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Review Acer Predator Helios 16S | Potência em games com uma tela OLED fora da curva

25 October 2026 at 00:00

O mercado de notebooks gamer de alto desempenho não perdoa nos preços, principalmente neste momento de crise de hardware pelo qual passamos. Porém esses modelos costumam entregar um conjunto de especificações de ponta, como o Acer Predator Helios Neo 16S, equipado com um dos processadores mobile mais fortes do mercado e uma GPU que garante uma jogatina folgada.

A Acer é conhecida por entregar um dos melhores custo-benefícios com a linha Nitro, que representa o segmento de entrada, deixando os Predator Helios para quem quer desempenho e está disposto a pagar o valor salgado que essa linha cobra. Confira as vantagens e desvantagens deste modelo nas minhas impressões depois de um mês de uso.

Prós

  • Hardware de ponta
  • Design fino, elegante e leve
  • Tela OLED de muita qualidade
  • Quantidade de conexões

Contras

  • Sistema de refrigeração não dá conta do desempenho máximo
  • Travamentos sempre ao abrir e fechar programas e jogos
  • Preço muito alto

Design e construção

Notebook gamer costuma ser grande e pesado, principalmente aqueles de alto desempenho, mas o Acer Predator Helios Neon 16S não se encaixa nesse perfil. Ele mede menos de 2 cm de espessura e pesa menos de 3 kg, números que impressionam para esse segmento. Ele é construído misturando aço e plástico, entregando boa rigidez. A tela não treme ao digitar, o que é importante, já que ela é grande e mais suscetível a isso.

Ele tem acabamento em preto fosco, daquele tipo que deixa muitas manchas de dedos com um simples toque. Se você se irrita com isso, é preciso ter um pano de microfibra para garantir que as manchas sejam totalmente retiradas. Na tampa, você terá a logo da linha Predator com LED RGB que pode ser sincronizado com as luzes restantes do notebook.

Em geral, é um notebook que mistura o design arrojado conhecido da linha, mas consegue ser sóbrio, ao mesmo tempo em que é compacto na medida do possível para esse segmento. Esse é um de seus maiores diferenciais e um que me agrada muito, mas ele vem com um preço.

Tela

A tela é parte importante de qualquer PC gamer e isso não é diferente em um notebook para jogos. Aqui, a Acer foi além das expectativas. O Predator Helios 16S é equipado com um painel OLED e, antes de falar de sua qualidade, devo dizer que eu testo diferentes monitores e notebooks (gamer ou não) com essa tecnologia, mas o que vi neste modelo me surpreendeu.

As cores são muito vivas e o preto profundo, como qualquer tela OLED, certo? Mas as otimizações da Acer entregam um resultado superior à média do mercado. Além de ser excelente na qualidade de imagem, ela tem resolução máxima de 2560x1600, um QuadHD com mais pixels na vertical, gerando a proporção 16:10. A taxa de atualização é de 240 Hz, brilho máximo de 400 nits, com direito a HDR. O único ponto negativo é o acabamento glossy, que é péssimo em ambientes iluminados.

Embora o tempo de resposta seja baixo o suficiente para eliminar qualquer ghosting, as especificações oficiais desse notebook dizem que é de 9 ms, chegando a 2 ms no modo overdriver. Como costuma acontecer em outras telas OLED, é muito possível que esse tempo seja abaixo de 2 ms e fica a dúvida sobre as especificações oficiais.

Especificações técnicas do Acer Predator Helios 16S

  • Processador: Intel Core Ultra 9 290HX Plus (24 núcleos e 24 threads, cache de 36 MB, até 5,5 GHz)
  • Placa de Vídeo: NVIDIA GeForce RTX 5070 Ti 12 GB
  • Memória RAM: 32 GB DDR5-6400 (expansível até 64 GB_
  • Armazenamento: SSD de 1 TB PCIe 4.0 NVMe M.2
  • Tela: 16 polegadas, OLED, 2560x1600, proporção 16:10, 240 Hz e 400 nits de brilho, HDR TrueBlack 500
  • Sistema Operacional: Windows 11 Home
  • Câmera: Câmera FullHD (1080p)
  • Áudio e Alto-falantes: 2 alto-falantes de 2w cada
  • Conectividade: Wi-Fi 6E e Bluetooth 5.5
  • Bateria: 92WHr (4 células)
  • Portas: 3x USB-A, 2x USB-C (3.2 Gen 1), 1x porta HDMI 2.1, RJ-45, leitor de microSD e entrada para headset
  • Dimensões (LxPxA): 35,6 cm x 27,5, cm x 1,89 cm
  • Peso: 2,7 kg

Conectividade

Quem joga no notebook pode precisar de várias portas ao mesmo tempo para conectar teclado, mouse, gamepad e headset. O Acer Predator Helios 16S não deixará você na mão com suas 3 portas USB-A, 2 USB-C, com uma delas sendo Thunderbolt 4, além de HDMI 2.1, Ethernet, leitor de microSD e entrada de áudio. Tudo isso dividido entre as laterais e a traseira. Em relação às conexões sem fio, o notebook oferece Wi-Fi 6E e Bluetooth 5.5.

Bateria e temperaturas

Diferente dos notebooks premium que tenho analisado, em que o grande trunfo é a autonomia de bateria, notebooks gamer não são conhecidos por isso. Eles são portáteis, mas na hora da jogatina precisam estar na tomada. O Acer Predator Helios 16S não foge a essa regra, já que sua bateria dura pouco mais de 3 horas em tarefas leves.

Acer Predator Helios 16S - bateria@2x

Temperaturas da CPU e GPU

Já em relação às temperaturas, temos um problema. O processador, que é o potente Intel Core Ultra 9 290HX Plus, passa facilmente de 90 graus em jogos exigentes. Esse notebook tem diferentes modos de operação e somente no econômico é que ele fica entre 70 e 80 graus, com o custo do corte das frequências dos chips, resultando em perda agressiva de desempenho em jogos CPU Bound, como Crimson Desert. Por isso, optei por deixar no modo equilibrado durante meu uso, que é a opção que vem de fábrica. 

Desempenho

Antes, vamos à nossa metodologia de testes. Aqui no Canaltech, não priorizamos a review técnica super detalhada, com diversas métricas e testes complexos, já que focamos na experiência de uso real que você teria, como podem ter visto nas seções acima. Por isso, escolhemos os jogos que mais representam diferentes estilos, tentando sempre alcançar 60 FPS na resolução nativa da tela (algo difícil hoje em dia). Como se trata de um notebook 1600p nesse caso, o uso do upscaling se restringe somente ao modo qualidade. Caso não chegue a 60 FPS, saiba que é possível ativar o gerador de quadros ou mudar o modo do DLSS, com o risco de perda de qualidade de imagem, mas gerando consideravelmente mais desempenho.

Antes dos benchmarks abaixo, preciso ressaltar que enfrentei travamentos sempre ao fechar e abrir programas pesados, como aqueles usados em nossos testes, além de games. Eram travadas totais do sistema por poucos segundos, muito provavelmente ligadas à troca entre a GPU e os gráficos integrados, algo que não consegui resolver com o próprio software da Acer ou em outras configurações.

Games

Acer Predator Helios 16S - Games

Temos ainda Forza Horizon 6 em nossa bateria de testes, mas por algum motivo que não consigo explicar, o jogo não abriu. Uma observação importante é que rodamos os jogos sem Ray Tracing e Path Tracing. Ou seja, com a ativação desses recursos, é literalmente obrigatório ativar o gerador de quadros do DLSS, algo que sai do nosso parâmetro.

IA e produtividade

Além disso, trazemos testes relacionados à inteligência artificial e aplicações profissionais para você ter uma ideia do que o notebook é capaz, além de games, já que essas são máquinas que costumam ir bem em tarefas pesadas também.

No teste de IA, o Acer Predator Helios 16S se saiu bem, sendo um dos melhores que já testamos até agora:

Acer Predator Helios 16S - IA@2x

Concorrentes

No momento desta publicação, a disponibilidade do Acer Predator Helios 16S no varejo não é boa, e ele pode ser encontrado custando quase R$ 25.000 à vista na loja oficial. Esse é um preço que, certamente, foi afetado pela crise de hardware atual, o que é uma pena, já que estou falando de um ótimo produto no geral. Com essa faixa de preço, temos outras opções até um pouco mais fracas, mas custando muito menos.

Curiosamente, uma das minhas indicações é da própria Acer, no caso, um Predator Helios Neo 16 AI, que tem CPU levemente mais fraca (Core Ultra 9 275HX) e uma RTX 5070, além de não ter tela OLED, trazendo IPS (240 Hz e 1600p também). Porém seu preço é muito menor, já que custa cerca de R$ 10.000 a menos, valor extra que pode ser investido em um ótimo monitor OLED.

Compre o Acer Predator Helios Neo 16 AI

A outra recomendação fica para o ASUS ROG Strix G16 com um potente Intel Core i9-14900HX, além de uma RTX 5070, 32 GB e 1 GB. Sua tela é IPS, mas opera também a 240 Hz e tem a resolução 2560x1600. Ele pode ser encontrado por cerca de R$ 13.000 também na loja oficial.

Infelizmente, essa é uma das poucas análises em que conseguiria recomendar ainda outros produtos equivalentes, mas custando muito menos, tamanho é o problema de posicionamento do Acer Predator Helios 16S no mercado agora.

Vale a pena comprar o Acer Predator Helios 16S?

Pelo preço atual? Não. É uma baita máquina: usa uma das CPUs mais fortes para notebooks hoje, tem um chip gráfico potente e uma tela OLED incrível, mas modelos mais baratos oferecem o mesmo nível de hardware, mesmo que seja sem um painel do mesmo nível, algo que pode ser resolvido com um monitor OLED de 27 polegadas com essa diferença de preço.

Portanto, enquanto o Acer Predator Helios 16S custar acima de R$ 20.000, fica difícil a recomendação. Mas se dinheiro não for um problema, eu gostei do conjunto geral e fica a recomendação para esse perfil.

Compre o Acer Predator Helios 16S

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5 infrações de trânsito que podem levar à apreensão do carro

24 October 2026 at 23:05

Uma fiscalização de trânsito pode terminar em multa e pontos na CNH, mas algumas irregularidades também impedem o motorista de continuar circulando. Dependendo do problema encontrado, o veículo pode ficar retido até a regularização ou ser removido para um pátio, gerando despesas extras para o proprietário.

Entre os itens que merecem atenção estão pneus, faróis, para-brisa e placas de identificação. O licenciamento também precisa estar em dia, já que circular com o documento vencido pode resultar na remoção do automóvel, conforme o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

Blitz de Trânsito

Vale esclarecer que a apreensão deixou de existir como penalidade no CTB. No uso cotidiano, a expressão costuma ser empregada quando o carro é levado ao depósito, mas o termo correto para essa medida administrativa é remoção. A retenção, por sua vez, ocorre quando o veículo fica parado até que a irregularidade seja resolvida.

Pneus carecas, para-brisa trincado e problemas na iluminação

Pneus desgastados além do limite legal podem comprometer a aderência e aumentar o risco de acidentes, especialmente em pistas molhadas. A legislação proíbe circular com pneus cuja banda de rodagem tenha atingido os indicadores de desgaste ou apresente profundidade inferior a 1,6 mm. A irregularidade pode ser enquadrada como mau estado de conservação, com multa e retenção para regularização.

Pneu carro careca

O para-brisa também precisa estar dentro das condições estabelecidas pelo Contran. Trincas e fraturas na área crítica de visão do motorista podem tornar o veículo irregular. Já faróis, lanternas, setas e luzes de freio devem funcionar corretamente. Lâmpadas queimadas e falhas na sinalização podem gerar multa, embora nem todo defeito de iluminação resulte automaticamente na remoção do carro. O enquadramento depende da situação constatada durante a fiscalização.

Licenciamento vencido e placas ilegíveis podem levar ao pátio

Circular com o licenciamento vencido é uma infração gravíssima e pode resultar em multa, sete pontos na CNH e remoção do veículo. A mesma medida administrativa está prevista para automóveis que circulam com placas sem condições de legibilidade ou visibilidade. Placas estragadas, encobertas ou impossíveis de identificar podem, portanto, causar transtornos além da autuação.

placa carro

A remoção também pode ocorrer quando uma irregularidade que exige retenção não é resolvida e o veículo não pode seguir viagem com segurança ou não há um condutor habilitado para retirá-lo. Para recuperar o automóvel levado ao depósito, o proprietário precisa atender às exigências aplicáveis, regularizar as pendências e pagar as despesas de remoção e estadia, além de outros débitos exigíveis. 

Prestou atenção no que NÃO FAZER para não ter o carro recolhido ao pátio? Então aproveite e confira também uma listinha com 7 infrações de trânsito que geram multas e você (provavelmente) não sabia.

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Do slasher ao sobrenatural: 8 franquias de terror para assistir na Netflix

24 October 2026 at 22:00

Para quem gosta de terror, maratonar uma franquia recheada de sustos, elementos sobrenaturais e criaturas assombrosas é praticamente um banquete de extrema qualidade. No streaming, a Netflix aparece como a melhor plataforma para quem quer uma grande quantidade de opções disponíveis para todos os gostos. 

Seja no slasher ou na distopia sombria, é possível navegar no catálogo da gigante do streaming por diversas franquias famosas do gênero, indo desde clássicos amados até aquela trasheira para assistir com os amigos. Tem até opções para quem gosta de histórias com vampiros ou sobre criaturas monstruosas que provocam o colapso do mundo. 

São vários estilos e formatos que, para aqueles que gostam de mergulhar no lado sombrio do cinema, são ótimas pedidas na época do Halloween, período que muita gente aproveita para fazer maratonas temáticas cheias de assombrações. 

Melhores franquias de terror para assistir na Netflix

Se você está em busca da sua próxima maratona horripilante, mas não sabe por onde começar ou onde encontrar boas opções, o Canaltech vai te ajudar nessa empreitada com 8 franquias de terror para assistir na Netflix. 

1. Franquia Pânico

Iniciada na metade final dos anos 1990, a franquia Pânico se tornou uma grande queridinha dos entusiastas de terror pela forma como subverteu os clichês do gênero com muita metalinguagem e um assassino mascarado que deu uma nova cara aos slashers da época. Na Netflix, você pode assistir aos três primeiros filmes da franquia: Pânico (1996), Pânico 2 (1997) e Pânico 3 (2000). 

Situado na pequena cidade de Woodsboro, o primeiro filme da saga do Ghostface acompanha Sidney Prescott (Neve Campbell) e um grupo de adolescentes que são atormentados pela perseguição de um psicopata que adora testá-los com conhecimentos sobre filmes de terror. Juntos, eles correm contra o tempo para descobrir quem está por trás dos ataques, enquanto o assassino está à espreita para matar um por um.

2. Franquia Halloween

Outra franquia que você vai encontrar na Netflix a partir do dia 20 de outubro de 2026 é Halloween, iniciada na década de 1970 com o clássico do diretor John Carpenter. Para quem nunca assistiu ou ainda está precisando maratonar os filmes mais recentes, é a chance para finalmente ficar em dia com a saga dando play nos filmes Halloween (2018) e Halloween Kills: O Terror Continua (2021).

Continuação direta do clássico estrelado por Jamie Lee Curtis em 1978, o Halloween de 2018 dá início a uma nova trilogia da franquia sob comando do diretor David Gordon Green. Na saga, Laurie (Curtis) se vê obrigada a confrontar Michael Myers novamente quatro décadas depois de escapar do ataque do assassino. Mais preparada para lutar, ela se junta à filha e à neta para dar um fim ao psicopata.

3. Franquia Uma Noite de Crime

Para quem gosta de distopias e realidades alternativas, a franquia Uma Noite de Crime está completa na Netflix para uma maratona insana e bastante sanguinolenta que exige um estômago forte. 

Com cinco filmes no total, Uma Noite de Crime começou em 2013 com uma premissa que apresenta ao público uma realidade distópica dos Estados Unidos, onde uma lei governamental permite que todo tipo de atividade ilegal e criminosa possa acontecer em um período de 12 horas. 

A saga fez sucesso entre os entusiastas do gênero por apostar em fortes críticas sociais e políticas, apresentando uma versão aterrorizante da vida real. Todos os cinco capítulos estão disponíveis na Netflix, são eles: Uma Noite de Crime (2013), Uma Noite de Crime 2: Anarquia (2014), 12 Horas Para Sobreviver: O Ano da Eleição (2016), A Primeira Noite de Crime (2018) e Uma Noite de Crime: A Fronteira (2021).

4. Franquia Um Lugar Silencioso

Mistura de ficção científica com terror, a franquia Um Lugar Silencioso também é uma opção de maratona para quem gosta do gênero e quer entrar no clima do Halloween com criaturas mortais e uma história emocionante sobre família. 

Disponíveis na Netflix a partir do dia 15 de outubro, os dois primeiros longas da franquia, Um Lugar Silencioso (2018) e Um Lugar Silencioso: Parte II (2020), apresentam ao público um mundo pós-apocalíptico onde monstros misteriosos atacam fatalmente o que tiver pela frente com base no som.

No meio desse cenário desolador, acompanhamos a jornada da família Abbott, que precisa enfrentar os horrores do mundo externo para encontrar um lugar adequado para sobreviver, sem fazer um barulho sequer. 

5. Franquia Ouija

Embora não seja tão popular quanto um Pânico da vida, a franquia Ouija aparece no catálogo da Netflix como uma opção de maratona para quem gosta de terror sobrenatural. A partir do dia 17 de outubro, os filmes Ouija: O Jogo dos Espíritos (2014) e Ouija: Origem do Mal (2016) chegam ao streaming para quem busca uma maratona mais rápida, mas igualmente assustadora. 

Apostando na adrenalina por trás do famoso tabuleiro Ouija, a saga começa contando a história de Laine (Olivia Cooke), uma jovem que, após a morte repentina da melhor amiga, encontra o jogo no quarto dela. Decidida a se despedir, Laine tenta contatar a amiga no mundo dos mortos, mas acaba encontrando um espírito misterioso que revela segredos chocantes sobre a morte da garota.

Já Ouija: Origem do Mal, conta a história de Doris (Lulu Wilson), uma menina solitária cuja mãe finge se comunicar com espíritos. Até que um dia ela encontra o tabuleiro e decide contatar o pai falecido, provocando uma série de eventos estranhos quando seres malignos se apoderam de seu corpo. 

6. Franquia Todo Mundo em Pânico

Queridinha dos anos 2000, a franquia Todo Mundo em Pânico foi um grande sucesso entre o público que cresceu no começo do novo milênio, trazendo uma comédia escrachada e satírica sobre filmes de terror. É a maratona ideal para quem gosta do gênero, mas não quer deixar de lado boas risadas. 

Usando o humor para ridicularizar filmes como Pânico (1996) e Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado (1997), os longas apostam na comédia pastelão e situações absurdas para fazer piada com estereótipos e clichês do gênero. Sem contar que, para quem sente saudade dos anos 2000, a franquia dá aquela sensação de nostalgia com várias referências da época. 

Com seis filmes no total, você pode começar sua maratona na Netflix assistindo aos três primeiros longas: Todo Mundo em Pânico (2000), Todo Mundo em Pânico 2 (2001) e Todo Mundo em Pânico 3 (2003). 

7. Franquia Blade

O universo dos super-heróis também pode ser aterrorizante, e uma prova disso é a franquia Blade, cujos três filmes clássicos estão disponíveis na Netflix. Estrelada por Wesley Snipes, a trilogia fez sucesso ao levar para as telonas a história de origem do caçador de vampiros mais famoso da Marvel. 

Composta pelos filmes Blade: O Caçador de Vampiros (1998), Blade 2 (2002) e Blade Trinity (2004), a franquia acompanha a trajetória de Blade, um herói metade mortal e metade imortal que caça criaturas sedentas por sangue, embarcando em uma jornada intensa para impedir que a humanidade seja devorada pelos sanguessugas. 

Para quem gosta de ação, a trilogia do Blade traz aquela estética marcante dos filmes de super-heróis antes do MCU, com pancadarias mais estilizadas e temáticas sombrias. 

8. Franquia Rua do Medo 

Original da Netflix, a franquia Rua do Medo é mais uma opção de maratona disponível na plataforma. Inspirados na obra de R.L. Stine, os filmes mostram diferentes momentos temporais da cidade de Shadyside, um lugar amaldiçoado por assassinatos ao longo de várias gerações. 

Cada um apresentando histórias diferentes, os longas se unificam a partir da premissa focada em jovens que precisam lidar com uma onda de assassinatos misteriosa ligada ao passado assombroso da cidade. 

Com direito à maldição de bruxa e elementos do slasher, Rua do Medo conta os filmes Rua do Medo: 1994 - Parte 1 (2021), Rua do Medo: 1978 - Parte 2 (2021) e Rua do Medo: 1666 - Parte 3 (2021), além de um derivado chamado Rua do Medo: Rainha do Baile (2025). 

Terror para quem tem coragem

Mostrando que tem espaço para todo mundo, o terror transita por diversos formatos sem perder sua essência. É um gênero muito prolífico e disruptivo que, mesmo que aposte em premissas descomplicadas, ainda é capaz de gerar emoções extremas no público. 

Se você é um entusiasta dessa sensação, aproveite para fazer a sua própria noite do terror: 10 filmes perfeitos para assistir em turma e comentar.

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SUV seminovo da Jeep fica no precinho e sai mais barato que Tera em outubro

24 October 2026 at 21:00

Quem procura um SUV seminovo em outubro pode encontrar no Jeep Renegade uma alternativa aos modelos zero-quilômetro mais baratos do mercado. A versão Longitude 2023 reúne motor turbo, transmissão automática convencional e uma lista generosa de equipamentos, sem exigir um orçamento tão alto quanto o de alguns utilitários esportivos novos.

A queda no valor de mercado também chama atenção diante do Volkswagen Tera, que parte de R$ 108.490 na versão MPI com câmbio manual. Com a referência da Tabela Fipe abaixo dos R$ 100 mil, o Jeep aparece como uma opção para quem prioriza desempenho e equipamentos e aceita comprar um veículo usado.

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Vale lembrar que o valor da Fipe serve como referência, não como garantia de preço nas lojas. O custo final depende do estado de conservação, da quilometragem, do histórico de manutenção e das condições de cada oferta.

Renegade tem "motorzão" e câmbio automático

O Renegade Longitude 2023 utiliza o motor 1.3 turbo flex T270, que entrega até 185 cv com etanol e 180 cv com gasolina. O torque máximo é de 27,5 kgf/m, disponível a partir de 1.750 rpm. O conjunto trabalha com câmbio automático de seis marchas e tração dianteira, uma combinação que privilegia o uso urbano e rodoviário sem recorrer a uma transmissão automatizada de dupla embreagem ou a um sistema CVT.

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O consumo informado é de 7,7 km/l na cidade e 9,1 km/l na estrada com etanol. Com gasolina, os números sobem para 11 km/l no ciclo urbano e 12,8 km/l no rodoviário. O tanque de 55 litros ajuda a ampliar a autonomia, enquanto as dimensões de 4,27 metros de comprimento e 2,57 metros de entre-eixos posicionam o modelo entre os SUVs compactos. O porta-malas tem capacidade para 320 litros.

Queda no valor original deixa Jeep "no precinho"

Segundo o levantamento do Mundo do Automóvel para PCD, o Longitude 2023 custava R$ 156.490 quando zero-quilômetro, em dezembro de 2023. A diferença para a referência atual representa uma redução de R$ 58.841, equivalente a aproximadamente 37,6% de desvalorização. Essa queda ajuda a explicar por que o modelo pode atrair quem deseja um SUV com motorização mais potente sem pagar o preço de um carro novo.

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A lista de equipamentos inclui seis airbags, controles de estabilidade e tração, frenagem autônoma de emergência, alerta e assistente de permanência em faixa e detector de fadiga. Há ainda faróis Full LED, ar-condicionado digital de duas zonas, painel de instrumentos digital de 7 polegadas, central multimídia de 8,4 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, bancos revestidos em couro e carregador de celular por indução. 

Ficou interessado no Jeep Renegade mais barato que um Volkswagen Tera? Então confira 7 dicas de um especialista na hora de comprar um carro usado e seminovo. 

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O que é e como funciona a Conta Meta no WhatsApp, Instagram e Facebook?

A Conta Meta é uma nova forma de login unificado nas plataformas da empresa, como Instagram, Facebook, WhatsApp, Meta AI e os sistemas dos óculos inteligentes. A credencial traz mais camadas de segurança e facilita o acesso entre diferentes apps.

Quando aplicada, a conta dispensa a necessidade de ter uma senha diferente para entrar em cada uma das redes sociais, desde que estejam vinculados pela Central de Contas. Ainda é possível ativar chaves de acesso para fazer login sem senha alfanumérica.

O recurso foi anunciado pela Big Tech em abril de 2026 e segue distribuição por fases. A seguir, o Canaltech explica os principais detalhes.

Conta Meta e Central de Contas são a mesma coisa?

Não. A Conta Meta é uma evolução da Central de Contas, usada para sincronizar recursos entre Facebook, Instagram e outras ferramentas.

A central será atualizada automaticamente com o objetivo de simplificar os acessos, mas ainda será possível acessar um painel com todas as configurações. A empresa reforça que ainda é possível ter uma credencial para cada rede social, mas a conta unificada seria uma opção para os perfis que já estão vinculados.

Conta meta

Quais são os recursos exclusivos da Conta Meta?

Uma das vantagens do login unificado da Conta Meta é a opção de usar chaves de acesso (ou passkeys) para fazer o login. As chaves usam dados biométricos, como Touch ID e Face ID, para autenticar um cadastro e dispensam o uso das senhas convencionais.

A conta também pode ser configurada para ativar autenticação em dois fatores, no qual é necessário inserir um código recebido externamente para confirmar uma nova sessão. A medida cria uma camada adicional de segurança caso a senha tenha sido interceptada.

Conta Meta

Quem tem acesso à Conta Meta?

A distribuição da Conta Meta começou em abril de 2026, mas ainda ocorre de forma gradual. Os perfis selecionados são avisados por e-mail sobre a migração.

A empresa também possui uma assinatura unificada com benefícios para diferentes apps: conheça os benefícios do Meta One.

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10 jogos parecidos com Zelda para quem não tem um Nintendo Switch

24 October 2026 at 19:30

O anúncio de The Legend of Zelda: Ocarina of Time Remake esquentou a comunidade do clássico do Nintendo 64. O jogo promete disputar o mês de novembro com nada menos que GTA 6 e deve reprisar esse mesmo embate no The Game Awards (premiação de cujo júri o Canaltech faz parte).

Mesmo aqueles que não têm um Nintendo Switch 2 estão de olho no lançamento da Big N. Para essas pessoas, o que resta é aproveitar os jogos da franquia no primeiro Switch ou conferir títulos semelhantes à franquia Zelda em consoles rivais.

Pensando em quem não possui o híbrido da Nintendo, o Canaltech separou 10 jogos parecidos com Zelda para aproveitar em outros consoles. A franquia protagonizada por Link é muito influente desde sua concepção lá em 1986; por isso, há muitos títulos inspirados em The Legend of Zelda em outras plataformas.

Estes são os 10 jogos parecidos com Zelda para aproveitar fora do Nintendo Switch:

  1. Tunic

  2. Immortals Fenyx Rising

  3. Star Overdrive

  4. Death's Door

  5. Oceanhorn 2: Knights of the Lost Realm

  6. Blossom Tales: The Sleeping King

  7. Minit

  8. Hyper Light Drifter

  9. Sable

  10. Genshin Impact

10. Genshin Impact

Vamos começar retirando o elefante da sala: Genshin Impact é um RPG de ação free-to-play desenvolvido pela chinesa miHoYo e lançado em 2020. O jogo tem claras referências a The Legend of Zelda: Breath of the Wild do Nintendo Switch e é tido como um dos títulos mais próximos da fórmula "breath-like".

Genshin Impact

Genshin Impact compartilha muitos elementos e mecânicas com Breath of the Wild, em especial o mundo aberto, recursos como escalada e planador, bem como o próprio estilo em cel-shading. O título está disponível para PC, PlayStation 5, XBOX Series e dispositivos móveis.

9. Sable

Apesar de não contar com combate, um dos pilares de The Legend of Zelda, Sable consegue cumprir bem esse papel quando o assunto é exploração e mundo aberto. A saga da Nintendo ficou conhecida por suas contribuições para o gênero de mundo aberto.

Sable

Sable faz exatamente isso ao reunir elementos como exploração não linear, escalada e o uso do planador para desvendar o mapa. Os puzzles também estão bem presentes no jogo indie, com estruturas antigas, plataformas e ruínas que rendem bastante conteúdo para quem gosta dessa faceta de Zelda.

8. Hyper Light Drifter

Para quem prefere os jogos 2D de Zelda, Hyper Light Drifter é uma excelente pedida. A desenvolvedora do jogo, Heart Machine, revelou que HLD é uma combinação entre The Legend of Zelda: A Link to the Past e Diablo ao misturar elementos de RPG de ação com gráficos em pixel art e exploração.

Hyper Light Drifter

Outro ponto importante é que Hyper Light Drifter conta sua história nas entrelinhas, por meio de ruínas e dos próprios cenários. O indie está disponível em todas as plataformas atuais, incluindo o Nintendo Switch.

7. Minit

A criatividade é fantástica porque permite que os artistas busquem inspirações em vários lugares e as transformem em uma experiência totalmente nova. Esse é o caso exato de Minit, um jogo de ação em 2D com combate simples, mas eficiente, parecido com os clássicos de The Legend of Zelda.

Minit

O pulo do gato é que os jogadores precisam passar de um checkpoint a outro em apenas 60 segundos, o que o torna uma excelente aventura de descoberta, com muita tentativa e erro. Minit também conta com gráficos 1-bit monocromáticos bem minimalistas e charmosos. O indie está disponível para todas as plataformas, incluindo dispositivos móveis.

6. Blossom Tales: The Sleeping King

Blossom Tales: The Sleeping King não é apenas uma inspiração, mas também uma homenagem direta a The Legend of Zelda: A Link to the Past, com toques aqui e ali de The Minish Cap. Os gráficos e as interfaces são muito semelhantes à franquia da Nintendo.

Blossom Tales The Sleeping King

As dungeons e a progressão por itens-chave funcionam como uma espécie de déjà-vu para quem jogou os clássicos 2D de Zelda. Blossom Tales: The Sleeping King é um jogo que frequentemente entra em promoção e está disponível para PC e Nintendo Switch.

5. Oceanhorn 2: Knights of the Lost Realm

Voltando aos jogos 3D, Oceanhorn 2: Knights of the Lost Realm adota uma estrutura semiaberta e um pouco mais linear do que costumamos ver em The Legend of Zelda, mas compartilha elementos marcantes como dungeons, itens, puzzles e a aventura heroica da franquia.

Oceanhorn 2 Knights of the Lost Realm

Para os fãs de The Wind Waker, Oceanhorn 2: Knights of the Lost Realm adota uma temática marítima e tem um estilo visual que lembra os episódios 3D mais recentes de Zelda. Trata-se, obviamente, de uma experiência bem mais contida do que as produções da gigante da Nintendo.

4. Death's Door

Death's Door é uma excelente pedida para quem quer uma aventura próxima a Zelda fora (e dentro) do Nintendo Switch, em especial para quem gosta de combate dinâmico e de progressão focada em itens e puzzles.

Death's Door

É uma experiência que, embora pareça distante visualmente dos clássicos de Zelda, carrega uma alma bem próxima daquela que vimos nas aventuras de Link e companhia.

3. Star Overdrive

Star Overdrive é um dos jogos independentes mais próximos de The Legend of Zelda: Breath of the Wild, mesmo que em escala menor. O título conta com um mundo aberto que oferece grande liberdade de exploração. Os santuários de Zelda aqui são traduzidos em antigas minas.

Star Overdrive

A progressão acontece por meio dos itens e poderes adquiridos durante a jornada, incluindo o combate a inimigos, coleta de recursos e busca por memórias que explanam a mitologia daquele mundo.

2. Immortals Fenyx Rising

Se Star Overdrive se aproxima muito de Breath of the Wild no circuito indie, a Ubisoft cumpre esse papel com Immortals Fenyx Rising no segmento AAA. Isso acontece mesmo que o jogo compartilhe semelhanças evidentes com lançamentos recentes de Assassin's Creed.

immortals fenyx rising

Diferentemente de Zelda, Immortals Fenyx Rising pega emprestada a mitologia grega para contar sua história. Muitos jogadores chegaram até a criticar o título por se aproximar de Breath of the Wild em sua estrutura de gameplay e por não inovar em relação ao que foi proposto pela Nintendo.

1. Tunic

Tunic é um jogo indie muito popular da atual geração que não só pegou emprestados o estilo e as mecânicas de The Legend of Zelda, como também quis emular a sensação de uma criança experimentando o título de 1986 pela primeira vez. Como ele faz isso? O título conta com um manual em suas páginas internas que dá dicas sobre o universo do jogo. O problema é que essas instruções estão em uma língua indecifrável, de forma bem parecida a quando pegávamos livretos em japonês e tentávamos decodificar tudo para progredir nos clássicos dos anos 80 e 90.

Tunic

O indie possui um combate simples e puzzles bem complexos, além de incentivar os jogadores a explorar áreas e descobrir como progredir de maneira orgânica e livre. É uma verdadeira pérola, que exige um pouco de paciência e traz uma sensação inegável de The Legend of Zelda na ponta dos analógicos.

Aproveite que está no clima de Zelda e veja 6 jogos da franquia The Legend of Zelda que revolucionaram os games

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7 sites e serviços famosos que rodam em PHP e você não sabia

24 October 2026 at 19:00

Duas falhas críticas no PHP colocaram milhões de sites em alerta nesta semana. As vulnerabilidades, divulgadas na quarta-feira (21), permitem que hackers executem códigos maliciosos em servidores sob determinadas condições e já eram alvo de tentativas de exploração antes mesmo da divulgação das correções.

O episódio chamou a atenção para uma linguagem de programação presente em boa parte da internet. Segundo dados do W3Techs, quase 70% dos sites cuja linguagem de servidor é conhecida utilizam PHP, incluindo serviços bastante famosos.

Parte dessa presença se explica pelo WordPress, sistema de gerenciamento de conteúdo desenvolvido em PHP e utilizado por grandes portais para publicar notícias, imagens e outros materiais.

Vale destacar que utilizar PHP não significa que um site esteja vulnerável às falhas descobertas recentemente. A exposição depende de fatores como a versão instalada, as configurações dos servidores e as medidas de segurança adotadas.

1. Wikipédia

A maior enciclopédia online do mundo utiliza o MediaWiki, software de código aberto desenvolvido principalmente em PHP para administrar artigos, edições e páginas.

Segundo a documentação oficial do projeto, os servidores de produção da Wikimedia utilizam o PHP 8.3. A linguagem é necessária para executar o MediaWiki, que também é utilizado por outros projetos da fundação.

Wikipédia genérica

2. NASA

Até a agência espacial dos Estados Unidos utiliza PHP. Os portais NASA.gov e Science.nasa.gov foram construídos com WordPress, segundo a documentação oficial da plataforma.

O sistema permite administrar arquivos de imagens, notícias, informações sobre missões espaciais e conteúdos científicos publicados pela agência.

NASA logo

3. Flickr

O Flickr, plataforma conhecida pelo armazenamento e compartilhamento de fotografias, também possui um histórico documentado de utilização do PHP em seus sistemas.

Em novembro de 2024, um estudo técnico publicado pela Amazon Web Services (AWS), em parceria com a SmugMug, controladora do Flickr, citou o uso de código PHP nas aplicações das plataformas. Não há confirmação pública recente de que toda essa infraestrutura permaneça inalterada.

Flickr app

4. TIME

A revista norte-americana TIME também utiliza WordPress para gerenciar seu portal de notícias e reportagens.

O site está listado no catálogo oficial do WordPress desde 2014, e verificações técnicas realizadas em 2026 continuam identificando a utilização da plataforma.

revista time online

5. Taylor Swift

O site oficial de Taylor Swift também depende de PHP por utilizar WordPress. A página foi incluída no catálogo de projetos da plataforma em julho de 2026.

Por meio do sistema, a equipe da cantora consegue administrar conteúdos sobre lançamentos musicais, turnês, notícias e outras informações destinadas aos fãs.

Taylor Swift

6. Casa Branca

O site oficial da Casa Branca, sede do governo dos Estados Unidos, utiliza WordPress desde 2017.

Segundo a documentação da plataforma, o WhiteHouse.gov opera com WordPress VIP, versão voltada para organizações de grande porte. O sistema é utilizado para publicar comunicados, ações presidenciais, notícias e informações oficiais do governo norte-americano.

Casa Branca

7. CNN Brasil

O portal brasileiro de notícias CNN Brasil também utiliza WordPress VIP, conforme um estudo de caso publicado pela própria plataforma.

A emissora migrou seu site para o sistema buscando melhorar a estabilidade e o gerenciamento das publicações. Como o WordPress depende de PHP, a linguagem faz parte da infraestrutura utilizada pelo portal.

CNN logo

Veja também: Por que quase 70% dos sites usam PHP?

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App grátis libera YouTube na central multimídia do carro; veja como usar

O AA Browser é um navegador de código aberto para Android Auto. A principal vantagem é a opção para reproduzir vídeos do YouTube e de outros serviços de streaming na central multimídia do carro estacionado.

A ferramenta opera de forma similar ao abrir o YT no navegador do celular, por exemplo. É possível usar o modo de tela cheia, assistir a vídeos e salvar sites na aba de favoritos para acessá-los rapidamente no veículo.

Vale mencionar que o Android tem uma série de restrições para reproduzir vídeos com o carro parado em veículos com o sistema embutido. O YouTube é integrado ao sistema Auto, mas sequer tem um aplicativo próprio.

AABrowser

Como ver YouTube na central multimídia do carro

O procedimento pelo AA Browser é uma espécie de “gambiarra” e viola algumas regras do Google, visto que o app não está disponível na Play Store. 

Caso você tenha interesse em instalar, o processo ocorre por conta e risco do usuário e os próprios desenvolvedores alertam que o app é uma alternativa para quem está no banco do passageiro e com o veículo parado.

O primeiro passo exige abrir o modo de desenvolvedor do Android Auto:

  1. Abra as configurações do celular;
  2. Procure por “Android Auto” na pesquisa;
  3. Desça a tela até a opção “Versão”;
  4. Toque várias vezes sobre a aba “Versão”;
  5. Confirme o uso das configurações de desenvolvedor;
  6. Abra o menu no canto superior direito;
  7. Ative a opção “Fontes desconhecidas”.

Depois, basta fazer o download do APK do AA Browser pelo GitHub (github.com/kododake/AABrowser/releases) e instalar o aplicativo.

Entenda como funciona o Google Automotive System, no qual o carro tem um sistema Android independente.

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6 ways bats are surprisingly human

24 October 2026 at 18:30

Bat Week officially begins today. It’s the one week where Earth’s only winged mammals get top billing. Often associated with disease, vampires, and other generally unpleasant things, bats are actually important pollinators and play critical roles in our ecosystem.

“They’re just so cool and so interesting. During first forays into bat studies, it was just one question after another,” Rachel Page, an evolutionary biologist at the Smithsonian Tropical Research Institute in Panama, tells Popular Science. “The more I sort of scratched the surface, the more interesting it became—which is the fun part.”

One reason bats are so interesting to scientists like Page is that they are surprisingly similar to humans. Here’s how. 

Sharing food with friends 

Sharing a meal with good company brings immense joy for us humans. For many vampire bat species (subfamily Desmodontinae), sharing food is a matter of survival. They survive exclusively on blood and can only go about two nights without a blood meal before they die. To get around this, they rely on their social networks.

“They have the equivalent of friends. Basically, if a bat comes back from a night of foraging and has not been successful, other members of that social group will share food,” Page explains. “They’ll regurgitate blood for the bat that came back hungry.” 

If that donor bat has difficulty getting food later, the one recipient will often become the donor. “So there’s this very reciprocal relationship,” says Page. 

A closeup of a spooky common vampire bat
The common vampire bat (Desmondus rotundus). Image: Wirestock via Getty Images. Wirestock

Not being afraid to punch above their weight 

According to Page, bats will have their distinctive personalities just like people. It’s present across species, but also individual bats as well.

“You have some species that are very feisty, and they’ll go out of their way to pick a fight, and then other ones that are much more passive, calm, and very gentle,” she says. 

At the edge of Panama’s Soberanía National Park, tiny, fruit-eating bats will take over the roost of larger, carnivorous bats. The Seba’s short-tailed bat (Carollia perspicillata) weighs roughly the same as a strawberry. By comparison, the frog-eating, fringed-lipped bat (Trachops cirrhosus) weighs roughly as much as an apricot and twice as much as the short-tailed bat. 

Page and her colleagues in Panama have witnessed fights between the two species from roosts set up throughout the forest. 

“Basically, it was the male Seba’s short-tailed bat who was instigating the fight. He was coming over and was kind of boxing and threatening much larger bats with wide open mouths and lots of teeth,” Page recalls. “And he just kept at it, and then finally, this group of fringed-lipped bats left.”

Figuring out their prey’s trick through problem solving

Even in the thick jungles of Panama, bats can find motionless insects on leaves. Initially, scientists believed that the thick tree cover would give small insects an “acoustic camouflage” that would confuse a bat’s echolocation system. But they were wrong.  

The bats can see through this acoustic camouflage by changing the angle at which they approach the still insect.

“If you approach a flat leaf at just the right angle, you can actually get an echolocation signature,” Page explains. “You can get an echolocation signal that jumps back at you, but only if you direct your echolocation call at just the right angle.”

That’s exactly what the bats were doing in order to find insects who tried to hide in leaves.

Pushing their kids out into the world—literally 

When it’s time for the babies to wean or leave the roost, mother tent-making bats (Uroderma bilobatum) will physically prod their young with their forearms.

“There is this interesting tug that you see across so many different species. For birds, when they’re ready to fledge, there’s this sort of uncertainty.”

six small bats on a leaf
Tent-making bats and their babies.  Image: Merlin Tuttle.

Changing our behavior when someone is sick

When sick, humans and even non-human primates change their behavior. We isolate so that the disease does not spread, and will look to plants and other sources of medicine for relief. Bats appear to change their diet to less nutritious leaves. While this may sound backwards, it’s in the hope that they have medicinal properties. 

In an ongoing study with a team from the Ukrainian Bat Rehabilitation Center, the Smithsonian team is looking at the bats from Barro Colorado Island in Panama. 

“We have fecal samples from these bats, so we were able to see exactly what they are eating,” says Page.

In addition to changing their diets, vampire bats will self-isolate when they are sick and others will act in a way familiar to any human parent—continuing to care for our young, even when sick.

“You don’t do as many of the normal behaviors unless it’s taking care of your babies,” says Page. “And again, it’s like a human relationship. If your little kid has a fever, you’re not going to shut them in a room and leave them. You’re not going to desert them.”

Learning by listening

To find dinner, the fringe-lipped bat (Trachops cirrhosus) will listen in on their prey’s mating calls. These frog-eating bats eavesdrop on the mating calls that the male frogs use to attract females. They then use the calls to assess if the frog is edible or poisonous before going in for the kill. 

“They’ve really cracked this communication of another entire group,” says Page.

According to Page, it’s similar to being in a quiet room and hearing someone open up a bag of potato chips and is loudly eating. The noise makes everyone pay attention. “Bats attend to those acoustic signals of other bats, and that attention then helps them learn,” Page says. “They can learn those distinctions of palatable versus poisonous, and they can learn that socially as well from observing the other behaviors with bats.”

To learn more about bats and how to help protect them, visit Bat Week’s website. 

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Robô aspirador Xiaomi S40: quanto vale pagar na Black Friday?

24 October 2026 at 17:30

Manter o chão limpo sem precisar varrer e passar pano todos os dias é um dos principais objetivos de quem busca um robô aspirador para chamar de seu. Xiaomi Vacuum S40 surge como uma opção interessante neste cenário e, com a chegada da Black Friday, qual será o valor ideal para pagar pelo aparelho?

O dispositivo combina aspiração, passagem de pano e controle pelo celular, com recursos que permitem programar a limpeza e deixar o robô trabalhar enquanto você cuida de outras tarefas. A proposta é atender quem deseja automatizar a higiene do ambiente sem partir para modelos com preço muito elevado.

Nos últimos meses, o S40 vem sendo comercializado por cerca de R$ 1.100 no Pix e R$ 1.200 em opções parceladas. Para avaliar se uma oferta da Black Friday de 2026 realmente compensa, também vale colocá-lo lado a lado com o Xiaomi S40C e o KaBuM! Smart 900, que oferecem propostas diferentes para cuidar da limpeza doméstica.

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Quais os destaques do Xiaomi S40?

Um dos principais atrativos do Xiaomi S40 é a potência de sucção de até 10.000 Pa no modo turbo. Na prática, essa força de aspiração consegue a recolher poeira, cabelos e outras partículas acumuladas no chão com tranquilidade, algo especialmente útil em casas com animais de estimação.

O modelo também aspira e passa pano durante a rotina de limpeza, graças ao reservatório de água e ao conjunto de mops. Já o compartimento de poeira tem capacidade de 520 ml, o que permite acumular sujeira antes de precisar ser esvaziado. 

A bateria de 5.200 mAh é outro ponto favorável. Segundo a Xiaomi, ela pode proporcionar 180 minutos ou mais de funcionamento no modo padrão, tempo que favorece a limpeza de apartamentos maiores e casas com vários cômodos. 

Pelo aplicativo Xiaomi Home, é possível controlar o aparelho e organizar a rotina de limpeza pelo celular. A navegação automatizada também ajuda o robô a percorrer os ambientes sem depender de comandos constantes. 

O principal ponto negativo do S40 é que ele não conta com uma uma base de autoesvaziamento, o que exige do usuário retirar a sujeira acumulada no reservatório após o ciclo de limpeza na residência. 

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Quanto vale a pena pagar no Xiaomi S40?

O Xiaomi S40 costuma aparecer por pouco mais do que R$ 1.100 no Pix, enquanto as opções parceladas ficam na faixa de R$ 1.200. Diante desse cenário, uma oferta que apenas reproduza esses valores recentes não representa necessariamente uma grande oportunidade.

Para a Black Friday de 2026, o preço-alvo considerado vantajoso é de até R$ 850. Também vale considerar a aplicação de cupons em cima do valor da promoção, o que pode tornar a aquisição do robô ainda mais interessante financeiramente. 

Esse período de ofertas também costuma combinar preços mais baixos com condições de parcelamento sem juros, alternativa que pode pesar a favor da compra do aparelho da Xiaomi por um valor mais baixo do que o praticado recentemente.

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Xiaomi S40, S40C ou KaBuM! Smart 900: qual vale mais a pena?

O Xiaomi S40C é uma alternativa para quem deseja gastar menos. O modelo oferece sucção de até 5.000 Pa e autonomia de até 100 minutos, números inferiores aos do S40. 

Como vem sendo encontrado entre R$ 1.000 e R$ 1.100 nos últimos meses, a meta de R$ 750 para a Black Friday seria uma oportunidade especialmente interessante.

Já o KaBuM! Smart 900 aposta na praticidade de uma base que recolhe automaticamente a sujeira do robô. Sua sucção de 4.000 Pa é inferior à dos dois modelos da Xiaomi, mas a estação reduz a necessidade de esvaziar manualmente o compartimento de poeira após cada ciclo. 

O robô da KaBuM! pode ser encontrado por valores mais próximos ao S40, com a expectativa de que seja encontrado na Black Friday também por cerca de R$ 850 nas ofertas. Confira as principais diferenças entre os três modelos:

Característica

Xiaomi S40

Xiaomi S40C

KaBuM! Smart 900

Preço-alvo na Black Friday 2026

Até R$ 850

R$ 750

R$ 850

Potência de sucção

Até 10.000 Pa

5.000 Pa

4.000 Pa

Funções

Aspira e passa pano

Aspira e passa pano

Aspira e passa pano

Navegação e mapeamento

Navegação inteligente

Navegação inteligente com mapeamento

Mapeamento 3D por sensores

Controle por aplicativo

Xiaomi Home

Sim

Sim

Base

Carregamento

Carregamento

Coleta automática de pó

Autonomia anunciada

180 minutos ou mais

Até 100 minutos

Até 180 minutos

Perfil de uso

Quem busca potência e autonomia

Quem quer economizar

Quem prioriza automação da limpeza

Xiaomi S40 vale a pena em 2026?

O Xiaomi S40 é uma opção interessante para quem quer manter o chão limpo com menos esforço, especialmente em casas com vários cômodos ou animais de estimação. A combinação de sucção potente, bateria de longa duração e controle pelo aplicativo ajuda a automatizar a rotina sem exigir a intervenção do usuário a todo momento.

Por até R$ 850, o modelo vale a compra, principalmente para quem prioriza uma combinação entre potência de aspiração e autonomia. 

Já quem deseja gastar menos pode esperar uma oferta do S40C por R$ 750, enquanto o KaBuM! Smart 900 merece atenção caso apareça por até R$ 850 e a base autolimpante seja uma prioridade na rotina.

No fim, a melhor escolha depende do tipo de ajuda que você espera do aparelho. Se a ideia é automatizar boa parte da limpeza diária e reduzir o trabalho de varrer e passar pano, o S40 entrega um conjunto interessante pelo preço recomendado. 

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5 carros por até R$ 40 mil com manutenção baratinha

24 October 2026 at 17:07

Comprar um carro usado por até R$ 40 mil não significa necessariamente ficar limitado aos modelos populares com motor 1.0. Com pesquisa, é possível encontrar hatches e sedans mais potentes, com espaço interno generoso e manutenção relativamente simples, sem ultrapassar esse orçamento.

Nessa seleção, vocês encontrarão cinco opções de diferentes fabricantes que se destacam pela mecânica conhecida e pela oferta de peças no mercado brasileiro. A lista inclui modelos fabricados entre 2010 e 2015, com motores 1.6 e até 2.0, atendendo a perfis variados de motoristas.

Fiat Palio

Os preços foram consultados em anúncios do Mercado Livre em outubro de 2026 e representam valores iniciais, não preços garantidos para qualquer unidade. Antes de comprar, vale conferir o histórico de revisões, o estado de conservação e possíveis reparos pendentes, já que a manutenção anterior faz diferença no custo de manter um usado.

Gol, Palio e Fox oferecem motores conhecidos

O Volkswagen Gol Power 1.6 2010 abre a seleção com preços a partir de R$ 30 mil. O motor flex entrega até 104 cv e 15,6 kgfm com etanol, associado ao câmbio manual de cinco marchas. O hatch tem porta-malas de 285 litros e pode trazer direção hidráulica, trio elétrico e faróis de neblina, embora itens como ar-condicionado dependam da configuração.

Volkswagen Gol 2021

O Fiat Palio Essence 1.6 2013 aparece a partir de R$ 33.890, com motor E.torQ de até 117 cv e câmbio manual. Já o Volkswagen Fox Comfortline 1.6 2015 custa a partir de R$ 39.900 e combina motor de até 104 cv com posição de dirigir elevada e porta-malas de 270 litros. Nos dois casos, vale priorizar as versões manuais e verificar cuidadosamente o funcionamento do conjunto mecânico.

Astra e Sandero são alternativas para quem precisa de espaço

Para quem prefere um sedan, o Chevrolet Astra Advantage 2.0 2011 aparece por cerca de R$ 39.990. O motor flex entrega até 127 cv e 19,6 kgfm com etanol, e o porta-malas de 460 litros é o maior entre os cinco modelos. O desempenho é um atrativo, mas o comprador deve observar o consumo de combustível e o estado de conservação de um veículo com mais de uma década de uso.

Renault Sandero

O Renault Sandero Privilège 1.6 2013 completa a seleção, com anúncios a partir de R$ 40 mil. Seu motor 1.6 8V entrega até 95 cv, e o porta-malas de 320 litros ajuda a acomodar bagagens. A versão oferece itens como ar-condicionado, direção hidráulica e vidros elétricos. Para reduzir o risco de despesas inesperadas, é importante verificar o histórico de manutenção e dar preferência ao câmbio manual, cuja manutenção tende a ser menos complexa que a da transmissão automática de quatro marchas.

5 carros usados por até R$ 40 mil

  1. Volkswagen Gol Power 1.6 2010: a partir de R$ 30 mil
  2. Fiat Palio Essence 1.6 2013: a partir de R$ 33.890
  3. Volkswagen Fox Comfortline 1.6 2015: a partir de R$ 39.900
  4. Chevrolet Astra Sedan Advantage 2.0 2011: a partir de R$ 39.990
  5. Renault Sandero Privilège 1.6 2013: a partir de R$ 40 mil

Já que você aparentemente está no mercado em busca de renovar a garagem, deixamos aqui uma pergunta: usado a combustão ou elétrico zero: Qual carro é melhor comprar?

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3 melhores notebooks para arquitetos e engenheiros em 2026

24 October 2026 at 13:30

Projetar edifícios, calcular estruturas ou criar maquetes eletrônicas realistas são tarefas que exigem o máximo de poder computacional possível. Softwares como AutoCad, Revit, SketchUp, Lumion e BIM dependem diretamente de uma combinação equilibrada entre processadores de alta frequência, uma boa quantidade de memória RAM e, principalmente, placas de vídeo dedicadas com aceleradores de inteligência artificial e Ray Tracing.

Para quem busca mobilidade sem abrir mão de desempenho profissional, o mercado brasileiro tem excelentes opções de notebook que originalmente miram no público gamer, mas entregam exatamente a ficha técnica necessária para aguentar renderizações pesadas e projetos complexos.

Abaixo, destacamos 3 dos melhores notebooks para arquitetos e engenheiros em 2026.

1. Lenovo Legion 5

O Lenovo Legion 5 é uma das opções mais equilibradas e robustas para quem busca fidelidade de cor e desempenho gráfico de ponta. Seu grande diferencial para arquitetos está na tela PureSight de 16 polegadas com resolução WQXGA (2560x1600), que oferece um espaço de trabalho amplo e precisão de cores essencial para apresentação de projetos visuais e maquetes 3D.

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O modelo vem equipado com processador Intel Core i7-14650HX (16 núcleos e 24 threads, 30 MB de cache L3) combinado com a GPU NVIDIA GeForce RTX 4060. Esse conjunto garante fluidez na navegação por modelos BIM pesados no Revit ou na renderização em tempo real no Lumion e Enscape, contando ainda com o sistema térmico Coldfront para manter as frequências altas em sessões prolongadas de trabalho. Atente-se à versão de 16 GB de memória RAM DDR5

2. Acer Nitro V 15

Para quem procura o melhor custo-benefício, o Acer Nitro V 15 é uma escolha extremamente popular entre gamers e estudantes. O modelo traz processador Intel Core i7-13620H (10 núcleos e 16 threads, 24 MB de cache L3) acompanhado da GPU NVIDIA GeForce RTX 4060, entregando o poder de aceleração por hardware necessário para cálculos estruturais pesados e simulações.

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O notebook conta com 16 GB de memória RAM DDR5 e armazenamento em SSD NVMe de 512 GB, com slots adicionais de expansão que permitem realizar futuros upgrades de memória e armazenamento conforme a demanda dos projetos aumenta. Sua tela de 15,6 polegadas Full HD com painel IPS e taxa de 165 Hz garante conforto visual para longas jornadas de modelagem 2D e 3D.

3. MSI Cyborg 15

O MSI Cyborg 15 é uma excelente opção para engenheiros e arquitetos que precisam se deslocar constantemente entre o escritório e os canteiros de obra. Com um visual moderno e construção leve, o notebook combina portabilidade com a potência bruta do processador Intel Core i7-13700H para lidar com multitarefas exigentes sem engasgos.

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Esse é mais um modelo com GPU NVIDIA GeForce RTX 4060, que permite tirar proveito dos Tensor Cores para acelerar processos de renderização por inteligência artificial em softwares de arquitetura. Complementado por 16 GB de RAM e tela de 144 Hz, o modelo tem potencial de entregar velocidade na manipulação de plantas detalhadas no AutoCAD e na visualização de arquivos complexos de engenharia.

Como escolher o notebook ideal?

Se a prioridade do seu trabalho for a fidelidade visual e telas de alta resolução para maquetes eletrônicas, o Lenovo Legion 5 é a escolha mais completa. Já para quem prioriza o custo-benefício com facilidade de expansão, o Acer Nitro V 15 cumpre perfeitamente o papel, enquanto o MSI Cyborg 15 atende melhor a quem precisa de um notebook potente e mais fácil de transportar. 

Claro, poderíamos indicar modelos muito mais fortes do que esses, como notebooks equipados com RTX 50 e processadores mais modernos como Core Ultra 300 ou Ryzen AI 400, ou ainda com tela OLED, mas essas especificações mais avançadas encarecem consideravelmente o produto.

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Por que tantas marcas estão relançando carros 100% a etanol?

24 October 2026 at 13:08

Depois de anos dominados pelos motores flex, os carros movidos exclusivamente a etanol estão voltando ao mercado brasileiro. A Chevrolet lançou o Onix Eco e o Onix Plus Eco 2027, enquanto a Volkswagen apresentou uma versão da Saveiro Robust preparada para funcionar apenas com o combustível vegetal. Por trás dessa retomada está uma combinação de incentivos fiscais e metas ambientais que tornou a tecnologia novamente interessante para as fabricantes.

O movimento está ligado ao programa Mover e às regras do Carro Sustentável, que oferecem benefícios tributários a veículos que atendem a critérios de produção nacional, eficiência energética, emissões e reciclabilidade. Como o etanol de cana de açúcar tem uma pegada de carbono menor que a gasolina quando considerado seu ciclo de vida, os modelos exclusivos a esse combustível podem conquistar vantagens na tributação.

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Em entrevista ao CT Auto, Cássio Pagliarini, consultor de mercado da Bright Consulting, explicou que os veículos a etanol recebem uma redução de 0,5 ponto percentual na alíquota-base do IPI. “Se você tem 6,30 de IPI para um carro que tenha, sei lá, até 116 cavalos, que é o carro normal, 1.6 normal ou 1.0 turbo, você baixa o IPI de 6,30 para 5,80”, comentou. Segundo o especialista, a redução pode ser ainda mais expressiva quando o modelo atende aos critérios para receber IPI zero pelo programa Carro Sustentável.

Incentivos fiscais explicam a volta dos carros a etanol

Para se enquadrar no programa Carro Sustentável, o veículo precisa cumprir requisitos definidos pela legislação, que incluem fabricação no Brasil, reciclabilidade e limite de emissões de CO₂ por quilômetro.

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Pagliarini destacou ao CT Auto que o etanol tem uma característica importante nesse cálculo: parte do dióxido de carbono liberado na queima é compensada pelo carbono absorvido pela cana de açúcar durante a fotossíntese. “Ele garante uma emissão de CO₂ muito próxima de zero”, afirmou o consultor, referindo-se ao balanço de carbono do combustível, e não à ausência de emissões pelo escapamento.

GM entrou na onda com Onix e Onix Plus Eco

A Chevrolet aproveitou esse cenário para lançar o Onix Eco e o Onix Plus Eco, equipados com motor 1.0 turbo de 115 cv e câmbio automático de seis marchas, mas sem a possibilidade de abastecimento com gasolina.

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Fabio Morgan, engenheiro-chefe do produto da GM América do Sul, destacou que a nova calibração do motor tornou o Chevrolet Onix ainda mais econômico. De acordo com o executivo, as aferições do PBEV do Inmetro apontam que os números passaram de 10,9 km/l na versão flex para 11,1 km/l na Eco.

Volkswagen vê o etanol como vantagem brasileira

A Volkswagen também entrou nessa estratégia com a Saveiro Robust 1.6 exclusivamente a etanol, que entrega 116 cv e 16,1 kgfm de torque, associada a um câmbio manual de cinco marchas. A picape foi anunciada por R$ 111.490, preço R$ 4.200 inferior ao da configuração flex equivalente, segundo a fabricante.

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Ao apresentar a nova Saveiro, Ciro Possobom, CEO e presidente da Volkswagen do Brasil, destacou o papel da picape no mercado. “A Saveiro está há 44 anos ao lado de quem trabalha e produz no Brasil. Agora, damos a este cliente uma nova escolha. Uma picape preparada para rodar exclusivamente com etanol, combustível que o País conhece e produz, que gera emprego e renda, e que é uma vantagem importante do Brasil na transição para uma mobilidade de menor carbono”, afirmou o executivo.

Aproveitando que estamos falando sobre redução das emissões de carbono, que tal conferir também quem polui mais: híbrido ou combustão? Aproveitem também para dar uma olhadinha na lista que mostra quais são os carros mais poluentes do Brasil em 2026.

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O que são os TOPS dos chips de IA?

24 October 2026 at 12:00

Se você acompanhou os últimos lançamentos de hardware, certamente reparou na presença insistente de uma sigla (nova para muitos) nas fichas técnicas: TOPS. Promovida por gigantes como Intel, AMD, Qualcomm e Nvidia, essa métrica se tornou a principal bandeira do marketing para definir o quão inteligente ou preparado para a era da IA um determinado dispositivo é.

Na prática, a sigla significa Trillions of Operations Per Second (Trilhões de Operações Por Segundo) e serve como uma medida teórica do desempenho bruto de um processador em tarefas de aprendizado de máquina. No entanto, por trás desse número, existe uma série de aspectos técnicos sobre como esse cálculo é feito, o papel da precisão dos dados e a real diferença entre processadores domésticos e chips voltados para servidores.

O que essa métrica realmente mede?

Para entender o conceito, vale imaginar os TOPS como a taxa de rotações por segundo de um motor, mas voltada para o processamento de redes neurais. Um pico de 40 TOPS indica que aquele circuito integrado é capaz de realizar matematicamente até 40 trilhões de operações numéricas simples por segundo na teoria, geralmente medindo cálculos de multiplicação e acúmulo.

No entanto, essa contagem depende diretamente do nível de precisão matemática utilizado pelo chip, expresso em formatos como INT8 (números inteiros de 8 bits), INT4 ou ponto flutuante (FP16). Como operações de menor precisão exigem menos energia e banda de memória para serem calculadas, a maioria das fabricantes divulga suas taxas de TOPS baseando-se no padrão INT8, que é o mais comum em tarefas de inferência de IA sem perda perceptível de qualidade.

O desempenho com NPU, CPU e iGPU

Nos PCs e notebooks de última geração, a métrica de TOPS costuma ser subdividida em três partes internas de um chip. O grande destaque dessa nova safra é a NPU (Neural Processing Unit), um bloco de silício projetado especificamente para executar tarefas de IA em segundo plano com consumo de energia extremamente baixo.

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Enquanto a NPU de um notebook moderno entrega entre 40 e 50 TOPS para manter recursos como enquadramento automático de câmera, isolamento de ruído por voz ou recursos do Copilot+, a iGPU (gráfico integrado) e a CPU do processador também contribuem com suas próprias cotas de processamento. A soma desses três componentes gera o chamado "TOPS da plataforma", embora uma aplicação raramente consiga utilizar todos esses núcleos diferentes simultaneamente.

Placas de vídeo são os monstros de inferência em IA

Apesar do forte marketing em cima das NPUs integradas para notebooks, quando o assunto é desempenho bruto dentro do ecossistema doméstico, as placas de vídeo dedicadas (ou GPUs dedicadas de notebooks) continuam reinando absolutas. Modelos de entrada e intermediários de arquiteturas recentes superam facilmente a casa das centenas de TOPS, enquanto placas topo de linha alcançam patamares superiores a 1.000 TOPS (ou 1 Petaflop).

Essa disparidade brutal acontece porque as GPUs dedicadas possuem milhares de núcleos paralelos e barramentos de memória VRAM muito mais rápidos, essenciais para rodar modelos de linguagem locais (LLMs) pesados ou gerar imagens via inteligência artificial generativa em poucos segundos. A contrapartida dessa potência extrema é o consumo elevado, justificando a coexistência da NPU para tarefas leves do cotidiano e da GPU dedicada para cargas de trabalho brutas.

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Aceleradores para data centers e supercomputadores

Quando saímos do ambiente doméstico e entramos nos data centers que treinam e hospedam os grandes modelos de IA do mercado, a métrica de TOPS atinge proporções totalmente diferentes. Processadores corporativos e aceleradores dedicados para servidores, como as famílias NVIDIA RTX Pro ou AMD Instinct, são projetados para lidar com petabytes de dados e distribuir cálculos pesados em milhares de nós interconectados.

Diferente do mercado de consumo, onde o foco está na inferência rápida e eficiente com precisão INT8, os chips de data center precisam entregar milhares de TOPS em precisões flutuantes complexas, como FP16, BF16 e FP8, que garantem a exatidão matemática necessária durante o treinamento de novos modelos. Nesses ambientes, a métrica de TOPS vem sempre acompanhada de exigências pesadas em largura de banda de memória (possíveis com as memórias HBM) e sistemas avançados de refrigeração líquida.

AMD Instinct MI455X - AMD Advancing AI 2026

TOPS teóricos vs. desempenho real no dia a dia

Por fim, é crucial entender que uma taxa alta de TOPS no papel não garante automaticamente uma experiência mais rápida na rotina do usuário. O desempenho real de qualquer aplicação de inteligência artificial depende de uma cadeia complexa que envolve a otimização do software para aquela arquitetura, o suporte dos drivers e, principalmente, a largura de banda da memória RAM do sistema.

Se um processador possui uma NPU poderosa que entrega 50 TOPS, mas o modelo de linguagem que o usuário tenta rodar não cabe na memória RAM disponível ou enfrenta gargalos de transferência de dados, o chip passará mais tempo esperando a entrega de informações do que efetivamente processando. Portanto, ao avaliar um novo PC para IA, os TOPS devem ser vistos como um teto teórico de capacidade e não como a única garantia de velocidade.

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How to turn your smartphone into a mobile video editing suite

24 October 2026 at 13:00

With so many smartphone apps in the modern age locked (or partially locked) behind paywalls, it’s important to grab the free ones when they become available—and on rare occasions, it’s the biggest software companies on the planet offering apps free of charge. Adobe Premiere for iOS launched back in September 2025, and a year later, we got Adobe Premiere for Android too. You don’t need an Adobe account or a subscription to use these apps (unlike the desktop equivalents)—the only paid components are credits for AI image and video generation, if you want to use those tools.

With these apps available, there’s really no excuse for sharing sub-standard video. You get a wealth of editing features right on your mobile screen, all optimized to suit the smaller display and the more limited capabilities of a phone versus a full computer.

We’re going to concentrate on the Android app here, as it’s the one most recently launched, but the features are the same on the iPhone too. You can even use Premiere across multiple Android and iOS devices.

The video editing timeline

A screenshot of smartphone video editing options/filters.
A wealth of edits and filters can be applied from the timeline. David Nield

It’s easy enough to get started with Premiere: From the main screen, tap the + (plus) button to choose a saved video clip or image to use as the starting point for a new project, or select New blank project. Either will take you to the timeline view, and you can then use the + (plus) button on the timeline to load in more content.

The layout is going to be familiar if you’ve used a video editor before. Photos and videos make up the main timeline, and if you select them, you get handles around them—use these handles to shorten or lengthen the clips. Select a video on the timeline, then tap Split to cut it in two at the current playhead position (that’s wherever the long vertical white line is in the timeline).

Your video project is previewed above the timeline, and you can use the playback controls to go backward and forward through it. The other options you’ll see on the toolbar include Audio (for dropping in a voiceover or some stock music), Text (for titles and overlays), and Generate (for producing generative AI content). You can also select Files to load local files (such as audio snippets) from your phone.

Select anything on the timeline to get more options for it. For a video clip, these will include Retime (for changing the speed of a clip or freezing it), Filters (for adjusting the look of a clip), Effects (tweaks like glows or shakes), and tools to mirror, flip, or duplicate whatever you’ve got selected. To change transitions, tap on the borders between scenes.

Then there are the generative AI tools, which you can get to by tapping on the Generate button underneath the timeline. This part of the app requires an Adobe account—the account itself is free, but you’ll be restricted in terms of your AI usage before you have to start paying for credits.

Working with templates

A screenshot of smartphone video editing options/templates.
Templates and export options are easy to access. David Nield

If you want a quicker, easier way to make content, there are plenty of ready-made templates to use. You’ll see these on the front screen, under headings like Lifestyle and Beauty. Tap on a template to view it, then choose Use this template to start making it your own.

Making it your own means picking images and videos from your phone’s library to add to the template you just viewed. As you make your selections, you’ll see the template slots fill up underneath (you don’t have to use all of them)—when you’re done, choose Next to see the finished product.

This will have the same transitions, timings, titles, and audio as your template, and if you’re happy with that, then tap Export to send the video somewhere else. There are some basic editing tools here as well: Select one of the images or videos you’ve dropped in, and you can trim them or replace them with the buttons at the bottom.

To customize the clip even more, choose Full editor to return to the fully featured interface we looked at above, complete with filters, effects, and everything else. Note that once you’ve converted your template-based video to work with the full timeline interface, you can’t go back into template mode with the same project.

It’s an app that works well for quick video creations and more detailed projects you want to do on your phone, and you’ll also get numerous settings (resolution, frame rate, quality) when it’s time to export your work. If you do sign up for an Adobe account and pay for the Creative Cloud suite, you can easily sync your projects with Premiere on the desktop.

The post How to turn your smartphone into a mobile video editing suite appeared first on Popular Science.

Gemini agora permite publicar miniaplicativos direto no Google Sites

24 October 2026 at 01:07

O Google anunciou uma nova integração que permite transformar aplicativos criados pelo Gemini em sites disponíveis na internet. Com a novidade, divulgada na segunda-feira (19), os usuários podem exportar projetos interativos diretamente para o Google Sites, sem precisar copiar códigos ou reconstruir as ferramentas.

O recurso funciona com os miniaplicativos desenvolvidos no Canvas, ambiente do Gemini que permite criar programas utilizando comandos de texto, mesmo sem conhecimentos de programação.

Entre as possibilidades estão calculadoras, questionários e painéis interativos. Depois de criar uma dessas ferramentas, o usuário pode enviá-la ao Google Sites e disponibilizá-la para outras pessoas por meio de um endereço na internet.

A integração elimina etapas que anteriormente exigiam copiar o código do projeto e inseri-lo manualmente em outro serviço.

Como publicar um aplicativo do Gemini no Google Sites?

O processo começa no próprio Gemini, onde o usuário pode solicitar a criação de um aplicativo por meio do Canvas.

Por exemplo, é possível pedir à inteligência artificial (IA) para desenvolver uma calculadora de despesas, um questionário para estudantes ou um painel para acompanhar resultados de uma equipe.

Com o projeto pronto, basta seguir estas etapas:

  1. Acesse o Gemini e abra o aplicativo criado no Canvas;

  2. Clique na opção Exportar e selecione Google Sites;

  3. Aguarde a abertura do projeto em um novo rascunho privado no Google Sites;

  4. Faça os ajustes necessários e selecione Publicar para disponibilizar a página.

O aplicativo mantém suas funcionalidades interativas após a exportação. No Google Sites, também é possível acrescentar textos, imagens e outros elementos antes de publicar o projeto.

A publicação não acontece automaticamente. O Google cria inicialmente um rascunho privado, permitindo que o responsável revise o conteúdo e defina quem poderá acessar a página.

Em um exemplo apresentado pela empresa, um painel de desempenho desenvolvido no Gemini foi transferido para o Google Sites com gráficos, indicadores e informações interativas.

A novidade também pode ser utilizada por professores que desejam compartilhar questionários com estudantes ou por equipes que precisam disponibilizar ferramentas internas.

Google Gemini

Quem pode usar a novidade?

Segundo o Google, a integração já está disponível nas versões web, Android e iOS do Gemini.

O recurso contempla três categorias de usuários:

  • Pessoas com contas pessoais do Google e acesso ao Gemini;

  • Clientes do Google Workspace;

  • Assinantes do Google Workspace Individual.

A empresa não anunciou a necessidade de uma assinatura paga específica para utilizar a exportação. Dessa forma, usuários de contas pessoais elegíveis também podem acessar a ferramenta.

Entretanto, é necessário ter permissão para criar e editar páginas no Google Sites.

Em contas corporativas e educacionais, os administradores podem restringir esse acesso. Os aplicativos exportados continuam sujeitos às políticas de segurança e compartilhamento já estabelecidas para o Google Sites e o Google Drive.

A novidade amplia as possibilidades do Canvas, lançado em março de 2025. Inicialmente voltado à edição de documentos e códigos, o ambiente passou a permitir a criação de aplicativos interativos utilizando linguagem natural.

Com a integração ao Google Sites, esses projetos podem ser disponibilizados em páginas independentes da conversa original do Gemini, facilitando o acesso por pessoas que não participaram de sua criação.

Veja também: Por que o Google está cortando acesso dos assinantes básicos aos seus modelos de IA?

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BYD Dolphin Mini x Geely EX2: compare e escolha seu elétrico

23 October 2026 at 23:05

O BYD Dolphin Mini ganhou um concorrente de peso no Brasil com a chegada do Geely EX2. Os dois são hatches elétricos voltados principalmente ao uso urbano e têm muitas semelhanças. Mesmo, assim, adotam soluções diferentes para conquistar quem procura um carro elétrico sem precisar investir muito mais de R$ 100 mil.

O modelo da BYD aposta em dimensões compactas e preço de entrada mais baixo. Já o Geely oferece motor mais potente, tração traseira e suspensão independente nas quatro rodas, além de carroceria maior. São diferenças que podem pesar tanto na rotina da cidade quanto em trajetos mais longos.

Geely EX2 x BYD Dolphin Mini

Para descobrir, enfim, qual deles entrega o conjunto mais interessante, comparamos os dados técnicos divulgados pelas fabricantes, os preços brasileiros e as primeiras impressões de condução. O resultado mostra que a escolha não depende apenas da autonomia: espaço, desempenho, conforto e equipamentos também fazem diferença.

BYD Dolphin Mini x Geely EX2: versões e preços no Brasil

O BYD Dolphin Mini tem preços que variam conforme a configuração e as condições comerciais. Em campanhas recentes, a versão GL apareceu por R$ 109.990, enquanto a GS foi anunciada por R$ 119.990. Como os valores promocionais podem mudar, é importante confirmar o preço vigente na concessionária antes de fechar negócio.

Geely EX2 x BYD Dolphin Mini

O Geely EX2 é vendido em duas versões, Pro e Max. Os preços de referência divulgados para o mercado brasileiro são de R$ 123.800 e R$ 136.800, respectivamente. A diferença entre elas está principalmente no pacote de equipamentos, já que as duas utilizam motor elétrico traseiro de 116 cv e bateria de 39,4 kWh.

Autonomia, bateria e tempo de recarga

Na autonomia homologada pelo Inmetro, o Geely EX2 registra 289 km por carga, enquanto o BYD Dolphin Mini alcança 280 km. A diferença é pequena, de apenas 9 km, e não significa necessariamente que o Geely sempre rodará mais no uso real. Velocidade, temperatura, relevo, ar-condicionado e estilo de condução influenciam o alcance dos dois carros.

Geely EX2

A bateria do Dolphin Mini tem capacidade de 38 kWh, enquanto a do EX2 é de 39,4 kWh. Segundo os dados divulgados, o BYD leva cerca de 22 minutos para passar de 30% a 80% em recarga rápida DC, e o Geely faz o mesmo intervalo em aproximadamente 21 minutos. Na prática, a infraestrutura do carregador e a temperatura da bateria também interferem no tempo necessário.

Potência, torque e desempenho

O Dolphin Mini entrega 75 cv de potência e 13,8 kgf/m de torque, com tração dianteira. É um conjunto adequado para deslocamentos urbanos, nos quais respostas rápidas em baixas velocidades e facilidade de condução são importantes. A aceleração de 0 a 100 km/h divulgada na ficha técnica é de 14,9 segundos.

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O EX2 tem motor traseiro de 116 cv e 15,3 kgf/m de torque, números superiores aos do rival. A Geely informa aceleração de 0 a 50 km/h em 3,9 segundos, enquanto o 0 a 100 km/h é feito em 10,2 segundos. Além da vantagem de potência, a tração traseira diferencia o comportamento do modelo nas saídas e retomadas.

Dimensões, espaço interno e porta-malas

O BYD Dolphin Mini mede 3,78 metros de comprimento, 1,715 m de largura e 1,58 m de altura, com entre-eixos de 2,50 m. O porta-malas tem capacidade para 230 litros. O porte menor facilita a circulação em ruas estreitas e o estacionamento em vagas apertadas, embora o espaço para bagagem seja mais limitado para quem costuma viajar com muita carga.

geely ex2 cabine

O Geely EX2 é maior: tem 4,135 m de comprimento, 1,805 m de largura e entre-eixos de 2,65 m. O porta-malas comporta 375 litros e pode chegar a 1.320 litros com os bancos traseiros rebatidos. Esses números favorecem o Geely para quem precisa transportar malas, compras ou objetos maiores, além de oferecer mais espaço entre os eixos para os ocupantes.

Como andam os rivais elétricos

Nas primeiras impressões do CT Auto, após cerca de 90 minutos ao volante do EX2 em São Paulo, o hatch da Geely chamou atenção pela dirigibilidade equilibrada. A tração traseira dá a sensação de que o carro é empurrado nas acelerações, enquanto a suspensão independente nas quatro rodas ajuda a filtrar as irregularidades do asfalto. O diâmetro de giro de 9,9 metros também facilita manobras em espaços apertados.

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O Dolphin Mini também melhorou nesse aspecto na linha 2026. O hatch chinês apresentou suspensão recalibrada, com menos balanço da carroceria e comportamento mais estável sem comprometer o conforto. Assim, o BYD continua sendo uma opção interessante para uso urbano, enquanto o Geely combina maior porte e desempenho com um conjunto de suspensão que se destacou nas primeiras impressões.

Equipamentos e diferenças entre as versões

O Dolphin Mini oferece painel digital, central multimídia com tela giratória, conectividade e itens de conveniência voltados ao uso diário. A lista pode variar conforme a configuração e o ano/modelo. Antes da compra, vale conferir quais recursos estão presentes no carro anunciado, especialmente os relacionados a conectividade, câmeras e assistências de condução.

Dolphin Mini

No Geely EX2, a versão Max acrescenta itens em relação à Pro, e a gama inclui central multimídia, painel digital e equipamentos de conforto e segurança que variam conforme a configuração. A Geely também destaca o porta-malas maior e o acabamento interno como pontos fortes do projeto. A disponibilidade de recursos específicos deve ser confirmada na ficha brasileira de cada versão, já que equipamentos oferecidos em outros mercados podem ser diferentes.

Afinal, qual elétrico faz mais sentido?

O BYD Dolphin Mini é a escolha mais racional para quem prioriza o preço inicial, dimensões menores e deslocamentos predominantemente urbanos. Mesmo com autonomia ligeiramente inferior à do Geely, os 280 km declarados pelo Inmetro podem atender bem a rotinas diárias, desde que o motorista tenha acesso a uma solução conveniente de recarga.

Característica BYD Dolphin Mini Geely EX2
Autonomia (Inmetro) 280 km 289 km
Potência 75 cv 116 cv
Torque 13,8 kgf/m 15,3 kgf/m
Bateria 38 kWh 39,4 kWh
Comprimento 3.780 mm 4.135 mm
Largura 1.715 mm 1.805 mm
Entre-eixos 2.500 mm 2.650 mm
Porta-malas 230 litros 375 litros
Versões GL e GS Pro e Max
Preços R$ 109.990 a R$ 119.990 R$ 123.800 a R$ 136.800

O Geely EX2, por sua vez, justifica o valor mais alto com potência superior, entre-eixos maior, porta-malas mais amplo e tração traseira. A autonomia oficial também é um pouco maior. Para quem busca um hatch elétrico que combine uso urbano com mais espaço e respostas mais fortes, o Geely apresenta um pacote técnico mais completo; a decisão final, porém, é sempre sua, e depende do preço efetivamente negociado e dos equipamentos da versão escolhida.

Ainda em dúvida? Confira, então, o que ninguém te conta antes de comprar um carro elétrico.

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Sonda Voyager 1 da NASA vai ficar a 1 dia-luz da Terra; entenda

23 October 2026 at 23:00

Lembra da sonda Voyager 1, da NASA? Segundo cálculos da agência, em 18 de novembro, esta viajante espacial deve atingir a marca simbólica de um dia-luz de distância da Terra, tornando-se o primeiro objeto de origem humana a conseguir o feito — o que é surpreendente, afinal, a física atual desconhece algo mais rápido que a velocidade da luz.

Em outras palavras, a Voyager 1 está tão longe que os sinais de rádio emitidos por ela — que, vale lembrar, foi lançada há quase 50 anos para explorar o Sistema Solar — vão levar mais de 24 horas consecutivas para percorrer o meio interestelar e alcançar os receptores em nosso planeta. Para completar, há quem considere que é mais importante quando a Voyager 1 estiver a um dia-luz do Sol. Confuso?

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É que, no momento, a Terra está no ponto da sua órbita em que fica mais longe, em média, da Voyager; portanto, por mais curioso que pareça, a espaçonave está mais de 80 milhões de quilômetros mais perto do Sol do que de nós, ou seja, seus sinais chegam primeiro na estrela. Por outro lado, ainda iria demorar mais dois meses para ficar a um dia-luz do Sol.

Também é interessante considerar que a marca de um dia-luz ilustra, e muito bem, como é a dimensão das distâncias cósmicas: não é fácil imaginar de forma concreta que a estrela mais próxima do Sol está a 4,3 anos-luz de nós. Por outro lado, fica mais simples se considerarmos que a espaçonave mais rápida criada pela humanidade levou quase meio século para percorrer uma fração desta distância.

Voyager 1

Lançada no final da década de 1970, a missão Voyager revolucionou a astronomia — inclusive, alguns consideram que as Voyager 1 e 2 foram mais importantes para a ciência do que os pousos tripulados na Lua do programa Apollo. Ao longo de suas jornadas, elas revelaram a atividade vulcânica de Io, o oceano oculto na lua Europa e as complexidades das luas de Saturno.

E eis que, em 2012, a Voyager 1 passou a desbravar a região fora do Sistema Solar, tornando-se a primeira espaçonave interestelar. Mas, antes, ela recordou suas origens (literalmente!), já que “olhou” para trás e tirou fotos que fizeram história. Uma delas mostra a Terra como um “pálido ponto azul” no espaço, e a outra é um retrato de família do nosso sistema.

Hoje, as Voyager seguem coletando dados do espaço interestelar e medindo suas características, como densidade, e enviando as informações para a Terra com os instrumentos que ainda estão ativos. Claro, houve alguma discussão sobre encerrar as operações delas em solo, mas ambas continuam enviando dados científicos interessantes — e devem seguir na ativa por mais algum tempo.

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Grande mudança no app do YouTube libera feeds personalizados por comando

O YouTube reformulou a página inicial no app para celulares e agora deixa cada pessoa montar o próprio feed com frases simples. Além de listar categorias tradicionais, como músicas e filmes, a ferramenta tem um espaço para descrever quais sugestões você quer receber.

O novo visual concentra as categorias no topo da tela e coloca a aba de canais inscritos entre as primeiras opções. Para personalizar o feed, basta selecionar o ícone de “+” e enviar um comando em linguagem natural, como “podcasts para um deslocamento de 30 minutos”.

A empresa reforça que é possível fixar mais de uma lista de sugestões na tela inicial, então o aplicativo fica ainda mais personalizável para atender aos interesses de cada pessoa. Os feeds são sincronizados entre dispositivos para carregar o progresso entre PC e celular — a versão para computadores, inclusive, foi lançada no mês passado. 

Por enquanto, o feed personalizável está disponível apenas nos Estados Unidos para pessoas com mais de 13 anos, histórico de visualizações habilitado e que usam o app em inglês.

YouTube feeds personalizados

Mais IA no YouTube

O recurso do feed é mais um item para o conjunto de ferramentas com IA generativa no YouTube. A plataforma também possui o recurso Ask para proporcionar uma busca mais inteligente: além de retornar com vídeos sobre o tema original, o app mostra fragmentos de textos e destaca trechos específicos em clipes com respostas ao prompt.

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Como são feitos os vídeos de IA que trocam pessoas?

As redes sociais ficaram repletas de memes nas últimas semanas em que figuras famosas são inseridas em vídeos populares. A tendência usa IA para trocar os personagens e ainda manter a alta qualidade de imagem.

Alguns dos exemplos mais famosos são a comemoração do jogador de futebol Enzo Fernandez durante a Copa do Mundo e uma apresentação do grupo de hip-hop Migos. A proximidade do segundo turno das eleições também rendeu clipes com políticos brasileiros.

A seguir, o Canaltech explica o procedimento por trás dos vídeos virais:

Como os vídeos funcionam?

Os clipes usam uma tecnologia chamada Motion Swap ("troca de movimento", em tradução livre), no qual a IA identifica o personagem principal e substitui o movimento por outra pessoa. O recurso também pode ser usado para trocar cenários ou a roupa dos elementos envolvidos, por exemplo.

Após enviar uma foto da pessoa que será inserida no vídeo, a ferramenta gera várias imagens estáticas do mesmo modelo e depois cria um vídeo com o novo personagem em 3D. É comum que os apps também ofereçam uma galeria de templates prontos para evitar o trabalho de redigir prompts extensos.

Quais ferramentas são usadas?

Algumas das plataformas mais populares para a tarefa são Ausar.ai, Creathoon e a brasileira Real Oficial. As ferramentas não usam um único modelo específico: na verdade, recorrem a modelos de vídeo e imagem de diferentes empresas e escolhem a melhor opção para cada tarefa.

O Ausar.ai, por exemplo, menciona modelos da Seedance, Kling, OpenAI e outras empresas do mercado de IA.

Real Oficial mudança estilo IA

É gratuito?

Não. As plataformas mencionadas criam vídeos e imagens com base no consumo de créditos obtidos por planos pagos. Como esse tipo de criação exige muito poder computacional e consumo de tokens de IA, os vídeos ficam restritos a planos pagos.

Cuidado com os deepfakes

Os vídeos chamam a atenção por preservar os detalhes das fotos enviadas, mas também há um alerta para o uso em deepfakes — tentativas de golpes ou de constranger uma pessoa com conteúdos criados por IA.

Os clipes em questão funcionam como memes, mas é importante ter cuidado ao gerar e publicar conteúdos do tipo nas redes sociais.

Veja algumas dicas para descobrir se um vídeo foi criado com IA.

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