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Fone-gancho da Samsung aparece na "Anatel coreana" antes do lançamento

22 October 2026 at 17:01

A Samsung está mais perto de lançar um novo "fone-gancho": um fone de ouvido com uma haste externa, desenvolvido para ficar preso à orelha sem entrar no canal auditivo. Identificado pelo código SM-R545 e pelo codinome Galaxy T1, o acessório recebeu uma certificação na Coreia do Sul na última quarta (21). O registro se soma a uma aprovação anterior na China, mas ainda não revela quando o produto chegará ao mercado.

O dispositivo apareceu na base da Agência Nacional de Pesquisa de Rádio da Coreia do Sul (RRA, equivalente à Anatel, na Coreia do Sul), identificado como um headset Bluetooth.

O documento aponta a Samsung como responsável pelo produto e indica China e Vietnã como países de fabricação.

Antes disso, em setembro, o mesmo modelo havia passado por uma certificação na China. A sequência de registros indica que a Samsung avança no desenvolvimento do acessório, embora não confirme uma data de lançamento.

O nome Galaxy T1 foi encontrado anteriormente em arquivos de aplicativos da fabricante. Ainda não há confirmação de que essa será a identificação comercial do fone quando ele for anunciado oficialmente.

Fone tem gancho externo e controles por toque

O design do Galaxy T1 apareceu em uma investigação anterior de arquivos de software da Samsung. As informações indicam que o fone deve envolver a parte externa da orelha, com um gancho que ajuda a manter firme durante atividades físicas, como corridas e treinos.

Galaxy T1

A proposta pode agradar a quem prefere evitar modelos tradicionais que ficam encaixados no canal auditivo. Ainda assim, a fabricante não divulgou detalhes oficiais sobre o formato, os materiais ou o conforto do acessório.

Os arquivos também apontam para controles de toque com funções diferentes para os lados esquerdo e direito. Outro recurso identificado é um teste de encaixe, que pode ajudar o usuário a verificar se os fones estão posicionados corretamente.

O software também indica a possibilidade de alternar entre modos de controle de ruído. A certificação coreana, porém, não detalha essas funções: ela se limita a identificar o produto como um dispositivo Bluetooth.

Galaxy T1 é diferente do Galaxy Buds On

O novo modelo não deve ser confundido com o Galaxy Buds On, outro fone da Samsung que apareceu em vazamentos recentes, que prende na orelha e pode ajustar volume sozinho. 

Conhecido anteriormente pelo codinome Able, esse acessório tem o código SM-U600 e um design de encaixe externo diferente, com duas partes arredondadas conectadas por uma estrutura de silicone.

O Galaxy Buds On também apareceu em registros na Índia e teve recursos como gestos com a cabeça e ajuste automático de volume mencionados em vazamentos.

No caso do Galaxy T1, ainda não há informações confirmadas sobre preço, disponibilidade ou nome comercial definitivo. As duas certificações representam novos indícios do desenvolvimento do produto, mas não garantem que o anúncio esteja próximo. Já em relação ao Buds On, o fone da Samsung que não entra no ouvido vai custar R$ 1.100 e já tem data.

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Celular com absurdas 3 câmeras de 200 MP finalmente chega ao mercado

22 October 2026 at 13:21

A OPPO anunciou os novos Find X10 e Find X10 Pro Max, celulares que chamam a atenção por suas câmeras de alta resolução. O modelo Pro Max é o primeiro com três câmeras traseiras de 200 MP, enquanto a versão tradicional traz dois sensores com essa resolução. A linha também estreia uma bateria de 7.150 mAh, telas de até 144 Hz e o sistema ColorOS 17.

Os smartphones foram apresentados como modelos premium, com melhorias em fotografia, desempenho e autonomia. A fabricante também desenvolveu os sistemas de câmera em parceria com a Hasselblad, marca conhecida no mercado fotográfico.

As câmeras traseiras de 200 MP do Find X10 Pro Max envolvem a principal, ultrawide e teleobjetiva. A câmera principal tem um sensor desenvolvido em parceria com a Samsung, enquanto a ultrawide promete capturar mais luz que a geração anterior.

A câmera teleobjetiva também chama a atenção pela capacidade de fotografar objetos a apenas 10 centímetros de distância. Isso permite registrar detalhes de perto, além de ampliar o alcance das fotos com zoom.

O conjunto recebe o LUMO True Image Engine, sistema de processamento de imagens criado para preservar cores, tons e detalhes com aparência mais natural. Há também modos fotográficos inspirados em filmes clássicos, como o Kodak Gold.

Já o Find X10 tradicional traz uma câmera principal de 200 MP, uma teleobjetiva periscópica de 200 MP e uma ultrawide de 50 MP. Os dois modelos gravam vídeos em resolução 8K a 30 quadros por segundo e em 4K a até 120 quadros por segundo.

Acessório aprimora o zoom dos celulares

OPPO Find X10

A OPPO também anunciou um teleconversor Hasselblad para os dois aparelhos. O acessório oferece ampliação óptica de 3,28 vezes na câmera teleobjetiva de 200 MP, voltada a registros de longa distância, como animais, paisagens urbanas e apresentações musicais.

Os dois smartphones trazem bateria de 7.150 mAh, tecnologia que permite armazenar mais energia em um espaço compacto.

O Find X10 tem tela de 6,59 polegadas, enquanto o Pro Max chega a 6,78 polegadas. Os dois têm taxa de atualização adaptável de até 144 Hz e brilho máximo de 3.600 nits.

Preço e disponibilidade

Os novos celulares já estão em pré-venda no mercado internacional. O OPPO Find X10 parte de £ 1.099 (cerca de R$ 8.110), enquanto o Find X10 Pro Max custa a partir de £ 1.499 (aproximadamente R$ 11.060).

A fabricante também oferece bônus promocionais, incluindo um kit teleconversor Hasselblad avaliado em £ 499 (R$ 3.680). O Find X10 terá versões com 256 GB ou 512 GB de armazenamento, enquanto o Pro Max será vendido com 512 GB. O celular com 3 câmeras Hasselblad de 200 MP ganha versão global.

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INMO GO3 desafia Meta com óculos inteligentes que protegem privacidade

22 October 2026 at 11:17

Os novos óculos inteligentes INMO GO3 chegaram para desafiar a Meta, com telas MicroLED, inteligência artificial do Google Gemini e do ChatGPT e um recurso físico para proteger a privacidade: uma tampa que cobre a lente da câmera e indica visualmente que ela está protegida. O modelo também traduz conversas em 98 idiomas e permite consultar informações sem tirar o celular do bolso.

Diferente dos óculos inteligentes que dependem principalmente de áudio e câmeras, o INMO GO3 tem duas telas MicroLED, uma para cada olho. O brilho chega a 1.500 nits, enquanto o campo de visão é de 30 graus.

A tela pode exibir respostas de inteligência artificial, funcionar como teleprompter e mostrar instruções de navegação passo a passo. Dessa forma, o usuário consegue consultar informações sem precisar tirar o celular do bolso.

Tampa física ajuda a proteger a privacidade

A câmera integrada é um dos pontos de atenção do aparelho. Para reduzir preocupações com gravações indesejadas, a INMO desenvolveu uma cobertura física que esconde a lente e oferece um sinal visual de que ela está protegida.

Óculos INMO GO 3

A solução procura responder a uma preocupação comum envolvendo óculos com câmera, que seria como deixar claro para as pessoas ao redor quando o dispositivo não está sendo usado para capturar imagens.

A preocupação que tem surgido em torno da privacidade é tamanha que, após críticas, a Meta prepara óculos inteligentes sem câmera. Alguns países estão tomando providências, como a Noruega que quer proibir óculos inteligentes em lugares públicos e a Austrália que bane óculos inteligentes de locais públicos por medo de gravações.

Tradução em 98 idiomas e integração com IA

Um dos principais recursos do INMO GO3 é a tradução em tempo real de 98 idiomas, com suporte offline para 13 deles. O sistema identifica a fala de outra pessoa e apresenta a tradução na tela, facilita conversas entre pessoas que falam línguas diferentes.

Os óculos também podem registrar anotações durante reuniões. A fabricante prevê a chegada de resumos exibidos diretamente nas lentes em uma atualização futura.

O assistente de inteligência artificial utiliza tecnologias do Google Gemini e do ChatGPT para responder a perguntas, reconhecer imagens capturadas pela câmera e ajudar em outras tarefas.

A autonomia é outro desafio dos óculos inteligentes. Para contornar essa limitação, o INMO GO3 permite trocar a bateria quando a carga acaba. Assim, o usuário pode colocar uma unidade carregada e continuar usando o aparelho enquanto a outra recarrega.

Enquanto o INMO GO3 não chega por aqui, vale prestar atenção nos óculos inteligentes da Samsung que vazam com câmera de 12 MP e bateria de 72 horas.

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Usuários relatam queimaduras e irritação na pele após usar Galaxy Watch durante a noite

22 October 2026 at 10:37

Nesta semana, relatos de usuários de diferentes modelos do Samsung Galaxy Watch apontam marcas vermelhas, irritação e bolhas nos pulsos após o uso dos relógios durante a noite. Em alguns casos, os dispositivos teriam esquentado e descarregado completamente enquanto os donos dormiam. Um dos relatos mais recentes envolve um usuário do Galaxy Watch 5 Pro, que publicou sua experiência no Reddit.

A causa dos problemas ainda é desconhecida, e a Samsung não confirmou a existência de um defeito de fabricação relacionado aos episódios.

Segundo esse relato do Reddit, o relógio estava totalmente carregado quando foi colocado no pulso antes de dormir, mas amanheceu sem bateria e não voltou a ligar.

O usuário também percebeu uma marca semelhante a uma queimadura no braço. Ele afirmou que usava o smartwatch para dormir havia três anos e questionou se poderia receber um aparelho substituto, já que não esperava que o dispositivo pudesse machucá-lo.

Outras reclamações semelhantes apareceram em publicações no Reddit, Facebook e fóruns da comunidade Samsung. Os relatos envolvem modelos como Galaxy Watch 7, Galaxy Watch 8 e diferentes versões do Galaxy Watch Ultra.

As marcas descritas costumam ser circulares e aparecem na região do pulso que fica em contato com os sensores localizados na parte inferior do relógio. Os relatos envolvendo bolhas também levantaram suspeitas de possíveis queimaduras.

O que pode causar as lesões?

Ainda não há uma explicação confirmada para os casos. Uma das hipóteses levantadas é que algum processo executado em segundo plano mantenha o relógio funcionando continuamente, provoque consumo excessivo de bateria e gere calor.

Só que ainda não foi comprovado. Também não há confirmação de falha específica nos sensores, na bateria ou no software dos dispositivos.

Outra explicação possível é a irritação da pele causada pelo contato prolongado com o smartwatch. Pulseiras apertadas, suor, umidade, sujeira e atrito podem provocar reações na região coberta pelo aparelho.

O que fazer se o relógio esquentar?

A recomendação é que quem perceber aquecimento incomum, dor ou ardência deve retirar o smartwatch imediatamente. Se surgirem bolhas ou marcas semelhantes a queimaduras, a recomendação é procurar atendimento médico e entrar em contato com o suporte da Samsung.

Embora os relatos não comprovem um problema generalizado de segurança na linha Galaxy Watch, sinais de calor excessivo e lesões na pele merecem atenção. Mas será que a luz do smartwatch queima a pele? Entenda o que realmente pode acontecer.

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