Remake para o Nintendo Switch 2, na Cidade do México. Em vídeo no canal CTup, o apresentador Gabriel Rimi detalhou as impressões sobre o desempenho técnico do hardware, a reconstrução gráfica dos cenários e as mudanças introduzidas na jogabilidade em comparação com a obra original lançada para o Nintendo 64.
A reimaginação do título traz texturas em alta resolução, sistema remodelado de iluminação e estabilidade na taxa de quadros ao longo da exploração do reino de Hyrule. Na análise técnica de objetos e cenários, foram incorporados efeitos de transparência e sinais de desgaste físico em moedas, armas e equipamentos. De acordo com Rimi, a proposta não segue uma cópia direta da estrutura antiga:
"Não é um remake um para um. Ocarina of Time vai ser um jogo que pega o original e amplia ele", afirmou o apresentador, destacando alterações no ritmo dos confrontos e na profundidade da física.
Modificações na jogabilidade e navegação de masmorras
Entre as principais atualizações mecânicas está a inclusão de um comando específico de pulo para o protagonista Link, o que altera a transição entre plataformas e os combates com mira travada. A interface de itens também foi reformulada para o controle do novo console: a alocação anterior por botões direcionais e frontais do controle de 1998 deu lugar aos botões de ombro do aparelho.
"Foi muito fácil selecionar os itens que eu precisei", relatou Rimi ao descrever a dinâmica de manuseio de ferramentas como o arco e flecha.
A navegação na campanha recebeu o suporte de um sistema de tapeçaria, interface visual que registra em ilustrações os eventos superados e exibe os passos seguintes a cumprir. Durante a exploração do Templo da Floresta, focado no combate contra o chefe Fantasma de Ganon, o teste exibiu modificações arquitetônicas pensadas para a usabilidade, como a adição de uma plataforma elevatória que facilita o retorno a salas anteriores caso itens fiquem para trás.
A versão também confirmou a dublagem e os textos localizados em português do Brasil. O recurso de áudio localizado coexiste com a opção de alterar a linguagem para o inglês por meio do menu de configurações. Conforme avaliou Rimi, o trabalho de tradução dos diálogos e da dublagem nacional oferece suporte para a compreensão da história, servindo de porta de entrada a novos públicos sem impedir o acesso à faixa original aos jogadores tradicionais.
O Omoda X chegou. O SUV conceitual foi apresentado na Cúpula Internacional de Usuários Omoda e Jaecoo, realizada na China, e mostrou na prática como a marca evoluiu sua linguagem de design para integrar agora a estética robótica e tecnologias de auxílio ao condutor.
O protótipo evolui a linguagem estilística "Cyber Mecha", que estreou no Omoda 4 no Salão de Paris: a carroceria foi construída com superfícies angulosas e luzes diurnas em formato de flecha, junto de lanternas traseiras no estilo raio que lembram o Omoda 5 e Omoda 7.
Por enquanto, a marca não revelou os detalhes sobre a motorização do SUV nem confirmou a data para o lançamento da versão final de produção. Mesmo assim, a expectativa do setor automotivo é de que o modelo chegue ao mercado em breve.
Como é o Omoda X
Internamente, o painel do SUV tem desenho de asa dupla e console central flutuante em formato de X, integrando um quadro de instrumentos digital de 10,25” e uma central multimídia de 13,2”. A marca manteve botões físicos para comandos de uso frequente, como o controle de temperatura do ar-condicionado e os seletores de modos de condução.
Entre as inovações tecnológicas, o destaque fica por conta do sistema de visão noturna por imagem térmica infravermelha, capaz de detectar o calor de pedestres e animais a até 90 metros de distância. O modelo traz ainda assistente de voz com processamento de linguagem natural, sistema de karaokê integrado com captação de som por quatro zonas independentes e o modo ajustável X-MODE.
O Omoda X foi projetado com 20 cm de altura livre do solo, capacidade de suporte de carga no teto de até 75 kg e limite de reboque de 1.800 kg. Para ampliação do espaço interno de armazenamento, a cabine traz 39 compartimentos porta-objetos distribuídos pela cabine.
O YouTube Music é um forte concorrente do Spotify no mercado de streamings de áudio e tem alguns recursos que não existem no rival. A plataforma tem a vantagem de ser integrada ao catálogo do YouTube para trazer mais versões de músicas e recursos de redes sociais.
Há também uma diferença no modelo de assinaturas: a versão Premium remove anúncios no streaming musical e na plataforma de vídeos, então o YouTube pode ser uma alternativa ao Spotify Premium pela versatilidade.
O Canaltech traz alguns aspectos favoráveis ao streaming do Google:
5 coisas que o YouTube Music tem e o Spotify não
Confira:
Sincronização com o YouTube
Músicas e álbuns que não existem em outros streamings
Pesquisa ao cantar e assoviar
Integração com Google Fotos
Comunidades de fãs
1. Sincronização com o YouTube
A mesma conta do YouTube é usada para o Music, então a ferramenta consegue analisar o gosto musical dos vídeos para criar recomendações personalizadas. O app também pode sugerir vídeos e apresentações ao vivo para aumentar o leque de sugestões.
2. Músicas e álbuns que não existem em outros streamings
A integração com o YouTube também permite acessar o imenso catálogo de músicas na plataforma, incluindo faixas que não estão no Spotify e outros serviços. É uma oportunidade para ouvir álbuns raros ou versões ao vivo diferentes dos acervos convencionais.
3. Pesquisa ao cantar e assoviar
Você está com uma música na cabeça, mas não lembra o nome? Basta abrir a pesquisa do YouTube Music, cantarolar ou assoviar a melodia e receber o resultado correspondente.
O Spotify não tem função parecida, mas permite encontrar faixas a partir de trechos da letra.
4. Integração com Google Fotos
O YouTube Music tem uma retrospectiva anual com as faixas mais ouvidas e conta com um detalhe interessante: é possível vincular a conta do Google Fotos para ter imagens da própria galeria nos resultados da experiência.
5. Comunidades de fãs
As comunidades de artistas do YouTube Music são um recurso de rede social para conectar fãs. Similar aos fóruns do Reddit, é possível receber novidades e compartilhar discussões sobre bandas favoritas.
A substituição de chaves físicas por sistemas eletrônicos de travamento altera a rotina de controle de entrada em residências e estabelecimentos comerciais. Em vídeo no canal Canaltech Eletro, a apresentadora Amanda Abreu detalhou os aspectos técnicos, funcionais e de segurança desses dispositivos, que operam por meio de biometria, teclados numéricos, cartões de aproximação e aplicativos para smartphones.
Métodos de segurança e controle de permissões
Diferente das fechaduras mecânicas tradicionais, os modelos digitais dispensam cilindros externos vulneráveis a ferramentas de abertura forçada, como michas. Os equipamentos também contam com protocolos de criptografia na transmissão de dados para impedir manipulações eletrônicas nos circuitos de validação.
No aspecto operacional, o gerenciamento de permissões permite configurar acessos individualizados para diferentes usuários. O sistema possibilita cadastrar senhas temporárias com restrições de dias da semana e faixas de horário específicas para prestadores de serviços ou visitantes.
Amanda Abreu destacou a precisão desse controle no dia a dia: "você vai conseguir criar uma senha específica para aquela pessoa que funciona em dias específicos e em alguns casos até em horários específicos". Caso o código seja inserido fora da janela programada, o mecanismo não executa o destravamento. O registro individual também serve para monitoramento, permitindo identificar o responsável pela abertura: "eu tenho uma senha específica justamente para isso, então quando eles colocam a senha, eu sei quem entrou", explicou.
Autonomia energética e redundância operacional
A alimentação dos dispositivos é independente da rede elétrica predial, ocorrendo por meio de pilhas alcalinas ou baterias recarregáveis instaladas internamente. O sistema de monitoramento emite alertas sonoros e notificações pelo aplicativo com semanas de antecedência quando a carga atinge níveis residuais próximos a 30%, permitindo a substituição preventiva dos componentes.
Caso o esgotamento ocorra antes da troca, as fechaduras contam com terminais externos de emergência, no padrão USB ou USB-C. Esse conector recebe corrente temporária vinda de um carregador portátil (power bank) ou smartphone compatível, fornecendo a energia necessária para a digitação da senha ou leitura biométrica.
Em relação aos métodos de liberação, o mercado disponibiliza opções apenas numéricas ou integradas a sensores de impressão digital. Conforme Amanda Abreu, "se você puder optar pelos modelos que têm digital mesmo, o desbloqueio é mais direto", embora os modelos por digitação de código garantam a mesma independência de chaves metálicas.